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Texto datilografado de Susan Lowndes sobre a presença do bispo de Nampula, D. Manuel Vieira Pinto, na consagração episcopal de D. Francisco Antunes Santana como bispo do Funchal; bispos reunidos em Fátima quando da revolução de 25 de abril; 25º aniversário da morte do padre Francisco Cruz.
Carta do advogado Francisco Faria a remeter cópia de carta que enviou a Clóvis do Couto e Silva, dando resposta a uma consulta jurídica que havia sido solicitada por este a Guilherme Braga da Cruz e que Guilherme Braga da Cruz encaminhou a Francisco Faria.
Registos da receita f. 1-42, da despesa f. 50-96, resumo da receita f. 97-97 v.º, resumo da despesa f. 98-99, encerramento da conta f. 100-101 v.º (1760-10-19) e o termo de revisão das contas f. 101 (1763-01-09). Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro. Escrivão: Francisco Xavier de Sousa Caro; Mateus Francisco Padrão.
Registos da receita f. 1-43, da despesa f. 49-97 v.º, resumo da receita f. 98-98 v.º, resumo da despesa f. 99-100 e o encerramento da conta f. 101-101 v.º (1760-09). Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro. Escrivão: Francisco Xavier de Sousa Caro; Mateus Francisco Padrão.
Índices no início do livro - “alfabeto da receita deste livro” f. 1 e “alfabeto da despesa deste livro” f. 1 v.º, a descrição da receita f. 2-14 e despesa f. 18-41, resumo da receita f. 42, resumo da despesa f. 43 e encerramento da conta f. 44 (1760-09). Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro. Escrivão: Mateus Francisco Padrão; Francisco Xavier Sousa.
9 processos com documentos diversos relativos às testamentarias de Filipe de Santiago Ribeiro, Francisco Ramos de Miranda, Francisco de Sequeira e sua esposa Maria Barbosa, o Beneficiado Paulo de Bem Salinas e seu irmão Luís Salinas de Oliveira, Teresa de Jesus Aurélia, Padre Manuel de Sousa Caldeira, António Alves, Joaquina Inácia de Oliveira e Pascoal Gomes.
O Convento de São Francisco do Porto era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Portugal. Em 1233, o Convento foi fundado. Até 1244, sofreu a oposição do bispo e cabido da Sé do Porto. Em 1237, Gregório IX expediu duas bulas dirigidas ao arcebispo de Braga e aos bispos de Viseu e Lamego, encomendando-lhes a defesa dos frades e que procedessem contra os que insistissem em persegui-los. O resultado desta e de outras diligências foi quase nulo, até que os frades, protegidos pela população, acabaram por aceitar uma proposta do bispo e do cabido para se estabelecerem em Gaia. Em 1244, o papa Inocêncio IV, pela bula "Dolentes accepimua et referimus cum rubore", anulou o anterior acordo e restituiu aos frades menores o local de onde tinham sido expulsos. Em 1344, foi reerguido e funcionou como casa capitular da Província Claustral de Portugal até 1568. Passou então à Província de Portugal da Observância. Em 1833, sofreu um incêndio que destruiu completamente o edifício conventual, salvando-se, apenas, a igreja. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Francisco Maria Cunha (presidente). Ed. Sociedade • Assuntos: Ultimatum.
Nascido na Madeira em 1833, João Francisco Camacho abriu a sua primeira casa fotográfica na cidade do Funchal em 1863, na Rua do Conselheiro José Silvestre Ribeiro, nº5 e, mais tarde (1870), na Rua de São Francisco, nº21. Viajou pela Europa e pelos Estados Unidos da América onde contactou com alguns mestres da fotografia da época. Em 1879, deixou a Madeira para se estabelecer em Lisboa, no Hotel Gibraltar, no Chiado e, posteriormente, na Rua Nova do Almada, nº116. Apesar de um incêndio lhe ter destruído uma parte significativa do seu arquivo em 1880, é durante esta década que trabalha para a família real e para algumas das publicações ilustradas de época como O Ocidente. Para além de autor de um álbum de fotografias sobre a Torre de Belém e sobre o Mosteiro dos Jerónimos, João Francisco Camacho, foi galardoado com o título de fotógrafo da Imperatriz do Brasil. Recebeu também uma medalha de mérito na Exposição Universal de Viena, em 1873, e uma medalha de ouro na Exposição Internacional de Paris, de 1892. As fotografias que foi tirando ao longo de 35 anos de actividade profissional pautam-se pelo rigor técnico e pelo cuidado cenográfico que sempre adoptou nos seus retratos de estúdio. Após a sua morte em 1898, as revistas Ilustração Portuguesa e a Serões publicaram, a título póstumo, fotografias suas. O estúdio manteve-se em funcionamento até 1905 e, no ano seguinte, Arnaldo da Fonseca adquire-o, transformando-o numa das suas Oficinas Photographicas, mas mantendo o nome Camacho até 1910.