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Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Agostinho Francisco Pinto Gomes.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Francisco da Silva Cascais. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco de Almeida.
A coleção é constituída por 9 secções: Cascais e Guincho; Monte Estoril; S. João do Estoril; Parede; Carcavelos; S. Domingos de Rana; S. Pedro do Estoril; Estoril e Alcabideche. A coleção comporta digitalizações de bilhetes-postais ilustrados, fotografias e outros documentos acerca do concelho de Cascais
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Manuel Francisco dos Santos Valente.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca da morte do padre Francisco Cruz com amplas referências biográficas.
(Viseu) - Mensagem de condolências pelo falecimento de [Francisco] Mendonça, [cunhado do destinatário]
(Braga) - Mensagem de condolências pelo falecimento do cunhado de António Lino Neto, [Francisco Mendonça].
(Braga) - Informação sobre a preparação da obra intitulada “Em louvor a S. Francisco: [literatura portuguesa]”.
[s.l.] - Agradecimento pelo livro “Elementos históricos e etnográficos [de Mação]”, da autoria de Francisco Serrano.
(Beja) - Pedido relacionado com a entrega da igreja de São Francisco (Serpa) à Comissão de Culto.
(Lisboa) - Pedido para a apresentação do remetente a Francisco Antunes de Mendonça.
[Porto] - Pedido para António Lino Neto entregar um memorial ao Conselheiro Francisco Antunes de Mendonça.
Brochura com texto do bispo de Siene e prelado de Moçambique, [D. Francisco Ferreira da Silva].
[s.l.] Agradecimento pela oferta do discurso de Guilherme Braga da Cruz ao Generalíssimo Francisco Franco.
(Granja) Referência ao programa elaborado para as cerimónias de instalação da Sociedade Francisco Suárez.
(Oeiras) Felicitações pelo elogio feito ao Generalíssimo Francisco Franco, na cerimónia de doutoramento "honoris-causa" deste.
(Lisboa) Felicitações pelo elogio feito ao Generalíssimo Francisco Franco, na cerimónia de doutoramento "honoris-causa" deste.
[s.l.] Felicitações pelo elogio feito ao Generalíssimo Francisco Franco, na cerimónia de doutoramento "honoris-causa" deste.
(Barcelona) Felicitações pelo elogio feito ao Generalíssimo Francisco Franco, na cerimónia de doutoramento "honoris-causa" deste.
[s.l.] Felicitações pelo elogio feito ao Generalíssimo Francisco Franco, na cerimónia de doutoramento "honoris-causa" deste.
(Barcelona) Remessa dos clichés das fotografias do 4º Centenário de Francisco Suárez.
(Lisboa) Considerações acerca da Sociedade Internacional Francisco Suárez. Timbre: "Faculdade de Filosofia".
(Coimbra) Felicitações pela homenagem prestada em Braga ao seu avô Francisco José de Sousa Gomes.
(Lisboa) Agradecimento por ter podido expor o seu pedido a Francisco Casal Ribeiro.
(Viseu) Agradecimento pela nomeação do filho, Francisco Pessanha Crespo, como secretário do subsecretário do Tesouro.
[s.l.] Considerações acerca da fotografia do seu pai, Francisco José de Sousa Gomes.
(Porto) Agradecimento pela ajuda nos estudos dada ao seu filho Francisco [?].
[s.l.] Considerações acerca do ritmo de estudos e preparação para as provas do filho Francisco.
(Burgos) Referência à presença do ministro da Educação em Burgos, relacionado com a Associação Francisco Suárez.
(Braga) Informa que enviou bilhete-postal a Francisco [?] e que a tia Lucinda [?] continua melhor.
Uma prova tipográfica. Poema dedicado a Francisco de Sousa Tavares. Inclui um texto explicativo do poema.
Seis provas tipográficas; Poema dedicado aos generais António de Spínola e Francisco Costa Gomes.
Transcrição de cartão de Francisco Rodrigues Torres, médico, prestando homenagem a Abel Varzim, provavelmente dirigido à Comissão Promotora da Homenagem ao Pe. Dr. Abel Varzim, no âmbito da homenagem a Abel Varzim realizada a 25 de agosto de 1974, em Cristelo, concelho de Barcelos.
