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O papa Pio V, a instâncias do rei de Portugal, erigiu e instituiu a Congregação de todos os mosteiros da Ordem de São Bento, outra dos mosteiros da Ordem de Cister, e outra de todos os mosteiros da Ordem de Santo Agostinho, que a elas foram unidos e incorporados, suprimindo as abadias perpétuas que ao vagar passaram a ser ocupadas por abades trienais. A Congregação de São Bento de Portugal resultou do agrupamento dos mosteiros portugueses que seguiam a Regra de São Bento. Inspirava-se na Congregação espanhola de São Bento de Valladolid, fundada no século XV. A reforma iniciou-se com a nomeação de Frei Pedro de Chaves, reformador de Santo Tirso, como abade do Mosteiro de São Martinho de Tibães, pelo cardeal D. Henrique, como executor das bulas de reforma, designadamente "In eminenti" de 30 de Abril de 1566, e "Regimini Universalis Ecclesiae" de 13 de Agosto de 1567, tendo ele tomado posse do mosteiro em 1569 e presidido ao primeiro Capítulo Geral em 1570. Esta assembleia decidiu fazer de Tibães a «casa-mãe» da Congregação, ficando o seu abade simultaneamente como abade geral. O abade Geral da Congregação e abade de Tibães era eleito por três anos em Capítulo Geral (também trienal). Neste, elegiam-se igualmente os Definidores (que interpretavam oficialmente as Constituições e coadjuvavam o Geral), os visitadores dos mosteiros da Congregação e os abades de todos os mosteiros. O noviciado fazia-se em casas próprias para isso designadas, por tempo indeterminado, os estudos de Artes e de Teologia em colégios (a Teologia ensinava-se normalmente no colégio de São Bento de Coimbra) e o voto de estabilidade vinculava os monges à Congregação no seu conjunto e não, como acontecia até 1570, a qualquer um dos mosteiros. Os mosteiros antigos da Congregação foram os seguintes: São João Baptista de Arnóia, São Miguel de Bustelo, São João de Cabanas, Santa Maria de Carvoeiro, São Martinho de Cucujães, Salvador de Ganfei, Santa Maria de Miranda, São Romão do Neiva, Salvador de Paço de Sousa, Salvador de Palme, São João Baptista de Pendorada, Santa Maria de Pombeiro, São Miguel de Refojos de Basto, Santo André de Rendufe, Santo Tirso de Riba de Ave, Salvador de Travanca, São Bento de Coimbra, todos eles fundados antes de 1567. A Congregação tomou posse ainda dos mosteiros antigos de Arga e de São Cláudio, mas não conseguiu restaurá-los. Depois de 1570, fundou mais quatro em Portugal: São Bento da Saúde e Nossa Senhora da Estrela em Lisboa, São Bento da Vitória, no Porto, e São Bento dos Apóstolos, em Santarém; a partir de 1581, fundou vários mosteiros no Brasil: Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, e outros que, em 1827, formaram a Congregação de São Bento do Brasil. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Números 14 (dois exemplares) e 16 do boletim do Mosteiro Beneditino de Singeverga, "Mensageiro de São Bento".
Contém cartas e um bilhete-postal do padre Bento G. Rodrigues, remetidos de São Paulo para António Lino Neto. Predomina a informação sobre a Companhia de Jesus.
Rua Bento Carqueja onde pode ver-se o posto de gasolina da Shell e a Casa Africana (agência oficial da Chevrolet no distrito de Aveiro).
Contém imagens do helicóptero que transportou o Papa Bento XVI, sobrevoando o Monumento a Cristo Rei, decorado para o evento. Inclui ainda duas imagens de Bento XVI na varanda do edifício da Nunciatura Apostólica em Lisboa.
Reverendo Júlio Bento da Silva, restaurador da Igreja de Jesus. Aderiu à Igreja Lusitana em 1902, foi pregador licenciado, diácono em 1907 e presbítero em 1911.
Documento
Livro do rol das missas celebradas no Mosteiro de São Bento de Avé Maria da cidade do Porto, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por seis Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por António Gonçalves Pinto, Capelão das Religiosas de São Bento da Avé Maria da cidade do Porto. A fl. 1v. encontra-se um termo explicativo da forma como as missas devem ser aplicadas, conforme o § 1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Este termo foi redigido pelo Secretário da Irmandade, João Vieira Gomes de Carvalho, em 17 de Dezembro de 1802. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 18v.).
