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Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, um prato ovalado, com iconografia alusiva à figura e novela de D. Quixote de La Mancha, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Peça fotografada em cima de uma mesa coberta por tecido, sobre fundo neutro escuro. No cartão secundário encontra-se escrito, ao nível superior, "António Maria Ribeiro, escultor cinzelador, Ourivesaria d'Arte", e, ao nível inferior, a legenda "«Prato Monumental» motivos de D. Quichote de La Mancha destinado à Exposição Internacional de Barcelona. Comprimento 0,90c.". Por baixo do canto inferior direito da fotografia, encontra-se o carimbo da casa fotográfica, no qual se lê "Phtª Guedes. Stª Catharina, 262 = Porto". No canto inferior esquerdo do cartão secundário, surge a inscrição "Lincoln - escreveu -".
Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, uma salva em estilo neomanuelino, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Decorada com vários elementos, organizados de forma concêntrica, apresentando, do exterior para o interior, orla composta por cabo com boias (recortado e vazado), padrão com motivos vegetais entrelaçados, inserido em doze arcos de volta perfeita, doze arcos ogivais com rendilhados, contendo cada arco uma perspectiva da mesma embarcação e motivos arquitectónicos entrelaçados em arcos de volta perfeita, formando um perímetro sem decoração ou inscrição. Peça fotografada sobre fundo negro. No cartão secundário encontra-se escrito, ao nível superior, "António Maria Ribeiro, escultor cinzelador, Ourivesaria d'Arte", e, ao nível inferior, a legenda "«Salva manuelina» diametro 0,60cm". Por baixo do canto inferior direito da fotografia, encontra-se o carimbo da casa fotográfica, no qual se lê "Phtª Guedes. Stª Catharina, 262 = Porto". No canto inferior esquerdo do cartão secundário, surge a inscrição "Lincoln - escreveu -".
Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, uma "caneca", de linguagem neobarroca, em prata, trabalhada em relevo e apresentando diversos elementos vegetalistas e marinhos, uma cartela lisa e pega composta por volutas, sendo a tampa coroada por pequena urna florida, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Peça fotografada sobre fundo neutro assente em base negra. No verso, carimbo do autor com a águia e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - Cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto", sobreposto por carimbo da casa fotográfica "Fotografia Guedes", e escrito à máquina o texto seguinte: "Nº 4./ Caneca estylo D. João V (rico)./ Altura: 0,34. Peso de prata: 2.050 grs./ Preço d'esta peça nas oficinas esc. [rasurado]".
Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, uma taça em prata decorada com representação de bacanal, com base em pedra, na qual se encontra chapa com legenda "A Guarnição militar de Lisboa à Guarnição de Madrid. Abril de 1920", da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Peça fotografada sobre mesa coberta com tecido negro, sobre fundo negro. No cartão secundário encontra-se escrito, ao nível superior, "António Maria Ribeiro, escultor cinzelador, Ourivesaria d'Arte", e, ao nível inferior, a legenda "«Grande Vaso Etrusco. Bachanal» oferecido pelo Ministério da Guerra de Portugal à Guarnição Militar de Madrid, alt. 0,80". Por baixo do canto inferior direito da fotografia, encontra-se o carimbo da casa fotográfica, no qual se lê "Phtª Guedes. Stª Catharina, 262 = Porto". No canto inferior esquerdo do cartão secundário, surge a inscrição "Lincoln - escreveu -".
Fotografia (prova a preto e branco) representando peça de ourivesaria, uma "caneca", de linguagem neobarroca, em prata, trabalhada em relevo com diversos elementos vegetalistas e pega em formato de voluta, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Peça fotografada sobre fundo neutro assente em base coberta por tecido adamascado. No verso, carimbo do autor com a águia e "marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - Cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto", sobreposto por carimbo da casa fotográfica "Fotografia Guedes", e escrito à máquina o texto seguinte: "Nº 2./ Caneca estylo D. João V (rico)./ Altura: 0,30. Peso de prata: 1.650 grs./ Preço d'esta peça nas oficinas esc. [rasurado]".
Fotografia (prova a preto e branco) de António Maria Ribeiro no seu atelier, do Porto, a trabalhar, em pé, numa maqueta de monumento de carácter religioso, um obelisco sobre escadaria com imagem à frente (Sagrado Coração de Jesus?), rematado por cruz . Em primeiro plano, à esquerda, escultura (modelo em gesso?) do Sagrado Coração de Jesus. O atelier, com tecto ricamente adornado com estuques, está repleto de peças suas, penduradas nas paredes e colocadas sobre estantes. Atrás de António Maria Ribeiro, vê-se um arquivador. Carimbo da casa fotográfica no canto inferior esquerdo: "Alvão(?)/ Porto". No verso, carimbo da casa fotográfica, no canto inferior esquerdo: "Fotografia Alvão(?)/ Telef. 22718/ Clic. 9/ R. St.ª Catarina, 120/ Porto".
