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Filiação: António Dias e Guimar da Conceição
Filiação: António Luis e Guimar da Glória
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: António Luis e Guimar da Glória
Filiação: Matias da Luz e Ana Guimar
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: José Maria e Guimar da Conceição
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: Silvério Dias e Guimar da Conceição
Filiação: António Luis e Guimar da Glória
Filiação: Matias da Luz e Ana Guimar
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: José Marreiro e Guimar da Conceição
Filiação: José Maria e Guimar da Conceição
Filiação: José Machado e Guimar da Conceição
Filiação: José Marreiro e Guimar da Conceição
Filiação: José Marreiro e Guimar da Conceição
Filiação: António Luis e Guimar da Glória
Filiação: José Marreiros e Guimar da Conceição
Filiação: José Vicente e Guimar da Glória
Filiação: António Joaquim e Guimar da Conceição
Para além dos recibos contém sentenças cíveis, escrituras de procurações, róis de despesas, entre outra documentação diversa. Existe a indicação de que a documentação foi vista por Teotónio de Queirós, Secretário da Irmandade, em 1839.
Parte vocal de Tenor Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Contém ainda documentação diversa relacionada com recibos (ex.: contas, róis de despesas, petições). Existe a indicação de que a documentação foi vista por Teotónio de Queirós, Secretário da Irmandade, em 1839.
Parte vocal de Alto Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Contém o registo dos encargos, dos bens hipotecados, dos títulos de instituição e dos administradores do legado de João Anes. Inclui remissivas para outros livros do cartório do convento e da Provedoria da Comarca do Porto.
Matrimónio realizado na freguesia de Santiago do Cacém, concelho de Santiago de Cacém
Outras informações: O nome da mãe está escrito "Jasinta".
Diversas contas e recibos de despesas efectuadas pela Irmandade, tais como: pagamento de missas instituídas por legados; esmolas mensais e socorros a clérigos necessitados; pagamento ao Tesoureiro da Igreja por serviços religiosos efectuados pelos Capelães do Coro (ex.: missas do meio-dia, missas de círculo e de esquadra, ofícios pelas almas de Irmãos defuntos, etc.); despesas da enfermaria e cartório; compra de bens consumíveis; ordenados a empregados; obras e reparações em casas adjudicadas à Irmandade; pagamento de seguros e de décimas, entre outros. Geralmente os recibos e contas encontram-se agrupados por tipologia de despesa ou verba do orçamento e devidamente identificados através de numeração, data e pequeno resumo do conteúdo (ex.: «N.º 14 1865 Novembro - 4 Esquadra e Circulo pertencente ao mez d’Outubro - rs. 840»).
Registo das dívidas activas e passivas da Irmandade dos Clérigos do Porto. As relações de dívidas, em formato de quadro, eram elaboradas no dia 30 de Junho de cada ano e constam do nome dos devedores/credores, a importância em causa, a sua proveniência, os anos económicos a que se reportam e, em alguns casos, observações, tais como a data de pagamento das dívidas. Todos os registos são validados através da assinatura dos membros da Mesa, após leitura da relação de dívidas e confirmação da mesma com a escrituração respectiva. Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 94v.).
Partitura geral (Soprano, Alto, Tenor, Baixo e Órgão) dos Responsórios da Solenidade de Nossa Senhora da Assunção. Divide-se nos seguintes andamentos: 1º Nocturno - Responsório 1º a 4 “Vidi speciosam” (Magestoso) “Et Sicut” (Andante), Verso a Solo na outra partitura; Responsório 2º “Sicut cedrus” (Magestoso), Verso Duo na outra partitura; Responsório 3º “Quae est ista” (Justo), Verso noutra partitura; Responsório 4º “Ornatam morilibus” (Justo), “Et videntes” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 5º “Beatam medicent” (Justo), “Quia fecit” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 6º “Beata es Virgo Maria” (Justo), “Genu isti” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 7º “Diffusa est gratias” (Justo), “Proterca benedixit” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 8º “Beata es Virgo” (Justo), “Intercede pro nobis” (Andante), Verso subido, “Intercede pro nobis” (Andante).
