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A fotografia representa o Convento, Colégio e Igreja dos Congregados ou Convento da Congregação de São Filipe de Néri.
A fotografia apresenta acima de tudo a igreja de S. João do Souto e não uma panorâmica do Campo do Souto.
Contém o documento n.º 5.
Carta sobre o pagamento de um trabalho para as comemorações do centenário de Santo António. Contém o documento n.º 248.
Ministério dos Negócios Estrangeiros, gabinete do Ministro. Contém os documentos n.º 246 e 247.
Contém o documento n.º 273.
Contém os documentos n.º 39 a 42.
Contém o documento n.º 142
Reprodução de uma prova (tipo "carte-de-visite") executada pelo estúdio Phoebus (Lisboa) e retratando um homem jovem (busto).
Reprodução de uma prova (tipo "carte-de-visite") executada pelo estúdio Phoebus (Lisboa) e retratando um homem jovem (busto).
O Convento foi extinto em 9 de Setembro de 1891, por morte da última religiosa, a madre abadessa D. Antónia Amália da Ascenção. Contém inventários de bens imóveis (prédios rústicos e urbanos) e dos bens móveis anteriores a 1858, e posteriores à data de extinção, autos de avaliação, descrição e avaliação do edifício do Convento e anexos, de alfaias, paramentos e mais objectos de culto, relação dos paramentos e alfaias sagradas segundo a avaliação dos vestimenteiros, mapas do pessoal do Convento, bens e rendimentos, dívidas activas e passivas, foros, prazos, bem como o auto de posse do Convento e mais bens. Contempla o termo de entrega de livros e manuscritos pelo Ministério da Fazenda à Inspecção Geral das Bibliotecas e Arquivos Públicos, na pessoa do conservador da Biblioteca Nacional de Lisboa, o Inspector Dr. José Leite de Vasconcelos da Inspecção Geral das Bibliotecas e Arquivo. Foram entregues os livros de receita e despesa n.º 10, 12, 14, 16-18, 20-48A, 50-56, 60-75, 77-89, 91-100, documentos em pergaminho, Livros das eleições, da Confraria da Conceição, de óbitos, e do Estatuto do Convento; livros impressos: 107 quase todos místicos. Estiveram presentes no edifício da Repartição de Fazenda de Braga, João António da Silva Areias, escrivão do concelho, José Leite de Vasconcelos, Fortunato Antunes Leite representando Joaquim Albano Corte Real, Director da Repartição de Fazenda, em Braga, a 21 de Janeiro de 1892. Contém ainda a relação dos objectos remetidos ao Museu Nacional de Belas Artes e Arqueologia de Lisboa, assinada pelo conde de Almedina, em 1891. Integra a planta de uma parte da cerca do extinto Convento de Santa Clara para abrir a Rua Serpa Pinto (1911), entre outros. Integra o Decreto de 19 de Agosto de 1893, da concessão do edifício do Convento, cerca, e mais pertenças, à Real Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, da cidade de Guimarães, para se estabelecer o Pequeno Seminário com a mesma invocação. Tratava-se de um instituto de instrução pública e gratuita coexistindo com o internato. Os alunos que residiam no edifício do priorado passaram então a habitar no mesmo local onde funcionavam as aulas. A documentação menciona bens situados nos concelhos de Fafe, Barrosas e Santo Tirso (distrito do Porto), Guimarães, Braga, Famalicão.
Diário das Contas da Secção Distrital de Braga do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos com início a 2 de janeiro de 1939 e término a 24 de maio de 1941. O livro encontra-se numerado e possui termo de abertura e de encerramento datado de 22 de junho de 1939. Este livro contém um registo tipicamente mensal do movimento total de capital desta associação, independentemente dos movimentos se tratarem de despesas ou entradas. Cada registo de movimento de capital está associado a uma tipologia de movimento identificada com um número: 6 – quotas, 7 – rendas, 8 – despesas de cobrança, 11 – viagens, 14 – expediente, entre outros, permitindo desta forma contabilizar o capital total movimentado por esta associação nos dois anos aqui descritos.
