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Dispensa Matrimonial de João Teodoro da Luz Braga e Isabel Angélica, viúva que ficou de José Joaquim Bode, naturais da matriz do Redondo. Filiação do nubente: filho de Manuel José do Carmo e de Maria Angélica, naturais da matriz do Redondo Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
"Processo relativo ao pedido de esclarecimentos sobre a licença dada a José António Barbosa da Costa para a edificar uma morada de casas térreas sobre o ""Ribeiro da Obra"", afluente do rio Cávado.No topo da capa, a tinta: «Diversos» Local: Ribeiro da Obra, concelho de Esposende, distrito de Braga"
Apresenta diploma de 1501, Julho, 29, Sintra. A carta é dirigida ao padre D. Jorge da Costa, arcebispo de Braga e primaz das Espanhas. El-rei o mandou pelo doutor Rui Boto do seu Conselho e chanceler-mor. Gaspar Pimentel, escrivão de Pero Borges, fidalgo da Casa do dito senhor e escrivão da chancelaria a fez.
Maço constituído por diversos documentos, tais como: privilégios, confirmações, breves e bulas, relativos ao Colégio de Santo Antão de Lisboa, ao Colégio de Coimbra, ao Colégio do Braga e ao Colégio de Évora. Contém documentos com selos de chapa e com selos de lacre. Contém documentos que apresentam carimbos com elementos iconográficos.
Cópia de carta de 3 de Outubro de 1742. Nela é transmitida a ordem real, dada a D. José, filho ilegítimo do rei D. Pedro II, para que abandone a cidade de Braga, até novas ordens, devido ao irregular procedimento do mesmo e do seu estribeiro.
Contém ofícios enviados e recebidos entre o Secretário do Gabinete da Presidência do Conselho, o Presidente do Sindicato Nacional dos Operários da Indústria Têxtil do Distrito de Braga, o Secretário do Gabinete do Subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social e o Chefe de Gabinete do Presidente do Conselho.
Autora: - Cônjuge: Geraldo Mendes de Araújo, Réus: - Manuel de Oliveira Braga - Águeda da Encarnação, viúva de José Pereira de Carvalho, capitão. - Pedro de Carvalho. A ação prende-se com o pagamento de uma letra de risco no valor de 14.080.000 réis, sobre o navio "Nossa Senhora do Pilar, Fortaleza".
O livro foi mandado copiar e encadernar por António Manuel Caetano de Abreu Soares em 1805. Inclui: - Regimento do coro e coisas tocantes ao culto divino. - Traslados dos capítulos da primeira concórdia entre o arcebispo frei Bartolomeu dos Mártires e o cabido da Sé de Braga. 1568-01-02 / 1573-03-03.
Tem inclusos catorze excertos de bulas: - Excerto de Bula do papa Urbano II a Hugo, abade de Cluny, comunicando-lhe que conferiu ao arcebispo de Toledo a primazia das Espanhas; - Excerto de Bula de privilévio do papa Urbadno II, ao cardeal presbítero Raimundo, mantendo os privilégios da igreja de Toledo; - Excerto de Bula de privilévio do papa Honório II, a D. Raimundo, arcebispo de Toledo, conferindo-lhe a dignidade do pálio e confirmando-lhe a primazia das Espanhas; - Excerto de Bula do papa Inocêncio II aos arcebispos e bispos das Espanhas, anunciando-hles que confirmou a primazia da igreja de Toledo; - Excerto de Bula de privilévio do papa Lúcio II a D. Raimundo, arcebispo de Toledo, conferindo-lhe a dignidade do pálio e confirmando-lhe a primazia das Espanhas; - Excerto de Bula do papa Lúcio II aos arcebispos e bispos da Península, determinando-lhes que reconheçam a primazia da igreja de Toledo; - Excerto de Bula de privilévio do papa Pascoal II a D. Bernardo, arcebispo de Toledo, confirmando-lhe a primazia das Espanhas; - Excerto de Bula de privilévio do papa Gelásio II a D. João, abade de São Domingos da vila de [...], participando-lhe os acontecimentos que se têm desenrolado sobre Maurício Burdino; - Excerto de Bula do papa Eugénio II a Afonso VII, rei de Leão e Castela, comunicando-lhe que confirmou a primazia de Toledo e que ordenou a todos os arcebispos e bispos