Livro de certidões de desobriga dos preceitos da confissão e da comunhão durante a Quaresma. Os registos são compostos pelo rol das pessoas residentes no edifício da Irmandade e seu Hospital na altura da Quaresma e pela certidão de que satisfizeram os preceitos da confissão e da comunhão. No rol dos indivíduos, para além do nome, podem surgir vários dados identificativos: a naturalidade, a filiação, a função e o cargo, a indicação dos enfermos que se encontravam no Hospital, entre outros. As certidões são geralmente assinadas pelo Presidente, pelo Secretário ou pelo Tesoureiro da Igreja. Este livro contém termo de abertura (fólio não numerado) e termo de encerramento (fólio 76v).
Livro de registo dos principais termos deliberativos da Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os termos, ordenados cronologicamente e identificados através de um pequeno resumo do seu conteúdo, são relativos a diversos assuntos sobre os quais foram tomadas resoluções em Mesa. Esta fonte contém termos relativos, por exemplo, à necessidade de compra e elaboração de novos livros para o Cartório; aceitação de fundos para reforço do legado de lava-pés; eleição de deputados para integrarem comissões; impedimento de empréstimo de alfaias; agradecimento a benfeitores da Irmandade; assim como termos de aprovação de contas e termos de posse das novas Mesas administrativas da Irmandade. No fl. 292 encontra-se um índice dos termos registados no livro até ao fl. 15. Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 295v.).
Parte vocal de Baixo Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro), Verso Solo “Beata, ,edicent omnes generationes” (Andante con moto); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Parte vocal de Soprano Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Andante Moderato), “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Verso Solo “Benedicta tu in mulieribus”; Responsório 2º “Congratula” (Allegretto Solo), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Parte vocal do Soprano Solo do Te Deum Laudamus. Andamentos pares: 2 – “Te Dominum confitemur”, 4 – “Tibi omnes Angeli”, 6 – “Sanctus”, 8 - “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”, 10 – “Te gloriosus Apostolorum”, 12 – “Te Martyrum candidatus”, 14 – “Patrem immensae majestatis”, 16 – “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”, 18 – “Tu Patris sempiternus es Filius”, 20 – “Tu devicto mortis acúleo”, 22 – “Judex crederis esse Venturus”, 24 – “Aeterna fac cum Sanctis”, 26 – “Et rege eos”, 28 – “Et Laudamus nomen tuum”, 30 – “Miserere nostri”, 32 – “In te Domine”.
Entre o fl. 147v. e a capa inferior encontram-se vários documentos soltos, tais como: ofícios recebidos pela Irmandade, cópias de correspondência expedida, rascunhos de ofícios, extractos de actas de sessões da Mesa, entre outros. Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 98) e dois termos de encerramento (ambos no fl. 147v.), redigidos respectivamente, pelo delegado da cúria diocesana e pelo Administrador substituto do Bairro Ocidental da cidade do Porto.
Róis de multas e pagamentos de anuais, mordomias e composições por parte dos Irmãos da Irmandade dos Clérigos. Geralmente eram elaborados dois róis por ano económico: um rol das multas vencidas e um daquelas que não foram cobradas. Os róis, divididos em Irmãos não composto e compostos, são constituídos pelo nome dos Irmãos, o motivo que originou a multa (ex.: atraso de pagamentos; faltas a ofícios, missas, esquadras e círculos; pagamento de anuais; contribuições de mordomias por parte de alguns dos membros; entre outros), a quantia total e a indicação de «pago». Para além destes dados, por vezes encontram-se anotações adicionais, tais como «falecido» ou «remido». A partir de 1833 (unidade 0152 desta série documental) o formato do registo da informação altera-se e passa a ser constituído por um quadro manuscrito, que, regra geral, contém os seguintes campos: folhas do Livro das Entradas; nome dos Irmãos; anuais; anuais em atraso; missas (ofícios, círculos e esquadras) e valor total.