Texto datilografado e as provas tipográficas do discurso proferido por Guilherme Braga da Cruz na sessão solene de homenagem ao arcebispo-primaz de Braga, D. António Bento Martins Júnior, com o título "Sentido cristão duma homenagem. Discurso proferido na sessão solene comemorativa do 25º aniversário da ascensão de Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Dom António Bento Martins Júnior ao sólio primacial bracarense (Braga - 17 de Novembro de 1957)".
O Mosteiro de São Bento da Saúde de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem e Congregação de São Bento. Em 1581, os monges beneditinos que estavam instalados no Mosteiro de Nossa Senhora da Estrela de Lisboa, decidiram construir um novo edifício, na quinta da Saúde, também em Lisboa. Em 1598, foram iniciadas as obras, pelo Geral da Ordem Beneditina, frei Baltazar de Braga, segundo o projecto do arquitecto Baltazar Álvares. Em 1615, a 8 de Novembro, a comunidade transferiu-se para a quinta da Saúde. A invocação do Mosteiro teve a sua origem nesta nova residência, o qual viria a ser designado por São Bento de Lisboa ou por São Bento da Saúde de Lisboa. A partir de 1755, os monges foram obrigados a ceder uma parte das suas instalações para vários fins. De 1755 a 1856, e de 1769 a 1772, foi sede da Patriarcal de Lisboa. Em 1757, e nos anos seguintes, serviu de instalação à Academia Militar. Em 1796 e 1798, serviu de prisão de pessoas notáveis. Entre 1797 e 1801, serviu de instalação ao Batalhão de Gomes Freire de Andrade. Entre 1756 e 1990, acolheu o Arquivo da Torre do Tombo. Em 1822, os monges tiveram de abandonar o mosteiro, indo para o Mosteiro de São Martinho de Tibães de onde regressaram em 1823. Em 1833, abandonaram o edifício definitivamente quando este foi cedido para local de reunião das Cortes Constituintes. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Livro constituído por documentação relativa ao testamento deixado pelo Padre Bento de Sousa, Irmão da Irmandade dos Clérigos do Porto, natural da Freguesia de São Mamede de Valongo, assistente na Rua Direita de Santo Ildefonso, falecido em 1763-12-07.
O Mosteiro de São Bento da Avé Maria do Porto era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Foi fundado por iniciativa do rei D. Manuel, para recolher as monjas beneditinas de mosteiros rurais. Em 1518, foi iniciada a construção, nos terrenos cedidos pelo bispo do Porto, D. Pedro da Costa. Em 1527 ou 1528, terminaram as obras. Em 1536, em Janeiro, teve início a vida conventual com as comunidades vindas dos mosteiros de São Cristóvão de Rio Tinto, do Salvador de Tuías, do Salvador de Vila Cova das Donas (ou de Sandim) e de Santa Maria de Tarouquela. O projecto incluía também as monjas do Salvador de Vairão, mas estas recusaram a transferência. Em 1596, segundo acordo estabelecido com a Congregação de São Bento, dois terços dos rendimentos da mesa abacial do Mosteiro de São Martinho de Cucujães, foram unidos ao mosteiro de São Bento da Avé-Maria do Porto. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1892, o Mosteiro foi encerrado por morte da última religiosa.
Brochura com a indicação da sequência dos atos e celebrações na sagração de António Bento Martins Júnior como bispo de Bragança, cerimónia realizada na Sé de Braga.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
Inauguração do Busto de Bento Carqueja, no âmbito do centenário do seu nascimento. Na cerimónia estiveram presentes: Dr. Artur Correia Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, o conselheiro Dr. Albino dos Reis, presidente da Assembleia nacional, Dr. Ferreira da Silva, governador civil do distrito de Aveiro, Sr. F. Seara Cardoso (genro), diretor de O Comércio do Porto e os seus quatro bisnetos.
