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Pedidos de autorização para contrair empréstimos, feitos pela Câmara Municipal de Benavente ao Ministério das Finanças.
Trata-se do empréstimo de 435 contos destinado ao abastecimento de água a Benavente. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 222, II série, de 22 de Setembro de 1942. Inicialmente, o empréstimo montava a 600 contos.
ARAÚJO, Pedro Manuel Benavente de
Reino / Benavente / Ponte / Planta de projeto / 1770.
Concelho de Benavente. Freguesia da Barrosa. Documentação constituída por registos de batismos, casamentos e óbitos.
Concelho de Benavente. Registo de óbitos e seu duplicado.
Notário: Maria do Céu Mendes Vaz Barreiros Primeiro outorgante: Ernesto Benavente Torrão Residente: Ílhavo
Concelho de Benavente. Freguesia de Samora Correia. Documentação constituída por registos de baptismos, casamentos, óbitos e legitimações e seus duplicados.
Concelho de Benavente. Freguesia de Santo Estevão da Ribeira. Documentação constituída por registos de batismos, casamentos, óbitos e legitimações e seus duplicados.
Trata-se do empréstimo de 653.613$68 destinado à amortização de um empréstimo anterior, contraído a 5 de Novembro de 1942 (379.572$60), e à conclusão das obras de abastecimento de água à sede do concelho (247.041$08). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 8, II série, de 10 de Janeiro de 1946.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Nossa Senhora da Graça, concelho de Benavente, distrito de Santarém, constando de: Igreja de Nossa Senhora da Paz; Ermida de São Brás.
Autor: C: Salgado "O grande dramaturgo espanhol Jacinto Benavente, que esteve recentemente em Lisboa, de passagem para a Argentina, rodeado de companheiros e amigos". Esta informação e o nome do autor da fotografia vêem referidas na revista "Ilustração Portuguesa", n.º 842, de 8 de Abril de 1922, página 336. Jacinto Benavente y Martínez foi um dramaturgo e crítico espanhol, galardoado com o Nobel de Literatura de 1922.
Margarida Barreiro, igreja da Erra, f. 21
Trata-se do empréstimo de 1020 contos destinado a: 1) aquisição de contadores de água (100 contos); 2) trabalhos de pesquisa de água para abastecimento da freguesia de Santo Estevão (20 contos); 3) reparação da estrada municipal de Benavente à estrada nacional n.º 376, troço de Benavente ao caminho municipal da Barrosa, 1.ª e 2.ª fases (100 contos); 4) construção de um bairro de 30 casas para pobres (700 contos); 5) construção de um mercado coberto na vila de Benavente (100 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 108, II série, de 3 de Setembro de 1956.
Trata-se do empréstimo de 1317 contos destinado a: 1) abastecimento de água a Samora Correia e compra de contadores de água (645 contos); 2) abastecimento de água a Santo Estêvão (75 contos); 3) abastecimento de água a Barrosa (60 contos); 4) Electrificação de Santo Estêvão (282 contos); 5) Electrificação de Barrosa (45 contos); 6) Abertura de esgotos em Benavente (210 contos). Foi autorizado por portaria de 25 de Outubro de 1961. Inicialmente, o empréstimo montava a 4490 contos e, além das rubricas aprovadas, contemplava: 1) pavimentação de arruamentos em Benavente (720 contos); 2) reparação da estrada municipal n.º 515, de Benavente à estrada nacional 376, 3.ª fase (153 contos); 3) construção do matadouro municipal de Benavente (1.400 contos); 4) construção do mercado municipal de Benavente (900 contos). A 20 de Novembro de 1964, a Câmara Municipal solicita autorização para aplicar a verba de 184.295$50, do saldo do empréstimo de 282 contos destinado à obra de electrificação de Santo Estêvão, na pavimentação de arruamentos da vila de Benavente, o que não foi autorizado por despacho de 10 de Dezembro de 1964 do Subsecretário de Estado do Tesouro, que alegou constituir aquela aplicação um desvio do espírito que presidiu à concessão do empréstimo.
