Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for vila and 140,637 records were found.

Requerente: José Joaquim Peixoto. Assunto: Pedido de licença para construir um muro de suporte na margem direita do ribeiro de Barros. Contém: informação, comunicações, ordens de serviço
Requerente: Domingos José Martins. Assunto: Pedido de licença para construir uma passagem sobre o ribeiro de Cova de Vide. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade, oficio
John Mason Harden nasceu na Irlanda e foi educado no Trinity College, em Dublin. Instalou-se em 1903 em Vila Nova de Gaia, Coimbrões, para reger o curso teológico do qual sairam alguns presbíteros da Igreja Lusitana como o reverendo Armando Pereira de Araújo, o reverendo António Ferreira Fiandor, o reverendo José Maria Leite Bonaparte, o reverendo Júlio Bento da Silva. Foi o primeiro ministro do Prado, em 1905-1907, sucedeu-lhe Leite Bonaparte até 1908. Quando regressou à Irlanda tornou-se Bispo de Tuam, Killala e Achonry entre entre 1927 e 1931.
O Despertar, 29 outubro, 1961, nº 36: - O que nos falta - D. Luís Pereira - Antologia devocional - Notas e comentários - Paulo Agostinho - III Assembleia do Conselho Mundial de Igrejas - CAUFASIA— disciplina para todos - Eduardo Moreira - O dízimo cristão - Saul de Sousa - O 18.° Congresso Internacional Velho - Católico - D. Daniel Pina Cabral - 0 Retorno do diácono à Igreja Primitiva - Rev. Octacílio da Costa - Publicações religiosas brasileiras - Pela Igreja: Notícias de Inglaterra, Notícias do Brasil, Notícias de Portugal, Paróquia de S. Mateus Vila franca de Xira, Paróquia de Cristo Remidor Alcácer do Sal (construção do templo)
Nasceu em Vila Franca de Xira em 1908. Em 1932 após estudos em Lisboa, licenciou-se em Medicina. Depois dum curso brilhante, formou­-se em medicina pela Universidade de Lisboa em 1932. Oriundo duma família de médicos, exerceu medicina na terra da sua natalidade até à data em que foi sagrado bispo. No ano de 1948 ingressa na Igreja Lusitana como pregador licenciado, é instituído diácono na Catedral de S. Paulo, pelo Arcebispo de Armagh em 1949 e a 8 de Outubro de 1950 é ordenado presbítero. Foi Bispo da Igreja Lusitana entre 1962 e 1981.
A reforma publicou-se pela primeira vez a 2 de Agosto de 1877 e saía na primeira e terceira 5's feiras de cada mês; tinha sede no n° 407 da Rua General Torres em Vila Nova de Gaia e era impressa pela Tipografia de D. António Moldes e Silva, no n" 6 do Largo de S. João Novo no Porto. Era parcialmente financiada por R. H. Moreton (cf. A. Aspey, op. cit., p. 275) até se ter tornado em 1884 «eco da Igreja Lusitana», recebendo então apoio de Lord Plunket (cf. ACPD 17.4.1884).
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca do 50º aniversário da Legião de Maria; curso de Pastoral Teológica para o clero; núncio apostólico em Portugal, arcebispo José Sensi, visita a África Portuguesa; abertura de conjuntos habitacionais na diocese de Vila Cabral; estátua do cardeal Teodósio Gouveia a ser construída em Malhangalene; nota emitida pelo Secretariado da diocese de Lourenço Marques; prémio musical atribuído ao cónego Manuel Ferreira de Faria; bispo de Benguela dá instruções para a prevenção da cólera; casos de exorcismo em Benguela; Pastoral com métodos especiais para os ciganos; caso dos padres de Macuti.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca do início do Segundo Congresso das Vocações Sacerdotais em Lisboa (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); exposição de Bíblias na Semana de Estudos Bíblicos (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); monumento ao padre Francisco Maria da Silva; duplo jubileu do bispo de Vila Real D. António Valente da Fonseca; bênção de fábrica na Póvoa do Varzim; condecoração do cardeal-patriarca de Lisboa pela Associação Brasileira de Ajuda à Lepra (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); missa no Parque Eduardo VII; 200 prisioneiros da Prisão do Porto recebem Comunhão.
(Vila Boa de Quires, Marco de Canaveses) - Pedido para que fosse entregue uma carta a António Lino Neto. Inclui a referida missiva, informando sobre uma invasão e arrolamento de bens por parte da autoridade administrativa, e solicitando auxílio para a resolução do assunto. É mencionada a ausência de resposta a uma reclamação, por parte da Comissão Jurisdicional dos Bens das Extintas Congregações Religiosas. Integra também uma nova carta do padre António Lopes Coelho, dirigida a António Lino Neto, com esclarecimentos relativos à aplicabilidade do decreto sobre a personalidade jurídica da Igreja.
Documentação institucional e recortes de imprensa sobre a ação da Cáritas Diocesana de Lisboa. Contém: folhetos da Cáritas Paroquial de Vila Franca de Xira (sobre abertura de sede, em 1980, e sobre colónias de férias, 1980-1981); Cáritas Diocesana de Lisboa, Folha Informativa, n.ºs 1, 3, 6, 7, 1988-1989; 1.º Curso de Atendimento-Acolhimento, [s.d.]; CCB, comunicação cristã de bens, Suplemento do BDP, n.º 1, 1973; Circular n.º 10/85 (2.ª Assembleia Diocesana, em 1985-06-29); Dia Cáritas 1986; Incêndio em Lisboa: 1.º Memorial sobre a acção da Cáritas, inundações na noite de 18 para 19 de novembro de 1983, breve relato da acção desenvolvida pela Cáritas.
