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Carta. Lugar de Juiz de Fora da vila de Benavente.
Carta. Lugar de Juiz de Fora da vila de Benavente.
Carta. Ofício de Escrivão do Almoxarifado de Benavente.
Carta de Ofício. Procurador dos Dísimos do Almoxerifado de Benavente.
Apostila. 45 alqueires de trigo, no Almoxarifado de Benavente.
Ofício de Monteiro pequeno na vila de Benavente.
Carta. Capela denominada de Stª Catarina na vila de Benavente.
Ofício de Escrivão das Sisas na Vila de Benavente.
Carta. Moço do Monte da Coutada da Vila de Benavente.
Alvará. Emprego de Moço do Monte da Coutada de Benavente.
Alvará. Emprego de Moço do Monte da Coitada de Benavente.
Carta. Moço da Patrulha do Condado da vila de Benavente.
Apostila. 36 alqueires de trigo no Almoxarifado de Benavente.
Alvará. Emprego de Empregador das Reais Coutadas de Benavente.
Alvará. Emprego de Moço do Monte da Coitada de Benavente.
Carta. Moço do Monte da Coutada da vila de Benavente.
Alvará. Moço do Monte da Coutada, da Vila de Benavente.
Apostila. 36 alqueires de trigo, nos Almoxarifado de Benavente.
Carta. Juiz de Fora de Benavente e Salvaterra de Magos.
Carta de Ofício. Escrivão Geral da Vila de Benavente.
Provisão. Escrivão do Geral da vila de Benavente.
Carta. Contador e Distribuidor da Câmara de Benavente.
Apostila. Juiz de Direito da comarca de Benavente.
Carta. Conservador do Registo Predial na comarca de Benavente.
Carta. Delegado do Procurador Régio na comarca de Benavente.
Nomeação para Juiz de Direito da comarca de Benavente.
Carta. Pároco da Igreja de Nª Srª Graça de Benavente.
Carta. Guarda do Paúl de Frugoito de Benavente.
Carta. Mestre das Valas das vilas de Salvaterra e Benavente.
Carta. Procurador do Número da vila de Benavente.
Carta. Monteiro e Guardador da Mata de Palhais em Benavente.
Carta. Guarda do Campo das Freiras da vila de Benavente.
Escrivão da coudelaria de Benavente e Samora Correia
Cartaxo, Carvoeiro, Constância, Portela, cem Soldos, Benavente, Casais, Belver
A Provedoria das Lezírias tinha como funções o arrendamento das terras, a arrecadação dos direitos reais e a proceder aos reparos necessários ao bom cultivo das terras alagadiças que se situavam ao longo do rio Tejo. Era dirigida por um provedor, designado por Provedor das Valas e Contador das Lezírias e Paúis e constituída pelos Almoxarifados de pão de Alcoelha, Azambuja, Barrocas da Redinha, Mesa Mestral da Ordem de São Bento de Avis da vila de Benavente, Paul da Asseca, Malveira, Salvaterra de Magos, e Jugadas de Santarém. O provedor presidia a todos os aspectos económicos e contabilísticos da Provedoria, ordenando, através dos almoxarifes os pagamentos a receber e a efectuar e o contencioso relativo ao recebimento das rendas. O primeiro Regimento conhecido, destes funcionários régios, data de 1516 enquanto o da Provedoria das Lezírias é de 4 de Fevereiro de 1576, completado pelo Alvará de 4 de Fevereiro de 1577. Com a criação do Real Erário, em 22 de Dezembro de 1761, a Provedoria das Lezírias sofreu alterações e ficou a depender hierarquicamente daquela instituição, através da Contadoria da Corte, Estremadura e Ilhas. Foi extinta pela Carta de Lei de 16 de Março de 1836, que estabeleceu a venda das suas terras, tendo sido arrematadas pela Companhia das Lezírias do Tejo e Sado, por Carta de 16 de Março de 1837. Principal legislação aplicável: Regimento das Lezírias e Paúis de 24 de Novembro de 1576; Apêndice ao Regimento das Lezírias e Pauis: providências sobre as Lezírias e Pauis desde 1765 até 1780 de 28 de Fevereiro de 1785; Decreto sobre dar-se terras das Lezírias a particulares de 5 de Março de 1664; Decreto sobre o arrendamento das Lezírias de 25 de Novembro de 1722; Provisão régia sobre as Lezírias de 16 de Março de 1771; Provisão régia sobre as Lezírias de 22 e Outubro de 1777; Decreto sobre as Lezírias do Ribatejo de 11 de Fevereiro de 1778; Alvará sobre as Lezírias do Ribatejo de 5 de Fevereiro de 1780; Provisão régia sobre as Lezírias do Ribatejo de 19 de Julho de 1780; Carta régia do melhoramento das Lezírias de 21 de Agosto de 1801; Carta de Lei que estabelece a venda das terras das Lezírias de 16 de Março de 1836; Carta de arrematação das terras das Lezírias de 16 de Março de 1837.