O Colégio de São Bento de Coimbra era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Foi fundado por Frei Diogo de Murça, monge jerónimo e comendatário do mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto, que em 1549 obteve bula papal para poder suprimir este mosteiro e com as suas rendas fundar três colégios em Coimbra, um da ordem de São Bento, outro da ordem de São Jerónimo e outro para colegiais pobres. O mosteiro de Refojos continuou, porém, a existir. O Colégio, incorporado na Congregação de São Bento desde o seu início, demorou anos a ser construído. A sua igreja foi sagrada em 1634. Em 1772, uma parte da cerca foi cedida à Universidade para aí se plantar o Jardim Botânico. Foi casa de estudos de Artes e de Teologia durante toda a sua existência. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Original da entrevista a Frei Bento Domingues, intitulada "Igreja Portuguesa tem falta de profetismo", publicada no Jornal da Madeira de 25 de fevereiro de 1996, contendo referência a Abel Varzim.
Instalação de saneamento na rua Bento Carqueja.
Bento Pereira do Carmo nasceu em Alenquer em 29 de Março de 1776, filho de Feliciano Pereira e Maria da Conceição. Em 1800, formou-se em Leis pela Universidade de Coimbra. Em 1806, a 15 de Junho foi nomeado juiz de fora de Ançã. Sendo político liberal, foi membro da Junta Governativa de Lisboa entre 1820 e 1821. Em 1828, esteve preso na Torre de São Julião da Barra. Em 1833, a 30 de Julho, foi nomeado presidente do Tribunal da Relação de Lisboa. Foi ministro do Reino durante a regência de D. Pedro IV, entre 23 de Abril e 24 de Setembro de 1834. Em 1845, morreu em Alenquer.
Percurso religioso: Júlio Bento da Silva aderiu à Igreja Lusitana em 1902 onde foi aluno do Curso Teológico do Dr. Harden, na Paróquia do Salvador do Mundo. Em 1907 foi instituído diácono, em 1911 foi ordenado presbítero da Congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra. Depois da Igreja de Jesus ser reconstituída como missão, reorganizando-se de novo como paróquia em 1909, então na Rua do Rato, ficou sob a liderança do Rev. Júlio Bento da Silva, que a dirigiu até à sua morte, em 1937.
Recorte de jornal não identificado com a publicação de uma carta de Bento XV, de 18 de Fevereiro de 1919, exortando os católicos portugueses para a obediência ao poder civil. Afirma-se ainda que a Igreja não devia “imiscuir-se nas facções, nem servir os partidos políticos”.
O Mosteiro de São Bento de Santarém era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Em 1571, foi fundado por iniciativa da infanta D. Maria, filha de D. Manuel, que ofereceu à Congregação de São Bento a ermida do Santo Cristo da Pastorinha, também chamada dos Doze Apóstolos. Só em 1581, se iniciou a vida comunitária, com a categoria de priorado, e dois ou três monges. Em 1587, foi reduzida a residência Em 1617, foi promovida a abadia. Teve sempre poucos monges. Também era desigado por Mosteiro de São Bento dos Apóstolos de Santarém. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Convites, programa, "ramalhete espiritual" e recortes de jornal que documentam as festas jubilares de D. António Bento Martins Júnior, a realizar nos dias 14 a 17 de novembro de 1957.
O Mosteiro de São Bento de Bragança era feminino, e pertencia à Ordem de São Bento, e estava sob jurisdição diocesana. Em 1590, foi fundado sob a invocação de Santa Escolástica, por iniciativa de Maria Teixeira. As primeiras religiosas que o habitaram vieram do Mosteiro do Salvador de Vairão. Em 1833, o noviciado foi fechado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1877, foi encerrado por morte da última religiosa.
O Mosteiro de São Bento da Vitória do Porto era masculino, pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Cerca de 1580 ou 1581, fora fundada uma residência, chamada Casa de São Mauro. Desde 1590, aí viviam monges da Ordem e Congregação de São Bento. Em 1583, foi fundado o convento, com autorização da Câmara do Porto. Em 1596, a comunidade constituiu-se condicionalmente, numa casa provisória. As obras de construção do edifício definitivo, situado na antiga judiaria, começaram mais tarde. Em 1598, foi obtida autorização do rei e do bispo D. Jerónimo de Menezes (1592-1600). Desde 1599, foi abadia. Entre 1599 e 1611, foram aplicadas a este mosteiro as rendas do mosteiro de São João Baptista de Pendorada. Entre 1809 e 1816, e entre 1827 e 1832, serviu de instalações ao Hospital Militar. Nesse ano, os monges tiveram de ceder todo o edifício ao exército, embora a comunidade só fosse oficialmente extinta em 1834. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Carro dos bombeiros voluntários na Rua Bento Carqueja.
