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1.º outorgante: António de Freitas 2.º outorgantes: José Martins esposa Conceição Fernandes e filhos Manuel Fernandes Martins, Rosa Fernandes Martins, António Fernandes Martins, Maria da Conceição Fernandes Martins, Adelaide da Conceição Fernandes Martins , Artur Fernandes Martins, João Fernandes Martins e Ana das Dores Fernandes Martins Livro Nº B-529-66(v)
Homenagem a Ribeiro Martins da Costa.
Visita do Secretário de Estado de Indústria, Eng. Rogério da Conceição Serafim Martins a Moçambique.
Visita do Secretário de Estado da Indústria, Eng. Rogério da Conceição Serafim Martins a Cahora Bassa
Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a José Francisco Martins.
Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a António Palhinhas Martins.
A primeira senhora de que há notícia da quinta de Margaride foi a condessa Mumadona Dias, fundadora do Mosteiro de Santa Maria de Guimarães, que a legou a Sesita e a sua filha Bronili, religiosas professas. A 14 de junho de 1021 esta última vendeu a sua "villa margaridi" a Idila e sua esposa Astileova. Idila, a seu tempo, conjuntamente com as suas filhas Bronili e Felícia, vendeu-a, a 9 de fevereiro de 1044, a Dona Elsinda, também religiosa professa. Em 1059 Fernando I de Leão, em seu inventário de propriedades e igrejas em Guimarães, ao tratar desta paróquia menciona apenas a igreja de São Romão de Mesão Frio e a quinta de Margaride. Séculos mais tarde, por doação de 18 de maio de 1314, a quintã de Margaride transita para a posse do Cabido da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães. Este fato determinará que, a partir de 7 de novembro de 1423, esta propriedade passe a beneficiar do importante "Privilégio das Tábuas Vermelhas", concedido nessa data por João I de Portugal à Colegiada de Guimarães. Ao longo dos séculos sucederam-se os emprazamentos, data de 1507, o documento que primeiro descreve a Casa de Margaride, que então se encontrava emprazada a João Gonçalves pela família Almada (Tombo do Morgado dos Alamadas, em Guimarães). Segundo este mesmo documento tratava-se de uma "Casa térrea, telhada, com três portas em arco...". No século XVII o prazo de Margaride passou para o da varonia dos Condes de Margaride, aquando do casamento de Maria Gonçalves com Domingos Enes. No último quartel do século XIX, o 2º Conde de Margaride, Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, que escolheu a Casa de Margaride para residência, efectuou grandes obras de ampliação e melhoramentos gerais na casa da quinta. Assim, a casa que hoje se nos apresenta nada se assemelha à descrição quinhentista. Trata-se de uma construção de linhas sóbrias, constituída por cave e dois pisos superiores, toda em aparelho de granito, com um lanço de escadas exterior de acesso à porta principal, a qual é encimada pela pedra de armas da família. No terreiro que lhe fica defronte encontra-se um belo cruzeiro, adquirido pelo 2º conde de Margaride e que, primitivamente, se encontrava junto ao Recolhimento do Anjo, em Guimarães. A quinta de Margaride conserva-se até hoje na descendência da família dos condes de Margaride. - Vasconcelos, J. Leite de, Opusculos, vol. 3, Coimbra, 1931, pp. 221-225; Moraes, Maria Adelaide Pereira de, Guimarães, Terras de Santa Maria, Guimarães, 1978, pp. 120-121. - Costa, José Couceiro da. Villa Margariti - Da aurora da nacionalidade.
Casa da actual rua da Academia das Ciências onde esteve a a igreja de Jesus, depois que saiu da rua de S. Marçal e antes de ir para a rua da Senhora da Conceição, conforme opinião do irmão senhor Francisco Maria Martins. Contém uma nota: esta informação do senhor Martins não concorda com o que dizem os documentos que dão a igreja como instalada na rua da Horta, 6A, a qual é normal a esta rua, para a esquerda da fotografia, ainda desemboca quase em frente da casa indicada, que é a que tem o automóvel à porta.
