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Este maço reúne uma caderneta que servia de registo mensal do movimento das operações de crédito passivo (depósitos) e ativo (pagamentos por cheques) do Círculo Eborense.
Joaquim Antunes Leitão (Porto, 26 de abril de 1875 - Lisboa, 1956) foi um escritor e jornalista. Formado em medicina, ao longo da vida ocupou diversos cargos de relevo: Secretário-geral da Academia das Ciências de Lisboa, Diretor do Museu da Assembleia Nacional da Restauração, Inspetor das Bibliotecas, Arquivos e Museus Municipais de Lisboa, Diretor Geral da Assembleia Nacional. Colaborou em diversos jornais e publicações e dirigiu O Correio, jornal monárquico, durante os anos em que viveu exilado após a instauração da República. Publicou uma extensa obra, de diferentes géneros literários: romance, conto, teatro, bem como ensaios e livros de história. In: http://www.ahsocial.ics.ulisboa.pt/atom/leitao-joaquim-antunes
Formado em direito, depois de ser seminarista. Filiado sucessivamente no Partido Republicano Português, no Partido Nacionalista, na União Liberal Republicana e na União Nacional. Durante a I República foi deputado liberal (1921) e nacionalista (1925 e 1926), bem como presidente da câmara da terra natal, Oliveira de Azemeis, onde era conservador do registo civil. Apoiante do salazarismo, foi governador civil de Coimbra (1931-1932). Ministro do interior de 5 de julho de 1932 a 24 de julho de 1933, deputado e presidente da Assembleia Nacional, de 1942 a 1961. Aparece como presidente da Comissão Consultiva da ANP, em 1970. In: http://www.politipedia.pt/reis-junior-albino-soares-pinto-dos-1888-1983/
Integra correspondência, nomeadamente com a Imprensa Nacional; diretores de clubes desportivos; Câmara Municipal de Guimarães; Tribunal de Contas, Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo; Edifícios e Monumentos Nacionais; Direção de Serviços de Melhoramento Urbano- Lisboa; C.T.T.; Estradas do distrito de Braga; Sociedade Martins Sarmento; Organizações Rádio Teatro; Comissão Municipal de Turismo; Comissário de Desemprego; designadamente sobre: atividades desportivas; orçamento ordinário e plano de atividades turísticas; construção de prédio para sede da Junta; arranjo da ponte romana; estrada E. N. n.º 101; construção de parque de Jogos. Contém um índice.
Tece comentários alusivos ao relato da sessão da Assembleia Nacional em homenagem a António Sardinha, ao incidente, também na Assembleia Nacional, a propósito do [Guerra] Junqueira, às nótulas dos livros enviados pelas editoras, e ao desentendimento entre António de Azevedo e Maltieira. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta sobre a homenagem a Alfredo Pimenta, bem como à entrevista do filho deste no "Diário de Notícias" sobre o empréstimo de dinheiro de Guerra Junqueiro a Alfredo Pimenta.
Transcreve trechos da carta do padre Augusto Magne que está a publicar o “Dicionário da Língua Nacional”, no Rio de Janeiro, na qual este manifesta o desejo de possuir a cópia das folhas impressas das obras “Demanda do Santo Graal e Segunda Parte da Crónica de D. João I”, depositadas no Biblioteca Nacional. O padre declara ainda que as folhas serviriam para recolher informações e que seriam conservadas em segredo. Pede a Alfredo Pimenta que o informe sobre o assunto para transmitir ao padre Magne.
António Júlio de Castro Fernandes (Lisboa, 2 de Junho de 1903 — Lisboa, 1975) foi um economista, banqueiro, político e ideólogo do corporativismo português. Esteve ligado aos sectores da extrema-direita portuguesa no período da transição para o Estado Novo e foi um dos mais ativos propagandistas do corporativismo fascista. Foi dirigente da Cruzada Nacional Nun’Álvares nos últimos anos da Primeira República Portuguesa e um dos fundadores do Movimento Nacional-Sindicalista (1932)]. Aderiu à Revolução Nacional, e entre muitas outras funções de relevo, foi Subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social (1944 a 1948) e Ministro da Economia (1948 a 1950) do governo de Oliveira Salazar, presidente da Comissão Executiva da União Nacional (1958 a 1961 e 1965 a 1968), deputado à Assembleia Nacional e procurador à Câmara Corporativa. Dedicou-se à banca, tendo sido administrador do Banco Nacional Ultramarino. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_J%C3%BAlio_de_Castro_Fernandes
Contém uma nota manuscrita com a seguinte informação: "Os dois biombos a que se refere este processo estão no Museu Nacional de Antiga."
Primeiro outorgante: João Luís Lisboa, Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Segundo outorgante: Paulo Teles, Instituto Nacional de Estatística. Terceiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Fernando Ruas, Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Segundo outorgante: Miguel Cadilhe, Presidente da Agência Portuguesa para o Investimento.
Primeiro outorgante: Luís Filipe Melo e Sousa Pardal e Alfredo Vicente Pereira, Presidente e Vice-presidente da Rede Ferroviária Nacional - REFER. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Adriano José Moreira Pinto, Chefe de Agrupamento do Corpo Nacional de Escutas - Agrupamento 1099 Santiago de Riba-Ul.
Primeiro outorgante: Alda Maria das Neves Carneiro de Caetano Carvalho, Presidente do Instituto Nacional de Estatística. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: José Jacinto Iglésias Soares, Presidente do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento. Segundo outorgante: Fernando Ruas, Presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses.