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Vista parcial do pavilhão Robillion no palácio Nacional de Queluz.
Vista parcial do parque e do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do jardim do palácio Nacional de de Queluz.
Fonte nas imediações do palácio Nacional de Queluz.
Porta Monumental ou porta férrea no palácio Nacional da Pena.
Um cocheiro numa tipoia frente ao palácio Nacional de Sintra.
Portal monumental ou porta férrea do palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica do parque e palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica da fachada principal do Palácio Nacional da Pena.
Pórtico do tritão no Palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do Palácio Nacional da Pena através do arvoredo.
Vista parcial do palácio Nacional da Pena aquando do nevão.
Vista parcial dos terraços do palácio Nacional da Pena.
Vista geral da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Vista geral da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Portal monumental ou porta férrea do Palácio Nacional da Pena.
Vista geral da fachada posterior do palácio Nacional da Pena.
Vista geral do parque e palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica da fachada posterior do palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial da fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Estátuas nos jardins do palácio Nacional de Queluz.
Vista da fachada principal do palácio Nacional de Queluz.
Arcada da entrada principal do palácio Nacional de Sintra.
Coche da Coroa Portuguesa existente no Museu Nacional dos Coches.
Carruagem da Coroa Portuguesa existente no Museu Nacional dos Coches.
Sala de jantar mourisca do palácio Nacional de Sintra.
Quarto da rainha Dona Amélia no palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do terraço oriental do palácio Nacional da Pena.
Portal monumental ou porta férrea do palácio Nacional da Pena.
Pórtico do tritão no palácio Nacional da Pena.
Portal monumental ou porta férrea no palácio Nacional da Pena.
Pormenor de uma janela do palácio Nacional de Sintra.
Vista parcial do jardim do palácio Nacional de Queluz.
Vista parcial das cavalariças do palácio Nacional da Pena.
Tritão na fachada principal do palácio Nacional da Pena.
Porta monumental ou porta férrea do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do parque e do palácio Nacional da Pena.
Relação dos recibos de pensões; tráfego Costeiro Nacional.
Fotografia onde se visualiza o Banco Nacional Ultramarino.
Fotografia onde se pode visualizar o Colégio Nacional.
- A política de Defesa Nacional; - As Forças Armadas portuguesas; - Os homens e mulheres da Defesa Nacional; - Outras forças e organismos para a Defesa Nacional; - Aspetos técnicos e económicos; - A opinião pública e a Defesa Nacional.
- Tratados de comércio e navegação; - A legislação nacional.
Informam que não têm nenhum exemplar da última folha do trabalho de Alfredo Pimenta e que seguem cem exemplares para o domicílio. Participam que os dez exemplares para o depósito legal da Biblioteca Nacional foram tirados a mais para não desfalcar a tiragem.
Participa que o Ministro da Educação Nacional manifestou interesse em que se concluíssem, com brevidade, as obras destinadas a comemorar o Duplo Centenário para se proceder à sua distribuição, motivo pelo qual solicita a Alfredo Pimenta que envie os seus trabalhos devidamente revistos.
Felicita Alfredo Pimenta pelo prémio do Secretariado de Propaganda Nacional para o livro “Novos Estudos Filosóficos e Críticos”. Elogia o trabalho de dois artistas da Missão da Beira que fizeram uma miniatura do avião português. Conta que foi transferido para a Missão da Beira. Envia uma fotografia do avião feito pelos artistas.
Guias de Receita: Taxas de Turismo, rendas, Caixa de Previdência, Fundo de Desemprego e Piscinas. Ordens de Pagamento e respectivos recibos: Décimo Terceiro Mês, telefones, viagens, rendas, salários, portes de correio, drogaria, ferragens, assinaturas, propaganda, impostos, Fundo de Desemprego, Fundo de Turismo, Caixa Nacional de Pensões, reparações, electricidade, seguros, SISA, vendas, agua, serração, papelaria, picheleiro, electricista, pintor, jornadas, serralheiro, interprete, taxas e notariado.
Autor: O doutor delegado do Procurador Régio nesta comarca, como representante do Ministério Público e em nome da Fazenda Nacional. Réus: José de Oliveira, esposa, proprietários, e Avelino Gonçalo de Almeida e mulher, todos da freguesia de São João de Brito, da comarca de Guimarães.