Cópia dos relatórios finais enviados pela Cáritas Portuguesa ao responsável pelo Projeto POEFDS - Eixo 5, Pequena Subvenção [Projeto Envolver +]. Contém: recortes de imprensa do Seminário Formação de Públicos Desfavorecidos, 2005; Comunidade de Montariol, Relatório final de execução, [s.d.]; Cáritas Diocesana do Algarve, Relatório final iniciativa Envolver +, 2004; Associação Tertio Millennio [Arquidiocese de Braga], Relatório final projeto envolver +, 2005; Cáritas Diocesana da Guarda, Relatório de avaliação pequena subvenção Envolver +, 2004; Cáritas Diocesana da Guarda, Agentes locais de apoio às famílias, 2003; Fundação Frei Eurico de Melo, Relatório final, 2003-2004; Centro Social e Paroquial de Limões, Levantamento das respostas sociais existentes no Distrito de Vila Real no âmbito da toxicodependência, 2004.
Livro constituído por documentação relativa aos testamentos deixados pelo Reverendo António Pereira Pena da Fonseca (Irmão e Ex-Deputado da Irmandade; Presbítero do Hábito de São Pedro; natural da Freguesia de São Salvador de Pena Maior, Bispado do Porto, e morador na Viela dos Gatos, Freguesia da Sé), pelo Reverendo Manuel da Costa Moreira (Irmão e Ex-Deputado da Irmandade, Presbítero do Hábito de São Pedro e morador na Freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia) e pelo Reverendo José Gomes de Sá Brandão (Irmão da Irmandade e falecido no Hospital da referida instituição em 1792-01-21). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 195v).
Correspondência entre a Direção da Cáritas Portuguesa e a Cáritas Diocesana de Lisboa. Contém elementos sobre a Cáritas Paroquial de Vila Franca de Xira. Outros assuntos: programas de formação, 1982-1984, 1990-1991, 1994-1995; Grupo Habitação, 1983; imóvel da Bafureira, 1983; A Igreja e a atual crise económico-social, 1985; 2.º curso de Atendimento/Acolhimento, 1986; Cáritas Diocesana de Lisboa: Folha informativa, 1988, 1990-1991; sessão comemorativa dos 25 anos de atividade da Cáritas Diocesana de Lisboa, 1991; Jornadas de estudo sobre "A ação social da Igreja", 1998; Novos rumos para a pastoral social: reflexão interna da Cáritas Diocesana de Lisboa, [s.d.].
Registo do pagamento dos caseiros (com indicação dos seus nomes e valor do aluguel) de cada casa adjudicada à Irmandade (receita), e registo das despesas da Irmandade com cada casa (ex.: foro, reparos/obras, décima). Indicação de nomes dos proprietários e localização das casas adjudicadas à Irmandade, por exemplo: Casa do Corpo da Guarda pertencente aos herdeiros de Joana Rosa Botelho; Casa da Fonte da Colher pertencente aos herdeiros de D. Mariana de Noronha Leme Cernache; Casa da Rua dos Bragas pertencente aos herdeiros de João Pinto; Casa da Rua de Cima de Vila pertencente aos herdeiros de D. Ana Gomes; Casa da Rua das Congostas pertencente aos herdeiros de Francisco António Arouca.
Documentação variada que inclui: contas da receita e despesa e andamento das demandas dadas pelo Procurador João José Durães e Silva; extracto dos autos de concurso de preferência dos credores de José da Costa Santiago; relação das pendências respeitantes à Irmandade de que era encarregado Manuel Ferreira da Cunha; contas das despesas nas causas da Irmandade, feitas pelo procurador João António Moreira; contas das despesas com obras nas casas do Corpo da Guarda e de Cimo de Vila; contas relativas às despesas e ordenado do Procurador da Irmandade; contas das despesas na causa sobre o descaminho da letra de José Martins da Luz; Mapas das dependências da Irmandade dos Clérigos.
Documentação sobre a atividade de Acácio Catarino nos organismos rurais da Acção Católica Portuguesa. Contém: LAC/LACF, Problemas atuais de emprego e perspectivas futuras, 1969-1970; Apuramentos dos resultados do inquérito sobre emigração dirigido a Secções e Direções Diocesanas da Liga Agrária Católica Feminina pela Direção Geral do mesmo organismo no 1.º semestre de 1967; notas-resumo e originais das respostas das Direções Diocesanas de Angra, Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria, Portalegre, Porto, Vila Real e Viseu aos documentos de preparação (sobre a Campanha do Ano 1969/1970 e Emigração) do Conselho Geral da LACF de 1968/1969.
Série composta por documentação referente a projeto Dar e receber, parceria entre a Cáritas Portuguesa e a ENTREAJUDA com a finalidade de criar uma plataforma digital para disponibilizar a doação de produtos com utilidade social e em bom estado. Às instituições sociais cabia o contacto com os doadores e o encaminhamento dos bens para quem deles necessita. As famílias apoiadas foram acompanhadas por uma instituição, procurando que a ajuda fizesse parte de um projecto de autonomização. O projecto-piloto teve início em 2014 e abrangeu cinco dioceses (Braga, Vila Real, Viseu, Setúbal e Évora).
Requerente: José Alves da Silva Santos. . Assunto: Transgressão por ter modificado a caleira duma azenha do que resultou na alterção do nível das águas com ofensa dos direitos de terceiros e com refluxo das águas que impossibilitam a laboração de moinho, na margem direita do ribeiro de Braziela. Contém: requerimento (cópia), intimação (cópia) [duplicado], auto de notícia (cópia), notas de serviço, ordens de serviço, guia de receita de emolumentos Local: Concelho de Vila do Conde, Freguesia de Árvore, Lugar de Braziela; Requerente: José Alves da Silva Santos.
