Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for guimarães and 12,943 records were found.

Carta Precatória de diligência do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães e Castro, ao Juiz de Fora da Vila de Borba.
Carta Precatória de diligência do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães, para o Juiz de Fora da Vila de Borba, executar o que nela se declara.
Carta Precatória do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães e Castro ao Juiz de Fora da Vila de Borba sobre a aposentadoria de oficiais.
A fim de figurarem na Exposição dos Primitivos Portugueses, que decorreu no âmbito da Comemoração dos Centenários em 1940, foi solicitada a cedência dos seguintes quadros: - três pinturas sobre madeira representando "Santa Catarina", "Santa Apolónia", "Um Santo Bispo" e uma tela representando "São Bartolomeu", existentes na Capela de Santa Luzia, em Guimarães; - uma pintura sobre madeira representando "O Calvário", de António Vaz, existente na Igreja do Carmo, em Guimarães. Os autos de entrega das obras foram lavrados a 16 de Novembro de 1940 e a devolução teve lugar a 6 de Julho de 1944 a título de depósito, no Museu Regional de Alberto Sampaio. Os painéis quinhentistas da Capela de Santa Luzia foram depositados no Museu Regional de Alberto Sampaio, devido à referida Capela se encontrar em mau estado de conservação, devendo ali permanecer até que o referido templo fosse beneficiado com obras. A 1 de Abril de 1947, encontravam-se expostos no Museu Regional de Alberto Sampaio, em Guimarães, tanto os acima citados painéis, como "O Calvário", de António Vaz, dotado de uma nova moldura de tipo gótico oferecida pelo benemérito comendador Alberto Pimenta Machado, daquela cidade.
Evento para angariação de fundos a favor dos bombeiros voluntários, destinados à construção de um novo quartel. Estiveram presentes: Ministro do Interior, António Gonçalves Rapazote; Governador Civil de Aveiro, Francisco Vale Guimarães; Conselheiro de Estado, Albino dos Reis; Administrador do Banco de Portugal e Presidente da Fundação da Casa de Bragança, António Luís Gomes (Filho): Representante da Casa da Comarca em Lisboa, Alberto Marques; Comandante dos Bombeiros, Ramiro Alegria e o Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Artur Correia Barbosa.
A Casa de Bragança foi a mais importante das casas senhoriais portuguesas. Teve início pelo casamento de D. Afonso, conde de Barcelos, filho natural de D. João I, com D. Beatriz, filha de D. Nuno Álvares Pereira. As doações da Casa de Bragança estavam isentas da Lei Mental. Os senhores da Casa eram duques de Bragança, de Barcelos e de Guimarães, marqueses de Valença e de Vila Viçosa, condes de Ourém, Arraiolos, Neiva, Faro, Faria e Penafiel, e senhores de Monforte, Alegrete, Vila do Conde e outros lugares. O património eclesiástico incluía as colegiadas de Guimarães, de Barcelos e de Ourém, a apresentação de várias igrejas, o padroado de conventos e numerosas comendas da Ordem de Cristo. Provia, entre outras, as alcaidarias-mores de Vila Viçosa, Monsaraz, Arraiolos, Borba, Évora-Monte, Ourém, Barcelos, Vila do Conde e Bragança, e as ouvidorias de Vila Viçosa, Ourém, Barcelos e Bragança. Os Duques de Bragança tinham as prerrogativas de Infantes, precediam a todos os titulares e tinham o privilégio de conferir graus de nobreza. Em 1483, o rei D. João II mandou decapitar o 3º duque, D. Fernando, por alegada conspiração, e confiscou todos os bens da Casa de Bragança. D. Manuel I restituiu-os, acrescentando-os, ao duque D. Jaime. Em 1640, o duque D. João subiu ao trono, sendo o 4º rei desse nome. A Casa de Bragança foi então considerada independente da Coroa, constituindo o património dos primogénitos dos soberanos. Com o advento do Liberalismo a Casa de Bragança perdeu muitos privilégios mas continuou a ser uma das mais importantes do reino. Depois da proclamação da República a Casa Ducal foi considerada património pessoal do último rei e, após a sua morte, foi constituída a Fundação da Casa de Bragança que, além de administrar os bens patrimoniais desenvolve acções culturais.
