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Entrega de vários bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Santa Maria da Graça, concelho e distrito de Setúbal, nomeadamente a igreja de Santa Maria da Graça, com o seu adro, grade, torre, sinos e mais dependências incluindo as duas salas que se encontravam em poder da Junta de Freguesia; a Capela de Santo António, com sacristia e mais dependências, incluindo a casa anexa que serve de residência ao guarda da capela; a Capela do Senhor do Bomfim com a sacristia, casa de despacho e casas anexas; assim como as imagens, móveis, paramentos, alfaias, jóias e demais objectos ao uso do culto na igreja e capelas, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 280, II série, de 2 de Dezembro de 1939 e auto de entrega lavrado a 21 de Fevereiro de 1940, identificando detalhadamente os objectos entregues.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de São Martinho do Freixieiro de Soutelo anexa à de São Pedro do Soutelo, concelho e distrito de Viana do Castelo, ao abrigo do Decreto n.º 11877, de 6 de Julho de 1926, nomeadamente a Igreja paroquial com torre para sinos, duas sacristias, adro com quatro árvores; casa térrea do lado do poente, que pertence metade à fábrica paroquial e a outra metade à Confraria das Almas; Capela de São Sebastião e seu adro, no sítio do mesmo nome; Capela da Senhora da Cabeça com terreno arborizado, no sítio do mesmo nome; Igreja de São Pedro de Soutelo, anexa à Igreja paroquial, com torreão para sinos, sacristia e adros; móveis, paramentos, alfaias e demais objectos do culto pertencentes às igrejas e capelas devidamente discriminados no auto de entrega incluso.
Na noite de 6 para 7 de Fevereiro de 1932 ocorreu na igreja paroquial do Lumiar, do concelho e distrito de Lisboa, um incêndio que destruiu parte da igreja. Salvou-se a capela de Santa Brígida, a Capela de Nossa Senhora da Conceição, o altar de Nossa Senhora do Rosário, o altar de Nossa Senhora das Dores, embora danificado, a casa do despacho, as arrecadações e a torre. Pela portaria n.º 7298 publicada no "Diário do Governo", I Série, n.º 49, de 27 de Fevereiro de 1932 foi autorizada a corporação encarregada do culto católico na freguesia do Lumiar, do 3.º Bairro da cidade de Lisboa, a proceder à reconstrução do edifício da igreja sob a fiscalização da respectiva Junta de Freguesia, devendo ser mantidas as linhas arquitectónicas da igreja.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, ao benefício paroquial e à fábrica da igreja da freguesia de Bobadela, concelho de Oliveira do Hospital e distrito de Coimbra, nomeadamente ao benefício paroquial foi entregue um prédio rústico denominado Chão do Baloito, limite e freguesia de Nogueira do Cravo, composto de terra de semeadura e regadio, de acordo com o auto de entrega lavrado a 18 de Junho de 1945. Por auto lavrado a 25 de Março de 1960 foi entregue à fábrica da igreja de Bobadela a igreja paroquial, com sacristia e torre; a Capela da Senhora da Luz; a Capela de São Sebastião, assim como os respectivos objectos cultuais devidamente identificados no auto de entrega.
Entrega de bens, em uso e administração, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Lamas de Podence, concelho de Macedo de Cavaleiros e distrito de Bragança, nomeadamente a igreja paroquial com sacristias, torre, adro e demais dependências; a Capela de Nossa Senhora do Campo com o seu adro e uma cortinha anexa a esta capela; as imagens, móveis, paramentos, alfaias e objectos de culto em prata na igreja e capela; e a residência paroquial e passal anexo e uma horta separada por um caminho público, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 112, 2.ª série, de 15 de Maio de 1940.
Auto de recepção do farol de Aveiro conforme projecto elaborado pelo engenheiro José Maria de Melo de Matos. Entrega de para-raios. Reparação de bomba de água, de esgoto e filtro do poço para água. Projecto de orçamento. Relatório sobre o farol. Planta em tela imperial com corte representando o projecto primitivo a sépia e a carmin o projecto final. Memória descritiva do projecto de conclusão das obras de reparação do farol. reparação da cúpula do farol. Plantas do pavimento térreo; modificação do coroamento das paredes; modificação nas chaminés e ventiladores; planta indicativa da imposição do sinal sonoro e dos pormenores da estrada; alçado principal; alçado lateral e posterior; planta geral da estrada; alçado e planta da torre do farol.
Auto de recepção do farol de Aveiro conforme projecto elaborado pelo engenheiro José Maria de Melo de Matos. Entrega de para-raios. Reparação de bomba de água, de esgoto e filtro do poço para água. Projecto de orçamento. Relatório sobre o farol. Planta em tela imperial com corte representando o projecto primitivo a sépia e a carmin o projecto final. Memória descritiva do projecto de conclusão das obras de reparação do farol. reparação da cúpula do farol. Plantas do pavimento térreo; modificação do coroamento das paredes; modificação nas chaminés e ventiladores; planta indicativa da imposição do sinal sonoro e dos pormenores da estrada; alçado principal; alçado lateral e posterior; planta geral da estrada; alçado e planta da torre do farol.
Documentos relativos aos trabalhos da Associação Industrial Portuguesa posteriores à criação da Secção Agrícola sobre assuntos tratados por intermédio do comércio e da indústria. Relação dos objectos que a Oficina de Intrumentos de Precisão para a Exposição. Nota de receitas e despesas da Secção Industrial e Colonial Portuguesa. Despacho determinando que o Visconde de Rio Sado, Augusto Correia Godinho Ferreira da Costa, esteja encarregue de assistir a Congressos e de estudar a regulamentação respeitante ao trabalho dos menores e das mulheres na indústria, em França. Contratos executados pela Associação Industrial. Brochura " Exposition rétrospective du travail et des sciences anthropologiques". Planta da zona do pavilhão da Secção Portuguesa a a preto branco. Planta da decoração da Secção de Portugal colorida, da autoria de Ph Leidenfrost. Planta do Pavilhão da secção portuguesa com a fachada em corte da Torre de Belém. Despesas extraordinárias e imprevistas da Secção Portuguesa.
Processos de liquidação com os seguintes empreiteiros: Henrique Gonçalves dos Carvalhinhos para o Lanço do Ribeiro de Cerdeira a Paredes de Coura. Sebastião de Sá Sotto Maior Liones para o Lanço da Quinta do Baltar ao Ribeiro de Cerdeira. Francisco José Marinho para o Lanço do Ribeiro de Cerdeira a Paredes de Coura. Júlio Alves Salgueiro com o Lanço Caminha por Paredes e Arcos a Melgaço. Manuel Correia Pinto com o Lanço Viana a Vila Verde. António Pereira da Cunha com o Lanço S. Bento da Lagoa a S. Bento da Porta Aberta. Expropriações a pagar a proprietários. Reclamações. Indemnizações. Pretensão dos herdeiros do Visconde da Torre das Donas sobre vedação de terreno da Estrada Distrital (ED) nº 3, Lanço Vitorino das Donas. Processos de despesa de trabalhos e empreitadas.
Entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Torredeita, concelho e distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial com torre, dois sinos e adro murado e demais dependências situada no lugar da Póvoa; antiga casa da fábrica; a Capela de Santa Marinha sita no lugar de Magarelas; a Capela de São João Batista sita no lugar do Casal; a Capela de Santo António sita no lugar de Várzea; a Capela de Nossa Senhora do Livramento sita no lugar de Routar; a Capela de São Pedro sita no lugar de Routar; a Capela de Nossa Senhora da Ribeira; a Capela de São Romão sita no lugar de Vila Chã do Monte; assim como os móveis, paramentos, imagens e alfaias da igreja e das capelas devidamente identificados no auto de entrega arquivado no processo e lavrado a 20 de Junho de 1944.
Pedido de entrega de bens solicitado pelo benefício paroquial da freguesia de Santana de Carnota, concelho de Alenquer, distrito de Lisboa, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, nomeadamente a residência paroquial onde se encontrava instalada uma escola primária do sexo feminino. A residência paroquial já havia sido entregue em uso e administração à corporação encarregada do culto católico da freguesia de Santana de Carnota, de acordo com auto de entrega lavrado a 9 de Abril de 1930 cuja cópia encontra-se incluída no processo, onde foram igualmente entregues a igreja paroquial com torre e dependências, adro, cruzeiro e objectos do culto devidamente identificados. Assim, a Câmara Municipal de Alenquer oficiou ao benefício paroquial a proposta de pagamento de arrendamento até ser construído um edifício próprio.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de São Cristóvão do Douro, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, nomeadamente uma casa de sobrado que serve de residência paroquial e pequeno quintal com água, no Fundo do Povo e uma casa de sobrado na Rua do Carvalho, no limite de São Cristóvão, de acordo com auto de entrega lavrado a 9 de Julho de 1943. Pelo auto de entrega lavrado a 16 de Janeiro de 1945 foi entregue a igreja paroquial, com todas as suas dependências, adro, torre e sinos; a Capela do Senhor dos Aflitos; um olival na vinha Firveda; um olival na Fonte Lameira e diversas oliveiras dispersas por 20 itens; móveis, paramentos e objectos de culto devidamente identificados e descritos no auto de entrega.
