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Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: José Dias Neto, representante da empresa "Socarto - sociedade de Levantamentos Topo-Cartográficos, Lda" e José Nuno Metelo Nunes Soares da Paixão, representante da empresa "Nível - Serviços Topográficos, Lda" e José Camilo Pereira de Sousa, representante da empresa "ERFOTO - Fotografia Aérea, Lda.
Fotografias da inauguração da Ponte de Arrábida; da Ponte sobre o Tejo; e de actos oficiais com o Presidente da República, Almirante Américo Tomás; com o Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira; e com o Presidente do Conselho, António de Oliveira Salazar.
Fotografias tiradas entre 1876-1914, retratando a vivência da família "Sousa Cristino" e dos que desfrutaram da sua companhia, tanto nos afazeres e praticas quotidianas como em ambiente de festa. são de destacar as imagens da "Quinta do Reguengo “- local onde habitavam - e da Quinta da Palmeira", onde por vezes se juntavam para convívio e diversão.
Coleção de fotografias, sobre a atividade infantil, no parque de campismo.
Coleção de fotografias, sobre a inauguração do parque de campismo, da S.F.U.A.P.
Coleção de fotografias, referentes às marchas populares, no parque de campismo.
Conjunto de fotografias do concerto de encerramento do 97.º aniversário, pela banda da S.F.U.A.P..
O conjunto de fotografias contém 2 documentos fotográficos, produzidos durante o incêndio na corticeira Mundet.
Álbum de fotografias com 28 registos fotográficos produzidos nas cerimónias fúnebres de Joaquim Sommer Ribeiro.
Fotografias digitais produzidas no âmbito dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.
Unidade composta por Retratos e Fotografias de Sócios e Membros da Sociedade.
Fotografia de Francisco Manuel Casadinho (pai de Ana Casadinho) com traje militar em cenário de fotógrafo onde consta uma coluna de madeira, flores e uma cadeira. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia, está presente identificação do fotógrafo ou casa de fotografia, podendo ler-se a seguinte informação: “Phot. Carvalho - Rua Gilberto Rolla 67-1º Alcântara - Lisboa ”. Remonta à década de 1910.
Retrato de criança, menino, de nome Paulo Alexandre Oliveira. O jovem posa para a fotografia simulando estar ao telefone. No canto inferior direito da fotografia podemos ver inscrita num carimbo a seguinte informação: “Estúdios Universo”. No verso da fotografia, também está presente um carimbo onde se lê: “Estúdios Universo - Rua Elias Garcia - Lisboa”.
Fotografia de grupo de 5 militares que integraram a Guerra de França e de Alemanha. O único militar que se identifica é o vidigueirense Manuel Lança (“Moco do Grade”), posicionado em pé, do lado direito. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia pode ler-se a seguinte referência ao fotógrafo ou casa de fotografia: “A. L. Morgado - Fotógrafo - Lisboa”.
Dr. João Pulido de Almeida (filho de Ana Pulido Garcia). Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “Oliveira d`Almeida – Beja”. No verso do cartão onde se encontra a fotografia, a preenche-lo, encontramos marca ou identificação da casa de fotografia, podendo ler-se: “Atelier Photographico de Augusto Oliveira d` Almeida – Beja”.
Retrato de António Francisco Rosa Mendes durante o cumprimento do serviço militar em Évora. No verso da fotografia, inscrita a caneta, podemos ler a seguinte informação: “Com muitos beijos ofereço à minha irmã a minha fotografia. António”. Observa-se ainda, a presença de um carimbo referente ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se lê: “Foto-Cinearte – Rua 5 de Outubro, 66 ÉVORA”.
Fotografia da família Rosa Mendes, na qual podemos ver o casal Maria das Dores e José Joaquim Rosa Mendes com as filhas Maria das Dores, Justina e Armanda. No canto inferior esquerdo do cartão onde se encontra a fotografia, encontramos impressa a seguinte informação: “Fotografia Albuquerque – R. da Cadeia Velha, 33 – Beja”.
