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A Igreja Colegiada de Santa Maria da Oliveira de Guimarães pertenceu ao arcebispado de Braga. Por volta do ano de 950, foi fundado um mosteiro dúplice pela condessa Mumadona Dias, viúva do conde Hermenegildo Gonçalves. Aí viveu até ao ano de 968, data do seu falecimento no mosteiro. Esta colegiada de clérigos seculares, com um estilo de vida não monástico, surgiu entre 1107 e 1110 e sucedeu ao antigo mosteiro de Guimarães. Foi instituída por D. Afonso Henriques em 1139. A regra seguida seria a de São Gregório, integrada nas correntes de espiritualidade que preconizavam formas de vida comunitária clerical mais moderadas e cultas, no contexto da reforma do estado clerical do século XI. Em 15 de Julho de 1223, a constituição da mesa prioral e da mesa dos capitulares veio reflectir a divisão do património quanto à administração dos seus bens. Os primeiros estatutos foram concedidos pelo cardeal-bispo Sabinense, legado apostólico, e confirmados por D. Dinis, por carta datada de Leiria, 1 de Maio de 1291, onde se encontram traslados. Apesar de subordinada aos prelados bracarenses, a colegiada de Guimarães manteve, em continuidade, relações litigiosas com o arcebispado de Braga no que diz respeito a prerrogativas jurisdicionais e materiais. Estes conflitos de autoridade levantavam constantes querelas e levavam a firmes intervenções por parte do episcopado, de que é exemplo a provisão de D. Martinho Geraldes, em 5 de Maio de 1265. Esta questão desenvolveu-se em alternância. Já em 1319, os homens-bons de Guimarães contribuíam, com generosidade, para a realização da procissão do Corpus Christi organizada pela colegiada. Com D. João I, foi-lhe concedida isenção, relativamente à jurisdição do arquiepiscopado bracarense. Em 1395, esta isenção foi revogada através da bula " Importuna petentium ambitio", de Bonifácio IX, de 18 de Janeiro, por intervenção de D. Lourenço Vicente. A devoção à Senhora da Oliveira, após a batalha de Aljubarrota, e a reconstrução da igreja, sagrada a 23 de Janeiro de 1401 na presença de D. João I, da rainha e dos infantes, além da nomeação, para esta colegiada, de priores da confiança do rei, propiciaram a centralização da vida litúrgica na vila de Guimarães. A situação levou a alguns conflitos com os frades dos conventos de São Domingos e de São Francisco, que exerciam a sua actividade nas igrejas da vila, e com a Câmara de Guimarães e a Confraria dos Sapateiros. No priorado de D. Rui da Cunha (1424 a 1449), a colegiada tinha trinta e sete cónegos, o número mais elevado até então, e encontrava-se organizada segundo o modelo capitular bracarense. No entanto, a crise económica de 1430-1440 obrigou, a partir de 1435, à redução do número de conezias para trinta e uma, à medida que fossem vagando. Em 1442, estavam anexas à colegiada, e constituíam fonte de proventos materiais, as igrejas seguintes: São João de Barqueiros, São Miguel do Inferno, Gandarela, São Paio de Vila Cova, São Martinho do Conde, Santa Ovaia de Nespereira, São Tiago de Candoso, São Vicente de Mascotelos, Santa Maria de Silvares, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Candoso, São Mamede de Aldão, São Pedro de Azurém, São Miguel do Castelo, Santo Estêvão de Urgezes, São João de Ponte, São Paio de Guimarães e ainda as igrejas das freguesias de São Paio de Vila Cova e de Moreira dos Cónegos. O mosteiro de São Gens de Fafe esteve anexo à colegiada. Datada de 9 de Setembro de 1476, uma memória capitular, transcrita no tombo do cabido e que inclui os dados do "Livro das confirmações", existente no Arquivo Distrital de Braga, dá como pertença do padroado eclesiástico secular as seguintes igrejas dependentes da colegiada de Guimarães: São Bartolomeu de Freitas, Moreira de Cónegos, São Romão de Mesão Frio, São João de Gondar, São Tomé de Abação, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Negrelos, São João da Ponte, Santa Maria de Silvares, São Tiago de Murça, São João de Pencelo, São Miguel do Inferno, São João de Barqueiros, São Pedro de Azurém, Santo Estêvão de Urgezes e São Tiago de Candoso. O cabido teve senhoria pelo alvará de 20 de Setembro de 1768. Após a extinção das colegiadas pela Carta de Lei de 16 de Junho de 1848, Instrução do cardeal patriarca de Lisboa, de 17 de Setembro, publicada no Diário de Governo n.º 127, e Decreto Regulamentar de 27 de Dezembro de 1849, só foram conservadas as colegiadas insignes: de São Martinho de Cedofeita, de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, da Real Capela de Vila Viçosa, da Real Capela do Paço da Bemposta, de São João Baptista de Coruche, de Santa Maria de Barcelos, de Santo Estêvão de Valença do Minho. Estas foram extintas pelo Decreto de 1 de Dezembro de 1869, art.º 1.º, com excepção da de Guimarães. Os rendimentos e benefícios que fossem vagando eram aplicados para sustentação do culto e do clero. Em 1890, pelo Decreto das Cortes-Gerais, de 11 de Agosto, o governo foi autorizado a conservar e reorganizar a Insigne Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, que viu os seus estatutos aprovados em 1891.
