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Ofício da Clínica Geral Dr. Bento dos Santos Silva dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da informação de que a doente Maria da Conceição tinha necessidade de lhe ser feita uma radiografia ao tórax.
O papa Pio V, a instâncias do rei de Portugal, erigiu e instituiu a Congregação de todos os mosteiros da Ordem de São Bento, outra dos mosteiros da Ordem de Cister, e outra de todos os mosteiros da Ordem de Santo Agostinho, que a elas foram unidos e incorporados, suprimindo as abadias perpétuas que ao vagar passaram a ser ocupadas por abades trienais. A Congregação de São Bento de Portugal resultou do agrupamento dos mosteiros portugueses que seguiam a Regra de São Bento. Inspirava-se na Congregação espanhola de São Bento de Valladolid, fundada no século XV. A reforma iniciou-se com a nomeação de Frei Pedro de Chaves, reformador de Santo Tirso, como abade do Mosteiro de São Martinho de Tibães, pelo cardeal D. Henrique, como executor das bulas de reforma, designadamente "In eminenti" de 30 de Abril de 1566, e "Regimini Universalis Ecclesiae" de 13 de Agosto de 1567, tendo ele tomado posse do mosteiro em 1569 e presidido ao primeiro Capítulo Geral em 1570. Esta assembleia decidiu fazer de Tibães a «casa-mãe» da Congregação, ficando o seu abade simultaneamente como abade geral. O abade Geral da Congregação e abade de Tibães era eleito por três anos em Capítulo Geral (também trienal). Neste, elegiam-se igualmente os Definidores (que interpretavam oficialmente as Constituições e coadjuvavam o Geral), os visitadores dos mosteiros da Congregação e os abades de todos os mosteiros. O noviciado fazia-se em casas próprias para isso designadas, por tempo indeterminado, os estudos de Artes e de Teologia em colégios (a Teologia ensinava-se normalmente no colégio de São Bento de Coimbra) e o voto de estabilidade vinculava os monges à Congregação no seu conjunto e não, como acontecia até 1570, a qualquer um dos mosteiros. Os mosteiros antigos da Congregação foram os seguintes: São João Baptista de Arnóia, São Miguel de Bustelo, São João de Cabanas, Santa Maria de Carvoeiro, São Martinho de Cucujães, Salvador de Ganfei, Santa Maria de Miranda, São Romão do Neiva, Salvador de Paço de Sousa, Salvador de Palme, São João Baptista de Pendorada, Santa Maria de Pombeiro, São Miguel de Refojos de Basto, Santo André de Rendufe, Santo Tirso de Riba de Ave, Salvador de Travanca, São Bento de Coimbra, todos eles fundados antes de 1567. A Congregação tomou posse ainda dos mosteiros antigos de Arga e de São Cláudio, mas não conseguiu restaurá-los. Depois de 1570, fundou mais quatro em Portugal: São Bento da Saúde e Nossa Senhora da Estrela em Lisboa, São Bento da Vitória, no Porto, e São Bento dos Apóstolos, em Santarém; a partir de 1581, fundou vários mosteiros no Brasil: Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, e outros que, em 1827, formaram a Congregação de São Bento do Brasil. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Documento
O Mosteiro de São Bento da Saúde de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem e Congregação de São Bento. Em 1581, os monges beneditinos que estavam instalados no Mosteiro de Nossa Senhora da Estrela de Lisboa, decidiram construir um novo edifício, na quinta da Saúde, também em Lisboa. Em 1598, foram iniciadas as obras, pelo Geral da Ordem Beneditina, frei Baltazar de Braga, segundo o projecto do arquitecto Baltazar Álvares. Em 1615, a 8 de Novembro, a comunidade transferiu-se para a quinta da Saúde. A invocação do Mosteiro teve a sua origem nesta nova residência, o qual viria a ser designado por São Bento de Lisboa ou por São Bento da Saúde de Lisboa. A partir de 1755, os monges foram obrigados a ceder uma parte das suas instalações para vários fins. De 1755 a 1856, e de 1769 a 1772, foi sede da Patriarcal de Lisboa. Em 1757, e nos anos seguintes, serviu de instalação à Academia Militar. Em 1796 e 1798, serviu de prisão de pessoas notáveis. Entre 1797 e 1801, serviu de instalação ao Batalhão de Gomes Freire de Andrade. Entre 1756 e 1990, acolheu o Arquivo da Torre do Tombo. Em 1822, os monges tiveram de abandonar o mosteiro, indo para o Mosteiro de São Martinho de Tibães de onde regressaram em 1823. Em 1833, abandonaram o edifício definitivamente quando este foi cedido para local de reunião das Cortes Constituintes. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Mosteiro de São Bento da Avé Maria do Porto era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Foi fundado por iniciativa do rei D. Manuel, para recolher as monjas beneditinas de mosteiros rurais. Em 1518, foi iniciada a construção, nos terrenos cedidos pelo bispo do Porto, D. Pedro da Costa. Em 1527 ou 1528, terminaram as obras. Em 1536, em Janeiro, teve início a vida conventual com as comunidades vindas dos mosteiros de São Cristóvão de Rio Tinto, do Salvador de Tuías, do Salvador de Vila Cova das Donas (ou de Sandim) e de Santa Maria de Tarouquela. O projecto incluía também as monjas do Salvador de Vairão, mas estas recusaram a transferência. Em 1596, segundo acordo estabelecido com a Congregação de São Bento, dois terços dos rendimentos da mesa abacial do Mosteiro de São Martinho de Cucujães, foram unidos ao mosteiro de São Bento da Avé-Maria do Porto. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1892, o Mosteiro foi encerrado por morte da última religiosa.