Fotografia de três dos atletas portugueses que participaram na Operação Albertville realizada no âmbito dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1992. Constam da fotografia da esquerda para a direita: Diogo Ravara (esgrima), António Monteiro (canoagem), Fernando Lopes (vela). Fotografia da autoria do repórter fotográfico José António Domingues.
Fotografia de dois dos atletas portugueses que participaram na Operação Albertville realizada no âmbito dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1992. Constam da fotografia da esquerda para a direita: Ricardo Amaro (halterofilia) e Helena Maurício (tiro com arco). Fotografia da autoria do repórter fotográfico José António Domingues.
Fotografia de dois dos atletas portugueses que participaram na Operação Albertville realizada no âmbito dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1992. Constam da fotografia da esquerda para a direita: Carmen Bartissol (esgrima) e Ana Neto (tiro). Fotografia da autoria do repórter fotográfico José António Domingues.
Defende o regresso da bandeira azul e branca. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração .com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto 0 escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Felicita Alfredo Pimenta pelo caso da bandeira içada. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Aborda a situação da questão da bandeira da restauração da qual tinha sido vítima. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
A questão da apreensão da bandeira da Restauração içada por Alfredo Pimenta. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Apresenta a sua solidariedade na questão da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Contém referências ao episódio da bandeira da restauração e à prisão de Alfredo Pimenta. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Manifesta a sua indignação com o episódio da bandeira da restauração e critica os governantes. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Refere-se ao subsídio do estado para o Arquivo, à celebração do "Diário de Lisboa" da mentira do 1.º de Abril com a notícia de um duelo entre Alfredo Pimenta e Afonso Lopes Vieira a propósito da edição da "Lírica" de Camões por José Maria Rodrigues e à nota de Alfredo Pimenta sobre o antissemitismo na Alemanha. A Questão do duelo com Afonso Lopes Vieira - O Diário de Lisboa celebra a mentira do 1 de Abril de 1933 com a notícia, acompanhada de uma fotografia ‘composta’, de um duelo entre Alfredo Pimenta e Afonso Lopes Vieira, a propósito da reação deste à crítica de Alfredo Pimenta sobre edição da Lírica de Camões do Doutor José Maria Rodrigues. Efetivamente Afonso Lopes Vieira apoiara José Maria Rodrigues, enquanto Ricardo Jorge secundou Alfredo Pimenta.
Trata da questão da bandeira da restauração e do hino de Portugal. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Correspondência expedida relacionada com os seguintes temas: Agradecimentos, projecto de obras da piscina, “Boas Festas” (exemplar de cartão da JTETT), despesas de envio de cartões de boas festas, homenagens, contabilidade, remessas, fotografia, contactos, subsídios, proibição da extracção de areia nos bancos do Ave, repovoamento aquícola, salários, homenagens, arraial minhoto, Actas, saudações, Relação Nominal da Gerência 1958, certidões, Guia de Remessa, obras, pagamentos, pedidos, horário das reuniões de gerência da JTETT, Convites para a recepção do Almirante Américo Tomás, preçário da piscina, livres trânsitos na piscina 1959, pessoal da piscina, encomendas, urbanismo e demolições, informações, autorizações, luminária e iluminação pública, declarações, preço dos tratamentos termais e preços da hotelaria, condições do parque de campismo, Prova de Perícia Automóvel da JTETT, oficialização do nome “Avenida Salazar”, questão de uma nova Região de Turismo.
O hastear da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Trata dos ordenados de Alfredo Pimenta e da questão da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Conjunto de quatro fotografias em formato digital referente à participação de Vanessa Fernandes nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008: fotografia de Identificação do Guia de Missão; fotografias em competição na prova de triatlo - segmento de corrida e bicicleta e fotografia de pódio com a Medalha de Prata.
Conjunto de quatro fotografias em formato digital referente à participação de Vanessa Fernandes nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008: fotografia de Identificação do Guia de Missão; fotografias em competição na prova de triatlo - segmento de corrida e bicicleta e fotografia de pódio com a Medalha de Prata.
