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Contém o inventário dos bens móveis e imóveis da Casa do Hospício - pertencente ao extinto Mosteiro de Tibães. A 10 de julho de 1834, o Dr. João Nuno Silvério Cerqueira Gomes e Lima, corregedor, o escrivão, o meirinho, o fiscal Manuel Joaquim Pereira de Mesquita, frei José Maria Coelho Brandão, cabeça do Casal, entre outros, procederam à inventariação. Inclui a certidão da descrição e avaliação do Hospício dos frades beneditinos, no sítio do Campo da Vinha, junto à rua do Lameiro, da cidade de Braga, bem como anexos, prédios rústicos, e confrontações com a Quinta do Armão, entre outros. Contempla ainda a descrição de móveis, do pano da porta do Oratório, sendo que as "mais coisas que existiam no mesmo Hospício constam foram extraviadas pela tropa que ali foi aquartelada, e não se sabe aonde existam".
Monsaraz, Évora, Lisboa. Teresa Máxima do Carmo, João Batista Lopes da Costa Braga, Rita Teresa do Carmo Máxima, José Maria Lobo, padre José Severino da Silva, Melo Neiva e Companhia. Treslado do original datado de 20 de outubro de 1822.
Inventariado: José Gaspar Sotomaior de Carvalho Braga, morador que foi na freguesia de Calvelo, Ponte de Lima; Inventariante: Maria Isabel Castro e Silva Bacelar, morador na freguesia de Calvelo, Ponte de Lima.
Inventariados: Bernardo Fernandes Braga e mulher, Maria Joaquina, moradores que foram em Campinho, freguesia de Correlhã, Ponte de Lima; Inventariante: Manuel Coelho Bezerra, morador em Campinho, freguesia de Correlhã, Ponte de Lima.
Inventariada: Maria Rosa Fernandes Braga de Páris, casada com o inventariante, moradora que foi na Vila de Monção, falecida em 15 de setembro de 1918; Inventariante: Manuel Augusto Lúcio de Páris, o viúvo, morador na Vila de Monção.
Contém o parecer do vice-presidente Henrique Gomes da Silva sobre o pedido da Câmara Municipal de Braga que pretende utilizar o terreno junto à Torre de Menagem para parque de estacionamento de automóveis ligeiros.
Parecer do relator Henrique Tavares sobre o processo enviado pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais relativo à zona de protecção da Capela de Nossa Senhora da Conceição de Braga.
Série Composta por documentos diversos referentes à Secção Distrital de Braga do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, nomeadamente a Relação dos sócios bem como o Projeto do Regulamento desta Secção.
Projeto de Reforma do Estatuto da União dos Farmacêuticos de Braga. Contém proposta para modelo de diploma de sócio. O documento contém várias rasuras, correções e aditamentos colados aos artigos propostos.
Filiação: Francisco de Paula de Araújo Braga e Joana Adelaide Ferreira Conde Naturalidade: freguesia de Moimenta da Raia; concelho de Vinhais; distrito de Bragança Idade: 32 anos Destino: Rio de Janeiro Acompanhante: Francisca
600 reais, em satisfação das rendas das judiarias e mourarias dessa cidade, assentados no almoxarifado de Guimarães e pagos pelas sisas da cidade Braga, aos quarteis do ano. Pero Gomes a fez.
Compreende a correspondência trocada com a Comissão Distrital, a Câmara Municipal, o Governador Civil e diversas entidades do Distrito de Braga. Integra ofício de consulta relativa ao de ficheiro político do país (1965).
O cabido queixa-se das grandes dificuldades porque passam os habitantes da cidade de Braga e apela para a necessidade da rápida provisão de alguns funcionários laicos e eclesiásticos.
Contém um requerimento e ofícios do Chefe do Gabinete do Ministério da Cultura para o Chefe do Gabinete do Ministro da Educação e para Maria Rita Esquivel Braga Costa.