Bento Pereira do Carmo nasceu em Alenquer em 29 de Março de 1776, filho de Feliciano Pereira e Maria da Conceição. Em 1800, formou-se em Leis pela Universidade de Coimbra. Em 1806, a 15 de Junho foi nomeado juiz de fora de Ançã. Sendo político liberal, foi membro da Junta Governativa de Lisboa entre 1820 e 1821. Em 1828, esteve preso na Torre de São Julião da Barra. Em 1833, a 30 de Julho, foi nomeado presidente do Tribunal da Relação de Lisboa. Foi ministro do Reino durante a regência de D. Pedro IV, entre 23 de Abril e 24 de Setembro de 1834. Em 1845, morreu em Alenquer.
O Colégio de São Bento de Coimbra era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Foi fundado por Frei Diogo de Murça, monge jerónimo e comendatário do mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto, que em 1549 obteve bula papal para poder suprimir este mosteiro e com as suas rendas fundar três colégios em Coimbra, um da ordem de São Bento, outro da ordem de São Jerónimo e outro para colegiais pobres. O mosteiro de Refojos continuou, porém, a existir. O Colégio, incorporado na Congregação de São Bento desde o seu início, demorou anos a ser construído. A sua igreja foi sagrada em 1634. Em 1772, uma parte da cerca foi cedida à Universidade para aí se plantar o Jardim Botânico. Foi casa de estudos de Artes e de Teologia durante toda a sua existência. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Convento de São Bento de Avis era masculino e pertencia à Ordem Militar de Avis. O reino de Portugal, fundado na primeira metade do século XII, foi contemporâneo das Cruzadas do Oriente, nasceu e consolidou-se no contexto da cruzada contra os Mouros, ou Reconquista Cristã, em que participaram ordens religiosas cuja função era expulsar os muçulmanos da Península Ibérica. Em 1158, foi fundada a Ordem de Calatrava com o auxílio do rei Sancho III de Castela, adoptando a regra de São Bento e a Constituição da Ordem de Cister. Daquela viria a nascer a Ordem de São Bento de Avis, como braço autónomo no reino de Portugal, . Para alguns autores, terá sido instituída em Coimbra, entre 1139 e 1147, lugar da elaboração dos primeiros estatutos, datados de 13 de Agosto de 1162. Depois da conquista de Évora, D. Afonso Henriques doou-a aos freires, para que a povoassem. Os cavaleiros receberam a Regra e as Constituições da Ordem de Calatrava, passando a ser designados por Freires de Santa Maria de Évora, Milícia de Santa Maria de Évora, Milícia de Évora da Ordem de Calatrava. O mestrado foi entregue a D. Pedro Afonso, filho ilegítimo do rei. Cerca de 1223-1224, a sede da Ordem foi deslocada para Avis, sendo mestre Fernão Rodrigues Monteiro, e aí permaneceu. Por volta de 1363, o mestrado foi entregue pelo rei D. Pedro I a D. João, seu filho bastardo, declarado rei pelas Cortes de Coimbra de 1385, sendo o mestrado da Ordem integrado na coroa de Portugal. D. João I, mestre de Avis, separou a Milícia de Avis da Ordem de Calatrava, passando aquela a ser designada por Ordem de São Bento de Avis. Em 1412, a 15 de Dezembro, recebeu novos estatutos, confirmados pelo rei em Montemor-o-Novo, a 13 de Outubro de 1421 e, novamente, em 1469, a 26 de Janeiro. Em 1415, as Ordens de Avis e de Cristo estiveram presentes na conquista de Ceuta. Em 1437, a Ordem participou no ataque a Tânger, ficando o mestre, o infante D. Fernando, detido desde 1434 até 1443, ano em que faleceu. O mestrado foi entregue ao filho mais velho do regente D. Pedro, Duque de Coimbra. De 1491 a 1550, os mestrados das Ordens de Santiago e de Avis estiveram confiados a D. Jorge de Lencastre, filho bastardo de D. João II. Em 1515, celebrou-se um Capítulo Geral em Setúbal. Em 1551, a 30 de Novembro, reinando D. João III, pela bula "Praeclara clarissimi" do papa Júlio III, foram anexados "in perpertuum" os mestrados de todas as Ordens à coroa, com excepção do Priorado do Crato, que dependia de uma Ordem estrangeira. A citada bula permitia aos membros da Ordem dispor livremente dos seus bens, apesar do voto de pobreza. A admissão à Ordem estava reservada aos membros da