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O inventariado foi residente em Frades. Inventariante: Flavio Conde Torres residente em Guimaraes. Tem apenso inventário de Carlos Torres
O inventariado foi residente em Frades. Inventariante: Flavio Conde Torres residente em Guimaraes. Tem apenso inventário de Carlos Torres
Outorgantes: Ernesto Santana Pinto Melo; Tomásia Torres; José Joaquim Fernandes; Teresa Torres Fernandes. Notário: Luís Manuel Faria Velho Junior.
Outorgantes: Francisco José Gonçalves; Rosalina Costa Torres; João António Lopes Castro Torres; José António Rodrigues Cruz. Notário: Francisco Ferreira Monteiro.
Outorgantes: Rosa Nunes Pereira Torres; Manuel Rodrigues Soares; José Maria Torres Machado. Notário: Luís Manuel Azevedo Rocha.
Outorgantes: António Martins; Maria Costa, Domingos Martins Torres, Olívia Costa Torres, António Silva, Maria Alves Mota. Notário: José António Arantes.
Outorgantes: Laura Inocência Fagundes Paiva Soares; Lisia Torres Sousa Lima, Lizia Torres Sousa Lima. Notário: Maria Glória Azevedo Rocha.
Outorgantes: José Freitas Torres; segundos outorgantes: Virginia Freitas Torres, Fernando Meira, José Pereira Silva Araújo. Notário: João Machado Silva
Outorgantes: Custodio Jose Cerqueira, Maria Dores Torres; segundos outorgantes: Manuel António Torres, Gloria Jesus Martins. Notário: Jose Alves Oliveira
Inventário orfanológico. O inventariado foi residente em Pousada de Saramagos. Inventariante: Maria Madalena Machado Torres. Residente em Torres - Saramagos.
Outorgantes: Boaventura José Cunha; Francisca Lima; Teresa Lima Cunha Torres; António Oliveira Torres. Notário: Domingos Joaquim Rocha.
Intervenientes: Ferreira & Filhos, Limitada, do Porto; Francisco José Monteiro Torres e Olindina de Andrade Torres, de Barcelos.
Outorgantes: Manuel José Ribeiro, Conceicao Jesus Torres; segundos outorgantes: António Emilio Torres. Notário: António Luis Reis Ribeiro
Textos relacionados com a reforma do ensino superior: "Reforma Universitária. Proposta (ou sugestões) da Universidade de Luanda relativas à alínea A) da ordem de serviço de Sua Excelência o Ministro da Educação Nacional de 9 de Junho de 1969", de 1 de dezembro de 1969, de José Gonçalo Herculano de Carvalho; "Críticas e sugestões ao ‘Projecto do Sistema Escolar’ e às ‘Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior’", de 22 de março de 1971, de Vasco Fortuna; "Parecer sobre o Projecto do Sistema Escolar e as Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior", de 26 de março de 1971; "Anotações ao Projecto de Reforma do Ensino ", de 6 de abril de 1971; Discurso do deputado Vítor Manuel Pires Aguiar e Silva, em 17 de abril de 1970, durante o "aviso prévio" do deputado [João Pedro] Miller Guerra sobre "A Reforma da Universidade"; "Aspectos políticos (e quase políticos) da ‘Reforma’. (comentário às Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior)", de julho de 1971 de Afonso Rodrigues Queiró; "Ensino-Reorganização do Ensino da Engenharia”, de julho de 1971 de F [?] S [?] Correia de Araújo; "Elementos para um estudo da Universidade de Lourenço Marques", de outubro de 1971 de J[?] Barreiros Martins; "Projecto de parecer a apresentar ao Secretariado de Reforma do Ensino", de 1971 da Universidade Católica Portuguesa; "Análise crítica dos projectos ‘Sistema escolar’ e ‘Linhas gerais da reforma do ensino superior’", de maio de 1971 de J[?] Pinto Lopes e J[?]Torres Pereira; "Cursos e departamentos nos domínios das ciências exactas e tecnológicas. Progamação" e "Cursos e departamentos no domínio da Medicina. Programação", de novembro de 1974 da Comissão Instaladora da Universidade do Minho.
Livro contendo sinopses dos ofícios recebidos pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau entre 17 de janeiro de 1871 e 21 de setembro de 1873. Os ofícios foram remetidos por diversas entidades (administrador do Bairro Central ao juiz da irmandade; do 1.º secretário da Assembleia Geral da irmandade para o 1.º escrivão da Mesa Administrativa; do Hospital de S. José para o 2.º escrivão da irmandade; do rendeiro da marinha de sal de Setúbal, Olímpio José Gomes Torres, à companhia "Auxiliadora"; do Albergue dos Inválidos do Trabalho para a irmandade; do boticário Francisco Frazão da rua do Mirante à irmandade, entre outros), versando a correspondência sobre diversos assuntos entre os quais a informação de que a prorrogação do prazo estabelecido na Lei para o registo dos ônus reais de servidão e quinhão terminava em março de 1871; participação à Mesa Administrativa de que ficou reeleita; informação da entrada na enfermaria particular de um irmão da irmandade e relembrando a maneira regular de entrada estabelecida para os irmãos da irmandade; envio de contrato de arrendamento em duplicado para continuar com a marinha de sal por mais um ano pelo preço de 130 mil réis, o qual tivera início em 1 de janeiro de 1871, prontificando-se a mandar fazer as obras necessárias cujas importâncias seriam descontadas do valor das rendas semestrais; participação da eleição da Comissão Revisora de Contas; pedido e agradecimento da direção do Albergue à irmandade por autorizar a petição de esmolas na porta da Igreja de São Nicolau na 5.ª e 6.ª feira da Semana Santa; resposta do boticário ao ofício do 2.º escrivão sobre o excesso do preço dos medicamentos aviados, explicando-o pelo aumento do preço de diversas drogas.
Conjunto de documentos produzidos, recebidos e acumulados pela Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação de Lisboa, abarcando o período de 1698 a 2000, tendo-se perdido a maior parte dos documentos devido ao Terramoto de 1755 e sequente incêndio, que destruiu o templo e todas as suas dependências, incluindo o arquivo da Irmandade. Este fundo documental integra documentação relativa à constituição e regulamentação, aos órgãos de governo e administração, à gestão administrativa, financeira e patrimonial e aos irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento. Destacam-se, pela sua importância para o conhecimento da história da instituição, os vários compromissos e estatutos aprovados entre 1817 e 1935, a documentação produzida pelos órgãos da administração, Mesa e Assembleia-geral, entre 1698 e 2000, a documentação financeira, constituída por séries de livros bastante completa e a documentação relativa aos irmãos da Irmandade. Digna de destaque é também a documentação relativa às obras de reconstrução da Igreja, que descreve em vários conjuntos documentais todos os passos dados, desde o desentulho iniciado logo em 1756, as soluções encontradas para angariar dinheiro para as obras, a escolha dos arquitectos, pintores e dos próprios projectos, até ao esforço de reedificação que, por falta de recursos, só terminou em 1867, com o acabamento da fachada, deixando até hoje por construir as torres projectadas da Igreja. Podem ainda ser encontrados na secção do Cartório, documentos relacionados com a gestão financeira destacando-se os documentos relativos à actividade creditícia da Irmandade, que emprestava dinheiro a juro a irmãos, religiosos e até a alguns titulares e à gestão das contas correntes dos legados pios e administração dos bens dos testadores.