Contém o auto de sequestro do Hospício dos frades Crúzios, situado no Campo de São Sebastião das Carvalheiras, da cidade de Braga. A 22 de Julho de 1834, João Manuel Afonso, meirinho do juízo da correição, António José Lopes, oficial da Vara, João Batista Dias, escrivão, procederam ao sequestro da casa (com seis quartos), refeitório, cozinha, quintal, um quarto com oratório onde se celebra Missa. O Oratório é composto por um retábulo e urna com a Imagem de Nossa Senhora do Amor em estampa, docel de talha, entre outros objetos, sendo o Dr. Tomás Florêncio d' Antas Faria depositário dos mesmos. Integra ainda, a nomeação dos louvados: pedreiros, carpinteiros e fazendeiros, bem como a avaliação do edifício do Hospício e estado de conservação.
Substitui no cargo João de Braga, seu sogro que, com licença régia nele renunciou. El-rei o mandou pelo conde do Vimioso, do seu conselho e vedor de sua fazenda. Álvaro Neto a fez.
Inclui ofícios e uma guia de entrega de correspondência oficial relativos: ao Bairro das Casas Económicas de Guimarães e ao delegado do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência em Braga.
Acta da Mesa Provisória da Comisão Promotora do Impréstimo ao Governo para a factura da estrada de Braga a Valença por esta vila de Ponte do Lima. Presidência do Vice-Presidente. Contém ofícios avulsos (1855 Mar. 12 - 1855 Abr. 02).
Contém um requerimento, um ofício do Presidente do Instituto Português do Património Cultural para o Chefe do Gabinete da Secretária de Estado da Cultura e um ofício do Chefe do Gabinete da Secretaria de Estado da Cultura para Eugénio Braga.
Substituiu a Sebastião Mendes que renunciou, conforme instrumento público de renúncia lavrado pelo tabelião António Álvares neste diploma inserido (1502-Junho-14, Braga). Pagou 500 reais, o dízimo da valia do ofício, a Pedro da Mota, recebedor do dinheiro extraordinário. El-rei o mandou por D. Martinho de Castelo Branco, senhor de Vila Nova de Portimão, de seu Conselho e vedor de sua Fazenda. Francisco de Matos a fez.
Dispensa Matrimonial de Manuel Severino da Silveira e Almeida, natural da freguesia de Santo Antão em Évora e Maria José da Costa Braga, natural da freguesia de S. Mamede em Évora. Filiação do nubente: filho de João de Almeida e de Margarida Bárbara da Silveira Filiação da nubente: filha de João Batista Lopes da Costa Braga e de Mariana Joaquina da Costa Braga Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram em Montemor-o-Novo, naturalidade da mãe do habilitando e dos avós maternos, Sebastião Nunes e Helena Martins, e na freguesia de São Tiago de Esporões, termo de Braga, naturalidade do pai e dos avós paternos, João Dias e Isabel Luís; certidões de baptismo do habilitando, dos pais e dos avós paternos e dos maternos; inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Montemor-o-Novo e em Évora, por mandados, secretas e comissões do Dr. Vicente da Gama, provisor do Arcebispado de Évora.
Naturalidade do pai: Bispado de Coimbra Naturalidade da mãe: Évora, freguesia de Santo Antão Modada dos pais do requerente: Rua dos Mercadores e na Rua dos Infantes, da cidade de Évora; Campo dos Touros, da freguesia da Sé de Braga Avós maternos: Gregório Rodrigues, de alcunha "dos cabaços", e Maria da Conceição, de alcunha "a falarda" Naturais: Évora, moradores na Rua dos Mercadores Contém: a petição do requerente para se proceder em Évora a inquirições "de genere" por parte da mãe e avós maternos; as inquirições sobre a pureza de sangue dos mesmos.
O Mosteiro de Santa Maria de Oliveira de Vermoim era masculino, situava-se no julgado de Vermoim, termo de Barcelos, e no arcebispado de Braga, pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho (na documentação referidos como Ordem de Santo Agostinho) e estava sujeito à jurisdição do arcebispo até ser unido à Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Era designado por Mosteiro d' Oliveira (1228, 1453, 1457) por Mosteiro de Santa Maria d' Oliveira (1299, 1433, 1463, 1474), por Mosteiro de Santa Maria d' Oliveira de Riba D'Ave (1315), podendo ainda surgir com as grafias de Mosteiro d' Ulveira, Mosteiro Santa Maria d' Ulveira.. Segundo a tradição, o Mosteiro começou no lugar da ermida de Santa Maria de Perrelos, pela qual pagava 24 alqueires de centeio de colheita anual ao arcebispo primaz, e por ser cabeça do Mosteiro, o arcebispo oferecia-lhe os santos óleos. Por essa razão, o Mosteiro cobrou sempre as ofertas da ermida. Mudou para o lugar de Oliveira, sendo a igreja dedicada a Jesus Cristo Salvador e a Santa Maria Virgem Mãe de Deus, consagrada pelo arcebispo de Braga Dom João, em 18 de Janeiro de 1168, sendo prior Dom Mendo. Foram seus fundadores Marcos e Adosinda para morada de servos e servas de Deus. Em 1033, a 20 de Fevereiro, fizeram doação da igreja, ornamentos, alfaias, outras peças, casas, oficinas, móveis, assento e passais e outras propriedades e igrejas ao abade do Mosteiro para a vestiaria e sustento dos súbditos e súbditas. Os doadores fizeram-se religiosos do mosteiro. Embora não se tenha conservado a carta de couto, teve couto demarcado com juiz para as causas cíveis, apresentado pelos moradores e confirmado pelo prior do Mosteiro que lhe dava juramento. O couto tinha também um mordomo que servia de porteiro do prior e do juiz; o prior nomeava jurados que prendiam os malfeitores e os levavam ao juiz de Vermoim. Esta jurisdição foi confirmada por sentença dada em 1374; nas Inquirições Gerais de D. Afonso II, fazia-se referência ao facto de o rei não ter aí qualquer direito a foros ou serviços e, em 1258, era referido o couto do mosteiro de Santa Maria. Em 1320, no Catálogo das igrejas, comendas e mosteiros do Reino, o mosteiro surge taxado em 500 libras. Em 1449, em Évora, a 1 de Dezembro, D. Afonso V deu-lhe a confirmação geral das graças, privilégios e liberdades outorgados pelos reis seus antecessores. No tempo dos arcebispos primazes de Braga D. Fernando, D. Luís, nos períodos de sede vacante (1481, 1534, 1544), D. Jorge da Costa (1490), D. Diogo de Sousa (1504, 1506, 1507-1524, 1526-1527) no tempo do Senhor D. Jorge, cardeal da igreja de Roma, administrador perpétuo da Sé e arcebispado de Braga (1505), do infante D. Henrique, administrador perpétuo do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra (1537, 1539), do Senhor D. Duarte (1543), de D. Manuel de Sousa (1545), de D. Baltasar Limpo (1551), os emprazamentos eram dados a conhecer por informação dirigida ao arcebispo de Braga, e autorizados e confirmados por carta de emprazamento do vigário geral. Eram igrejas da apresentação do Mosteiro: Santa Lucrécia de Ponte de Louro, (anexada pelo arcebispo de Braga em 31 de Agosto de 1308), Santiago de Castelães, São Martinho de Pousada, São Miguel de Vila Cova, São Mateus, São Martinho de Leitões, Santa Maria de Vermoim, São Paio de Figueiredo. Em 1544, a igreja de Santa Lucrécia de Ponte de Louro foi anexada à igreja de São João de Valante, em vida de D. António da Costa, pelo cabido sede vacante. Foram comendatários do Mosteiro: Xisto da Cunha, sobrinho do cardeal Alpedrinha, administrador do Mosteiro (1498), prior (1504) comendatário (1507-1508, 1511-1516, 1519-1524, 1526-1527, 1534, 1537, 1539, 1543) e procurador do comendatário D. Pedro da Costa (1544-1548, 1551), seu primo; D. Pedro da Costa, bispo de Osma, (1544, 1547, 1548,1551) guarda-mor e capelão mor das Infantas de Castela (1546, 1548), mandou reedificar o claustro do Mosteiro, em 1599, de acordo com o letreiro aí existente, que o apresentava como capelão mor da Imperatriz Dona Isabel, mulher de Carlos V, bispo do Porto e bispo de Osma; Cristóvão da Costa Brandão (1565, 1580, 1589, 1595, 1599) último comendatário. O Mosteiro foi abrangido pelo primeiro e segundo contratos estabelecidos entre a Congregação de Santa Cruz de Coimbra e os reis D. Sebastião e D. Felipe, respectivamente, em 15 de Janeiro de 1578 e em 25 de Janeiro de 1582. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estêvão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, passada a instância do rei D. Felipe, foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. Em 1595, o prior geral, D. Cristóvão de Cristo e seus colegas, D. André dos Anjos e D. Rafael da Piedade, tomaram posse do Mosteiro a 17 de Fevereiro. O prior castreiro e dois cónegos residentes não aceitaram a reformação nem quiseram viver segundo as constituições da Congregação, sendo-lhes dadas as porções a que tinham direito, permanecendo na obediência aos costumes em vigor quando professaram. Em 1599, a 15 de Maio, o Mosteiro vagou por morte do último comendatário. O padre D. Aleixo, vigário do Mosteiro de Landim, com procuração do Capítulo Geral, tomou posse de Santa Maria de Oliveira. Em 19 de Junho desse ano, foi eleito o primeiro prior trienal, D. Bernardo da Piedade, durante a visita do padre geral D. Acúrsio de Santo Agostinho, e seus colegas. No âmbito da Congregação de Santa Cruz de Coimbra foram-lhe comunicados os seguintes privilégios, entre outros: as escrituras de venda de bens foreiros aos mosteiros da Congregação só podiam ser feitas mediante licença do mosteiro senhorio e certidão de pagamento do domínio; podia ter recebedor e executor das dívidas tal como eram cobradas as da Fazenda Real; podia escolher escrivão para servir junto do executor; podia eleger porteiro para arrecadar as dívidas; podia eleger escrivão para as suas escrituras. O Mosteiro com suas anexas esteve arrendado ao licenciado Marcos Dinis de Braga (1607-1612). Em 1612, por decisão do Capítulo Geral de 17 de Maio, foi anexado "in perpetuum" ao Mosteiro de São Vicente de Fora, do arcebispado de Lisboa, para onde foram transferidos os religiosos, sendo-lhe aplicados todos os frutos, réditos e proventos, paramentos, ornamentos de Santa Maria de Oliveira. Os curas ou vigários perpétuos das igrejas do mosteiro anexado passaram a ser apresentados por São Vicente de Fora. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837) pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Nesse ano de 1834, a 24 de Abril, o Dr. José Joaquim Lopes Martins, por comissão do Dr. Aires de Mendanha da Costa Benevides Cirne, juiz de fora interino com alçada na vila e termo de Barcelos, acompanhado do solicitador da Fazenda, de um meirinho ajudante e do tabelião, fizeram inventário e sequestro em todos os bens pertencentes ao hospício da freguesia de Santa Maria de Oliveira, pertencente aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho de São Vicente de Fora de Lisboa. A 6 de Setembro, o Dr. Domingos Manuel Pereira de Carvalho de Abreu, juiz de direito e corregedor interino na comarca de Barcelos, tomou posse dos bens inventariados do hospício para a Fazenda Nacional.
O Convento foi extinto em 10 de Março de 1888, por morte da última religiosa. Contém inventários de bens do Convento da Ordem de São Domingos, situado na Rua da Travessa da cidade de Guimarães, realizados na presença da madre prioresa D. Joaquina Libânia de São Jacinto, em 22 de Maio de 1858, na grade do Convento: de bens imóveis (prédios rústicos e urbanos) e dos bens móveis, descrição e avaliação do edifício do Convento e anexos, inventário e avaliação de alfaias, paramentos e mais objectos de culto, mapas do pessoal do Convento, bens e rendimentos, dívidas activas e passivas, foros, censos, prazos. O inventário geral dos bens de 1888 inclui índice, participaram Joaquim Alves de Melo, administrador do concelho, D. Delfina Augusta da Assunção Novais, educanda de maior idade do Convento, e Manuel António da Silva Barros, oficial da repartição de Fazenda do Distrito de Braga. Inclui requerimentos (alguns do médico do Convento, Avelino Germano da Costa Freitas), autos de arrendamento da cerca e casa do capelão, autos de louvação dos foros. Contempla o ofício de António Tomás da Fonseca, Inspector da Academia Real e Belas Artes e Arqueologia de Lisboa sobre os objectos escolhidos para o Museu Nacional, em condições idênticas aos extintos conventos de Évora e de Almoster, em 1888, entre outros. O edifício do Convento e anexos foram concedidos, por Decreto de 12 de Junho de 1888, à Sociedade Martins Sarmento, a fim de se estabelecer a biblioteca, museu, escolas e mais dependências. Tratava-se de uma instituição cultural de utilidade pública, sem fins lucrativos fundada em Guimarães em 1881, em homenagem ao arqueólogo e etnógrafo vimaranense Francisco Martins Sarmento. Integra o decreto e outros documentos sobre a concessão da Igreja e todas as dependências à Irmandade de Santo António, erecta na Igreja de São Francisco da cidade de Guimarães. A documentação menciona bens situados nos concelhos de Guimarães, Paços de Ferreira, Póvoa de Lanoso, Vila Nova de Famalicão, Fafe, entre outros.