da Península que a reconheçam; - Excerto de Bula "Apostolicae sedis clementiae" do papa Eugénio III dirigida aos arcebispos e bispos das Espanhas, ordenando-lhes que reconheçam a supremacia de Toledo. [? Fereveiro 13]; - Excerto de Bula de privilévio do papa Eugénio II a João, arcebispo de Toledo, conferindo a primazia à igreja de Toledo e dando ao seu arcebispo a dignidade do pálio. [? Junho 29]; - Excerto de Bula do papa Eugénio III dirigida ao arcebispo de Braga, D. João Peculiar, intimando-o a comparecer em Toledo para prestar obediência ao arcebispo desta igreja, cominando-o com a suspensão. [1149 Dezembro 19]; - Excerto de Bula de privilévio do papa Eugénio III dirigida a D. Raimundo, arcebispo de Toledo, confirmando a primazia da igreja de Toledo. [1151 Junho 6]; - Excerto de Bula do papa Anastácio IV dirigida ao arcebispo de Braga, D. João Peculiar, ordenando-lhe que reconheça a primazia de Toledo, ameaçando-o com a suspensão. [1154 Abril 8]; - Excerto de Bula do papa Anastácio IV dirigida ao arcebispo de Braga, D. João Peculiar, ordenando-lhe novamente que preste obediência ao arcebispo de Toledo e repete-lhe a ameaça da suspensão, caso não dê cumprimento à ordem recebida [1154 Setembro 19].
Livro de Atas das Sessões da Direção da Secção Distrital de Braga do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos com início a 17 de junho de 1939 e termo a 20 de fevereiro de 1940, contendo a ata N.º 1 à ata N.º 4. As respetivas atas contêm indicação da data, hora e local de realização da sessão, dos membros presentes, da correspondência recebida e de assuntos propostos pelos diferentes membros. As sessões deste livro foram presididas por Hernâni Barreto. Nas sessões deste livro foram abordados temas como a tomada de Posse dos Corpos Gerentes (Hernâni Barreto, Presidente, Francisco Augusto Alvim, Secretário, e José de Abreu, Vogal), nomeação do Dr. Alberto Coelho Nogueira como representante em reunião com a Direção Nacional do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, parecer acerca da fiscalização do exercício farmacêutico, nas atas deste livro também foram discutidos os orçamentos da instituição para o exercício dos diferentes anos nele descritos.
Carta de autoria e destinatário desconhecidos. Começa da seguinte forma: "Tio e s[enho]r do c[oração?]". Vem acompanhada, no final, de um aviso da secretaria de estado. A carta notifica a morte de D. Gaspar de Bragança (1716-1789), filho natural de D. João V e da religiosa Madalena Máxima de Miranda Henriques. D. Gaspar foi arcebispo de Braga. A 9 de Janeiro de 1789 D. Gaspar adoeceu gravemente com um "defluxo catarral", de que já se queixava há alguns dias. Veio a falecer a 18 de Janeiro de 1789, depois de ter dirigido os destinos da arquidiocese durante quase 31 anos. A carta descreve os últimos dias de D. Gaspar, alguns dados do seu testamento e alguns aspectos das cerimónias fúnebres.
Carta do Infante D. Duarte que ordena que se pague à Sé de Braga os votos pelos quais ela tem posse, mas sem proceder por censura contra os que estão isentos desse pagamento.
Carta de quitação passada a Frei D. Francisco de Lima da quantia correspondente a um quarto da renda anual da sua comenda de Santiago "Cousorado", no arcebispado de Braga.
Resposta do rei D. João I às queixas que lhe foram apresentadas pelo concelho e homens bons de Ponte de Lima, nas Cortes de Braga, contra os abusos cometidos por uns fidalgos e pessoas poderosas.
Recibos de pagamento de foro referente ao prazo da Prioresa (?) e ao casal de Linhares, sita na freguesia de Bertiandos, pago às Religiosas do Salvador de Braga, pelos anos de 1868 a 1884
Maço constituído por diversos documentos, tais como: certidões, sentença de justificação e carta citatória, relativos aos Colégios de Coimbra, de Braga, de Santo Antão de Lisboa, da ilha de São Miguel, de Faro e da ilha da Madeira.
