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O autor, José Pereira da Silva Leite de Berredo, [Comandante do Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto], participa ao compadre António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar], o nascimento de outra filha. Solicita a proteção do destinatário para o portador da carta, seu sobrinho, o qual ofereceu-se para o serviço voluntário na América. Lembra a requisição da Patente, que apresentou em 1814, acompanhada da Planta Baixa da Cidade do Porto e de uma Memória da Força Militar da Polícia, semelhante à que o defunto Patriarca mandou ofercer a José Egídio Alvares de Almeida, [secretário Particular o Príncipe-regente] e compadre e condiscípulo académico do autor. Pede ao destinatário que patrocine o seu requerimento onde solicitava o recebimento da remuneração dos seus serviços, pelo Registo de Mercês, ao qual ficou habilitado pelo Decreto de 13 de Maio de 1813, onde recebeu também o Hábito de Torre e Espada. Comunica que pelo portador, o destinatário poderá receber informações sobre a fuga de Napoleão de Elba e sua chegada a Paris, da reorganização dos seus exércitos e consequente batalha com o Duque de Wellington, após a qual abdicou em favor do seu filho Napoleão II.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e José Miguel Pinto de Faria. Contém: 1.º - Certidão de deliberação registada na ata da sessão da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 25 de julho de 1961, passada a 29 de julho de 1961. Valor: 4.000$00 (honorário mensal).
Venda feita em 8 de Julho de 1870 de uma morada de casa sobradadas, sitas na Rua de São Geraldo da cidade de Braga. Certidão requerida por Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos e passada em 25 de Junho de 1874, pelo tabelião de notas José Luís de Oliveira Pessoa.
Manuscrito em papel azul timbrado 20 reis, numa "Pasta nº1 Casal nº 1AC". Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193. Certidão do inventário que se fez por falecimento do cónego José Maria de Melo.
Manuscrito com folhas cosidas. Este documento estava na “Caixa 5”, que contém CP 13017 a CP 13107. Manuel Moreira Lopes, solteiro, irmão do pai de Eulália Estelita Rangel de Quadros. António José Antunes Teixeira foi ourives, em Guimarães. Prazo das casa da rua Tras do muro
Agostinho José da Mota, Brigadeiro dos Exércitos de S.A.R., Chefe do Primeiro Regimento de Infantaria do Estado de Goa e General da Província de Salsete, atesta os bons serviços que têm sido prestados pelo Sargento-Mor Francisco de Melo da Gama e Araújo, no exercício das funções que lhe foram atribuífdas desde a sua chegada do reino.
1783, novembro, 7, Lisboa Alvará dado a José António de Mendonça, residente em Tavira, por D. Maria I, relativo à mercê que D. João fez do ofício de escrivão da correção da cidade de Tavira. Manuscrito, papel, 5 fl, assinado por João Pereira Ramos de Azevedo Coutinho, guarda mor da Torre do Tombo, possui um selo em bom estado
Projeto de construção de uma avenida desde a rua de Paio Galvão até à projetada avenida entre a rua Dr. José Sampaio e a E. N.º 27. Contém os seguintes documentos: Peças escritas: - Memória descritiva e caderno de encargos - Medições - Série de preços - Orçamento Peças desenhadas: - Planta - Perfil longitudinal - Perfis transversais
Projeto de obra de construção da avenida desde a rua de Paio Galvão até à projetada avenida entre a rua Dr. José Sampaio e a E. N. n.º 27. Contém os seguintes documentos: Peças escritas: - Memória descritiva e caderno de encargos - Medições - Série de preços - Orçamento Peças desenhadas: - Planta - Perfil longitudinal - Perfis transversais - Corte transversal
Transcrição de carta de mercê de D. Pedro V ao Bacharel António José Pinto da Costa Rebelo, Delegado do procurador Régio, junto do juízo de direito da comarca de Braga, nomeado como juiz de Direito da nova comarca de Melgaço. O documento refere os direitos e obrigações e procedimentos a exercer no seu juramento. Existe referência da localização dos documentos
Escritura feita em Lisboa no escritório do tabelião Quinteiro dos Santos Correia Pinto. O Duque de Lafões fez-se representar pelo seu procurador António Xavier Ribeiro. José Joaquim Teixeira, negociante, surge como sócio da renda, fiador e principal pagador. Os Duques de Lafões sucederam na posse do Reguengo de Caparica aos Marqueses de Marialva.
Escritura feita em Lisboa no escritório do tabelião Quinteiro dos Santos Correia Pinto. O Duque de Lafões fez-se representar pelo seu procurador António Xavier Ribeiro. José Joaquim Teixeira, negociante, surge como sócio da renda, fiador e principal pagador. Os Duques de Lafões sucederam na posse do Reguengo de Caparica aos Marqueses de Marialva.
Recorte do jornal "A Bola", datado de 1 de dezembro de 1983, com entrevista a José Sacadura, secretário-técnico da Federação Portuguesa de Natação, sobre a preparação da modalidade de natação com o objetivo e comparecer nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.
Contém declaração da Sociedade Comercial Jofil, Lda em como a bicicleta vendida a José Lino da Fonseca Soares de Oliveira está equipada com motor V.L.T. Contém declaração de venda de Armindo Soares de Oliveira do velocípede a Jofre Rodrigues Pereira, morador em Abelheira.
Contém declaração da firma União de Transportes para Importação e Comércio, Lda em como a bicicleta vendida a José dos Santos da Silva está equipada com motor Cuciolo. Contém pedido do livrete de circulação e chapa de matricula do seu velocípede.
Contém declaração de Manuel das Dores Duarte em como a bicicleta vendida a José Figueiredo Gomes da Silva está equipada com motor Cuciolo. Contém pedido do livrete de circulação e chapa de matricula do seu velocípede. Contém pedido de averbamento de Albertina de Jesus Freire da Silvada da bicicleta de seu marido que faleceu para o seu nome.
Contém declaração de Manuel Aniceto Valadas com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a José Duarte Jeronimo está equipada com motor Cuciolo. Contém pedido do livrete de circulação e chapa de matricula do seu velocípede. Contém declaração de venda do seu velocípede a César Luís Batista.
Contém declaração de António Amaro Pombal com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a Francisco José Fernandes está equipada com motor Cuciolo. Contém pedido do livrete de circulação e chapa de matricula do seu velocípede. Contém declaração de venda do seu velocípede a Manuel Vicente Raposo, morador no Casal da Feiteira.
Contém declaração de Filomena Casinhas Duarte, casada com Domingos Manuel Duarte, declara que por ordem de seu marido vendeu a José Cipriano Casinhas Vistas uma bicicleta. Contém pedido de averbamento do seu velocípede para o nome de Manuel dos Santos Pereira Júnior.
Contém declaração de Vítor Névoa, com estabelecimento em Lisboa, em como a bicicleta vendida a Vítor José Névoa está equipada com motor de marca Vitória. Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a António Joaquim Gaspar Soares, morador em Rio de Sapos.
