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Pedidos de autorização para contrair empréstimos, feitos pela Câmara Municipal de Guimarães ao Ministério das Finanças.
Cascais: Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, 1952.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta de livros. Timbre: "Manuel Guimarães. Advogado".
Cascais: Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, n.º 1, 1943. Contém "Relatório" das atividades do Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, por Branquinho da Fonseca; "Esboço arqueológico do concelho de Cascais", por Afonso do Paço e Fausto J. A. de Figueiredo; "Habilitações «de genere» da Câmara Eclesiástica de Lisboa", por Jorge Moser; "O Hospital da Misericórdia de Cascais", por João da Cruz Viegas; e "O brasão de armas do Conde de Castro Guimarães", por Rui Dique Travassos Valdez
Trata-se do empréstimo de 860 contos destinado a melhoramentos vários na cidade de Guimarães. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 133, II série, de 5 de Junho de 1964.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 2.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 3
(Lisboa) Felicitações pela decisão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia. Timbre: "Manuel Guimarães. Advogado".
Trata-se do empréstimo de 10.000 contos destinado à urbanização da zona noroeste da cidade compreendida entre a Estrada Nacional 101 Guimarães - Braga e as Ruas Alfredo Pimenta e da Conceição. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 8, II série, de 8 de Fevereiro de 1971.
Trata-se do empréstimo de 8.000 contos destinado ao prosseguimento e conclusão das obras que estão a ser executadas na cidade de Guimarães em regime de comparticipação. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 226, II série, de 27 de Setembro de 1960.
A Igreja Colegiada de Santa Maria da Oliveira de Guimarães pertenceu ao arcebispado de Braga. Por volta do ano de 950, foi fundado um mosteiro dúplice pela condessa Mumadona Dias, viúva do conde Hermenegildo Gonçalves. Aí viveu até ao ano de 968, data do seu falecimento no mosteiro. Esta colegiada de clérigos seculares, com um estilo de vida não monástico, surgiu entre 1107 e 1110 e sucedeu ao antigo mosteiro de Guimarães. Foi instituída por D. Afonso Henriques em 1139. A regra seguida seria a de São Gregório, integrada nas correntes de espiritualidade que preconizavam formas de vida comunitária clerical mais moderadas e cultas, no contexto da reforma do estado clerical do século XI. Em 15 de Julho de 1223, a constituição da mesa prioral e da mesa dos capitulares veio reflectir a divisão do património quanto à administração dos seus bens. Os primeiros estatutos foram concedidos pelo cardeal-bispo Sabinense, legado apostólico, e confirmados por D. Dinis, por carta datada de Leiria, 1 de Maio de 1291, onde se encontram traslados. Apesar de subordinada aos prelados bracarenses, a colegiada de Guimarães manteve, em continuidade, relações litigiosas com o arcebispado de Braga no que diz respeito a prerrogativas jurisdicionais e materiais. Estes conflitos de autoridade levantavam constantes querelas e levavam a firmes intervenções por parte do episcopado, de que é exemplo a provisão de D. Martinho Geraldes, em 5 de Maio de 1265. Esta questão desenvolveu-se em alternância. Já em 1319, os homens-bons de Guimarães contribuíam, com generosidade, para a realização da procissão do Corpus Christi organizada pela colegiada. Com D. João I, foi-lhe concedida isenção, relativamente à jurisdição do arquiepiscopado bracarense. Em 1395, esta isenção foi revogada através da bula " Importuna petentium ambitio", de Bonifácio IX, de 18 de Janeiro, por intervenção de D. Lourenço Vicente. A devoção à Senhora da Oliveira, após a batalha de Aljubarrota, e a reconstrução da igreja, sagrada a 23 de Janeiro de 1401 na presença de D. João I, da rainha e dos infantes, além da nomeação, para esta colegiada, de priores da confiança do rei, propiciaram a centralização da vida litúrgica na vila de Guimarães. A situação levou a alguns conflitos com os frades dos conventos de São Domingos e de São Francisco, que exerciam a sua actividade nas igrejas da vila, e com a Câmara de Guimarães e a Confraria dos Sapateiros. No priorado de D. Rui da Cunha (1424 a 1449), a colegiada tinha trinta e sete cónegos, o número mais elevado até então, e encontrava-se organizada segundo o modelo capitular bracarense. No entanto, a crise económica de 1430-1440 obrigou, a partir de 1435, à redução do número de conezias para trinta e uma, à medida que fossem vagando. Em 1442, estavam anexas à colegiada, e constituíam fonte de proventos materiais, as igrejas seguintes: São João de Barqueiros, São Miguel do Inferno, Gandarela, São Paio de Vila Cova, São Martinho do Conde, Santa Ovaia de Nespereira, São Tiago de Candoso, São Vicente de Mascotelos, Santa Maria de Silvares, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Candoso, São