Naturalidade: Porto. Irmãs: D. Joana Narcisa de Almeida Pimentel, casada com Agostinho Alão de Morais Pimentel, D. Teresa Felícia de Almeida e Silva, casada com o desembargador Francisco António da Silva e Almeida. Filiação: Francisco Martins Braga e D. Maria Joana Rodrigues de Almeida. A ação prende-se com as heranças de seus pais falecidos no Porto (1779-1776), Das heranças constam vários bens no Brasil. Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Inventariados: José António Fernandes Braga e mulher, Matilde da Graça, moradores que foram na vila de Monção, ele falecido em 10 de abril de 1887 e ela em 16 de junho de 1887, ele sem testamento e ela com testamento. Inventariante: Damião Fernandes Braga, filho dos inventariados, morador nna vila de Monção. Filhos: Umbelina Fernandes, de 44 anos, casada com João Fernandes Baixinho; Maria Rosa Fernandes, viúva, de 42 anos; Joaquina Fernandes, de 38 anos, casada com Manuel Fernandes; Damião Fernandes Braga, de 34 anos, casado com Rosa Pereira; José Joaquim Fernandes Braga, de 32 anos, casado com Maria da Conceição Fernandes; Lino José Fernandes Braga, de 30 anos, casado com Rosa Maria Fernandes Pinto; Carolina Fernandes, casada que foi com Narciso José Fernandes, já falecida, com filhos (João Fernandes, de 24 anos, casado com Silvina Leonor Fernandes Baixinho; José António Fernandes, de 22 anos, solteiro, morador nos Arcos de Valdevez; António Fernandes, de 19 anos, solteiro; Matildes Fernandes, de 17 anos, solteira; Umbelina Rosa Fernandes, de 15 anos, solteira; Maria da Conceição Fernandes, de 13 anos); Ana Fernandes, casada que foi com António Fernandes Lopes, já falecida, e ele morador em Braga, com filhos (José António Fernandes Lopes, solteiro, de 16 anos; Matilde Fernandes Lopes, de 14 anos; Maria dos Prazeres Fernandes Lopes, de 10 anos; António fernandes Lopes, de 8 anos; Umbelina Fernandes Lopes, de 7 anos; Ana Fernandes Lopes, de 6 anos; Rosa Fernandes Lopes, de 4 anos).
Cópia de Diploma de Sócio Honorário do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos atribuído a Guilherme Braga da Cruz em harmonia com a resolução da Assembleia Geral deste organismo.
A ação prende-se com a herança de seu irmão e tio Manuel Gonçalves Ramos, falecido na Ilha Grande, Brasil. Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Livro de Registo de Sócios da União dos Farmacêuticos do Distrito de Braga inscritos entre 31 de maio de 1927 a 25 de setembro de 1927. Livro manuscrito, apresenta listagem de sócios organizada por concelho com indicação do número de ordem, nome do sócio, local da farmácia e data de inscrição. Concelho de Amares: António Almeida, Augusto Marques Rego, Francisco Xavier Loureiro. Concelho de Barcelos: Antero Faria, António C. Carvalho Queiroz, Avelino Aires Duarte, Carlos Ramos, Francisco José da Silva Ferraz, Francisco António Barbosa Lamela, João Pacheco Leite, José da Costa, Plácido Elias Barbosa Lamela. Concelho de Braga: Adelino José da Silva, Alberto Coelho Nogueira, Alberto Pereira da Cruz, Álvaro Augusto Ferreira Pipa, Amarino Pereira Castilho, António Maria da Cunha Barbosa, António Rodrigues Pereira Veiga, Artur Carneiro Leite Lisboa, Augusto Moreira de Castro, Casimiro