nobreza, condição confirmada num decreto de 1604. Em 1564, por breve do papa Pio IV, obtido pela Mesa da Consciência e Ordens, foi iniciada a reforma dos estatutos das Ordens de São Tiago e de São Bento de Avis. Em 1572, a 6 de Fevereiro, reinando D. Sebastião, foram dados novos estatutos e regimentos às três ordens militares. Em 1619, a 2 de Outubro, em Setúbal, o Capítulo Geral celebrado na igreja de Santa Maria da Graça, estabeleceu novas definições e regimentos para os ministros da Ordem, confirmados em 1627, em Madrid, a 30 de Maio. A Ordem de São Bento de Avis tinha uma casa feminina em Lisboa: o Mosteiro das comendadeiras de Nossa Senhora da Encarnação. Em 1789, a 1 de Agosto, a rainha D. Maria I, com o auxílio do Papa Pio VI, tentou reformar a Ordem, mas acabou por secularizar as três Ordens (de Avis, Santiago e Cristo). O grão mestrado permaneceu integrado na coroa. Em 1834, a Ordem de Avis foi extinta. Passou a ordem honorífica com a Carta Constitucional.
O Mosteiro de São Bento de Santarém era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Em 1571, foi fundado por iniciativa da infanta D. Maria, filha de D. Manuel, que ofereceu à Congregação de São Bento a ermida do Santo Cristo da Pastorinha, também chamada dos Doze Apóstolos. Só em 1581, se iniciou a vida comunitária, com a categoria de priorado, e dois ou três monges. Em 1587, foi reduzida a residência Em 1617, foi promovida a abadia. Teve sempre poucos monges. Também era desigado por Mosteiro de São Bento dos Apóstolos de Santarém. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Mosteiro de São Bento de Bragança era feminino, e pertencia à Ordem de São Bento, e estava sob jurisdição diocesana. Em 1590, foi fundado sob a invocação de Santa Escolástica, por iniciativa de Maria Teixeira. As primeiras religiosas que o habitaram vieram do Mosteiro do Salvador de Vairão. Em 1833, o noviciado foi fechado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1877, foi encerrado por morte da última religiosa.
O Mosteiro de São Bento da Vitória do Porto era masculino, pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Cerca de 1580 ou 1581, fora fundada uma residência, chamada Casa de São Mauro. Desde 1590, aí viviam monges da Ordem e Congregação de São Bento. Em 1583, foi fundado o convento, com autorização da Câmara do Porto. Em 1596, a comunidade constituiu-se condicionalmente, numa casa provisória. As obras de construção do edifício definitivo, situado na antiga judiaria, começaram mais tarde. Em 1598, foi obtida autorização do rei e do bispo D. Jerónimo de Menezes (1592-1600). Desde 1599, foi abadia. Entre 1599 e 1611, foram aplicadas a este mosteiro as rendas do mosteiro de São João Baptista de Pendorada. Entre 1809 e 1816, e entre 1827 e 1832, serviu de instalações ao Hospital Militar. Nesse ano, os monges tiveram de ceder todo o edifício ao exército, embora a comunidade só fosse oficialmente extinta em 1834. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Mosteiro de São Bento de Viana do Castelo era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Em 1508, em Dezembro, existia um recolhimento de «beatas», junto à ermida de São Bento de Viana do Castelo, que foi aprovado pelo bispo de Ceuta, D. Francisco. Em 1545, transformou-se em mosteiro por iniciativa de um grupo de 37 leigos que patrocinaram a fundação de uma casa beneditina para religiosas não nobres (pois já existia no lugar, o mosteiro de Santa Ana para beneditinas nobres). Em 1546, a 30 de Abril, foi dada a licença pelo arcebispo de Braga. Em 1549, a 30 de Novembro, obteve-se a bula de confirmação de Paulo III. Em 1546, iniciou-se a vida monástica, com duas monjas vindas do mosteiro de Vitorino das Donas. As abadessas eram trienais, mas a primeira seria eleita por nove anos. Em 1833, o noviciado foi fechado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1891, o mosteiro foi encerrado por morte da última religiosa.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Bento Navais.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Bento Navais.