Concelho de Benavente. Freguesia de Nossa Senhora da Graça. Documentação constituída por registos de batismos, casamentos, óbitos, reconhecimentos e legitimações, índices de batismos e batismos por necessidade.
Pedido de transferência de bens para o Ministério das Finanças, nomeadamente a propriedade denominada "Monte da Quinta" ou "Herdade de São Braz", situada na freguesia de Nossa Senhora da Graça, do concelho de Benavente, composta de casas térreas de habitação, celeiro, palheiro, montado de sobro e terras de várzea, sendo requerente D. João Carlos da Costa.
Avós paternos: Lourenço Rodrigues e Maria Pestana Naturalidade dos avós paternos: Benavente Avós maternos: Gil Simões da Cunha e Maria Franco Naturalidade dos avós maternos: Benavente Constam as inquirições "de genere" que se fizeram a favor do habilitando.
Trata-se da Sesmaria de Touças, situada nos limites da freguesia de Santo Estêvão da vila de Benavente.
Petição que faz Manuel dos Reis ,para que o escrivão da Irmandade das Almas da Matriz da Vila de Benavente, passe certidão, em como o Padre José dos Santos Mexia Curvo serviu durante os anos de 1771 a 1773, declarando também, a referida capela de missa quotidiana.
Conde de Benavente - Titulo nobiliárquico espanhol concedido por Henrique III de Castela a Juan Alonso Pimentel, cavaleiro de origem portuguesa. O condado foi elevado a ducado em 1473. Foi um dos primeiros Grandes de Espanha, reconhecidos pelo imperador Carlos V. Documento datado de 16-. Deverá tratar-se de Juan Alonso Pimentel de Herrera, homem de estado espanhol, VIII conde e V duque de Benavente, presidente do Conselho de Itália, Vice - rei de Valência e de Nápoles.
Os pais do habilitando eram naturais de Benavente. Neto paterno de José Ribeiro, natural da freguesia de São Pedro de Alviobeira, termo da vila de Tomar, e de Lúzia Teresa, natural de Benavente. Neto materno de Luís Lopes e de Mariana de Oliveira, naturais de Benavente. Constam as certidões de baptismo do habilitando, da mãe, e dos avós maternos.
Carta dos Solos de Portugal (colorida). Concelhos de Almada, Alcochete, Barreiro, Benavente, Lisboa, Loures, Oeiras, Palmela, Sesimbra e Seixal. Inclui legenda. A folha compreende o tipo de solos existentes. Base cartográfica: Carta Corográfica de Portugal do I. G. C. Folha 34-D Escala 1:50.000
Carta de Capacidade de Uso do Solo (colorida). Concelhos de Almada, Alcochete, Barreiro, Benavente, Lisboa, Loures, Oeiras, Palmela, Sesimbra e Seixal. Inclui legenda. A folha identifica as classes e sub-calsses da capacidade de uso do solo assim como as classes dos declives. Base cartográfica: Carta Corográfica de Portugal do I. G. C. Folha 34-D Escala 1:50.000
Os pais do habilitando eram naturais da freguesia Matriz de Benavente. Neto paterno de Leonel Godinho Pereira natural da vila de Salvaterra de Magos e de Benta Maria natural de Benavente. Neto materno de António Correia natural de Benavente, e de Catarina da Silva natural da aldeia de Santo Estêvão da Ribeira de Canha, termo de Benavente. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e maternos. Apesar do Acordão da Relação Eclesiástica deliberar que o habilitando estava apto para ordens menores não consta que foi examinado e aprovado para receber as mesmas.
O pai era natural de Benavente e a mãe natural de Salvaterra de Magos. Neto paterno de Bartolomeu Pires de Amorim e de Caetana Luísa de Matos, naturais de Benavente. Neto materno de Cláudio da Costa Freire Caldeira e de Antónia Roquete Pestana de Matos, naturais de Salvaterra de Magos. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais e dos avós maternos.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade e Arcebispado de Lisboa e na vila de Benavente, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Os pais eram naturais de Benavente. Neto paterno de João Ribeiro, natural de Benavente, e de Maria da Silva, natural da freguesia de Vestiaria, termo de Alcobaça. Neto materno de Manuel Nunes, natural de Benavente, e de Maria da Conceição, natural da freguesia de São Julião da cidade de Lisboa. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, do avô paterno e do avô materno, e a certidão do casamento dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, o edital do património afixado na Igreja Matriz de Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo.
Naturalidade dos pais: Bebavente Avós paternos: Manuel da Rocha e Maria do Carmo Naturalidade dos avós paternos: Benavente Avos maternos: Tomás Luís e Ana Joaquina Naturalidade dos avós maternos: Benavente Constam: a provisão régia de licença para ser ordenado de ordens sacras; as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, de duas moradas de casas sitas na vila de Benavente, uma na Rua Nova e outra na Rua do Arrabalde, o edital do património afixado na freguesia Matriz de Benavente e as diligências de visita e avaliação do mesmo; o Breve Apostólico de dispensa de idade, passado a favor do habilitando, para ordens de presbítero.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram nas freguesia de Santa Iria e na de Santa Cruz, ambas do termo da vila de Santarém, Arcebispado de Lisboa Oriental, na freguesia de Torre de Vale de Todos, Bispado de Coimbra, e na vila de Benavente, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Benavente, por comissões e requisitórias do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
O pai era natural da freguesia da Sé da cidade de Évora, e a mãe natural de Benavente. Neto paterno de José Vidigal Salgado e de Inês Maria, naturais da freguesia da Sé da cidade de Évora Neto materno de António da Costa e de Águeda Maria, naturais da freguesia Matriz de Benavente. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos.
Os pais eram naturais da vila de Benavente. Neto paterno de Manuel Luís e de Maria de Alcobia, naturais da freguesia de São Miguel de Ferreira (Ferreira do Zêzere), lugar de Castelo, Bispado de Coimbra. Neto materno de António José Fernandes, natural da freguesia de São Pedro da Serra, termo de Vila Real, e de Maria Leonor, natural da vila de Benavente. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos, e dos avós maternos.
Constam as inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Benavente, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Sebastião Tinoco, Cónego prebentado na Sé da cidade de Évora e provisor das habilitações de genere. Possui um Breve Apostólico, do Papa Urbano VIII, para se ordenar de ordens menores e ordens sacras (em pergaminho). Contém o processo de património
O pai do habilitando era médico do partido da vila de Benavente. Os pais do habilitando eram naturais de Benavente. Neto paterno de Silvestre da Silva Ferreira, natural do lugar de Figueiras Podres, freguesia de Nossa Senhora da Graça da Torre de Vale de Todos, Bispado de Coimbra, e de Maurícia dos Anjos, natural da freguesia Matriz de Benavente. Neto materno de Manuel da Silva, natural de Benavente, e de Catarina da Encarnação, natural da de Salvaterra de Magos, termo de Santarém. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, da avó paterna e dos avós maternos; os autos de justificação da fraternidade do pai do habilitando com António da Silva; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, uns autos de justificação civel em que foi autor o habilitando para provar que as casas com que constituiu património foram compradas pelos pais a João da Cunha da Ribeira Tojal e a sua mulher Guiomar Catarina de Padilha Salazar, pessoas nobres e possuidores até à data da escritura de compra das ditas fazendas; o edital do património afixado na Igreja Matriz de Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo; Breve de extra têmpora, do Núncio Apostólico, passado a favor do habilitando, para ordens de diácono e de presbítero.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade de Tomar, no Arcebispado de Lisboa, na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram no Arcebispado de Lisboa, na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. José Borges de Barros e Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez a mãe do habilitando, a sentença de folha de partilhas que se fez por óbito do pai do mesmo, as diligências de visita e avaliação do património, e o edital do mesmo afixado na Igreja da vila de Benavente; Carta de subdiácono; Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens de missa (em pergaminho).
Constam inquirições “de genere” que se fizeram vila de Benavente, no Arcebispado de Braga, no Arcebispado de Lisboa Oriental e na vila de Vila Franca de Xira, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Ocidental, na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breve de extra têmpora, do Papa Inocêncio XIII, para ordens sacras (em pergaminho).