Contém declaração de Vítor Névoa, com estabelecimento em Lisboa, em como a bicicleta vendida a Vítor José Névoa está equipada com motor de marca "Mota". Contém pedido de cancelamento do seu velocípede em virtude de o ter vendido a Henrique Jorge Bento, morador no Cacém. Contém o livrete de circulação.
Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a José de Almeida e Cunha está equipada com motor de marca Cuciolo. Contém declaração de venda do seu velocípede a Ernesto Domingos Rosa, morador em Areias.
Contém declaração de Vítor Névoa, com estabelecimento em Lisboa, em como a bicicleta vendida a Vítor José Névoa está equipada com motor de marca "Mota". Contém pedido de cancelamento do seu velocípede em virtude de ter sido vendido a Eduardo Gonçalves Cardoso. Contém livrete de circulação.
Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como a bicicleta vendida a Manuel José Vieira Coelho está equipada com motor de marca Cuciolo. Contém declaração de venda do seu velocípede a Manuel Henrique Capucho Casinhas, morador em Lameiras.
Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a Domingos Jesus de Melo, morador em Algueirão Velho. Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como vendeu um velocípede de marca Olimpique com motor Saches a Manuel José Cerqueira.
Contém declaração de Vítor Névoa, com stand de vendas em Lisboa, em como vendeu um velocípede com motor V.N. Mota a Vítor José Névoa. Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a Amílcar Joaquim Rodrigues, morador em Queluz. Contém declaração de Amílcar Joaquim Rodrigues em como vendeu o seu velocípede a Carlos João Henriques, morador na Rua 9 de Abril nº 60, Queluz.
Contém declaração de Vítor Névoa, com stand de vendas em Lisboa, em como vendeu um velocípede com motor Vitoria a Vítor José Névoa. Contém pedido de cancelamento do registo do seu velocípede em virtude de o ter vendido a Manuel Vicente, morador em Lisboa. Contém livrete de circulação.
Contém declaração de Manuel Duarte Raio, com estabelecimento em Sintra, em como vendeu um velocípede com motor Sachs a José Filipe Carreira. Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a Carlos Alberto Santos Guerra, morador em Penedo. Contém livrete de circulação.
Contém declaração de Vítor Névoa, com stand de vendas na Avª Duque de Loulé nº 49, Lisboa, em como vendeu um velocípede a Vítor José Névoa, com VN-F.B.M. Contém pedido de cancelamento do registo do seu velocípede em virtude de o ter vendido a Policarpo Cabrita Necia, morador em Lisboa. Contém o livrete de circulação.
Contém declaração de Manuel Cabrita da Silva, com sede em Pero Pinheiro, em como vendeu um velocípede a José Américo Miranda da Silva Ventura, com motor Zundap. Contém pedido de averbamento do seu velocípede para o nome de Lionidio Gonçalves Barreira, morador em Morelena, em virtude de o ter vendido.
Contém declaração de Vítor Névoa, com stand de vendas na Avª Duque de Loulé nº 49, Lisboa, em como vendeu um velocípede a Vítor José Névoa, com motor Vitória. Contém pedido de cancelamento do seu velocípede em virtude do mesmo ter sido vendido a Acácio Augusto Santos, morador em Lisboa. Contém o livrete de circulação.
Contém declaração da Firma Graça & Graça, Lda, com sede na Rua Elias Garcia, Queluz, em como vendeu um velocípede a José António da Silva Galvão de marca Famel com motor Vitória. Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a Joaquim da Silva Reis, morador em Algueirão.
Diploma de Doutor em Medicina, Cirurgia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Bruxelas concedido a Joaquim José Alves, natural de Barquinha (Portugal), de acordo com os regulamentos da instituição. As provas finais foram concluídas com distinção. O documento encontra-se assinado pelo Reitor da Universidade, o Administrador-Inspetor, Professores da Faculdade e pelo Secretário da Universidade.
Carta de Paulo José Pereira Guimarães ao Primeiro-tenente António Augusto Peixoto Correia, secretário do Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, enviando uma relação das pessoas residentes em Bolama e um orçamento a fim de serem entregues ao Governador. Tem junto: s.d. Relação dos Europeus e Civilizados a convidar. s.d. Orçamento para cerca de 250 pessoas.
Carta do Inspector Superior do Ensino Liceal, Joaquim José Gomes Belo, agradecendo o convite para assistir à inauguração da Exposição de Arte Sacra Missionária, nos Jerónimos, do Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, felicitando-o pela obra realizada e pelo prestígio que recai no País.
Carta de José Osório de Oliveira, do Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo, agradecendo ao Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, o seu discurso a Gilberto Freire, solicitando-lhe uma dedicatória no livro que lhe ofereceu e agradecendo-lhe a forma como o recebeu em casa.
Carta do Capitão de fragata (Av.-Ra) José Cabral, representante da TWA Internacional em Lisboa, ao Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, sugerindo-lhe a viagem até Bombaim, através da T.W.A., aquando da sua visita aos territórios do Extremo Oriente.
Cartão de D. José da Costa Nunes, Arcebispo de Goa e Damão, informando o Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que que lhe enviará um pequeno relatório referente ao pedido do Patriarca das Índias ao Dr. Braga Paixão.
Carta do Primeiro-tenente José Pimenta de Almeida Beja Camões Godinho solicitando ao Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que dê oportunidade a seu irmão, Manuel Pimenta de Almeida Beja Camões Godinho, para ocupar o lugar de Chefe do Estado Maior de Angola, ao qual se candidatou.
Inclui o registo da despesa feita na construção da Nau de Guerra "Nossa Senhora de Belém e São José", que por ordem de Sua Majestade se fabricou no Arsenal da cidade do Pará, nomeadamente em: pregos; tábua de cedro; taboado de louro; pagamento aos oficiais; etc.
Cartão do Eng.º José Frederico do Casal Ribeiro Ulrich, Ministro das Obras Públicas, informando o Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, sobre a adjudicação da ponte de Barca de Alva (projecto do Prof. Eng.º Edgar Cardoso, em 1968 denominada ponte Almirante Sarmento Rodrigues) e aproveitamento do Douro internacional.
Carta de José Francisco dos Santos, da Inspecção do Ensino Liceal, solicitando ao Ministro das Colónias, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues que ultimem, com urgência, as formalidades legais para o embarque do funcionário colonial, Alexandrino Mendes de Almeida, visto terem decorrido 5 meses após a sua nomeação.
Ofício n.º 83/D do Presidente da Revista Militar, General José Justino Teixeira Botelho, informando o Comandante Manoel Maria Sarmento Rodrigues, Governador da Guiné, que a direção daquela Revista exarou em ata voto de êxito no seu novo cargo e informou-o sobre artigos recentemente recebidos.
Ofício n.º 231/D do Presidente da Revista Militar, General José Justino Teixeira Botelho, comunicando ao Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que foi exarado em acta um voto de saudações, de muito reconhecimento e de congratulações aprovado por aclamação.
Rascunho de ofício aos Srs. Silvério da Silva Pinto, 1º Tenente, Manuel de Novais Correia, 1º Tenente, e Veríssimo José da Costa, 2º Tenente, comunicando-lhes a sua nomeação para embarcarem no bergantim "Serpente", comandado pelo Capitão-tenente Torcato Martiniano da Silva. Frente, canto superior esquerdo: "Registado".
