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Relata a Alfredo Pimenta o que se passou relativamente à renovação dos subsídios do pessoal. Informa que guardará para melhor oportunidade a carta de Alfredo Pimenta para o ministro. Dá informações sobre o caso da nomeação do Dr. Frade. Revela o que se passa no serviço, a falta de orientação e de interesse pelo trabalho, o absentismo, os atrasos, a conversa e as folhas assinadas em dias que não compareceram.
Comunica que concluiu o exame de 7.º ano do Liceu com classificação de dezasseis valores.
Felicita Alfredo Pimenta pela publicação de “A firma Jorge Botelho Moniz e Juliana Couceiro Tavira”. Chama a atenção de Alfredo Pimenta para a opinião de Botelho Moniz acerca do regicídio e dos regicidas.
Agradece a Alfredo Pimenta a oferta da sua obra sobre a Fundação e Restauração de Portugal.
Apresenta-se como uma aluna pobre do 4.º ano do Liceu Maria Amália e pede a Alfredo Pimenta a oferta de um exemplar da “História de Portugal”, da sua autoria.
Agradece a referência feita por Alfredo Pimenta ao seu livro, no artigo do “A.B.C.”.
Felicita Alfredo Pimenta pelo folheto e informa que irá remeter ao rei e à rainha os exemplares que lhe são destinados.
Informa Alfredo Pimenta do gosto que o rei teria em vê-lo na missa por alma do imperador e da imperatriz do Brasil.
Enaltece e elogia a obra de Alfredo Pimenta em prol da defesa da superioridade do princípio monárquico.
Declara o prazer que sentiu na leitura do “Livro das Sinfonias Mórbidas” e destaca algumas partes. Tece elogios a “O livro das muitas e variadas coisas”.
Agradece a oferta de “Revolução Monárquica” e destaca as palavras de justiça para com o rei.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e avisa que enviará o volume da 2.ª edição de “Donas”.
Envia um exemplar de “Paço de Sintra” e realça os desenhos que o ilustram.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta, bem como os esclarecimentos prestados.
Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre a razão por que é alvo de antipatia dos jornais católicos.
Critica o apoio político do CDS à candidatura presidencial de Soares Carneiro. Contém despachos.
Apresenta as razões que levaram a Comissão Diretiva do CDS a não participar na mesa redonda sobre a nova ordem internacional.
Tece críticas aos artigos de Rocha Martins. Felicita Alfredo Pimenta pela obra nacionalista que tem levado a cabo.
Critica o apoio político do CDS à candidatura presidencial de Soares Carneiro. Contém despachos.
Solicita a intervenção junto do conde de Margaride para que este apoie a candidatura de Bernardino Machado, pelo círculo de Guimarães, à Câmara dos Deputados.
Pede para lhe comunicar se vale a pena a publicação do seu artigo «Non Sum Dignes» no jornal “A Nação” e, em caso afirmativo, agradece que o remeta ao diretor do jornal.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Nação”. Informa que, quando tiver novidades sobre o seu concurso, lhas comunicará.
Fala sobre o ofício dirigido ao Ministério da Justiça, acerca do pedido de autorização para abertura de concurso para o lugar de 3.º oficial no Instituto de Medicina Legal do Porto. Contém uma cópia datilografada do ofício n.º 186 do Instituto de Medicina Legal do Porto sobre a abertura de concurso para o lugar de 3.º oficial.
Trata do livro [“Para a História da Academia Portuguesa da História”] de Alfredo Pimenta. Enaltece Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Agradece as referências que Alfredo Pimenta lhe fez no último número d’ “A Nação”. Pede a Alfredo Pimenta para lhe conseguir a publicação de um artigo seu n’ “A Nação” e sua revisão. Fala sobre o concurso do [Instituto de Medicina Legal do Porto para o lugar de 3.º oficial].
Informa que foi publicado no Diário do Governo a nomeação da Maria Rita. Fala sobre a abertura do concurso do lugar de 3.º oficial, [do Instituto de Medicina Legal do Porto].
Tece comentários elogiosos ao artigo sobre «Paiva Couceiro & Cia» e enaltece a atitude de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta de “Estudos Históricos – XXII”, “A Democracia Nova e Criminosos de Guerra e os Neutros”, bem como as dedicatórias de Alfredo Pimenta. Fala sobre a publicação do seu próximo artigo n’ “A Tradição” e sobre o pedido de João Gomes Ferreira acerca dos exemplares das “Palavras à juventude”.
Trata do concurso do Instituto de Medicina Legal do Porto para um lugar de 3.º oficial. Contém uma cópia datilografada do ofício n.º 213 do Instituto de Medicina Legal do Porto, dirigido ao diretor-geral do Ministério da Justiça, sobre o concurso para o lugar de 3.º oficial.
Tece comentários ao artigo de Alfredo Pimenta em resposta a Manuel Anselmo. Informa sobre o seu concurso. Contém cópia datilografada do ofício do professor Franco Coimbra sobre a vaga de 3.º oficial do Instituto de Medicina Legal do Porto e uma carta manuscrita a pedir para informar Alfredo Pimenta se a sua nomeação para a vaga de 3.º oficial foi publicada no “Diário do Governo” antes do dia 6.
Informa sobre os procedimentos em falta para a sua nomeação. Relata algumas atitudes de Pinto de Almeida e critica.
Agradece a Alfredo Pimenta a opinião sobre os seus artigos e pede para o continuar a corrigir e a encaminhar.