Memória descritiva de Janeiro de 1943. Planta topográfica com escala de 1:1000, feita pelo engenheiro António Guimarães. Planta de interiores com escala de 1:50, feita pelo engenheiro António Guimarães. Planta de alçados com escala de 1:50, feita pelo engenheiro António Guimarães. Planta de alçados com 1:50, feita pelo engenheiro António Guimarães. Auto de vistoria de 25 de Novembro de 1943. Memória descritiva de Janeiro de 1943. Planta topográfica com escala de 1:1000, feita pelo engenheiro António Guimarães. Planta dos interiores com escala de 1:50, feita pelo arquitecto Fernando Peres. Planta dos alçados com escala de 1:50, feita pelo arquitecto Fernando Peres. Planta dos alçados e cortes com escala de 1:50, feita pelo arquitecto Fernando Peres. Requerimento a pedir vistoria e licença de habitação, 17 de Novembro de 1943 com licença de habitação nº 8/1944. Auto de vistoria de 25 de Novembro de 1943.
Licenciatura em Engenharia de Minas e Geoambiente
Natural da freguesia do Sacramento, Lisboa, filho de Francisco de Castro Alvelos Guimarães, natural da freguesia de Santa Catarina, Lisboa, e de sua mulher D. Joana Teresa Xavier de Castro, natural da freguesia das Mercês, Lisboa; neto paterno de José Maria Castro, natural de Génova, e de sua mulher D. Josefa Micaela de Castro, natural da freguesia de Santos-o-Velho, Lisboa; neto materno de Manuel Fernandes, natural de Vila Cova à Coelheira, e de sua mulher Maria do Pilar, natural da freguesia dos Anjos, Lisboa.
Natural de São Miguel de Creixomil, termo de Guimarães, e morador na cidade do Rio de Janeiro, familiar do Santo Ofício, homem de negócio, filho de Marcos Francisco, natural de São Miguel de Varziela, concelho de Felgueiras, e de sua mulher Mónica Pereira, natural de Creixomil; neto paterno de António Francisco, natural da freguesia de Santa Marinha da Pedreira, lugar de Serges, e de sua mulher Domingas da Costa, natural de Varziela; neto materno de Matias Pereira, natural de Tuías, e de sua mulher Ana Fernandes, natural de Creixomil.
Natural de São João da Ponte, termo de Guimarães, familiar do Santo Ofício, filho de Duarte Rodrigues, natural de Santa Eufémia de Prazins, e de sua mulher Domingas Machado, natural de São João da Ponte; neto paterno de António Francisco, natural do lugar do Carvalhal, freguesia de Santa Eufémia de Prazins, e de sua mulher Maria Duarte, natural do lugar da Ponte; neto materno de António Machado, natural de São Martinho de Sande, e de sua mulher Isabel de Oliveira, natural do lugar do Outeiro de Cima, freguesia do Couto de Cervães, termo do Prado.
Inventariado: José António de Araújo Guimarães, viúvo de Ana Soares e casado em segundas núpcias com a inventariante, morador que foi no lugar de Enxerto, freguesia de Rio Frio, Arcos de Valdevez, falecido em 6 de maio de 1873, com testamento; Inventariante: Balbina Rosa de Jesus, viúva, moradora no lugar de Enxerto, freguesia de Rio Frio, Arcos de Valdevez. Filhos do 1º matrimónio: Maria Soares, casada com Pedro Soares; João José de Araújo, solteiro, maior; António José de Araújo, solteiro, maior; Manuel Luís de Araújo, solteiro, maior; Rosa Soares de Araújo, solteira, maior; Custódia Soares, casada com José Barreiros. Filhos do 2º matrimónio: Aurora, de 6 anos; José, de 3 anos.