Contém o inventário dos bens móveis e imóveis da Casa e Convento da Congregação do Oratório de São Filipe Neri. A 12 de Maio de 1834, o Dr. João Nuno Silvério Cerqueira Gomes de Lima, corregedor e provedor interino da comarca, o meirinho, o padre Tomás Lobo (presidente) e restante comunidade, o fiscal, o escrivão Joaquim José Antunes da Silva Monteiro, e louvados procederam à inventariação. Integra a descrição das livrarias grande e pequena, incluindo manuscritos e impressos - colaborou o Dr. Luís António Correia de Morais e Amaral -, segundo nota do escrivão "gastou-se nesta diligência seis dias completos". Contempla a descrição e avaliação dos objectos do comum, cozinha, refeitório, loja do claustro, adega, entre outros. Inclui a descrição e avaliação dos objectos do comum da Quinta das Goladas pertencente ao suprimido Convento, e termo de depósito dos referidos objectos. Compreende a descrição do cartório - incompleta devido "a não haver tempo em razão de outros embaração (...)". Reúne o inventário dos prédios rústicos e urbanos - em Barcelos, na freguesia de Cabanelas, entre outros -, foros, e termos de depósito desses bens. Integra a descrição dos objectos do culto divino, altares - de Santa Maria Margarida, Santa Bárbara, Nossa Senhora da Saúde, Santa Ana, Santa Engrácia, São Bento, Nossa Senhora da Conceição, entre outros -, corpo da capela mor, corpo da Igreja, missais, estantes, castiçais, galhetas, paramentos, corporais, sacristia, entre outros. Inclui a descrição da Casa da Congregação - dormitórios, capelas, Santuário, refeitório, bem como da Quinta das Enguardas. Contempla o mapa demonstrativo do número, nomes, residências e observações políticas dos padres da extinta Casa da Congregação do Oratório de Braga, e também, editais, autos de arrematação, relação de todos os bens pertencentes ao Convento e demarcações extraídas dos tombos, e ainda o mapa dos devedores de dinheiro a juro (1839).
Contém o inventário dos bens móveis e imóveis do Convento dos religiosos Carmelitas Descalços da cidade de Braga. A 19 de maio de 1834, o Dr. António José Ferreira de Araújo, vigário Geral, o padre frei António da Sagrada Família, sacristão mor do dito Convento, João Ribeiro Pereira, abade da paroquial Igreja de São João do Souto, António José Gomes Pereira, escrivão, entre outros, procederam à inventariação. Contempla a descrição dos objetos do culto divino: igreja, vasos sagrados, altar mor, corpo da capela mor, imagens, retábulos, lustre, claustro, sacristia, entre outros objetos. De acordo com declaração inserta do sacristão, o ex prior frei João das Dores mandou esconder ou levou objetos preciosos de prata e ouro do culto divino, paramentos, alfaias, quando fugiu, já referenciados e que nunca foram encontrados. Inclui a descrição de panos das estantes dos missais, cortinados, entre outros. Compreende o mapa demonstrativo do número, nomes, residências e observações políticas dos religiosos da comunidade. Integra a descrição e avaliação do edifício do Convento composto por 28 celas, 3 salas, cozinha, casa do forno, casa da botica 3 casas de celeiros, 2 lojas de ter vinho e despensa; a cerca murada continha terra lavrada. Reúne a descrição e avaliação dos objectos da adega, despensa, celeiro, cozinha, despensa de louça (da fábrica do Porto) e roupa, trastes de pau, botica, bem como prédios rústicos, mapas de devedores por escrituras de dinheiro a juro, autos de arrematação, entre outros. Contém a descrição da livraria, exceto do cartório, conforme declaração do escrivão António Narciso de Brito, em virtude de não se ter encontrado o cartório do suprimido Convento, apesar das diligências efetuadas cujas precatórias foram enviadas aos juízes de várias vilas.
