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Livros de tombo das escrituras de Santa Cruz mandados fazer no mosteiro por D. Manuel, por alvará dado em Almeirim a 29 de Novembro de 1517, a requerimento do prior e convento, e em resposta a uns apontamentos feitos por Afonso Dias, secretário do infante D. Afonso (administrador perpétuo) e escrivão público do tombo e das escrituras tocantes ao mosteiro. Foram cometidos a dois escrivães encarregues de tresladarem e concertarem as escrituras do cartório em livros de pergaminho, a saber, a Afonso Dias, e a frei Luís de Parada, frade do mosteiro, por ser «latino» e começados em 1518. Têm trasladado o juramento dos escrivães, na presença do prior castreiro e do veador, feito por Henrique de Parada, escrivão público das escrituras e contratos tocantes ao mosteiro, em 22 de Março de 1518. Foram escritos numa só coluna, de acordo com o dito alvará, com excepção dos livros 8.º e 9.º. Em cumprimento de um capítulo do regimento dos tombos, de 20 de Abril de 1518, citado no instrumento de aprovação e concerto, os traslados foram assinados, concertados e aprovados pelo prior castreiro do mosteiro, Gaspar Fernandes (do livro primeiro ao sétimo) e por Brás Lopes no livro oitavo, pelo veador Gregório Lourenço, escudeiro da Casa Real, e pelos escrivãeSão Afonso Dias já não assina o livro oitavo. Os tombos receberam a aprovação régia de D. Manuel, dada em Évora, a 9 de Novembro de 1519, e de D. João III, dada em Lisboa, a 8 de Março de 1522. Também designado por Livros de Leitura Nova de Santa Cruz de Coimbra.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda. O antigo Paço Arquiepiscopal, é onde hoje funciona o Arquivo Distrital de Braga e a Biblioteca Pública. O edificio do Paço Arquiepiscopal voltado para a Praça do Municipio, onde hoje funciona a Biblioteca Pública sofreu un incêndio em 1866 e foi reconstruído em 1930 sob a direção de Manuel Fernandes de Sá.
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Inventariado: Bento António da Rocha Braga, casado, morador que foi no lugar de Carris, Merufe, Monção, falecido em 5 de agosto de 1852; Inventariante: Joaquina Enes, a viúva, moradora no lugar de Carris, Merufe, Monção. Filhos: Manuel António, solteiro, de 40 anos, ausente em Castela, Espanha; Maria, solteira de 30 anos; António, solteiro, de 26 anos, ausente em Castela, Espanha; Rosa, solteira, de 24 anos.
Inventariado: Manuel António da Rocha Braga, casado, morador que foi no lugar de Carris, freguesia de Merufe, Monção, falecido em 14 de março de 1885; Inventariante: Rosa Gonçalves, a viúva, moradora no lugar de Carris, freguesia de Merufe, Monção. Filhos: Manuel António da Rocha, de 34 anos, casado com Carolina Afonso; Maria da Rocha, solteira, de 25 anos; Francisco da Rocha, solteiro, de 23 anos; José da Rocha, solteiro, de 22 anos; António da Rocha, solteiro, de 17 anos.
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As fotografias 000182 a 00189 foram tiradas num passeio de domingo de José Gouveia fez com os amigos e familiares a Guimarães e Braga.
Avença entre o arcebispo de Braga D. Martinho, cabido e outros, e a Câmara de Ponte de Lima por causa de uns açouges.
Requerimento de Francisco de Abreu Lima Pereira Coutinho para que lhe seja passada certidão do tombo das religiosas do Salvador de Braga. Contém a respectiva certidão.