Inclui o registo da despesa feita na construção da Nau de Guerra "Nossa Senhora de Belém e São José", que por ordem de Sua Majestade se fabricou no Arsenal da cidade do Pará, nomeadamente em: pregos, tábua de cedro, taboado de louro, pagamento aos oficiais...
Rascunho de carta para José Agostinho Barros referente às despesas da Esquadra do Estreito e respectivos juros, anteriormente a cargo de Hebreu Benoliel. Frente, canto superior esquerdo: "Registado". Verso, texto riscado: Envelope remetido pelo Comandante da Esquadra ao Sr. Barão de Arruda, Almirante e Lugar-tenente do Sr. Infante Almirante General.
A primeira alusão encontrada à existência de um 1º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro da distribuição cível de 1835, em que é escrivão João Maria Silva Maia (1835/1837). Seguem-se-lhe na função os escrivães Bento José Ferreira Porto (1838/1872), Valentim Moreira de Sá Sotto Maior (1841/1844) José Ricardo Pereira Leite da Rocha (1850), José Feliciano Gomes (1851), José Maria Rodrigues (1851), António Dias Pedrosa (1852/1856), Elísio Dias Torres (1860/1861), Manuel de Sousa Loureiro (1862/1868), Januário de Sousa Loureiro (1868/1898), Manuel Dias de Oliveira (1898/1913), Agostinho Costa Delfim Bastos (1910), Armando da Costa Nogueira (1913/1922), José Maria Lopes Carvalho (1914), Jerónimo José de Carvalho Guimarães (1916) e Agostinho Costa Oliveira Bastos (1928/1933). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, Decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterada a sua denominação. Com efeito, no artº 687, pode ler-se, “(…) Nos juízos, enquanto não for possível obter casas apropriadas para o funcionamento das secretarias, cada um dos ofícios, instalados em separado, considerar-se-á uma secção da respetiva secretaria (…)”. No entanto, esta alteração só é evidente no início de 1933, período em que de facto se encontra registado nos documentos sob a denominação de secção. O último escrivão a exercer sob a designação de ofício foi Agostinho Costa Oliveira Bastos até 1933, continuando após essa data o mesmo escrivão a exercer o cargo, agora com a designação de secção.
A primeira alusão encontrada à existência de um 1º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro da distribuição cível de 1835, em que é escrivão João Maria Silva Maia (1835/1837). Seguem-se-lhe na função os escrivães Bento José Ferreira Porto (1838/1872), Valentim Moreira de Sá Sotto Maior (1841/1844) José Ricardo Pereira Leite da Rocha (1850), José Feliciano Gomes (1851), José Maria Rodrigues (1851), António Dias Pedrosa (1852/1856), Elísio Dias Torres (1860/1861), Manuel de Sousa Loureiro (1862/1868), Januário de Sousa Loureiro (1868/1898), Manuel Dias de Oliveira (1898/1913), Agostinho Costa Delfim Bastos (1910), Armando da Costa Nogueira (1913/1922), José Maria Lopes Carvalho (1914), Jerónimo José de Carvalho Guimarães (1916) e Agostinho Costa Oliveira Bastos (1928/1933). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterada a sua denominação. Com efeito, no artº 687, pode ler-se, “(…) Nos juízos, enquanto não for possível obter casas apropriadas para o funcionamento das secretarias, cada um dos ofícios, instalados em separado, considerar-se-á uma secção da respetiva secretaria (…)”. No entanto, esta alteração só é evidente no início de 1933, período em que de facto se encontra registado na documentação, inclusive nos livros da distribuição de 1929, sob a denominação de secção. O último escrivão a exercer sob a designação de ofício foi Agostinho Costa Oliveira Bastos até 1933, continuando após essa data o mesmo escrivão a exercer o cargo, agora com a designação de secção.
A primeira alusão encontrada à existência de um 1º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro da distribuição cível de 1835, em que é escrivão João Maria Silva Maia (1835/1837). Seguem-se-lhe na função os escrivães Bento José Ferreira Porto (1838/1872), Valentim Moreira de Sá Sotto Maior (1841/1844) José Ricardo Pereira Leite da Rocha (1850), José Feliciano Gomes (1851), José Maria Rodrigues (1851), António Dias Pedrosa (1852/1856), Elísio Dias Torres (1860/1861), Manuel de Sousa Loureiro (1862/1868), Januário de Sousa Loureiro (1868/1898), Manuel Dias de Oliveira (1898/1913), Agostinho Costa Delfim Bastos (1910), Armando da Costa Nogueira (1913/1922), José Maria Lopes Carvalho (1914), Jerónimo José de Carvalho Guimarães (1916) e Agostinho Costa Oliveira Bastos (1928/1933). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, Decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterada a sua denominação. Com efeito, no artº 687, pode ler-se, “(…) Nos juízos, enquanto não for possível obter casas apropriadas para o funcionamento das secretarias, cada um dos ofícios, instalados em separado, considerar-se-á uma secção da respetiva secretaria (…)”. No entanto, esta alteração só é evidente no início de 1933, período em que de facto se encontra registado nos documentos sob a denominação de secção. O último escrivão a exercer sob a designação de ofício foi Agostinho Costa Oliveira Bastos até 1933, continuando após essa data o mesmo escrivão a exercer o cargo, agora com a designação de secção.
Documentação referente à colaboração de António Lino Neto com associações católicas de leigos (irmandades, confrarias, sociedades). Integra ofícios, cartas, artigos de imprensa, entre outros documentos, que testemunham o exercício dos seguintes cargos ou funções: presidente do Conselho Central de Lisboa da Sociedade de São Vicente de Paulo, entre 1925 e 1937; membro da Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia de São José; membro da Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia de Santa Engrácia; membro da Confraria do Rosário da freguesia da Sé (Portalegre); membro da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Sant’Ana da freguesia da Pena (Lisboa); membro da Associação Casa de Santo António e da Associação Católica do Porto. Contém também referências à colaboração de António Lino Neto com a Associação dos Escuteiros Católicos e à sua nomeação para o [cargo honorífico de “Cavaleiro do Santo Condestável”, pela Junta Central do Corpo Nacional de Escutas. Compreende, ainda, comprovativos de pagamentos efectuados, referentes a quotas anuais de algumas das mencionadas irmandades. Destacam-se, por fim os seguintes assuntos: pedidos de informação e parecer, relacionados com regulamentos de associações católicas, nomeadamente das Conferências de São Vicente de Paulo, do Corpo de Scouts Católicos Portugueses, da Associação Núcleo Católico Telégrafo-Postal e da Junta Nacional Portuguesa da Associação Católica Internacional para Obras de Protecção às Raparigas; pedidos de apoio e colaboração, entre outras entidades, por parte da Associação Católica de Operários dos Lanifícios de Loriga e da Juventude Católica de Lisboa. 117
Artigos de imprensa subordinados à temática das missões religiosas, com destaque para os seguintes títulos: “O martírio dos nossos missionários nas Terras de Preste João” («Diário de Lisboa», 13/12/1935); “Os descobrimentos e a propagação da fé”, “Correspondência das nossas Missões. As Missões Religiosas da Guiné (Apontamentos históricos)”, “Glórias missionárias da nossa história [...], “S. Gonçalo Garcia. Mártir do Japão” («Boletim Mensal das Missões Franciscanas e da Ordem Terceira», ano XXIX, n.º I, Janeiro de 1936); “Na Índia misteriosa e alucinante a bailadeira, sacerdotisa do pagode gentio [...]” («O Século», 08/01/1939); “O curso de cultura superior religiosa e a Universidade de Évora” da autoria do cónego José Mendeiros («Novidades», 19/12/1944); “Problemas Missionários. Na Índia, a conversão à fé cristã foi sempre difícil [...]” («Novidades», ano LX, n.º 13388, 24/05/1945). Inclui, ainda, os números 167 e 171 (1946) da «Cruzada Missionária», com listagens referentes a “Missionários da Companhia de Jesus, oriundos das Dioceses de Coimbra”, “Missionários Jesuítas do Patriarcado de Lisboa” e “Missionários da Companhia de Jesus da arquidiocese de Évora.