Consulta acerca do requerimento em que Manuel Bettencourt de Lemos e sua mulher Vitorina Augusta de Bettencourt pedem o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida à sua falecida filha, Rosália Ernestina de Bettencourt, na qualidade de professora de ensino primário na vila do Topo, do concelho da Calheta, da ilha de São Jorge. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 15 de novembro de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 19 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que António da Fonseca Monteiro pede o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida à sua falecida mulher, Hermínia de Jesus Felgueiras, na qualidade de professora de ensino primário na freguesia de Gulpilhares, do concelho de Vila Nova de Gaia. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 29 de março de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 5 de abril, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do processo em que Helena Afonso da Silveira, por si e como administradora dos seus três filhos menores, pede para levantar a caução e juros do seu falecido marido e pai, Francisco de Assis António da Silveira, como chefe da estação telégrafo-postal de Vila Franca de Xira. Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria do Ministério da Fazenda, de 20 de maio de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de maio, escrito sobre o ofício.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Maria Marques de Jesus, viúva de João Batista de Almeida, moradora na vila de Salvaterra, pede a entrega de uma propriedade de casas, posta em praça pela Fazenda Pública, que o seu marido tinha arrematado em 8 de fevereiro de 1864, cujas chaves a autoridade administrativa se tem recusado a entregar, por ter disposto delas a favor de umas senhoras suas protegidas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo instaurado contra João Luís Mendes, por indícios de ter usado papel selado falso, quando era tabelião de notas na vila de Viana, informando que, assim que recebeu a portaria de 21 de maio de 1841, expediu ordem ao procurador régio da Relação do Porto para que fizesse proceder à reforma do corpo de delito por meio de exames e investigação no cartório daquele tabelião e, entretanto, foi interposto o recurso de apelação, que está pendente na Relação do Porto.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda remetendo cópia do libelo proposto por Francisco de Paula Cordovil de Brito contra a Fazenda Pública para a reivindicação de alguns olivais sitos nos coutos da vila de Moura, que foram adjudicados à Fazenda Pública, por sentença de 25 de janeiro de 1842, como pertencentes à herança jacente de José Pereira de Matos, e solicitando que lhe sejam enviados quaisquer documentos ou notícias de facto existentes no Tesouro Público que possam servir para a defesa dos direitos da Fazenda.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o atual juiz de direito de Pico de Regalados tem feito as audiências ordinárias e pretende fazer as gerais na freguesia de São Miguel do Prado, em que reside, e não na vila de Pico de Regalados, do que resulta graves inconvenientes para as pessoas, e propondo que se ordene ao Presidente da Relação do Porto que, averiguando o local mais próprio para cabeça do julgado, faça nele promover as audiências.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo do Ministério do Reino, em que o governador civil de Vila Real pergunta se devem ser dispensados de prestar fiança do serviço militar os menores de 14 anos que a chamamento dos pais ausentes em país estrangeiro pedirem passaporte para irem para a companhia deles e se a dispensa se deve conceder só quando o menor emigrar em companhia de pai e mãe ou se basta que emigre acompanhado de apenas um. Parecer unanimemente aprovado na conferência dos fiscais da Coroa e Fazenda do dia 4 de janeiro de 1878.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo em que António José da Silva, António Caetano Rodrigues e José Ferreira Moutinho, na qualidade de liquidatários do casal do falecido João António Guimarães, alegando que este comprou umas casas na Rua Direita de Vila Nova de Gaia pela quantia de 699$100 réis, de que não pagou direitos de transmissão, pedem para satisfazer este imposto, uma vez que só tiveram conhecimento deste facto quando procediam à liquidação.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Mateus Pereira e Noronha do Amaral, residente na vila de São Roque, da ilha do Pico, pede, na qualidade de administrador do morgado instituído pelo padre Manuel Rodrigues da Silveira, que se declare extinto o encargo pio de 48$000 réis anuais imposto no referido vínculo e satisfeito antigamente no convento de São Pedro de Alcântara do Cais do Pico.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da demarcação judicial da Quinta do Campo, ordenda pela portaria do Ministério da Justiça de 14 de março de 1840, remetendo a certidão do protesto feito pelo agente do Ministério Público contra a compreensão, na demarcação, como pertença da quinta, do amieiral anexo àquela quinta, bem como o contraprotesto do proprietário da quinta, o conde de Vila Real, no qual insiste que aquele campo dos amieiros constitui uma parte da quinta.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outros do seu delegado na comarca de Monção, participando o homicídio de António Rodrigues, na freguesia de Mazedo, por uma quadrilha de homens armados, que lhe assaltaram a casa, da qual, no entanto, nada roubaram, acrescentando que o destacamento de força militar que foi enviada para aquela vila é insuficiente para manter a segurança pública.
Consulta acerca do requerimento em que João Bernardo Gomes, como tutor da menor Gabriela Gomes, pede o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao falecido pai desta, Francisco Martins da Silva, na qualidade de professor de ensino primário no concelho e vila de Fronteira. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 21 de julho de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de julho, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Francisco Moreira da Costa e José da Costa Padrão pedem o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido irmão e tio, José Francisco da Costa, na qualidade de professor de ensino primário na freguesia de Mosteiró, concelho de Vila do Conde. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 29 de julho de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de agosto, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Francisco Joaquim de Almada e Maria Augusta de Melo pedem o pagamento das rendas que ficaram em dívida ao falecido José Joaquim de Almada, na qualidade de proprietário da casa de habitação do professor primário da freguesia de São Pedro, concelho de Vila Franca do Campo. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 3 de novembro de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Francisco Joaquim de Almada e Maria Augusta de Melo pedem o pagamento das rendas que ficaram em dívida ao falecido José Joaquim de Almada, na qualidade de proprietário da casa de habitação do professor primário da freguesia de São Pedro, concelho de Vila Franca do Campo. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 13 de novembro de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 18 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Amélia Luísa de Matos Graça pede para lhe serem pagos os vencimentos que ficaram em dívida a seu falecido marido, Manuel José Gomes Graça, proprietário das casas das escolas do sexo masculino e feminino da vila de Barcelos. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 26 de novembro de 1898, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 5 de dezembro.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Meda, de 12 de setembro de 1845, em que participa a "grande desordem" que teve lugar na freguesia de Longroiva, na noite de 7 e no dia 8 do mesmo mês, por ocasião da festividade religiosa de Nossa Senhora do Torrão, entre os moradores daquela vila e os de Marialva, de que resultou uma morte e muitos ferimentos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Setúbal, de 11 de setembro de 1845, em que participa o crime cometido naquela vila, na noite de 7 para 8 do mesmo mês, na pessoa de António Pedro Camalier, guarda da alfândega daquela cidade, "cujo cadáver apareceu crivado de punhaladas e estocadas", no sítio do Forte de São Francisco, "havendo veementes suspeitas de que a sua adesão à carta e à boa ordem motivaram este horroroso crime".
