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Livro da autoria de Mariana Nemat, Quidnovi, Lisboa
Relato de uma viagem entre Lisboa e Guimarães.
Poema sobre Guimarães. Música: "Marcha de Lisboa 1963".
Informa que responderá a Alfredo Pimenta quando regressar a Lisboa.
Manifesta a sua tristeza por ter ido trabalhar para Lisboa.
Informa ser impossível ir a Lisboa. Pede desculpa pelo sobrescrito.
Áreas geográficas e topónimos: Igreja da Santíssima Trindade (Lisboa, Portugal) • Assuntos: Registo de casamento.
Áreas geográficas e topónimos: Igreja da Santíssima Trindade (Lisboa, Portugal) • Assuntos: Registo de casamento.
Áreas geográficas e topónimos: Igreja de S. Paulo (Lisboa, Portugal) • Assuntos: Ata.
Áreas geográficas e topónimos: Igreja de S. Paulo (Lisboa, Portugal) • Assuntos: Assembleia Eleitoral.
Diário de viagem, dividido em três partes, elaborado pelo capitão Delfim José de Oliveira, na viagem de Lisboa a Tete. Por portaria de 18 de Junho de 1859, o capitão Delfim José de Oliveira foi nomeado comandante da colónia militar a ser estabelecida em Tete. Esta foi denominada “Colónia Militar de Tete, 1ª Companhia do 2º Batalhão de Caçadores”. Embora tenha recusado, por achar pouco honrosa a comissão, uma portaria do dia 22 de Junho, obrigou o capitão a tomar posse imediatamente. Na primeira parte, é referido o motivo da viagem (organizar e estabelecer uma colónia militar nas proximidades de Tete). São descritos os preparativos para a mesma, como por exemplo, conseguir colonos, onde e como recrutá-los. Para constituir a colónia, foi necessário procurar entre “soldados incorrigíveis, condenados a servir no Ultramar”, “condenados ao degredo de África”, e algumas mulheres e crianças que os acompanhavam. No dia 2 de Julho, a fragata, com um total de 616 pessoas a bordo, foi rebocada para fora da barra de Lisboa, de onde largou às 8 horas. São relatadas as intempéries e as consequências para o navio e para o estado de ânimo dos passageiros, bem como toda a espécie de constrangimentos resultantes da longa viagem, até à chegada a 14 de Outubro. Na segunda parte, já em Moçambique, o capitão refere José Vicente da Gama e a publicação da sua obra “Almanach de Moçambique para 1859”, do qual reproduziu alguns conteúdos que considerou relevantes, como a história de Moçambique, desde a chegada de Vasco da Gama em 1498, mas também as questões políticas e religiosas, a organização social e eclesiástica, o comércio e economia, a alimentação, costumes, e ainda, a escravatura e a maçonaria. Na terceira parte, é feito o relato da viagem de Moçambique a Tete, sendo a colónia militar transportada pela escuna de guerra “Angra”, parando em Quelimane. É abordada a situação dos Prazos da Coroa. Em 28 de Setembro a colónia foi transportada de Quelimane para Tete, numa flotilha composta por 11 lanchas e um escaler. O capitão descreve o que a colónia militar foi encontrando, como as povoações por onde foram passando, os habitantes e seus usos e costumes. Ao passarem por Inhacerere, no Prazo de Sena, havia ordem para que ninguém da colónia fosse a terra firme, por haver varíola. No dia 2 de Novembro, chegaram a Tete, onde a colónia se veio a instalar, sendo relatadas as vicissitudes que tiveram que enfrentaram para a sua fundação. Em 20 de Junho de 1861 o capitão Delfim José de Oliveira, foi nomeado governador interino do distrito de Sofala, pelo então Governador-Geral de Moçambique, João Tavares de Almeida.