Tem inclusos dez excertos de bulas: - Excerto de Bula do papa Anastácio IV dirigida ao cardeal-diácono Jacinto, seu legado em Espanha, confiando-lhe o encargo de resolver a questão suscitada entre Toledo, de uma parte, e Tarragona, Braga e Compostela, de outra, por causa da primazia das Espanhas; - Excerto de Bula de privilégio do papa Alexandre III a D. João, arcebispo de Toledo, conferindo-lhe a dignidade do pálio e confirmando-lhe a primazia das Espanhas; - Excerto de Bula do papa Alexandre III dirigida ao arcebispo de Braga e aos seus sufragâneos, aconselhando-os a reconhecer a primazia de Toledo; - Excerto de Bula do papa Alexandre III dirigida aos sufragâneos da igreja de Braga, ordenando-lhes que reconheçam como primaz o arcebispo de Toledo; - Excerto de Bula de privilégio do papa Urbano III dirigida a D. Gonçalo, arcebispo de Toledo, confirmando-lhe a primazia de Toledo; - Excerto da carta de D. Afonso Henriques, rei de Portugal, dirigida ao papa Inocêncio II, na qual enfeuda à Santa Sé o reino de Portugal. [1143 Deezembro 13]; - Excerto de Bula do papa Adriano IV dirigida ao arcebispo de Braga, D. João Peculiar, lembrando-lhe que deve reconhecer a supremacia de Toledo e ameaçando-o, se não o fizer, de o suspender e de libertar os seus sufragâneos do juramento de obediência. [? Janeiro 19]; - Sentença dada por Jacinto, cardeal-diácono de Santa Maria de Cosmedin e legado do papa em Espanha, a D. Cerebruno, arcebispo de Toledo, confirmando-lhe a primazia das Espanhas. [1155 Março 5]; - Excerto de Bula do papa Alexandre III dirigida ao arcebispo de Braga e aos seus sufragâneos, ordenando-lhes que considerem o arcebispo de Toledo como primaz das Espanhas. [? Fevereiro 26]; - Excerto de Bula do papa Alexandre III dirigida ao arcebispo de Braga e aos seus sufragâneos, ordenando-lhes que reconheçam a primazia de Toledo [? Maio 17]; - Excerto de Bula "Manifestis probatum" do papa Alexandre III dirigida ao rei D. Afonso Henriques, aceitando o feudo do reino de Portugal [1179 Maio 23]; - Bula "Quod petitiones" do papa Inocêncio III dirigida a D. Rodrigo, arcebispo de Toledo, suspendendo a resolução que tomara em 4 de Março de 1210 e pela qual confirmava a primazia de Toledo. 1211 Junho 1.
Além da advertência encontra-se também uma série de composições poéticas de versos e sonetos de cariz satírico, intituladas "Morreu Clemente Tito, Sucedeu Domiciano". Segue-se a transcrição do primeiro poema: "Morreu Gaspar Infinito Chorou Braga, e está chorando, Como chorou Roma quando Morreu Clemente Tito: Uma, e outra no seu grito Previu o futuro dano, Sucede a Gaspar Caetano Para vir Braga arruinar, Para Roma debelar Sucedeu Domiciano".
Apresenta alvará de premudação de 1501, Fevereiro, 15, Lisboa. A carta é dirigida a D. Jorge da Costa, arcebispo da cidade de Braga, primaz de Espanha. El-rei o mandou pelo doutor Rui Boto, do seu Conselho e chanceler-mor. Gaspar Pimentel, escrivão de Pero Borges, fidalgo da Casa d'el-Rei.
Castelo de Vide, Braga, Lisboa, São Miguel do Couto. João de Meira Carrilho, Gonçalo de Meira, Brites Mendes, Ana da Costa, Manuel Falcão Cota, D. Ana Maria Teixeira, cónego Tomás Ribeiro de Castro, cardeal D. Henrique, doutor Domingos de Meira Carrilho abade de Fonteboa, Pedro Teixeira de Azevedo abade de São Pedro da Torre. Inclui descrição de uma cruz com seu calvário e relicário contendo relíquias de vinte santos que pertencera ao imperador Carlos V, trazida da corte de Madrid pelo reverendo doutor Manuel Álvares Cardoso secretário do marquês de Arronches, embaixador naquela corte. Treslados de escritura de dote de casamento, doação e instituição de capela lavrada em Braga aos 15 de Julho de 1687 e de relação dos bens da capela do Bom Jesus instituida pelo padre João Carrilho Meira na igreja de Santa Maria de Castelo de Vide em 1555.