O Convento pertencia à Ordem dos Frades Menores (Ordem de São Francisco), estava situado no lado de baixo do Campo de Santa Ana, freguesia de São José de São Lázaro, na cidade de Braga, e foi fundado por Pedro de Aguiar da mesma cidade. Foi extinto em 22 de Dezembro de 1874, por morte de D. Luísa Maria da Natividade. O inventário do edifício e bens foi elaborado em 2 de Novembro de 1858, estando presentes a madre abadessa D. Luísa Maria da Natividade, o arcebispo primaz, Manuel António Alves Pereira, desembargador e vigário geral do arcebispado de Braga, e Manuel de Faria Vivas, funcionário da repartição de Fazenda. Contém os inventários da descrição e avaliação dos bens imóveis (prédios rústicos e urbanos) e dos bens móveis, rendimentos, foros, prazos, capitais mutuados, alfaias e objectos sagrados e profanos, da livraria, do cartório, mapas do pessoal do Convento, dos rendimentos. Contém também telegramas, autos de posse, termos de arrematação, entre outros. O cartório continha inscrições de assentamentos da Junta do Crédito Público, livros de lembranças, dos Decretos reais, da eleição das preladas, dos assentos das noviças, livro contendo o breve apostólico e provisão da fundação do Convento de 1727, das tenças, de receita e despesa, de certidões de missas, de instituição de capelas, documentos sobre as pazes entre sua majestade britânica assinados em 3 de Novembro de 1762, cartas de mercês, escrituras de dote, vedorias, renovação de prazos, entre outros. Na livraria havia hagiologias, a crónica seráfica, obras espirituais do padre frei Luís de Granada, Livro de cartas de Santa Teresa de Jesus, documentos de constituições das religiosas, entre outros. Foram entregues algumas imagens, quadros, objectos da igreja e capelas à administração do Asilo de D. Pedro V de Braga.
A justificante pretende receber, como única herdeira, visto não ter qualquer notícia de seu marido havia muitos anos, a herança deixada por seu filho Luís António Gomes, falecido em viagem de Benguela, Angola, para a Baía, Brasil. Justificação proveniente de Braga Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Contém uma declaração de utilidade pública, um parecer, uma planta, um orçamento e ofícios recebidos e expedidos entre o Chefe de Secretaria da Presidência do Conselho, o Governador Civil do Distrito de Braga, o Secretário-Geral do Ministério das Obras Públicas e Comunicações, o Secretário-Geral do Ministério da Justiça e o Presidente da Camara Municipal de Braga.
Relativo ao pedido de informação feito pelo Director sobre a existência de algum apontador que, sem inconveniências para o serviço, deseje ser transferido para a Direcção deObras Públicas do distrito de Braga Local: Distrito de Viana do Castelo. Distrito de Braga
Relatório acerca de pedido da Câmara Municipal de Braga para efectuar prospecções e escavações arqueológicas em diversos castros dos arredores daquela cidade, com o objectivo de enriquecer com os espólios resultantes dessas escavações as colecções do Museu D.Diogo de Sousa. Segundo referência a ofícios da Câmara, os castros onde se pretende realizar explorações arqueológicas são: o Monte de Castro, na freguesia de Dume; o da Cividade, na área da cidade; o Monte da Senhora da Consolação, na freguesia de Nogueiró; o Monte de Santa Marta, na freguesia de Nogueira e o Monte das Caldas, na freguesia de Sequeira. Foi a Câmara autorizada a explorar o Castro de Santa Marta (da freguesia de Nogueira)
Relação dos sócios do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos da Secção Distrital de Braga. Nesta relação são mencionados membros diretivos desta secção,sendo eles Manuel Joaquim de Paiva, Manuel José Gomes Coelho, José Martins de Abreu, Geraldo da Silva Brito, Francisco Augusto Alvim, Hernani Pastor Barreto; mencionados são também os sócios João António Pacheco Leite, Joaquim da Silva Ferreira Monteiro, José António Pereira, Manuel Jesus de Sousa, José Baptista Vieira, Francisco Alves, Palmira Alves de Sá, Fernando Morgado, Arnaldo José M. de Barros, Bernardo dos Santos Ferreira, Alberto Pereira da Cruz, Cecília S. Correia Martins, José Leite Dias Machado, Manuel Esteves Campante, Antero José Barreto Faria e José de Oliveira Pinto,
Processo enquadrado no tema "direito de resposta". O processo inclui: exposição de Maria de Sousa Lima Barbosa Braga, com anexos; correspondência trocada entre o Conselho de Imprensa, o director de "O Comércio do Porto", e a queixosa; relatório e parecer do relator; propostas; deliberação aprovada no plenário do Conselho de Imprensa do dia 21/12/1987; recortes de imprensa. Relator: João Cordeiro Pereira. O Processo inclui, ainda, cópia de um ofício dirigido pelo Conselho de Imprensa ao Procurador-Geral da República acerca da "situação ilegal do director de informação da Agência Lusa de Informação", o jornalista Alberto Carvalho.
Os habilitantes pretendem receber, como únicos herdeiros, a herança deixada por seu marido e pai Paulo Ferreira, filho de Martinho Francisco e de Maria Ferreira, natural de São Pedro de Merelim, Braga, falecido em Luanda, Angola. Justificação proveniente de Braga Escrivão: Francisco da Silva Braga.