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete cópias dos ofícios que lhe foram dirigidos com o do procurador régio da Relação do Porto, de 12 de janeiro de 1846, em que se relata o assassínio de João António Ladeiras, da vila de Cortiços, na comarca de Chacim, que teve lugar na noite do dia 6 de dezembro de 1845, bem como as diligências que se empregaram para a captura dos autores do crime.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 9 de novembro de 1844, com cópia de outro do seu delegado na comarca de Fronteira, em que participa que, na noite de 23 do referido mês, os presos arrombaram a cadeia daquela vila e evadiram-se. Recomenda ao Procurador Régio que faça empregar as diligências convenientes para se descobrir se houve algum cúmplice no arrombamento e fuga e para serem capturados os presos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o procurador régio da Relação de Lisboa, no seu ofício de 5 de julho de 1845, referindo-se a outro do seu delegado em Vila Franca de Xira, lhe participou que as testemunhas do processo instaurado pelo procedimento que o juiz ordinário do julgado de Alhandra, João Maria de Sousa, teve com um oficial da Alfândega das Sete Casas, não incriminaram o referido magistrado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício o delegado interino na comarca de Midões dirigiu ao procurador régio da Relação do Porto, em que participa ter-se retirado daquela vila o destacamento de cavalaria que ali se encontrava, "a fim de coadjuvar a ação da justiça contra os malfeitores que infestam aquela comarca", nota a falta de zelo dos administradores dos concelhos limítrofes na perseguição daqueles criminosos e defende a necessidade urgente da permanência daquela força militar.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o procurador régio da Relação de Lisboa, no seu ofício de 14 de junho de 1845, referindo-se a outro do seu delegado em Monforte, lhe participou que, na noite de 30 para 31 de maio, Lourenço Orvalho e o seu filho, João Orvalho, feriram gravemente João Velez Sotil, na extinta vila de Assumar, e que recomendou ao subdelegado que promovesse os termos do processo já instaurado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, de 23 de maio de 1845, em que participa que, no dia 5, foi executada a pena capital imposta ao réu Manuel Pires, pelos assassinatos de Luís Gomes, da sua mulher, Joana de Castro, do seu filho, Leandro Gomes, e da sua sobrinha, Constância de Jesus, na Vila da Rua, comarca de Moimenta da Beira.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete uma informação da secretaria do Supremo Tribunal de Justiça, de 31 de maio de 1845, onde consta que os autos do processo instaurado pelo assassinato de Maria Júlia, sobrinha de António de Nápoles Vaz Vieira de Melo Alvim, da vila de Guimarães, foram julgados naquele tribunal no dia 16 de maio e remetidos para a Relação de Lisboa, por se ter concedido revista interposta pelo Ministério Público.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, e cópia de outro do seu delegado na comarca de Arganil, acerca da reunião de cerca de 1500 pessoas do campo que se apresentaram naquela vila, no dia 24 de fevereiro de 1845, exigindo que a Câmara representasse a Sua Majestade os inconvenientes da lei de 26 de julho de 1843, relativa às contribuições para as estradas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete um ofício do Procurador Régio interino da Relação de Lisboa, de 15 de fevereiro de 1845, e cópia do libelo oferecido, no juízo de direito da comarca de Elvas, por Manuel Lopes de Matos, negociante na vila de Campo Maior, contra a Fazenda Nacional. Solicita que lhe sejam remetidos todos os esclarecimentos que possam existir no Tesouro Público, para defesa da Fazenda Pública.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão de Joaquim António. Este réu tinha sido condenado por sedição armada, cumplicidade no assassinato do juiz ordinário José Jacinto da Cunha, quando regressava de proceder a corpo de delito no cadáver do tenente-coronel Joaquim António Batalha, que teve lugar, na vila de Portel, no dia 14 de fevereiro de 1850, cumplicidade no assassinato dos bacharéis Franco e Derramado, ocorrido no dia seguinte, e cumplicidade no crime de resistência e ameaça com arma de fogo contra o administrador.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que a Casa Pia de Évora, à qual foram aplicados todos os bens e rendimentos do Recolhimento da Piedade, pede que o valor em dívida relativo ao montante mutuado por aquele recolhimento, com o juro de 5%, ao Mosteiro das Religiosas de São João da Penitência, da vila de Estremoz, cujo juro deixou de receber depois de 1878, quando o mosteiro foi extinto, por óbito da última religiosa, lhe seja pago em inscrições da Junta do Crédito Público sem valor nominal.