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Oriental e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património, o edital do mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breve de extra têmpora, do Papa Inocêncio XIII, a favor do habilitando, para ordens de evangelho e ordens de missa (em pergaminho).
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Ocidental, na vila de Coruche e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez a mãe do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breves de extra têmpora e suplemento de idade, do Papa Inocêncio XIII e do Papa Benedito XIII, a favor do habilitando, para ordens de evangelho e ordens de missa (em pergaminho).
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, as escrituras de doação para ordens sacras que fizeram o Beneficiado Frei Caetano Coelho Barreto e os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Matriz da vila de Benavente; Carta de subdiácono, Carta de Diácono, bem como todos os documentos inerentes para receber ordens de evangelho e ordens de missa.
Consta a certidão da Sentença “de genere” do Padre Cústódio da Silva Ferrão, primo pela parte materna do habilitando. Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Benavente e no Patriarcado de Lisboa Ocidental e Oriental, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Matriz da vila de Benavente; Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XII, a favor do habilitando, para ordens de evangelho e ordens de missa (em pergaminho).
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Alenquer, Patriarcado de Lisboa Oriental, e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e na cidade de Évora, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. No ano de 1746 habilitou-se a ordens de epístola a titulo de uma capela quotidiana de 50 mil réis cada ano, que instituiu o Padre Isidoro Coelho, e que lhe doaram os testamaneteiros do mesmo. Foi admitido para ordens de subdiácono. Consta a inquirição de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Benavente para ordens de subdiácono, por comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor do Arcebispado de Évora. Não consta o deferimento em como foi examinado e aprovado para as ditas ordens.
O habilitando era Bacharel formado pela Universidade de Coimbra nos Sagrados Cânones. O pai era natural de Benavente e a mãe natural da freguesia de Nossa Senhora de Marvila, termo de Santarém. Neto paterno de Manuel Ferreira natural da freguesia de São Lourenço de Carvide, termo de Leiria, e de Maria de Andrade natural de Benavente. Neto materno de Domingos Carvalho natural da freguesia de São Martinho de Montemo-o-Velho, Bispado de Coimbra, e de Francisca das Chagas, natural da freguesia de São Nicolau de Santarém. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez o pai do habilitando, o edital do património afixado na Igreja Matriz de Benavente e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Só consta que foi examinado e aprovado para ordens menores e ordens de subdiácono.
O pai era natural de Santarém, e a mãe era natural da vila de Benavente. Neto paterno de Francisco Pereira Carvalhais e de Leonor Madalena Joaquina e Silva, naturais de Santarém. Neto materno de Leonardo José de Oliveira e de Maria Inácia Joaquina, naturais de Benavente. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a cópia da escritura de doação que fez ao habilitando Jesué Manuel Carneiro de Sousa e Alcáçova, o edital do património afixado em Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo; Breve de extra têmpora, do Núncio Apostólico, para ordens de presbítero. O nome do habilitando também aparece como Francisco Pereira Homem Carvalhais.
Neto paterno de António Ferreira e Margarida da Encarnação, naturais de Benavente. Neto materno de Baltazar José de Oliveira , natural de Benavente, e de Tomásia de São José, natural de Almeirim. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos: - a escritura de doação para ordens sacras que fez a mãe do habilitando, - a escritura de doação que fez a si mesmo o habilitando, - a certidão da verba do inventário que se fez por falecimento de Domingos Henriques de Oliveira, respeitante ao que coube a sua esposa, - o edital de património afixado na Igreja Matriz de Benavente e as diligências de visita e avaliação do mesmo; a sentença de dispensa de treze meses de idade, passada a favor do habilitando, para ordens de missa.
O pai era natural de Benavente e a mãe natural da Aldeia de Santo Estêvão, termo da mesma vila. Neto paterno de Manuel João, natural da freguesia de São Martinho de Reigoso, termo de Montalegre, e de Ana Teresa, natural da vila do Crato. Neto materno de Bento de França, natural do Paião, termo de Montemor-o-Velho, e de Maria Felícia, natural da Aldeia de Santo Estêvão, termo de Benavente. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a cópia da escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, a cópia da escritura de dote que fez o habilitando a si mesmo, o edital do património afixado em Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo; a Sentença Apostólica de dispensa de 13 meses, passada a favor do habilitando, para ordens de presbítero.