Documentação referente ao Observatório do Emprego e Formação Profissional. Contém: convocatória, projeto de ata e ordens de trabalhos de reuniões; Informação n.º 38, sobre Coordenação da formação profissional inserida no mercado de emprego [s.d.] (manuscrita por Acácio Catarino); 1.ª Reunião de interlocutores da Região Norte, súmula esquematizada, 1996-01-14 (fotocópia de notas manuscritas de Acácio Catarino); 13.º Estudo, Metodologias para compatibilizar os projectos dos trabalhadores e as necessidades de modernização das empresas, termos de referência (1.ª versão, 1996-05-15) (fotocópia de manuscrito de Acácio Catarino); 5.º Estudo, I&D, Inovação e fomento do emprego (3.ª versão, 1996-05-21); I&D, Inovação e fomento do emprego, sequência (1.ª versão, 1998-10-15); I&D, Inovação e fomento do emprego, sequência (2.ª versão, 1998-11-12); 6.º Estudo, Mercado de formação, conceito e funcionamento (3.ª versão, 1996-05-21); Mercado de formação, conceitos e funcionamento, sequência (1.ª versão, 1998-10-29) (com anotações manuscritas de Acácio Catarino); Estudo n.º 18, Recomposição da estrutura profissional, difusão de novas profissões, termos de referência (1.ª versão, 1997-05-22); Estudo n.º 20, Estratégias profissionais e competências-chave (2.ª versão, 1998-01-28); 25.º Estudo, Trabalho precário, perspectivas de superação, termos de referência (4.ª versão, 1997-05-25); Instituto do Emprego e Formação Profissional, Encomenda de um Estudo para o Observatório do Emprego e Formação Profissional (Portaria n.º 180/93, de 16 de fevereiro) com o título Mudança organizacional e gestão de recursos humanos; Estudo n.º 30, Mudança organizacional e gestão de recursos humanos, termos de referência (2.ª versão, 1997-11-24); Estudo n.º 35, Potencialidades do Litoral Alentejano, termos de referência (2.ª versão, 1998-01-28); Estudo n.º 36, Reestruturação produtiva na Zona de Tomar, Torres Novas e Abrantes, termos de referência (4.ª versão, 1998-01-31)
Boletim Municipal do mês de Dezembro de 1993. Possui os seguintes artigos: - Editorial - Boas Festas - Fotografias legendadas representando a síntese do trabalho realizado pelas autarquias do concelho: Prova Desportiva realizada em Vidigueira; Férias Desportivas para as crianças do concelho; Festival Desportivo 92; Exibição de ginástica rítmica e desportiva pelas classes de ginástica; Festa de Natal das Escolas do Ensino Primário do Concelho; Exposição de escultura do Mestre Isaclino Morais; Atelier de cerâmica com os alunos das escolas de Vidigueira; Concerto de violino para os alunos das escolas de música (Igrejinha Nova); Pavilhão para exposições em Vidigueira; Centro de dia, posto médico, e delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão em Marmelar; Posto médico de Selmes; Escola para o ensino primário de Vidigueira (vista parcial do pátio interior); Escola para o ensino primário de Vidigueira (polidesportivo); Escola para o ensino primário de Vidigueira (vista parcial); Torre do relógio e casa mortuária de Alcaria da Serra; Casa mortuária e torre do relógio de Marmelar; Casa mortuária de Selmes; Construção do posto médico de Vila de Frades; Construção do centro de dia, posto médico e delegação da Junta de Freguesia de Selmes em Alcaria da Serra; Arranjo da Igreja da Misericórdia de Vila de Frades; Arranjo da zona envolvente da Igreja de Marmelar; Conjunto de equipamento colectivo (aquecimento das piscinas; estação de tratamento das piscinas cobertas e descobertas); Viatura para recolha de resíduos sólidos; Sessão em Vidigueira com o Secretário de Estado do Ambiente e Recursos Naturais para a assinatura do protocolo para a entrega da zona envolvente da barragem do Alvito às câmaras da A.M.C.A.V.; Sessão para assinatura do protocolo de geminação com Sines e Nisa; Férias em Sines ao abrigo do protocolo de geminação; Encontro internacional sobre desenvolvimento económico em Vidigueira; Fase de construção da adutora do Pequito para abastecimento de água a Pedrógão do Alentejo; Nova captação de água para Pedrógão do Alentejo (Barranco do Boeiro); Nova captação dos Pisões para abastecimento do sistema de Vidigueira e de Selmes; Encontro de reformados do concelho; Grupo coral dos reformados de Vidigueira
CASTRO, Frederico Justiniano. Filho de Luís José de Sousa e Castro, capitão da Casa Real, e de Rita Rosa de Sousa e Castro, dama da Real Câmara, da Casa e Quinta da Torre, sita em Paderne. Nasceu (*) em Lisboa (ver assento de óbito de sua filha Aurélia Augusta, falecida na Vila a 7/10/1902), por volta de 1809. // A 14/8/1836 foi padrinho (juntamente com sua irmã Adelaide) de Albano Augusto Gonçalves, nascido no lugar do Souto dois dias antes. // A 11/5/1838 foi padrinho de Justiniano Augusto da Silva, nascido no lugar da Várzea a sete desse mês e ano. // A 16/5/1839 foi padrinho de Lucinda de Castro, nascida na Várzea a onze desse mês e ano. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 7/2/1843 com Mariana Carolina, filha do capitão-mor João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP, ele presente e ela por procuração passada a seu irmão, José Albano de Abreu Cunha Araújo. Testemunhas: João António de Abreu Cunha Araújo, da Vila de Melgaço, e Manuel António de Sousa, natural de Chaviães, empregado na administração. // A 30/7/1851 foi padrinho de Justina Augusta Vaz, nascida dois dias antes. // Em 1874 pertencia ao grupo dos quarenta maiores contribuintes de Melgaço. // A 17/6/1878, na igreja do mosteiro, ele e a esposa foram padrinhos de batismo de Albina da Glória de Sousa Monteiro. // Estava viúvo de Mariana Carolina quando voltou a casar, na igreja da freguesia de Remoães, a 10/4/1892, desta vez com Prudência Rosa, solteira, de 47 anos de idade, filha de Adão de Sousa e Castro e de Maria Vitória Marques, do lugar da Várzea, freguesia de Paderne. Testemunhas: Manuel Francisco Gonçalves, casado, lavrador, da Quinta da Torre, Paderne, e JAM, solteiro, do lugar de Canle, Remoães. // Foi recebedor do concelho de Melgaço, advogado nos auditórios do julgado, secretário da Câmara Municipal de Melgaço, de cujo cargo se aposentou em 1890. // Foi abastado proprietário na Calçada, SMP, possuindo, entre outros bens, a casa que depois seria do “brasileiro” João Pires Teixeira, e mais tarde do comerciante Miguel Pereira (Macarrão). // Faleceu em sua casa de morada, sita na Quinta da Várzea, Paderne, a 28/7/1894, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, no estado de casado com Prudência Rosa de Castro, com testamento, com filhos, e foi sepultado dentro da igreja paroquial. // Só teve filhos da primeira esposa. /// (*) No seu assento de óbito diz-se que ele era natural de Paderne.
Registo da imagem em nome de Manoel Ferreira Pessoas identificadas: Fernando Luis Ribeiro, Manuel João Cutileiro Ferreira, LuIs Alves Martins, José Alberto Esquivel Pereira, António Descalço de Torres Vaz Freire, Maria Noémia Ribeiro Alves Martins de Torres Vaz Freire, Maria Alice Ribeiro Alves Martins Esquivel Pereira, Alice Candida Espadeiro Ribeiro Alves Martins, Maria Luisa Ribeiro Alves Martins Cutileiro Ferreira, Maria Manuela Alves Martins Cutileiro Ferreira (criança), Maria Luisa Alves Martins Cutileiro Ferreira (criança), José Luis Martins Esquivel Pereira (criança), Artur Luis Martins Cutileiro Ferreira (criança), Rosa Maria Martins Esquivel Pereira (criança), Mariana de Jesus Martins de Torres Vaz Freire (criança)
Em 1258, nas inquirições de D. Afonos III efetuadas no julgado de Guimarães, há referência a 4 casais pertencentes a Urraca Nunes Manteiga, que terão sido o núcleo originário da Quinta da Pousada. Dona Urraca deixa as terras de Pousada à sua filha, Auzenda Annes de Guimarães, casada com Gonçalo Gomes Peixoto, da família dos Peixotos, senhor de Pardelhas, de Fafe que aqui construíra a Torre da Pousada. Estas terras foram deixadas a seu filho, Gonçalo Gonçalves Peixoto, cónego da Sé de Braga e da Colegiada de Guimarães, abade de Tolões e de vila Cova, que por sua vez, instituiu o morgado em seu filho, legitimado em 1292, Gomes Gonçalves, cónego da Colegiada de Guimarães e 1º administrador do morgado da Pousada. Além deste, foram legitimados, por Dom Dinis, em 1323, mais quatro filhos: Álvaro Gomes Peixoto, Vasco Gomes Peixoto, Rui Gomes Peixoto, Gil Gomes Peixoto. Gil Gomes Peixoto, clérigo de missa, sucede no vínculo a seu pai, Gomes Gonçalves que, por sua vez, o transmitiu a seu filho, Álvaro Gil Peixoto, abade de Unhão. Mais tarde, Álvaro Gil Peixoto passa o morgado a Diogo Álvares Peixoto, filho legitimado por D. João I, em 2 de agosto de 1401 e último descendente desta linha. Apesar de ser ténue a documentação sobre este a Casa da Pousada, existe um pergaminho que dá conta que Vasco Gonçalo Peixoto, um dos filhos do 1º administrador da Casa da Pousada, dá posse a seu filho, Gonçalo Vasques Peixoto, de umas casas em Miragaia e de todos os bens que lhe couberam por morte da sua mãe, Maria Airas, sua primeira mulher (pergaminho nº 36). Vasco Gonçalo Peixoto teve mais filhos: João Vasques Peixoto, Comendador de Faia e administrador da Casa Da Pousada, Rui Vasques Peixoto, filho do 2º casamento com Maria Nicolas, Violante Vasques Peixoto, casada com Martim Esteves Barbato, a quem o irmão, comendador de Faia, emprazou em 3 vidas a Quinta da Pousada, Isabel Vasques Peixoto, mulher de Gil Lourenço. Em 1451, Rui Vasques Peixoto transmite o morgado a seu irmão, Rui Vasques Peixoto, contudo Violante Vasques Peixoto a quem lhe tinha sido emprazada as terras da Casa da Pousada pretende valer os seus direitos e contesta a posse destas terras. Em 1453, Dom Afonso I, Duque de Bragança e Conde de Barcelos, divide os rendimentos da quinta da Pousada entre os dois irmãos, por sentença datada de 1453 (pergaminho nº 38). Apesar das querelas, Rui Vasques Peixoto deixa o senhorio da Pousada a seu filho primogénito, Álvaro Vaz Peixoto. A sucessão destas terras vai-se efetuando, até que, em 1894, último descendente, João Gonçalo Francisco de Borja Pacheco Pereira de Sousa Peixoto de Carvalho, vende a Casa da Pousada a Domingos José Ribeiro Guimarães, membro do senado vimaranense, Presidente da Associação Comercial de Guimarães, que a deixa a sua filha D. Rita Martins Moura Machado, moradora na Casa dos Laranjais, casada com José Maria Francisco Moura Machado, médico militar, oriundo da Casa de Chelo, Celorico de Bastos. D. Rita Moura Machado fez obras na Casa da Pousada, mas deixa-a ao abandono. Em 1922, dá-se um incêndio na Casa da Pousada e quem a herda é seu filho, Dr. José Moura Machado. Este deu início às obras de restauro e dá à Casa da Pousada “o que há muito lhe faltava: o calor do lar a iluminar, a proteger, a amar estas velhas pedras, vínculo mais antigo das terras de Guimarães” . Adelaide Moraes – Velhas Casas: Casa da Pousada - freguesia de Azurém. In Boletim Trabalhos Históricos Vol. XXVIII (1975-1977), p.2-108.