Formulários de pedido de reconhecimento das Comissões Organizadoras de Secções da Liga Agrária Católica Feminina, encontram-se organizadas por diocese: Algarve, Angra, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Coimbra, Évora, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria, Patriarcado, Portalegre, Porto, Vila Real, Viseu. Contém: tabela de registo de documentos relativos a cada secção (data de entrada do formulário, número de registo, nome da secção, data de reconhecimento da comissão organizadora, data de autorização da primeira direcção, número da comissão organizadora, número da primeira direcção), formulário A, B, D (nomes das aspirantes), resposta aos formulários e correspondência entre a Direção Geral da LACF e as Comissões Organizadoras (originais e cópias), certificados.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo do Ministério do Reino, em que o visconde de Vila Maior, lente da Escola Politécnica, jubilado em 1863 por diuturnidade de serviço, pede os vencimentos que nessa qualidade lhe competiam pela carta de lei de 23 de abril de 1845 e de que foi privado pela sua nomeação como reitor da Universidade de Coimbra. Parecer unanimemente aprovado na conferência dos fiscais da Coroa e Fazenda do dia 4 de janeiro de 1878.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do ajudante do procurador régio da Relação do Porto, de 3 de outubro de 1846, dando conta do tumulto ocorrido no concelho de Póvoa de Varzim, no dia 30 de setembro de 1846, pela relutância dos pescadores ao pagamento dos direitos de pescado. Informa que aquele magistrado já ordenou ao respetivo delegado que promovesse a formação do competente processo por este crime e representa a necessidade de ser colocada na vila de Póvoa de Varzim alguma força militar.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 14 de novembro de 1846, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Torres Vedras, em que participa que o marechal duque de Saldanha, na sua retirada, fez marchar com a força do seu comando, quatro presos que se encontravam na cadeia da mesma vila, conjeturando o delegado que terá sido a má conduta dos presos que deu lugar a esta medida.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 9 de setembro de 1846, participando que, apesar de todas as diligências realizadas, auxiliadas pela força militar, para se efetuar a prisão de Francisco Macedónio, de Benavente, que se encontrava pronunciado em dois processos e que continuava a perturbar a ordem e a segurança pública naquela vila, não foi possível consegui-la, obtendo-se apenas a captura de um correio do mesmo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça relativo ao processo mandado formar pelo espancamento feito por vários contrabandistas no mês de junho de 1846 nos guardas da Alfândega de Portalegre. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 16 de setembro de 1846, participando que, no dia 14 de julho, se procedeu a exame de corpo de delito naquela cidade e que este foi enviado, a requerimento do Ministério Público, para a vila de Alegrete.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Carrazedo, de 22 de junho de 1846, em que participa que, no dia 21 do mesmo mês, se reuniram, no lugar de Águas Revés, alguns indivíduos armados, dirigidos por Frederico de Sampaio, ex-capitão do antigo batalhão de voluntários realistas de Vila Flor, e outros, dando vivas a D. Miguel, passando depois ao de Santa Maria de Emeres, onde deram as mesmas vivas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 22 de novembro de 1847, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Vila do Conde, sobre a qualificação que, em referência à amnistia do decreto de 28 de abril de 1847, cumpre dar ao crime de homicídio cometido por Joaquim, filho de Ana Escudeira, da freguesia de Roriz para se esquivar a tomar armas a favor da Revolução e contra a causa do legítimo trono.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 13 de novembro de 1847, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Montalegre, participando que, no dia 2 do mesmo mês, foi barbaramente assassinado, no lugar de Castro Laboreiro, Vicente Rodrigues, pelo guarda da Alfândega de Montalegre, António Gomes Ribeiro, tendo este sido auxiliado na fuga pelo subdiretor da Alfândega, que se associou com ele e com outros guardas da mesma alfândega, percorrendo, armados, as ruas da vila e ameaçando os oficias de justiça.
Traslado, emitido em 1542, de documento de privilégios concedidos à ordem de São João Evangelista, datado de 1538. Entre eles o de não pagarem dízimos. O traslado é solicitado pelo padre Cristovão da Purificação, provedor do hospital da vila de santarém e cónego da congregação de São João Evangelista, ao Dr. Diogo Gonçalves, provisor e vigário geral no espiritual e temporal do arcebispado de Lisboa pelo senhor D. Fernando, arcebispo de Lisboa, do conselho do rei e seu capelão mor. Redactor: Sebastião Rodrigues, clérigo de missa, notário apostólico Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Nas pousadas do Dr. Diogo Gonçalves
Posse das propriedades que serviram de base de sustentação inicial ao Convento: fazendas de Teresa Segurada (sobrinha) na vila de Monsaraz, Evoramonte, Vimieiro, Arraiolos (dadas por D. Eugénia (tia) com excepção da Texeira no termo de Evoramonte, posse da Trombeira, da Freixa, da herdade de Val de Souto e das Courelas (juntas) e da herdade do Outeiro, termo de Evoramonte. Uma morada de casas em Mourão, dois mil e quatrocentos reis de foro na horta do Gato, terras em Alcaria, um olival junto ao Guadiana no termo de Mourão. Duas herdades no termo de Monsaraz.
Pedido de autorização de venda realizado entre o bispo de Évora, representado pelo vigário geral, e Fernando Eanes, alvaneo, viúvo. Este trazia aforada uma vinha, da mesa pontifical, localizada no termo de Évora, em Vila Fria, por vinte e um soldos e meio antigos, pagos pelo Natal. Após ter recebido autorização do bispo para realizar a transacção, o foreiro vendeu o domínio útil da vinha a João Batalha, solteiro, morador em Évora, por mil e cem reais brancos. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Fernandes, vigário geral do bispo de Évora.