Livro de registo das actas das sessões da Mesa administrativa da Irmandade dos Clérigos do Porto. As actas, ordenadas pela data em que a Mesa reuniu em sessão, são relativas a diversos assuntos da competência deste órgão de gestão, dos quais se destacam: admissão e expulsão de Irmãos; composição de Irmãos ausentes que efectuam um pagamento pecuniário em troca da assiduidade aos actos oficiais da Irmandade; eleição, admissão e despedimento de funcionários, tanto ao nível administrativo como do Coro; deliberações relativas a fundos e ao cofre; aprovação de contas e apresentação de orçamentos de gerência; análise e deliberação sobre requerimentos; leitura e transcrição de correspondência recebida e termos de eleição e tomada de posse das novas Mesas administrativas. Esta série documental contém igualmente algumas actas das sessões do Definitório, Junta Consultiva e Assembleia Geral.
Livros de registo dos devedores à Irmandade dos Clérigos do Porto e dividendos de acções e legados a cargo da mesma. Esta série documental resulta de um esforço de organização do cartório que se verificou a partir de 1835, nomeadamente no que diz respeito às demandas, devedores e casas adjudicadas. No caso dos devedores, procurou-se recuperar a informação que se encontrava dispersa em diversas fontes num «(...) livro para os devedores da Irmandade, aonde se ache promptamente as suas recepçoens, e o seu atrazo, para não ser percizo andar vadeando pelos livros das Caixas». Os registos dos devedores, organizados em colunas de «Deve» e «Haver», contêm os seguintes dados: nome do devedor; nome do conjugue; morada; descrição da dívida; data da escritura original; nome do tabelião onde foram realizadas as notas; identificação (nome, morada e profissão) dos fiadores; registo de pagamentos e respectivas datas; a folha do Diário em que a quantia foi lançada (geralmente este dado não foi preenchido); assim como a data em que o capital foi entregue e as contas liquidadas. Para além destas informações, os assentos contêm diversas observações relativas, por exemplo, à morte dos devedores originais e identificação dos herdeiros da dívida.
Filiação: Jose Lopes Carvalho e Amelia Oliveira Castro. Natural da freguesia de ESPERANCA, Sao Bartolomeu, concelho de POVOA LANHOSO
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 150v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 140).
Inventariado: Jose Antonio, de Ima; Inventariante: Guimar Antonio.
António Pinto/Guimar da Conceição; contém um apenso
Guimar dos Anjos António Manuel Paula Irene Amélia da Fonseca
Inventariado: Ana Marques Inventariante: João Nunes Guimar Local: Taboeira
Inventariado: João Nunes Guimar Inventariante: Maria Marques Local: Taboeira
Inventariado: Guimar Soares Inventariante: José António Alves. Local: Fiães
Verba. Nomeação testamentária dos 600$000 rs. Filiação: Guimar Rocha.
Verba. Nomeação testamentária dos 600$000 rs. Filiação: Guimar Rocha.
Filiação: João de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: João de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: João de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: António de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: António dos Santos Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: Joaquim de Sousa Guimar e Teresa de Jesus
Filiação: João de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Filiação: António de Sousa Guimar e Isabel da Conceição
Cônjuge: D. Guimar de Sousa Inventariante: a mulher.
Pai: João Cordeiro. Mãe: Guimar da Conceição. Padrinho: Manoel Cordeiro.