(Coimbra) Agradecimento pela oferta das obras "O movimento abolicionista e a abolição da pena de morte em Portugal" e "O Sameiro à luz dos dogmas comemorados na sua fundação: a Imaculada Conceição e a infabilidade pontifícia". Timbre: "Fr. Francisco Rendeiro, O.P.. Bispo de Coimbra".
Brochura constituída por comprovativos atestando o cumprimento de encargos deixados por legado, por dois Irmãos, à Irmandade dos Clérigos do Porto. Em causa, a execução das disposições do Reverendo João dos Santos Alves (de 1775 a 1805) e de Francisco João Martins (até 1805).
Carta de Francisco Javier Guajardo-Fajardo y Estrada, 5.º marqués de la Reunión de Nueva España, da Junta Organizadora da 2.ª Assembleia Nacional da Boa Imprensa, com informações sobre a hospedagem e envio de documentação que circulou na imprensa católica espanhola.
Nome do candidato: Francisco Ferreira Soares da Costa. Contém a prova escrita e um desenho.
Regista as verbas que o tesoureiro Francisco António Colffs recebeu, indicando, em colunas, a folha do livro de receita da Irmandade (ver série com ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/03/01-08 e 09), a descrição da receita carregada na sua conta e valor respectivo. Neste primeiro livro, no verso da folha de título, apresenta ainda os nomes dos membros e cargos respectivos da nova Mesa, que tomara posse em 8 de Março de 1790 e dos definidores eleitos. Nas folhas 91 a 98, indica ainda, em listas anuais, os pagamentos das jóias e tochas dos mordomos e irmãos novos e das jóias pagas pelos mesários, entre 1789 e 1796. Tesoureiro: Francisco António Colffs.
Francisco de Sá de Miranda nasceu em Coimbra, Portugal, no dia 28 de agosto de 1481. Filho de Gonçalo Mendes de Sá, cônego da Sé de Coimbra, e de Inês de Melo, de família nobre de Barcelos, era meio irmão de Mem de Sá, que foi o terceiro governador-geral do Brasil. Estudou em Coimbra e depois se mudou para Lisboa, onde cursou Direito na Universidade de Lisboa. Quando entrou na Escola de Santa Cruz, em Coimbra, Sá de Miranda aprofundou os estudos de Humanidades, Retórica e Gramática. Depois, começou a frequentar as aulas nas Escola Gerais, de Lisboa, onde se forma doutor em Direito. De aluno a professor, faz a sua carreira na Universidade e frequenta a Corte até o ano de 1521. Naquela época, além da vida acadêmica, compunha esparsas, vilancetes e cantigas. Sá de Miranda começa uma viagem pela Itália, em 1521, onde toma contacto com o ambiente literário do Renascimento. Viveu em São Salvador do Campo, freguesia portuguesa de Barcelos. Era fidalgo da Casa Real, foi Comendador de Santa Maria de Duas Igrejas, 1.º Senhor da Casa e Quinta da Tapada, Amares (Braga). Foi casado com Briolanja de Azevedo (c. 1485 - 1555), senhora da Quinta da Torre em Penela e da Honra de Avessadas em Bemviver. Teve dois filhos: Gonçalo Mendes de Sá (c. 1530 - 1553-04-18, Ceuta) e Jerónimo de Sá e Azevedo (c. 1530 - 1583-05-23). Francisco Sá de Miranda faleceu na Quinta da Tapada, em Amares no Minho, Portugal, no dia 17 de maio de 1558.
Cópia do auto de tomada de contas e da sentença dos autos de conta do encargo pio instituído por Francisco de Borja Ferreira administrado pela Irmandade do Santíssimo Sacramento de São Nicolau. Juntamente, com o mesmo teor, acha-se uma nota de intimação à irmandade, notas do testamento e uma cópia de despacho.
"Instrumento de venda, quitação e obrigação (...)" estabelecido entre Rita Gameiro Feijó Falcão e Carlos Francisco Prego, contratador de carvão, como procurador de sua mãe Ana Batista, viúva, relativo a dois prazos sitos no sítio de Vale de Pereiro e Quinta da Lage. Dois foros são pagos, um foreiro à Colegiada de São Bartolomeu e outro à Colegiada de São Nicolau.
Registos organizados cronologicamente, cada folha respeitante a um mês diferente, apresentando as verbas da receita à esquerda e as verbas da despesa à direita. No final de cada mês indicam-se os totais da receita e da despesa e o saldo mensal respectivo. Procurador da Mesa: Francisco João Braidi.
