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Parecer do Procurador Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães
Parecer do Procurador Geral da Coroa Joaquim Pereira Guimarães.
A Comissão Municipal de Assistência de Guimarães foi uma entidade criada com o objetivo de fornecer apoio social e assistência às populações carenciadas da cidade de Guimarães. A sua atuação estava focada em situações de vulnerabilidade social, especialmente em momentos de crise ou necessidade, como durante períodos de dificuldades económicas, guerras, ou outras adversidades que afetavam a população.
O V Encontro de Imprensa Cultural, sob patrocínio do "Notícias de Guimarães" e organizado por Santos Simões, Arsénio Mota e Manuel Amaral, entre outros, realizou-se em Guimarães, nos dias 15 e 16 de outubro de 1969. Presidiu aos trabalhos Mário Sacramento.
A Companhia do Caminho de Ferro de Guimarães foi uma empresa que construiu e explorou o troço entre Trofa e Fafe da Linha de Guimarães, fundiu-se com a Companhia do Porto à Póvoa e Famalicão, formando em 14 de Janeiro de 1927 a Companhia de Ferro do Norte de Portugal.
A Comissão de Casas Económicas de Guimarães foi uma entidade que teve como objetivo promover e regulamentar a construção de habitação económica no concelho de Guimarães. Este tipo de habitação visava proporcionar moradias acessíveis a camadas da população com rendimentos mais baixos, com o intuito de melhorar as condições de vida e enfrentar as dificuldades habitacionais da época.
O Internato Municipal de Guimarães começou a funcionar no ano letivo de 1911-1912 , no antigo mosteiro de Santa Clara, com o objetivo de acolher os alunos do liceu. As regras de admissão dos alunos consistiam numa joia de entrada de cinco mil réis, no primeiro ano (mil réis nos seguintes) e uma anualidade, referente à hospedagem, de cem mil réis, repartida por três prestações. Lavadeira, engomadeira e explicações eram pagas à parte. Poderiam ser admitidos até cinco alunos pobres naturais de Guimarães, que frequentariam o Internato a expensas da Câmara. Funcionou até 1968, altura em que foi desalojado para a instalação do ciclo preparatório e também pela transferência dos serviços municipais para Santa Clara. In: http://araduca.blogspot.com/2013/08/efemeride-do-dia-o-internato-de-mariano.html
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de batismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Batista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de batismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objetivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (batismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respetivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de batismos, casamentos, óbitos e rol de crismados.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos, obrigações das missas, expostos, actos de exorcismo, testamentos e reconhecimentos e legitimações.
1º. outorgante: Eduardo da Silva Guimarães e filhos: Eduardo da Silva Guimarães Júnior Jacinto da Silva Guimarães Livro Nº 47-19.