É um dos mais antigos conventos fundados em Guimarães. Segundo Frei Luís de Sousa, na história de S. Domingos, a então vila de Guimarães, no ano de 1270, convidou os dominicanos a fundarem uma casa conventual. Com esse fim, chegam à vila em Dezembro quatro religiosos dominicanos, entre os quais o Prior de S. Domingos do Porto, tendo reunido com as pessoas mais notáveis da vila e do povo, na capela de S. Tiago na Praça, sendo-lhes ali concedida a licença para a fundação, demarcando-se-lhe um local perto da porta da vila, junto à Torre da Nossa Senhora da Piedade, hoje no Toural à entrada da Rua da Rainha.Com esmolas e ajudas compram casas e quintas, começando a obra junto ao muro novo, em 1271, no reinado de Afonso III, concluindo-se oito anos mais tarde. No entanto, em 1323, D. Dinis manda derrubar o convento, devido ao perigo que podia acarretar para a defesa da vila, como se comprovou aquando da rebelião do Infante D. Afonso, que quase conquistou a vila aproveitando-se da vizinhança do seu muro de defesa.Desalentados, só mais tarde é que os frades, marcado novo local para edificação, a cerca de 130 passos a Poente do antigo convento, principiaram a construção do novo convento. As obras vão sendo feitas com ajuda de esmolas, principalmente do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente, do fidalgo D. Afonso de Briteiros e dos bispos de Burgos, que lhes deixou a sua livraria. Este edifício foi durante muitos anos um seminário.Em 1297, juntamente com os franciscanos, fazem um acordo com a Colegiada para regulamentar a pregação nas igrejas de Guimarães. Este acordo foi depois renovado em 1 de Abril de 1409.A igreja de três naves e dez altares laterais, uma das mais espaçosas e elegantes de Guimarães, sofreu profundas alterações durante os séculos XVIII e XIX. No ano de 1744 a câmara, em sessão de 3 de Março, deu verbas para substituir a capela-mor primitiva por uma outra, certamente, mais ampla, mas sem qualquer beleza arquitectónica. Em 1770, por diligências de Rodrigo de Sousa da Silva Alcoforado, da Casa de Vila Pouca, fez-se uma nova porta principal barroca. Em 1874, a Ordem Terceira e irmandades ali constituídas, reformam toda a igreja, que ameaçava ruir, com pinturas, dourados e estuques, sendo restituída ao culto cinco anos mais tarde. Todas estas sucessivas obras desfiguraram inteiramente a velha igreja gótica. Com a extinção das ordens religiosas a igreja ficou abandonada, sendo mais tarde cedida à Ordem Terceira de S. Domingos, por D. Maria II, em 24 de Janeiro de 1851 e dado o convento à câmara por decreto de 25 de Abril de 1842, tendo servido em 1839 de quartel militar e, em 1842 foi convertido no Tribunal Judicial.Em 1888 parte do convento foi ocupada pela Sociedade Martins Sarmento, com o fim de nele se estabelecerem os museus, biblioteca e demais dependências da instituição. Hoje a igreja é a paroquial da freguesia de S. Paio.
Da esquerda para a direita: José Manuel Moura, Maria Margarida Ventura, Alice Pinto Basto, Jaime Pinto Basto, José Silveira, Rosa Bragança Gil, José Manuel Moreno, Maria Cristina Calhau Cidade, Maria Luísa Carreira e Joaquim Maria Torres
Pedido de entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Santo António da Serra, concelho de Santa Cruz, distrito do Funchal, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, nomeadamente a igreja paroquial, com suas dependências, torre, sinos, sacristias e adro; a Capela dos Imaculados Corações de Jesus e Maria, no sítio da Ribeira de João Gonçalves, com suas dependências e adro ajardinado; a residência paroquial e seu quintal ou passal com 70 metros quadrados, palheiros, lavadouros, depósitos de água e canalizações respectivas; a Casa dos Romeiros, anexa à igreja; móveis, paramentos, alfaias e demais objectos de culto, incluindo os de ouro e prata; quintal anexo à residência paroquial e à Casa dos Romeiros com 25 metros quadrados. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou que todos os bens solicitados estavam em condições de serem entregues, exceptuando-se a Capela dos Imaculados Corações de Jesus e Maria, por ser propriedade de um particular, assim como a Casa dos Romeiros e seu quintal, cuja cedência havia sido pedida anteriormente pela Câmara Municipal de Santa Cruz, para ali instalar uma escola.
Correspondência e recibos relativos à incorporação nos arquivos distritais, regulamentada pelo Decreto n.º 19.952, de 27 de Junho de 1931, dos espólios dos cartórios dos mosteiros suprimidos que se foram extinguindo pelo falecimento das últimas freiras que haviam sido entregues nas direcções distritais e secções de finanças. Inclui telegramas e ofícios contendo as respostas das várias direcções de finanças à solicitação do Director Geral da Fazenda Pública sobre a necessidade de saber se "ainda existem papéis, e livros provenientes da extinção dos mosteiros, e se o seu estado de conservação é bom e se estão bem acondicionados". Por despacho ministerial de 4 de Janeiro de 1937 foi autorizada a entrega à Inspecção Superior das Bibliotecas e Arquivos para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo e arquivos distritais, conforme o caso, dos livros e papéis dos conventos extintos ainda existentes nas direcções distritais ou secções de finanças concelhias, estando nessas condições as direcções de finanças de Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Santarém, Viana do Castelo e Horta, assim como as secções de finanças de Barcelos, Esposende, Guimarães, Silves e Loures. Exceptuou-se a entrega dos livros e documentos que ainda se tornaram indispensáveis para o serviço de cobrança de rendimentos e de administração dos bens desses conventos, administrados pela Fazenda Pública. Inclui inventários e autos de entrega dos livros, papéis e documentos pertencentes aos conventos extintos ou suprimidos.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Girabolhos, do concelho de Seia e distrito da Guarda. Ao benefício paroquial foi entregue uma morada de casas de altos e baixos sita ao Sabugal, de acordo com auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 24 de Outubro de 1953. À fábrica da igreja paroquial de Girabolhos foi entregue a igreja matriz com o seu adro, torre, sinos, relógio, imagens e alfaias; a Capela da Senhora da Cabeça com o seu adro, imagens e alfaias; a Capela de São Nicolau com o seu adro, imagens e alfaias; a Capela de São Simão edificada no lugar da Ortigueira com seu campanário e sino, adro, imagens e alfaias; uma terra com oliveiras sita ao Mondego, denominada Horta do Carneiro; uma terra de oliveiras denominada Moleana; diversas oliveiras dispersas detalhadamente identificadas no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 24 de Outubro de 1953.
Entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 16 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Sobrado, concelho de Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial, adro, móveis, alfaias, paramentos e objectos de culto; a Capela de Gandra; a Capela de Pejão; a Capela de Nossa Senhora do Alívio de Regueira; a Capela de Nossa Senhora do Carmo de Labais com os seus móveis, alfaias e paramentos e objectos de culto, alguns dos quais em prata, de acordo com o auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 4 de Maio de 1945. Entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 16 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de São Pedro do Paraíso, concelho de Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial, com dois sinos e relógio da torre, de acordo com o auto de entrega lavrado a 12 de Janeiro de 1946; e o adro que circunda a igreja e sacristias e casas de arrumação implantada no adro; os móveis, paramentos, alfaias e objectos de prata de acordo com o auto de entrega lavrado a 15 de Setembro de 1945.
Trata-se do empréstimo de 100.000 contos destinado a: 1) Aeroporto (20.000 contos); 2) Prolongamento da Av. Almirante Reis e à Estrada da Encarnação (10.000 contos); 3) Parque florestal de Monsanto - fase inicial (20.000 contos); 4) Urbanização da zona do novo Hospital Escolar (6.000 contos); 5) Transferência da fábrica de gás das proximidades da Torre de Belém para a Matinha (6.000 contos); 6) Arranjo da Av. da Índia e da Praça do Império (8.000 contos); 7) Urbanização da encosta da Ajuda e do Restelo - fase inicial (15.000 contos); 8) Saneamento do caneiro de Alcântara e Av. de Ceuta - fase inicial (7.000 contos); 9) Urbanização das casas económicas a construir pelo Governo (8.000 contos); 10) Construção de 1.000 casas desmontáveis em colaboração com o Estado (5.000 contos); 11) Ligação da auto-estrada a Lisboa (8.000 contos); 12) Construção de novos mercados: S. Bento, Belém, Poço dos Mouros, etc. (6.000 contos); 13) Estrada da circunvalação de acesso aos novos aquartelamentos a construir na periferia de Lisboa (6.000 contos); 14) Construção das grandes artérias radiais e transversais destinadas a descongestionar o tráfego na parte central da cidade, incluindo a ligação do aeroporto à base de aviação de Cabo Ruivo (10.000 contos); 15) Trabalhos de urbanização (10.000 contos); 16) Material para aperfeiçoamento do serviço de limpeza e regas e de transporte de carnes (5.000 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo, II série, de 17 de Novembro de 1939.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja da freguesia de Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital e distrito de Coimbra, nomeadamente uma casa que serve de forno - o forno do Senhor -, sito à Rua do Eirô; uma casa de serve de forno - o forno do Senhor - sito à Rua da Amargura; um olival sito ao Casal; uma terra de semeadura sita à Leira do Chão ou Cão, devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 18 de Maio de 1944. Por auto lavrado a 28 de Julho de 1954 foi entregue à fábrica da igreja paroquial de Lagos da Beira o edifício da igreja com adro murado, torre, relógio de ferro e dois sinos assim como os respectivos bens cultuais devida e detalhadamente identificados no auto de entrega; uma capela com invocação de São Miguel, no cemitério paroquial de Lagos da Beira; uma propriedade de terra regadia e seca com oliveiras e árvores de fruto denominada o passal; o local de uma morada de casas de habitação com altos e baixos, lojas e pátio que foi residência paroquial; a Capela de Nossa Senhora da Conceição de Lagos da Chamusca com os respectivos objectos cultuais devidamente identificados; a Capela de Santo António no lugar de Póvoa das Quartas com os respectivos objectos cultuais identificados; a Capela de São Roque, ao cimo da povoação de Lagos da Beira, mandada construir pelo Dr. António de Carvalho Monteiro.