Dispensa Matrimonial de Leonardo Coelho, natural da freguesia de S. Salvador de Freamunde, Arcebispado de Braga e Maria Joaquina, natural da freguesia de S. João Batista de Coruche. Filiação do nubente: filho de José Coelho e de Maria Barbosa Filiação da nubente: filha de Manuel Joaquim e de Joaquina Rosa Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Diogo de Castro Silva Souto Maior, natural da freguesia de Santa Eulália, Arcebispado de Braga, e Teresa Madalena Ramalho Falé, natural da matriz do Redondo. Filiação do nubente: filho de Matias de Sousa e Castro Souto Maior e de Rosa Maria Gomes Vilarinho Filiação da nubente: filha de José Anastácio Ramalho Falé e de Maria Rita de Brito Pereira Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Manuel António, natural da freguesia de S. Mamede, Arcebispado de Braga e Vitória dos Anjos Augusta Alves, natural da Sé de Évora. Filiação do nubente: filho de António da Costa e de Joana Alves Filiação da nubente: filha de José António Alves e de Caetana José da Rosa O nubente era soldado do corpo de Telegráfico em Estremoz Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Pedro António, natural da freguesia de S. Salvador em Elvas e Rosa Maria, natural da freguesia de S. Paio em Guimarães, Arcebispado de Braga. Filiação do nubente: filho de Domingos Faria e de Antónia do Carmo Filiação da nubente: filha de Manuel Joaquim de Assunção e de Rosa Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Escritura de entrega de uma cruz de prata de duas aspas, dourada, com as armas do doador e de uma vara, também de prata, doadas pelo arcebispo de Braga e bispo de Elvas, D. Sebastião de Matos Noronha, que fizeram D. Luís Coutinho de Matos Noronha, senhor de Almourol, e sua mulher, D. Filipa de Matos Noronha, como sucessores do morgado, ao convento de S. Paulo, de acordo com as disposições da escritura de padroado da capela-mor da igreja do mosteiro.
Processo enquadrado no tema "liberdade de imprensa". O processo inclui: exposição de Tarquínio Vieira pela Comissão Concelhia de Braga do PCP, com anexos; correspondência trocada entre o Conselho de Imprensa, os directores dos jornais "Correio do Minho" e "O Comércio do Porto", e o queixoso; parecer do primeiro relator; pareceres do terceiro relator; deliberação aprovada no plenário do Conselho de Imprensa do dia 2/6/1986. Relatores: Raul Alves Fernandes, Maria Filomena Fontes e Jaime Machado.
Testamento que faz Dona Margarida Rosa de Almeida Queiroz, viúva de Leocádio José Braga, das Quintãs de Oliveirinha, proprietária e maior de idade. Declara que por ser católica que quando falecer quer se seu funeral seja feito segundo o de sua freguesia e que lhe mandem rezar missas. Por não ter herdeiros diretos, tem como herdeiros forçados seus 3 sobrinhos que fica a pertencer: Antónia de Almeida Queiroz, casada com Manuel do Bem Barroca, das Quintãs de Ílhavo; Beatriz de Almeida Queiroz, casada com José Nunes Paulo, das Quintãs de Oliveirinha; Rita Augusta de Queiroz, casada com Manuel Ferreira Lopes, das Quintãs de Ílhavo. Deixa a seus três sobrinhos a parte do falecido, ficando com direito de propriedade e usufruto, exceto da casa e quintal da testadora, sita no largo da Capela, lado nascente, do lugar das Quintãs de Oliveirinha. Deixa a sua amiga e companheira, Rosa Augusta da Silva a quantia de 14 mil e 400 reis. Foram testemunhas Manuel Nunes Béroe, casado, lavrador; Sebastião Martins Vieira, viúvo, proprietário; Francisco Nunes Matias, viúvo, proprietário; António Fernandes Lisboa, casado, lavrador; João Fernandes Lisboa, casado, negociante, todos moradores nas Quintãs de Oliveirinha, maiores de idade e cidadãos portugueses.