Mamede de Aldão, São Pedro de Azurém, São Miguel do Castelo, Santo Estêvão de Urgezes, São João de Ponte, São Paio de Guimarães e ainda as igrejas das freguesias de São Paio de Vila Cova e de Moreira dos Cónegos. O mosteiro de São Gens de Fafe esteve anexo à colegiada. Datada de 9 de Setembro de 1476, uma memória capitular, transcrita no tombo do cabido e que inclui os dados do "Livro das confirmações", existente no Arquivo Distrital de Braga, dá como pertença do padroado eclesiástico secular as seguintes igrejas dependentes da colegiada de Guimarães: São Bartolomeu de Freitas, Moreira de Cónegos, São Romão de Mesão Frio, São João de Gondar, São Tomé de Abação, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Negrelos, São João da Ponte, Santa Maria de Silvares, São Tiago de Murça, São João de Pencelo, São Miguel do Inferno, São João de Barqueiros, São Pedro de Azurém, Santo Estêvão de Urgezes e São Tiago de Candoso. O cabido teve senhoria pelo alvará de 20 de Setembro de 1768. Após a extinção das colegiadas pela Carta de Lei de 16 de Junho de 1848, Instrução do cardeal patriarca de Lisboa, de 17 de Setembro, publicada no Diário de Governo n.º 127, e Decreto Regulamentar de 27 de Dezembro de 1849, só foram conservadas as colegiadas insignes: de São Martinho de Cedofeita, de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, da Real Capela de Vila Viçosa, da Real Capela do Paço da Bemposta, de São João Baptista de Coruche, de Santa Maria de Barcelos, de Santo Estêvão de Valença do Minho. Estas foram extintas pelo Decreto de 1 de Dezembro de 1869, art.º 1.º, com excepção da de Guimarães. Os rendimentos e benefícios que fossem vagando eram aplicados para sustentação do culto e do clero. Em 1890, pelo Decreto das Cortes-Gerais, de 11 de Agosto, o governo foi autorizado a conservar e reorganizar a Insigne Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, que viu os seus estatutos aprovados em 1891.
Contém uma carta de D. Guilherme Augusto [Inácio de Cunha Guimarães], bispo de Angra [entre 1928 e 1957], remetida de local não identificado para António Lino Neto.
Maço constituído por documentação relativa a empréstimos concedidos a Justina Luísa Guimarães e a Cacilda de Morais Freitas. Para tal, as suplicantes hipotecaram moradas de casas. Alguns elementos identificativos das suplicantes: Justina Luísa Guimarães – proprietária, viúva em primeiras núpcias de João Cardoso de Morais e em segundas núpcias de Félix António Lopes Guimarães e moradora na Rua das Taipas, n.º 85; Cacilda de Morais Freitas – filha de Justina Luísa Guimarães, viúva e moradora na Rua do Correio.
[s.l.] Luís Pina Guimarães remete o resumo da sua tese a apresentar ao III Congresso da União Nacional. Timbre: "Faculdade de Medicina do Porto. História da Medicina".
(Aveiro) Agradecimento pela oferta da obra "Direitos da Família, da Igreja e do Estado na Educação". Timbre: "Querubim Vale Guimarães. Advogado. Aveiro".
A fotografia é uma panorâmica de Guimarães tirada a partir da zona alta de cidade.
Recorte de jornal, datado de 25 de fevereiro de 1894, com um artigo descrevendo a cidade de Guimarães, a sua origem e História.
Inauguração da escola Técnica de Guimarães pelo Presidente da República, Almirante Américo Tomás e pelo Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira.
Visita a Guimarães do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira, do Ministro da Educação Nacional, Dr. Manuel Lopes de Almeida. Inauguração do novo Liceu de Guimarães, das novas instalações sociais do Arciprestado, do Parque do Castelo, do Centro Paroquial de Vizela.
Visita do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira a Guimarães. Visita às obras de construção do Palácio da Justiça, Paço dos Duques de Bragança, estátua da Condessa Mumadona Dias.
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Guimarães, distrito de Braga.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta da separata "Universidade de Coimbra: Ano Lectivo de 1961-1962: Relatório lido pelo Reitor da Universidade na abertura solene das aulas, em 16 de Outubro de 1962". Timbre: "Manuel Guimarães. Advogado".
(Guimarães) Votos de feliz Natal. Timbre: "Tribunal do Trabalho de Guimarães. Gabinete do Juiz. Particular".
(Guimarães) Votos de feliz ano novo. Timbre: "Tribunal do Trabalho de Guimarães. Gabinete do Juiz".
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
Cascais: Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, 1952.
Carta de Duarte Amaral e cópia de carta enviada por Guilherme Braga da Cruz a recusar o convite que lhe dirigiu o primeiro para colaborar no Congresso de Estudos sobre Guimarães e a sua Colegiada na Idade Média do Ocidente Peninsular. Inclui uma listagem com temáticas gerais e sugestões de trabalho.
Áreas geográficas e topónimos: Guimarães
Trata-se do empréstimo de 4.000 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 286, II série, de 10 de Dezembro de 1948.
