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Etapa #12 Dr. Paulo, Informo que existem em Armazém bens que eventualmente poderão ser apicados neste espaço (ver imagens em anexo) e que, se assim for, reduzirá o valor da aquisição, nomeadamente: - bancos "pic nic" - papeleiras - equipamento infantil constituído por torre + balouço + escorrega + rede de marinheiro. Se este equipamente se adequar às necessidades, sugiro que seja adjudicado à Veco Juncal a instalação e fornecimento de peças/acessórios de fixação que entretanto se tenham deteriorado ou perdido. (não se consegue identifiar o n.º de Inventário deste(s) equipamento(s)). Sugiro ainda que se desloquem ao Armazém para avaliar se é possível utilizar estes bens. Sofia Romão TS
Etapa #3 Apos contacto com o arquivo Distrital, fomos informados que o aspirador é utilizado para aspirar as caixas de arquivo, as lombadas dos livros e do espaço utilizado para a realização do trabalho de limpeza.De notar que o aspirador deve ter uma ponta fina para facilitar o processo de aspiração em pontos específicos.Mantem-se todo interesse em adquir o aspirador para a biblioteca. O arquivo distrital não pode dar indicação do fornecedor, pois foi-lhes enviado pela Torre do Tombo. AAE/Encarnação pereira AAE/Encarnação Pereira
Etapa #4 Estive de Atestado Médico dias 1,2 e 3 de Fevereiro,activei este registo hoje a 06 Fev. Após consulta na pasta dos livros permutados com outras instituições, sugiro a oferta do livro Roteiros Republicanos de Acácio de Sousa e A Torre de Menagem do Castelo de Leiria. Mais informo que o Apoio Editorial encontra-se em actualização. Os livros existentes poderão ser consultados na pasta partilhada da DIACMB- gestão de stocks, apoio editorial. No entanto junto anexo uma mlistagem dos livros já oferecidos à CMCascais. Aguardo resposta para posterior elaboração de oficio. AT|Paula
Etapa #1 Na passada 6.ºf (dia 7 novembro 2014) no âmbito do evento TEDxYouth, foram identificados os seguintes problemas: - Curto circuito nas luminárias da escadaria (luminárias antigas). - Terraço do Palácio sem iluminação (possivelmente a lâmpada encontra-se fundida). Estes problemas devem ser colmatados até a manhã do dia 13 novembro 2014, uma vez que no Palácio irá realizar-se um jantar do IPL. Na Torre de Menagem as lâmpadas fundidas devem ser substituídas. Junto à cisterna do Palácio encontram-se uma grade e dois blocos de cimento, estes devem ser retirados uma vez que a zona em questão pode ser visitável. À Consideração Superior. Anabela Carvalho ts
Sessão Ordinária Ata da Reunião Anterior Pagamentos Câmara Municipal Requerimento de Obras Requerimentos Diversos Alvarás de Licenças Sanitárias Doentes Pobres: No Hospital da Universidade de Coimbra Correspondência Isenção de pagamento de transporte na auto-maca Papel, trapo, etc da montueira Municipal Depósito de Garantia Relógio da Torre da cidade Vereação Construção de um C.V. que liga Riba de Aves - Lameira - Monte Agudo Construção da C.M. da Estrada Nacional nº 1 á Quinta da Serrada - 2ª fase empedramento na extensão de 2.570,50 metros Construção da C.V. da Estrada Nacional nº 1 Estrada municipal de Colmeias passando por Agodim , empedramento e obras necessárias na extensão de 3.016,00 metros
Ordem do dia - Comunicação sobre a passagem por Leiria de Sua Majestade El-Rei; - Comunicação dos vereadores efetivos e substitutos eleitos; - Relação da gratificação ao Subdelegado de Saúde; - Cumprimento do dever pelos empregados da Administração do Concelho; - Admissão de criança como exposta; - Substituição do empregado dos sinos da torre; - Colocação de marco postal; - Repartição da fazenda do Distrito de Leiria; - Arborização do monte de Nossa Senhora da Encarnação; - Nomeação de professora do ensino primário do sexo masculino na Vila da Marinha Grande; - Infração às posturas municipais; - Pagamento de prestações; - Envio de cadáveres de cães para o Instituto Bacteriológico de Lisboa; - Relação de despesas realizadas no edifício do Governo Civil; - Autorizações de pagamento.
