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Agradece as honrosas expressões que o Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], dirigiu pela carta enviada a Caetano Alexandre da Fonseca Pinto de Albuquerque, [Fidalgo da Casa Real e Senhor do Morgado de Longroiva]. Pede a proteção do destinatário para receber a mercê do Hábito de Cristo.
Estimará saber se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], recebeu as cartas enviadas pelos navios Vera Cruz, Triunfo e Almirante. Revela-se preocupado pela falta de letras do destinatário e espera que tal motivo não se deva à falta de saúde. Informa que pelo navio Leal Portuense remete um barril com oito arrobas de presunto, conforme indica o conhecimento incluso.
Diz estar apreensivo com a saúde de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], pelo facto de ainda não ter recebido resposta às cartas que lhe dirigiu por via do seu correspondente João Gomes de Oliveira, em 5 de Julho e 23 de Setembro de 1813 e em 16 e 28 Fevereiro do presente ano em que remetia como anexo o projecto e reflexão. Oferece ao destinatário um barril de oito arrobas de presunto, o qual será transportado pelo Navio Hércules, conforme o conhecimento incluso.
Agradece a carta de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], datada de 18 de Novembro de 1813. Pode constatar a boa saúde de António de Araújo e agradece a amizade e a proteção que sempre lhe dispendeu. Manifesta sua prontidão para executar as determinações que o destinatário houver por bem lhe dirigir.
Envia a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], através do navio Flora, um barril com oito arrobas de presunto, uma vez que a idêntica carga enviada no mês de Abril pelo Navio Hércules, não chegou ao destino pelo facto da referida embarcação ter sido aprisionada por um corsário francês perto das ilhas Canárias.
Felicita António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], pela sua eleição para desempenhar o idêntico emprego que exercia em Portugal, [o de Ministro da Marinha e do Ultramar]. Refere, ainda, que sempre esperou por este momento, porque o rei jamais consentiria "que o Estado não gozasse dos interessantes bens, que lhe promettem os brilhantes talentos, sciencia, e destintos merecimentos de que V. Ex.a he dotado".
Informa a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], que lhe tem escrito por todos os navios que têm saído do porto para essa corte [do Rio de Janeiro] e que, novamente, aproveita a ocasião para o fazer com o intuito de renovar os seus protestos de gratidão e respeito. Relembra o pedido de proteção que lhe solicitou, na carta de 9 de Dezembro último, para poder ser empregado no serviço do Estado, bem como os lugares que preferia, sendo um deles o de Deputado da Real Junta do Comércio, efetivo ou honorário, por ser mais compatível com os seus conhecimentos. Anuncia que este lugar está em vacatura devido ao despedimento de Manuel da Silva Franco, e que deseja obtê-lo se o destinatário assim o aceitar.
Lamenta não receber notícias de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], desde Novembro de 1813. Solicita ao destinatário que acuse a receção das encomendas enviadas desde 1813: os presuntos, as duas memórias sobre o atual estado do comércio, manufaturas e agricultura; da oração recitada em 24 de Junho de 1814; e de um lenço de cambraia desenhado e bordado pela sobrinha do autor com o seu próprio cabelo. Diz que apesar de ter recebido a informação do seu correspondente de que tais encomendas tinham sido entregues gostaria que o destinatário ou alguém da sua confiança acusasse a sua receção. Pede instruções para poder remeter o fogão de cozinha em ferro. Solicita ao destinatário que interceda junto do rei para que a consulta ordenada pelo mesmo senhor à sua fábrica, agora aumentada para Sociedade de grandes capitalistas, seja rapidamente despachada e receba os mesmos privilégios que foram concedidos à sua Fábrica de Papel Vegetal em 1806.
Por não ter conhecimento se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], recebeu as encomendas enviadas através de João Gomes de Oliveira Silva. Envia a presente carta pelo amigo Rodrigo Martins da Luz, suplicando a proteção do destinatário para servir o rei no emprego que a "V. Ex.a bem parecesse", por forma a poder retirar proventos visto que perdeu muitos dos seus bens quando os franceses atacaram o Porto.
Lamenta não receber notícias de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], desde novembro de 1813. Solicita ao destinatário que acuse a receção das encomendas enviadas desde 1813: os presuntos, as duas memórias sobre o atual estado do comércio, manufaturas e agricultura; da oração recitada em 24 de junho de 1814; e de um lenço de cambraia desenhado e bordado pela sobrinha do autor com o seu próprio cabelo. Diz que apesar de ter recebido a informação do seu correspondente de que tais encomendas tinham sido entregues gostaria que o destinatário ou alguém da sua confiança acusasse a sua receção. Pede instruções para poder remeter o fogão de cozinha em ferro. Solicita que interceda junto do rei para que a consulta ordenada pelo mesmo senhor à sua fábrica, agora aumentada para sociedade de grandes capitalistas, seja rapidamente despachada e receba os mesmos privilégios que foram concedidos à sua Fábrica de Papel Vegetal em 1806.
Questiona António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], se deverá enviar para o Rio de Janeiro ou para Lisboa, o fogão de cozinha em ferro, que deveria ter acompanhado os doze barris de carvão de pedra das minas dos subúrbios do Porto que foram entregues em 1807. Expõe o motivo pelo qual não enviou o referido fogão em 1807 e nos anos subsequentes. Descreve o fogão feito por um artista nacional sob encomenda do autor e informa que o mesmo recebeu a aprovação de António Fernando de Araújo de Azevedo. Diz que ainda não o enviou para o Rio de Janeiro devido às notícias diárias dos periódicos que dão como certo o regresso do rei. Com ele irá nova porção de carvão de pedra.
Informa que antes de partir para Lisboa, para onde veio tratar da organização da sua fábrica [de estamparia e tecidos de algodão] que está paralisada desde a invasão do inimigo no Porto, pretendeu enviar presuntos pelo navio Leal Portuense. Contudo, devido à demora deste, acabou por enviá-los pelo Bergantim Maria e Santo António Invencível. O autor comunica que apesar do seu correspondente e amigo Gomes de Oliveira ter chegado a Lisboa no dia 3 do corrente, juntamente com o Brigadeiro Sebastião Pinto de Araújo Correia, primo do destinatário, continuará a enviar as encomendas para a pessoa que o primeiro deixou encarregue para o efeito no Rio de Janeiro.
Estimará saber se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], recebeu as cartas enviadas pelos navios Vera Cruz, Triunfo e Almirante. Revela-se preocupado pela falta de letras do destinatário e espera que tal motivo não se deva à falta de saúde. Informa que pelo navio Leal Portuense remete um barril com oito arrobas de presunto, conforme indica o conhecimento incluso.
Lembra os cargos que pretende ocupar: o de Juíz da Alfândega da Cidade do Porto, o de Administrador do Correio do Porto, o de Deputado Honorário ou efectivo da Real Junta do Comércio, ou de Inspetor Fiscal das Fábricas do Reino.
Sobre os bens penhorados ao remetente como testamenteiro do Conde da Barca.
E respetivo recibo de pagamento.
Carta escrita por três pessoas.
Carta escrita por duas pessoas.