Recorda alguns dos momentos que passou com Alfredo Pimenta. Agradece a indicação sobre José Ortega y Gasset. Informa-o sobre os acontecimentos na cidade do Porto.
Fala da visita a Alfredo Pimenta, do “Correio do Minho” e da resposta do padre Severiano Tavares sobre a naturalidade de Francisco Sanches.
Participa que esteve com o amigo comum Gomes Ribeiro e que este tinha intenções de visitar Alfredo Pimenta. Lamenta não ter estado com Alfredo Pimenta aquando da sua vinda ao Porto.
Tece comentários elogiosos ao opúsculo e a Alfredo Pimenta. Lamenta que Alfredo Pimenta, nomeado diretor da Torre do Tombo, tenha menos disponibilidade para ele e para a «Cultura».
Participa que ficou satisfeitíssimo com a publicação integral do seu artigo, que lhe enviou um exemplar do jornal e que a gente do “Correio do Minho” tem sido muito amável.
Fala sobre a ordem pública no Porto e manifesta-se contra a república, a democracia e a liberdade.
Refere que está a ler a sua obra “Fuero Real de Afonso X”, o sábio e que depois lhe transmitirá a sua opinião. Informa que viu, na livraria, um panfleto sobre Francisco Sanches e que, se Alfredo Pimenta o não tiver, lho enviará. Elogia o artigo publicado n’”A Nação” sobre «Alviçaras ou Alvissaras».
Trata da tarde que passaram com Alfredo Pimenta e dos livros de Schack e de Gustave Le Bon.
Trata dos obstáculos na publicação do seu artigo. Contém uma carta datilografada, com a assinatura autógrafa de Rodrigo Pimenta, que fala da publicação do artigo de Carlos Menezes na gazeta “Metildes”, da morte do António e do coronel Alcino e de um original de Alfredo Pimenta.
Alude ao livro de António de Figueiredo. Pede a Alfredo Pimenta para solicitar ao Dr. José O'Neill a publicação dos seus versos.
Pede opinião sobre a obra “A Historia de los Papas”, de Ajustin Saba e Carlos Cartiglioni.
Tece comentários críticos ao atentado infligido ao retrato de Alfredo Pimenta e ao Caetano.
Trata do pedido de Alfredo Pimenta relativo à aquisição do livro “D. João III”.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre os monárquicos. Combina uma visita.
Tece comentários elogiosos à secção «Tribuna Livre», de Alfredo Pimenta, publicada no jornal “A Voz”. Critica o referido jornal.
Revela que não lhe convém romper com a gente d’ “A Tradição” pois ficaria sem periódico para publicar as suas coisas. Alude artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Tradição”.
Tece comentários críticos ao livro Araújo Afonso. Alude a Gabriel Ferreira Marques. Agradece o convite de Alfredo Pimenta para o ir visitar à Madre Deus.
Enaltece a obra Alfredo Pimenta. Fala da “Revista Portuguesa de Filosofia”, do “Correio do Minho” e da obra de Charles Journet. Pede um retrato de Alfredo Pimenta.
Tece comentários elogiosos à separata “Coelho da Rocha e Camilo Castelo Branco”, de Alfredo Pimenta, e ao artigo, também de Alfredo Pimenta, publicado no último número d’ “A Nação”.
Agradece a amabilidade com que o receberam na Madre Deus. Combina um dia para Alfredo Pimenta e família o visitarem.
Faz referência à carta relatório sobre o Caetano. Agradece as palavras de Alfredo Pimenta sobre o seu artigo publicado na “Mensagem”. Pergunta quando será publicado o discurso que Alfredo Pimenta proferiu em Braga.
Pede a Alfredo Pimenta para conseguir uma colocação mais bem remunerada para o seu filho.
Expõe as razões que o levaram a cortar relações com o diretor do “Comércio de Guimarães”. Fala da sua ida com João Ribeiro à Madre Deus. Convida para um almoço em sua casa.
Deseja as melhoras de Alfredo Pimenta e da Dona Adozinda. Fala sobre o João Ribeiro.
Trata da oferta de Alfredo Pimenta do seu retrato, da informação sobre o restabelecimento das relações comerciais com França, da conversa com o Lencastre acerca de Alfredo Pimenta e da publicação do seu artigo.
Participa que leu o artigo que Alfredo Pimenta publicou no “Correio do Minho”, mas ainda não consegue opinar sobre o assunto pois não leu o artigo do padre Mário Martins.
Agradece a carta que Alfredo Pimenta lhe enviou, tanto pelas informações que lhe dá como pela brevidade da resposta.
Trata da visita de Alfredo Pimenta, das razões que o impediram de ir à Madre Deus, do artigo sobre o 5 de Outubro e da separata publicada no jornal “A Nação”.
Participa que o seu diretor, Dr. Coimbra, vai fazer tudo para conseguir o que Alfredo Pimenta deseja. Tece comentários críticos ao duque de Bragança por ter tecido ásperos comentários à Alemanha e aos seus homens superiores, bem como por estar do lado do comunismo e da democracia.
Comunica que o seu diretor manifestou pesar por não lhe ter sido possível ir à Madre Deus. Informa que J[oão] Ribeiro está em Braga, a consultar e a pesquisar arquivos. Pede para Alfredo Pimenta interceder, junto do Dr. João de Almeida, no caso de um amigo.
Agradece o retrato de Alfredo Pimenta. Participa que está de acordo com a opinião de Alfredo Pimenta relativa à discordância do duque de Bragança com a política alemã e tece comentários críticos ao duque de Bragança.