Filiação: António Dias Parantunes e Guimar da Conceição
Filiação: José António Neves e Guimar da Glória
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar da Conceição
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar da Conceição
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar da Conceição
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar de Jesus
Filiação: José Maria dos Reis e Guimar da Conceição
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar da Conceição
Filiação: José Maria e Guimar da Conceição Viegas
Filiação: José António Neves e Guimar da Glória
Filiação: José Maria dos Reis e Guimar da Conceição
Filiação: José Vicente Soeiro e Guimar da Conceição Viegas
Filiação: Silvestre de Jesus e Guimar de Jesus
Filiação: José Vicente Soeiro e Guimar da Conceição
Outras informações: O nome da registada está escrito "Guimar".
Livro de registo dos termos da Mesa relativos às obras de construção da Igreja dos Clérigos do Porto. Este livro inicia com o termo da Mesa de 31 de Maio de 1731, em que foi proposta a votos e unanimemente aprovada a construção de uma Igreja própria da Irmandade, sita no terreno doado pelos Reverendos Bento Freire da Silva, Manuel Mendes Machado e João da Silva Guimarães. Para além dos termos da Mesa, encontram-se registados vários outros documentos relacionados com o edifício e Igreja da Irmandade, tais como: traslados de escrituras dos terrenos; autos de posse dos mesmos; vistorias do local da construção; provisões régias; breves (ex.: «Breve para os nossos Irmãos Sacerdotes levarem os seculares no esquife a sepultura» - fl. 43); entre outros. Esta fonte serve igualmente o propósito de livro de lembranças do processo de projecção, construção e finalização da Igreja dos Clérigos, através do registo de determinados termos, tais como: termo de entrega e aceitação da planta para a nova Igreja; lembrança do dia em que se começou a cavar e abrir os alicerces da Igreja; memória da colocação de imagens religiosas; lembrança da chegada e trasladação de relíquias; exame do estado actual do exterior e interior da Igreja e todas as repartições do edifício, entre outros. Este livro contém termo de encerramento (fl. 302v.).
Guias de pagamentos efectuados à Irmandade dos Clérigos do Porto. Os pagamentos relacionam-se, sobretudo, com as actividades financeiras da congregação, os actos quotidianos de carácter religioso e rendimentos relacionados com o próprio edifício da Irmandade. No que respeita às actividades financeiras, encontram-se pagamentos relativos à cobrança de juros de capital emprestado; dividendos de apólices (ex.: Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro; obrigações da Companhia Geral do Crédito Predial Português); depósito de capitais em casas bancárias; cobrança de foros e pensões; assim como rendas do aluguer de casas adjudicadas à Irmandade. Entre os pagamentos encontram-se igualmente rendimentos relacionados com a vida religiosa da Irmandade, tal como entregas de importâncias pelo Tesoureiro da Igreja e da Sacristia relativas a mordomias de devoção; emolumentos funerários; esmolas de benfeitores; esmolas e ofertas recolhidas nas caixinhas da Igreja; venda de cadernos de ofícios de defuntos; receitas de anuais, missas e ofícios; jóias de entrada de novos Irmãos; entre outros. As guias de pagamento contêm ainda rendimentos provenientes da utilização do edifício da Irmandade, tal como a renda para colocação de anúncios nos muros; aluguer de lojas nos baixos do edifício; e venda de bilhetes para visitar a Torre. As guias de pagamento são constituídas por formulários impressos, que, embora com algumas modificações ao longo do tempo, contêm essencialmente as seguintes informações: ano económico; número da guia; quantia do pagamento em numerário; nome do pagador; nome do Tesoureiro; descrição da quantia, a sua proveniência e data de vencimento; confirmação através da data e assinatura do Vice-Presidente, do Secretário e do Tesoureiro; assim como a referência às folhas do Diário em que a respectiva receita foi registada e a rubrica do funcionário que elaborou o mesmo registo.