Pedido de entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, à corporação encarregado do culto católico na freguesia de Arranhó, concelho de Arruda dos Vinhos, distrito de Lisboa, nomeadamente a igreja paroquial com as suas dependências, torre, sinos, adro e casa paroquial com todos os paramentos e utensílios, assim como uma Capela em Alcobela de Baixo e duas oliveiras com o seu chão em Louriceira de Baixo. Existe informação de a Capela situada em Alcobela de Baixo e as duas oliveiras não constarem do arrolamento, assim do passal do pároco da freguesia de Arranhó estar transformado em escola oficial, assim como a Capela situada em Alcobela de Baixo, que se encontrava em ruínas, ter sido reconstruída e adaptada a escola.
Entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Vila da Igreja, concelho de Satão, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial com a respectiva torre, dois sinos, relógio, adro, e demais objectos de culto; a Capela de São Sebastião; a Capela da Senhora da Oliva sita no povo do Tojal; a Capela de São Silvestre, sita no povo de Serrazela; a Capela do Anjo da Guarda, sita no povo da Cruz; a Capela de São Saturnino sita no povo das Pedrosas; a Capela de Santo Amaro sita no povo de Muxós; a Capela do Espírito Santo sita no povo do Tojal; uma terra com castanheiros denominada Souto do Mártir, de acordo com o auto de entrega arquivado no processo e lavrado a 12 de Fevereiro de 1944.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Cimo de Vila da Castanheira, concelho de Chaves e distrito de Vila Real, nomeadamente o edifício da igreja paroquial de São João da freguesia de Cimo de Vila com suas dependências, torre com sino, sacristia e adro; o edifício da capela de São Sebastião, ao lado da igreja paroquial; edifício da igreja da povoação de Cimo de Vila, com suas dependências, adro e campanário com sino; a Capela de Santa Maria Madalena da povoação de Dadim; bem como os respectivos móveis, imagens, paramentos, alfaias e demais objectos de culto das igrejas e capelas, de acordo com o auto de entrega lavrado a 22 de Setembro de 1943.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico da freguesia da Igreja Nova do Sobral, concelho de Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926. Dos bens entregues constam: igreja paroquial, com suas sacristias, torre, adro e jardim; a Capela de Nossa Senhora do Ó; a Capela da Senhora da Purificação e a Capela de Santa Catarina, com todos os seus móveis, paramentos e alfaias, e a denomiada "casa da fábrica", bem como a Capela de Santo António, de acordo com portaria n.º 6246, publicada no "Diário do Governo" n.º 143, 1.ª série, de 26 de Junho de 1929 e auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 25 de Julho de 1925. Contém quatro esboços.
Entrega de bens à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Montalvo, concelho de Constância, distrito de Santarém, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940. Dos bens entregues constam: duas oliveiras no sitio do Casal do Soares; duas oliveiras no sitio das Minas; uma terra inculta com nove oliveiras, no sitio do Olheirão, freguesia de Montalvo; uma oliveira no sitio das Oliveirinhas, freguesia de Montalvo; uma oliveira e astro no sitio da Torre do Linho; uma oliveira e astro no sitio do Casal do Soares, freguesia de Montalvo e um foro anual, imposto numa casa no sitio de Montalvinho, de acordo com o auto de entrega lavrado a 7 de Maio de 1946.
Topónimos atribuídos: - Na Castanheira: Rua Vinha do Convento, Rua Vinha do Convento (traseiras), Rua da Cevadeira (nascente), Rua da Cevadeira (poente), Praceta da Torre de São João, Azinhaga do Porto da Areia, Azinhaga da Fruteira, Avenida de Padre António Bianchi, Rua de Dr. Vasco Moniz, Rua de José António Veríssimo, Rua de Vila de Avintes, Rua de Alves Redol; - Em Quintas: Rua dos Casalinhos, Rua nova das Quintas, Estrada da Carapinha, Estrada da Pimenta, Azinhaga do Casal do Mascote, Azinhaga do Casal do Mascote de Cima, Rua 25 de Novembro de 1967, Estrada de Monte Loios; Na Vala do Carregado: Rua da Escola, Rua da Estação, Largo do Machado, Estrada da Vala, Estrada do Bairro.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Santa Catarina, concelho de Caldas da Rainha, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial; com a sua torre e sacristia, imagens, paramentos e alfaias; a residência paroquial; a Capela de Nossa Senhora da Piedade do lugar da Granja Nova; a Capela de Santo Antão do lugar de Peso, com as suas imagens, paramentos e alfaias, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 264, de 11 de Novembro de 1937. Contém edital de arrematação de vários bens, incluindo o passal do pároco da freguesia de Santa Catarina e três plantas-esboço da residência paroquial, celeiro da irmandade e de uma arrecadação, sendo que todos os edifícios estavam em mau estado de conservação.
Entrega de bens à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Avis, concelho de Avis, distrito de Portalegre, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940. Dos bens entregues constam: o edifício da Igreja do Convento de São Bento de Avis, que serve de igreja paroquial; o edifício da Igreja Matriz; a Capela de Santa Luzia, nos subúrbios da vila; cinco capelas dos Passos, disseminadas pela vila; todos os objectos do culto existentes nos referidos templos e três oliveiras na Herdade denominada "Finca-Joelhos", de acordo com o auto de entrega lavrado a 22 de Setembro de 1943. Inclui pedido de entrega de dois foros impostos na "Herdade da Turca" e na "Herdade da Torre de Camões", que foi indeferido dado não se ter confirmado recairem sobre encargos pios ou terem pertencido a qualquer confraria ou irmandade com personalidade jurídica.
Entrega de bens à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Santa Leocádia e ao benefício paroquial da mesma freguesia, concelho de Baião, distrito do Porto, ao abrigo do despacho ministerial de 21 de Março de 1944. À fábrica da Igreja Paroquial foi entregue: a Igreja Paroquial, sacristia anexa e adro, no qual está construída uma pequena torre românica e plantadas numerosas oliveiras; a Capela de São Jorge; paramentos, alfaias, móveis e objectos do culto pertencentes à Igreja Matriz, devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 6 de Junho de 1944. Na mesma data foi lavrado outro auto que estabeleceu a entrega ao benefício paroquial da freguesia de Santa Leocádia da residência paroquial e o quintal anexo.
Remição do foro anual de 15,843 litros de pão meado, 6,888 litros de trigo, duas galinhas e 0,223 de outra galinha, $14,8 em dinheiro (actualizados 1$48) e do laudémio de 4-1 impostos nos seguintes prédios: Campo denominado "Turrobalo"; Bouça denominada do "Ferral", "Ferrais" ou "Currais"; e na Bouça denominada "Lugios" ou "Luzios", situados no lugar de Contumil, freguesia de Campanhã, do Bairro Oriental da cidade do Porto, requerida ao abrigo do Decreto-lei n.º 29840, de 19 de Agosto de 1939, por Margarida França de Araújo Guimarães. Os bens pertenceram ao Cabido da Sé do Porto e faziam parte do prazo denominado "Pertenças do Primeiro Quarto da Segunda Metade do casal do Rego ou da Torre".
Trata-se de um conjunto diversificado de faturas de fornecedores, umas já pagas mas muitas outras em débito, a diversas empresas, de várias regiões do país - Santiago do Cacém, Mealhada - mas também, muitas da vizinhança - Torre da Marinha, Fogueteiro, no Seixal, Montijo - ou até mesmo do concelho - Cova da Piedade, Almada. Todavia, também surge faturação, referente a exportação; neste caso, para o Extremo Oriente, Manila, Filipinas. Outra variante, é o valor das faturas, desde valores substanciais, caso da firma Horácio Varela Passarinho, do Fogueteiro, Seixal, de que existem mais de uma dezena de faturas, com valores individuais até 358.491$00, ou, em oposição, valores residuais, caso da Uniquerex, do Montijo, com valores de 1.180$00.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940 à fábrica da igreja e benefício paroquial da freguesia de São Miguel do Outeiro, concelho de Tondela e distrito de Viseu. À fábrica da igreja foi entregue a igreja paroquial com as suas dependências, torre com dois sinos e relógio, adro murado com 11 oliveiras pequenas; a Capela de São Pedro; a Capela do Calvário; a Capela de Nossa Senhora da Conceição; a Capela de São Braz; a Capela de Nossa Senhora das Candeias; a Capela de Santo António, na povoação de Fial, com as respectivas dependências e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 20 de Junho de 1944. No mesmo dia foi lavrado um outro auto que estabeleceu a entrega ao benefício paroquial de uma casa com quintal anexo com quatro oliveiras na Rua do Cabo e uma terra denominada passal com uma oliveira.
Carta enviada pelo Conde de Vinhães, dirigida a Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos, convidando-o a aderir ao programa da Comissão Províncial Directora de apoio à Rainha e à Carta, cujo formato impresso se encontra anexo e vai assinado por: Barão de Vila Pouca, Conde de Vinhães, Augusto Xavier Palmeirim, Manuel Justino Marques Murta, José Firmino da Cunha Reis Mota Godinho, Barão da Torre, Joaquim José da Costa Rebelo, António José Pinto da Costa Rebelo, António Peito de Carvalho, José Joaquim Gomes Araújo, Samuel Freitas Costa, Caetano Inácio de Sousa Barbosa, António Vieira de Araújo e João António de Oliveira Braga. Cópia da carta-resposta de Fernando Jácome, em que alega a sua posição de chefe de numerosa família, como motivo para a decisão de se retirar de toda a influência na vida política, e assim não aceitar o convite que lhe faz o Conde de Vinhães.