97 Fotografias de Casas Fotográficas. Portugal: A. Fillon, Lisboa; Célestin Bénard, Porto; Emilio Biel & Cª, Porto; Guedes, Porto; M. Fritz, Porto; M.S. Ferreira; Photographia Alvão; Phot. Universal, Porto Photographia Universal Solas, Lisboa; Peixoto & Irmão, Porto; Sala & Irmão, Phot., Porto; Silva Pereira Photographo, Porto; União Photographia, Fonseca & Cª, Porto Brasil: Carneiro & Gaspar, Rio de Janeiro; Cypriano & Silveira, Phot., Rio de Janeiro; L. Terragno & Cª, Porto Alegre; Martins & Teixeira Phot., Rio de Janeiro; Grã-Bretanha James Mudd & Son, Manchester
Conjunto de 70 registos fotográficos em diferentes contextos e datas destacando vários eventos e personalidades ligadas aos bombeiros e ao concelho, nomeadamente o corpo feminino dos Bombeiros de Almada; desfiles dos bombeiros; os paços do concelho; entrada do quartel antigo; maquete do novo quartel; casa escola dos Bombeiros de Almada; o antigo quartel; fotografias do fogo na Academia Almadense; viaturas dos bombeiros; formaturas; e outras.
Reproduções das fotografias originais de Humberto Fonseca com a dimensão 24 x 30 cm, coladas em cartão Kapa line branco com a dimensão 40 x 30 cm.
O conjunto de fotografias contém 2 documentos fotográficos, produzidos no Jardim da Cova da Piedade, nomeadamente viaturas e as respetivas guarnições.
A coleção de fotografias contém 9 documentos fotográficos, produzidos em diversos contextos e datas, nomeadamente de formaturas, simulacros, jantares de convívio, condecorações e inauguração da sala do bombeiro.
Documentação que reflete o âmbito de interesses pessoais de Susan Lowndes. Correspondência, fotografias, pagelas e outras recordações, publicações de diversos tipos, abaixo-assinados, apontamentos e escritos, documentação relativa a retiros de oração e um certificado de Crisma.
«O Século» (ano 43.º, n.º 14.689, pp. 1-2) - Relato da cerimónia da imposição do barrete cardinalício ao núncio apostólico em Portugal, Achille Locatelli. Inclui a transcrição de discursos e a reprodução de fotografias.
(Luanda) Envio de duas fotografias do almoço e jantar em Luanda e referência de que o II Curso de Férias no Ultramar teve mais êxito que o primeiro. Timbre: "Procuradoria Central. Gerência. Particular".
[s.l.] Informa que são necessárias fotografias de Guilherme Braga da Cruz e esposa para emitir os passaportes e vistos pelo Consulado de Israel. Timbre: "Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo. Particular".
Imagens do Monumento a Cristo Rei visto de vários ângulos e vistas do Monumento sobre a ponte 25 de Abril e Lisboa. As fotografias que registam Monumento parecem ter sido tiradas a partir de um barco no rio Tejo.
Comunica que o Chefe do Estado Maior da Força Aérea envia quatro fotografias do Monumento a Cristo Rei com os respetivos negativos que poderão ser utilizados para os fins tidos por convenientes pelo Secretariado.
Acusa a receção do ofício datado de 21 do corrente, agradece a oferta das quatro fotografias e respetivos negativos e solicita que sejam transmitidos ao Chefe do Estado Maior da Força Aérea o reconhecimento e gratidão do Secretariado.
Publicações e recortes de imprensa local sobre a ação da Cáritas Diocesana de Lamego. Contém: Conclusões do Seminário sobre Vulgarização Agrícola e Agricultura de Qualidade em Zonas de Minifúndio, Lamego, 1985-04-12 a 15; 12 fotografias (cor).
Coleção de 3 fotografias (cor, 25x20cm) referentes a audiência de Papa João Paulo II com Acácio Catarino e Pe. José Mendes Serrazina, por ocasião de reunião da Cáritas Internacional em Roma.
Coleção de 14 fotografias (cor, 15x10cm e 21x15cm) referente à Casa dos Pequeninos, centro de acolhimento de crianças em situação de risco sob a direção da Cáritas de São Tomé e Príncipe.