Diário de viagem, dividido em três partes, elaborado pelo capitão Delfim José de Oliveira, na viagem de Lisboa a Tete. Por portaria de 18 de Junho de 1859, o capitão Delfim José de Oliveira foi nomeado comandante da colónia militar a ser estabelecida em Tete. Esta foi denominada “Colónia Militar de Tete, 1ª Companhia do 2º Batalhão de Caçadores”. Embora tenha recusado, por achar pouco honrosa a comissão, uma portaria do dia 22 de Junho, obrigou o capitão a tomar posse imediatamente. Na primeira parte, é referido o motivo da viagem (organizar e estabelecer uma colónia militar nas proximidades de Tete). São descritos os preparativos para a mesma, como por exemplo, conseguir colonos, onde e como recrutá-los. Para constituir a colónia, foi necessário procurar entre “soldados incorrigíveis, condenados a servir no Ultramar”, “condenados ao degredo de África”, e algumas mulheres e crianças que os acompanhavam. No dia 2 de Julho, a fragata, com um total de 616 pessoas a bordo, foi rebocada para fora da barra de Lisboa, de onde largou às 8 horas. São relatadas as intempéries e as consequências para o navio e para o estado de ânimo dos passageiros, bem como toda a espécie de constrangimentos resultantes da longa viagem, até à chegada a 14 de Outubro. Na segunda parte, já em Moçambique, o capitão refere José Vicente da Gama e a publicação da sua obra “Almanach de Moçambique para 1859”, do qual reproduziu alguns conteúdos que considerou relevantes, como a história de Moçambique, desde a chegada de Vasco da Gama em 1498, mas também as questões políticas e religiosas, a organização social e eclesiástica, o comércio e economia, a alimentação, costumes, e ainda, a escravatura e a maçonaria. Na terceira parte, é feito o relato da viagem de Moçambique a Tete, sendo a colónia militar transportada pela escuna de guerra “Angra”, parando em Quelimane. É abordada a situação dos Prazos da Coroa. Em 28 de Setembro a colónia foi transportada de Quelimane para Tete, numa flotilha composta por 11 lanchas e um escaler. O capitão descreve o que a colónia militar foi encontrando, como as povoações por onde foram passando, os habitantes e seus usos e costumes. Ao passarem por Inhacerere, no Prazo de Sena, havia ordem para que ninguém da colónia fosse a terra firme, por haver varíola. No dia 2 de Novembro, chegaram a Tete, onde a colónia se veio a instalar, sendo relatadas as vicissitudes que tiveram que enfrentaram para a sua fundação. Em 20 de Junho de 1861 o capitão Delfim José de Oliveira, foi nomeado governador interino do distrito de Sofala, pelo então Governador-Geral de Moçambique, João Tavares de Almeida
Interior da Igreja de Jesus na rua de S. Marçal.
Fotografia do reverendo Belarmino José Vieira Barata
Edifício na rua de S. Marçal existente onde se fundou a Igreja de Jesus
Fotografia de menina, da Escola Evangélica de Jesus, com dedicatória a António Fiandor.
Na quinta Hall em 23 de Junho de 1940.
Série composta por correspondência recebida pela Sociedade do Esforço Cristão da Igreja de Jesus.
Registos de alunos, do sexo masculino e feminino, da Escola Dominical da Igreja de Jesus.
Certificados de confirmações validados pelo Bispo Riley, do Vale do México e Lord Plunket.
Série composta por um livro de registo de contas de depósitos da Igreja de Jesus.
Livro de registo de receita e despesa da Igreja de Jesus.
Livro de registo de receita e despesa da Igreja de Jesus.
Livro de registo de óbitos da igreja de Jesus.
Recibos de honorários de professores: professores Teófilo Santos, Josué Ferreira.
Livro de registo de receita e despesa da Igreja de Jesus.
Exposição apresentada à Junta Paroquial por um representante secular sobre a possibilidade de encerramento da Congregação.
Livro de registo do Fundo dos Pobres da Igreja de Jesus.
Livros de registo da Escola Dominical da Igreja de Jesus, da 1ª à 3ª classe.s
Livro de caixa do Fundo da Missão da Assenta.
Livro de registo das classificações de apuramento, dos alunos da escola dominical da Igreja de Jesus.
Relatórios da Igreja de Jesus: movimentos paroquiais, Sociedade do Esforço Cristão, Escola Dominical.
Livro de registo de caixa da Sociedade de Esforço Cristão, cursos comercial e elementar.
Livro de registo de caixa do Fundo Pastoral da Igreja de Jesus.
Série composta por um livro de registo de saída e entrada de livros para leitura em casa.
Copiador de correspondência enviada: Esforço Cristão da Igreja de Jesus, federação portuguesa de escolas dominicais.
Apresentação do protesto contra o indeferimento de vários pedidos de realização de sessões comemorativas do 360° aniversário da Independência (1º Dezembro). Pela Comissão Distrital de Lisboa do MUD, assinam, entre outros, António de Sousa, Gustavo Soromenho, João Pedro dos Santos, José de Magalhães Godinho. • Assuntos: Oposição ao Estado Novo.
Livro de Atas da Assembleia Geral do Arciprestado do Sul: Apresentação do cónego Olifiers, presbítero da Igreja Episcopal dos Estados Unidos da América; Eleição dos membros da Comissão do Arciprestado; Atividades religiosas; Assistência à terceira idade; Análise de resoluções do Sínodo; Análise orçamental das paróquias; Missão do Algarve; Congressos.
Atas da Junta paroquial da Congregação da Santíssima Trindade: - Eleições; - Escola para crianças; - Compra de livros de expediente; - Auxílio para obras; - Realização de cultos; - Coletas; - Fundo dos pobres; - Sessões de lanterna mágica; - Comissão de Senhoras (festa escolar); - Visita do reverendo Thomas Pulvertaft e Diogo Cassels.
Ecclesia - Ano 3 - Nº 10: panorama espiritual; reminiscências e perspetivas; a conversão de Bergson; no átrio, na nave; florilégio da oração; galeria histórica - Fernão de Oliveira; o valor do uso na educação religiosa; glória e desgraça do catolicismo português; na seara; o livro e os livros; padre António Pereira de Figueiredo.