Gonçalves da Silva, Cecília Correia Martins, Domingos José de Sousa Gomes, Ernesto Vasconcelos Peixoto de Morais, Ester C. Reis Cardoso Teixeira, Fernando Morgado, Francisco Augusto Alvim, Francisco Gomes, Geraldo Brito, Hilário de Lima, José António Vieira dos Santos, José Fernando de Macedo, José Martins de Abreu, Manuel Coelho de Oliveira Gomes, Manuel Joaquim de Paiva, Manuel José Gomes Coelho, Manuel Soares Correia, Saúl Alírio Pereira. Concelho de Cabeceiras de Basto: Arnaldo José Miranda de Barros, Franklim Vaz, J. Moutinho. Concelho de Celorico de Basto: António Alves Dias. Concelho de Esposende: João Monteiro da Cunha Azevedo. Concelho de Fafe: Avelino Fernandes de Castro, José Leite da Silva. Concelho de Guimarães: Alfredo A. Leão Martins, Elisa Dias Leite Machado, Francisco Alves, Francisco José Barbosa, Henrique Gomes, Joaquim da Silva Monteiro, José António Pereira, José Dias Pereira de Lemos, José Leite Dias Machado, Manuel António Esteves Campante, Manuel de Jesus e Sousa, Rodrigo José Leite Dias. Concelho de Póvoa de Lanhoso: António Inácio Vieira, José Baptista Vieira, José Narciso da Fonseca Oliveira, Manuel J. de Matos Vieira. Concelho de Terras de Bouro: Alvim Barroso. Concelho de Vieira: Avelino Freitas, Zeferino Rego. Concelho de Vila Nova de Famalicão: Abílio Ferreira de Carvalho, Abílio Gomes Ferreira da Costa, Alberto Ferreira, António Magalhães Brandão, Higino Ferreira Veloso, Jaime Valongo, João Ferreira de Matos, Joaquim José Oliveira, Maria Leonor Valongo, Miguel Couceiro, Rodrigo Carvalho Ferreira (?). Concelho de Vila Verde: Alberto Joaquim da Costa Machado Vilela, António José Rodrigues Pereira, João José da Mota, Jorge Carlos Antunes Gomes. Concelho de Ponte de Lima: Fernando Oliveira, Francisco Pereira Campos, José Cândido Silva Ramalho, José Mendes da Costa Júnior, Júlio Faria Cerqueira, Júlio José de Brito. Concelho de Arcos de Valdevez: Artur Barreiros, Camilo Pereira Sampaio, José Magalhães. Concelho de Caminha: Manuel Rodrigues Pires, Maria Torres. Concelho de Monção: Aníbal Araújo, José Figueiredo, José Gomes Pereira Moreira. Concelho de Paredes de Coura: Etelvina Oliveira Ribeiro. Concelho de Ponte da Barca: João Evangelista Gonçalves Ferreira, Olímpia Sarmento. Concelho de Valença: António Augusto Miranda, Augusto Carvalho. Concelho de Viana: António Marques Paulo Santos, Artur de Almeida, Gaspar Peres de Castro, Gaspar Simões Viana, Joaquim da Apresentação Pereira Ribeiro, José de Araújo Moreira, Narciso dos Santos Barbosa, Tomás Simões Viana. Concelho de Vila Nova de Cerveira: António José Cerqueira. Concelho de Póvoa de Varzim: António Alberto da Silva, António Gonçalves Vieira, Eugénio E. Carvalhal, Henrique Teles de Vasconcelos, Joaquim Cardoso, Leopoldino Almeida Rainha, Manuel Joaquim Gomes de Lemos Júnior, Paulino da Silva Ramalho. Outras localidades: José Alves de Freitas (Murça), José Bento Marques (Macedo de Cavaleiros), José Estevam de Morais Sarmento (Mirandela), Luís António Monteiro (Alijó).
A fotografia poderá estar relacionada com as funções de arquiteto que Octávio Lixa Filgueiras exercia no Gabinete de Estudos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais (Ministério das Obras Públicas).