Inventariada: Júlia Rosa Cerqueira ou Júlia Rosa Cerqueira de Araújo Guimarães, viúva de Manuel Antunes de Oliveira e casada em segundas núpcias com o inventariante, moradora que foi em Igreja, freguesia de Gondufe, Ponte de Lima, falecida em 1 de dezembro de 1910, sem testamento; Inventariante: João António de Azevedo, o viúvo, morador em Igreja, freguesia de Gondufe, Ponte de Lima. Filhos do 1º matrimónio: Maria Augusta, solteira, de 18 anos; Ana, solteira, de 16 anos; António, de 12 anos. Não houve filhos do 2º matrimónio.
Todos naturais da Baía e a viver em Lisboa. A acção prende-se com a herança de seu primo o capitão Manuel da Silva Cunha, falecido na Baía, com testamento. No fólio de rosto tem a infomação: "pagou busca o senhor Guimarães em 26 de Março de 1866". Escrivão: Bento Gualdino da Silva Valadares.
Refere: - uma caixa com trompas que o funcioário do consulado mandou abrir para verificar se estava tudo como a declaração de embarque. No verso "ao sr. António José de Oliveira Guimarães que Deus guarde muitos anos morador em o Rio de Janeiro".
Balanço da agência de Guimarães à data de início da liquidação. Consiste num balanço geral da agência, primeiro sintético, a seguir analítico, por contas internas. O maço tem o título manuscrito (a lápis): "regularização que convém efectuar nas seguintes contas (etc.)".
Instrumento de protesto, sendo presente perante mim, António José Fernandes de Oliveira, da cidade de Aveiro, residente nesta mesma vila, com negócio, que reconheço pelo qual dou fé. Sendo intervenientes António José Fernandes de Oliveira (recebe) e Francisco José Fernandes Guimarães (paga), no valor de 94 315 réis, por uma coima e o respetivo recibo que o mesmo teria de pagar.
Balancetes mensais. Resumo do activo e passivo. Ordem cronológica. Relatório anual.
Largo do Toural. No século XVII era um largo extramuros junto à principal porta da vila, onde se realizavam as feiras. Em 1791 a Câmara aforou o terreno junto à muralha e na segunda metade do século é construído o Jardim Público, rodeado por um gradeamento de ferro, que abre em 1878.
Carta. Aspirante de 2ª Classe da secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda.
Morada: Rua dos Retroseiros, freguesia de São Nicolau, Lisboa. Cônjuge: Ana Maria da Conceição, residente à altura do inventário na Travessa da Conceição, Lisboa. Falecida em: 9 de agosto de 1794. Testamenteiros: Ana Maria da Conceição e Manuel Alves. Herdeiros: João da Silva Guimarães, Maria Vitória da Silva Chaves, casada com o Dr. António Jorge Chaves, e Francisco José da Assunção Guimarães,. Bens: - Móveis: Cadeiras de nogueira, cama de madeira de vinhático, carteiras de pinho, banca de pé de galo, cadeiras e cama de madeira de caixa, guarda cama em madeira vinhático com caixilhos à chinesa, banca de trabalho em madeira de caixa, espelho, barra de bancos de pinho, cama de armação de madeira vinhático, catre de pau-santo, caixas cobertas de couro, gamela de madeira do Brasil; - Cobre: marmitas, caçarola, frigideira, bule, chocolateira, colher, escumadeira, cozinheira e bandejas; - Arame: Tachos e candeeiros; - Loiça: Chávenas, pires, tigelas bacia e jarro de louça inglesa, bule, açucareiro e tigela leiteira de louça preta, açucareiros de pó de pedra, canecas em louça da Índia, terrinas com suas tampas e pratos travessas e de sopa em louça inglesa; - Vidro: Galheteiros, copos, garrafas de vidro branco e preto; - Roupa: Lençóis de