A fotografia é uma panorâmica de Guimarães tirada a partir da zona alta de cidade.
Recorte de jornal, datado de 25 de Fevereiro de 1894, com um artigo descrevendo a cidade de Guimarães, a sua origem e História.
Inauguração da escola Técnica de Guimarães pelo Presidente da República, Almirante Américo Tomás e pelo Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira.
Visita a Guimarães do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira, do Ministro da Educação Nacional, Dr. Manuel Lopes de Almeida. Inauguração do novo Liceu de Guimarães, das novas instalações sociais do Arciprestado, do Parque do Castelo, do Centro Paroquial de Vizela.
Visita do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira a Guimarães. Visita às obras de construção do Palácio da Justiça, Paço dos Duques de Bragança, estátua da Condessa Mumadona Dias.
GUIMARÃES, Acácio António Almeida
GUIMARÃES, António Manuel Sereno
AMARAL, Hélder Dário Guimarães
GUIMARÃES, Filipe Alves Lobo
GUIMARÃES, Luís Pedro Costa
GUIMARÃES, Nuno Filipe Pereira
LIRA, Manuel Pedro Guimarães
GUIMARÃES, Sara Daniela Machado
RIBEIRO, Pedro Ramiro Guimarães
GUIMARÃES, Mafalda Isabel Mendes
GUIMARÃES, Pedro Adriano Araújo
GUIMARÃES, Timóteo de Sousa
PINTO, Luís Alexandre Guimarães
GUIMARÃES, Hugo Filipe Peixoto
RODRIGUES, João Manuel Guimarães
RIBEIRO, Jorge Abel Guimarães
VALE, Inês Coelho Guimarães
GUIMARÃES, Bruno Fernando Cardoso
COVAS, Licínio José Guimarães
GUIMARÃES, Luís Manuel Cardoso
GUIMARÃES, Bernardo Filipe Costa
GUIMARÃES, Vitor José Barbosa
GUIMARÃES, Pedro Sérgio Pinheiro
GUIMARÃES, Rui João Marques
GOMES, Tiago Filipe Guimarães
GONÇALVES, Mónica Alexandra Guimarães
PEREIRA, Armando António Guimarães
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
BAPTISTA, Serafina Guimarães
Certidão Negativa. Filiação: Francisco de Freitas Guimarães.
Provisão. Alcaide da Vila de Guimarães.
Alvará. Legitimação. Filiação: Bento José Rodrigues Guimarães.
Aforamento casal na freg. Candoso-Guimarães
Mestrado Integrado em Bioengenharia
Mestrado Integrado em Bioengenharia
Mestrado Integrado em Bioengenharia
Certidão Negativa. Filiação: José Martins Guimarães.
GUIMARÃES, Ana Maria Leal Miranda
MENDES, Ana Maria Marques Guimarães
GUIMARÃES, Álvaro José Esperança Xavier
GUIMARÃES, Clarisse de Jesus Pimenta
SILVA, Carlos Manuel Guimarães da
RIBEIRO, César Ulisses Teixeira Guimarães
GUIMARÃES, João Pedro Lima Peixoto
GUIMARÃES, José Manuel Morais Castro
RAMOS, João Carlos Guimarães Gaifem
PIMENTEL, Cristina Filipa Guerreiro Guimarães
SILVA, Antero Guimarães Pacheco da
GUIMARÃES, Domingos Jorge Furtado Rocha
FONSECA, José António Guimarães Gonçalves
PIRES, Eduardo José Andrade Guimarães
GOMES, Miguel Ângelo Guimarães Fernandes
PIRES, Sara Tatiana Guimarães Machado
GUIMARÃES, Pedro Miguel Salgado Fernandes
LOBO, Ricardo Alexandre Duarte Guimarães
SANTOS, Ricardo João Guimarães dos
EMPRAZAMENTO DE CASAS EM GUIMARÃES
EMPRAZAMENTO DE CASA EM GUIMARÃES
EMPRAZAMENTO DE CASA EM GUIMARÃES
Cliente: Câmara Municipal de Guimarães
Cliente: Câmara Municipal de Guimarães
Cliente: Câmara Municipal de Guimarães
Cliente: Câmara Municipal de Guimarães
TEIXEIRA, Alberto Manuel Guimarães Brochado
GUIMARÃES, António Moreira de Sousa
Correspondência recebida por Delfim Guimarães de diversas individualidades de Ponte e Lima, enquanto diretor do "Arquivo Literário", cujo primeiro volume foi editado em Outubro-Dezembro de 1922.