Transcrição de reflexões elaboradas pelo engenheiro Francisco de Assis Mendonça Lino Neto, membro do Centro de Informação Católica, acerca das eleições presidenciais de 1958, contendo críticas quer ao Estado Novo, quer à oposição ao mesmo, e um apelo, a título pessoal, à maior preponderância dos princípios católicos na resposta aos problemas políticos e sociais.
Transcrição de reflexões elaboradas pelo engenheiro Francisco de Assis Mendonça Lino Neto, membro do Centro de Informação Católica, acerca das eleições presidenciais de 1958, contendo críticas quer ao Estado Novo, quer à oposição ao mesmo, e um apelo, a título pessoal, à maior preponderância dos princípios católicos na resposta aos problemas políticos e sociais.
"Nota dos pagamentos feitos a Carlos Francisco Rufino" pela obra no edifício da Igreja. Correspondem a prestações pagas entre janeiro e setembro de 1914, referente às obras no edifício da igreja no telhado do corpo central da Igreja e reparações, instalação do museu, construção e instalação das escolas da irmandade, reparação das fachadas da igreja e criação da cantina. Constam várias contas e recibos com diferentes trabalhos.
Documentação reunida por Guilherme Braga da Cruz para elaborar o elogio histórico dos padres Francisco Rodrigues e Carlos da Silva Tarouca, seus antecessores na cadeira nº 15 da Academia Portuguesa da História. Apontamentos biográficos e texto original manuscrito do elogio proferido em Sessão da Academia Portuguesa da História.
Cópia de obituário de Abel Varzim por D. Francisco Maria da Silva, arcebispo primaz de Braga, enaltecendo o seu percurso biográfico, e de pagela de lembrança da missa nova celebrada por Abel Varzim na igreja matriz da Póvoa de Varzim a 3 de julho de 1925, por ocasião do Congresso Eucarístico Diocesano.
"Escritura de reconhecimento de foreiro e obrigação (…)" estabelecida entre a Colegiada de São Nicolau e Francisco Maria Machado e Alexandre Napoleão e sua mulher, relativa a dois prazos existentes em uma "quinta denominada da Silveira vulgo Sete Castelos no sítio do Poço dos Mouros (...)".
O Convento de São Francisco de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem dos Frades Menores, da Província de Portugal da Regular Observância. Também era designado por Convento de São Francisco da Cidade de Lisboa Ocidental. Em 1217, foi fundado por frades oriundos do eremitério de Alenquer, junto à Igreja dos Mártires, no chamado Monte Fragoso. Entre 1244 e 1246, foi remodelado com o patrocínio de D. Urraca, mulher de D. Sancho II, e em 1246 estava já em construção a nova igreja, graças à protecção do papa Inocêncio IV. Desde muito cedo que se desenvolveu no convento a actividade intelectual, nele se realizando a formação dos noviços e o ensino da Teologia. Em 1239, foi cabeça da Custódia de Lisboa a partir da criação desta circunscrição da Província de Santiago. Esta última dividiu-se em 1272 nascendo a de Coimbra e, posteriormente, em 1380, criou-se a de Évora. Em 1382, data do Capítulo Geral de Paris, a escola passou a ser considerada "Studium Generale". Em 1453, os estudos foram equiparados a graus universitários. No início do século XVI, procedeu-se a alterações na igreja, no dormitório e no claustro do convento, bem como à construção de uma enfermaria, com altar para os enfermos, dedicado à Senhora das Mercês. Em 1517, passou à Observância, sendo casa capitular ou sede da Província de Portugal. Em 1551, o convento tinha cento e vinte frades, dezasseis capelas (com as suas respectivas obrigações) e cinco confrarias. Em 1741, o edifício sofreu um incêndio, e voltou a arder, por ocasião do terramoto de 1755. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Correspondência remetida pelo Pe. Francisco Alexandrino Duarte de Miranda (1884-1964), pároco de Alcains e Sarzedas e diretor do Seminário do Gavião. As cartas abordam os seguintes assuntos: convite para pregar no tríduo ao Sagrado Coração de Jesus, atividade como professor no Seminário de Gavião, envio de exemplares das “Folhas Soltas”, notícias da sua antiga paróquia de Alcains, descrição do milagre de Santo Cristo de Alcains, cruzada de oração pela saúde da mãe do Pe. Benevenuto, construção de um novo seminário em Alcains, envio de um livro raro e agradecimento pelo artigo que escreveu no jornal “A Ordem” sobre o seminário de Portalegre.