Notificações acerca da proibição régia do pagamento de préstamos a pessoas seculares (1342). Provisão do arcebispo de Braga, D. Martinho, relativa às letras buladas do papa Clemente VI, publicadas no tempo do arcebispo D. Lourenço, sobre as violências e roubos praticados por fidalgos nos bens dos mosteiros e o abuso dos direitos de pousada e comedoria (de 5 de Abril de 1402). Confirmação dos bens concedida pelo papa João XXII ao mosteiro de Vilarinho, dada em Avinhão, a 17 de Outubro [16 kls de Novembro], em traslado datado de Avinhão, 31 de Outubro de 1321 [2 kls Novembris, anno sexto]. Traslado (1308) de uma demarcação dos casais de Vilar, em São João das Caldas (1164). Demanda havida entre o mosteiro de Vilarinho e o de Santo Tirso sobre a água da aldeia de Represas, no julgado de Aguiar de Sousa (1360). Testamentos, mandas, doações, doações com obrigação de missas, vendas de casas em Guimarães e de outros bens. Sentenças relativas a bens, à água do Ribeiro, a dívidas e penhoras, à questão das porções e mantimento havida entre o prior de Vilarinho e os seus cónegos, sentença sobre bens com selo pendente do arcebispado de Braga, sentença sobre bens dada pela Casa da Suplicação, com selo pendente. Composição sobre os montados do monte de São Pedro de Rodins, posse de bens, partilha de casais entre o mosteiro de Vilarinho e a igreja de São Tiago de Lustosa, escambos, quitações. Apresentação e confirmação do prior de Vilarinho, Vasco Martins, dada por D. Fernando, arcebispo de Braga (1434). Prazos de casais do mosteiro. Prazos das casas, lavoura e chantadoria da igreja de Carvalhosa, sua anexação ao mosteiro de Vilarinho e outros documentos desta igreja. Precatório e venda feitos no tempo do comendatário D. Luís de Azevedo (1574, 1609). Recibos e quitações, feitos pelos tabeliães de Braga e alvarás de recibo dos recebedores e procuradores dos arcebispos de Braga, D. João, D. Lourenço e D. Martinho, referentes à colheita e à dízima e meia pagas pelo mosteiro de Vilarinho, no âmbito do compromisso assumido pela clero do arcebispado perante o rei D. Fernando, nas Cortes de Lisboa, e dos serviços prometidos ao arcebispo e ao delegado do papa Bonifácio IX, nos Sínodos convocados por D. Lourenço e realizados em Braga, em Novembro de 1394 e em 16 de Novembro de 1395. Recibo das meias prestações outorgadas ao papa (1371). Recibos das pagas de jantares, votos (vodos), préstamos, visitações, cera, linho, bragal. Alvará de recibo de D. Lourenço, de quantias resultantes da venda do vinho na quinta do Pinheiro e da venda que o prior do mosteiro de Vilarinho efectuou na quinta da igreja do Salvador como procurador do arcebispo (encontram-se, actualmente, nos mç. 4 e 5 do mosteiro de Vilarinho). Contém documentos com referências ao couto, burgo e mosteiro de Pombeiro (mç. 3, n.º 13, mç. 4, n.º 17; mç. 5, n.º 10, mç. 6, n.º 2) e um prazo feito pelo mosteiro de Santo Tirso (mç. 5, n.º 29). Os documentos encontram-se nos mç. 1 a 7 do mosteiro de S. Miguel de Vilarinho.