O habilitando era viúvo de Jerónima de Macedo Baracha. Contém o depoimento do Vigário da vila de Benavente, em que refere ser o habilitando descendente das mais nobres famílias da mesma vila, que os familiares ocuparam sempre cargos de destaque na mesma, desde juizes, vereadores, almotacés e provedores da misericórdia. Consta inquirição “de genere” que se fez na vila de Benavente, a favor do habilitando, por comissão do provisor das justificações “de genere”. Apesar do Acordão da Relação julgar o habilitando apto para se habilitar não consta deferimento para receber as ordens.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram em Benavente, naturalidade dos avós paternos, João de Faro de Andrade e Maria de Andrade, e na vila de Penha Garcia, naturalidade dos avós maternos, André Lopes de Andrade e Maria de Andrade, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Benavente, vila Viçosa e Serpa, por requisitória, secretas e comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor das justificações "de genere" do Arcebispade de Évora; e as certidões de baptismo do pai do habilitando e dos avós paternos.
O pai era natural da freguesia de Abrunheira de Reveles, Bispado de Coimbra, e a mãe natural da freguesia de Nossa Senhora da Graça de Benavente. Neto paterno de João Gonçalves dos Reis, natural da freguesia de Abrunheira de Reveles, e de Maria Henriques, natural da freguesia de Samuel, ambas as freguesias do Bispado de Coimbra. Neto materno de Manuel Ferreira Sardo e de Clara Maria, naturais da freguesia de Nossa Senhora da Graça de Benavente. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos.
O habilitando foi bacharel, formado em Cânones pela Universidade de Coimbra. O pai era natural da freguesia de Santo Estêvão, termo de Benavente, e a mãe natural da freguesia de Ponte Sôr, termo de Portalegre. Neto paterno de Manuel Lopes, natural da vila de Alcanede, Patriarcado de Lisboa, e de Maria da Encarnação, natural da freguesia de Santo Estêvão, termo de Benavente. Neto materno Manuel da Silva, natural da freguesia do Espírito Santo de Vale de Cavalos, termo de Chamusca, e de Brízida Dias, natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Chouto, termo de Chamusca. O processo não está concluso.
Os pais eram naturais da vila de Benavente. Neto paterno de Caetano da Silva, natural de Benavente, e de Margarida Maria, natural da vila de Alhandra. Neto materno de Jerónimo Carvalho, natural de Benavente, e de Isabel Neto, natural do lugar de Parceiros, termo de Leiria. Constam: certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação que fez a si mesmo o habilitando, o edital do património afixado em Benaventel, e as diligências de visita e avaliação do mesmo.
Naturalidade do pai: freguesia de São Lourenço de Carvide, Bispado de Leiria Naturalidade da mãe: Benavente Avós maternos: Clemente de Andrade e Domingas da Fonseca Naturalidade do avô materno: Óbidos, freguesia de São Silvestre de A dos Francos (atualmente pertence ao concelho das Caldas da Rainha) Naturalidade da avó materna: Alenquer, freguesia de Nossa Senhora da Assunção Contém as diligências "de genere" que se fizeram no Patriarcado de Lisboa por parte do avô materno do habilitando, em virtude da requisitória enviada pelo Arcebispado de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade e Bispado de Coimbra, no Patriarcado de Lisboa Ocidental e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Oriental e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na mesma vila, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Processo de habilitação de genere de Joaquim José de Macedo e Melo, filho do capitão Matias José de Melo e de D. Josefa Rita de Macedo Pimentel, natural de Benavente, para se habilitar a prima tonsura, ordens menores. Contém: carta de publicação às freguesias, secreta de moribus, comissão de moribus, edital, comissão de visita de património, carta comprovativa, Bula em pergaminho.