A acção prende-se com como únicos herdeiros de sua mulher e mãe, a herança que lhe fora deixada por seu irmão, cunhado e tio materno dos justificantes, Domingos Rodrigues Machado, filho de Diogo Machado e de Maria Francisca, natural de Braga, solteiro e falecido em Paraíba do Norte em 1795. Braga. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Contém os autos de justificação de faternidade com o seu irmão Caetano José Braga, clérigo inminoribus. Contém: carta de publicação às freguesias, secreta moribus, comissão moribus.
Contém o inventário dos bens móveis e imóveis do Colégio da Ordem dos Ermitas Calçados de Santo Agostinho. A 22 de Maio de 1822, foi nomeado pelos religiosos da comunidade o padre frei João de Alpoim, como cabeça de casal e língua. A 23 de Maio de 1834, Dr. João Nuno Silvério Cerqueira Gomes e Lima, corregedor e provedor interino, João Batista Dias, escrivão, João Manuel Afonso, oficial da vara, Manuel Joaquim Pereira de Mesquita deram início à inventariação. Integra a descrição da vasta livraria - livros e manuscritos. Contempla a descrição e avaliação dos objetos do comum do Convento (dormitórios, casa de barbear, cela reitoral, livraria, lampiões dos corredores, relógio, adega, despensa, refeitório, cozinha, sinetas, entre outros). Inclui a descrição do cartório, dívidas ativas e passivas, encargos pios e legados, prédios rústicos e urbanos - Quinta de São João Batista de Semelhe -, título dos foros e pensões, certidão de padrões, juros reais, nascente de água, entre outros. Reúne autos de arrematação, e os apensos seguintes: - perguntas feitas aos religiosos; - descrição e avaliação do edifício do Convento; - casas do campo da vinha; - cerca; - Quinta de Semelhe; - foros e pensões; - mina e água no sítio das Sete Fontes (subúrbios da cidade de Braga), - protesto que a madre abadessa e religiosas do Convento dos Remédios da cidade de Braga feito a fim de lhes ser pago o que deram a juro aos religiosos; - entre outros. Contém o inventário da Igreja do Convento, objetos do culto Divino, paramentos, entre outros.
Testamento de mão comum de Manuel Severino da Silveira e Almeida e de sua mulher Maria José da Costa Braga, Proprietários, moradores na Praça Grande da cidade de Évora. Fizeram um ao outro testamenteiro do que primeiro falecer. O tabelião foi Manuel Joaquim Ribeiro da Silva.
Exequente: O Ministério Público Executado: José, filho de Manuel António da Rocha Braga e de Antónia Gonçalves, natural da freguesia de Merufe da comarca de Monção, morador no lugar de Carris da dita freguesia, lavrador, de 20 anos de idade. Motivo: por falta injustificada de comparência à Junta Distrital de Inspeção, tendo sido ordenados contra ele mandados de captura.
Morador em: Porto. Procuração passada a Francisco José Machado e Domingos José Machado Guimarães, residentes em Pernambuco (Brasil). A acção prende-se com a liquidação das contas que o primeiro marido da justificante, António Luís Neves, falecido no Brasil, tinha com João Evangelista Pereira. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Autor: sócio de Salvador de Sousa Braga, interessados nos navios "Nossa Senhora do Rosário, Prazeres e Almas" e "Espírito Santo, Pensamento Feliz". A acção prende-se com a dissolução da sociedade, em Pernambuco (Brasil), e respectiva apresentação das contas dos fretes.
A fotografia foi realizada no âmbito das funções que o arquiteto tinha no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais.
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
Faz parte de um núcleo da coleção do autor que representa olhares estrangeiros sobre Portugal. Na década de 90 (séc. XX) Frédéric Bellay trabalhou intensamente em Portugal, sobretudo ao longo da costa, tendo produzido centenas de imagens de grande impacto estético que constituem simultaneamente um documento importante sobre a costa portuguesa dos anos 90.
Faz parte de um núcleo da coleção do autor que representa olhares estrangeiros sobre Portugal. Na década de 90 (séc. XX) Frédéric Bellay trabalhou intensamente em Portugal, sobretudo ao longo da costa, tendo produzido centenas de imagens de grande impacto estético que constituem simultaneamente um documento importante sobre a costa portuguesa dos anos 90.