O Convento do Salvador de Vilar de Frades era masculino, e pertencia à Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista (vulgarmente conhecidos por Lóios). Tinha sido um antigo mosteiro da Ordem de São Bento, fundado no ano de 1059, e reduzido a igreja paroquial pelo arcebispo de Braga D. Fernando da Guerra Em 1425, foi doado a mestre João Vicente, fundador da Congregação para aí se instalar a primeira casa de cónegos da Congregação. A doação foi confirmada em 1427 pelo papa Martinho V e, em 1431, foi reconfirmada pelo papa Eugénio IV. Neste mesmo ano o convento do Salvador de Vilar era já habitado por uma comunidade de 10 cónegos ou "homens bons de Vilar". Recebeu muitos privilégios reais, anexações de igrejas e doações de particulares, tendo-se tornado rapidamente a casa mais rica da Congregação. Quando a Congregação recebeu o privilégio de isenção da jurisdição episcopal, desencadearam-se numerosos conflitos com o arcebispo de Braga, acerca dos foros e direitos das igrejas anexadas ao convento, que se arrastaram entre 1435 e 1447. A partir de 1523 realizaram-se obras importantes na igreja e no edifício do convento, que se prolongaram durante os séculos XVII e XVIII. Os capítulos gerais da congregação, durante os séculos XV e XVI, realizaram-se várias vezes neste convento. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O habilitando era estudante e congregado na Congregação do Oratório de São Filipe Neri de Estremoz. O pai do habilitando era natural da freguesia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, e a mãe era natural da freguesia de São Miguel da Facha (Santo Estêvão da Facha), Arcebispado de Braga. Neto paterno de Veríssimo Marques, natural da freguesia de Santa Maria de Carvoeiro, e de Maria Rodrigues, natural da freguesia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, ambas as freguesias do Arcebispado de Braga. Neto materno de Domingos Álvares e de Maria Barbosa, naturais da freguesia de São Miguel da Facha (Santo Estêvão da Facha), Arcebispado de Braga. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e maternos e as certidões de casamento dos mesmos.
Inventariados: Zulmira Rosa de Jesus da Silva Braga e sogros, Casimira Rosa Gonçalves Pereira Martins, e marido, Domingos Gonçalves Martins, moradores que foram respetivamente em Faldejães, freguesia de Arcozelo, e em Oliveira, freguesia de Fornelos, ambas de Ponte de Lima, a primeira falecida em 28 de outubro de 1932, a segunda falecida em 1 de novembro de 1830 e ele falecido em 11 de janeiro de 1932, todos sem testamento; Inventariante: Augusto Gonçalves Pereira Martins, o viúvo da primeira, morador em Faldejães, freguesia de Arcozelo, Ponte de Lima.
000 reais, sem autorização régia, a Pero Rodrigues, clérigo de missa, morador em Braga. Tomará posse depois de citadas as partes pelo corregedor da Comarca e se provar que é verdade o que se afirma. O beneficiário pagou a dízima (1.200 reais) a Pero da Mota, recebedor do dinheiro extraordinário, a quem foram carregados em receita por Vicente Carneiro, escrivão do seu cargo. El-rei o mandou por D. Martinho de Castel Branco, do seu Conselho e veador de sua Fazenda. André Dias a fez.
Consta: a carta de compatriota do Arcebispado de Évora; inquirições “de genere” que se fizeram no Arcebispado de Braga e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitória e comissões do Dr. José Borges de Barros, Provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, as diligências de património que se fizeram no Arcebispado de Braga, a favor do habilitando, por requisitória do Arcebispado de Évora; Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, de extra tempora para receber as ordens sacras (em pergaminho).
Dispensa Matrimonial de Manuel José, natural da freguesia de Santa Eulália de Lara, termo de Monção, Arcebispado de Braga e Perpétua de Jesus, natural da freguesia de Nª SRª da Graça, matriz da Casa Branca, termo de Sousel. Filiação do nubente: filho de Francisco José Felgueiras e de Maria Rosa Rodrigues, naturais da freguesia de Santa Eulália de Lara, termo de Monção, Arcebispado de Braga Filiação da nubente: filha de pai incógnito e de Maria do Desterro, viúva que ficou de José Feliz, natural da freguesia de Alhandra em Lisboa Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
O Mosteiro de São Miguel de Vilarinho era masculino e pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho. Foi fundado, provavelmente, em 1070. O Censual do Cabido do Porto refere-o no ano de 1120. Recebeu carta de couto entre 1128 e 1150. No século XIV, por determinação dos arcebispos de Braga, o Mosteiro de São Miguel de Vilarinho prestou diversos serviços administrativos à arquidiocese, nomeadamente, a cobrança das rendas da mesa episcopal. Em 1450, a 14 de Agosto, D. Fernando da Guerra, arcebispo de Braga, anexou-lhe "in perpetuum" a igreja de Santiago de Carvalhosa. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estêvão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, passada a instância do rei D. Felipe, foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. O arcebispo de Braga foi nomeado juiz executor e conservador apostólico da bula de união. Em 1595, o prior geral da Congregação tomou posse do Mosteiro. Em 1612, o Capítulo Geral de 17 de Maio, uniu o Mosteiro de São Miguel de Vilarinho ao de Santa Maria de Landim, por 9 anos, no âmbito da faculdade dada pela bula "Quaecumque ad Religiosorum commodum" de Clemente VIII, dada em Roma a 16 de Junho de 1601; esta união incluía o benefício dos rendimentos e a apresentação dos curas e vigários perpétuos dos mosteiros anexados.