Os pais eram naturais de Benavente. O pai era tanoeiro. Neto paterno de Manuel Ferreira Alegre, natural da freguesia de São Paulo de Salvaterra de Magos, e de Maria de Azevedo, natural de Benavente. Neto materno de Alexandre Gonçalves e de Inácia Xavier das Candeias, naturais de Benavente Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos: a escritura de doação para património que fez a si mesmo o habilitando; a escritura de novo emprazamento em vida de três pessoas que fez António Lopo da Cunha ao habilitando; a escritura de doação que fizeram o capitão Matias José de Melo e seu filho, o Padre Joaquim José de Macedo e Melo, tio e primo do habilitando; o edital do património afixado em Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Contém Breve de extra têmpora e interstícios, passado a favor do habilitando, do Núncio Apostólico, para ordens de presbítero.
Consta: inquirições “de genere” que se fizeram no Bispado de Leiria, na cidade e Arcebispado de Lisboa e na vila de Benevente, a favor do habilitando, por requisitórias do Arcebispado de Évora; um indulto apostólico de dispensa nos lutos do ano da sede vacante do arcebispado, para poder receber ordens sacras; o processo de património que contém, entre outros documentos, as escrituras de dote, os autos de justificação do mesmo, o edital de património afixado na Igreja Matriz de Benavente, e as diligências de visita e avaliação do património; carta de prima tonsura, ordens menores; Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, de extratêmpora para se ordenar de todas as ordens sacras (em pergaminho); carta de afixação e adito na Igreja de São Pedro na cidade de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Arcebispado de Braga, no Bispado de Miranda e na vila de Benavente, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando; as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breve de extra têmpora, do Papa Benedito XIII, a favor do habilitando, para receber ordens de epístola, ordens de evangelho e ordens de missa (em pergaminho).
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Salvador de Rossas, naturalidade do avô paterno Domingos Fernandes, e na freguesia de São João de Bucos, concelho de Cabeceiras de Basto, naturalidade da avó paterna Catarina Gonçalves, ambas as freguesias do Arcebispado de Braga, na freguesia de Santo Estêvão, termo de Benavente, naturalidade do avô materno, Manuel Ribeiro, e na freguesia de São João Baptista da vila de Alcochete, naturalidade da avó materna, Maria Rodrigues, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Benavente e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. O habilitando ficou impedido de auferir as ordens requeridas por fama de cristão novo por parte da avó materna. Após novas inquirições que se fizeram no Patriarcado de Lisboa foi deliberado que o impedimento não tinha fundamento.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Ocidental e na vila de Benavente, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. O processo está incompleto. O último despacho da Relação Eclesiástica requer que o habilitando junte ao processo documentos comprovativos da naturalidade de seus avós paternos e maternos.
Constam os autos de justificação de fraternidade do habilitando com o Padre André Gameiro dos Santos (ver PT/ADEVR/FE/DIO-CEEVR/A/002/01568). Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade e Bispado da Guarda, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Constam os autos de justificação de fraternidade do habilitando com Nuno Perdigão Bettencourt, habilitado ordens menores pela Relação Eclesiástica. O pai do habilitando era denominado por Dr. mas não refere qual a profissão. Constam inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram nas freguesias de Alviobeira (ou Albiobeira), de Nexebra, ambas do termo da vila de Tomar, e na freguesia de Nossa Senhora das Areias, termo da vila das Pias, e na vila de Benavente, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Benavente, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Ávares Cidade e do Dr. José Cardoso Gião, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Matriz da vila de Benavente. Consta uma certidão em como o habilitando era irmão inteiro de Baltazar Correia Lobato e que o mesmo era soldado. O habilitando também foi recrutado para soldado e, segundo os documentos do processo, o Capitão Mor da vila de Benavente chegou a pôr homens à porta da casa do mesmo para o pai o entregar. Consta uma petição de António Gonçalves Couteiro, tio do habilitando, requerendo que fosse o dito seu sobrinho desobrigado de servir no exército alegando que o pais até se encontrava em paz. Na mesma petição consta um despacho que refere ser o habilitando da familia do Infante D. António (filho de D. Pedro II). Consta o Acordão da Relação Eclesiástica em que delibera possuir o habilitando os requisitos para ordens de epístola mas também que o mesmo tinha de esperar até às primeiras têmporas.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Vicente de Paúl, naturalidade do avô paterno, Manuel Gonçalves, e na vila de Benavente, naturalidade da avó paterna, Valéria Pereira, e dos avós maternos, Francisco Soares e Maria de Jesus, por requisitória, secretas e comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Não consta que foi examinado e aprovado para ordens menores.
