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Carta. Pároco da Igreja de S. Francisco da Serra.
Carta. Guarda da Casa da Índia. Filiação: Francisco Rebelo.
Outras formas do nome: Francisco Martins de Jesus
Outras formas do nome: António Francisco Raposo, alcunha "Raposo"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Natália"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Aiola"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Serva"
Outras formas do nome: Joaquim Francisco Frade, alcunha "O Frade"
Outras formas do nome: José Melo, José Francisco de Melo
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Branco"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Canelas"
A Província de Portugal da Ordem Franciscana, cujo nome oficial é Ordem dos Frades Menores - de onde deriva o nome de Menoritas -, também é designada por Ordem Seráfica. Em 1216 ou 1217, os franciscanos estabelecidos em Portugal, dependiam desde 1219 da Província franciscana da Hispânia. A partir pelo menos de 1239, a Província foi dividida em três, ficaram incluídos na Província de Santiago, por vezes chamada de Portugal, formando uma "custódia", isto é, um conjunto de casas ou subdivisão geográfica da Província, com sede em Lisboa. Em 1253, a Província de Portugal possuía, ainda, jurisdição sobre alguns conventos de religiosas franciscanas, uns seguidores da regra de Santa Clara, aprovada nesse ano, e outros da regras de Urbano IV (urbanistas), publicada em 1263. Tal como os conventos masculinos, também as casas femininas foram progressivamente passando à Observância. Em 1272, autonomizou-se a custódia de Coimbra. Em 1331, autonomizou-se a custódia de Évora (ficando portanto a parte portuguesa da Província dividida em três custódias). Em 1384, tendo os franciscanos de Leão, Castela e Galiza optado pela obediência ao papa de Avinhão, e os de Portugal ao papa de Roma, passaram estes a obedecer de facto ao Ministro-Geral romano. Em 1417, esta situação foi sancionada oficialmente, tendo sido a Província de Portugal reconhecida canonicamente em 1421. Desde 1392, que existiam comunidades franciscanas em Portugal oriundas de Castela que interpretavam a vida religiosa de forma mais austera, a que se chamaram "Observantes", por oposição aos primeiros designados por "Claustrais" ou "Conventuais". Além dos conventos por eles fundados, começaram a "reformar" alguns dos antigos. Os Observantes que entraram em Portugal em 1392 (observantes "antigos") não devem ser confundidos com outras famílias franciscanas também chamadas "observantes", mas fundadas em Portugal a partir de 1500 (e por isso classificados como "observantes modernos" ou da "mais estreita observância"). A estes chamaram-se popularmente "Capuchos". Em 1447, formaram uma vigararia. Em 1517, depois de um período de oscilação de obediências e de tensões, as duas famílias separaram-se claramente em duas províncias independentes: a Província da Observância de Portugal, dos Claustrais, com sede em São Francisco do Porto, e a Província de Portugal da Regular Observância com sede em São Francisco da cidade de Lisboa. Em 1567, a primeira foi extinta oficialmente, e os conventos entregues à obediência dos Observantes. A perturbação daí resultante prolongou-se até 1584, data em que o ramo claustral terminou de facto. Nesta época já a Província de Portugal (observante) se tinha dividido em duas, a de Portugal, cuja sede continuou em São Francisco da cidade de Lisboa, e a dos Algarves, com sede em São Francisco de Xabregas sendo esta constituída sobretudo por conventos situados a sul do Tejo (a partir de 1532). Os conventos da Madeira, que em 1584 passaram também à Província da Observância de Portugal, constituíram-se como custódia independente em 1683, por patente do Ministro Geral, executada no Capítulo Provincial de 23 de Setembro de 1702. Esta custódia veio a ser denominada de Santiago Menor da Ilha da Madeira. Em 1834, foi extinta a Província de Portugal da Regular Observância, herdeira de toda a tradição franciscana portuguesa, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Outras formas do nome: Francisco Otero, Francisco Otero Bulhosa
Outras formas do nome:Francisco Gomes, Francisco Gomes Loureiro
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Francisco.
Certidão Negativa. Filiação: Jorge Francisco.
Certidão Negativa. Filiação: Francisco Fernandes.
Certidão Negativa. Filiação: Francisco Dias.
Certidão Negativa. Filiação: António Francisco.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco.
Alvará. Fidalgo. Filiação: Manuel Francisco.
Carta. Ofício. Filiação: Francisco Marques.
Escudeiro Fidalgo. Filiação: Francisco Buitrago.
Carta. Legitimação a Francisco Gonçalves.
Breve nota biográfica sobre Francisco Lellis. Contém referência datada do século XVIII.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Francisco Pelarigo Matricula n.º: 1-CTC-08-06
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Joaquim Francisco Matricula n.º: 1-CTC-03-02
Carta de Padrão. Tença efectiva de 12$000 rs com hábito de Cristo. Filiação: Francisco Manuel.
Carta de Padrão. Tença de 8$000 rs efectivos. Filiação: Francisco Manuel.
Carta. Porteiro dos Contos da vila de Santarém. Filiação: Francisco Anes.