Consta o processo para compatriota do Arcebispado de Évora. Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Arcebispado de Braga e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Dispensa Matrimonial de Joaquim António Gambinhas, viúvo que ficou de Comba Maria, natural da freguesia de S. Bartolomeu de Vila Viçosa e Rosa Maria, natural da Sé de Braga. Filiação da nubente: filha de João Fortunato e de Joana Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de José João Rodrigues de Carvalho, natural da freguesia de Santiago de Lanhoso, arcebispado de Braga e Ana Rita Aires Infante, viúva que ficou de Semião Ferreira Barbosa, natural da matriz de Alcácer do Sal. Filiação do nubente: filho de Manuel José Rodrigues e de Maria Teresa Veloso Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências.
Dispensa Matrimonial de José de Araújo, natural da freguesia de S. Bartolomeu do Rego do lugar de Lameira, Arcebispado de Braga e Maria da Conceição, viúva que ficou de Joaquim Nunes, natural de Mora. Filiação do nubente: filho de Domingos de Araújo e de Maria de Oliveira Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Manuel António, natural da freguesia de Santo Estêvão da Vila Chã do Marão, Arcebispado de Braga e Maria Germana, natural da freguesia de Santa Maria de Setúbal. Filiação do nubente: filho de Manuel António e de Ana Serqueira Filiação da nubente: filha de pais incógnitos Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências.
Dispensa Matrimonial de Joaquim José Braga, viúvo que ficou de Josefa Maria, natural da freguesia de Santa Susana, termo de Alcácer do Sal e Fortunata Maria, natural da freguesia de S. Martinho. Filiação da nubente: filha de João Luís e de Maria Joaquina Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Joaquim Marques, viúvo que ficou de Joana Maria e Josefa Rita, viúva que ficou de Alonso Maria Braga, naturais da freguesia de Nª SRª da Graça, matriz do Casa Branca, termo de Sousel. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Certidão que contém o teor dos seguintes documentos: Breve de Paulo V, doação de el-rei D. Dinis, demissão do Bispo D. Vicente, união do Cabido à Igreja de Santa Marinha em Vila Nova de Gaia, confirmação do Arcebispo de Braga, atestado de Roma e colação do Padre Manuel Pinheiro Chaves apresentado pelo Cabido. Este documento contém a transcrição do despacho e da certidão.
Requerimento que fez o Ecónomo da Mitra do Porto para que não viesse um Ministro Eclesiástico de Braga a este bispado inquirir umas testemunhas sobre a posse/direito que a Mitra tinha de não exercer acto de jurisdição, apesar de o puder fazer nesta diocese do Porto e sentença que se proferiu a este respeito.
Carta de D. João I que ordena que se pague à Igreja do Porto os votos pelos quais ela tem posse, mas sem proceder por censura contra os que estão isentos desse pagamento, à semelhança do que o Infante D. Duarte ordenou para a Sé de Braga (ver documento anterior, nº.5).
Relativo à queixa de João Maria de Sousa Machado contra Manuel Teixeira por este não ter respeitado as condições da licença que lhe foi concedida para reconstruir uma levado, alterações que prejudicam o queixoso. Contém uma planta 1/1000. Local: Rio Neiva, lugar da Ribeira da Gavieira, freguesia de Arcozelo, concelho de Vila Verde, distrito de Braga
Contém certidões, uma declaração de utilidade pública, um parecer, uma planta, o orçamento ordinário da referida Câmara relativo ao ano de 1944 e ofícios recebidos e expedidos entre o Chefe de Secretaria da Presidência do Conselho, o Governador Civil do Distrito de Braga, o Secretário-Geral do Ministério da Justiça e o Secretário-Geral do Ministério das Obras Públicas e Comunicações.
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
Fotografia foi tirada no âmbito das funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas). Pormenor do portão do edifício.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Esta fotografia foi tirada durante a lua mel do casal.
Esta fotografia foi tirada durante a lua mel do casal.