Parte vocal do Alto Tutti, que canta a parte do Coro, do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: "Te Dominum confitemur"; "Tibi omnes Angeli"; "Sanctus"; "Sanctus Dominus Deus Sabaoth"; "Te gloriosus Apostolorum"; "Te Martyrum candidatus"; "Patrem immensae majestatis"; "Sanctum quoque Paraclitum Spiritum"; "Tu Patris sempiternus es Filius"; "Tu devicto mortis aculeo"; "Judex crederis esse Venturus"; "Aeterna fac cum Sanctis"; "Et rege eos"; "Et Laudamus nomen tuum"; "Miserere nostri"; "In te Domine". Depois do Finis encontra-se uma melodia a 3/4 do versículo "Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti".
Parte vocal do Alto Solo do Te Deum Laudamus. Andamentos pares: 2 – “Te Dominum confitemur”, 4 – “Tibi omnes Angeli”, 6 – “Sanctus”, 8 – “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”, 10 – “Te gloriosus Apostolorum”, 12 – “Te Martyrum candidatus”, 14 – “Patrem immensae majestatis”, 16 – “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”, 18 – “Tu Patris sempiternus es Filius”, 20 – “Tu devicto mortis aculeo”, 22 – “Judex crederis esse Venturus”, 24 – “Aeterna fac cum Sanctis”, 26 – “Et rege eos”, 28 – “Et Laudamus nomen tuum”, 30 – “Miserere nostri”, 32 – “In te Domine”. Nesta parte existe as indicações dos versos ímpares do coro.
Parte vocal do Baixo Solo do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: “Te Dominum confitemur”; “Tibi omnes Angeli”; “Sanctus”; “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”; “Te gloriosus Apostolorum”; “Te Martyrum candidatus”; “Patrem immensae majestatis”; “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”; “Tu Patris sempiternus es Filius”; “Tu devicto mortis aculeo”; “Judex crederis esse Venturus”; “Aeterna fac cum Sanctis”; “Et rege eos”; “Et Laudamus nomen tuum”; “Miserere nostri”; “In te Domine”. Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti".
Parte vocal do Tenor Solo do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: “Te Dominum confitemur”; “Tibi omnes Angeli”; “Sanctus”; “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”; “Te gloriosus Apostolorum”; “Te Martyrum candidatus”; “Patrem immensae majestatis”; “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”; “Tu Patris sempiternus es Filius”; “Tu devicto mortis aculeo”; “Judex crederis esse Venturus”; “Aeterna fac cum Sanctis”; “Et rege eos”; “Et Laudamus nomen tuum”; “Miserere nostri”; “In te Domine”. Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo “Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti”.
Esta fonte contém um mapa dos Irmãos seculares, constituído pelo fl. do livro de entrada, nome, e data de entrada (dia, mês e ano); a eleição da Mesa em 12 de Agosto de 1840, um mapa intitulado «Nômes dos Nossos Irmãons a quem se não tem contado annual, e Multas desde o anno ut infra se aponta», constituído pelo fl. do livro das entradas, nome e quanto devião por ano; assim como pela relação dos Capelões do Coro da Irmandade e suas precedências.
Esta fonte contém um mapa dos Irmãos seculares, constituído pelo fl. do livro de entrada, nome, e data de entrada (dia, mês e ano); a eleição da Mesa em 12 de Agosto de 1841, um mapa intitulado «Nômes dos Nossos Irmãons a quem se não tem contado annual, e Multas desde o anno ut infra se aponta», constituído pelo fl. do livro das entradas, nome e quanto devião por ano; assim como pela relação dos Capelões do Coro da Irmandade e suas precedências.
Esta fonte contém um mapa dos Irmãos seculares, constituído pelo fl. do livro de entrada, nome, e data de entrada (dia, mês e ano); assim como um mapa intitulado «Mapa dos Irmaons que segundo o § 4.o do Cap. 38 devem ser riscados pelos muitos annuaes e multtas e compoziçoens que devem e se vê na seguinte Relação», constituído pelo fl. do livro de entrada, anos e quantia que devem; assim como a eleição da Mesa em 12 de Agosto de 1842 e a relação dos capelães do Coro.