Guilherme Braga da Cruz tomou posse do cargo de reitor da Universidade de Coimbra a 13 de junho de 1961, após ter sido nomeado pelo ministro da Educação Nacional, Manuel Lopes de Almeida. Por inerência das funções de reitor, e por Portaria de 28 de junho de 1961 foi nomeado presidente da Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra. Na sequência da chamada "crise académica" de 1962 e em aberta discordância com a solução encontrada pelo Governo para a mesma, Guilherme Braga da Cruz pediu a exoneração de funções do cargo de reitor ao ainda ministro da Educação Nacional, Manuel Lopes de Almeida, que iria ser substituído no cargo por Inocêncio Galvão Telles. A exoneração foi-lhe concedida em 6 de dezembro de 1962, tendo ainda visto aprovado o quadro de pessoal da Faculdade de Medicina. Para além da documentação inserida em séries, inclui documentação relativa a: Curso de férias de Universidade de Coimbra no Ultramar, realizado em Angola e Moçambique em setembro de 1961; doutoramentos "honoris-causa" de José de Azeredo Perdigão e Gilberto Freyre; assuntos relacionados com organismos académicos e com o V Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros.
Guilherme Braga da Cruz participou em diversos encontros científicos, uns mais ligados ao campo do direito, outros cientificamente mais abrangentes. Existe documentação relativa à participação mais ativa ou mais passiva de Guilherme Braga da Cruz nos seguintes encontros: doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco (1949), Congresso do XIV Centenário da Chegada de São Martinho de Dume à Península Ibérica (1950), Comemorações do primeiro centenário da morte de Manuel António Coelho da Rocha (1950), participante em encontros do Projeto Novo Savigny (1954), II Coloquium Internacional de estudos Luso-Brasileiros (1954), IV Semana Jurídica Portuguesa em Santiago de Compostela (1954), Congresso de Filosofia (1955), homenagem a Luís Cabral de Moncada (1958), Congresso Histórico de Portugal Medievo (1959), Centenário de Francisco José de Sousa Gomes, avô materno de Guilherme Braga da Cruz (1960), Semana Cultural Portuguesa em Santiago de Compostela (1964), III Colóquio Nacional do Trabalho, da Organização Corporativa e da Previdência Social (1964), III Centenário da Batalha de Montes Claros (1965), conferências na Associação Jurídica de Luanda (1967), VII Semana Jurídica Portuguesa em Santiago de Compostela (1968), Curso de "Juristas portugueses em Madrid" (1971), sessão "in memoriem" de Dom Ramón Prieto Bances (1972), Conferência no Centro Cultural Português em Paris (1972) e Journées Méridionales d' Histoire des Institutions, em Toulouse (1975).
Livro das atas das sessões da Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. As atas dizem respeito a diversos assuntos, entre os quais: aprovação de atas anteriores; leitura dos ofícios dos secretários da Mesa da Assembleia Geral remetendo os relatórios das mesas transatas e os pareceres das comissões revisoras; discussão e aprovação dos orçamentos do Cofre da Caridade para o ano económico vindouro; discussão de propostas apresentadas pelos mesários relativas a diversos assuntos (formas de diminuir as despesas de algumas festividades religiosas; apresentação e discussão das contas correntes mensais do Cofre da Irmandade e do Cofre da Caridade pelos tesoureiros, por exemplo); leitura da correspondência endereçada à Mesa Administrativa por diversas entidades e irmãos e discussão dos assuntos aí tratados (informação de nova legislação; questões relativas a arrendamentos e pagamento de décimas; instruções da Administração do Bairro do Rossio para a reforma das contas da irmandade; justificações de mesários pela sua ausência nas sessões; festa do terceiro aniversário da inauguração da escola de instrução primária da irmandade em memória de el rei D. Pedro V (19 de junho de 1868). O livro tem termo de abertura e de encerramento, este último assinado pelo 1.º escrivão, João Paulo Nunes. Os fólios estão selados, numerados e rubricados com o apelido do presidente da Comissão Administrativa - Frazão (José Bernardino Frazão).
Contém receita e despesa não contemplada nas restantes séries, ou cujo nível de descrição não permitiu descriminar a documentação e associa-la a uma só série. Compreende despesas com litígios judiciais; condução de macas ao hospital de S. José; documentos referentes a vários encargos pios, aquisições e obras realizadas nas propriedades da irmandade; despesas com a publicação de anúncios; venda de notas ao Banco de Lisboa; aquisição de ações da Companhia das Lezírias, acompanhada de documentação referente aos estatutos da companhia “Firmeza”; despesa com enterros dos anos de 1875 a 1921, passados pela Administração do Cemitério Ocidental de Lisboa; vários relatórios impressos da Direção da Companhia das Lezírias do Tejo e Sado e pareceres da Comissão Fiscal referente à gerência dos anos de 1902, 1911 a 1913; folhas do livro da receita e talões das ordens de pagamento de quantias abonadas ao tesoureiro referentes a despesa realizada pela irmandade com cantina das escolas, reparações, aquisições para as escolas, medicamentos, fornecimentos, vencimentos, entre outros; ordens de pagamento dos juros das ações da Companhia Auxiliadora; contas anuais das despesas feitas pelo andador; venda de objetos e várias aquisições (flores, azeite, livros) conserto de objetos mobília e utensílios; entre outras despesas e receitas.