Numa escritura datada de 1312 surge referenciado Martim Docem, cavaleiro nobre de origem aragonesa radicado no Porto, que teria entrado em Portugal integrando o séquito da Rainha Santa Isabel. O seu filho Pedro Docem, ou Pêro do Sem, foi cavaleiro, e durante o reinado de D. Afonso IV, exerceu as funções de ouvidor (nomeado em 1327) e, posteriormente, de chanceler-mor. A ele se deve a construção da Torre da Marca, na Quinta da Boavista, por volta dos anos de 1336 a 1341. Sucedeu-lhe João Docem. Sucedeu-lhe seu filho Gil Docem, doutor e jurisconsulto, do Conselho de D. João I, ao lado de quem batalhou em Aljubarrota, e foi nomeado desembargador-mor do reino, após a morte de João das Regras. Sucedeu-lhe seu filho Martim Docem, doutor e embaixador de D. João I em Castela e em Inglaterra, foi armado cavaleiro pelo então Príncipe D. Duarte, e alcaide-mor de Estremoz. De Martim Docem foi herdeiro o seu sobrinho João Docem, doutor, do conselho de D. Afonso V como chanceler-mor. Seguiu-se-lhe António Docem, também do conselho de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I e participou na Batalha de Toro. Por escritura de 26 de Fevereiro de 1492, a Quinta da Boavista com a sua Torre da Marca foi vendida a João Sanches, fidalgo de Castela, casado com Isabel Brandoa, pais do Dr. António Sanches Brandão e de Rui Brandão Sanches. As seguintes gerações dos Brandões, fidalgos da Casa Real, recebem por casamento o património da Quinta de Carvalho de Arca (junto a Guimarães) e a Torre dos Coelheiros (em Évora) e a Honra de Farelães (no termo de Barcelos). Em 4 de Abril de 1743 nasceu Luís Brandão de Melo Pereira de Lacerda, viveu na Torre da Marca. Ordenou a edificação da actual residência, sobre cujo portal de entrada é mais tarde colocado o brasão de armas, um escudo esquartelado de Brandões, Meneses (de Cantanhede), Portugal e Melos e enci¬mado por um coronel de Marquês. Foi seu primogénito e sucessor José Maria Brandão de Melo Cogominho Correia Pereira de Lacerda, que casou em 1814 com D. Maria Emília Correia de Sá, filha herdeira de Sebastião Correia de Sá, 1.º Conde e 1.º Marquês de Terena e 1.º Visconde de São Gil de Perre. Também estes títulos transitaram para os Brandões da Torre da Marca. Tiveram como filho Luís Brandão de Melo Cogominho Correia de Sá Pereira e Figueiroa, 10.º Senhor do vínculo da Torre da Marca, 20.º do da Torre dos Coelheiros, 15.º da Honra de Farelães, 8.º do Morgado de São Paio e Carvalho de Arca de Guimarães, par do Reino e continuador dos títulos nobiliárquicos maternos: foi o 3.° Conde e o 2.° marquês de Terena. Casou com D. Maria Ana de Sousa Holstein, filha dos 1.ºs Duques de Palmela. Os 2.ºs Marqueses de Terena têm apenas a D. Eugénia Maria Filomena Brandão de Melo Cogominho Correia de Sá Pereira de Lacerda do Lago Bezerra e Figueiroa que se consorcia com o seu tio, o 1.º Marquês de Monfalim, D. Filipe Maria José Pedro Estevão Evangelista Francisco Sales Xavier de Assis de Borja de Paula de Sousa Holstein. É uma união sem descendência.
Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente
Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente
Mestrado Integrado em Engenharia Química
Licenciatura em Engenharia Civil
Licenciatura em Engenharia Mecânica