Trata-se do empréstimo de 1.900 contos destinado a: 1) Amortização do último empréstimo contraído na CGDCP (23.247$86); 2) Abastecimento de água à vila de Trancoso (600 contos); 3) Electrificação da vila de Trancoso (520 contos); 4) Electrificação da povoação de Freches (100 contos); 5) Electrificação da estação ferroviária de Vila Franca das Naves (50 contos); 6) Electrificação da povoação de Cogula (50 contos); 7) Construção do matadouro municipal na sede do concelho (250 contos); 8) Abastecimento de água à povoação de Granja (15 contos); 9) Abastecimento de água à povoação de Torre de Terrenho (15 contos); 10) Abastecimento de água à povoação de Venda do Cepo (20 contos); 11) Conclusão da obra da estrada municipal de Vila Franca das Naves a estrada nacional n.º 102, passando pelas povoações de Póvoa do Concelho, Vale do Seixo e Cogula (50 contos); 12) Conclusão da estrada municipal Trancoso-Meda (100 contos); 13) Conclusão da estrada Trancoso-Aldeia Nova, passando por Fiães e Aldeia Velha (106.752$14). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 109, II série, de 12 de Maio de 1948.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de São João da Ribeira, concelho de Rio Maior, distrito de Santarém, diocese de Lisboa, nomeadamente a igreja paroquial com a sua sacristia, torre, sinos e todas as dependências; a Capela de Nossa Senhora da Encarnação; a Capela de Arrouquelas; a Capela de Nossa Senhora das Barreiras, com todas as suas dependências, imagens, móveis, paramentos, alfaias e objectos de culto, de acordo com auto de entrega lavrado a 22 de Setembro de 1942. Pelo auto de entrega lavrado a 29 de Abril de 1943 foi entregue a Capela de São Braz, no lugar de Malaqueijo; a Capela de Nossa Senhora no lugar de Escusa. Pelo auto de entrega lavrado a 20 de Setembro de 1945 foi entregue a Capela de Nossa Senhora da Barreira, no lugar de Ribeira de São João; umas casas e quintal com a reserva temporária à sua utilização como escola primária, ficando a fábrica da igreja a receber a renda a estabelecer com a Câmara Municipal; duas oliveiras no sítio da Cerrada da Joana.
Estrada Real (ER) nº 24 de S. Pedro da Torre a Paredes de Coura - 3º lanço, de S. Bento da Porta Aberta a S. Sebastião de Formariz. Projecto da estrada de ligação das Almas de Padroso (ER) nº 23 com Laceiras (EM de Cerveira a Covas). Projecto e orçamento dos reparos dn edifício da Repartição de Fazenda e mais repartições públicas do distrito de Viana. Projecto definitivo da estrada de serviço de Moledo (centro) à estação de caminho de ferro do Minho em Moledo. Estrada de ligação do embarcadouro do Darque na margem esquerda do Rio Lima com a estação do mesmo nome - Caminho de Ferro do Minho. Projecto da estrada de ligação da ER nº 24 com a ED nº 1, próximo a Felgueiras. Peças desenhadas. Estrada Real (ER) nº 3 do Porto dos Arcos - Ramal do Alto da Prova ao Souto (ER nº 25) - antiga estrada municipal. Projecto de reforma da Ponte de Santar. Estrada de Campos com a Estrada Distrital (ED) nº 8, passando por Cornes. Projecto da estrada de ligação das Almas de Pedroso (ER nº 23) com Laceiras (EM de Vila Nova de Cerveira a Covas) - planta geral, planta parcelar, perfis. Peças escritas e desenhadas.
Estrada Distrital (ED) nº 3, de Orbacém a Meadela. Lanço da Portela de Guilhade à estrada municipal de Meadela a Perre. Mapas de arrematação de tarefas. Mapas de tarefas dos trabalhadores. Processo de licença a concder a Fortunato barbosa para circulação de duas carreiras de automóveis entre Monção e Melgaço. Processo de licença a conceder à Empresa de Transportes Courense para transitar com carreira de camionetas entre S. Pedro da Torre e Paredes de Coura. Auto de vistoria de reconstrução de pavimento da Estrada Municipal de Seixas a Vilar de Mouros, de calçada portuguesa e britagem. Planta do coreto da Junta de Paróquia de S. Martinho da Gandara. mapas de viação referindo o estado das estradas do Distrito (30 de Junho 1915). Relação de cabos e cantoneiros. Processo de licenças a conceder à Empresa de Transportes Mecânicos com sede em Lisboa para transitar com a carreira de Auto-omnibus entre Arcos de Valdevez e Viana. Processo de licença de José de Magalhães Queirós para uma carreira de camioneta entre Viana do Castelo e Ponte de Lima. Processo de licença a conceder à Empresa de Transportes Mecânicos com sede em Lisboa para a carreira de omnibus entre Ponte de Lima em Braga.
Relatórios de deficiências encontradas nas estradas: Estrada Nacional (EN) nº1, 2, 3 e 5. lanço da Esplanada do Rio Minho e Ponte Internacional de Valença. Lanço de Covas da Breia. Lanço de S. Bento da Porta Aberta. Extracção de areia do Rio Minho e Ribeiro da Gadanha para reparação da Estrada Nacional nº 1. Comparticipação de obras pelo Fundo do Desemprego. Estimativa de trabalhos de reparaçãoe conclusão dos passeios da Estrada Nacional nº 1 na Avenida da República em Moledo. Pintura de marcos. Lanço Porto a Monção por Braga (EN nº 2); de Caminha a Melgaço por Arcos de Valdevez (EN nº 3); Gontinhães a Lanhezes (EN nº 5); Paredes de Coura (EN nº 3); Breia (EN nº 1); Meadela a Perre (EN nº 3); Braga a S. Pedro da Torre por Ponte de Lima (EN nº 1); S. Bento da Porta Aberta (EN nº 1); Portela do Extremo (EN nº 2). Reparação em casas de cantoneiros. Estimativas para as reparações urgentes dos estragos causados pelos últimos temporais.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Santa Catarina, concelho de Calheta e distrito de Angra do Heroísmo, nomeadamente ao benefício paroquial uma casa alta, telhada, com dois andares sita no Outeiro, lugar da Fajã Grande; à fábrica da igreja paroquial duas sacristias, uma torre com quatro sinos e um adro da igreja paroquial de invocação a Santa Catarina; uma Capela paroquial sob a invocação de Nossa Senhora do Socorro na povoação dos Biscoitos com as suas dependências; a Capela paroquial de invocação do Senhor Jesus da Fajã Grande com os respectivos móveis, paramentos e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 14 de Dezembro de 1944. Por auto lavrado a 6 de Maio de 1946 foi entregue ao benefício paroquial da freguesia de Santa Catarina uma casa alta telhada com dois andares, sita no Outeiro, lugar da Fajã Grande, da freguesia de Calheta.
Arrolamento e entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Parada do Pinhão, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, nomeadamente de um monte e terrado no sítio do Cardacedo; um monte no sítio do Outurral; um monte no sítio da Serrinha, um monte no sítio da Seixosa; um monte no Vale Derradeiro; um monte no Cerdeiral; um monte no Vale da Dona; um monte na Acoutada; um monte no Seixo; um monte na Fraga do Calvo; um monte na Fonte Nova,; um monte no Castelo; um monte no Valongo; um monte na Mouta; uma casa de sobrado em mau estado na Rua da Residência, em Parada do Pinhão; uma casa que ameaça ruínas, na Rua do Adro; a igreja paroquial com as duas sacristias, adro, torre com dois sinos; a Capela dedicada ao Divino Espírito Santo, sita na Parada do Pinhão; a Capela dedicada ao Senhor do Calvário, no sítio do Valongo; a Capela dedicada a São Salvador, no lugar de Vilarinho; assim como imagens, paramentos e alfaias devidamente identificadas no auto de entrega lavrado a 16 de Outubro de 1945.
Arrolamento e entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Pereiro, concelho de Tabuaço, distrito de Viseu, nomeadamente à fábrica da igreja da freguesia, a igreja com o seu adro, sacristia, três altares e torre com sinos; a Capela do Senhor dos Matosinhos, em Vale de Estucada; a Capela de Santa Bárbara com adro no sítio do Fundo do Povo de Pereiro, assim como várias alfaias e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 28 de Junho de 1950. A 2 de Dezembro de 1950 foi lavrado um auto que entregou à Confraria do Santíssimo Sacramento da freguesia de Pereiro uma terra na Fonte; uma terra no Chão da Senhora; uma terra nos Sobreiros; um quintal e horta no Vale de Figueirinha; uma tapada do Leitão; uma terra de monte no Muro; uma terra no Tumbio; uma terra na Lameira; uma terra nas Gândaras; uma terra no Vale de Estercado, assim como diversas oliveiras dispersas por 30 propriedades identificadas no respectivo auto de entrega.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, ao benefício paroquial da freguesia de Calvão, concelho de Chaves e distrito de Vila Real, nomeadamente uma terra no sítio da Lama Redonda; duas terras no sítio da Lama Trema; um lameiro no sítio de Marinha Rigueira; um lameiro no sítio de Teuriz; uma horta no sítio do lugar da Costa; uma terra no sítio de Calhe; uma terra no sítio das Lagas; uma casa com um andar e uma divisão e baixo correspondente, que confronta com o adro da capela; um lameiro no sítio das Olgas; uma terra no Grou de Baixo; uma terra na Lavourada; uma morada de casas inscrita sob o artigo n.º 26; uma terra no sítio do Outeiro da Bandeira; uma terra no sítio da Lama das Poldras; uma terra no sítio do Carvalhal de Cima; uma terra no sítio do Outeiro da Torre e uma terra no sítio das Laboradas, de acordo com o auto de entrega lavrado a 20 de Julho de 1944.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Avelar, concelho de Ansião, distrito de Leiria, nomeadamente a Capela de Nossa Senhora da Guia que serve de igreja paroquial com a sua torre, sinos, sacristia e arrecadações anexas; as alfaias, paramentos, vasos sagrados e móveis constantes de inventário da Junta de Freguesia de Avelar e da Comissão Administrativa de Nossa Senhora da Guia; todos os cofres e caixas; todas as jóias e adornos das imagens; a casa de Nossa Senhora da Guia, como residência paroquial, com suas dependências, logradouro e jardim; a Capela de São Roque, da Rapoula e a Capela de Santo Amaro da Rascóia com imagens e objectos de culto; o terreiro de Nossa Senhora da Guia, com coreto, alpendres e barracas; o adro da igreja velha, no Pelourinho e as oliveiras do Santíssimo dispersas pela freguesia, de acordo com o auto de entrega lavrado a 7 de Abril de 1936. Inclui ainda um processo judicial contra José Augusto Medeiros e mulher, Palmira de Figueiredo Medeiros, proprietários de um prédio urbano na qual fizeram uma varanda, que excedeu os limites do seu prédio e abriu janelas sobre uns alpendres de Nossa Senhora da Guia. Contém fotografias a preto e branco do referido alpendre.