Livro de Atas das Sessões da Direção da União dos Farmacêuticos do Distrito de Braga correspondentes ao período de 27 de junho de 1899 a 4 de dezembro de 1933. As atas encontram-se manuscritas e contêm indicação dos membros presentes nas sessões e análise de assuntos propostos pelos diferentes membros. Contém algumas atas da Assembleia Geral. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre eleição de corpos gerentes, admissão e demissão de sócios, pagamento de quotas, pedido da Associação Médica do Distrito de Braga para auxilio na instalação de um sanatório para tuberculosos na cidade, estudo para a instalação de um laboratório químico, inquérito a estabelecimentos sobre a venda de substâncias e remédios de composição secreta, exercício e propriedade ilegal de farmácia, venda de águas medicinais, poções de vinho com extratos de quina, regimento do preço dos medicamentos, instalação de um posto de vigilância sanitária, venda de medicamento e substâncias sem receita, aviamento de fórmulas de curandeiros, votos de sentimento pelo falecimento de Bento Joaquim Pereira Veiga e de Luís António Fernandes, envio de relatório de contas aos sócios, convite para participação em sessão da Associação dos Farmacêuticos Portugueses, reforma do ensino farmacêutico, projeto sobre o exercício de farmácia, convites da Sociedade Química Farmacêutica e do Centro Farmacêutico Português para assistir a conferências, questões relativas ao ensino de química farmacêutica, nomeação de Álvaro Pipa para integrar como vogal a comissão encarregada de dar parecer o projeto da selagem dos medicamentos especializados, envio de convites aos sócios para assistir às sessões, eleição de um delegado na União para integrar comissão responsável por reformar o Exercício profissional, convite para Congresso Nacional de Farmácia organizado pelo Centro Farmacêutico Português, fiscalização da selagem dos medicamentos, pedido de proteção do Montepio de S. José, questões relativas à existência de farmácias privativas, projeto de reforma do regulamento interno e estatutos, reorganização da associação, venda ilegal de medicamentos, redução do preços dos medicamentos de 20% às classes desfavorecidas, questões relativas ao horário e turnos nas farmácias, abertura e encerramento de farmácias, queixas contra o fiscal, convite para comissão e inscrição no Congresso Nacional de Farmácia organizado pela Sociedade Farmacêutica Lusitana, reorganização da União Farmacêutica de Braga, parecer acerca da definição de especialidades farmacêuticas, homenagem a Alberto Malta, participação na comissão revisora da pauta alfandegária, reestruturação das escolas de farmácia em faculdades, queixas contra o jornal O Monitor de Farmácia, dissolução da associação e passagem dos sócios para o Sindicato. Nomes mencionados nas atas: Abílio Fonseca de Carvalho, Abílio Gomes Ferreira da Costa, Acácio Ortiz dos Santos, Adelino José da Silva, Alberto Coelho Nogueira, Alberto Guerra, Alberto Joaquim da Costa Machado Vilela, Alberto Lemos Zagalo Gomes Coelho, Alberto Martins, Alberto Pereira Cruz, Alfredo A. Leão Martins, Alfredo da Silva Machado, Alfredo Pereira, Álvaro Augusto Ferreira Pipa, Alvim Barroso, Amâncio Arménio Avelino de Almeida, Amarino Pereira Castilho, Amorim de Carvalho, Aníbal de Almeida, Aníbal Gomes de Almeida, Antero Faria, António Alves Dias, António C. Carvalho Queiroz, António Domingos Alvim, António Joaquim R. Valente, António Joaquim Ribeiro, António José Rodrigues Pereira, António Júlio Correia, António Maria da Cunha Barbosa, António Maria Gama Júnior, António Marques Paula Abrantes Santos, António Rodrigues Pereira Veiga, António Rodrigues Valente, António Teixeira Mendes, Antunes Lima, Arnaldo José Miranda de Barros, Artur Carneiro Leite Lisboa, Artur Novais Vilaça, Augusto Marques