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João Francisco Reboredo de Oliveira (Sintra, Rio de Mouro 26.07.1893- ?) era filho de João Vicente de Oliveira, 1º visconde do Tojal (03.05.1864-16.05.1939) e de Sofia Isabel Zahrtmann de Reboredo (10.09.1859- ?).
A Ordem Terceira de São Francisco tinha sede no Convento e Seminário de Santo António do Varatojo, que pertencia à Ordem dos Frades Menores. Inicialmente só agrupava leigos sem vida comunitária. Cedo começou a congregar também comunidades masculinas e femininas, embora sem uma organização comum e com uma vida regular, em alguns casos efémera e com conflitos de jurisdição.
Francisco de Faria (f. 1598-1623) foi alcaide-mor de Palmela. Filho de Sancho de Faria (também alcaide-mor de Palmela) e de Antónia de Faria, casado com D. Joana de Meneses e Vasconcelos. Teve vários filhos do seu casamento, Sancho de Faria, António de Vasconcelos (visitador-geral da Inquisição na Índia), João da Silva e Vasconcelos (cavaleiro de Malta), Antão de Faria, Maria de Menezes, Joana de Menezes, Leonor da Silva, Inácia de Menezes, Ana de Vasconcelos, Isabel de Vasconcelos, Úrsula de Vasconcelos.
Francisco Pinheiro foi um negociante de grosso trato que faleceu em Lisboa em 1749. Ficou como testamenteira a Congregação de Nossa Senhora da Doutrina
A Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco tinha sede no Convento de São Sebastião da Calheta, que pertencia à Ordem dos Frades Menores.
A Confraria de São Francisco de Paula estava sediada no Convento de Nossa Senhora do Carmo de Lisboa, que pertencia à Ordem do Carmo.
O Convento de São Francisco do Funchal era masculino, e pertencia à Ordem dos Frades Menores, da Província de Portugal da Observância. De acordo com os cronistas frei Manuel da Esperança e Francisco da Soledade, o primitivo convento teria sido um eremitério, com a invocação de São João Baptista, começado em 1440 e abandonado em 1459. Em 1450, por bula "Iniunctum Nobis", do papa Nicolau V, de 28 de Abril desse ano, a pedido dos frades, esta comunidade madeirense foi entregue ao Vigário Provincial dos Observantes portugueses. Os frades que aí viviam vieram povoar, por ordem real, o Convento de Xabregas em Lisboa. Posteriormente, quatro dos mencionados religiosos regressaram à ilha e fizeram um oratório, junto a uma ribeira, com quatro celas e uma ermida que, entretanto, foram danificadas pelas enchentes da ribeira. Em 1462 fundaram segunda casa, ainda não estando a primeira totalmente extinta, com o patrocínio da infanta D. Beatriz, mãe de D. Manuel que lhes conseguiu um terreno. Em 1473, foi fundado por Luís Álvares da Costa e seu filho Francisco Álvares da Costa. Em 1479, frei Rodrigo de Arruda foi o primeiro guardião, tomando posse deste convento que pertencia à Custódia da Madeira. A partir de 1482, foi habitado. Em 1554, a igreja do convento foi sagrada pelo bispo D. Sancho de Truxilho, sendo guardião frei Pedro do Turcifal. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Convento de São Francisco de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem dos Frades Menores, da Província de Portugal da Regular Observância. Também era designado por Convento de São Francisco da Cidade de Lisboa Ocidental. Em 1217, foi fundado por frades oriundos do eremitério de Alenquer, junto à Igreja dos Mártires, no chamado Monte Fragoso. Entre 1244 e 1246, foi remodelado com o patrocínio de D. Urraca, mulher de D. Sancho II, e em 1246 estava já em construção a nova igreja, graças à protecção do papa Inocêncio IV. Desde muito cedo que se desenvolveu no convento a actividade intelectual, nele se realizando a formação dos noviços e o ensino da Teologia. Em 1239, foi cabeça da Custódia de Lisboa a partir da criação desta circunscrição da Província de Santiago. Esta última dividiu-se em 1272 nascendo a de Coimbra e, posteriormente, em 1380, criou-se a de Évora. Em 1382, data do Capítulo Geral de Paris, a escola passou a ser considerada "Studium Generale". Em 1453, os estudos foram equiparados a graus universitários. No início do século XVI, procedeu-se a alterações na igreja, no dormitório e no claustro do convento, bem como à construção de uma enfermaria, com altar para os enfermos, dedicado à Senhora das Mercês. Em 1517, passou à Observância, sendo casa capitular ou sede da Província de Portugal. Em 1551, o convento tinha cento e vinte frades, dezasseis capelas (com as suas respectivas obrigações) e cinco confrarias. Em 1741, o edifício sofreu um incêndio, e voltou a arder, por ocasião do terramoto de 1755. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Francisco Xavier de Oliveira, 1702-1823, professor régio de Retórica no Colégio dos Nobres, e censor pela Mesa do Desembargo do Paço.