Realização de montagem e desmontagem, manutenção e reparação das estruturas de iluminação de Natal 2021; Largo D. Júlia Palha; Rua Palha Blanco; Largo do Machado; Largo Capitão José Maria Guedes; Largo da Igreja; Rotunda da Cimpor; Rua Cónego Joaquim Maria Pereira Botto; Rua Duque da Terceira; Rua Marquês de Rio Maior; Praça 7 de Março; Rua Salvador Marques; Rua São João Batista; Rua Henrique Pietra; Rua Dr. Armando Nunes Diogo; Largo José António Veríssimo Silva; Largo 1.º de Maio; Rua Dr. Francisco Gomes de Avelar; Rua 1.º de Maio; Travessa Torre do Relógio; Rua Duque da Terceira; Rua José de Sousa Nazareth; Avenida Infante D. Pedro; Rua Brigadeiro Fernando Alberto de Oliveira; Avenida Capitão João de Almeida Meleças; Rua João Mantas; Rotunda da Verdelha; Avenida 5 de Outubro; Rotunda da Abrunheira; Rotunda da Oliveira; Rua Fernando Pessoa; Rotunda da Mulher; Rotunda dos Caniços; Rotunda da Rua Américo Costa; Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente; Rotunda da Rua do Tejo; Rotunda da Bolonha; Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente; Rotunda da Patinha; Rotunda da Avenida Ernesto Solvay; Cabo de Vialonga; Rotunda do Cabo; Rua 1º de Maio; Rua Prof. Egas Moniz; Rua 28 de Setembro; Rua Coronel Lobo da Costa; Largo D. Dinis; Granja; Rotunda da Variante de entrada na Granja/Alpriate; Praça Afonso Albuquerque; Avenida Pedro Victor; Rua Serpa Pinto; Largo Marquês de Pombal; Rua Alves Redol; Monte Gordo.
Ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, foi determinado entregar à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Monforte da Beira, concelho de distrito de Castelo Branco, por despacho ministerial de 27 de Fevereiro de 1932, os seguintes bens: a igreja paroquial e todas as capelas públicas com todas as suas dependências, adros e terrenos adjacentes, os objectos de culto, torre do relógio e sinos; o nicho de Santa Cruz e a igreja da misericódia, dependências, alfaias, terreno adjacente e casa térrea adstrita a esta igreja; a Capela de São Pedro e terreno adjacente, excluindo o cemitério e o prédio denominado "Curral". Posteriormente, foram apresentadas reclamações pela Junta de Freguesia de Monforte da Beira e pela Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia daquela povoação, revindicando como seus, determinados bens incluídos naquela entrega. Deste modo, foram excluídos da entrega os seguintes bens: o Curral do Concelho, por se reconhecer que é logradouro da freguesia; o Largo da Misericórdia por não existir e estar então ocupado por edificação e pavimentos de ruas públicas; a Capela do Espírito Santo, a Sala do Cabido junto a essa capela e o Palheiro ou casa térrea, sita na Rua do Espírito Santo, por serem pertença da Santa Casa da Misericórdia.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial na freguesia de Enguias, concelho de Belmonte, distrito de Castelo Branco e diocese da Guarda, nomeadamente 11 oliveiras dispersas em diversos terrenos devidamente identificadas no auto de entrega lavrado a 21 de Março de 1944. Neste processo encontra-se um auto de entrega lavrado a 20 de Janeiro de 1934 (que supomos ter sido lavrado no ano de 1944, uma vez que no seu conteúdo faz referência ao decreto de 25 de Julho de 1940), e que determinou a entrega da igreja paroquial, com todas as suas dependências, torre, sino, adro e cava do coveiro; a Capela de Nossa Senhora da Estrela, cerca anexa e casa do fogo, situada no limite das Enguias; a Capela de São José situada no lugar do Carvalhal; os respectivos móveis, imagens, paramentos, alfaias e objectos de culto; seis oliveiras sendo quadro no Adro, uma nas Lages e uma na Quelha da Urgeira.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da igreja de São Bernardo, extinto Seminário de Portalegre, que teve lugar nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921, de que se obteve o montante de 23.748$30. Inclui relatório do oficial da Secretaria da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre aquela venda bem como da situação de outros bens da Capela de Santo André, da Capela de São Bartolomeu, da igreja do Recolhimento de São Braz e da Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco. Inclui páginas de jornais com anúncios do leilão; listagem dos móveis, utensílios e alfaias da igreja do extinto Seminário de São Bernardo de Portalegre, com a designação, o nome do adjudicatário, a avaliação e o montante pelo qual foi vendido; assim como referência aos objectos que deveriam dar entrada no Museu Regional e os sinos da torre da igreja pretendidos por cedência pelo Grémio Planetário para serem fundidos a fim de integrarem um monumento aos mortos da Grande Guerra.
Localidades: Concelho de Paredes de Coura: Vascões, São Pedro; Insalde, Santa Maria; Ferreira, São Mamede; Rubiães, São Pedro; Formariz, São Pedro; Cossourado, Santa Maria; Coura, São Martinho; Padornelo, Santa Marinha; Paredes de Coura-Santa Maria; Castanheira, São Pedro; Resende, São Salvador; Bico, São João Batista; Parada, São Pedro Fins; Mozelos, São Paio; Linhares, Santa Marinha; Porreiras, São Miguel; Agualonga, São Paio; Cunha, Santa Maria; Cristelo, São Miguel. Concelho de Monção: Portela, São João Batista; Pinheiros, São Cipriano; Lara, Santa Eulália; Barrocas e Taias, Santo André; Tangil, São Salvador; Abedim, Santa Maria; Cambeses, São Salvador; Troviscoso, São Mamede; Lapela, São Lourenço; Lordelo, Nossa Senhora do Ó; Barbeita, São Salvador; Parada, São Martinho; Trute, Santa Eulália; Sago, São Miguel; Pias, Santiago; Luzio, São Veríssimo; Troporiz, Santa Maria; Moreira, Santa Maria; Anhões, São Tiago. Concelho de Valença: Gondomil, São Cristóvão; Silva, Santa Maria; São Pedro da Torre; Friestas, São Mamede; Verdoejo, Santa Marinha; Arão, São Salvador; Silva, São Julião; Cristelo Covo, Santa Maria; Cerdal, Santa Eulália; Fontoura, São Miguel; Boivão, São Tiago; Taião, Santa Marinha. Concelho de Vila Nova de Cerveira: Candemil, São Félix; Covas, São Salvador; Gondar, Santa Eulália; Vila Meã, São Paio; Mentrestido, Santa Cristina; Cornes, São Pantaleão; Campos, São João Batista; Reboreda, São João Batista; Gondarém, São Pedro; Lovelhe, Santa Maria; Vila Nova de Cerveira-São Cipriano; Sopo, Santiago; Sapardos, São Miguel. Concelho de Caminha: Seixas, São Pedro; Lanhelas, São Martinho. Concelho de Amares: Caires, Santa Maria.
Os livros de termos de visitas registam a “inspeção” feita às igrejas (nomeadamente às alfaias, livros, obras de arte e relíquias de circunscrição paroquial), às capelas e aos oratórios. Tratam ainda da observância da liturgia, do direito católico, da punição dos reincidentes, da promoção do clero, do número de pessoas e fogos das paróquias, da profissão das testemunhas e culpados, dos costumes locais, dos direitos dos visitadores (em géneros e dinheiro), da construção e destruição de igrejas, da sua reparação e restauro e da colocação dos objetos de culto. Com vista à realização destes objetivos, a diocese encontrava-se dividida em quatro zonas: a) Basto, Chaves, Nóbrega e Neiva, Sousa e Ferreira, Torre de Moncorvo, Valença, Vermoim e Faria, Vila Real e as cidades de Braga e Guimarães, pertencentes ao Arcebispo Iure Ordinário. b) Entre Homem e Cávado, Lanhoso e Vieira, Montelongo e Guimarães pertencentes ao Cabido de Braga. c) Chantrado, Deado, Mestre Escolado, Vila Nova de Cerveira, o arciprestado de Louredo e os arcediagados do Barroso, Braga ou Couto, Fonte Arcada ou Labruja, Neiva e vermoim pertencentes às Dignidades da Sé de Braga. d) O tesourado de Valença e o arciprestado da Vinha pertencentes à Colegiada de Valença.