El-rei o mandou pelo bispo da Guarda. Cristovão Lourenço a fez.
El-rei o mandou pelos doutores Fernão Rodrigues, do seu Conselho, daião de Coimbra e Gonçalo de Azevedo, ambos seus desembargadores do Paço. Francisco Dias a fez.
Circunscrição geográfica-económica pertencente à Provedoria das Lezírias. Integrada nos Bens Próprios da Coroa este almoxarifado era arrendado pela Fazenda Real através dos almoxarifes que tinham a seu cargo o recebimento e arrecadação das rendas régias e o pagamento das despesas e mercês, assim como alguma capacidade contenciosa (quanto a causas relativas à arrecadação das rendas, dos direitos dos reguengos, das jugadas, das oitavas, das portagens, sendo obrigados a conhecer todos os feitos e demandas cíveis e crimes que digam respeito aos rendeiros). Após o pagamento das rendas, o almoxarife prestava contas ao Provedor das Lezírias, que, por sua vez, deveria dar conhecimento delas ao Erário Régio. Uma das principais funções dos almoxarifes relacionava-se com o controlo da execução da arrematação das rendas. Logo após a arrematação, o contador exarava um mandado para o almoxarife, no qual declarava o montante do arrendamento, identificava o rendeiro e instruía sobre as despesas a efectuar, bem como sobre o pagamento dos ordenados, juros e tenças. Ao receber o mandado, o almoxarife ordenava ao escrivão a elaboração de dois livros, um de receita e outro de despesa, que seriam guardados numa arca em casa do almoxarife, da qual este teria uma chave e o escrivão outra. Nestes livros se trasladaria " de verbum ad verbum" o conteúdo do caderno de assentamento das rendas arrematadas, enviado pelo contador, constando, no início, uma cópia do mandado régio que autoriza o almoxarife a fazer arrecadação das rendas e o pagamento das despesas. As rendas só poderiam ser recebidas na presença dos escrivães, para que estes fizessem de imediato o assentamento no respectivo livro, com o título da renda correspondente ao rendeiro. Por sua vez, o escrivão faria o conhecimento em como recebera, e este seria assentado em receita ao almoxarife. Os lavradores não podiam tirar o seu pão das eiras antes de serem cobradas as rendas devidas ao Rei e, depois de avaliadas, esse levantamento só poderia ser feito na presença do almoxarife, escrivão, medidor e prioste do dizímo, que, de todos os géneros produzidos, retiravam 1/3 para o rei, 1/10 para as obras pias (estes géneros davam entrada imediata no celeiro real), revertendo o remanescente para o rendeiro. Estas atribuições foram alteradas com a criação do Erário Régio, em 22 de Dezembro de 1761, ficando, por esta lei, os almoxarifes reduzidos a meros recebedores e pagadores. Principal legislação aplicável: Regimento para os Almoxarifes e Recebedores, de 17 de Outubro de 1516; Alvará sobre as penas dos tesoureiros almoxarifes ou executores que chegarem a ser executados por alcance das contas, de 5 de Abril de 1691; Decreto sobre a forma das contas dos almoxarifes e tesoureiros, de 14 de Julho de 1759; Decreto sobre as comendas da Mesa Mestral se arrematarem pela Mesa da Consciência, de 23 de Agosto de 1763. Decreto sobre a forma dos almoxarifes pagarem os ordenados das folhas, de 22 de Outubro de 1769; Provisão do Conselho da Fazenda sobre a jurisdição dos almoxarifes, de 25 de Maio de 1807.
Imagem integrada na reportagem "Através dos escombros do Ribatejo: o terramoto de 23 de Abril".
Contém o inventário dos bens móveis e imóveis do Convento também designado de Jericó, dos religiosos de São Francisco da Província da Arrábida.
Contém os documentos: 1 a 4 - Plantas, escalas: 1:100 5, 6, 8 e 9 - Desenhos, cortes. 7 e 10 - Memória descritiva e justificativa. Cliente: Diocese de Lisboa.
Contém os documentos: 1 - Memória descritiva. Cliente: Diocese de Lisboa.
Contém os documentos: 1 - Preços simples. 2 - Medições. 3 e 4 - Memória descritiva. Cliente: Diocese de Lisboa.