O habilitando ficou impedido por ter fama de mulato por parte do avô paterno, Mateus Fróis, e por por ter fama de cristão novo por parte da avó materna, Isabel da Palma. Após novas inquirições “de genere” não foram provados os impedimentos. Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade de Leiria, no Patriarcado de Lisboa Ocidental, na vila de Benavente e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões e requisitórias do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património, e o edital ddo mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breve de extra têmpora, do Papa Inocêncio XIII, para ordens de evangelho e ordens de missa (em pergaminho); Breve de suplemento de idade para ordens de missa.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Oriental, na vila de Benavente e na freguesia de São Brás de Barrosa, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram no Patriarcado de Lisboa Ocidental, na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez Manuel Monteiro, tio do habilitando, uma procuração que fez o habilitando a seu irmão José Marques, para que em seu nome tomasse posse do património dotado; as diligências de visita e avaliação do património; o edital do mesmo afixado na Igreja Matriz da vila de Benavente; Breves de extra têmpora e de suplemento de idade, a favor do habilitando, para ordens de evangelho e ordens de missa. Era irmão de Manuel Monteiro das Pressas que se habilitou a ordens menores no ano de 1726 (ver PT/ADEVR/FE/DIO-CEEVR/A/002/01801).
Quando se fizeram as inquirições “de genere”, da parte materna do habilitando, foi acusado que tinha raça de judeu, feitas novas inquirições “de genere” não ficou provado o impedimento. Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade e Bispado de Leiria, na cidade e Arcebispado de Lisboa, na cidade de Miranda e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Benavente e cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; Breve Apostólico de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para todas as ordens sacras (em pergaminho); Carta de adito para a Igreja Matriz da vila de Benavente; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez a si mesmo o habilitando e as diligências de visita e avaliação do mesmo, o edital de património afixado na Igreja Matriz de Benavente.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram nas freguesia de Molelos e de Santa Maria do Guardão, ambas do Bispado de Viseu, na freguesia de Nossa Senhora dos Remédios (em Torre da Magueixa), Bispado de Leiria, e na vila de Benavente, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Lisboa, na cidade de Coimbra, na cidade de Viseu e na vila de Benavente, por requisitórias e comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez o habilitando a si mesmo dos bens de uma capela na vila de Benavente, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Matriz da mesma vila. O habilitando habilitou-se a ordens de evangelho. Constam as inquirições de "vita et moribus" para as ditas ordens mas não consta deliberação em como foi examinado e aprovado.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de Folhadosa, termo de Seia, naturalidade do avô paterno, João Gonçalves, na freguesia de Sandomil, termo de Seia, naturalidade da avó paterna, Águeda Gomes Pombo, na vila de Benavente, naturalidade do avô materno, José Nunes, e na vila de Salvaterra de Magos, naturalidade da avó materna, Joana Rodrigues, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Benavente e na cidade de Évora, por requisitórias, secretas e comissões de Frei Jerónimo da São José, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora; Carta de prima tonsura e ordens menores; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, o edital do património afixado na Igreja Matriz de Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo; e os documentos inerentes para receber de ordens de evangelho (carta de ordens de epístola, mandados, comissões e secretas para se fazerem inquirições de “vita et moribus”, declarações em como não possuia impedimento para receber as ordens requeridas, declarações em como exercitara as mesmas, petições do habilitando para correr folha pelos escrivães do juízo da conservatória secular, da correição geral e do juízo eclesiástico, e os deferimentos para auferir as ordens). Não constam as diligências para ordens de missa.
Inclui livros de registos de baptismos, casamentos, óbitos e mistos
Contém o documento n.º 813
Consta justificação em como o habilitando era o único filho varão de seus pais. Constam inquirições “de genere” e de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, na vila de Coruche, na vila de Benavente, na vila de Lavre e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões do Dr. José Borges de Barros, Provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Apesar do Acordão da Relação julgar o habilitando apto para se habilitar não consta deferimento para receber as ordens.