O Convento de São Francisco de Alenquer era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Portugal. Em 1216, foi fundado, a partir de um eremitério, por iniciativa de frei Zacarias que nele viveu, tratando-se da mais antiga fundação franciscana ocorrida em Portugal. Cerca de 1222, o edifício conventual foi construído junto à ermida da virgem e mártir Santa Catarina, nos paços de D. Sancha, filha de D. Sancho I, doado pela infanta e teve a sua igreja sagrada em 1305. Entre 1399 e 1404, foi um dos primeiros cenóbios reformados pela Observância por frei Diogo Árias. A pedido de D. João I, integrou-se na Província de Portugal (Claustral ou Conventual) formada em 1417. Em 1446, fez parte de um conjunto de casas observantes que obtiveram licença para eleger o seu próprio vigário provincial e integrou a vigararia da Observância, em 1447. Em 1456, a pedido de frei Luís de Beja, vigário dos frades conventuais, o papa Calisto III autorizou que nele se ministrasse o ensino da teologia. Em 1503, por deliberação da congregação dos observantes, passou a ser casa de noviciado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O documento impresso, publicado no ano de 1724, é da autoria do poeta e historiador português Francisco Leitão Ferreira (1667-1735).
Francisco Fernandes
O Convento de São Francisco de Xabregas era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Também era conhecido por Convento de Santa Maria de Jesus ou Convento de Santa Maria de Jesus de Xabregas. Em 1455, foi fundado. O edifício foi erigido na zona oriental da cidade de Lisboa, no palácio real que D. Afonso V doara a D. Guiomar de Castro, condessa da Atouguia, segundo está consignado em alvará régio de 17 de Outubro de 1455. A condessa colocou como condições aos franciscanos que o convento fosse observante, e que reservassem para si e seus descendentes a capela-mor. Em 1460, concluídas as obras, os religiosos vindos da Madeira tomaram posse. A sua primeira invocação foi de Santa Maria de Jesus, sendo também conhecido por São Francisco de Xabregas. Recebeu amplas doações dos monarcas, desde D. Afonso V a D. João II, e especialmente da sua mulher, D. Leonor, que construiu uma sala para seu uso pessoal junto da capela mor, bem como da rainha D. Catarina. No convento estão ainda sepultados muitos nobres portugueses, como a fundadora D. Guiomar de Castro e outros membros da sua família, D. Jerónimo de Ataíde e Tristão da Cunha. Em 1497, foi ampliado. Em 1532, por breve do papa Clemente VII, do mesmo ano, foi sede da Província dos Algarves criada, a pedido de D. João III na Congregação Geral de Tolosa desse ano. Em 1551, tinha cinquenta frades e seis capelas com as suas obrigações. Teve uma importante livraria cujo espólio foi disperso, e em parte perdido, na época da extinção. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Nascido na Madeira em 1833, João Francisco Camacho abriu a sua primeira casa fotográfica na cidade do Funchal em 1863, na Rua do Conselheiro, nº5 e, mais tarde, na Rua de São Francisco, nº21. Viajou pela Europa e pelos Estados Unidos da América onde contactou com alguns mestres da fotografia da época. Em 1879, deixou a Madeira para se estabelecer em Lisboa na Rua Nova do Almada, nº116. Apesar de um incêndio lhe ter destruído uma parte significativa do seu arquivo em 1880, é durante esta década que trabalha para a família real e para algumas das publicações ilustradas de época como O Ocidente. Para além de autor de um álbum de fotografias sobre a Torre de Belém e sobre o Mosteiro dos Jerónimos, João Francisco Camacho, foi galardoado com o título de fotógrafo da Imperatriz do Brasil. As fotografias que foi tirando ao longo de 35 anos de actividade profissional pautam-se pelo rigor técnico e pelo cuidado cenográfico que sempre adoptou nos seus retratos de estúdio. Após a sua morte em 1898, as revistas Ilustração Portuguesa e a Serões publicaram, a título póstumo, fotografias suas.