(Gavião) - Inclui um questionário para a recolha de dados sobre as intenções de colaboração com o Centro Católico. Averigua-se também a disponibilidade de “leigos categorizados” a favor do Centro. Contém ainda recomendações para a constituição de Comissões Paroquiais e para a inscrição de sócios na Comissão Diocesana. Assinam o ofício o monsenhor Joaquim José da Silva (presidente), padre António Joaquim da Silva Martins, cónego Joaquim Pedro da Trindade e padre José Dias Júnior (vice-presidentes), padre Joaquim Martins Tavares, padre Francisco dos Santos e Silva (vogais), padre Rafael Jacinto (secretário).
Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, trazia emprazada, em três vidas, uma courela, da referida igreja, localizada no termo da vila, na herdade de João Martins Bochardo. O referido foreiro sub-empraza, em três vidas, a courela, a João Martins Bochardo, o moço, por quinze alqueires de trigo, cinco alqueires de cevada e um porco, por dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo.
Francisco Martins, raçoeiro da igreja de Santiago de Évora, faz doação ao prior e raçoeiros desta igreja, para instituição de capela, dos seguintes bens: Uma adega, com talhas, localizada em Évora. Uma horta, localizada na mesma cidade, junto ao Rossio. Uma vinha, localizada no termo da cidade, em Vale Bom. Uma herdade, no termo da cidade, no caminho dos Mogos e da Fonte Ferrenha, que confronta com uma herdade da Albergaria de Jerusalém. Um ferragial que foi do Chantre, junto à horta da Picota. Redactor: Francisco Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Escambo realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Vasco Martins de Pavia, cavaleiro, e sua mulher, Maria de Carvalhais. Os primeiros cedem uma casa que foi chão, localizada em Évora, recebendo em troca umas casas com quintal, localizadas em Évora, na rua das casas que foram de Fernão Cotrim e o foro de cinquenta reais de uma vinha, localizada no caminho de Valverde. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Martins de Pavia, cavaleiro
D. Martinho de Portugal, prior da igreja de Santiago de Évora e os raçoeiros da mesma, dão consentimento para Catarina Martins, viúva de Bartolomeu Martins, vender uma courela de vinha, situada no termo da cidade, no Chafariz de Mor Mendes, foreira à igreja por novecentos reais e uma galinha, a João Godinho e a sua mulher, Branca Henriques, moradores em Évora, por mil e setecentos reais. Redactor: João Fernandes, escudeiro do mestre de Santiago e de Avis, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Venda que fazem Afonso Infante, escudeiro, morador em Évora e sua mulher, a Catarina Afonso, a Antónia Martins, viúva de Francisco Fernandes, de três casas de morada de porta a dentro e um quintal e um celeiro, na porta de Alconchel, por três mil e quinhentos reais brancos. As casas eram foreiras à igreja de Santiago de Évora por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Álvaro Martins, vassalo do rei e escrivão público em lugar de Afonso Gonçalves, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Giraldo Eanes e Inês Martins. Estes traziam emprazadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto à Porta Nova. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a Vasco Gil, sapateiro, e a Inês Martins, moradores em Évora, por oitocentos reais brancos. Redactor: João de Panoias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé, nas escadas que vão para o coro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Margarida Martins, viúva de João Anes Barvacho, que trazia aforada uma vinha, localizada no termo de Évora, no Vale de Romão, por quarenta soldos, pagos pelo São Martinho. Pede autorização à igreja para vender o referido bem a João Martins, pedreiro, e a sua mulher, Senhorinha Anes, moradores na cidade, por seis libras de dinheiros Portugueses. Os clérigos da igreja de Santiago autorizam a venda. Redactor: Lourenço Esteves, tabelião em Évora por autoridade do mestre da Ordem de Avis Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de João Domingues, raçoeiro da igreja de Santiago
Assunto: Queixa de António José da Silva contra o guarda rios José Martins Catarino Junior por este ter aceite a verba correspondente ao pagamento de um pedido de licença para reconstruir uma casa de moinho situada na margem esquerda do ribeiro da Lameira, sem ser da sua competência e sem passar o deviso alvará de licença. Mais se informa que este guarda rios não era o responsável pelo cantão, tendo posteriormente o guarda rios José Martins de Sá Pereira passado um auto de trangressão pela obra feita sem licença. Contém: reclamação, comunicações, notas de serviço, despacho
Assunto: Processo referente ao guarda rios (cantoneiro) Raul Martins Gomes de Oliveira que fiscaliza o rio Este. Contém: comunicações, ordens de serviço, oficios, despachos, guia de apresentação, mapas estatisticos mensais, boletim de abono de família, notas de serviço, verificação de doença, requerimentos, folhas de pensão provisória.; Processo referente ao guarda rios (cantoneiro) Raul Martins Gomes de Oliveira que fiscaliza o rio Este. Contém: comunicações, ordens de serviço, oficios, despachos, guia de apresentação, mapas estatisticos mensais, boletim de abono de família, notas de serviço, verificação de doença, requerimentos, folhas de pensão provisória.