Inclui certidões de capelas; certidões e autos de conta de capelas de missas; doação de casas à irmandade com a obrigação de dizer missas e de pagar os dotes de órfãs de irmãos segundo o número e valor indicados; tombo das capelas do coro, instituídas pelo prior João Antunes Monteiro; certidão da escritura padrão da capela; carta de arrematação relativa a capelas; documentos e quitações sobre transações dos rendimentos das capelas; pensões pagas a diversas religiosas por escrituras feitas com a irmandade; ordem de suspensão das capelas do coro da irmandade; requerimento de um capelão contra a irmandade para que lhe seja pago o tempo que serviu; recibos de capelas instituídas; certidões de quitação relativas aos encargos com as capelas que a irmandade administrava; certidão das capelas instituídas por el-rei D. Afonso IV e sua mulher Dona Brites na Sé de Lisboa e redução dos encargos pios; verbas de redução de encargos de diversas capelas; recibos e certificados dos valores referentes a multas impostas aos capelães; recibos relativos aos pagamentos ao Hospital de S. José dos encargos de capelas; certidão de testamento e legado. Integra ainda certidões de missas de diferentes instituidores e um livro de registo das certidões de missas passadas pelos capelães pelas almas dos irmãos.
Inclui sentenças relativas à falta de pagamento das rendas de casas pertencentes à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade por parte de inquilinos, resultando, muitas vezes em despejos; sentença cível de redução dos encargos de vinte e nove capelas ou instituições pias de que é administradora a irmandade; autos de penhora para execução de devedores por falta de pagamento de dívidas; alegação de direito a favor do prior da Paroquial Igreja de São Nicolau do Patriarcado de Lisboa Ocidental e do Real Padroado da Rainha, escrito por Francisco Trigueiros Góis, pedindo a suspensão de um decreto que obriga os proprietários das casas na rua Nova do Almada a vender as suas propriedades aos padres da Congregação do Oratório para que estendam a sua habitação, alegando a "perda de território e direito paroquiais, em uma grande porção de paroquianos" que habitam essas casas; processo relativo à dívida que o conde da Lousã tinha para com a irmandade; processo relativo ao litígio que opôs a irmandade e os herdeiros de José Enes pelo pagamento de juros das ações à companhia “Auxiliadora”.
Escritura de renovação do prazo em vida de três pessoas e obrigação da Quinta do Dolivo estabelecido entre o frei Manuel do Rosário, religioso da Ordem de São Domingos e procurador geral dos Mosteiros da Anunciada e Rosa da mesma Ordem, nomeado por procuração, e Francisco da Silva, em nome e como procurador de Luísa Maria da Silva, viúva de José de Moura Barroso, o qual disse perante testemunhas que tendo a sua constituinte a pacífica posse de uma quinta que consta de casas, pomar, olival e terras de pasto e vinhas, sita na freguesia de Almargem do Bispo, termo de Lisboa, sendo o prazo do dolo de Livre nomeação, a qual lhe nomeara seu primo, o desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, por verba de testamento e cuja nomeação a dita constituinte aceitara com o protesto de não consentir no gravame que lhe pesava pois pretendera o dito Mosteiro acrescentar-lhe a terça parte mais do foro que pagava. Esse protesto levou o dito Mosteiro a pleitear contra Luísa Maria da Silva no Juízo da Correção do Cível da Corte e na sentença que se proferiu contra o dito Mosteiro se determinara não ser aquele o modo de poder obrigar a dita sua constituinte à renovação pretendida com o dito acrescentamento.
Mapa relativo ao pagamento de prestações das joias dos novos irmãos, entre 1904-1905 e 1911-1912. O mapa contém os seguintes campos: 'n.º'; 'Nome'; 'Saldo em dívida'; 'Meses: de julho a dezembro e de janeiro a junho'; 'Total'; 'Saldo em dívida'. Dentro encontram-se documentos avulsos: recibos dos pagamentos de prestações das joias (ordenados pelo n.º atribuído a cada novo irmão); cartão de visita de Cipriano Nunes da Fonseca (barbeiro), proposto para irmão da Irmandade (sessão de 1913-04-30) por José Gaspar Pereira; proposta de Manuel Gonçalves Vitorino para irmão, apresentada por Bento Maria da Costa, havendo sido admitido em sessão de 1911-11-16; pequenas relações de novos irmãos e respetivas prestações das joias a serem pagas (1911-05-31-1913-07-31). Recibos das prestações referentes às joias dos novos irmãos (1891-07-31-1932-03-12). Muitos dos recibos contêm informação adicional sobre os irmãos em questão, como a data em que se passou a respetiva patente de admissão e n.º do livro e folha onde foi lançada essa informação e os motivos das desistências.
Contém certidão da sentença que os juízes do ofício de confeiteiro obtiveram no Desembargo do Paço sobre as licenças concedidas a várias pessoas para venderem doces pertencentes ao seu ofício (1759-12-05). Encontram-se também juntamente encadernados: carta requisitória e inibitória dirigida ao Excelentíssimo Vigário Geral do Patriarcado de Lisboa (1780-12-18); requerimento de Baltasar Rodrigues de Aguiar contra os mestres do ofício de confeiteiro por terem acusado o suplicante de ter transgredido os dogmas da religião católica ao ter as suas lojas abertas desde o meio dia de 5.ª feira até ao outro meio-dia de 6.ª feira da Paixão, obtendo licença para vender com a porta meia aberta (1781-04-10-1781-04-11); requerimento de Mariana Filiteria, viúva de Matias Freire Pedroso, mestre confeiteiro, que havendo ficado com a loja aberta, voltou a casar-se com oficial do mesmo ofício, Cristóvão José que aprendera o ofício com o seu finado marido e pede que seja examinado por não ter o tempo necessário para o exercício do ofício (1787-12-15); requerimento de João Rodrigues Lima, o qual sendo português, solicita licença para vender em sua loja bebidas (1778-12-23-1779-01-13).
Patentes de admissão à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, com a insígnia da irmandade no topo do documento, assinadas pelo juiz, escrivão e procurador da Mesa e com o selo da irmandade. Acompanham alguns recibos do "livro da receita". Inclui patentes de outras irmandades e/ou confrarias, tais como a Confraria dos Escravos da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, Senhora das Dores; Irmandade do Arcanjo São Miguel e Almas, ereta na Paroquial Igreja de São Nicolau; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Real Irmandade da Santa Cruz e Passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, sita na Igreja da Nossa Senhora do Desterro da cidade de Lisboa; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Santa Madalena da cidade de Lisboa. As patentes apresentam anotações na frente e/ou no verso acerca de esmolas concedidas, data do óbito e casamentos. As patentes estão ordenadas alfabeticamente de 'A' a 'J', de Agostinho Rodolfo Sedrim a José Maria Lousada.
Contém ordens de pagamento, recibos e contas de despesa realizada com diferentes festividades. Na capilha consta a seguinte relação de festividades: "Em ação de graças pelas melhoras d'El Rei D. José" em 1756; "Procissão do desagravo" em 1780; "Transladação da freguesia" em 1803; "Em ação de graças pela saída do exército francês" em 1808; "Sagração do bispo do Funchal" em 1822; "Pela bênção dos sinos para a igreja" em 1832; "Pela eleição do patriarca" em 1840; "Ascensão do senhor" em 1841 e 1842; "A Nossa Senhora da Conceição" em 1845; "Baptismo das judias" em 1845; "Abertura da igreja" em 1849; " Ação de graças pela extinção da colera-morbis" em 1856; "Lausperene - São Nicolau e N. Sra. da Caridade" em 1857, 1858, 1859; "Recepção da imagem da Nossa Senhora do Resgate" em 1857; "Ação de graças pela extinção da febre amarela" em 1858; "Idem de havermos escapado ao terramoto de 11 de Novembro" em 1858; Festividade da "transladação de São Nicolau (…) na Paróquia da Igreja de São Nicolau de Lisboa" em 1859; "Administração do Sacramento da confirmação pelo Patriarca" em 1863; "Idem" em 1864; Procissão de Preces - Corpo de Deus lausperene (…)" em 1833; "E outras que não estão relacionadas". Juntamente encontra-se despesa resultante das festividades do Natal, Corpo de Deus e recepção do lausperene.