cabalim, de linho, de brim, de algodão e de estopa, fronhas de vários tecidos, toalhas de mesa de estopa e linho, toalhas de mesa com guardanapos, toalhas de mãos em linho e estopa, cobertas de chita, cobertas "aletriadas", cobertores de papa e racha, colchões, enxergões e sacos de várias qualidades e fazendas; - Vestuário: camisas de linho, lenços para o pescoço, ceroulas, coletes, meias, cintos de cor, casacas, pantalonas, "Josezinhos" de baetão, chapéu e botas; - Peças de ouro e prata: Castiçais de prata, pratinho com guarnições em prata, salvas de prata guarnecidas com figurinhas e pérolas, bule de prata, chaleira de prata, açucareiro de prata, tigela de prata, colheres e garfo de prata de guardanapo, colher grandes de prata, colherinhas de chá em prata, cordões de ouro, cadeia para relógio em ouro, brincos em ouro, cruz em ouro, anel em ouro guarnecido com diamantes, brincos em ouro guarnecidos com diamantes; - Relógios: Parede, bufete e algibeira; - Fazendas da loja de confeiteiro: balcão e 4 armários de madeira de caixão, portas com vidraças, uma banca de madeira de caixão, balanças de confeiteiro em cobre, vaso de ferro grade de pedra, tabuleiros de pedra e ferro, pás de ferro, um moinho de café, tabuleiros, bacia, tigelas e latas de folha, bacias, tachos, escumadeira, colheres e fogareiro de cobre, bacias de ferro, candeeiro de latão, 4 barris de vários tamanhos com arcos de ferro para curtimento de doces, pé para por uma baeta de madeira de pinho, um canteiro para por os barris, pão de ló, confeitos de erva doce, bolachas, palitos, costinhas, bolachinhas, aboboras para coberta, tigelas de doce do Brasil, chocolate, rebuçados, “manus christes”, bolas leves, broinhas de amêndoa, pão de ló torrado, torrão de amêndoa, bolos de amor, cavacas, esses de amor, especiones, pão de ló coberto, castanhinhas de erva doce, bolas de amêndoa, escuma, geleia, marquinhas, açúcar de pedra, ameixas de Guimarães, açúcar areado, , açúcar branco, marmelada, abobora com calda, cidrão com calda, mel, chá, chá pérola, rapé, café; - Bens de raiz; dívidas ativas. Apensos: 25. Contém o testamento de Francisco José da Silva Guimarães. Neste refere Sebastião da Silva, homem preto, escravo comprado no Brasil e que o servido bem na saúde na enfermidade há muitos anos. O processo correu pelo Juízo dos Órfãos, Repartição de Alfama, escrivão António Caetano Botelho de Gouveia.
Ré - Cônjuge: Manuel de Freitas Guimarães, falecido. - Filhas Joana Perpétua e Ana. A ação prende-se com dívida de 832.620 réis procedidos de fazendas para costeamento da corveta "Senhora Santa Ana e Nossa Senhora da Conceição e Almas".
Requerimento Inicial : José António Fernandes Guimarães. Rua do retiro, Gradil.Rua do retiro, Gradil. Construção de muro de vedação para o seu prédio. Deferido em 23 de Maio de 1917. Planta de alçado e localização escala 1:100.
Requerimento inicial. José António Fernandes Guimarães. Lisboa. Caminho do Avençal , Gradil, Gradil. Construção de uma passagem sobre o arco de alvanearia. Deferido 20 de Março de 1918. Planta de alçado, cortes localização, escala 0,001p.m..
Carta Precatória de diligência do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães e Castro para o Juiz de Fora da Vila de Borba, fazer a diligência nela declarada.
Carta Precatória de diligência do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães e Castro, ao Juiz de Fora da Vila de Borba, para dar execução ao que nela se declara.