Estado civil: viúvo de Jerónima Teresa. Cônjuge: Sebastiana Inácia, segundo matrimónio. Herdeiros: os filhos, Miguel Afonso Duarte, António Afonso Duarte, Maria Santana e João Afonso Evangelista. Bens: jóias, mobiliário, roupa, loiça objetos de cobre, arame, latão e ferro. Inclui testamento do testador. O processo correu pelo Juízo da Repartição do Bairro Alto, cartório do escrivão Francisco José de Almeida.
Registo dos pagamentos relativos à conta do tesoureiro Francisco António Colffs indicando, em colunas, a data (ano, mês e dia), número do documentos (apenas em 1790), o descritivo da despesa, a folha do livro da despesa da Irmandade ou da despesa da Fábrica (ver séries com ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/03/02-07 e PT-INSE-ISSIE/GF/04-17) e o valor despendido, em réis. Na folha 53 possui um termo assinado pelo escrivão da Mesa da Irmandade datado de 11 de Outubro de 1803, posterior ao falecimento do tesoureiro Colffs, certificando que o herdeiro do tesoureiro tinha apresentado as suas contas e livros, solicitando que fossem examinados e corrigidos se necessário e que lhe fosse passada uma quitação ou encerramento em forma, nos livros de receita. Apresenta ainda o saldo da conta já corrigido, com indicação do valor em dívida da Irmandade com o herdeiro do tesoureiro Colffs. Tesoureiro: Francisco António Colffs. Escrivão: Manuel Ribeiro Guimarães.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Monteiro & Correia Limitada, empresa representada por Marcelino Francisco Monteiro.
Primeiro outorgante: Alfredo Rafael Francisco Manuel Amorim de Lemos Marques. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O Convento de São Francisco do Funchal era masculino, e pertencia à Ordem dos Frades Menores, da Província de Portugal da Observância. De acordo com os cronistas frei Manuel da Esperança e Francisco da Soledade, o primitivo convento teria sido um eremitério, com a invocação de São João Baptista, começado em 1440 e abandonado em 1459. Em 1450, por bula "Iniunctum Nobis", do papa Nicolau V, de 28 de Abril desse ano, a pedido dos frades, esta comunidade madeirense foi entregue ao Vigário Provincial dos Observantes portugueses. Os frades que aí viviam vieram povoar, por ordem real, o Convento de Xabregas em Lisboa. Posteriormente, quatro dos mencionados religiosos regressaram à ilha e fizeram um oratório, junto a uma ribeira, com quatro celas e uma ermida que, entretanto, foram danificadas pelas enchentes da ribeira. Em 1462 fundaram segunda casa, ainda não estando a primeira totalmente extinta, com o patrocínio da infanta D. Beatriz, mãe de D. Manuel que lhes conseguiu um terreno. Em 1473, foi fundado por Luís Álvares da Costa e seu filho Francisco Álvares da Costa. Em 1479, frei Rodrigo de Arruda foi o primeiro guardião, tomando posse deste convento que pertencia à Custódia da Madeira. A partir de 1482, foi habitado. Em 1554, a igreja do convento foi sagrada pelo bispo D. Sancho de Truxilho, sendo guardião frei Pedro do Turcifal. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
(Madrid) Agradecimento pela oferta do discurso proferido por Guilherme Braga da Cruz no doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco. Timbre: "Consejo Superior de Investigaciones Cientificas. «Instituto "Francisco de Vitoria"». El Director".
[Burgos] Questão se consegue incorporar Marcello Caetano como membro da Sociadad Francisco Suárez e referência à edição do segundo livro de atas. Timbre: "Colegio Máximo de San Francisco Javier".
Carta de agradecimento do Pe. Aloísio Tomás Gonçalves (1880-1941), da Ordem dos Frades Menores, pelos artigos que escreveu sobre si e S. Francisco de Assis. Oferece-lhe a obra “Florzinhas de S. Francisco”, da qual foi o tradutor.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: José Francisco da Silva Lima, Abílio da Silva Fernandes, Pedro Tavares da Silva, Manuel Francisco Ferreira, representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo, Limitada.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: José Francisco da Silva Lima, Abílio da Silva Fernandes, Pedro Tavares da Silva e Manuel Francisco Fernandes representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo, Limitada.