Rego, Augusto Moreira de Castro, Avelino Aires Duarte, Avelino de Freitas, Avelino Fernandes de Castro, Bento Joaquim Pereira Veiga, Bernardo Ferreira, Bruno da Silva Lomba, Caetano Romeu Cerqueira, Camilo Gonçalves Ramos, Camilo Pereira Sampaio, Carolino Abel Rodrigues Serrano, Casimiro Gonçalves da Silva, Cecília Correia Martins, Costantino Gomes da Cunha, Deodato da Fonseca e Silva, Domingos José de Sousa Gomes, Duarte Pereira Dias Ribeiro, Emílio Fragoso, Ernesto Pio Vasconcelos Peixoto Morais, Ester C. Reis Cardoso Teixeira, Fernando António Alves de Oliveira, Fernando António Barbosa Lamela, Fernando Morgado, Francisco António Alves Mendes, Francisco Augusto Alvim, Francisco de Melo Alvim, Francisco Falcão, Francisco Gomes, Francisco Januário da Silva e Cunha, Francisco José Barbosa, Francisco Pereira Campos, Francisco Pereira Silvério, Francisco Xavier de Paiva, Francisco Xavier Gonçalves de Lima, Franklim António de Oliveira, Gabriel António dos Santos Gouveia, Gaspar Peres de Castro, Geraldo da Silva Brito, Guilhermino Teixeira Rebelo, Heitor António Peixoto Morais, Henrique José Alves, Henrique Zenha, Hilário de Lima, Ildefonso Alfredo da Silva Monteiro, Ilídio José Caldas, Jaime Valongo, Januário Barbosa, João António Lopes, João Cardoso da Costa Guimarães, João de Almeida Sousa Júnior, João Evangelista Gonçalves Ferreira, João José da Mata, João José Vaz Pinto, João José Vaz Pinto, João Monteiro da Cunha Azevedo, João Pacheco Leite, João Paiva da Costa, João Ribeiro Veloso, Joaquim da Apresentação Pereira Ribeiro, Joaquim da Silva Ferreira Monteiro, Joaquim José de Oliveira, Joaquim Pedro de Morais, Joaquim Pereira Ribeiro, Jorge Carlos Antunes Gomes, José Alves de Faria, José Alves de Freitas, José António da Costa Pipa, José António Pereira, José Augusto Pires, José Baptista Vieira, José Bento Marques, José da Costa, José de Moura e Silva, José de Sousa Gomes, José Domingos Lopes, José Estevão de Morais Sarmento, José Fernando de Macedo, José Ferreira Monteiro, José Figueiredo, José Gonçalves Oliveira Neiva, José Inácio Pereira Caldas, José Joaquim do Carmo Torres, José Leite Dias Machado, José Maria Mendes Fragoso, José Martins de Abreu, José Mendes da Costa Júnior, José Narciso da Fonseca Oliveira, José Ramalho, Júlio José de Brito, Leopoldino António de Almeida Rainha, Lúcio da Fonseca e Sarmento, Luís António Fernandes, Luís António Monteiro, Luís Augusto Ribeiro de Almeida, Luís João do Vale Rego, Luís Teixeira Pinto de Nóbrega, Manuel António de Noronha, Manuel António Esteves Campante, Manuel Barroso, Manuel Coelho de Oliveira Gomes, Manuel Correia, Manuel das Dores Telo da Fonseca, Manuel de Jesus e Sousa, Manuel J. de Matos Vieira, Manuel Joaquim de Paiva, Manuel José da Silva Graça, Manuel José Gomes Coelho, Manuel Pinto Pereira, Manuel Rodrigues Pires, Manuel Soares Correia, Maria do Sameiro Ferro da Silva, Maria dos Prazeres Rodrigues de Carvalho, Maria Leonor Valongo, Miguel Fadon Lizaso, Paulo Freire, Plácido Elias Barbosa Lamela, Raúl do Couto Pereira, Rebelo da Silva, Rodrigo de Carvalho, Rodrigo José Leite Dias, Saúl Alírio Pereira, Zeferino José da Silva Rego.
As habilitantes, como credoras da herança de seu irmão, o Des.or Constantino José da Silva, Ouvidor Geral das Ilhas de São Tomé e Príncipe, falecido na Ilha do Príncipe, pretende receber o dinheiro que ficara devendo a seu pai, como concessionárias do referido seu pai. Justificação proveniente de Braga Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Carta do provisor vigário e desembargadores da Igreja de Braga representam ao rei em como não tem mais ordenado que 30 réis e o trabalho ser muito e os gastos grandes, pedem ao rei que seja servido de mandar ao Cabido da Sé de Braga e lhes acrescente seus ordenados atendendo ao muito trabalho e gastos que tem.