Outras formas do nome: Rogério Bento Mendes
OLIVEIRA, António José Bento
FERREIRA, Cristiana Bento Pinto
PEREIRA, Humberto Bento Ayres
BENTO, Catarina Maria Ferreira
Documento
Alvará. Foro de Moço da Câmara. Filiação: Bento Tanano.
Testamento de Bento Rodrigues Alvariado.
Carta de Padrão. Tença de 28$000 rs. Filiação: António Bento.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs e Hábito. Filiação: António Bento.
Processo de Bento Landureza, adido na repartição da Fazenda, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Certidão Negativa. Filiação: Bento Martins Lima.
Certidão Negativa. Filiação: João da Silva Bento.
Mestrado em Multimédia
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Bento José Pacheco.
LEITE, Ana Isabel Bento Ferreira
SOARES, Francisco José Carneiro Bento
FERREIRA, Bento Eugénio Moreira Enes
MIDÕES, Paulo Filipe Bento Fonseca
ALVES, Miguel Ângelo Felgueiras Bento
Imagem do Sr. Hermínio Bento que fez a réplica do antigo batelão que transportava pessoas e carros duma margem para a outra do rio Tejo.
Escrivão: Bento de Figueira.
TAVEIRA, António Pedro Bento
Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Licenciatura em Engenharia Civil
Alvará. Foro de Capelão Fidalgo. Filiação: Bento Pinto.
Alvará. Capelão da Capela Real. Filiação: Bento Pinto.
Carta de Padrão. 8$000 rs. Filiação: Bento Fernandes Casado.
Alvará. Legitimação. Filiação: Bento António de Sousa Leite.
Portaria. Cavaleiro da Ordem Militar de S. Bento de Avis.
Outras formas do nome: Júlio Campos São Bento
Outras formas do nome: alcunha "O Bento dos Santos"
Outras formas do nome: alcunha "O Bento Coelho"
Outras formas do nome: alcunha "O Bento Ferro"
Vista exterior da Estação Ferroviária de São Bento no Porto
Carta. Legitimação a seu filho João Bento Teixeira.
Carta. Legitimação como filho de António Bento Teixeira.
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
Mestrado em Engenharia (Pré-Bolonha)
Licenciatura em Engenharia Civil
Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Licenciatura em Engenharia Civil
Licenciatura em Engenharia Civil
Alvará. 40$000 rs efectivos. Filiação: Bento Casado Vila Boas.
Alvará. Escudeiro da Casa Real. Filiação: Bento Pinto.
Outras formas do nome: alcunha "O Bento Chiba"
Vista exterior da Estação Ferroviária de São Bento no Porto
Vista exterior da Estação Ferroviária de São Bento no Porto
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
Escrivão: Bento Joaquim de Sousa.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Elsa Cristina Viegas Bento Matrícula n.º: 1-CTC-17-67 Contém registo de transferência de propriedade: Maria Teresa Viegas Bento; Luís António Viegas Bento.
Registo: nº 458 Idade: 22 anos Filiação: António Bento,digo João Bento / Mariana dos Santos Naturalidade: Valado / Alcobaça Residência: Valado / Alcobaça Destino: Rio de Janeiro (Brasil) Observações: Escreve
Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Elsa Cristina Viegas Bento Matricula n.º: 1-CTC-10-84
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: António da Silva Bento Matricula n.º: 1-CTC-06-91
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Luís António Viegas Bento Matricula n.º: 1-CTC-05-64
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Maria Teresa Viegas Bento Matrícula n.º: 1-CTC-18-08
Alvará. Lembrança do seu ofício de Justiça ou Fazenda. Filiação: Bento Pereira.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs e hábito. Filiação: Bento Raposo do Vale.
Carta de Padrão. Tença de 8$000 rs. Filiação: Bento Raposo do Vale.