Apresenta esclarecimentos sobre o seu Parecer acerca da posição da Rádio Renascença face à nova "Lei da Rádio". Em anexo, texto transmitido pela Rádio Renascença em que apresenta as razões que a levam a considerar a Lei da Rádio contrária ao interesse nacional.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, afirma que o Governo está sólido e goza da confiança do Presidente da República, no entanto, acredita que a crise interna do PSD terá reflexos na vida política nacional. Declara que não há novidades nas conversações com o FMI e defende um «Plano Marshall» subsidiado pela a Europa do Norte.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, afirma que o Governo está sólido e goza da confiança do Presidente da República, no entanto, acredita que a crise interna do PSD terá reflexos na vida política nacional. Declara que não há novidades nas conversações com o FMI e defende um «Plano Marshall» subsidiado pela a Europa do Norte.
O Conselho Nacional do CDS vota contra as moções de censura que o PS e o PCP irão apresentar na Assembleia da República e rejeita a investidura de qualquer novo governo antes das eleições. Revela total abertura para um acordo político com o PSD.
Em entrevista à RTP, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, defende que o Governo não pode ser excluído de competências em relação ás Forças Armadas. O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Lemos Ferreira, destaca o vínculo Forças Armadas/Nação.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, assegura que não está prevista a instalação de mísseis norte-americanos em Portugal e revela que o Grupo Parlamentar da NATO rejeitou a proposta do líder soviético Leonid Bejnev de uma moratória na instalação de misseis de médio alcance na Europa.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, assegura que não está prevista a instalação de mísseis norte-americanos em Portugal e revela que o Grupo Parlamentar da NATO rejeitou a proposta do líder soviético Leonid Bejnev de uma moratória na instalação de misseis de médio alcance na Europa.
Em entrevista à RDP, o vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, afirma que a AD é uma coligação de três partidos com igual dignidade, que a crise económica nacional é profunda e que Proença de Carvalho é presidente da RTP por consenso entre si e o primeiro-ministro.
Em entrevista à RDP, o vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, afirma que a AD é uma coligação de três partidos com igual dignidade, que a crise económica nacional é profunda e que Proença de Carvalho é presidente da RTP por consenso entre si e o primeiro-ministro.
Em entrevista à RDP, o vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, afirma que a AD é uma coligação de três partidos com igual dignidade, que a crise económica nacional é profunda e que Proença de Carvalho é presidente da RTP por consenso entre si e o primeiro-ministro.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, desmente a intenção de abandonar o Governo, comenta as eleições autárquicas, uma possível candidatura presidencial, a Lei de Defesa Nacional e a visita do secretário-adjunto da defesa dos Estados Unidos da América, Frank Carlucci.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, nas conferências "Portugal anos 80", alerta que as conquistas fundamentais da Revolução não podem ser postas em causa em qualquer revisão constitucional. Considera a integração de Portugal na CEE um desastre para a economia nacional.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a convocação de eleições intercalares gerais e um programa de reformas que consubstancie um projeto nacional capaz de resolver a crise. Não se opõe à indigitação do governo de Mota Pinto, no entanto coloca condições. Aborda as eleições municipais.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, ameaça com a convocação de um congresso nacional extraordinário do CDS, caso a distrital do Porto não aceite os nomes indicados pela Comissão Directiva para integrar os três primeiros lugares da lista de deputados.