Trespasse que fazem Gonçalo Pires e sua mulher Marinha Domingues a Martim Esteves, cavaleiro (?), morador em Santarém na rua do João, e a sua mulher, Branca Vicente, do direito que tinham sobre uma vinha com olival no lugar de Manços, termo da vila, da qual pagariam cinquenta soldos em cada dia de Páscoa (?). Gonçalo Pires e sua mulher traziam a vinha de foro do convento de Santa Clara de Santarém. Redactor: Lourenço Afonso, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Nas casas de Gonçalo Anes, raçoeiro de Santo Estevão
Venda que fazem Vasco (?) Esteves (?), brabo de alcunha, e sua mulher, Brites Afonso, moradores no termos de Coruche, a Francisco Mousinho, cavaleiro [...] de Évora e [...] em Montemor-o-Novo, e a sua mulher, Brites Carvalho, de um quinhão numa herdade que se chama dos Marmeleiros, no termo de Coruche, por catorze mil reais brancos. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro e tabelião em Montemor-o-novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Francisco Mousinho, cavaleiro [...] de Évora e [...] na vila
Venda que fazem Pedro Afonso, tabelião em Alcáçovas, e sua mulher, Catarina Rodrigues, a Rui Jorge, cavaleiro da casa do rei e escrivão da correição da sua corte e a sua mulher, Leonor Rodrigues, de um quinhão na terra de Entre Matas, na herdade que foi de João Figueiro, no termo da vila das Alcáçovas onde chamam o Rodeo, por onze mil reais brancos. Redactor: Vasco Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Rui Jorge, cavaleiro da casa do rei e escrivão da correição da sua corte
Traslado de um alvará régio de D. Afonso V, assinado pela rainha e pelo infante D. Pedro, e de um alvará de um contador régio referentes a privilégios concedidos aos pobres da serra de Ossa. O traslado dos dois documentos é solicitado por Gil, pobre do oratório da serra de Ossa, a Martim de Calheiros, escudeiro e juiz ordinário em Santarém. Redactor: Domingos Anes, criado e vassalo do rei e tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Nas casas de Martim de Calheiros, escudeiro e juiz ordinário na vila
Alvará régio de D. Afonso V, assinado pela rainha e pelo infante D.Pedro, dirigido a Afonso Vasques, contador e almoxarife régio de Óbidos e de Leiria para que guarde os privilégios e liberdades concedidos pelos reis antecessores aos pobres no oratório de Além Tejo, termo da vila de Óbidos, que eram os mesmos que tinham sido dados aos pobres da serra de Ossa. Ordena também que Manuel Domingues de Aguiar, contador no almoxarifado de Évora, Estremoz e Portalegre, guarde também os privilégios dos pobres da serra de Ossa. Redactor: Rui Pires Godinho, escrivão Localidade de redacção: Almada
Perante João Lourenço Lourido, escudeiro e juiz em Arraiolos, fazendo audiência, apareceram de um lado Gil Gonçalves, escudeiro, como autor de um feito; do outro João Domingues [...], ovelheiro, natural de Arraiolos, morador em Évora, como réu. Ambas as partes tinham uma demanda por causa de umas ovelhas. João Domingues disse que o feito não podia ser julgado em Arraiolos porque morava em Évora havia dois anos. No documento coloca-se por escrito o que se passa em audiência. Redactor: Pedro Afonso, tabelião em Arraiolos Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Ao pé da [...] da cerca da vila
Partilhas efectuadas entre Afonso Fernandes [...] e João Afonso, filho de Afonso Vicente de um lado, e Vicente Anes e sua mulher, Catarina Anes, do outro, dos bens que ficaram por morte de João Afonso Ferrete e de Catarina Esteves, pais de Gonçalo, cujo tutor era Vicente Domingues Ferrete. Vicente Anes fora marido de Catarina Esteves. Refere-se no documento que as partilhas são feitas por madado de Gil Martins, juiz em lugar de Airas Gomes, juiz pelo rei na vila. Redactor: Álvaro Rodrigues, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas onde mora VIcente Anes, o sardinheiro
Pedro Álvares, escudeiro da rainha, morador em Évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, toma posse de todos os bens que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por João Velho, juiz ordinário do Vimieiro que manda também que o tabelião vá com alguns homens antigos demarcar as terras que não estavam demarcadas. Redactor: Diogo Álvares, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro
Afonso de Lamede, escudeiro do rei, morador em évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, por procuração feita em Évora por Rui de Carvalho, a 13 de Março de 1495, toma posse de todas as terras e rendas que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por Pedro Soeiro, juiz ordinário do Vimieiro. Redactor: João Lopes, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: De trás do quintal de Pedro Soeiro
Pedido de autorização de venda entre Catarina Gil, viúva de Gonçalo Cigarro, e Domingos Anes e sua mulher, Maria Lourenço, moradores em Évora. Os segundos traziam aforada uma vinha, propriedade de Catarina Gil, localizada no termo de Évora, no caminho de Vila Fria, por quatro libras, pagas pelo Natal. Os foreiros pedem autorização, à proprietária, para venderem o domínio útil da vinha a João Anes, guardador do gado dos carpinteiros, e a sua mulher, Mor Domingues, moradores em Évora, por sessenta libras de dinheiros portugueses. Catarina Gil autoriza a transacção. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Venda que faz Filipa Boto, dona viúva, moradora em Évora, a Diogo Dias, sapateiro, e sua mulher, Britez Fernandes, de umas casas em Évora, em Vila Nova na praça que foi dos judeus, por trinta e um mil reais. As casas eram foreiras ao convento de São Francisco de Évora em setenta e dois reais e uma galinha, pagos pelo Natal. Redactor: Luís Fernandes, escudeiro da casa da rainha e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco, na casa do cabido
Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, apresenta a um juiz os privilégios régios obtidos no que se referia a uma herdade. O juiz determina que se guardem os privilégios referidos e manda fazer a demarcação da herdade de modo a perceber-se onde a mesma se divide de uma outra de Fernão Morato. Redactor: João Gonçalves, tabelião pelo duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos e de Ourém e de Arraiolos
Lourenço Anes e Gil Fernandes, juizes na vila de Avis, ordenaram a Vicente Gonçalvez, porteiro do concelho de Avis, que apergoasse a Garcia Fernandes a sentença dada sobre um processo entre o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e o referido Garcia Fernandes, escudeiro, morador em Abrantes, relativa a uma herdade, localizada no termo de Avis, junto à cabeça de Bencanca Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Adro da Igreja de Santa Maria
Sentença dirimida por João Rodrigues, vigário perpétuo da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, relativa a um processo entre os raçoeiro das igrejas de Santa Maria do Bispo, Santa Maria da Vila ou dos Açougues, Santiago e São João, de Montemor-o-Novo, e Lourenço Afonso, Gomes Eanes, Fernando Afonso, Luís Afonso, rendeiros do bispo na referida localidade, estando em questão o pagamento da dízima. Redactor: Álvaro Gil em lugar de Vasco Martins, escrivão Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, trazia emprazada, em três vidas, uma courela, da referida igreja, localizada no termo da vila, na herdade de João Martins Bochardo. O referido foreiro sub-empraza, em três vidas, a courela, a João Martins Bochardo, o moço, por quinze alqueires de trigo, cinco alqueires de cevada e um porco, por dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo.