Fotografia (prova a preto e branco) de salva de linguagem estilo Império, denominada "Salva Cabeça da República Francesa", com esfinge de figura feminina coroada com folhas de carvalho e louro, com orla composta por motivos florais e vegetalistas, circunscritos por dois festões, da autoria de António Maria Ribeiro, conforme gravação na peça, ao nível inferior, junto às marcas de contraste: " António Maria Ribeiro/ Reis Porto". A salva foi realizada ainda António Maria Ribeiro era ourives na Casa Reis. A fotografia foi cortada à dimensão da peça fotografada. De acordo com informação presente no cartão secundário de prova relacionada (PT-AMM-AMR-FT-PR02-071), esta peça foi vendida para Paris, sendo uma fotografia da casa Fotografia Guedes. Segundo Teresa Trancoso (2009, p.118), a salva tem 0,60 cm de diâmetro. A Casa Reis foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que pelo menos desde 1915, já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) peça de ourivesaria, uma salva em prata, de linguagem neogótica, ostentanto no fundo as armas do monarca espanhol D. Afonso XIII, com a seguinte inscrição: A .S.M. El Rey Don Afonso XIII/ La Exposicion Internacional/ de Barcelona/ XIX Mayo MCMXXIX", cincunscritas por corrente constituída por quadrifólios e entrelaçados, da qual pende um Agnus Dei (Ordem do Tosão de Ouro), e orla composta por sucessão de arcos trilobados inseridos em motivo geométrico em zig-zag, sobre o qual encaixa padrão composto por vários escudos de casas espanholas, por sua vez circundado por corrente de leões afrontados castelos, escudos e monograma envolto em louros com "III". A peça apresenta ainda a seguinte inscrição, na cercadura (em baixo): "Fecit. António Maria Ribeiro. Portugal. Cidade do Porto. Ano de 1929". Peça fotografada em cima de mesa coberta com tecido adamascado sobre fundo neutro escuro. No cartão secundário encontra-se escrito, ao nível superior, "António Maria Ribeiro, escultor cinzelador, Ourivesaria d'Arte", e, ao nível inferior, a legenda "«Salva Heraldica» oferecida a S.M. El Rei de Espanha D. Afonso XIII, pela Exposição de Barcelona. Diametro 1 metro - Peso da prata 9 kilogramas". A fotografia apresenta, no canto inferior direito, o carimbo da casa fotográfica gravado: "Guedes - Porto -". Por baixo do canto inferior direito da fotografia, encontra-se o carimbo da casa fotográfica, no qual se lê "Phtª Guedes. Stª Catharina, 262 = Porto". No canto inferior esquerdo do cartão secundário, surge a inscrição "Lincoln - escreveu -".
Fotografia (prova a preto e branco) de peça de ourivesaria, salva de prata em estilo neomanuelino, profusamente decorada, com a representação de caravelas no medalhão central (no qual se lê a Incrição: "Ao Marechal Joffre, Cidade do Porto, 13 de Abril de 1921") e repetição das Quinas e escudos das principais ordens militares, Ordem de Cristo e de Santiago, bem como da esfera armilar, compondo a cercadura que constitui a orla, da autoria do escultor cinzelador António Maria Ribeiro. Fotografada em cima de mesa, sobre fundo negro e enquadrada, a fotografia, em filete dourado. No cartão secundário encontra-se escrito, ao nível superior, "António Maria Ribeiro, escultor cinzelador, Ourivesaria d'Arte", e, ao nível inferior, a legenda "«Salva Manuelina»/oferecida pela cidade do Porto ao Marechal Joffre pela sua visita a Portugal. Diametro 0,70cm". Por baixo do canto inferior direito da fotografia, encontra-se o carimbo da casa fotográfica, no qual se lê "Phtª Guedes. Stª Catharina, 262 = Porto". No canto inferior esquerdo do cartão secundário, surge a inscrição "Lincoln - escreveu -". Marechal Joseph Joffre (1852-1931), general francês durante a 1ª Guerra Mundial, responsável pela vitória dos Aliados na Batalha do Marne, foi nomeado Marechal de França, em 1916. A peça ter-lhe-á sido oferecida aquando da sua visita a Portugal, em 1921, tendo participado, em representação do Governo francês, na inauguração do Monumento ao Soldado desconhecido, em memória dos portugueses que perderam a vida na 1ª Guerra Mundial, sito no Mosteiro da Batalha.
Fotografia (prova a preto e branco) de António Maria Ribeiro no seu atelier do Porto, aparentemente, na Rua da Constituição. O escultor encontra-se sentado em banco e apoiado, com o barço esquerdo, sobre o estirador. Vêem-se, pendurados na parede que medeia as duas grandes janelas visíveis, vários baixos relevos, de iconografia cristã e uma figura de Cristo crucificado. É também visível, à esquerda, móvel com prateleiras nas quais se encontram vários instrumentos e materiais de trabalho. No canto inferior esquerdo, o carimbo da casa fotográfica "Alvão/ Porto". No verso da fotografia, o carimbo do escultor "António Maria Ribeiro/ escultor/ cinzelador - desenhador/ Lisboa - Porto" e, no canto inferior esquerdo, o carimbo da casa fotográfica "Fotografia Alvão/ telef. 22718/ Clic. 12/ R. Stª Catarina, 120/ Porto". A oficina da Rua da Constituição, no Porto, foi o primeiro estabelecimento que António Maria Ribeiro fundou para exercer a sua actividade independente. Chegou a ter 90 funcionários. Em 1932, ainda laborava. O edifício já não existe (Trancoso, 2009, p.78, 87).
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