Praça da República em Vidigueira - Visita do Presidente da República Américo Tomás, ao Distrito de Beja, em 25 e 26 de Outubro de 1970 (comemorações dos 500 anos do nascimento de Vasco da Gama, procedendo no dia 26 à visita oficial à Vidigueira com inauguração da estátua, colocação do brasão dos Gamas na Torre de Menagem). Ao centro, acenando aos populares que assistiam, vemos Américo Tomás, estando do lado direito Constâncio Dionísio Dias (Presidente da Câmara em 1970) e do lado esquerdo, Baltazar Rebelo de Sousa (de óculos; exerceu, entre outros, o cargo de Ministro das Cooporações e Previdência Social e Ministro da Saúde e Assistência) e António Manuel Gonçalves Rapazote (exerceu o cargo de Ministro das Obras Públicas e Ministro das Comunicações).
Em destaque, a cumprimentarem-se, podemos ver, da esquerda para a direita, o presidente da república Américo Tomás e José Francisco da Rosa Pires ("Zé Coelhinho", membro da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia). Américo Tomás visitou o Distrito de Beja, em 25 e 26 de Outubro de 1970, tendo marcado presença na Vidigueira nas comemorações dos 500 anos do nascimento de Vasco da Gama, data em que se procedeu à inauguração da estátua do navegador na Praça com o seu nome, bem como, à colocação do brasão dos Gamas na Torre de Menagem. No verso da fotografia consta um carimbo onde se pode ler: “Actividades Nacionais – Revista de Informação e Turismo – Redacção e Administração – Av. Marechal Carmona, 419-2º dto. Telefone 396038 Vila Nova de Gaia”.
BARROS, Joaquim (Junior). Filho de Joaquim de Barros e de Maria Gomes da Veiga. Nasceu em Provezende, Sabroza, Vila Real, a --/--/18--. // Casou com Narcisa Rosa de Oliveira, de Paredes de Coura. // Foi 1.º cabo da Guarda-Fiscal. Esteve colocado no posto de São Marcos, Peso. // Residiu no lugar da Torre, Alvaredo. // Morreu a --/--/1919, aposentado. // Foram citados a 12/7/1919, depois da sua morte, Emílio e Francisco Barros, solteiros, maiores, Olinda da Anunciação Barros e marido, José Faria, e Albertina Barros e marido, Agostinho Mendes Marques, todos ausentes em parte incerta do Brasil, a fim de assistirem a todos os termos até final do inventário, a que se procedia por óbito de seu pai e sogro «sob pena de revelia».
DOMINGUES, Manuel José. Filho de Manuel Domingues e de Maria Luísa Alves, residentes em Folga. N.p. de Miguel Domingues e de Maria Luísa Fernandes; n.m. de Manuel Alves e de Francisca Lourenço, da Carvalheira. Nasceu a 8/6/1833 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Mendes e sua mulher, Maria Bernarda Esteves, da Torre. // Nota: deve ser este senhor, morando então na Costa, que foi eleito “juiz” para o biénio 1858/9, tendo como substitutos Francisco Sousa e Bento Sousa, do lugar do Maninho. É possível que seja o mesmo que foi eleito para o biénio 1862/3, tendo como substitutos Luís Manuel de Sousa Gama e Vitorino Manuel de Abreu. Morava no lugar do Coto.
DOMINGUES, Maria Teresa. Filha de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Luísa Alves, moradores no lugar do Maninho. N.p. de Miguel Domingues e de Maria Luísa Fernandes; n.m. de Manuel Alves e de Francisca Lourenço. Nasceu a 9/3/1835 e foi batizada a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Gonçalves e Rosa Alves, do lugar de Esteves. // Lavradeira. // Casou na igreja de Alvaredo a 27/1/1887 com João Manuel, de 38 anos de idade, solteiro, lavrador, de Mourentão, Tui, residente em Alvaredo, filho de João Bento Esteves e de Maria Rosa Gonçalves, galegos. Testemunhas: Henrique da Silva, ex-guarda, morador no lugar da Torre, e João Domingues, lavrador, residente no lugar de Bouças, ambos da freguesia de Alvaredo.
RODRIGUES, José. Filho de Vitorino do Carmo Rodrigues e de Francisca Domingues, lavradores, residentes no lugar de Fonte. Neto paterno de Zeferina Rodrigues, do lugar de Várzea, Paderne; neto materno de Áurea Domingues, solteira, do lugar de Fonte, freguesia de Alvaredo. Nasceu em Alvaredo a 4/4/1875 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, do lugar de Torre, e Domingas Alves Sanches, do lugar de Bouças, solteiros, rurais. // Lavrador. // Casou com Carlota (ou Clara) Gonçalves, de quem ficou viúvo em 1903. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Alvaredo, a 20/2/1908, com Rosa, de trinta e cinco anos de idade, sua conterrânea, solteira, camponesa, filha de Caetano José de Castro e de Maria Fernandes.
GONÇALVES, Luís Manuel. Filho de António Luís Gonçalves e de Jerónima Caetana Teixeira, residentes em Canda. N.p. de Manuel Gonçalves e de Ventura Soares; n.m. de António Teixeira e de Maria Joana Domingues, já defunta, do Maninho. Nasceu a 11/2/1837 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Gonçalves e sua mulher, Antónia Vaz, de Fonte. // Jornaleiro. // Casou na igreja de Alvaredo a 12/2/1887 com Margarida, de 33 anos de idade, solteira, camponesa, alvaredense, filha de José Bento Rodrigues e de Maria Joana Mendes. Testemunhas: António Cândido Gonçalves, lavrador, residente no lugar do Maninho, e José Rodrigues, guarda, morador no lugar da Torre. // Faleceu na sua casa do lugar da Fonte a 26/9/1898, sem testamento, sem filhos, e no dia seguinte foi sepultado na igreja paroquial.
MONTEIRO, Amadeu Augusto. Filho de António Monteiro, natural de Paços, e de Maria Amália Gonçalves, natural de Cristóval, lavradores, residentes no lugar do Ramo. Neto paterno de José Monteiro e de Rosa Afonso; neto materno de José Gonçalves e de Joaquina Domingues. Nasceu em Cristóval a 24/11/1909 e foi batizado na igreja a 28 desse mês e ano. Padrinhos: José Augusto Monteiro e Maria Monteiro, solteiros, lavradores. // A 15/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótimo; tinha como professor Abel Nogueira Dantas (Jornal de Melgaço n.º 1216, de 27/7/1918). // Casou a 13/6/1944, na CRCM, com Maria do Céu Leonardo, natural da freguesia de Açoreira, Torre de Moncorvo. // A 20/7/1950 foi para o Porto a fim de ser tratado, mas em vão; o tratamento não resultou, e assim morreu em Cristóval a 1/8/1950. Deixou a viúva e dois filhos menores (NM 941, de 6/8/1950).
CASTRO, Petronila Júlia. Filha de Adão de Sousa e Castro e de Vitória Marques, rurais, moradores na Várzea. Neta paterna de Joaquim António de Sousa e Castro e de Maria Luísa Marques, de Alvaredo; neta materna de António Marques e de Maria Josefa Fernandes, da Várzea. Nasceu em Paderne a 20/2/1842 e foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Júlio Augusto de Sousa e Castro e sua mãe, Rita Rosa de Sousa, da Quinta da Torre. // Faleceu a 5/3/1904, em sua casa de morada, sita no lugar da Várzea, com todos os sacramentos, no estado de casada com Jerónimo de Campos, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
CASTRO, Angelina Cândida. Filha de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, natural de Lisboa, e de Mariana Carolina Cunha Araújo, natural da Vila de Melgaço. Neta paterna de Luís José de Sousa e Castro e de Rita de Sousa, da Quinta da Torre, juradia da Várzea, Paderne; neta materna de João António da Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP. Nasceu em Paderne a 3/1/1847 e foi batizada na igreja de Remoães três dias depois. Padrinhos: Francisco Manuel de Abreu Cunha Araújo, solteiro, primo da batizanda, e a tia paterna da mesma, Áurea Electa de Sousa [e Castro]. // Proprietária. // Faleceu a 9/4/1903, na Rua da Calçada, Vila, onde morava, com todos os sacramentos, solteira, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério municipal.
CORTES, António José. Filho de Felisberto José Cortes e de Rosa Maria Esteves. Nasceu em Paderne a --/--/1856. // Sapateiro. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Apião, quando casou na igreja do mosteiro a 13/12/1880 com a sua conterrânea Rosa de Sousa e Castro, de 26 anos de idade, solteira, moradora na Quinta da Torre, sita no lugar da Várzea, filha de Adão de Sousa e Castro e de Vitória Maria Marques. Testemunhas: Francisco Cortes, casado, soqueiro, morador no lugar da Granja, irmão do noivo, e Jerónimo de Campos, casado, rural, do lugar da Várzea, e ainda Manuel Joaquim Gregório, solteiro, criado de servir no lugar de Crastos. // Em 1917 morava no lugar de Apião, Paderne. // Com geração.