Original. Exemplar assinado pelo Arquiteto Januário Godinho. Exemplar igual JG 159(1), JG 160(1) e JG 157(1). Transcrição: "O segundo adicional relativo à empreitada geral de construção civil compreende diversos trabalhos complementares da empreitada base, não previstos no respectivo contrato. A medição descrimina em pormenor e por ordem de pisos a natureza e quantidades de trabalhos executados a mais e a menos, destacando-se entre as verbas mais importantes a instalação de um ascensor, a casa da máquinas, relógios da torre, iluminação da arcada com cátodo frio, substituição de lambris de marmorite por azulejo decorativo, azulejo especial na galeria dos passos perdidos, encargos gerais, etc., etc. […] Trabalhos de urbanização: Também a empreitada geral de urbanização dos espaços exteriores sofrem diversas alterações impostas pela própria evolução dos trabalhos de construção civil, nomeadamente, reconstrução de muros de suporte, monumento a Camilo, jardinagem, aumento das redes de rega e de iluminação, encargos gerais, etc., etc. […] Resumindo: a) construção civil 777.743$10 b) urbanização 244.650$80 Total 1.022.393$90 Porto, 3 de Junho de 1961 O ARQUITECTO, Januário Godinho"
Boletim Municipal do mês de Outubro de 1984. Possui os seguintes artigos: - Irresponsabilidade responsável - Actividade das Juntas de Freguesia – Os frutos da descentralização autárquica - Assembleia Municipal nomeou comissão de trânsito - Comissão de saúde - Mercado Municipal de Vidigueira (regulamento – horário) - Bolsas de estudo (novas normas) - Câmara contratou médica para atendimento aos trabalhadores - As povoações do concelho estão mais próximas (ponte sobre a ribeira da Casa Branca, Marmelar) - Câmara abastece-se de materiais e poupa verbas - Barreira vegetal de protecção à ETAR de Vidigueira continua a crescer - S. Cucufate: um passo em frente à descoberta do nosso passado colectivo (Quatro mil anos de história / Recolha de elementos) – Jorge de Alarcão - Torre do Relógio (ponteiros, projectores, mecanismo, mostrador, sino) - Obras da Câmara – Um trabalho que não cessa (Pedrógão do Alentejo [Etar], Selmes [Igreja, Largo José Lampreia de Gusmão, Etar, esgotos, ponte], Alcaria da Serra [Igreja]) - Manuel da Fonseca prefaciou «Antologia de Fialho de Almeida» - Os «Aliados» de Sintra: a música, a qualidade, o espectáculo - Construção das piscinas municipais já arrancou
Boletim Municipal do mês de Abril de 1990. Possui os seguintes artigos: - O Dia dos Relógios de Sol - Obras, aquisições e subsídios concedidos pela Câmara no anterior mandato – Obras; Bens patrimoniais/aquisições; Bolsas de estudo e subsídios - Na Vidigueira só abrem cafés (entrevista) - Noticiário: subsídio à Liga dos Amigos da Vidigueira; subsídio ao Clube de Futebol Vasco da Gama para pagamento de obras no pavilhão gimnodesportivo; construção da capela mortuária e torre do relógio de Marmelar; instalação da iluminação pública na estrada que atravessa a vila; conclusão do Centro de Dia de Marmelar, bem como, da delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão e do posto médico; subsídio à Sociedade Recreativa União Vila Fradense; pagamento de transportes escolares; inauguração das novas instalações da Repartição de Finanças e da Tesouraria da Fazenda Pública; actividades na área desportiva; Jogos Concelhios; escola de natação; cinema e exposições na Biblioteca (exposição de jornais); II Mostra de Doçaria Regional no Centro de Dia de Vila de Frades; Mostra de Artesanato - Piscinas são prioridade - Calendarização das reuniões ordinárias de Câmara - Câmara aguarda actividade da nova cooperativa (Cooperativa Agrícola Fruti-Horticultura do concelho de Vidigueira) - Pelouros
Boletim Municipal do mês de Junho de 1990. Possui os seguintes artigos: - Plano Director Municipal - Aprovado novo plano de transportes escolares - Subsídios municipais atribuídos - Lotes na zona industrial - Luz chega a Santo António - Plano Desenvolvimento do Distrito - Energias alternativas nas Piscinas - Relatório de S. Cucufate vai ser editado - Noticiário: Ante-projecto para a nova escola primária de Vidigueira; obras de conservação nas estradas municipais; parecer técnico sobre construção de fogos junto ao Dispensário; construção da torre do relógio e capela mortuária de Marmelar; parque florestal de Marmelar; prossecução da construção do Conjunto de Equipamento Colectivo (piscinas); urbanização dos Quintalões; aquisição de dois edifícios em Selmes para construção da casa mortuária; conclusão do posto médico e centro de dia de Marmelar; associação do nome de Frei António das Chagas à Escola C+S de Vidigueira; adaptação do átrio dos Paços do Concelho a sala de exposições; conclusão das instalações da estação elevatória electro-mecânica do sistema de reforço de água a partir das Sesmarias; início das obras de construção da estação de tratamento de água da Herdade Grande; conclusão da instalação de rede de esgotos pluviais dos Quintalões, pela rua da Hortinha. - Alterações ao trânsito na vila
Registo fílmico da atribuição do título Honoris Causa pela Universidade de Coimbra a várias personalidades no ano de 1955. Entre elas estavam presentes John Cockcroft e Café Filho, como constava na identificação/descrição do conteúdo da fita. Visualiza-se a saída dos doutores honoris causa da Biblioteca Joanina em direcção à escadaria que ladeia a Torre setecentista característica da Universidade. É possível observarmos também a Via Latina, com o seu imponente frontão que domina o Paço das Escolas onde vemos estacionados vários veículos. John Douglas Cockcroft foi um físico britânico que, em 1951, recebeu o prémio Nobel de Física, por trabalhos pioneiros sobre transmutação de núcleos atómicos através de partículas aceleradas artificialmente. João Fernandes Campos Café Filho foi um advogado e político brasileiro, que foi também presidente do Brasil entre 24 de agosto de 1954 e 8 de novembro de 1955. Vídeo produzido por Carlos Pulido. Para a sua introdução neste contexto, foi reproduzido na máquina projectora da marca “Paillard”, modelo “Bolex M8” (onde era feita habitualmente a sua reprodução) e captado com uma máquina digital. Som inexistente.
A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe em Vila de Frades hoje em estado de ruínas, remonta aos meados do século XVII, período de intenso culto mariano da padroeira da extremadura castelhana. Esta Ermida sofreu avultados estragos durante o sismo de 1 de novembro de 1755, que se corrigiram com obras de restauro após essa data, mas o abandono do culto é bastante antigo e no ano de 1896 já ameaçava ruína. Hoje, profanada, mostra o seu devastamento geral, uma ruína confrangedora. A fachada como vemos nesta foto está virada para sul da Vila e mostra a ossatura da reforma setecentista. Esta Ermida está hoje despida da imagem padroeira, que se venera na Igreja da Misericórdia no centro da Vila. In www.viladefrades.pt em 14-10-2015. O avançado estado de degradação em que se encontra actualmente não permite visualizar a torre sineira ou campanário que possuía e que conseguimos observar na fotografia. No canto superior esquerdo, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Guadalupe, 1952”. Este registo, provavelmente, foi captado da propriedade que a família da doadora detinha nas proximidades da ermida.
O autor aproveita a primeira ocasião para felicitar [António de Araújo de Azevedo], pelo título de Grã-Cruz da [Ordem] de Torre e Espada [recebido em 1814.12.17]. Comenta a retirada do Alemão que liderava a comissão de abrir a estrada de Mucuri e informa que já terminou a de Ilhéus em 14 de Outubro, tendo inclusive já passado os primeiros viajantes. Lamenta se a estrada tiver de ser fechada por falta de habitantes, após tanto trabalho e despesa, e que por isso é altura de o governo prestar também algum auxílio. Comenta a proposta do Desembargador Baltasar da Silva Lisboa, sobre o empréstimo das terças da Baía e que seriam suficientes para estabelecer os fazendeiros na estrada. Acha que seguindo a prática usada pelo Marquês de Aguiar seria possível estabelecer para sempre a ligação entre as duas capitanias. Sugere a povoação imediata dos cinco pontos já escolhidos, visto que com a densa vegetação do país a estrada estaria fechada num ano. Como suspeita que até ao presente o Marquês de Aguiar nada deliberou a este respeito, o autor solicita ao destinatário que providencie o que lhe parecer mais adequado. Informa da chegada da máquina de vapor no dia 15 de Janeiro, a qual estará a trabalhar segundo o artista inglês, no dia 19 do corrente.
O autor, José Pereira da Silva Leite de Berredo, [Comandante do Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto], participa ao compadre António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar], o nascimento de outra filha. Solicita a proteção do destinatário para o portador da carta, seu sobrinho, o qual ofereceu-se para o serviço voluntário na América. Lembra a requisição da Patente, que apresentou em 1814, acompanhada da Planta Baixa da Cidade do Porto e de uma Memória da Força Militar da Polícia, semelhante à que o defunto Patriarca mandou ofercer a José Egídio Alvares de Almeida, [secretário Particular o Príncipe-regente] e compadre e condiscípulo académico do autor. Pede ao destinatário que patrocine o seu requerimento onde solicitava o recebimento da remuneração dos seus serviços, pelo Registo de Mercês, ao qual ficou habilitado pelo Decreto de 13 de Maio de 1813, onde recebeu também o Hábito de Torre e Espada. Comunica que pelo portador, o destinatário poderá receber informações sobre a fuga de Napoleão de Elba e sua chegada a Paris, da reorganização dos seus exércitos e consequente batalha com o Duque de Wellington, após a qual abdicou em favor do seu filho Napoleão II.
Informa o amigo António de Araújo de Azevedo que esta é a última carta que escreverá de Paris, visto que partirá em breve para Göttingen, para se juntar à família, e onde aguardará pela decisão do seu futuro. O Marquês escreverá a António de Araújo sobre a súplica do autor. Pede o hábito da Ordem de Cristo para Gustavo Beyer, Cônsul-Geral português na Suécia, ou o de Torre e Espada se o primeiro não for possível devido ao facto de ser protestante. Informa que os quatro amigos do destinatário que estão em Paris, têm recebido cartas que afianção o restabelecimento deste. Aguarda, com impaciência, pela chegada da ratificação do Tratado provisório de navegação e de comércio com a Prússia e cada vez mais se persuade com a utilidade deste, sugerindo até outra aliança com a Casa de Bradenburgo. Aguarda pelo rapaz que o destinatário lhe recomendou para secretário de legação. Informa que Berzeliu deu o nome de "Loboit", em honra do autor, a um mineral. informará da chegada a Göttingen.
O autor acusa a receção da carta do conde da Barca de 29 de Janeiro de 1817, pela mão de [Alexis] Svertchkoff. Informa das circunstâncias em que decorreu a visita deste juntamente com dois franceses. Faz um balanço da administração da obra que agora terminou onde realça o apoio constante do conde da Palma e dos seus dois coadjuvantes, o Brigadeiro Arouche de Toledo e o Ouvidor de São Paulo Paulo Miguel Afonso de Azevedo Veiga. Aguarda com impaciência a chegada dos fundidores alemães. Comunica que já recebeu notícia da vinda da Companhia dos espingardeiros alemães. Sugere uma reforma geral da Real Fábrica de São João do Ipanema. Fala dos seus conflitos com os seus subalternos. Recomenda Francisco Vieira Goulart para efetuar uma inspeção final à fábrica e o Tenente Conrado Niemeyer para Ofcial subalterno Engenheiro. Solicita ao destinatário proteção para o requerimento dirigido a S.A.R. a fim de obter o Hábito de Torre Espada. Informa da presença de Eschwege na Corte onde pretende encontrar-se com ele.