Constam os autos de justificação de fraternidade do habilitando com Frei Basílio de Figueiredo e Andrade, benificiado na Matriz de Borba, habilitado no Arcebispado de Évora; a Sentença Apostólica de dispensa de irregularidade de possuir um dedo com defeito; e as inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Benavente e na cidade de Évora, por comissões do Dr. José Cardoso Gião, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. No final do processo consta um petição do habilitando para que se passe referenda para poder receber ordens menores no Arcebispado de Lisboa.
Fronta para cumprimento de uma carta de obrigação e duas de execução nos bens de João Afonso de Benavente e de sua mulher, Margarida Lourenço. Localidade: Santarém Sinal de tabelião: João Afonso, tabelião de Santarém Em anexo, a respetiva capa com sumário, não datado.
Quando se habilitou a ordens menores vivia na casa do Chantre da Sé de Évora. Quando se habilitou a ordens de epístola era tesoureiro proprietário da Igreja Matriz da vila de Mourão e com o rendimento da dita tesouraria perfez o seu património. Constam inquirições “de genere” que se fizeram na cidade e Arcebispado de Lisboa, na vila de Coruche, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Coruche, na vila de Benavente e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a provisão para se ordenar de ordens sacras em virtude do cargo de tesoureiro da Igreja matriz de Mourão, a Carta de Colação da tesouraria da dita igreja, as diligências de visita e avaliação do património e o edital do mesmo afixado na Igreja matriz de Mourão.
Quando o habilitando pediu para ser admitido a ordens menores vivia na cidade de Lisboa e foi na dita cidade de recebeu ordens sacras. Foi beneficiado colado na Igreja Patriarcal de Lisboa. O pai era natural da freguesia de Nossa Senhora da Oliveira de Samora Correia, e a mãe natural da freguesia de Nossa senhora da Graça de Benavente. Neto paterno de José Leal de Morais e de Joana Teresa de Jesus, naturais da freguesia de Nossa Senhora da Oliveira de Samora Correia. Neto materno de Francisco da Silva e de Ângela Margarida de Oliveira, naturais da freguesia de Nossa senhora da Graça de Benavente. Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais e dos avós maternos.
Carta. Aspirante da Administração Geral das Alfândegas e Contribuições Indirectas.
Carta. Aspirante da Administração Geral das Alfândegas e Contribuições Indirectas.
Constam os autos de justificação de fraternidade da mãe do habilitando com Francisca de Andrade, mãe do Padre Francisco de Mira Floreado, habilitado pela Relação Eclesiástica de Évora. Constam inquirições “de genere” que se fizeram no Tojal, termo do Patriarcado de Lisboa Ocidental, na vila de Benavente, na Aldeia de Odivelas, termo da vila do Torrão, e inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na freguesia de Odivelas, termo da vila do Torrão, e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por requisitórias e comissões do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez o Padre Francisco de Mira Floreado, primo do habilitando, as diligências de visita e avaliação do património e os editais do mesmo afixados na Igreja Matriz da vila de Ferreira do Alentejo e na Igreja da Aldeia de Odivelvas, termo da vila do Torrão; e os documentos inerentes para auferir ordens de evangelho e ordens de missa.
O pai era natural da freguesia de Nossa Senhora da Consolação de Alvados, termo de Porto de Mós, e a mãe natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Lavos, termo de Figueira da Foz. Neto paterno de Manuel Simões e de Maria Vicente, naturais da freguesia de Nossa Senhora da Consolação de Alvados, termo de Porto de Mós, Bispado de Leiria. Neto materno de Manuel Francisco Pereira e de Isabel Luísa, naturais da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Lavos, termo de Figueira da Foz. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos; o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão da sentença civel de folha de partilhas que se fizeram por falecimento da mãe do habilitando, a cópia da escritura de doação que fez a si mesmo o habilitando dos bens que lhe ficaram da legitima materna, o edital do património afixado em Benavente, e as diligências de visita e avaliação do mesmo; Breve de suplemento de idade, do Núncio Apostólico, passada a favor do habilitando, para ordens de presbítero.