CASTRO, Filomena Aurora. Filha de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, escrivão da Câmara Municipal de Melgaço, aposentado, e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Neta paterna de Luís José de Sousa e Castro e de Rita Rosa de Sousa, da Quinta da Torre, Paderne; neta materna de João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP. Nasceu em Paderne a 21/9/1853 e foi batizada a --/--/1853. Padrinhos: o seu primo materno, Caetano José, e tia paterna, Cândida Júlia. // Proprietária. // Faleceu solteira, na Rua da Calçada, SMP, onde morava, a 2/9/1892, no mesmo dia em que dera à luz seu filho, e foi sepultada no cemitério público. // Mãe de Alberto Augusto de Castro.
MONTEIRO, Glória da Conceição. Filha de Bento Manuel Monteiro, natural de Remoães, e de Maria José de Sousa Lobato, natural de Paderne, moradores na Quinta da Torre, juradia de Várzea. Neta paterna de Ana Joaquina Monteiro, solteira; neta materna de Vitorino José de Sousa Lobato e de Maria Benedita Durães. Nasceu em Paderne a 3/9/1881 e foi batizada na igreja do mosteiro a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António de Sousa [Lobato] e sua mulher, Marcelina Rosa Rodrigues, moradores na Quinta do Convento, juradia da Portela, Paderne, tios maternos da batizanda. // Casou na igreja de Remoães a 23/2/1903 com José Maria, de 28 anos de idade, remoalense, filho de José Maria Pinto e de Maria Joaquina Fernandes. // Ambos os cônjuges faleceram em Remoães: o marido a 11/1/1951 e ela a 24/10/1966. // C.g.
PINTO, Fernando Augusto. Filho de José Maria Pinto, proprietário, natural da freguesia de Remoães, e de Maria da Glória da Conceição Monteiro, doméstica, natural de Paderne, moradores na Quinta da Torre. Neto paterno de José Maria Pinto e de Joaquina Fernandes; neto materno de Manuel Bento Monteiro e de Maria José de Sousa Lobato. Nasceu em Paderne a 6/1/1904 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Marcelina Rosa Monteiro, solteira, doméstica, tia materna do batizando. // Em 1914 frequentava a escola do sexo masculino de Remoães, tendo por professor José Caetano Gomes; nesse ano, a 2 de Julho, foi fazer exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo a classificação de «bem». // Faleceu no rio Minho, por afogamento, a 3/8/1917, com apenas treze anos de idade.
MONTEIRO, Aureliano Augusto. Filho de Bento Manuel Monteiro e de Maria José de Sousa Lobato, lavradores, domiciliados na Quinta da Torre, Paderne. Neto paterno de Ana Joaquina Monteiro, solteira; neto materno de Vitorino José de Sousa Lobato e de Maria Benedita Durães. Nasceu em Paderne a 28/3/1904 e foi batizado na igreja a 2 de Abril desse ano. Padrinhos: José Maria de Sousa Pinto, casado, proprietário, e Marcelina Rosa Monteiro, solteira, doméstica, irmã do batizando. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau na escola do sexo masculino de Remoães, obtendo a classificação de «ótimo». // Morreu afogado no rio Minho, no sítio do Moinho do Rio, limites do lugar da Costa, Remoães, a 3/8/1917, com apenas treze anos de idade, e foi sepultado no cemitério de Remoães.
LABRUJÓ, Ilídio. Filho de Cristóvão de Labrujó, guarda da Alfândega, da Vila de Ponte de Lima, e de Maria das Dores Barbosa, costureira, de Vila Nova de Cerveira, moradores em Lages, Penso (*). Neto paterno de avós desconhecidos; neto materno de José Narciso Barbosa e de Ana de Jesus Romeu. Nasceu em Penso a 12/6/1887 e foi batizado na igreja a 20 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: António de Sousa Lobato e Maria de Sousa Lobato, solteiros, rurais, da Casa do Rego, Alvaredo. // Casou no Posto do Registo Civil do Sopo, Vila Nova de Cerveira, a 10 de Dezembro de 1916, com Albertina Maria Barreira, de 25 anos de idade, natural do Rio de Janeiro, Brasil, filha de Joana da Fonseca. // Faleceu na dita freguesia de Sopo, Vila Nova de Cerveira, a 3/1/1961. // Irmão de António, nascido em Campos, Cerveira, a 10/1/1884. /// (*) Antes moraram no lugar da Torre, Alvaredo.
GAMA, Diogo Luís. Filho de Luís Caetano de Sousa Gama e de Maria Antónia da Ribera e Peina. Neto paterno Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado; neto materno de Domingos António Lourenço de Peina e de Maria Ventura da Ribera Geraldes. Nasceu na Quinta da Serra a 16/11/1792 e foi batizado na igreja de Prado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo da Ribera e sua mulher, Teresa Giraldes, galegos, do lugar da Torre da Ribeira. // Emigrou para o Brasil. // Em Fevereiro de 1842 escreveu uma carta curiosa a seu irmão Luís, publicada em «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», páginas 643 a 646. // Morreu no Brasil em data desconhecida.
FRANCO, Maria. Filha de Manuel Duarte Franco, 2.º sargento da Guarda-Fiscal, natural de Mafra, e de Virgínia de Jesus Monteiro, doméstica e costureira, natural de Remoães, Melgaço, moradores no lugar da Portela. Neta paterna de avós incógnitos; neta materna de Maria Albina Monteiro. Nasceu em Remoães a 12/3/1901 e foi batizada na igreja paroquial a 14 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Bento Monteiro, casado, lavrador, e Glória da Conceição Monteiro, solteira, camponesa. // Casou na CRCM a 19/07/1928 com Manuel Martins, nascido em São Pedro da Torre, Valença, a 24/11/1902, filho do sargento João Martins e de Teresa de Jesus da Cunha Sotomaior. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de Prado, concelho de Melgaço: o marido a 25/11/1975 e ela a 13/08/1990. // Mãe de Virgínia da Paz Franco Martins (8/3/1931-20/2/1948); de Teresa de Jesus Franco Martins (nasceu a 23/3/1933); e de João Artur Franco Martins (26/1/1935-6/12/1952).
PIRES, Francisco José. Filho de Manuel Pires e de Maria Domingues, do lugar de Aldeia. Neto paterno de António Pires e de Bárbara Esteves, do lugar da Cela; neto materno de Francisco José Domingues e de Ana Esteves, de Aldeia, todos roucenses. // Casou na igreja de Rouças a 21/6/1813 com Teresa da Silva, filha de António da Silva e de Rosa Lourenço, do lugar de Lourenços, São Paio; neta paterna de João Rodrigues, solteiro, das Carvalhiças, Vila de Melgaço, e de Cecília da Silva, solteira, da freguesia de São Pedro da Torre, e neta materna de Manuel Lourenço e de Rosa de Fontes, de Lourenços, São Paio. Testemunhas: padre Manuel António Quintela, do lugar da Corga, e José António Domingues, do lugar do Crasto.
ARAÚJO, Mariana Carolina. Filha de João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP. Neta paterna do Dr. João Manuel Gomes de Abreu Cunha Araújo e de Isabel Maria Pereira da Gama; neta materna de Francisco José Rodrigues e de Maria Lourenço dos Reis. Nasceu em Outubro de 1813 e foi batizada na igreja pelo padre António José Araújo, abade de Cristóval. Padrinhos: o padre batizante e Mariana de Araújo, irmã do padrinho, tios da neófita. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 7/9/1843 com Frederico Justiniano de Sousa e Castro, escrivão da CMM, da Quinta da Torre, Paderne. // A 6/4/1851 foi admitida na Confraria das Almas de Prado. // Faleceu na sua casa da Rua da Calçada, SMP, a 12/2/1880, casada, e foi sepultada no cemitério público. // Com geração.
ARAÚJO, Mariana Gertrudes. Filha do Dr. João António de Araújo e de Maria Gomes de Abreu, ou Mariana Gomes de Figueiroa. Nasceu a --/--/17--. // Morou com seus pais na Quinta do Rio do Porto, SMP. // Casou com o “brasileiro” Francisco Pinheiro Gomes, filho de Diogo Pinheiro Gomes e de Páscoa Esteves, da Raza, São Paio. // Depois de casada passou a morar na Quinta da Torre, juradia da Várzea, termo da Vila de Melgaço, que o seu marido comprara em 1774, e que fora dos cónegos regulares de Santo Agostinho, ex-proprietários do mosteiro de Paderne. // O seu marido morreu na dita Quinta a 11/9/1803 e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças no dia seguinte. // Ela faleceu a 10/4/1816 e foi sepultada junto ao defunto marido, acompanhada por vinte padres. // Deixou testamento. // Como não deixou filhos, a sua fortuna foi para os familiares, sobretudo o seu sobrinho João António.