Processo do projecto. Contém documentação de apoio como síntese de pesquisa controlada [= palavras-chaves] na internet, informação impressa, "literatura cinzenta", manuscritos, fotografias pertencentes a Maria Carlota de Magalhães Lobato Guerra.
3 fotografias (cor, 18x10cm) referentes à tomada de posse da Direção presidida por Eugénio Fonseca. Encontram-se presentes: Eugénio Fonseca, Pe. José Mendes Serrazina, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva, Acácio Catarino.
Coleção de 5 fotografias (cor, 15x10cm) referentes ao Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, em novembro de 2006 e ao Seminário Inclusão Social, Desenvolvimento Local e Economia Solidária, nos Açores.
Documentação relativa às inundações de 1979-02 - relatório, ofícios, mapas, tabelas, fotografias (trabalho realizado por José Ruis, Porto, 1979-04-17), faturas, guias de remessa, recibos de beneficiários, recortes de jornal (O Dia, 1979-02-15; Diário de Notícias, 1979-02-15).
Coleção de 12 fotografias (cor, 20x15cm) provenientes da Cáritas Diocesana do Porto referente à iniciativa em 2005-12-20 inserida na Campanha 10 Milhões de Estrelas, com Manuel Maria Moreira, D. António Carrilho, Rosa Oliveira e entidades oficiais.
Anteprojeto de construção/reconversão de edifícios pertencentes à Diocese do Algarve para centro de formação e colónia de férias situados em Ferragudo, concelho de Lagoa. Contém: memória descritiva; 2 peças desenhadas; 16 fotografias.
Projeto encomendado pela Comissão Diocesana de Aveiro aos Arqs. José Reis Álvaro e S. [Tomba]. Contém o 1.º estudo preliminar e o respetivo aditamento, memória descritiva, carta-contrato, estudo, 12 peças desenhadas, 4 fotografias.
Documentação sobre Campanha 10 Milhões de Estrelas, 2006. Contém: Unindo na Diocese de Beja a Acção Sociocaritativa, 2006; 1 CD-Rom com fotos de campanha 10 Milhões de Estrelas; 10 fotografias impressas.
Documentação referente à conceção da exposição itinerante Combate à pobreza e à exclusão social, a Ação da Cáritas em Portugal. O processo é composto por correspondência, questionário enviado às Cáritas Diocesanas, textos, orçamentos, 5 fotografias (cor) e apontamentos manuscritos.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados de 10167-10170; 10201-10205; 10207-10211; 10213-10225; 11617-11622. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados de 11599-11607; 11671-11685; 11710-11717; 11720-11728; 11730-11740. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 10362; 10364-10366; 10368-10393 10461-10470; 10472-10482; 11266. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 10403-10426; 11548-11551; 12968-12986; 13049-13055. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 11126-11150; 11756-11759; 11768-11775; 11779-11781; 14402?. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 10087-10096; 10099-10125; 10626-10640. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 10063-10075; 10077; 10078; 10252-10275; 11467-11471. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
4 Fotografias (p&b) das peças desenhadas referentes ao Plano de Auxílio aos Refugiados em Macau. Peças desenhadas: Plano de Auxílio aos Refugiados em Macau: Plano Geral 2; PARM: Perspetiva 3; PARM: Planta Fogo Tipo 6; PARM: Plantas Fogo Tipo 11.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados 10641-10642; 10644-10675; 12203-12209. Os números dos processos referem-se à família de acolhimento, que podia ter recebido mais do que uma criança. Contém: índice; fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados: 10272; 10276-10286; 10288; 10296. Contêm ficha de identificação da criança e correspondência com a família de acolhimento. Continuação de PT/CP/AHCP/C/A/003/057. Contém fotografias.
Processos referentes ao acolhimento temporário de crianças austríacas em Portugal. Processos numerados de 12141-12165; 12167-12174; 12176; 12178-12183; 12185-12202 (o n.º 12200 está repetido - duas crianças na mesma família de acolhimento. Contém fotografias.