Documentação diversa sobre a companhia "Auxiliadora": recibos da Irmandade confirmando a receção de ações amortizadas, número de ações, valor de cada ação, e respetivos números; relação de acionistas e respetivos números e juros que estão em dívida; relações de acionistas da companhia "Auxiliadora"; listagens de verificações de pagamentos de prestações de juros; procurações de diversos acionistas para se fazerem representar nas Assembleias Gerais da companhia "Auxiliadora" para receberem juros; circular e ofício do Conselheiro José Lourenço da Luz como tutor do menor Joaquim Pereira da Costa Júnior; circulares da companhia "Auxiliadora" informando a data para a entrega das prestações relativas às ações subscritas para a Companhia; prospecto da Irmandade contendo as condições do pagamento do empréstimo contraído para as obras da Igreja de São Nicolau; requerimentos dos acionistas solicitando que os números das suas ações não entrem nos sorteios de amortização; relação dos números das ações excluídas de entrar no sorteio de 15 de dezembro de 1860; Folha do "Diário de Notícias", de 1 de setembro de 1882 contendo o anúncio da próxima amortização e pedido de liquidação na Casa de Despacho da Irmandade, nos horários e dias indicados; folha de "O Diário Popular", de 1 de setembro de 1882.
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1900-1901 e 1901-1902. Receita: Verba 1 (Juros de inscrição); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos). Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos, e de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1904-1905 e 1905-1906. Receita: Verba 1 (Juros de inscrições); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos); Verba extraordinária (Juros de depósito no Montepio Geral); Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da Caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1902-1903 e 1903-1904. Receita: Verba 1 (Juros de inscrição); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos); Verba extraordinária (Juros de depósito no Montepio Geral); Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da Caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Inventário dos artigos de culto provenientes dos seguintes conventos extintos: Convento de Alcobaça; Convento de S. António dos Capuchos; Convento de S. António da Convalescença; Convento de Santa Apolónia; Convento da Arrábida; Convento do Beato António; Convento da Boa Nova em Belém; Convento da Boa Morte; Convento de S. Camilo de Lelis; Convento do Carmo; Convento do Carmo de Camarate; Convento do Coleginho; Hospício da Conceição; Convento do Corpus Christi; Convento da Esperança; Convento do Espírito Santo; Convento da Estrelinha; Convento de S. Francisco de Paula; Convento da Graça; Convento de Jesus; Convento de S. João de Nepomuceno; Convento de S. José e Santa Catarina de Ribamar; Hospício de Nossa Senhora da Conceição da Carreira dos Cavalos; Convento de Nossa Senhora do Livramento; Convento Nossa Senhora da Piedade de Cascais; Convento de Nossa Senhora dos Remédios; Convento dos Paulistas; Convento de Rilhafoles; Convento da Trindade; Convento de Xabregas; Convento de S. Vicente; conventos não especificados. Consta a descrição detalhada dos artigos e as condições em que foram cedidos.
Assentos das receitas e despesas organizados por anos económicos, de 1755/1756 a 1761/1762. Os registos de receita e despesa terminam em Agosto de 1762 respeitantes ao Livro 4.º, mas existem mais dois cadernos de folhas soltas em anexo, com formato superior ao do livro, com título próprio: “Lº 5º da Recta e Despª dos bens da testamentaria que principia em Agto de 1762 em diante” e numeração autónoma (f. 1-8 e o resto do caderno em branco), com registos de Agosto de 1762 a Agosto de 1763. Apresenta, referente a cada ano económico, primeiro a receita, seguindo-se a despesa e, no final de cada ano, possui um resumo das quantias parcelares e totais da receita e da despesa, um resumo da receita, um resumo da despesa, o termo de entrega da conta ao tesoureiro sucessor e o termo de encerramento da conta. O livro possui termo de abertura, mas não o de encerramento. Testadores: Luís Salinas de Oliveira e seu irmão Paulo de Bem Salinas. Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro; Mateus Francisco Padrão; João Pereira da Costa; Nicolau Monjardino. Escrivão: Mateus Francisco Padrão; Nuno Prestes da Silva; José António Soares de Noronha.
Original manuscrito do Compromisso da Irmandade do Santíssimo Sacramento de 1817, organizado em 12 Capítulos: Capítulo 1.º Das obrigações geraes para todos os Irmãos (f. 3); Capítulo 2.º Da Mesa da Irmandade (f. 7); Capítulo 3.º Do cargo do Juiz (f. 11); Capítulo 4.º Do Escrivão da Mesa (f. 12); Capítulo 5.º Do Thesoureiro da Irmandade (f. 13); Capítulo 6.º Do Procurador Geral da Irmandade (f. 15 v.º); Capítulo 7.º Do Procurador da Mesa (f. 16 v.º); Capítulo 8.º Dos meios para ser mais facil o cumprimento das obrigações de cada hum dos Mesarios, e dos mais Irmãos em geral (f. 19); Capítulo 9.º Da Eleição, e Posse da Mesa nova (f. 22); Capítulo 10.º Do Culto Divino (f. 24); Capítulo 11.º Das Pessoas empregadas especialmente para o Culto Divino (f. 26); Capítulo 12.º Das Pessoas occupadas no Expediente da Irmandade (f. 29); Conclusão (f. 30 v.º). Possui “Index dos Capitulos do Compromisso” no início. Tem encadernado junto a Provisão Régia de confirmação do Compromisso, datada de 18 de Agosto de 1817. Juiz: Barão de Quintela; Escrivão: Domingos Gomes Loureiro; Procurador Geral: António Gomes Ribeiro; Tesoureiro: António José Coelho da Fonseca; Procurador da Mesa: Manuel Francisco da Cruz.
Registo das visitas realizadas aos sócios indicando: nome e, por vezes, o número de sócio, a doença de que padece, indicação de se tratar de doença curável ou crónica, a diária que lhe foi atribuída (valor diário do subsídio com que o sócio é socorrido), o primeiro dia em que lhe é atribuído subsídio, as várias datas em que recebe as diárias, quantas diárias e o valor total das diárias pagas. Apresenta de seguida as observações referentes ao sócio, como: data da alta ou do falecimento, total das diárias recebidas e o valor total. O visitador data e assina o assento. Apresenta um índice no final do livro, indicando, em colunas: o número do sócio, nome e folha em que são registadas as visitas. Na última coluna indicam-se os sócios falecidos ou despedidos. Não possui termos de abertura e de encerramento. Visitadores: Puim (1845 - Julho a Dezembro); Ferreira (Janeiro de 1846 - Fevereiro 1847); João Barbosa da Silva Leitão (Maio de 1847 - Março 1850); Rebelo (Junho de 1850 - Fevereiro 1851); Joaquim José Pontes Torres (Maio de 1855 - Julho de 1856).
