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Fotografia com: António Labisa, Francisco Gonçalves, (?) Leote
Alvará. Escusando-o do serviço militar. Filiação: Baltasar Francisco.
Carta. Escrivão das Sisas de Castelo Viegas. Filiação: António Francisco.
Provisão. Capitão de Nau de Viagem. Filiação: Manuel Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro da Casa Real. Filiação: Francisco Cardoso.
Carta de Padrão. 15$000 rs. Filiação: Gaspar Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: António Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco Moreno.
Alvará. Foro de Escudeiro da Casa Real. Filiação: João Francisco.
Provisão. Escusa de serviço militar. Filiação: João Francisco.
Provisão. Escusa de ser Soldado. Filiação: Manuel Francisco.
Provisão. Dando baixa em seu assento. Filiação: Domingos Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco de Medeiros.
Alvará. Tença de 4$000 rs. Filiação: Francisco Pires.
Alvará. Mestre Bordeiro da Casa Real. Filiação: José Francisco.
Alvará. Moço de Estrebaria da Vila. Filiação: João Francisco.
Alvará. Legitimação. Filiação: Francisco de Paula José Gonçalves.
Carta. Pároco da Igreja de S. Francisco da Serra.
Carta. Pároco da Igreja de S. Francisco da Serra.
Carta. Pároco da Igreja de S. Francisco da Serra.
Carta. Guarda da Casa da Índia. Filiação: Francisco Rebelo.
Outras formas do nome: Francisco Martins de Jesus
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Aiola"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Branco"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Canelas"
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco Antunes.
Alvará. Escusando-o de Soldado. Filiação: Francisco João.
Alvará. Licença para renúncia de ofício. Filiação: Francisco Fernandes.
Carta. 6$000 rs de tença. Filiação: Miguel Francisco.
Alvará. Lembrança de um ofício. Filiação: Manuel Francisco.
Alvará. Foro de Moço da Câmara. Filiação: Domingos Francisco Pombo.
Alvará. Foro de Cavaleiro da Real Casa. Filiação: José Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: José Francisco.
Alvará. Foro de Cavaleiro da Casa Real. Filiação: José Francisco.
Alvará. Luveiro da Casa Real. Filiação: Francisco Morato.
Carta. Patrão da ribeira na Ilha Terceira. Filiação: Francisco Lopes.
Alvará. 50 rs por dia. Filiação: Francisco Pires.
Alvará. Uma fanga de trigo por mês. Filiação: Manuel Francisco.
Provisão. Tença de 18$000 rs. Filiação: Manuel Francisco.
Provisão. $50 rs por dia. Filiação: André Francisco.
Provisão. Escusando-o de Soldado. Filiação: João Francisco.
Alvará. Pensão pelos Vilas de Gabriel Afonso. Filiação: Domingos Francisco.
Alvará. Reposteiro da Câmara. Filiação: Manuel Francisco de Mendonça.
Alvará. 40$000 rs de Tença. Filiação: Domingos Francisco.
Alvará. Legitimação. Filiação: Patrício Francisco Ramos, e Matilde Rodrigues Poça.
Alvará. Legitimação. Filiação: Francisco António Fernandes; Teresa de Jesus Neves.
Outras formas do nome: António Francisco Raposo, alcunha "Raposo"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Natália"
Outras formas do nome: alcunha "O Francisco Serva"
Outras formas do nome: Joaquim Francisco Frade, alcunha "O Frade"
Outras formas do nome: José Melo, José Francisco de Melo
Outras formas do nome: Francisco Otero, Francisco Otero Bulhosa
Outras formas do nome:Francisco Gomes, Francisco Gomes Loureiro
A Província de Portugal da Ordem Franciscana, cujo nome oficial é Ordem dos Frades Menores - de onde deriva o nome de Menoritas -, também é designada por Ordem Seráfica. Em 1216 ou 1217, os franciscanos estabelecidos em Portugal, dependiam desde 1219 da Província franciscana da Hispânia. A partir pelo menos de 1239, a Província foi dividida em três, ficaram incluídos na Província de Santiago, por vezes chamada de Portugal, formando uma "custódia", isto é, um conjunto de casas ou subdivisão geográfica da Província, com sede em Lisboa. Em 1253, a Província de Portugal possuía, ainda, jurisdição sobre alguns conventos de religiosas franciscanas, uns seguidores da regra de Santa Clara, aprovada nesse ano, e outros da regras de Urbano IV (urbanistas), publicada em 1263. Tal como os conventos masculinos, também as casas femininas foram progressivamente passando à Observância. Em 1272, autonomizou-se a custódia de Coimbra. Em 1331, autonomizou-se a custódia de Évora (ficando portanto a parte portuguesa da Província dividida em três custódias). Em 1384, tendo os franciscanos de Leão, Castela e Galiza optado pela obediência ao papa de Avinhão, e os de Portugal ao papa de Roma, passaram estes a obedecer de facto ao Ministro-Geral romano. Em 1417, esta situação foi sancionada oficialmente, tendo sido a Província de Portugal reconhecida canonicamente em 1421. Desde 1392, que existiam comunidades franciscanas em Portugal oriundas de Castela que interpretavam a vida religiosa de forma mais austera, a que se chamaram "Observantes", por oposição aos primeiros designados por "Claustrais" ou "Conventuais". Além dos conventos por eles fundados, começaram a "reformar" alguns dos antigos. Os Observantes que entraram em Portugal em 1392 (observantes "antigos") não devem ser confundidos com outras famílias franciscanas também chamadas "observantes", mas fundadas em Portugal a partir de 1500 (e por isso classificados como "observantes modernos" ou da "mais estreita observância"). A estes chamaram-se popularmente "Capuchos". Em 1447, formaram uma vigararia. Em 1517, depois de um período de oscilação de obediências e de tensões, as duas famílias separaram-se claramente em duas províncias independentes: a Província da Observância de Portugal, dos Claustrais, com sede em São Francisco do Porto, e a Província de Portugal da Regular Observância com sede em São Francisco da cidade de Lisboa. Em 1567, a primeira foi extinta oficialmente, e os conventos entregues à obediência dos Observantes. A perturbação daí resultante prolongou-se até 1584, data em que o ramo claustral terminou de facto. Nesta época já a Província de Portugal (observante) se tinha dividido em duas, a de Portugal, cuja sede continuou em São Francisco da cidade de Lisboa, e a dos Algarves, com sede em São Francisco de Xabregas sendo esta constituída sobretudo por conventos situados a sul do Tejo (a partir de 1532). Os conventos da Madeira, que em 1584 passaram também à Província da Observância de Portugal, constituíram-se como custódia independente em 1683, por patente do Ministro Geral, executada no Capítulo Provincial de 23 de Setembro de 1702. Esta custódia veio a ser denominada de Santiago Menor da Ilha da Madeira. Em 1834, foi extinta a Província de Portugal da Regular Observância, herdeira de toda a tradição franciscana portuguesa, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Francisco.
Certidão Negativa. Filiação: António Francisco.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco.
Alvará. Fidalgo. Filiação: Manuel Francisco.
Carta. Ofício. Filiação: Francisco Marques.