COSTA, Vitória Ventura. Filha de Manuel José da Costa e de Caetana Josefa de Sousa, negociantes, moradores no Campo da Feira de Dentro, Vila. N.p. de Domingos José da Costa, de Melgaço, e de Gabriela Gil Trancoso, de Barreiros, Santa Cristina de Baleixo, Galiza; n.m. de Luís António de Sousa e de Maria Manuela da Rosa, da Vila de Melgaço. Nasceu a 12/12/1796 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Matias da Silva Fajardo e Andreza Gomes Torre, viúva, ambos de SMP. Testemunhas: Bento Luís de Castinheira e MPF. // Proprietária. // Casou com Caetano Manuel Alves de Megalhães. // Faleceu a 16/1/1879, na Casa de Crasto, Penso, onde residia, no estado de viúva, e foi sepultada na igreja daquela freguesia. // Fizera testamento. // Deixou descendência.
FERREIRA, Albertina Augusta (Zica). Filha de Albina Rosa Ferreira, solteira, natural de Remoães, moradora na Rua Direita, Vila. Neta materna de Manuel Francisco Ferreira, natural de Paderne, e de Clara Rosa Gonçalves de Castro, natural de Remoães, moradores na Vila. Nasceu em SMP a 13/6/1875 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Bouças, de São Pedro da Torre, Valença, casado, serralheiro, e Maria Joaquina de Sousa, solteira, padeira. // Em 1895 era uma das mordomas das Festas de São João em Melgaço. // Teve um ror de filhos de Jaime Augusto de Almeida, na altura ainda solteiro, entre eles o Juvenal. // Faleceu na Vila de Melgaço a 27/8/1965, no estado de solteira, com 90 anos de idade. Era avó da “Ção Pianha”, etc.
PIRES, Viriato. Filho de Manuel António Pires, soldado da Guarda-Fiscal, 3.º Batalhão, em serviço no ponto da Torre, Monção, natural de Atiães, Vila Verde, e de Maria Dolores Amorim, de Crespos, Ourense, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de Joaquim Pires e de Custódia da Cunha, de Atiães, Vila Verde; n.m. de Manuel de Amorim e de Luísa Moça, de Crespos, Ourense. Nasceu na Rua da Igreja, SMP, a 27/7/1889 e foi batizado a 11 de Agosto desse ano. Padrinhos: Viriato Luso Augusto Ferreira, solteiro, escrevente no Cartório de seu pai, e Ortelinda Maria Auxiliadora Augusta Ferreira, solteira, moradores em SMP. // Faleceu no lugar da Assadura, SMP, a 4/11/1900, e foi sepultado no cemitério municipal.
SOUSA, Maria Joana. Filha de Luís António de Sousa, alferes de infantaria, e de Maria Manuela da Rosa, moradores na Rua de Baixo. N.p. do capitão Francisco de Sousa Caldas e de Joana João, de Santiago de Cossourado, termo de Barcelos; n.m. de Manuel Pires Lamego, tenente de infantaria, de Caminha, e de Andreza Pereira da Rosa, melgacense. Nasceu a 17/6/1762 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Gomes Ribeiro a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gomes, artilheiro, e sua esposa, Andreza Gomes, moradores na Rua da Torre, Melgaço. // Nota: deve ser a mesma senhora que casou com Luís Caetano Soares Calheiros, a qual faleceu a 30/7/1850, na Vila, onde morava, tendo sido sepultada na igreja matriz a 1 de Agosto; era mãe de José Luís Calheiros, nascido na Vila (ver).
Trata-se de um conjunto diversificado de faturas de fornecedores, umas já pagas mas muitas outras em débito, a diversas empresas, de várias regiões do país - Santiago do Cacém, Mealhada - mas também, muitas da vizinhança - Torre da Marinha, Fogueteiro, no Seixal, Montijo - ou até mesmo do concelho - Cova da Piedade, Almada. Todavia, também surge faturação, referente a exportação; neste caso, para o Extremo Oriente, Manila, Filipinas. Outra variante, é o valor das faturas, desde valores substanciais, caso da firma Horácio Varela Passarinho, do Fogueteiro, Seixal, de que existem mais de uma dezena de faturas, com valores individuais até 358.491$00, ou, em oposição, valores residuais, caso da Uniquerex, do Montijo, com valores de 1.180$00.
Contém os seguintes artigos: -"O 25 de Abril em medalha"; -"4º aniversário do 25 de abril"; -"Notícias breves : Paragem de autocarros na Fonte da Telha : Cemitério de Almada : Edifício dos Serviços Municipais de Habitação : Arruamento entre Pragal e Torre : Teatro infantil : «Calamento», de Romeu Correia : Vereadores F. E. P. U. ajudam C. E. R. C. I. S. A. : Semana de colóquios sobre a saúde : Clube Recreativo Charnequense : Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almada : A Biblioteca Municipal ao serviço da população : Bomba de neutrões Almada"; -"Resumo do Plano de Atividades (1978) : Equipamento social : Saúde e segurança social : Higiene e limpeza : Educação, cultura e desportos : Transportes : Rede viária : Parque de máquinas e viaturas : Aquisição de terrenos : Construção e reparação de habitações : Urbanismo : Turismo : Divisão administrativa do concelho : Serviços Municipalizados de Água e Saneamento"; -"Entrevista com o presidente da Junta de Freguesia da Cova da Piedade"; -"25 de abril Dia da Liberdade : Programa das comemorações do 4º aniversário";
Certidão passada no reinado de D. Miguel, a pedido da Duquesa de Lafões e seu marido, pelos escrivães Tomás Caetano Rodrigues Portugal e Gaspar Feliciano de Morais do Real do Arquivo da Torre do Tombo. Contém traslados da carta de venda do Reguengo de Almada feita por D. Filipe a D. Rui Gonçalves da Câmara, Conde de Vila Franca, de 3 de junho de 1593; certidão de justificação da doação do reguengo, em dote de casamento a D. Constança de Gusmão e D. Pedro de Menezes de 21 de janeiro de 1610; sentença de justificação da posse do reguengo de D. José de Menezes que o recebeu de sua mãe D. Guiomar de Menezes, que o tinha recebido em testamento de seu tio e marido D. Rodrigo de Menezes de 4 de janeiro de 1690. Contém selo branco com brasão real em papel assente em lacre.
Ordem do dia: Correspondência: - Oficio da Câmara Municipal de Figueira da Foz a solicitar participar na representação ao Ministro da Economia sobre a delegação aduaneira; Deliberações: - Acordo e condições sobre Talho Regulador Municipal. - Tomada a responsabilidade de despesa com tratamento de doentes pobres; - Arranjo da Escola Oficial das Cortes; - Pagamento de gratificação; - Reparação do relógio da Torre; - Revogar a deliberação da Comissão Executiva de 8 de dezembro de 1924, que criou a Comissão Técnica e de Estatica; Requerimentos: - Joaquim Nunes solicita licença para estrumar caminho público; - Joaquim Simões solicita aumento de vencimento; - Manuel Gomes dos Santos, vogal da comissão, solicita licença para tratamento; - Joaquim Moreira Rainho,Armando António da Silva solicitam nomeação para o cargo de mestre de obras;
Etapa #5 Dr.ª Sofia Informo que esta convocatória é referente à 2.ª convocatória da Assembleia de Condóminos ( segundo confirmação telefónica), pois a 1.ª realizada no pasado dia 18/01/2013 não obteve quorum. Para a anterior assembleia, foi decidido o Município não se fazer representar: ENT- 2013/480. Relativamente às questões colocadas na etapa 3, pelo Sr.DMA, informo: i)O Município é proprietário da Fração Autónoma "LE", destinada a Sala de Reuniões com 5 varandas,sita no 2.º andar da Torre 2, nº221, do Edifício Maringá. Atualmente este espaço está arrendado à AMLEI; ii)Todos os últimos três anos o Municipio tem-se feito representar na Assembleia; iii) A ordem de trabalhos mantem-se: Aprovação das contas de 2012 ; Eleição da Administração e do orçamento para 2013 : Outros assuntos Á Consideração Laura Costa
Etapa #7 Senhor Presidente 1. Trata-se de uma convocatória para a realização da Assembleia de Condóminos de um edifício em que o Município de Leiria é proprietário da Fração Autónoma "LE", destinada a Sala de Reuniões com 5 varandas,sita no 2.º andar da Torre 2, nº 221, do Edifício Maringá, atualmente este espaço está arrendado à AMLEI. 2. A ordem de trabalhos da reunião de condóminos (aprovação das contas de 2012, eleição da Administração, aprovação do orçamento para 2013 e outros assuntos) permite, a meu ver, a não comparência de representante do Município de Leiria na reunião, uma vez que isso implica o recurso a trabalho extraordinário. 3. Nestes termos e com estes fundamentos proponho que o Município de Leiria não se faça representar na referida reunião de condóminos. 2013.02.13 manuel gilberto mendes lopes (DMA)
Etapa #3 A limpeza de livros e documentos é uma das principais tarefas realizadas no arquivo para uma boa conservação dos mesmos. O sistema tadicional (escova e pano), tem os seguintes inconvenientes: além do elevado custo por envolver recursos humanos, corre-se o risco de se rasgarem folhas pela simples manipulação dos documentos, principalmente os mais antigos, para evitar esta situação requisitou-se uma máquina de limpeza de livros e documentos. Mais informo que a máquina pretendida é idêntica ás utilizadas no Instituto de Arquivos Nacionais da Torre do Tombo e Arquivos Distritais, designadamente, o Arquivo Distrital de Leiria. ( Distribuidas pela Firma VIDEQ). As características da máquina são as seguintes: Máquina de Limpeza de Livros e Documentos - Mod. P.31.5 Dimensões: 1.600x650x650 mm. Altura de trabalho: 900mm. Conexão eléctrica: 220 monofásico 0,5 Kw. Peso: 60 Kg.