O Convento foi extinto em 30 de Junho de 1883 por morte da última religiosa. O Convento foi fundado em 1625, por Geraldo Gomes, cónego da Sé de Braga, e por seu irmão Francisco Gomes, abade de Santa Maria de Adoufe, comarca de Vila Real. O terreno onde estava edificado o Convento e o campo fronteiro ao mesmo, chamado das Freiras, eram foreiros à Quinta do Avelar. A avaliação e descrição do edifício foi executada a partir de 23 de Julho de 1858, na presença da madre abadessa D. Maria Adelaide do Sacramento, vigária D. Josefa Casimira da Conceição, da escrivã D. Maria Ermelinda, do desembargador e vigário geral do arcebispado de Braga e primaz Manuel António Alves Pereira, e de Manuel de Faria Vivas, funcionário da Repartição da Fazenda do distrito de Braga. Contém inventários de descrição de avaliação de bens imóveis (rústicos e urbanos), e dos bens móveis, de foros, prazos, alfaias e objectos preciosos de culto e profanos, mobiliários, do cartório, mapas de seculares, de despesa. Contém também ofícios, a conta do funeral da última religiosa, entre outros. No cartório constavam inscrições de assentamento da Junta do Crédito Público, padrões de juro, livros: tombos dos foros e pensões, tombo do Mosteiro de Monção, dos foros, rendas, censos e pensões, livro da cobrança de foros e pensões, de despesa, de receita e despesa, da cópia de escrituras de emprazamento de várias propriedades, entre outros. Em 1883, o edifício do Convento de Nossa Senhora da Conceição do Resgate de Braga, da Ordem de São Francisco, situado na Rua de São Geraldo, freguesia de São Tiago da Cividade, foi concedido por Carta de Lei de 19 de Maio de 1880, ao Colégio da Regeneração da cidade de Braga, com a igreja e alfaias, a cerca e mais dependências. Tratava-se de um estabelecimento de beneficência, destinado a pessoas do sexo feminino extraviadas e sem meios de subsistência. A padroeira principal era a Virgem Santíssima sob a invocação de "Refúgio dos Pecadores", e a padroeira secundária era Santa Maria Madalena. Os seus estatutos foram aprovados, quer pelo governador civil do distrito de Braga, o bacharel Luís Cardoso Martins da Costa Macedo, visconde de Margaride, quer pelo arcebispo primaz de Braga, D. José Joaquim de Azevedo e Moura, em 27 de Maio de 1874. Depois da referida aprovação, a "Casa do Abrigo" passou a denominar-se "Colégio de Regeneração" que primitivamente, tivera as suas instalações na Casa do Areal, passando para a Casa da Armada, freguesia de São Vitor, em 1871. Em 1874, o Colégio mudou-se para a Casa do Avelar de Baixo, na Rua dos Pelames, n.º 74 e, finalmente, quando o Convento foi extinto em 1883, e o edifício foi cedido à direcção do Colégio, por Portaria do Ministério da Justiça de 14 de Maio de 1879, estabeleceu-se no mesmo, tendo a direcção tomado posse a 3 de Julho. A comissão protectora era constituída pela viscondessa de Pindela (Braga), marquesa de Monfalim e Terena (Porto), condessa de Rio Maior, D. Isabel e D. Teresa de Saldanha de Oliveira e Sousa (Lisboa), entre outras. No referido colégio aprendiam-se diversos ofícios. Contém ainda documentos de 1904-1909, relativos ao Colégio da Regeneração instalado no convento após extinção do mesmo, nomeadamente um desdobrável intitulado "O Colégio de Regeneração de Braga na Exposição de Cristal Portuense em 1897"; os livros: o "Relatório do Colégio da Regeneração". Braga: 1904-1908. 19 p., e a "Memória Histórica do Colégio de Regeneração Braga", por Alberto Pinheiro Torres, director da Casa de Correcção do distrito do Porto. Braga: Tipografia a Vapor de J. M. de Sousa Cruz; 1905. 78 p.
As fotografias 000662 a 000673 foram tiradas numa visita de José Gouveia e família (a mulher Aidinha, o filho José Manuel, os pais José e Zélia) a tia Aurora na sua quinta de Tamel. Nesta estadia foram passear a Braga, Barcelos e Viana do Castelo.
Músicos compositores de valsas populares. Carlos Augusto Alves Braga (1842-1888) foi o 2º marido da bisavó materna de Mécia Sena. Francisco Freitas Gazul (1842-1925) foi professor, compositor, violoncelista, contrabaixista e maestro. Joaquim José Garcia Alagarim (1830-1897) foi professor de violino no Conservatório Real de Lisboa; chefe da orquestra da Sé.
Músicos compositores de valsas populares. Carlos Augusto Alves Braga (1842-1888), com o violoncelo, foi o 2º marido da bisavó materna de Mécia Sena, Maria do Rosário Pires. Francisco Freitas Gazul (1842-1925) foi professor, compositor, violoncelista, contrabaixista e maestro. Joaquim José Garcia Alagarim (1830-1897) foi professor de violino no Conservatório Real de Lisboa; chefe da orquestra da Sé.
Músicos compositores de valsas populares. Carlos Augusto Alves Braga (1842-1888), primeiro da esquerda em cima, foi o 2º marido da bisavó materna de Mécia Sena. Francisco Freitas Gazul (1842-1925) foi professor, compositor, violoncelista, contrabaixista e maestro. Joaquim José Garcia Alagarim (1830-1897) foi professor de violino no Conservatório Real de Lisboa; chefe da orquestra da Sé.