Livro Caixa até 1843, com registos de receita e despesa. Os registos constam de data (ano, mês e dia), descritivo da receita / despesa e colunas de valores em papel, metal e total. As folhas estão encabeçadas pelo título: Caixa da Irmandade de São Miguel e Almas. A partir de 1844 começa novo tipo de registo, com a receita e a despesa classificada pelas suas diferentes “espécies” ou verbas. Tem termo de aprovação das contas no final de cada ano. Tem Auto de Conta da Irmandade (f. 61 v.º-62), segundo as Instruções e modelo apresentados em 8 de Agosto de 1838 e 12 de Novembro de 1843. Contém as contas de receita e despesa da Irmandade de S. Miguel e Almas de 1826 a 1859. A conta de 1859 tem o termo de aprovação datado de 1860-04-15, seguido do Auto de tomada de contas pelo Administrador do Bairro Alto datado de 1863-03-11 e o Acórdão do Conselho de Distrito, assinado pelo Governador Civil e membros do Conselho, em 1863-05-05 (f. 91). Possui dois termos de abertura, um assinado pelo juiz da Irmandade António Mazziotti, datado de 1826-03-08 e outro pelo Administrador do Bairro Alto, datado de 1842-09-17. Os fólios são também numerados e rubricados duas vezes pelos mencionados acima, com numerações diferentes (respectivamente 94 e 97 folhas). Tesoureiros: Simão José de Oliveira (1826-1832); António Mazziotti Júnior (1832-1843); Manuel Joaquim dos Santos (1843).
Modelos dos requerimentos necessários para a Irmandade do Santíssimo Sacramento proceder à liquidação dos encargos pios a seu cargo: atestado passado pelo Capelão celebrante das missas, o requerimento para pedir Alvará de quitação ao Juiz de Legados Pios e diversos modelos de certidões, a ser passadas pela Irmandade, como comprovativo do cumprimento dos legados (f. 1-8). Apresenta também as contas dos legados dos beneméritos: D. Maria Carolina de Avilez Cardoso (1894-1929), Camilo António da Silva (1894-1921), Conselheiro Marçal José Ribeiro (1895-1919), Manuel Sousa Caldeira e outros (1895-1919), Francisco Xavier de Araújo (1892-1919) e Nicolau Pereira (1897-1919) (f. 9-33). Em anexo, apresenta ainda rascunhos de contas dos legados pios de outros beneméritos, que não chegaram a ser transpostos para o presente livro: D. Emília Cândida Rodrigues (1899-1902), D. Antónia da Costa (1906-1942), António Joaquim Abranches (1918-1941) e Domingos Francisco Lafonte (1904-1934). As contas referidas indicam o nome do benemérito, a duração do legado, morada na época em que faleceu, valor do legado, data de extinção e descrição dos encargos religiosos e civis respectivos e sua liquidação anual. Também em anexo apresenta modelos de requerimentos dactilografados relativos ao cumprimento de legados pios, certidões do cumprimento de encargos pios, como esmolas e missas, e diversos Alvarás de quitação da tomada de contas dos encargos pios.
Inclui, entre outros, os seguintes trabalhos escritos sobre a obra e a vida de Ruy Cinatti: tese de doutoramento intitulada "A condição humana em Ruy Cinatti. Uma aventura poética e religiosa", da autoria de Pedro Stilwell; artigo de opinião de José Blanc de Portugal sobre a “Crónica cabo-verdiana”; texto de Rodrigo Emílio, intitulado “Ruy Cinatti: «O tédio recompensado»”; texto de Rodrigues Júnior, intitulado “Mosaicos”; texto de Mário António, intitulado “Inventário da semana - «Sete Septetos»”; artigo de Álvaro Salema, intitulado “Livros e autores. «Nós não somos deste mundo» por Ruy Cinatti”; texto de António Cândido Franco, intitulado “Aventura e conhecimento na poesia de Ruy Cinatti”; prefácio escrito por Jorge Dias para a obra de Ruy Cinatti, intitulada "Um Cancioneiro para Timor". Integra também os seguintes textos, de autoria não identificada: “Parágrafos de literatura ultramarina. O Ultramar num Poeta. Ruy Cinatti - uma geração”; artigo sobre a obra de Ruy Cinatti publicada na revista “Brotéria” (vol. 97, dej unho de 1973). Engloba, ainda, ilustrações elaboradas por um grupo de estudantes, referentes à obra "Ossobó", de Ruy Cinatti.
Inclui, entre outros, os seguintes documentos relativos à partilha dos bens deixados por António Vaz Monteiro Gomes: certidão da escritura de partilha dos bens; certidão do óbito de António Vaz Monteiro Gomes; certidão de escritura de habilitação de herdeiros; procuração de Ruy Cinatti a favor da sua irmã [Amélia Vaz Monteiro Gomes Stern]; relações de bens; certidão de um averbamento da escritura do casamento de António Vaz Monteiro Gomes com Mary Clarissa Gwendoline Broadley. Compreende também uma relação de objetos pertencentes a Ruy Cinatti e a seu pai, António Vaz Monteiro Gomes, que haviam sido entregues a Amélia Vaz Monteiro Gomes; listagens de bens móveis; apontamentos relativos à avaliação de bens; carta de uma transportadora, remetida no âmbito da movimentação dos bens inventariados. Integra, ainda, uma procuração de José Vaz Monteiro Gomes, a favor de Max Azancot, para que este o representasse na escritura da partilha dos bens deixados por Amélia Vaz Monteiro Gomes, na localidade de Bucelas, e que seriam adjudicados aos sobrinhos Amélia Vaz Monteiro Gomes e Ruy Cinatti Vaz Monteiro Gomes.
Inclui um recorte do «Diário de Notícias» (25-01-1914), a noticiar o casamento de Celeste Cinatti com António Vaz Monteiro Gomes; um recorte do jornal “O Independente” (16-07-1884), sobre uma homenagem prestada pela cidade de Évora a José Cinatti; um artigo do jornal “La Revue Illustrée du Portugal”, com informação sobre o lugar ocupado por Demétrio Cinatti no consulado de Portugal em Pretória; um recorte do “Diário do Governo” (10-08-1917), com o Decreto de 10 de julho de 1917, a transferir Demétrio Cinatti do lugar de cônsul-geral de primeira classe, em Londres, para cônsul com funções na legação de Portugal em Roma; recorte do “Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa” (1882), com a reprodução da ata da sessão de 15 de maio de 1882, na qual foi mencionada a oferta de Demétrio Cinatti de uma planta da cidade e porto de Macau. Integra, ainda, o número completo do “Jornal das Colónias”, de 08 de fevereiro de 1902; um excerto da obra "Amores de Vieira Lusitano", da autoria de Júlio de Castilho; um artigo intitulado "O primitivo convento da Pena", da autoria de Casimiro Gomes da Silva (1950); uma cópia impressa do Tratado de Amizade e Comércio entre sua magestade el-rei de Portugal e dos Algarves e a Republica da Africa Meridional (Estado do Transval), assinado em Lisboa aos 11 de dezembro de 1875.