O Convento de São Francisco do Porto era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Portugal. Em 1233, o Convento foi fundado. Até 1244, sofreu a oposição do bispo e cabido da Sé do Porto. Em 1237, Gregório IX expediu duas bulas dirigidas ao arcebispo de Braga e aos bispos de Viseu e Lamego, encomendando-lhes a defesa dos frades e que procedessem contra os que insistissem em persegui-los. O resultado desta e de outras diligências foi quase nulo, até que os frades, protegidos pela população, acabaram por aceitar uma proposta do bispo e do cabido para se estabelecerem em Gaia. Em 1244, o papa Inocêncio IV, pela bula "Dolentes accepimua et referimus cum rubore", anulou o anterior acordo e restituiu aos frades menores o local de onde tinham sido expulsos. Em 1344, foi reerguido e funcionou como casa capitular da Província Claustral de Portugal até 1568. Passou então à Província de Portugal da Observância. Em 1833, sofreu um incêndio que destruiu completamente o edifício conventual, salvando-se, apenas, a igreja. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Outras formas do nome: Francisco Ferreira, Francisco Cristino do Nascimento
Carta. Suplicação. Filiação: Domingos Francisco.
Certidão Negativa. Filiação: João Francisco.
Carta. Suplicação. Filiação: António Francisco.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Gonçalo Francisco.
Alvará. Escusa de Soldado. Filiação: Gonçalo Francisco.
Provisão. Reforma e soldo. Filiação: Domingos Francisco.
Outras formas do nome: Manuel Francisco Tiza
Outras formas do nome: Francisco José Cabaço
Outras formas do nome: Francisco José Calisto
Outras formas do nome: alcunha "Francisco Parreira"
Alvará. Acrescentamento de Foro. Filiação: Francisco Antunes.
Alvará. Acrescentamento de moradia. Filiação: Francisco Antunes.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco Antunes.
Alvará. Foro de Escudeiro. Filiação: Francisco Ribeiro.
Alvará. Moço de Caravela. Filiação: Manuel Francisco.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Francisco Caldeira.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: António Francisco.
Alvará. Escuso de soldado. Filiação: Francisco João.
Carta. Hábito de Cristo. Filiação: Miguel Francisco.
Alvará. Foro de Escudeiro. Filiação: Miguel Francisco.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Pedro Francisco.
Alvará. Escusa de Soldado. Filiação: Manuel Francisco.
Alvará. Mestre Sontrueiro. Filiação: João Francisco.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: José Francisco.
Alvará. Praça morta. Filiação: Luis Francisco.
Provisão. Escuso do Serviço. Filiação: Domingos Francisco.
Provisão. Reforma com Soldo. Filiação: António Francisco.
Provisão. Confirmação de apresentação. Filiação: João Francisco.
Alvará. Mestre Chocolateiro [?]. Filiação: António Francisco.
Alvará. Escudeiro da Casa. Filiação: José Francisco.
Carta. Legitimação. Filiação: Francisco Venâncio Martins Serrano.
Outras formas do nome: Francisco Monteny
Outras formas do nome: Francisco Martins
Outras formas do nome: Francisco Murça
Outras formas do nome: Francisco Adrião Brízido
Outras formas do nome: Francisco Domingos
Outras formas do nome: Francisco Fardego
Outras formas do nome: Francisco Santana Carneiro
Outras formas do nome: Francisco Soares
Outras formas do nome: José Francisco Amaro
Outras formas do nome: Manuel Francisco Mendes
Outras formas do nome: Francisco Hilário Ivo
Outras formas do nome: Francisco Alves Esteves
Outras formas do nome: Francisco Marques Ribeiro, alcunha "O Francisco Russo"
O Convento de São Francisco de Vila Real era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província da Conceição. Em 1572, foi fundado por Provisão de 22 de Janeiro, no tempo do Papa Gregório VIII. Nesse ano, foi aprovada a obra de construção por Dom Sebastião que a recomendou à protecção dos Marqueses de Vila Real. Em 1573, concorreram para a sua fundação os préstimos dos frades do Convento de Santo António dos Capuchos de Lamego, e a protecção de Diogo Dias Ferreira, fidalgo vila realense, que ofereceu o terreno e alguns dos seus bens. As obras começaram sob a égide de D. Frei Bartolomeu dos Mártires. Em 1670, em Maio, foi instituída a Ordem Terceira de São Francisco na Igreja do Convento, Capela de Nossa Senhora da Conceição. Em 1758, num terreno contíguo, e por iniciativa da referida Ordem, foi construído o cemitério de São Francisco. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.