O Convento de Nossa Senhora da Piedade, também designado por Convento dos Remédios da cidade de Braga, da Terceira Ordem da Penitência (São Francisco). Foi extinto em 7 de Maio de 1898, por morte da última religiosa. Contém o inventário da descrição do edifício do convento, bens imóveis e móveis (1857), descrição e avaliação de rendimentos, foros, prazos, alfaias, objectos de culto e profanos, relação de pessoal, planta do convento e ruas anexas, mapa de dívidas, despesa. Contém também a relação dos inventários antigos e modernos do convento (1896), segundo a Lei de 28 de Agosto de 1869 e das Instruções de 20 de Julho de 1857. Participaram no referido acto, a madre abadessa D. Teresa Apolónia de Jesus, Manuel António Alves Pereira, desembargador vigário geral do arcebispado de Braga, e João Pereira de Barros, funcionário da repartição de Fazenda. A conferência dos mesmos objectos foi efectuada em Agosto de 1896. Há ainda inventários gerais pertencentes ao convento anteriores à data da extinção, de 1882; 1888-1889; 1896-1897. O termo de entrega por depósito, realizado em 2 de Maio de 1897, no dito convento, contou com a presença de José António de Oliveira, delegado do Tesouro, do cónego Manuel António da Silva Ramos, do oficial da Repartição de Fazenda do mesmo distrito, das religiosas e abadessa D. Narcisa Emília Leite, D. Maria Júlia Pimenta, escrivã, D. Emília das Dores Couto e D. Matilde Elvira Couto, recolhidas no convento e do capelão António José Rodrigues. Enumeraram-se todos os móveis, livros, papéis de crédito, objectos e alfaias do culto divino, tendo o delegado do Tesouro entregue à administradora do Convento D. Maria Júlia Pimenta, uma cópia autêntica do inventário executado, e mais nove livros escriturados, para se fazer a cobrança de todos os rendimentos do convento. Os livros entregues correspondem aos concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Vila Verde, Caminha, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Viana do Castelo, Valença, e do concelho de Amares, distrito do Porto. Contempla o termo de arrematação, relação de objectos entregues à Academia Real de Belas Artes e Arqueologia de Lisboa, entre outros. Integra documentos sobre a Irmandade da Misericórdia, da Confraria do Santíssimo Sacramento, e do Sagrado Coração de Maria também conhecida por Nossa Senhora das Graças. Em 5 de Setembro de 1898, António Alves Cálem, secretário da Associação Industrial Portuense, solicitou ao chefe de repartição da Estatística Geral de Lisboa, os trabalhos de estatística elaborados pela mesma, para completarem o arquivo da Associação. O edifício do Convento, após a sua extinção, foi concedido à Câmara Municipal de Braga e ao Hospital de São Marcos.
Outros justificantes: Maria Francisca da Costa e seu marido António Francisco Rodrigues (Roiz), Benta Francisca de Oliveira e seu marido João Marques da Silva, Ana Francisca de Oliveira e seu marido Manuel Cardoso, Quitéria Francisca de Oliveira e seu marido Francisco Coelho, filhos e genros de Maria Francisca de Oliveira e João Marques de Oliveira A acção prende-se com a herança de seu tio Frutuoso da Silva Pereira, irmão de Maria Francisca de Oliveira, falecido nas Minas de Goiazes. Escrivão: João da Silva Braga.
Tem sinal de tabelião em forma de estrela. Inclui os seguintes traslados: - Carta de D. Dinis, datada de Lisboa, 26 de junho da Era de 1321 (ano 1283); - Procuração do cabido da Sé de Braga a João Pires Fortes, tabelião, e a Domingos Pires Cabanete, clérigo do coro da igreja de Braga, datada de Braga, 5 de julho da Era de 1321 (ano 1283).
O Mosteiro do Salvador de Bravães era masculino e pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho. Terá sido fundado antes de 1180. Nesta data, o Mosteiro terá recebido carta de couto de D. Afonso Henriques. Em 1140-1141, o prior D. Egeas, era referido como notário na carta de couto passada por D. Afonso Henriques ao Mosteiro vizinho de Santa Maria de Vila Nova de Muía. No "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", o Mosteiro do Salvador de Bravães foi taxado em 300 libras. Em 1420, por breve de Martinho V, o arcebispo de Braga, D. Fernando da Guerra secularizou-o, fundando uma reitoria vulgar e , em 13 de Fevereiro de 1434, reduziu-o a igreja paroquial.