Contém minutas dos pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de fevereiro de 1898 para os seguintes réus: Augusto José Ramalho, Francisco José Alegre, Alfredo Martins, José Lamego, Augusto Amaro Pereira, Júlio Francisco da Silva, António Justino Baião, Faustino Maria Pinheiro, António das Dores Bolinhas, Manuel Joaquim de Almeida, Manuel José da Avó, Emídio Estêvão de Sousa, José Martins Seruca, António Joaquim Velez Barradas, José da Encarnação Monte, Joaquim Pereira e António de Abreu.
Certidão de Jorge Martins Carneiro, escrivão da legacia, em como tem em seu poder uns autos de causa cível entre partes. De um lado estava D. Luís de Lencastre, comendador da Ordem de Avis e das vilas de Estremoz, Alandroal e Veiros, como autor, e da outra Gonçalo Rodrigues, lavrador, morador no Ameixial. A causa era sobre os dízimos de pão e miunças de uma herdade que este trazia arrendada. Redactor: Jorge Martins Carneiro, notário público por apostólica autoridade e escrivão da legacia Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento, em três vidas, de uma courela, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, dentro da herdade de João Martins Bochardo, à ponte da Lage (que trazia Luís Dias, clérigo da mesma igreja) a João Martins Bochardo, o moço (filho do anterior) por quinze alqueires de bom trigo anafil e cinco alqueires de cevada e um porco de dois anos bom em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo.
O prior e raçoeiros da igreja de Santiago dão consentimento a Afonso Infante e a sua mulher, Catarina Afonso, que traziam de foro umas casas na porta de Alconchel, para venderem o foro a Antónia Martins, viúva de Francisco Fernandes, por três mil e quinhentos reais brancos. O consentimento é dado com a condição que ela não possa vender o foro sem autorização da igreja e que faça a manutenção das referidas casas. Redactor: Álvaro Martins, vassalo do rei, escrivão público por Afonso Gonçalves, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Os clérigos da igreja de Santiago de Évora afirmam que Gonçalo Martins Baina, já falecido, morador em Estremoz, deixara, em seu testamento, à referida igreja quarenta soldos antigos, por uma herdade, que já há muitos anos que tinha o cabido da Sé de Évora. Os clérigos da igreja solicitam ao cabido que lhes entregue um bem no valor de quarenta soldos. O cabido entrega à igreja um foro de uma casa, localizada em Évora, na rua das Fontes. Os clérigos da igreja de Santiago tomam posse na referida casa. Redactor: Gonçalo Martins, escrivão de Martim Gonçalves, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé, junto à porta dos claustros
Contém: convocatória para as assembleia gerais da Empresa Industrial Carbonífera e Electro-Técnica, Lda (1940-1942); certidão de óbito de António Martins Viana (1931); procuração de António Martins Viana de plenos poderes a favor de Pinto Quartin (1928); procuração de plenos podres de António Martins Viana a José Silvestre da Silva Campos, para ceder quotas que possua na sociedade Empresa Industrial Carbonífera ... (1927); contrato antenupcial de Ester Leão Quartin e António Martins Viana (1903). • Assuntos: Viana, António Martins..
Francisco Martins Rodrigues, João Pulido Valente e Rui D'Espinay são julgados e condenados por «actividades subversivas»; 27 pp.
Documentação relativa ao pagamento da pensão provisória ao padre Manuel da Silva Martins, que à data da implantação da República não exercia as funções de pároco colado da freguesia de Macedo, concelho de Ovar, do distrito de Aveiro, por incapacidade mental, tendo-lhe sido atribuída a pensão provisória de 22$500.