Contém os documentos: 1, 5, 7, 14 e 15 - Desenhos, cortes. 2 a 4, 6 e 8 a 13 - Plantas, escalas: 1:10; 1:20; 1:100 16 - Memória descritiva e justificativa. Cliente: Diocese de Lisboa.
Contém os documentos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 12, 23, 26, 27, 28, 33, 35, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 46, 48 - Desenhos, esboços e notas 7, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 29, 30, 31, 32, 34, 36, 45, 47 - Plantas, escalas:1:10; 1:20; 1:100; 1:50 Cliente: Diocese de Lisboa
Contém os documentos: 1 e 2 - Desenhos. 3 - Preços simples. 4 - Medições. 5 a 7 - Memória descritiva e justificativa. Cliente: Diocese de Lisboa.
Imagem integrada na reportagem "Através dos escombros do Ribatejo: o terramoto de 23 de Abril".
Imagem integrada na reportagem "Através dos escombros do Ribatejo: o terramoto de 23 de Abril".
Inventariado: Antónia Benavente. Inventariante: Jerónimo da Cruz. 1926-Jerónimo da Cruz. Apensos: 1 Local: Ilhavo
Inventariado: Maria de Jesus Benavente. Inventariante: Maria Marques da Cruz Local: Oliveirnha
Inventariado: Manuel Benavente Neves. Inventariante: Maria da Graça Ferreira Balseiro Local: Ilhavo
Inventariado: Joaquina Marques, morador em João Antão - Guarda. Inventariante: José Coelho Benavente.
Inventariado: Joaquim Nunes, morador em Benavente - João Antão. Inventariante: Marianna da Conceição.
Autor: Ignacio Cardoso, da Sequeira; Réu: Fellix da Costa, de Benavente.
Inventariado: José Maques, morador em Benavente, João Antão; Inventariante:Joaquina Marques.
Autor: Ministério Público; Réu: Gil dos Santos Aço; Morada: Areias - Benavente.
Carlos da Silva Carvalho / Joaquim da Fonseca " O Benavente";apenso: 108-A/41-execução por custas-1ªsecção
José da Silva Benavente / Fernanda da Graça. 2.º Juízo - 2.ª Secção.
Teresa de Jesus / Carlos da Silva Benavente. 2º ofício. Tem 1 apenso.
Fernando Augusto Magalhães, escrivão interino no Julgado de Benavente. 1º juízo, 2ª secção.
Joaquim Felicidade Ferreira e Carlos dos Santos Parreira/Mário Luís Seróis Benavente
Correspondência; mapas relativos à administração dos almoxarifados de Azambuja, Salvaterra e Benavente, Malveira e Alcoelhe.
Carta. Cargo de Juiz de Fora das vilas de Benavente e Salvaterra.
Alvará. Tabelião de Notas na vila de Benavente. Filiação: António de Barros Sampaio.
Alvará. Para que renunciar os ofícios de Tabelião e Escrivão da Almotaçaria na vila de Benavente.
Carta. Cargo de Juiz de Fora das vilas de Benavente e Salvaterra.
Alvará. Ofício de Contador da Fazenda do Almoxarifado de Benavente. Filiação: Filipe Peixoto da Silva.
Alvará. Juiz dos Órfãos, Contador e Inquiridor da vila de Benavente. Filiação: Gil Simões.
Carta. Monteiro e Guardador da Mata de Benavente. Filiação: António dos Santos.
Alvará. Almoxarife e Juiz dos Direitos Reais da Ordem de Avis na vila de Benavente.
Carta. Alcaidaria-mor de Benavente da Ordem de S.Bento de Avis. Filiação: Lourenço de Lencastre (D.).
Alvará. Alcaide-mor da vila de Benavente. Filiação: Lourenço de Lencastre (D.).
Carta. Monteiro das Montarias da vila de Benavente. Filiação: Manuel Morais Franco.
Carta. Monteiro e Guardador da mata da vila de Benavente. Filiação: Domingos Francisco.
Alvará. Ofício de Escrivão dos Órfãos na vila de Benavente. Filiação: Pedro de Castro.
Carta. Juiz de Fora das vilas de Benavente e Salvaterra. Filiação: Noutel Carvalho Brandão.
Carta. Meirinho das Coutadas da vila de Benavente. Filiação: Manuel Gonçalves.
Carta. Juiz das vilas de Benavente e Salvaterra, por 3 anos. Filiação: Noutel Carvalho Brandão.
Carta. Juiz de Fora da vila de Benavente. Filiação: Manuel Andrade Guimarães.
Alvará. Para renunciar o ofício de Escrivão do Almoxarifado da Mesa Mestral da Vila de Benavente.