Naturalidade do pai: Évora (São Pedro) Naturalidade da mãe: Évora (Santo Antão) Avós paternos: António José da Silva e Maria do Carmo Naturalidade do avô paterno: Arcebispado de Braga Naturalidade da avó paterna: Évora (Sé) Avós maternos: incógnitos Constam as cópias das certidões de baptismo do habilitando, dos pais e dos avós paternos. As certidões originais foram requeridas por José Martinho da Silva Guimarães, como procurador do seu irmão Romão José da Silva Guimarães. O processo está incompleto.
Autor: - Acionista com mais de dez ações. - Profissão: Capitão, negociante. - Residência: Rua Direita de Nossa Senhora dos Remédios, Lisboa. Réu: - Profissão: Negociante, senhorio e caixa da corveta Nossa Senhora da Conceição Santa Ana e Almas. A ação prende-se com a falta na prestação de contas dos fretes que a dita embarcação venceu, na viagem do Rio de Janeiro para Lisboa, capitaneada por Manuel de Freitas da Silva Guimarães, e ainda, dos gastos que fez na viagem de Lisboa para Angola, capitaneada por António de Pontes. Escrivão: Manuel Antunes de Matos Esteves da Fonseca. Juiz conservador: desembargador Manuel José da Gama Oliveira.
Contém ainda as procurações do padre Bernardo José Correia de Carvalho, de Patrício José Lopes, de João Lourenço, de João Manuel, de Martinho José Dias Guimarães, de Manuel Gomes Morim Ribeiro, de Manuel João Ramos e de Feliciano António de Mesquita.
Contém: Certidão do prazo que faz o Ilustríssimo e Reverendíssimo Dom Prior da Insigne e Real Colegiada de São Martinho de Cedofeita a João Soares da Cunha e sua mulher; intimação a Thomaz Archer e D. Maria Madalena da Silva Guimarães Archer.
Escritura de doação e renúncia de herança de vários prazos no termo de Guimarães que fez José Ribeiro de Sousa, filho de António Ribeiro de Sousa, da freguesia de São Martinho de Candoso, noviço do convento de S. Domingos de Elvas, em 1704
Inventariados: Maria Antónia Conceição Mendes Barros Rola ou Maria Antónia Mendes Rola e marido, Domingos Freitas Guimarães, moradores que foram na vila de Ponte de Lima, ela falecida em 18 de dezembro de 1898; Inventariante: Bernardina Augusta Freitas, moradora na vila de Ponte de Lima.
Ação de execução sob a forma de processo sumário requerida por Resotel-Soc.de Exploração de Hotéis Residenciais, Lda contra Maria Clotilde Guimarães Soares da Cruz e Marido. Contem 1 processos apensos: Embargo do executado, 475/A, Embargantes, Camilo Figueiredo da Cruz e mulher, Embargado, Resotel, SA
Escritura de compra e firme venda que o comprador Francisco José Fernandes Guimarães, negociante da vila de Ílhavo, faz aos vendedores José António Ruivo e sua mulher Rosária Maria do pote, também da vila de Ílhavo de uma casa situada no canil do Canastreiro onde a parte nascente e poente fica ao lado do comprador pela quantia de 96 000 réis.
Escritura de compra em que o comprador Francisco José Fernandes Guimarães compra aos vendedores José António Ruivo e sua mulher Rosário Maria Jesus umas casas no canil do Canasteiro com a parte nascente com as casas que foram do [biato?] e a poente com o próprio comprador pela quantia de 140 000 réis, ambos da vila de Ílhavo.