Etapa #5 Da análise da solicitação e após deslocação ao local constatou-se que nas traseiras do lote 73 foram executadas as melhorias dos arranjos exteriores de acordo com o processo n.º1271/97 (referido na etapa 2). Este espaço não se encontra incluído no Plano de Manutenção Mensal, pelo que, salvo melhor opinião, dever-se-á dar indicação ao Sr.º Igreja para que passe a constar. Existe um espaço, também nas traseiras do referido lote, mas não adjacente, que foi alvo de intervenção, nomeadamente, no que respeita à regularização do terreno e delimitação com lancil. Para esse espaço, foi elaborado pela Arquitecta Paisagista Liliana Santos um projecto de arranjos exteriores, que nunca foi executado (anexo à presente etapa). À consideração superior. marta teves nota: anexo fotografias do espaço adjacente ao lote 73 e espaços envolventes ao Edifício Torre
Etapa #9 Da análise das etapas anteriores, constato que existe um espaçonas traseiras do lote 73 que resultou de cedência em sede da obra particular n.º 1271/97 (ficheiro PO 1271/97-Cedências). Como já foi referido, este espaço encontra-se ajardinado, com necessiadade de manutenção. Relativamente ao espaço que se encontra na envolvente ao lote 73 e de acordo com o registo INT 2009/10951, ficou da responsabilidade do requerente da obra n.º1271/97, assegurar a delimitação do espaço com a utilização de lancil, bem como a decapagem do solo, serviço que foi executado. Encontra-se em falta a execução do projecto aprovado, o qual se anexou à etapa 5 (ficheiro "Envolvência Torre lot 1547/67). À consideração superior. marta teves
Etapa #3 O horário de trabalho proposto para o Castelo - Bilheteira, Loja e Torre - tem, enquadramento no art.º 20.º do Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de Agosto - trabalho por turnos, o qual se caracteriza pela prestação de trabalho em pelo menos dois períodos diários e sucessivos, sendo cada um de duração não inferior à duração média diária do trabalho. O trabalho por turno deve obedecer às seguintes regras: a) os turnos são rotativos, estando o respectivo pessoal sujeito à sua variação regular; b) nos serviços de funcionamento permanente não podem ser prestados mais de seis dias consecutivos de trabalho; c) o dia de descanso semanal deve coincidir com o domingo, pelo menos uma vez em cada período de quatro semanas. Quanto à jornada contínua para o restante pessoal também é possível, ao abrigo do art.º 19.º do mesmo Diploma legal. Assim, é legalmente viável a aprovação pela Senhora Presidente dos horários em causa. A CDRH Emília Antunes
Etapa #11 Em relação a este assunto considera-se o seguinte: - PORTA DO PÁTIO-CASTELO: Despois de re-analisado o processo de reparação da porta pátio ao lado da Loja/Bilheteira, atendendo à recente proposta de colocação de sanitários naquele espaço, considere-se este serviço sem efeito. - PORTA DA TORRE DE MENAGEM: Atendendo ao tipo de serviço (polimento de madeira e aplicação de um producto resistente à água (tipo Bondex)), remete-se novamente à consideração da DCVOA, para a execução deste serviço. - PORTA DO BANCO DE PORTUGAL: Atendendo ao tipo de serviço (polimento de madeira e aplicação de um producto resistente à água (tipo Bondex)), remete-se novamente à consideração da DCVOA, para a execução deste serviço. Se a DCVOA considerar que não tem condições para executar os serviços solicitados, será necessário requesitar os serviços, e assegurar os respectivos encargos subjacentes. À consideração Superior, Pedro Ferreira tsp
Etapa #1 Venho por este meio solicitar o apoio da DIMC no que respeita ao preenchimento de lacunas com material compatível com o existente, sendo necessário aplicação de argmassa com cal hidráulica e não argamassa Portland. Este preenchimento de lacunas seria necessário nos seguintes locais: - Lacunas no interior (corresponde a uma das salas de reserva municipal)e exterior da estrutura onde se encontra a placa elevatória - zona propícia à infiltração de águas pluviais e ascencionais; - Lacunas na zona de ombreira da porta correspondente à sala de arrumos da Casa do Guarda; - Lacunas numa área pertencente ao recinto amuralhado da torre de menagem, pondo em risco a queda de vistantes na respetiva passagem. À Consideração Superior. Anabela Carvalho ts
Boletim Informativo dos meses de Novembro e Dezembro de 2006. Contem os seguintes artigos: - Ideias para o Tejo; Concurso; - Museu dos Rios e das Artes Maritimas - Espaço Multimédia; - Memórias da Torre de Punhete - Revista ZAHARA; - 10.º Aniversário do Boletim Municipal; - Casa do Povo de Montalvo - Escolinha de Futebol; - Mosteiro de Nossa Senhora da Boa Esperança; - Posto de Turismo; Exposição; - Carta Educativa de Constância; Ensino; - Escolas do Concelho; - Noite de Natal; Natal nas Escolas; - Ginásio Municipal; Prática Desportiva; Aniversário; - Piscina Municipal; Meio Aquático para bebés; - Comemoração: Poder Local Democrático; - Parque Ambiental de Santa Margarida; Ofinica Ambiental; - Aromas e Sabores da Natureza; - Fernando Lopes Graça; Rómulo de Carvalho; - Cheias em Constância; Rio Tejo; Rio Zêzere; - Feira do Livro e do Disco; - Encontro Confluências; - TREC - European Cup; Campeonato Nacional.
Auto do lançamento da primeira pedra do monumento a António Rodrigues Sampaio. A cerimónia decorreu no dia 25 de julho de 1906 na presença da Comissão, do Administrador do Concelho, do Juiz de Direito, do Presidente da Câmara, Vereadores, representantes da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e outras entidade civis e religiosas. O monumento seria da autoria de Manuel José Gonçalves Viana, diretor da Escola Industrial Príncipe Real de Lisboa, executado pelo construtor António Fernandes Ribeiro e o busto esculpido por José Moreira Rato Júnior. Seriam lavrados três exemplares da ata: um entregue ao arquivo da Câmara, um depositado na base do monumento e outro enviado ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Ordem de trabalhos: - Atribuição de prémios aos alunos estabelecimentos de ensino; - Adaptação de sala do extinto Convento de Santo Estevão para curso ultimamente criado pelo Ministério de Instrução; - Aquisição de lancil para a Rua Machado dos Santos e Rua Tenente Valadim; - Construção da sede dos Correios e Telégrafos de Leiria; - Tomar a responsabilidade das despesas com o tratamento de doentes pobres; - Adjudicar a Joaquim Lourenço os trabalhos de pavimentação de passeios; - Sinistro com trabalhador José Bento; Requerimentos - Manuel de Oliveira Faria e Filho solicita licença para obras no estabelecimento sito na Rua Barão Viamonte e Rua Rodrigues Cordeiro; - D. José Alves Correia da Silva solicita licença para prolongamento das escadas de Santo Estevão (Rua da Torre); - Patrício & Lagoa solicita licença para dividir propriedade junto à Avenida do Castelo; - Manuel Rodrigues da Silva solicita licença para construção de casa na Viela do Repouso.
Ordem do dia - Balancete; - Pagamentos; - Ratificação de despacho; - Alvarás de licença sanitária; - Anúncios e reclames; - Pensão Leiriense; - Demolição de casa em ruína (Estrada do Vidigal - Guimarota); - Anulação de deliberação; - Encarregado da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira; - Éditos; - Anuidade; - Piscina Municipal; - Queixas e Participações; - Banco junto do monumento Pastor Peregrino; - Reparação da Rua D. Barbara Vaz Preto; - Separador de trânsito na Avenida Marques de Pombal e Estrada Nossa Senhora de Fátima; - Consumo de energia; - Concurso para dois lugares de desenhadores; - Caminho de Alcogulhe a Vale do Horto; - Construção de torre na Capela da Reixida; - Ratificação de Renda; - Caminho Municipal 1219; - Autos de embargo; - Loteamentos; - Legalização de obras; - Informações; - Construção de Bloco Habitacional; - Construção do Salão Paroquial de Ortigosa; - Construção de muros; - Construção de moradia; - Indeferimentos; - Reparação da Escola do lugar da Bouça; - Estação de tratamento de lixos; - Vistorias; - Aprovações em minutas.