Aborda o contencioso entre o CDS e o PS, considera que o CDS já poderia ter rompido o acordo estabelecido com os socialistas e que deu origem à formação do II Governo Constitucional e desmente as afirmações do Ministro dos Assuntos Sociais, segundo as quais o Serviço Nacional de Saúde não está abrangido pelo contencioso existente.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o CDS poderá a apoiar um Governo de mediação presidencial., desde que não apresente um programa voltado para as grandes reformas, como a a alteração à Lei da Reforma Agrária e o projeto do Serviço Nacional de Saúde.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Alfredo Norberto da Silva Oliveira e Maria Margarida Cardoso Ferreira que também usa o nome de Maria Margarida Cardoso Ferreira de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Domingos Correia Gomes outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Rosa Rodrigues Soares Cerquinha com a qual é casado 2º Outorgante: António Fernando Ferreira da Silva e esposa Maria Luísa de Sousa Melo Silva 3º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões
Notário: João Machado da Silva Outorgantes: Francisco António Machado Cubelo Soares, outorgando na qualidade de procurador da sociedade comercial, denominada "Telme-Trefilaria Nacional de Metais, S.A.R.L", e José Bento da Silva Ramos, outorgando em representação da referida sociedade, da qual é um dos seus administradores.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando na qualidade de gerente da dependência de Guimarães do "Banco Nacional Ultramarino, S.A.R.L."; 2º Outorgante: João Pedro de Oliveira, outorgando em representação da sociedade comercial, denominada "J. Pedro&Simão, Limitada".
Freitas do Amaral fala sobre a Lei de defesa nacional, pugna pela demissão do Ministro das Finanças, aborda o desempenho do Governo em geral, e do Ministro da Educação em particular, aponta a estratégia do CDS para eleições autárquicas e europeias e o acordo com Lucas Pires.
Informa que não se deve pronunciar sobre a questão das eleições concelhias da Póvoa de Varzim, antes da decisão da Comissão Nacional de Jurisdição. Em anexo, as deliberações da Comissão Directiva. Carta de José João Campos da Silva a revelar a sua indignação por saber através do jornais da impugnação das eleições concelhias da Póvoa de Varzim pela Comissão Directiva.
Felicita o presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, pela vitória conseguida no IX Congresso do Partido. Informa que a Comissão Administrativa irá propor à direção do Partido a realização do próximo Conselho Nacional, em Braga. Em anexo, o comunicado emitido pela Comissão Administrativa no dia 19 de Abril de 1990 em que revela os seus objetivos, bem como os membros que a compõe.
Reporta-se ao envio de uma fotografia e ao início das funções do Delfim no Arquivo. Pede informações sobre a Casa dos Vinte Quatro, sobre o pergaminho da Câmara n.º LXVIII. Comenta as notícias sobre política nacional e sobre os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial.
Declara que o Joaquim de Carvalho ficou muito aborrecido com os comentários do jornal "Correio do Minho" sobre a sua conferência na Sociedade Martins Sarmento. Faz referência ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na "Esfera" e à representação à Assembleia Nacional. Tece comentários elogiosos ao n.º VIII da revista "Hispania-Revista Española de História".
Transmite o pedido do caseiro da Barroca e esclarece a razão. Participa a receção das obras enviadas da Biblioteca Nacional de Madrid, a pedido de Alfredo Pimenta. Informa que concluiu o trabalho da vida de São Rosendo para o padre de Santo Tirso. Comenta a lei sobre o inquilinato.
Agradece a hospedagem da filha. Trata das separatas do trabalho de Alfredo Pimenta sobre Eugénio de Castro, das notícias na imprensa sobre a comunicação de Alfredo Pimenta à Assembleia Nacional a respeito do Arquivo. Comenta as das notícias sobre a Segunda Guerra Mundial. Afirma que o Fernando Campos lhe enviou 3 trabalhos e que ficou radiante com a oferta do Boletim.
Comunica que lhe é impossível arranjar os dois contos e que por isso lhe envia a letra do irmão de Alfredo Pimenta, para que este a desconte no Banco Portugal ou Nacional Ultramarino. Pergunta se já recebeu a carta do padre Manuel. Comunica que não acha que seja a altura oportuna para celebrar o contrato de arrendamento e explica porquê.
Circular n.º 26 de 1973 do Governo Civil do Distrito de Braga dirigida à Câmara Municipal de Guimarães dando conta do plano nacional de saneamento básico, que visa dotar a maioria das povoações do Continente e Ilhas com as infraestruturas de abastecimento de água, esgotos e lixos, num período de 12 anos.
Freitas do Amaral no encerramento da convenção nacional da sua candidatura presidencial deixa uma mensagem de esperança e define esta eleição como um ponto de viragem para uma nova era de paz e progresso para Portugal. Faz uma análise das outras candidaturas e sintetiza a sua visão da função presidencial. Revela a forma como a campanha irá decorrer.