Petição para a concessão de pensão nos termos do artigo 154.º da Lei de 20 de Abril de 1911, em que são requerentes os sacristãos das freguesias de Aljezur: José Rafael da Costa; Bordeira: António Filipe Martins; Odeceixe: José João (faleceu). Concelho de Aljezur.
Contém a provisão e vários pedidos de isenção de direitos para o material necessário à laboração da fábrica de trefilaria de arame, utilizado em instrumentos de música, que Filipe Martins dos Reis e seu filho, Miguel José dos Reis possuem em Lisboa, na Rua do Arco das Águas Livres.
Casado, 36 anos de idade. Filiação: Inacio Martins. Natural de INFIAS,Santa Maria-GUIMARAES, residente em BRAGA-SAO VITOR-BRAGA. Destino Sao Paulo. Trabalhador agricola. Leva sua mulher Josefa Peixoto Guimaraes, de 29 anos, e seu filho Alfredo, de 11 anos.
Naturalidade do noivo: Cabreiros, São Miguel-Braga. Profissão da noiva: lavradeira. Naturalidade da noiva: Cabreiros, São Miguel-Braga. Pai do noivo: António Ferreira Cruz, lavardor. Mãe do noivo: Maria Ferreira Rocha, lavardeira. Pai da noiva: António Martins Soares, lavrador. Mãe da noiva: Custódia Alves Pereira. Testemunhas: Bento Ferreira Cruz, Manuel António Silva, assina a rogo pela contraente.
Solteiro, 22 anos de idade. Natural de GUIMARAES-GUIMARAES. Destino Viajar pela Europa. Capitalista. Leva seu irmao Luis Cardoso Martins Meneses de menos de 20 anos, estudante e sua familiar Ana Vasconcelos, solteira de 44 anos. Filho dos condes de Margarido
Naturalidade do noivo: Chorente, São Miguel-Barcelos. Naturalidade da noiva: Maximinos, São Pedro-Braga. Pai do noivo: Manuel José Martins. Mãe do noivo: Maria Joaquina. Pai da noiva: Manuel Cerqueira. Mãe da noiva: Antónia Luísa. Testemunhas: Reverendo Gaspar João Reis Magalhães, Jerónimo José Dias.
Profissão do noivo: soldado. Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Morada do noivo: Rua Dom Gualdim. Profissão da noiva: gaspiadeira. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Morada da noiva: Rua Dom Gualdim. Pai do noivo: Leonardo Martins. Mãe do noivo: Maria José Silva, fiadeira. Pai da noiva: João Vieira, sapteiro. Mãe da noiva: Antónia Abadia. Testemunhas: Jerónimo José Dias, Manuel Francisco.
Profissão do noivo: escudeiro. Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Profissão da noiva: fiadeira. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: António José Martins Duarte, lavrador. Mãe do noivo: Maria Custódia Gomes, lavradeira. Pai da noiva: António José Vieira. Mãe da noiva: Josefa Maria. Testemunhas: Domingos José Araújo, Jerónimo José Dias.
Com destino a Rio de Janeiro, Brasil Naturalidade do requerente: Fonte Boa Data de Batismo: n/a Pai: Manuel Caseiro Martins Mãe: Teresa Alves de Sousa Estado Civil: Solteiro Cônjuge: n/a Pai do Cônjuge: n/a Acompanhantes: n/a Processo 11/1-47-E
Com destino a: Buenos Aires, Argentina Naturalidade do requerente: Antas Data de Batismo: n/a. Pai: António Martins Vitorino Novo Mãe: Maria Gonçalves Caramalho Estado Civil: casado Cônjuge: Paulina Gomes de Matos Pai do Cônjuge: n/a. Acompanhantes: não o acompanha qualquer membro da família. Processo: 11/1-47-E
Com destino a Buenos Aires, Argentina Naturalidade do requerente: Antas Data de Batismo: n/a Pai: Manuel Martins Meira Mãe: Teresa Alves Rolo Estado Civil: Casado Cônjuge: Maria Freire Gonçalves Torres Pereira Pai do Cônjuge: n/a Acompanhantes: n/a Processo 11/ 1-50-E