Álbum com fotografias referentes a obras de construção do novo Arsenal do Alfeite: - Aterro com escavador e por processos hidráulicos. - Escavador de colher sobre "caterpilar". - Bomba aspiradora e repulsora para aterro, tubagem de aspiração. - Instalação completa para desmonte da barreira e para aterrar por processos hidráulicos: bomba no rio Tejo, bomba para elevar a água até à crista da barreira e bomba aspiradora e repulsora para aterro. - Barreira desmontada pela água. - Tubagem de água adicional. - Oficinas, vendo-se ao fundo a instalação para betonar estacas. - Vista da superfície aterrada no começo de Novembro. - Vista do aterro em principios de Novembro de 1929. - Instalação para preparação de cascalho e areia para beton. - Esqueletos de estacas. - Colocação de estacas em depósito. - Estaleiro de estacas. - Oficinas, instalação para preparação de areia e de cascalho para beton e estaleiro de estacas. - Torre de betonar estacas. Bate - estacas flutuante cravando as estacas - pranchas Hoesh III da ensecadeira das carreiras. - Cravação de estacas de beton armado da via norte do guindaste. - O lodo empurrado pelas areias do aterro. A retenção provisória da baixa-mar. - Armaduras e moldagem das vigas, das vias dos guindastes. - Betonagem das vigas das vias dos guindastes. - Construção da ensecadeira das carreiras. - Parede de estacas-pranchas de ensecadeira e montantes da ponte de serviço. - Vigas das vias dos guindastes; primeiras cravações das estacas para as carreiras. - Vias dos guindastes do centro e do sul. - Torre "Ibag" para distribuição de beton. - Preparativos para a betonagem das fundações da carreira IV. - Perré de proteção da margem sul. - Trabalhos dentro da ensecadeira. - Fundações desmoldadas da super estrutura da carreira IV. - Parede interior da ensecadeira; à direita pequeno bate estacas cravando estacas-pranchas Hoesh II. - Outra vista da parede interior da ensecadeira. - Bomba aspiradora e repulsora para aterro. - Cravação de estacas de beton armado com o auxilio de água com pressão. - Aterro hidráulico. - Bomba para aterro hidráulico; tubagens de água adicional e de aspiração. - Campo de cravação de estacas da carreira II. - Cravação de estacas de beton armado de 6 m de comprimento da testa central da via do guindaste, empregando o pequeno bate-estacas. - Cravação de estacas com o auxílio de água com pressão. - Fundações e campo de cravação de estacas das carreiras de 90 m. - Andaime para suportes da moldagem da super estrutura da carreira III. - Escavação de lodo e argila para as fundações de ante - carreira II. - Vista geral: à direita a ensecadeira e os estaleiros de construção das carreiras; à esquerda aterro hidraulico para o futuro molhe. - Betonagem de ante-carreira II. - Torre de betonar "Ibag" sobre a testa sul da via do guindaste. - Fecho sul da ensecadeira. - Ensecadeira, vendo-se a ante-carreira II. - Betonagem da ante-carreira III. Ao fundo campo de cravação das estacas das carreiras III e IV. - Moldagem da ante-carreira III. - No primeiro plano, as grandes lages das carreiras de 90 m. Ao fundo fundações da super estrutura das carreiras de 120 m. - Vista geral dos trabalhos na parte norte da ensecadeira. - Moldagem da super estrutura da carreira III. - Vista geral dos trabalhos no interior da ensecadeira. - Vista geral dos trabalhos na parte sul da ensecadeira. - Escavação de lodo para construção de ante-carreira IV. - Lages das carreiras de 90 m. - Fundações e moldagem da super-estrutura das carreiras de 120 m. - Drenagem de ante-carreira IV. - Betonagem de ante-carreira IV. - Escavação para o muro de suporte da testa norte. - Preparativos para betonagem deante-carreira I. - Torre da betonagem, betonando a ante-carreira I. - Moldagem do muro de suporte da testa sul. - Armaduras da carreira I, lage 4. - Armaduras da lage inferior da carreira IV. - Moldagem do muro de ligação da testa norte. - Muro sul de suporte, ante-carreiras e testa central. - Super-estrutura da carreira III, desmoldada. - Colocação do escavador de garra sobre pontões. - Super-estrutura da carreira III. - Escavador de garra sobre pontões; escavação para retenção leste dos taludes.
Inclui cartas, ofícios, circulares e telegramas dirigidos a António Lino Neto por correspondentes diversos, sobre os seguintes assuntos: pedidos de informação e parecer relacionados com regulamentos de associações católicas, nomeadamente das Conferências de São Vicente de Paulo, do Corpo de Scouts Católicos Portugueses, da Associação Núcleo Católico Telégrafo-Postal e da Junta Nacional Portuguesa da Associação Católica Internacional para Obras de Protecção às Raparigas; convites para festividades e solenidades religiosas; convites para a inscrição de António Lino Neto em associações católicas, como a Associação das Três Rosas do Escolhido; convites para a realização de conferências; pedidos de apoio e colaboração, entre outras entidades, por parte da Associação Católica de Operários dos Lanifícios de Loriga e da Juventude Católica de Lisboa. Integra também cartas de terceiros, coligidas por Lino Neto, com informação sobre a criação do Corpo de Escutas Católicos Portugueses. Sublinha-se, ainda, o pedido de divulgação da Irmandade do Sagrado Coração de Jesus, sedeada na Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Cruz (Carvoeira, Torres Vedras); a cópia de uma carta colectiva dirigida ao papa Pio XII, relacionada com o título do bispo de Leiria e com informação sobre associações católicas.
Inclui artigos e recortes de imprensa, reunidos por António Lino Neto, com informação, entre outros, sobre os seguintes temas: o fim do regime monárquico e a implementação da República em Portugal; as relações entre a Igreja e o Estado; o Governo de Sidónio Pais; a organização dos integralistas; a prisão de Tamagnini Barbosa; as propostas relacionadas com a realização de comemorações solenes em honra do herói nacional Nun’Alvares (1920); o Congresso do Partido Republicano (1923); as orientações e objectivos do jornal «A Voz»; a actuação política de António de Oliveira Salazar e da União Nacional; os objectivos e o alcance de organizações como a Mocidade Portuguesa e a Legião Portuguesa; a vida política e religiosa de Guerra Junqueiro; o Movimento de 28 de Maio de 1926. Sublinha-se também a publicação dos seguintes documentos: manifesto do Partido Republicano Português (1918); estatutos da Federação Nacional Republicana; manifesto do Directório do Partido Nacionalista (1923); carta do cardeal Maglione, secretário de Estado do Vaticano, felicitando a Junta Central da Acção Católica pela iniciativa de promover a realização da “1.ª Semana Social Portuguesa”; manifesto da União Nacional (1950). Importa, ainda, salientar os artigos de homenagem, publicados por ocasião do falecimento das seguintes personalidades da vida política nacional: António Granjo, Sidónio Pais, Afonso Costa, Torres Garcia, José Maria Joaquim Tavares, Rodrigues Gaspar, Henrique Weiss de Oliveira, Guilhermino Alves, Guilherme Nunes, general Vicente de Freitas, general João de Almeida, Leote do Rego, José Alberto dos Reis, Norton de Matos, Campos Lima, capitão Teófilo Duarte.
Em outubro de 1937 o Secretariado dirigiu uma carta circular a numerosos intelectuais portugueses, acompanhada do folheto impresso de 26 de maio de 1937, pedindo-lhes uma palavra escrita de exaltação do empreendimento de construção do monumento ao Coração de Cristo para ser publicada na imprensa. Trata-se de um conjunto de fotocópias dos documentos originais feitas em data desconhecida. As personalidades que responderam ao apelo foram as seguintes: Henrique de Paiva Couceiro, General João de Almeida, General Domingos de Oliveira, Comandante Hugo de Lacerda, Dr. João Porto, Dr. António Lino Neto, Dr. Damião Peres, Dr. Queiroz Velloso, Dr. Aristides de Amorim Girão, Dr. Gustavo Cordeiro Ramos, Dr. J. A. Pires de Lima, Dr. Augusto César Pires de Lima, Dr. Fernando de Castro Pires de Lima, Conde de Aurora, Conde de Campo Bello, D. Alberto Bramão, Dr. Hipólito Raposo, Dr. Alfredo da Cunha, Dr. Luís Chaves, Dr. Domingos Pinto Coelho, Dr. José de Almeida Eusébio, Dr. Alfredo Pimenta, Dr. José Pequito Rebelo, Dr. Alberto Pinheiro Torres, Monsenhor J. A. Ferreira, Embaixador Dr. Alberto de Oliveira, Nuno de Montemor, Dr. António Madeira Pinto e António Correia de Oliveira.
Treze exemplares das "Bases regulamentares" do Centro Católico Português. "Lista dos subscriptores do Centro Catholico de Braga. Ano 1916 a 1919". Lista com os "Sócios subscritores do Centro Católico do ano de 1923 e que pagaram a taxa nesta data". Convocatória para a reunião da assembleia geral do Centro Católico, em Braga, no dia 8 de agosto de 1917. Carta-circular de apelo ao voto em Alberto Pinheiro Torres e padre António José da Silva Gonçalves, de 24 de abril de 1918. Cartas circulares da Comissão Central do Centro Católico, assinadas por António Lino Neto, José João da Fonseca Garcia e António Pereira-Forjaz, a dar orientações sobre como "convém pôr a funcionar em todo o Paiz, com a possível brevidade, a organização do Centro Católico". Jornal "A Época", de 8 de novembro de 1920, com a entrevista feita a D. Manuel Vieira de Matos a propósito do congresso arquidiocesano de Braga. Jornal "Diário do Minho", de 5 de dezembro de 1920, a dar notícia do programa do "Congresso Católico, Festa ao B[eato] Nuno de Santa Maria".