GUIMARÃES, Cláudia Isabel do Vale Fontes
Escritura de confissão de dívida a juro de 6 por cento, sendo intervenientes o reverendo António Mendes Guimarães Maia (devedor), da vila de Vagos e Manuel Gonçalves Marques (credor), de Oliveirinha, da quantia de 164 400 réis, que liquidaram em contas feitas de comum acordo relativamente ao negócio das companhas que o primeiro outorgante teve com Ricardo da Rocha Martins e outros de Vagos, à anos, que pescavam na Costa da Vagueira. Cuja quantia de obrigava a pagar em cada ano 30 000 réis, sendo a primeira prestação de hoje a um ano, cujas prestações seram pagas com os seus respetivos juros. Caso o devedor falte a algum destes pagamentos poderá executar ao devedor todas as prestações em dívida. Dá como segurança de pagamento as seguintes propriedades: uma terra lavradia sita nas Corgas do Pau, limite de Vagos, que confronta a norte e nascente com herdeiros do doutor Cipriano dos Santos José da Graça, a sul com herdeiros de João Mendes Guimarães e a poente com Joaquim Resende, sendo o seu valor de 100 000 réis e o seu rendimento anual de 5 000 réis; mais uma terra lavradia sita no Pedregal, limite de Vagos, que confronta a norte e poente com herdeiros de Duarte Justiniano da Rosa Vidal, a sul com caminho de partes, a nascente com Constantino João Custódio, sendo o seu valor de 100 000 réis e o seu rendimento anual de 5 000 réis. Foram testemunhas presentes João da Costa Carola, casado e João Maria Barreto, solteiro, maior de idade, ambos negociantes desta vila.
O testamento e declaração da instituição de morgado são datados respetivamente de 22 e 23 de agosto de 1558. Contém uma lista de propriedades com a seguinte indicação: "Guimarães 3".
Carta Precatória de diligência do Desembargador do reino Dr. Miguel de Oliveira Guimarães e Castro, ao Juiz de Fora da Vila de Borba, para que se faça a cobrança da contribuição da décima.
Carta do rei D. João V enviada ao juiz de fora da vila de Ponte de Lima pela qual nomeia para o cargo de vereador José de Sá Pacheco em vez de Tomás Malheiro Guimarães.
Intrumento com o teor duma carta de D. Dinis em que determina que os moradores de Guimarães, não obstante os seus privilégios, paguem portagem das fazendas que trouxerem a esta cidade, por não ser da sua real intenção a prejudicar a igreja do Porto e seus donatários nos direitos que lhe eram devidos. O instrumento está datado do Porto. O original está datado de Lisboa, 1322-06-17.
Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
Escritura de doação, celebrada em casa do doador Francisco José Fernandes Guimarães, onde este doa ao doado António José Fernandes de Oliveira, sobrinho do doador, ambos da vila de Ílhavo. Doação foi de todos os bens do doador, feita pelas obrigações e benefícios que o doado fez ao doador, concretizada totalmente quando o doador morrer, na condição do doado continuar com os serviços que tinha feito ao doado e de permanecer na sua presença, tratando da sua saúde. Foram testemunhas João José da Conceição e Vicente José de Pina, ambos da vila de Ílhavo.
O casal costumava trazer António Martins mas dele não tinha nem título nem prazo. O Duque mandou mostrar a carta ao almoxarife de Guimarães e ao escrivão do almoxarifado para assentamento do foro no respectivo livro e sua arrecadação anual. O documento foi selado com o selo das armas do Duque do qual restam os furos. Assinado "o Duque". No verso "Registada".
Tem selo de chapa. Tem junto: - Cópia autenticada datada de 10 de dezembro de 1754; - Traslado da certidão da dita sentença conservatória a favor do dito conde, como privilegiado dos do número das Tábuas Vermelhas de Nossa Senhora de Guimarães, datada de 3 de março de 1763.
Escritura de compra que faz Francisco José Fernandes Guimarães da vila de Ílhavo, de 2 beiras de terra em Chousa do Fidalgo pela quantia de 30 000 réis em moedas de ouro e prata, aos vendedores António José Pedro e sua mulher Antónia Maria da Rocha, de Azenha de Frades, do Termo da vila de Ílhavo.
Balancetes mensais. Resumo do activo e passivo. Ordem cronológica.