Testamento de mão comum de Francisco José da Costa Braga e de sua mulher Antónia Benedita, moradores na rua do Paço, da cidade de Évora. Fizeram um ao outro testamenteiro do que primeiro falecer. O tabelião foi Francisco Joaquim Rodrigues e Silva.
Nome do esposo: José Pedro Braga Passaporte Naturalidade: Évora (Sé) Idade: 21 anos Filiação: António Pedro Passaporte e Mónica Arsénia Passaporte, naturais de Évora (Sé) Profissão: Comerciante Nome da esposa: Helena Maria Carreta Naturalidade: Fronteira Idade: 27 anos Filiação: João Alves Carreta e Teresa de Jesus Gadé, naturais de Fronteira Profissão: Doméstica
AA: Manuel de Passos Braga, casado, comerciante, da cidade de Viana do Castelo RR: Luís Fernandes, barbeiro, da mesma cidade. Trata-se de uma acção julgada segundo o Decreto de 29 de Maio de 1907, destinada à liquidação de uma dívida 3$00 escudos, proveniente de uma compra a crédito de um relógio de mesa. Tipologia e suporte: Manuscrito, original
Inventariada: Maria das Dores Pereira Braga, viúva de José Viriato dos Reis Lemos, moradora que foi na vila de Ponte de Lima, falecida em 9 de janeiro de 1887, sem testamento; Inventariante: Miguel Roque dos Reis Lemos, sogro da inventariada, morador na vila de Ponte de Lima. Filhos: Júlio, de 7 anos; Dâmaso, de 5 anos; Adelaide Adélia, de 4 anos.
Parecer favorável do Vogal Armando de Lucena - na sequência do solicitado pelo Padre João Manuel de Barros - para que se proceda, na Oficina do Museu de Arte Antiga, ao restauro de um quadro de autoria de Josefa de Óbidos, pertencente à Igreja dos Congregados, de Braga.
A acção prende-se com receber como herdeiras, as duas primeiras a herança de seu tio paterno José Gonçalves dos Santos, filho de António Gonçalves Ramada e de Maria dos Santos, também natural de Canidelo, falecido no Rio de Janeiro (1804), sendo a última legatária; Escrivão Francisco da Silva Braga.
Profissão: negociantes em Lisboa. Administradores de José de Matos Girão, falecido. Procuração passada a Manuel Coelho Moreira, José Ribeiro de Figueiredo e Francisco José de Brito, residentes na Baía, Brasil. A ação prende-se com a cobrança e arrecadação de uma dívida a pagar pela herança de António Ferreira de Azevedo, falecido na Baía, Brasil. Testamenteiro: Francisco António Pinto. Escrivão: Francisco da Silva Braga.
O justificante pretende receber em nome dos seus constituintes, Manuel da Costa e António da Costa, a herança que lhes fora deixada por seu tio Manuel da Costa, falecido em Benguela, Angola. Justificação proveniente de Lisboa Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Contém a cópia de um extrato do inventário dos bens móveis e imóveis do suprimido Hospício. Inclui a descrição e avaliação de mobiliário, bem como das Casas Torres, situadas no Campo de Santa Ana na cidade de Braga, que serviram de hospício da extinta Colegiada de Vilar de Frades.
Contém os autos de justificação de faternidade com o seu irmão o padre José Ferreira Braga. Contém: carta de publicação às freguesias, secreta moribus, carta comprovativa de ordens em latim e em pergaminho.
FERREIRA, José AUGUSTO - O célebre Arcebispo de Compostela D. Diogo Gelmires, em Braga e na Correlhã, no ano de 1102. In Almanaque Ilustrado "O Comércio do Lima". Ponte de Lima: [s.n.]. N.º 6 (1924), p. 114-118.
Livro feito e ordenado na Torre do Tombo pelo licenciado Gaspar Álvares de Louzada Machado, reformador dos padroados da Coroa. Foi encadernado em 1740. É relativo às vigairarias de Braga, Valença, Chaves, Vila Real e Torre de Moncorvo.
Apontamentos assinados poe Simão Lopes de Melo. Lanços de João Fagundes, Luís António e Estevão da Silva. Certidão passada pelo pintor de Braga, Jerónimo Rocha sobre o trabalho produzido.