Certidão da escritura do testamento de D. Agostinho de Jesus e Souza, bispo coadjutor de Lamego, passada por João Baptista Pinto, ajudante de José Maria Braga da Cruz, notário do concelho de Braga, de 19 de outubro de 1932. Cartas do padre João Ferreira Fontes para José Maria Braga da Cruz acerca da conversa que teve com o capitão [?] Queirós. Procuração na qual D. Agostinho de Jesus e Souza institui seus procuradores os cónegos Manuel Pereira Júnior, António Gonçalves Pires e Manuel Pereira Vilar, de 10 de dezembro de 1934. Procuração na qual o monsenhor Manuel Alves Torres Carneiro institui seus procuradores os cónegos Manuel Pereira Júnior, António Gonçalves Pires e Manuel Pereira Vilar, de 10 de dezembro de 1934. Carta do padre António [Cardoso] para P. [?] Pinto, de 5 de novembro de 1940, a solicitar que seja feita uma pública-forma da compra da casa [?], devido à transferência de todas as casas para a posse da Companhia de Jesus. Notas referentes aos prédios de S. Barnabé, modelo de estatutos de uma sociedade e nota manuscrita "velhas raízes da Faculdade de Filosofia".
Registo das visitas realizadas aos sócios indicando: nome e, por vezes, o número de sócio, a doença de que padece, indicação de se tratar de doença curável ou crónica, a diária que lhe foi atribuída (valor diário do subsídio com que o sócio é socorrido), o primeiro dia em que lhe é atribuído subsídio, as várias datas em que recebe as diárias, quantas diárias e o valor total das diárias pagas. Apresenta de seguida as observações referentes ao sócio, como: data da alta ou do falecimento, total das diárias recebidas e o valor total. O visitador data e assina o assento. Apresenta um índice no final do livro, indicando, em colunas: o número do sócio, nome e folha em que são registadas as visitas. Na última coluna indicam-se os sócios falecidos ou despedidos. Não possui termos de abertura e de encerramento. Visitadores: Puim (1845 - Julho a Dezembro); Ferreira (Janeiro de 1846 - Fevereiro 1847); João Barbosa da Silva Leitão (Maio de 1847 - Março 1850); Rebelo (Junho de 1850 - Fevereiro 1851); Joaquim José Pontes Torres (Maio de 1855 - Julho de 1856).
Textos relativos a Direitos Humanos (Gomes Canotilho - Reflexões; Pedro Hespanha - Direitos Humanos e Cidadania Social; Anália Torres - Aspectos sociológicos "Acção social e direitos humanos" (1993); Jornadas de Serviço Social - apontamentos sobre palestra de Joaquina Madeira e Francisco Teixeira da Mota; Direcção Regional de Segurança Social - Informatização global dos serviços (1991); Curso Superior de Informática e Gestão - Guia Informativo (1994-1995); J. Pimentel Freixo - Organização e simplificação do trabalho administrativo - sebentas de textos (vol. 2 e 3) do curso ministrado pelo Instituto Nacional de Investigação Industrial; Manual de Acolhimento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; Tipologia da problemática social e familiar (1978) - Divisão de acolhimento; Delegações do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa (1986); Plano de actividades e orçamento da Associação Fernão Mendes Pinto (2006); Relatório do sub-grupo de trabalho para regulamentação da divisão de gestão, apoio técnico e fiscalização dos Centros Regionais de Segurança Social (1978); Projecto de gestão dos estabelecimentos privados da Unidade de Acção Social (2003); Processos na UAS; Procedimentos de encerramento dos estabelecimentos de Apoio Social (2002); legislação.
As cartas são de apoio moral ao sacerdote e foram enviadas por Rita Guedes Pereira de Castro Alcoforado (s. d.), M. S. de A. (s. d.), D. António Mendes Belo (20-10-1910, s. d.), Ricardina Adelaide da Silva Buiça (s. d.), cónego José Bernardo M. Calado (s. d.), Alípio Ferreira de Carvalho (s. d.), José Joaquim Vieira de Castro (17-10-1910), José Ferreira da Cunha (06-11-1910), Julia Maria de Brito e Cunha (s. d.), M. H. Donohoe (s. d.), A. Salvador Ferreira (25-11-1910), Vicente Frutuoso da Fonseca (04-11-1910, 13-10-1910), Domingos Gonçalves (07-11-1910), Afonso (15-11-1910), Pe. José Vicente Lérias (09-11-1910), Virgílio Lima (s. d.), Roberto Moniz (12-11-1910), Cón. António Paulo Marques (s. d.), Abade João Mateus (21-11-1910), Pe. Bento Queirós (22-11-1910), Artur Mendonça da Rocha (s. d.), Maria Gonçalves do Seixo (19-10-1910), R. Xavier da Silva (s. d.), Violante Rosa da Silva (12-11-1910), Pe. António I. da Silveira (s. d.), Pe. José Gonçalves da Silveira (18-11-1910), Bartolomeu Pinto Soares (06-11-1910), Margarida Rita de Sousa (s. d.), Isabel Maria Godinho Tavares (s. d.), António Maria Malva do Vale (24-09-1919), Francisco Torres Violante (12-12-1910), José (12-11-1910).
Correspondência de Maria Leonor Archer Guedes da Silva da Fonseca. Na primeira carta informa que tomou conhecimento que tinha estado no Porto, sobre a realização de uma missão em Tomar; que houve uma missão na sua paróquia, com o Pe. Cyrne e um padre do Seminário de Braga. Mostra como seria do seu agrado em vê-lo fazer uma missão semelhante na sua igreja. De como a morte de Sacadura Cabral causou-lhe enorme desgosto. Das dificuldades da vida espiritual que tem. Do capelão do tio, Pe. António da Silva Araújo, que diz conhecer pessoalmente o Pe. Benevenuto. Na segunda carta demonstra preocupação pela revolução ocorrida. Diz que os estudantes formaram dois partidos, o centrista e o monárquico. Fala ainda dos nomes de [Alberto] Pinheiro Torres, Fernando de Sousa e Lino Neto e na posição tomada por cada um. Na pastoral de D. António Barbosa Leão, bispo do Porto, e sua recepção pelos católicos. Termina a dizer que o Sr. Bispo chamou o seu pai ao Paço, mas que este recusou a ir.
O Petardo foi um quinzenário católico humorístico, publicado no Porto (em Lisboa, entre 15 de outubro de 1903 e 11 de março de 1906), entre 1 de julho de 1902 e 1 de outubro de 1910, aos dias 1 e 15 de cada mês, com textos assinados por pseudónimos e entre-cortados por caricaturas. O anonimato dos colaboradores a coberto de pseudónimo era, inclusive, condição de admissão para colaborador do jornal. A redação e administração estavam a cargo do Padre Benevenuto de Sousa (1860-1948), a partir do Outeiro, em Torres Novas, embora fosse editado, publicado e impresso no Porto sob a responsabilidade do editor responsável António Pacheco. O Petardo apresentava-se como órgão satírico católico e nacionalista, que combatia a dissolução político-social em que Portugal se encontrava, atribuindo as culpas à fundação do Partido Socialista (1875), do Partido Republicano e do Partido Progressista (ambos de 1876). A circulação de O Petardo radicou-se na sua natureza católica, que lhe abriu caminho junto de um vasto público alvo e lhe permitiu angariar colaboradores a partir da rede institucional da Igreja. Com efeito, muitos dos seus colaboradores foram seminaristas ou padres sediados em seminários dispersos pelo continente e ilhas. Inicialmente com quatro páginas, a partir do n.º 7 (de 1 de outubro de 1902), o seu formato passou a ser mais reduzido, mas mais volumoso em páginas, que passaram a ser oito. A capilha contém dois exemplares do número 166 (Ano VII) de 1909-05-15, do jornal O Petardo. Um dos exemplares encontra-se incompleto.
Margarida Augusta de Azevedo Relvas Navarro (Golegã, 1862 - ?), filha do famoso fotógrafo Carlos Relvas, de seu nome completo Carlos Augusto Mascarenhas Relvas de Campos (1835-1894) e de Margarida Amélia Mendes de Azevedo e Vasconcelos, filha dos Condes de Podentes (1838-1887). Foi criada na Quinta do Outeiro, onde residia a família Relvas, adquirida por seu avô paterno, José Farinha Relvas de Campos, em 1835. Enquanto jovem, partilhou com seu pai, um dos fotógrafos mais famosos e conceituados do seu tempo, o gosto pela fotografia, revelando mestria artística e técnica e sentido estético. Foi uma das primeiras mulheres a fotografar em Portugal. Em 1887, casa com Alberto de Campos, médico de profissão, deixando de se dedicar à fotografia, tendo ído viver para a Quinta dos Pinheiros, em Torres Novas, propriedade que lhe coube por herança de sua mãe.Teve 3 filhos, sendo os seus descendentes os únicos familiares vivos de Carlos Relvas e, consequentemente de seu filho, irmão de Margarida, José Relvas, o homem que proclamou a República a 5 de Outubro de 1910. Foi diversas vezes premiada pelas suas fotografias, nomeadamente em Gand (1880) e na Exposição de Artes Decorativas de Paris (1882), fotografias essas que viajaram com as de seu pai, por muitas exposições internacionais.