Acusa a receção da carta de António de Araújo de 2 de Julho pela mão de António de Saldanha [da Gama], assim como o despacho com que S. A. R. honrou o autor. Agradece a promoção do seu despacho. Todavia, preferia ficar com a mercê dos 500 $ réis, a qual também deve ao destinatário, continuando a empregar-se em objectos de comércio e economia política do que ver-se agora envolvido "no labirinto ou chaos dos nossos negocios políticos deixados por tanto tempo à revelia". Diz que quando aconselhou a nomeação de pessoas de saber e experimentadas para acompanhar os ministros portugueses em missões exteriores, nunca lhe passou pela cabeça que fosse um dos escolhidos. Concorda com o destinatário quando lhe diz ter chegado o momento de "alcançar mos a independencia". Os ministros das grandes potências já estão em Viena e se eles estão a tratar com frieza das partilhas da Alemanha, Polónia, Itália, muito receia o autor Que podem fazer o mesmo com outros territórios sobre os quais não tenham instruções. Louva o sacrifício pessoal de António de Araújo para estar ao serviço de S.A.R., sendo este o maior estímulo que podia receber. O novo emprego obriga-o a expôr uma circunstância , enquanto foi Oficial da Secretaria de Estado e apesar de ter direito à insígnia da Ordem de Cristo, nunca pediu tal mercê, mas com o novo emprego desejaria usar a decoração ou do Hábito de Cristo ou de Torre e Espada.
CASTRO, Ermelinda da Glória. Filha de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. N.p. de Luís José de Sousa e Castro e de Rita Rosa de Sousa, da Casa e Quinta da Torre, Paderne; n.m. de João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP. Nasceu a 15/12/1843 e foi batizada dois dias depois: «batizei-a solene e condicionalmente na pia batismal de São João Batista de Remoães». Padrinhos: a avó materna e seu filho, João António de Abreu… // Casou na igreja de Paderne a 1/10/1858 com Francisco Joaquim, “brasileiro”, filho de Manuel Caetano Alves Lobato e de Ana Maria Esteves, de Riba de Mouro. Testemunhas: João António de Abreu Cunha Araújo e Luís de Sousa Gama, da Vila de Melgaço. // Moraram no lugar da Várzea, salvo erro. // O seu marido em 1859 foi provedor da SCMM, mas depois reembarcou para o Brasil. // Foi do casal a casa e campos anexos na Rua da Calçada, que João Pires Teixeira comprou a 8/12/1903. // Penso que morreram ambos nesse país da América do Sul, deixando numerosa geração.
MONTEIRO, Marcelina Rosa. Filha de Bento Manuel Monteiro, de Remoães, e de Maria José de Sousa Lobato, de Paderne, proprietários, moradores na Quinta da Torre, Paderne. N.p. de Ana Joaquina Monteiro, solteira, lavradora, residente em Remoães; n.m. de Vitorino José de Sousa Lobato e de Maria Benedita Durães, lavradores, residentes em Gondomar, Remoães. Nasceu em Paderne a 5/8/1886 e foi batizada a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António de Sousa Lobato, de Remoães, e esposa, Marcelina Rosa Rodrigues, de Paderne, rurais, moradores no lugar do Convento, Paderne. // Casou na igreja do mosteiro a 8/2/1909 com Rodrigo António de Jesus Ferreira, de 22 anos de idade, solteiro, proprietário, nascido e batizado na freguesia do Senhor do Bonfim, Porto, onde residia, filho natural de António Manuel Junior, proprietário, e de Margarida Rosa de Jesus, doméstica, naturais do Bonfim. Testemunhas: José Maria de Sousa Pinto, proprietário, morador em Remoães, e António Rodrigues de Oliveira, casado, professor oficial. // Foi decretado o divórcio definitivo por sentença de 15/3/1923, proferida no juízo de direito da comarca de Melgaço. // Faleceu em Paderne a 28/10/1948. // Mãe de Alberto Ferreira.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de Maria Joaquina Rodrigues, viúva, jornaleira, de Desteriz, Ourense, moradora no lugar de Queirão. Neto materno de José Rodrigues e de Maria do Carmo. Nasceu a 27/10/1877 e foi batizado pelo padre António José Rodrigues, cura de Paderne, a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Durães e Maria Vaz, solteiros, lavradores, padernenses. // A sua mãe fugiu para a Galiza, levando com ela dois filhos, e abandonando este, a 15/1/1878, no lugar do Pico, Cristóval. No dia seguinte o regedor dessa freguesia apresentou-o à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 317. // Nesse dia, 16/1/1878, foi entregue à ama-de-leite, Maria da Conceição Sanches, do lugar de Fonte, Alvaredo. // A 15/1/1885 findou a época da criação, e ficou com a dita ama, por ela assim o desejar. // Lavrador. // Casou na igreja de Remoães a 20/9/1909 com Ludovina Rosa Rei, natural de Remoães. // Morreu no lugar da Quinta da Torre, Paderne, onde residia, no estado de viúvo, a 21/1/1957, e foi sepultado no cemitério de Remoães. // Pai de António de Lurdes (ver em Paderne). // Nota: o pároco de SMP, não sabendo que a criança fora batizada, batizou-o novamente, dando-lhe o nome de Manuel Justino, mas verificando-se o lapso, esse batismo ficou sem efeito.
MONTEIRO, Bento Manuel. Filho de Ana Joaquina Monteiro, camponesa, moradora na Portela de Remoães. Neto materno de Agostinho José Monteiro e de Isabel Maria Domingues. Nasceu a 15/10/1848 e foi batizado três dias depois. Padrinho: Vitorino Inácio Monteiro, solteiro, primo do neófito, do dito lugar. // Professor. // Casou na igreja de Remoães a 22/1/1874 com Esménia Petronila, de 31 anos de idade, costureira, filha de Francisco José Gonçalves e de Miquelina Luísa de Sousa e Castro, da Quinta da Torre, Paderne. Testemunhas presentes: Bernardo António de Sousa e Castro, casado, rural, e JAM, solteiro. // Tinha 32 anos de idade, estava viúvo de Esménia Petronila, quando voltou a casar, na igreja de Remoães, a 9/1/1881, com Maria José, de 21 anos de idade, filha de Vitorino José de Sousa Lobato, de Paderne, e de Maria Benedita Durães, de Gondomar, Remoães, lavradores. Testemunhas presentes: JAM e João Batista Gonçalves, casado. // Gerou filhos em ambas as esposas (ver a sua descendência em Paderne). // Morreu a 3/2/1925, repentinamente. // Nota: deve ser o mesmo senhor que foi jurado pela freguesia de Paderne no 2.º semestre de 1907.
SOTOMAIOR, Teresa de Jesus. Filha de Manuel Joaquim da Cunha Sotomaior e de Rosa Delfina Dias, moradores no lugar do Carvalhal. Neta paterna de Luís Manuel da Cunha Sotomaior e de Inês Monteiro, do Barral, Paderne; neta materna de Joaquim Dias e de Ana Luísa Gonçalves, do Carvalhal, Prado, todos rurais. Nasceu em Prado a 22/3/1868 e foi batizada na igreja dois dias depois. Padrinhos: Luís Manuel da Cunha Sotomaior, irmão da batizanda, solteiro, lavrador, residente no lugar do Carvalhal, Prado, e Maria Josefa Gonçalves, solteira, criada de servir na Vila de Melgaço. // Casou na igreja de Prado a 11/2/1893 com o 2.º sargento de caçadores sete, João Martins, solteiro, filho de Francisco José Martins e de Albina Cerdeira, natural de Braga, batizado na freguesia de São Pedro da Torre, concelho de Valença, a 22/5/1867. // Mãe de Carolina Rosa Martins, nascida em Prado em 1893; de Flávia Olívia Martins, nascida em Cristelo Covo, Valença, em 1896, a qual casou em Rouças, Melgaço, a 7/10/1914, com Manuel José Cardoso (1890-1952); de Manuel Martins, nascido em 1902; e de Amabélia Martins, nascida em 1905.
ARAÚJO, Maria Angélica. Filha de António Luís de Araújo Pereira da Cunha da Rosa e de Maria Rosa Rodrigues Couto, da Quinta da Gaia. N.p. do padre Dr. João Luís de Araújo da Cunha e de Maria dos Passos Mosqueira; n.m. do Dr. Manuel Rodrigues Couto e de Ana Alves. Nasceu na Casa da Gaia a 6/1/1804 e foi batizada a 11 desse mês pelo padre Dr. António José de Araújo, abade de Cristóval, por comissão do padre João José do Couto. Os pais da criança invocaram para padrinho o anjo da guarda, representado pelo capitão-mor do termo, João António de Araújo, e por madrinha a Senhora das Dores, sendo representada por Maria Rosa Gomes Pinheiro, solteira, da Quinta da Torre, Paderne. // Proprietária. // Casou com Manuel Inácio Gomes Pinheiro, de quem ficou viúva. // Morou no Barral, salvo erro. // Faleceu na Casa da Gaia a 13/3/1885, somente com o sacramento da penitência, e foi sepultada no adro da igreja de São Paio, junto à eucaristia. // Não fizera testamento. // Deixou filhos.
Fichas dos sócios Adelina da Encarnação Pico Simões, Adelina Ermelinda, Adelina de Jesus Ferreira, Adelino Alberto do Sacramento Valido de Sousa, Adelino Alves Gomes, Adelino Antunes Simões, Adelino Augusto Azevedo Camacho, Adelino Besogo Algarvio, Adelino Campos Abranches, Adelino da Conceição do Amaral, Adelino Fialho Barona, Adelino Gonçalves de Castro, Adelino Grencho, Adelino Henriques da Costa, Adelino Jacinto Vieira, Adelino Jesus Tavares, Adelino João de Sousa Teixeira, Adelino Jorge Marinheiro Azenha, Adelino Jorge Rosa Carmo, Adelino Lobato Correia, Adelino Lucas Saraiva, Adelino Luís, Adelino Martins Dias, Adelino Moreira, Adelino Moreira Tavares, Adelino Nunes Lopes, Adelino Pires Figueira Traça, Adelino Ramos Martinho, Adelino dos Santos Oliveira Batata, Adelino Serra de Almeida, Adelino Tito Fernandes, Adelino Vieira de Araújo Guimarães, Adelino Vilela, Adélio Borges Leite, Adélio Marques de Queirós, Ademar dos Santos Pais, Adília Maria Vermelho M. André, Adília Neffe dos Santos Vieira, Adília dos Santos Russo, Administração do Condomínio Torre das Argolas, Administração do Prédio, Administração do Condomínio do Prédio, Adolfo Augusto Serra, Adolfo de Jesus Batista Santa Maria, Andorinda Rosa Tavares Silva, Adorindo Justiniano da Silva, Adriana de Oliveira Legas Gomes, Adriano António de Almeida Martins, Adriano António Gomes e Adriano Augusto Mateus.