Recorte de jornal não identificado com a publicação de uma carta do Papa Bento XV, de 29 de Abril de 1918, referindo-se à promulgação do código do Direito Canónico e às contrariedades vividas pela Igreja Católica em Portugal, sobretudo devido à Lei da Separação do Estado das Igrejas.
Reverendo Júlio Bento da Silva: documentos para pregador licenciado, instituição de diácono e ordenação de presbítero: carta de pregador licenciado; documentos para instituição de diácono: certidão de assento de batismo; atestado de habilitações teológicas conferido por John Harden; declaração formal de obediência canónica; declaração formal de crença nas sagradas escrituras; SIQUIS; certidão, proposta e atestado da Junta Paroquial da Igreja do Salvador.
O Mosteiro de São Bento de Viana do Castelo era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Em 1508, em Dezembro, existia um recolhimento de «beatas», junto à ermida de São Bento de Viana do Castelo, que foi aprovado pelo bispo de Ceuta, D. Francisco. Em 1545, transformou-se em mosteiro por iniciativa de um grupo de 37 leigos que patrocinaram a fundação de uma casa beneditina para religiosas não nobres (pois já existia no lugar, o mosteiro de Santa Ana para beneditinas nobres). Em 1546, a 30 de Abril, foi dada a licença pelo arcebispo de Braga. Em 1549, a 30 de Novembro, obteve-se a bula de confirmação de Paulo III. Em 1546, iniciou-se a vida monástica, com duas monjas vindas do mosteiro de Vitorino das Donas. As abadessas eram trienais, mas a primeira seria eleita por nove anos. Em 1833, o noviciado foi fechado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1891, o mosteiro foi encerrado por morte da última religiosa.
(Braga) Pedido de conselho a Guilherme Braga da Cruz sobre as obras de alargamento da igreja paroquial de São Cosme do Vale. Guilherme Braga da Cruz transmite o que apurou junto de José Nunes de Sá e sugere a consulta de um técnico para estudar a melhor solução. D. António Bento Martins Júnior informa que foi consultado o arquiteto [?] Bessa, mas que a comunidade optou por fazer obras no espaço que tinha disponível. Timbre: "Secretaria Arquiepiscopal".
Primeiro outorgante: António Bento Pereira Gandra. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Bento Navais.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Bento Navais.
Documento
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Bento Manuel Azevedo Teixeira Lopes.
Postal de João Queirós - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Ana Sofia Borges - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de João de Sá - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Máximo - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de André Costa - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Renato - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de João Manuel Guimarães - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Miguel Leite - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Ana Borges - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de Cristiana - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Alvará. Foro de Moço da Câmara. Filiação: Bento Tanano.
Testamento de Bento Rodrigues Alvariado.
Documentação reunida por Guilherme Braga da Cruz por ocasião da sua participação como orador na homenagem ao arcebispo-primaz de Braga, D. António Bento Martins Júnior, pela comemoração dos 25 anos da sua ascensão à arquidiocese de Braga, nos dias 14 a 17 de novembro de 1957. Carta circular, programa da homenagem, discurso original manuscrito para a sessão solene de homenagem e o jornal "Novidades", que documenta a homenagem.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento, concelho e distrito de Angra do Heroísmo, constando de: Igreja Paroquial de São Bento.
Carta de Padrão. Tença de 28$000 rs. Filiação: António Bento.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs e Hábito. Filiação: António Bento.
Certidão Negativa. Filiação: João da Silva Bento.
Certidão Negativa. Filiação: Bento Martins Lima.
A fotografia abrange os seguintes locais do concelho de Oliveira de Azeméis: Rua do Cruzeiro/Rua Bento Lopes/Largo Gemini/Escola Secundária n.º1 [Escola Industrial] /Escola Preparatória Bento Carqueja/Club de Ténis de Azeméis.
Ordens de pagamento com recibos integrados relativos aos ordenados auferidos pelo escriturário da companhia "Auxiliadora", Bento Alves da Silva.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento, distrito de Leiria, concelho de Porto de Mós, constando de: Capela da Chainça; Capela de Azelha.
Autor: Ministério Público Réu: Herminigildo Bento, Covais de Cima, fr. Salzedas, conc. Tarouca Queixoso: José Augusto, Covais de Cima, fr. Salzedas, conc. Tarouca