Ecclesia - Ano 2 - Nº 8: o problema das bibliotecas; reminiscências e perspectivas; o dogma da Assunção; comemorações. No átrio; na nave; florilégio da oração; considerações em torno à alma anglicana; na seara; glória, múscia por Leopoldo Figueiredo; luxogramas; o livro e os livros.
Ecclesia - Ano 2 - Nº 6: humanos, somente humanos; reminiscências e perspectivas; Camões e o Cavaleiro de Oliveira; florilégio de oraçaõ; comemorações do trimestre: no átrio; na nave, línguas de fogo; bons sintomas Padres Alves Correia e Reinholds; aleluia, música, Dr. Leopoldo Figueiredo; lusogramas; o livro e os livros; Fórum.
Ecclesia - Ano 1 - Nº4 - sumário: cautela com as crianças; reminiscências e perspectivas; a Igreja e sua responsabilidade - Lorde Arcebispo de Armagh; florilégio da oração; no a´terio, na nave; hino triunfal; lauda poética: praia da vida e sacríficio inútil; missionística, Ch. Périr; No lar: carta dum bolseiro; na seara; programa da Conferência de janeiro.
Ecclesia - Ano 1 - Nº3 - sumário: Portugal cristão, Portugal judaico; reminiscências e perspectivas; a mensagem actual Dr. Coggan; as lágrimas de Moisés; Veni Creator; no átrio, na nave; sombras em fundo aúreo; fórum; escotismo; missionática; no lar - cães; na seara: visita episcopal; o livro e os livros.
Ecclesia - Ano 1 - Nº1 - sumário: primeira aos portucalenses; reminiscências e perspectivas; para uma nova semântica; selos e pergaminhos; o Cristianismo na nossa terra; no átrio; na nave, na seara; fórum, no lar; o livro e os livros.
Documentos diversos da Escola Evangélica Lusitana (Colégio Evangélico Lusitano): grupo dos antigos alunos do colégio (relatório de contas do ano de 1946); relação dos alunos propostos a exame da 4ª classe 1964-1965; relação dos alunos matriculados 1963-1964; festa de natal, festa das colheitas, donativos e faturas.
Processo de ordenação de Saúl de Sousa: ata de exame para ordens sacras do pregador leigo Saúl de Sousa, requerimento, prova escrita do exame para as Sagradas Escrituras, correspondência, declaração de obediência canónica, carta testemunhal, proposta da junta paroquial de S. Mateus, siquis.
O Sínodo é o órgão máximo da Igreja Lusitana que superintende todas as paróquias e missões. É convocado pelo Bispo que é a autoridade máxima da Igreja; é uma assembleia que reúne leigos e presbíteros.
Relatórios da Igreja Lusitana 1907_1ª parte: Igreja de S. Pedro - gerentes para 1908, contribuintes do fundo paroquial 1907, fundo dos pobres 1907; Igreja de S. Paulo - junta paroquial 1908.
Livro de atas da direção da Associação de Renovação Cristã, secção de cultura cinematográfica com a apresentação de prestação de contas e listas de filmes. A secção de cultura cinematográfica, da Associação de Renovação Cristã, foi criada em 1950 por Leopoldo Figueiredo, composta pelo presidente,1 secretário e três vogais.
Registo de pessoas que pagavam a sua contribuição para a Igreja, com indicação do nome, importância e morada. Contém também registos de quotizações, coletas para diversos fundos, movimentos de livros de oração comum e donativos.
Registo de pessoas que pagavam a sua contribuição para a Igreja, com indicação do nome, importância e morada. Contém também registos de quotizações, coletas para diversos fundos, movimentos de livros de oração comum e donativos.
Livro nº 2 de atas da Comissão Organizadora do Primeiro Congresso da Igreja Lusitana com os seguintes assuntos: propaganda, redatores de notícias, ensaios do coro, reuniões, expediente geral, programa, comissão de honra, exposição na sala dos escuteiros do convento dos Marianos, excursão.
Livro de atas da Junta Paroquial da Igreja de Jesus: - Aprovação da direção do Esforço Cristão (ata nº 132); - Apresentação de contas; - Boletim da Igreja Lusitana; - Gestão do fundo do templo, fundo dos pobres e fundo paroquial; - Eleições para a junta; - Comissão de beneficência; - Pedidos de demissão; - Assuntos da Sociedade de Esforço Cristão Juvenil.
Livro de atas da Junta Paroquial, da ata nº 80 à ata nº 130: - Donativos; - Avisos, - Contratos; - Circular das Senhoras a pedir autorização para a criação de uma "Sociedade de Senhoras" (ata nº 90 de 07.07.1937); - Fundo dos Pobres; - Fundo Pastoral; - Eleições.
Ata da Comissão Permanente 19 julho 1880: eleições para os corpos governamentais da Igreja; admissão dos representantes da Igreja Evangélica Espanhola ao Sínodo Diocesano; nomeação de mais membros para a Comissão Permanente; adesão da Igreja de Gaia; regulamento interno provisório.
Ata do Sínodo da Igreja Lusitana de 4 de junho de 1883: eleições corpos gerentes, conselho dos bispos, Diogo Cassels eleito presbítero de Vila nova de Gaia, novo livro e Oração Comum.