Emprazamento, em três vidas, de uma courela, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, dentro da herdade de João Martins Bochardo, à ponte da Lage (que trazia Luís Dias, clérigo da mesma igreja) a João Martins Bochardo, o moço (filho do anterior) por quinze alqueires de bom trigo anafil e cinco alqueires de cevada e um porco de dois anos bom em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo.
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Pedro Álvares, tecelão, e Iria Gonçalves, vizinhos e moradores na mesma vila. Estes traziam emprazados uns pardieiros, da referida igreja, localizados junto ao adro da referida igreja, por duas galinhas, pagas pelo Natal. Os referidos foreiros pedem que os clérigos lhes recebam os pardieiros. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, os referidos bens, a Francisco Rodrigues, clérigo, morador em Montemor-o-Novo. Redactor: João da Costa, amo de Rui de Sousa, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Bernarda Anes, viúva de Mestre João, cirurgião da referida vila. Esta trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Montemor-o-Novo, em Abadinho, por quarenta e cinco soldos, pagos pelo Natal. Após ter recebido dos clérigos autorização para realizar a transacção, a foreira vendeu o domínio útil da vinha a Afonso Martins, por trinta libras. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Coro da igreja de Santa Maria do Bispo
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Nuno Álvares da Horta e sua mulher, Mécia Fernandes. Estes traziam emprazadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Montemor-o-Novo, junto ao chafariz, por vinte cinco reais brancos. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a João Fernandes, morador na referida vila. Redactor: Pedro de Carvalhosa, tabelião pelo senhor marquês em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e João [Coelho], morador na vila, que trazia emprazados, em três vidas, uma vinha, um chão e um olival, por vinte reais brancos e uma galinha. O foreiro pede que a igreja lhe receba os bens. Aceite a encampação, os clérigos emprazarem, em três vidas, os referidos bens, a Álvaro Gil, clérigo e raçoeiros da igreja, por vinte reais brancos e uma galinha, pagos pelo Natal. Redactor: [Vasco Lourenço] Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, no caminho de Santo André, a João Esteves, telheiro, e a sua mulher, Maria Gomes, por quinze soldos, pagos pelo Natal. O documento refere uma carta do deão da Sé de Évora, passada a 15 de Novembro de 1356, que autorizava o emprazamento da vinha Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Junto à casa do tabelião
Sentença régia de D. Manuel dirigida aos juizes e justiças da vila de Lavre referente a um feito que foi perante os sobrejuizes da corte e casa do cível que foram vistos em apelação pelos desembargadores do agravo. O processo refere-se a uma demanda entre Estevão Anes, João Esteves, João Fundão e Martim Gonçalves e suas mulheres, como autores; e Margarida Afonso, viúva, como ré, todos moradores em Lavre, sobre as partilhas dos bens que ficaram por morte de João André, marido de Margarida Afonso, que falecera sem filhos e sem testamento. Redactor: Álvaro Fernandes, escrivão Localidade de redacção: Carnide
Emprazamento em três vidas que fazem o prior e os raçoeiros de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo de umas casas com sua louça, adega e lagar, situadas na vila, na rua do Bispo e de uma vinha no termo, no Sesmo, a João Pestana e a sua mulher, Isabel Coelho, por cento e cinquenta reais e duas galinhas boas, pagos pelo Natal. Redactor: Miguel Esteves, notário apostólico Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Venda que faz João Fernandes, morador em Montemor-o-Novo, de umas casas que tem de prazo da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, a João Fernandes Chainho, também morador na vila, por dois mil reais de moeda corrente. O comprador toma-as de prazo em três vidas por vinte cinco reais brancos de foro. Redactor: Martim de Babo, escudeiro e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Doação que faz João Pires [...], morador em Montemor-o-Novo, aos clérigos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, de uma vinha e de um ferragial. A vinha situava-se no termo da vila, na Bucha, e o ferragial ficava a par do caminho de Évora e nas imediações do campo do adro dos judeus. Em troca pede dois aniversários, um no mês de Março e outro em Junho. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Regimento do coro dado pelo bispo D. Julião de Alva, a 1 de Maio de 1560, com declaração de aceitação do regimento pelo cabido, a 25 de Outubro 1561, e com aprovação pelo bispo D. André de Noronha, de 23 de Outubro de 1561. Contém também, colada posteriormente no interior da mesma encadernação, a instrução da forma como se repartem os frutos que se recolhem dos dízimos nos celeiros da cidade, do bispado e da vila de Alter do Chão (sem data, provavelmente dos séculos XVII ou XVIII).