Reportagem feita pelo fotógrafo Armindo Cardoso, em Almada, da Ireja de Nossa Senhora do Monte de Caparica, era no início uma ermida no cimo de um monte, dedicada a Santa Maria. Em 1472, após obras de melhoramento, passou a ser igreja paroquial. No interior, a igreja é de uma única nave de espaço amplo, sendo a capela-mor ladeada por outras duas pequenas capelas com os respetivos altares. Na fachada frontal vemos três portas sobrepostas por três janelas, as portas em moldura reta, a janela central em arco completo e as laterais em arco abatido. Destruída pelo terramoto de 1755, foi depois reconstruida com o apoio da Irmandade de Nossa Senhora da Concórdia. A fachada é típica das reconstruções após o terramoto de 1755. Contém no altar uma coleção de azulejaria neoclássica decorada com medalhões em amarelo e sépia sobre fundo branco. Os azulejos das paredes apresentam cenas em azul e branco com molduras policromadas, pormenor da fachada e torre sineira. In.(https://www.cm-almada.pt/conhecer/patrimonio-religioso/igreja-paroquial-de-nossa-senhora-do-monte-da-caparica).
Aspetos do exterior do edifício dos Paços do Concelho da Câmara Municipal, no largo Luís de Camões, em Almada. A construção do edifício foi iniciada em 1795, para servir como Câmara, Tribunal, Finanças e Cadeia, e concluída em cerca de 1832. Apresenta um escudo de D. Maria I (1777-1799) e mostra-nos um curioso traçado, resultante do possível reaproveitamento da torre e de outros elementos, num difícil compromisso com o estilo Pombalino. Foi neste local que no dia 4 de outubro de 1910 foi proclamada a República, a véspera da proclamação oficial, com o desfraldar da bandeira republicana. Trabalhos arqueológicos realizados em 1983, numa pequena área do seu interior, revelaram uma cisterna abobadada em tijoleira, datada do século XVII, à qual se sobrepunha um esgoto em caixa de finais do século XIX ou inícios do século XX. Noutra zona foram identificadas diversas estruturas desconexas, enquadradas no século XVII. Surgiu ainda um pequeno silo, eventualmente de época árabe, completamente entulhado com restos de alimentos, fragmentos de cerâmica e materiais de construção.
Boletim Informativo dos meses de Maio/Junho de 2012. Contem os seguintes artigos: - No Parque Ambiental - VI Feira da Primavera; - Roda de Livros - III Concurso Concelhio de Leitura; - Dia Mundial da Criança - Exposição do Lixo ao Brinquedo; - Há 20 Anos... A Casa João Chagas e a Aposta no Turismo; - Comandante dos Bombeiros de Constância Recebeu Crachá de Ouro; - Sessão de Sensibilização no Jardim de Infância de Montalvo - Regras e Valores - Que Equilíbrio? - Ideia Mais Inovadora - Premiado o Empreendedorismo dos Alunos; - Apresentação Pública - Portal da Rede de Bibliotecas do Concelho de Constância; - Município e Agrupamento de Escolas acolheram o 10.º Seminário ESCXEL; - Encerramento do Ano Letivo nas Escolas do Concelho; - Noite de Canções e 20 Anos da Escola Luís de Camões; - Viagem de Estudo por Portugal e Espanha de 20 a 26 de Julho; - Campos de Férias 2012 - O Teu Verão de Sonho! - Jogos Concelhios 2012 - Maio - Mês das Coletividades e do Associativismo; - XVII Pomonas Camonianas - Animação em Honra de Camões; - Festival Luís de Camões - Fomenta Cultura Camoniana na Vila; - Dia Internacional dos Museus; - Parque Ambiental de Santa Margarida - Santa Margarida da Coutada; - Sebastião Franklim Pires Lopes - Padeiro - Montalvo; - Recuperação do N.º 12 da Azinhaga da Fonte; - Centro Ciência Viva - Instalações de Planetário; - Reparação da Torre do Parque Ambiental de Santa Margarida; - Instalações Sanitárias Públicas - POMTEZE; - Promovido pelo Parque Desportivo Municipal - III Aquafest; - Idosos do Concelho no 7.º Séniorgym; - Orientação Noturna - Classificação; - Concurso de Fotografia - Retratos da Festa 2012 - Categorias a Cores e a Preto & Branco.
Conjunto de 51 provas referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; de atletas da esgrima; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; aspetos de provas de hipismo; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete. Este conjunto de provas apresenta algumas repetições de imagens.
Conjunto de 62 negativos referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; aspeto de prova de atletismo; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; Comitiva Portuguesa em local de cerimonial; aspetos de provas de hipismo, de futebol, polo-aquático; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete.
Conjunto de 52 provas referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; aspeto de prova de atletismo; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; Comitiva Portuguesa em local de cerimonial; aspetos de provas de hipismo, de futebol; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete. Este conjunto de provas apresenta algumas repetições de imagens.
Contém 4 Capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I.: J.O. de Sydney (Vol. XXII); Capa n.º 1015: Apresentação dos trajes oficiais da Missão Olímpica de Portugal no Convento do Beato, a 25 de Julho de 2000; correspondência com os patrocinadores (contém algumas imagens do evento); Capa n.º 1016: Traje oficial de equipamento da Missão Olímpica a Sidney: correspondência com os patrocinadores; apresentação dos trajes em publico e a patrocinadores; Capa n.º 1017: Provas do traje oficial por atletas; All Sports preparação da apresentação oficial de 25/07 no Convento do Beato; Apresentação do traje na Torre de Belém; Listagens de convidados para: inauguração da Sede do COP (11.05.2000) e dos trajes Olímpicos (25.07.2000); listagens de convites para os trajes da Missão por Modalidade; convites e ofícios de felicitações; jantar da apresentação do traje Olímpico; correspondência com os patrocinadores relativamente ao traje olímpico e sua apresentação; Ofícios às federações relativamente ao traje oficial; Capa n.º 1018: Selos comemorativos dos Jogos Olímpicos de Sydney: emissão e venda: correspondência com o COI e os CTT relativamente à emissão de selos comemorativos dos Jogos de Sidney; INCM: Emissão de moedas comemorativas: autorização do uso do símbolo olímpico e aspetos legais da cunhagem e venda da moeda; emissão de moeda comemorativa dos Jogos Olímpicos.
Este livro tem apenas 22 registos de inscrições marítimas, nas páginas 1 a 3, as restantes folhas encontram-se em branco: Nº 1- Arnaud Pereira dos Reis - pág. Nº1 Nº 2 -Joaquim Maria d' Amor - pág. Nº1 Nº 3 - Alexandre Maria Jalles - pág. Nº1 Nº 4 - Manoel Natário - pág. Nº1 Nº 5 - Thomas José Franco - pág. Nº1 Nº 6 - Graciano Vicente Marques - pág. Nº1 Nº 7 - José Santos da Torre - pág. Nº 1 Nº 8 - Bernardino José da Costa - pág. Nº1 Nº 9 - José Guilherme - pág. Nº 2 Nº 10 -José Francisco de Azevedo - pág. Nº 2 Nº 11 -João Júlio Guerra - pág. Nº 2 Nº 12 - Manuel Rafael Thomaz - pág. Nº2 Nº 13 - Joaquim Fernandes - pág. Nº2 Nº 14 - José da Cruz Ferreira - pág. Nº 2 Nº 15 - Joaquim Gomes - pág. Nº 2 Nº 16 - António d' Assunção Costa - pág. Nº 2 Nº 17 - Manuel da Cruz - pág. Nº 3 Nº 18 - António Luís Martins - pág. Nº 3 Nº 19 - António Cândido do Vale - pág. Nº 3 Nº 20 - António Joaquim - pág. Nº 3 Nº 21 - Salvador Lopes - pág. Nº 3 Nº 22 - João Rua Branco - pág. Nº3
Inclui: Missões e Comissões: Recordações de viagens em navegação, outubro de 1927; A viagem de instrução do I e II ano 1928 - 1929 ao Funchal; Embarque e desembarque em Porto Santo; Instrução no Navio-Escola Italiano "Cristóvão Colombo" , agosto de 1928; Exercícios de artilharia a bordo em Porto Santo; a viagem a bordo do vapor Lisboa julho de 1929. O Juramento de bandeira na Escola naval, 1930; A imposição da Ordem Torre e Espada à Bandeira da Escola Naval. 1930; A "baldeação dos corpos" a bordo do Navio "Carvalho Araújo" na Guné O embarque dos Guardas- Marinha no Navio "Carvalho Araújo" em agosto 1931; Viagem no "Bolama" à Guiné, agosto de 1931 O "batismo" na passagem da Linha do Equador, em 18-01-1932; Chegada ao Brasil e avistamento do "CRISTO CORCOVADO". Na Guiné nas Palhotas com um casal da tribo "Papéis com o respetivo rebento", agosto de 1931; "Mulheres Tribo Papéis" Guiné; Na Granja "Guiné" com a macaca "Joana". Regatas: Participação nas regatas Lisboa - Santarém e Volta a remos em abril de 1930; Guarnição que se classificou em segundo lugar nas regatas de Cascais em 14-09-1930; Corrida de "Monotipos", abril de 1930. A Baleeira do "5 de Outubro" nas regatas de 14-09-1930. Lazer: Companhia com amigos "Os Reis do Mundo" na Praia na Cova do Vapor na Costa da Caparica. Passeio às Furnas depois de um almoço com senhoras civis numa visita a bordo. Baile "Masqué" a bordo do "Paquete João Belo", abril de 1932.
1.º outorgantes: Manuel de Freitas Meira e mulher Maria do Céu Pinto Carreira; Virgínia de Freitas Torres e marido Fernando de Meira; Mário de Freitas Torres; Maria do Carmo de Freitas Torres; Laura de Freitas Torres 2.º outorgante: José de Freitas Torres Livro Nº 455-39(v)