[Folhetos, relatórios; Competente Social Work practice - a handbook for members of NZASW; Actas de reunião de reuniões; Annual Review - British Association of Social Workers; Separatas do CBCISS - N.º 51 (1972) - Elaboração e implementação de uma política social em condições de rápida mudança; N-º 31 (1970) - Novas estratégias para o desenvolvimento social - papel dos Serviços Sociais; Relatório do Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviços Sociais (1972); N.º 4 (1968) - Nadyr G. Kfouri - Métodos e técnicas do Serviço Social e de Bem Estar Social e a Salvaguarda dos Direitos do Homem; N.º 37 (1971) - Luiz Lander, Rosário Scarpati, José A. Silva Michelena - Possibilidades de desenvolvimento de uma metodologia para planejamento em Serviços Sociais; Hans F. Zacher - Derecho, Accion Social, Desarollo Social (1988); N.º 34 (1971) - Rubén D. Utria - O planejamento como técnica do desenvolvimento da América Latina; N.º 38 - O progresso Social através do Planejamento Social. O papel do Serviço Social; N.º 55 (1972) - Maria Joséphe Augibaud - O serviço social no planejamento; Carta Social Europeia; Hugo Feltesse - Lutte contre la pauvreté et démarches des organisations non governamentales; XXIVa Conferência Mundial do ICSW; Vie Sociale 11-12 (1990) - Assistants de Service Social: Quelles orientations pour la décennie 1990?]
Cópias parciais de textos sobre Serviço Social: Grupo HUSAC - Humanizar o atendimento à criança (1991); Amédée Thévenet - L'aide sociale aujourd'hui aprés da décentrallisation (1990); Elie Alfandari - Action et aide sociales (1989); Bernard Lory - La politique d'action sociale (s.d.); apontamentos sobre elaboração de projectos; Eliana Gersão - Crianças SOS: estudos de casos de menores carecidos de apoio educativo urgente referenciados em Lisboa e no Porto (s. d.); Aldaíza Sposati - Serviço Social em tempos de democracia; Michelle Desrosiers - Interventions Sociale en milieu syndical...; Alda Sposati, Maria do Carmo Falcão Sónia Maria Teixeira Fleury - Os direitos (dos desassistidos) sociais (1989); J. Bergeret - Abrégé de Psychologie Pathologique: théorie et clinique (1976); Carta dos direitos e deveres dos doentes (1999); Revista Justiça, 1 (1989); Revista Psicoterapia Breve, 3 (1989); Revista Liga, 5 (1987); Associação Nacional de Direito ao Crédito - Sete teses a favor do micro-crédito em Portugal; Bureau Régional de L'Europe - Le role du travailleur social dans les services psychiatriques (Nice, 1972); Isabel Maria Lucena Lopes - texto sobre intervenção social na área da saúde; Boletim do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, 17 (1972); Aldaiza Sposati - Padrões da reprodução social na "Sociedade Providencia" (1988); José Paulo Netto - Portugal do fascismo à revolução (1986).
Dossier com elementos para a História do Serviço Social em Portugal: recolha biográfica sobre os fundadores da Associação de Serviço Social, Irene Pimentel - A assistência social e familiar do Estado Novo nos anos 30 e 40 (Análise Social, XXXIV, 151-152 (1999), p. 477-508; texto de Teresa Oliveira - As Florinhas da Rua; Mulheres na Assembleia Nacional (1933-1974); Áurea Adão e Maria José Remédios - A narratividade educativa na 1ª fase da governação de Oliveira Salazar. A voz das mulheres na Assembleia Nacional portuguesa (1935-1945) (Revista Lusófona de Educação, 5 (2005), p. 85-109; Mocidade Portuguesa; cópia dos Estatutos da Associação de Serviço Social (1935) e registo na Secretaria Geral do Patriarcado de Lisboa; publicação em Diário do Governo/República de estatutos da Associação de Serviço Social (1959), cópia do NIF da Associação de Serviço Social; correspondência relativa à Associação (integração de sócios); listas de presenças em reuniões da Associação (1968-1998); listas dos associados fundadores e corpos gerentes; contas de gerência da Associação em 1968; relatório de actividade do Instituto Superior de Serviço Social (1967-1968; 1968-1969; 1969-1970).
Artigos de jornal/opinião Maria de Lurdes Pintassilgo; Felicidade Marques Franco - O Serviço Social de Empresa e a "Função Pessoal" (Encontro Anual da Associação Portuguesa dos Directores e Chefes de Pessoal); Documentação de I Congresso de Serviço Social da RNESS (2003) (Maria Teresa Abrantes Ávila); Documentos da X Semana Nacional da Pastoral Social - União Europeia. Novos Desafios Sociais (1992) (Maria Teresa Abrantes Ávila); documentação do Colóquio "Cultura do Dar" - Da Solidariedade à Reciprocidade (1998) (Maria Teresa Abrantes Ávila); José Manuel Henriques - As necessidades humanas e a problemática do desenvolvimento: o conceito de "necessidades básicas" (1983); Paulo Roberto Mota - O dirigente no setor público; Gerentes e líderes; Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente; s. a. - O Serviço Social na sociedade moderna; ficha de leitura de Fred Berl - Uma tentativa para conceitar supervisão (sebenta da Secção de Ensino Prático - 1967-1968]; ficha de leitura de Mathilde du Ranquet - Les approches en Service Social; ficha de leitura de Herman C. Kruse - Filosofia del siglo XX y servicio social (1969).
Copiador de correspondência entre a Cáritas Portuguesa e a Nunciatura Apostólica. Assuntos principais: pedidos de ajuda por parte de particulares à Nunciatura Apostólica e encaminhados para a Cáritas Portuguesa, 1962; pedido de autorização da celebração de missa na capela da Cáritas para os refugiados goeses que estão no Lar de S. José, 1962; posto da Cáritas em Fátima; carta ao embaixador norte-americano sobre a situação da população desalojada em Almada após expropriação de terrenos para a construção da ponte sobre o Tejo, 1963; diferendo com a Companhia de Navegação Carregadores Açorianos sobre despesas com géneros do Programa de Ajuda Alimentar, 1963-1964; reclamações junto da Nunciatura sobre irregularidades na distribuição de géneros, 1964; Plano de Operações de James Coale Sappington, 1964; pedidos de ajuda para o Patronato de S. Sebastião, o Bairro do Cruzeiro, os operários da Fábrica Sincoral, 1965; donativos para os goeses do Uganda e de Cabo Verde, 1973; envio de donativos para desalojados do terramoto de Manágua, Nicarágua, 1973; Dia da Cáritas, 1973; envio de um estudo sobre a Cáritas Portuguesa e planos de ação para 1973, 1974-1979 e 1980-1985; donativos para os refugiados do Bangladesh (1973).