Relatórios da Igreja Lusitana 1908_4ª parte: visita de D. Juan Cabrera, da Igreja Episcopal Reformada de Espanha; União Feminina; Legado de António Maria Candal; União Feminina; fundo dos pobres 1908; Missões do Bom Pastor (Guimarães e Madalena); Escola do Bom Pastor - Candal - receita e despesa; Igreja da S. Trindade - encerramento temporário da escola anexa; fundo paroquial, fundo dos pobres; Igreja do Salvador do Mundo - junta paroquial 1908, fundo paroquial; Igreja do Espírito Santo - gerentes para 1909.
Três provas tipográficas; Poema dedicado a Luís Guimarães Lobato.
(Guimarães) Pedido de ajuda para a melhoria da sua situação profissional. Timbre: "Tribunal Judicial de Guimarães. Gabinete do Delegado".
Certidão Negativa. Filiação: José Martins Guimarães.
Certidão Negativa. Filiação: Francisco de Freitas Guimarães.
Alvará. Legitimação. Filiação: Bento José Rodrigues Guimarães.
Carta. Título de Conde de Castro Guimarães.
Carta. Título de Conde de Castro Guimarães.
Carta. Título de Conde de Castro Guimarães.
Carta. Título de Conde de Castro Guimarães.
Trata-se do empréstimo de 10.000 contos destinado a: a) Arranjo da Praça da Condessa de Mumadona (1.070.000$00); b) Idem dos Parques dos Paços do Duque de Bragança (1.115.000$00); c) Urbanização da zona do novo liceu (3.150.000$00); d) Construção da Alameda de ligação do Campo 28 de Maio à Praça do Brasil (2.065.000$00); e) Construção de um bairro para famílias pobres (2.000.000$00); f) Urbanização dos bairros de famílias pobres e de renda económica (600.000$00). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 278, II série, de 26 de Novembro de 1956. Pela portaria publicada no Diário do Governo n.º 93, de 20 de Abril de 1959 foi a Câmara Municipal autorizada a aplicar indiscriminadamente o produto do empréstimo, desde que a aplicação das verbas se faça em empreendimentos que constem da primitiva portaria.
Relatórios da Igreja Lusitana 1908_3ª parte: fundo paroquial de 1908 da igreja de S. João Evangelista; Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos de Gaia - receita e despesa e nomeação de informadores para 1909; Igreja do Redentor - gerentes para 1909; contribuintes do fundo paroquial 1908; fundo dos pobres 1908; obras extraordinárias; fundo das escolas 1908; fundo da casa nova 1908; Igreja do Bom Pastor - Junta Paroquial 1909, com referência à Missão da Madalena e à Missão de Guimarães.
Correspondência recebida por Delfim Guimarães de diversas individualidades de Ponte e Lima, enquanto diretor do "Arquivo Literário", cujo primeiro volume foi editado em Outubro-Dezembro de 1922.
Esteve presente o Governador Civil de Aveiro, Francisco Vale Guimarães.
Esteve presente o Governador Civil de Aveiro, Francisco Vale Guimarães.
Cascais: Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, 1952. 2 exemplares.
Lisboa: Guimarães Editores, 1959. 2 .ª ed. refundida e definitiva.
Lisboa: Guimarães Editores, 1959. 2.ª ed. revista e definitiva.
Certidão Negativa. Filiação: António dos Santos da Silva Guimarães.
Certidão Negativa. Filiação: Martinho António de Castro Guimarães.
Carta. Capitão de Ordenanças na Baía. Filiação: Gonçalo Guimarães.
Carta. Hábito de Cristo. Filiação: Veríssimo Pereira da Costa Guimarães.
Carta de Padrão. Tença e Hábito. Filiação: Domingos Francisco Guimarães.
Alvará. Oficial de Pluma da Vedoria. Filiação: António Ferreira Guimarães.
Alvará. Fidalgo Cavaleiro. Filiação: José de Guimarães Moreira.
Carta de Padrão. 12$000 rs. Filiação: António Castro Guimarães.
Carta. Propriedade de ofício. Filiação: António de Guimarães.
Alvará. Partidor do concelho e Órfãos da vila de Guimarães.
Carta. Confirmação de Terras no Brasil. Filiação: Manuel Carvalho Guimarães.
Alvará. Administração de uma Capela. Filiação: Manuel de Castro Guimarães.
Carta. Guarda da Alfândega. Filiação: Gaspar da Costa Guimarães.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Manuel Lopes Guimarães.
Carta de Padrão. Tença. Filiação: Domingos Francisco Guimarães.
Alvará. Foro de Fidalgo Cavaleiro. Filiação: Luís Guimarães Moreira.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado à conclusão das obras de abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 305, II série, de 31 de Dezembro de 1954.
Lisboa: Oficina Gráfica, Ld.ª, 1943. Regulamento aprovado em 1942-11-04