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial da igreja de Santiago de Évora, localizado dentro dos muros da cidade, aos Castelos Velhos, entre a Porta do Rossio e a Porta da Mesquita, a Gomes Anes Guisado e a sua mulher, Isabel Lourenço, moradores no outeiro de Vila Nova da cidade, por sessenta reais brancos e duas galinhas ou trinta reais por cada uma, pagos em véspera de Natal. Redactor: João Furtado, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Mem Rodrigues da Gerduga e sua mulher, Catarina Fernandes, moradores em Olivença, disseram que queriam casar sua filha, Isabel Rodrigues, com Fernando Afonso, filho de Lourenço Afonso, morador que foi na mesma vila e que já falecera com quem haviam apalavrado o casamento de seus filhos e os bens que cada uma das partes ficou de dar aquando da realização do mesmo. Registam aqui que os pais da noiva concedem camas, terras, animais e cereais e o pai do noivo ficara de dar terras, animais e talhas de vinho. Redactor: Lourenço Gonçalves, escudeiro e tabelião das notas Localidade de redacção: Olivença Localização específica da redacção: Casas de morada de Mem Rodrigues da Gerduga
Possui encadernação em pele (ou imitação de), de cor verde, e tecido, de cor bege. Na capa está colada uma etiqueta onde se lê “Livro de Actas da Freguesia de Vila de Frades - 2-1-951”. Possui folha de guarda, com moldura, envolvendo um triângulo invertido onde consta a palavra “Livro”, abaixo da qual está um tracejado para colocação da identificação do livro. Abaixo do triângulo podemos ler “Edição Novidade”. No canto inferior esquerdo podem ver-se duas impressões onde se lê: “Ref. No. 1285” e “Folhas 50”. Na primeira folha, número 1, observamos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 2 de Janeiro de 1951, no qual se refere que o livro haveria de servir para nele se lavrarem as actas da Junta de Freguesia de Vila de Frades, tendo todas as suas folhas numeradas e rubricadas com a rúbrica de Anacleto. No verso desta primeira folha está a acta da sessão de transmissão de poderes da Junta de Freguesia de Vila de Frades dada pelo presidente cessante, senhor José António Anacleto, à junta eleita para o quadriénio de 1951 a 1954, datada de 2 de Janeiro de 1951. No verso da folha número 8 está a acta da sessão de transmissão de poderes da Junta de Freguesia de Vila de Frades dada pelo presidente cessante, senhor Dr. Armando José Garrido Espadinha, à junta eleita para o quadriénio de 1955 a 1959, datada de 9 de Janeiro de 1955. Embora deixe de estar numerado a partir da folha número 8, na suposta folha número 13, no verso, está presente outra acta de reunião constitutiva da Junta de Freguesia de Vila de Frades eleita para o quadriénio de 1960 a 1963, tendo como presidente eleito Luís José Viegas Carapeto. De seguida, constam apensas à folha seguinte, duas folhas timbradas com uma acta adicional à última reunião constitutiva da Junta de Freguesia, onde se declara a perda de mandato do referido presidente devido a mudança de residência, sendo substituído por José Maria Maia. Na folha número 14 encontramos a acta de transmissão de poderes e entrega de valores da Junta de Freguesia de Vila de Frades confirmando a substituição que acima se mencionou. Na folha número 15 está a acta da reunião constitutiva da Junta de Freguesia de Vila de Frades eleita para o quadriénio 1964-1967, continuando como presidente José Maria Maia. Na folha número 16 está a acta constitutiva da Junta de Freguesia de Vila de Frades, eleita para o quadriénio 1968-1971. A partir da folha número 17, e até à folha número 25, pode ver-se o regulamento do cemitério paroquial. Na folha número 26 consta a acta da reunião constitutiva da Junta de Freguesia de Vila de Frades eleita para o quadriénio de 1972-1975, sendo o novo presidente, Arlindo Maria Ruivo. Na folha número 27 está presente a acta da reunião extraordinária da Junta de Freguesia de Vila de Frades, datada de 10 de Abril de 1972, onde se apreciou o ofício do senhor presidente da junta no qual comunicou a sua perda de mandato em consequência de ter sido nomeado para o cargo de presidente da câmara. José Rufino Lucas Gomes passou a ser o novo presidente da Junta eleito. A partir daqui, e até ao final, o livro encontra-se em branco.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Sociedade Construtora de Vila Franca, Ld.ª. Contém: 1.º - Caderno de encargos, de 18 de outubro de 1954. Valor: 21.235$00.
TITULO da paroquial igreja vigariaria de Sao Gens do Nabo, a favor do Reverendo Antonio Xavier de Macedo Peixoto, da freguesia de Santa Maria da vila de Murca. Localidades: NABO,Sao Gens, VILA FLOR; MURCA-SANTA MARIA, MURCA
PROVISAO de licenca para bencao de capela, a favor dos moradores do lugar de Arrabaes, freguesia do Salvador de Torgueda, comarca de Vila Real. Localidades: TORGUEDA,Sao Salvador, VILA REAL
PROVISAO para remessa de autos proprios, a favor de Maria solteira e seu tio Antonio Alvares da freguesia do Salvador de Teloes, comarca de Vila Real. Localidades: TELOES,Sao Salvador, VILA POUCA AGUIAR
PROVISAO de confirmacao de estatutos a favor dos irmaos da Irmandade das Almas do lugar e freguesia de Santa Maria de Guiaes, comarca de Vila real. Localidades: GUIAES,Santa Maria, VILA REAL
PROVISAO para vender parte dos bens do seu patrimonio a favor do Padre Manuel Joaquim Cabral, da freguesia do Salvador de Torgueda, comarca de Vila Real. Localidades: TORGUEDA,Sao Salvador, VILA REAL
PROVISAO para capelao e administrador do Santuario do Senhor Jesus de Perafita, na comarca de Vila Real, a favor do Padre Francisco Alves Martins. Localidades: VILA VERDE,Santa Marinha, ALIJO
TITULO da abadia de Santa Maria de Vila Nova de Sande, a favor do Reverendo Francisco Jose Coelho, pregador, de Sao Tiago de Rebordoes. Localidades: SANDE-VILA NOVA,Santa Maria, GUIMARAES; REBORDOES,Santiago, SANTO TIRSO
TITULO da abadia de Sao Martinho de Cavaloes, a favor do Reverendo Jose da Cunha Pessoa, da freguesia de Sao Miguel de Vila Cova da Morreira. Localidades: CAVALOES,Sao Martinho, VILA NOVA FAMALICAO; MORREIRA,Sao Miguel, BRAGA