Sessão Ordinária: Ata da Reunião Anterior Autorizações de Pagamento Da Comissão Municipal de Turismo Da Câmara Municipal Requerimentos para obras Requerimentos Diversos Requerimentos acompanhados de projetos para obras Doentes Pobres: Nos Hospitais da Universidade de Coimbra No Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto em Lisboa Correspondência Assuntos Diversos Exposição Feita pelo senhor Francisco Joaquim Sismeiro pretende adquirir á câmara uma parcela de terreno no sítio denominada de hortas de são Francisco em Leiria, a câmara deliberou não vender o terreno em referência sem o cumprimento de determinas formalidades legais. Processo para concessão de alvará sanitário Mangueiras para rega Remuneração ao encarregado do relógio da torre
Termo de encerramento: "Este livro vai por mim rubricado com 86 folhas. Reguengo da Carvoeira, 24 de Setembro de 1820. Juiz Almoxarife, Florêncio José Gomes". Encontra-se colado na capa um rectângulo de papel pautado onde está escrito o seguinte: "Arquivo do extinto Concelho da Carvoeira (Comarca de Torre Vedras). Carvoeira. Quinze livros = sendo três de acórdãos, quatro de contas, um de correições, um de protocolo de audiências *, um de querelas, cinco de subsídio literário, um de tutelas, únicos encontrados nesta data. Mafra, 26-7-1899. * Um caderno de papel, cosido".
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Henrique Couto Vieira Osório e esposa Maria Emília Peixoto Vilas Boas Soares, outorgando ele por si e como procurador de Duarte Couto Vieira da Cunha Coutinho Osório e esposa Maria da Conceição da Cunha Martins Fernandes, de Pedro Luís Couto Vieira Osório e esposa Emília de Jesus Mesquita, de Maria Alice Couto Vieira de Melo da Cunha Coutinho Osório e de Maria Irene Couto Vieira de Melo da Cunha Coutinho Osório 2º Outorgante: Maria de Loudes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Meneses Basto e marido Rodrigo Martins Meneses da Silva Basto, outorgando ele por si e na qualidade de procurador de Maria Luísa Couto Vieira da Cunha Osório Pereira Leite e marido Raúl Bernardo da Mota Prego Cunha Soares de Moura Pereira Leite 3º Outorgante: António Teixeira Torres, casado com Emília da Conceição Vieira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Henrique Couto Vieira Osório e esposa Maria Emília Peixoto Vilas Boas Soares, outorgando ele por si e ainda como procurador de: a) Duarte Couto Vieira da Cunha Coutinho Osório e esposa Maria da Conceição da Cunha Martins Fernandes; b) Pedro Luís Couto Vieira Osório e esposa Emília de Jesus Mesquita; c) Maria Alice Couto Vieira de Meloda Cunha Coutinho Osório; d) Maria Irene Couto Vieira de Melo da Cunha Coutinho Osório. 2º Outorgante: Maria de Lourdes Couto Vieira Osório da Silva Basto, que também usa o nome de Maria de Lourdes Couto Vieira Osório de Menezes Basto e marido Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto 3º Outorgante: António Torres Nogueira, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Joaquim Lopes Correia, casado com Ana Carvalho de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luisa Machado e Sofia Machado 2º Outorgante: Sofia Machado e marido José Martins 3º Outorgante: Maria Machado e marido Armindo da Costa 4º Outorgante: João Ribeiro e esposa Júlia de Sousa 5º Outorgante: Manuel Ribeiro e esposa Ana Lopes 6º Outorgante: Maria da Conceição Machado e marido Domingos Fernandes 7º Outorgante: José Ribeiro e esposa Maria da Glória Alves Faria da Silva 8º Outorgante: Domingos Machado Ribeiro e esposa Maria dos Anjos Pereira 9º Outorgante: Aníbal de Araújo Torres, casado com Amélia Ribas
Entrega de bens à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Zibreira, concelho de Torres Novas, distrito de Santarém, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, nomeadamente inúmeras oliveiras dispersas por diversos terrenos, detalhadamente identificadas no auto de entrega lavrado a 2 de Agosto de 1943. Na mesma data foi entregue ao benefício paroquial um prédio de casas de rés do chão, antiga residência paroquial situada anexa à escola do sexo masculino, e quintal anexo que serviu do antigo passal; casas de rés-do-chão e primeiro andar com um pátio, então em uso e administração da Junta de Freguesia. Inclui cópia do auto lavrado a 21 de Junho de 1937 que estabeleceu a entrega à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Zibreira, em uso e administração, da igreja paroquial com adro, torre, relógio, sacristia, dependências e objectos do culto.
FEIJÓ, Ana Emília. Filha de Joaquim Tomaz Correia Pimenta Barbosa Feijó e de Caetana Delfina Lima de Sousa e Castro. Nasceu em Rouças a 20/10/1838. // Casou na Casa e Quinta da Torre, freguesia da Correlhã, Ponte de Lima, em 1854, com seu primo, Vitoriano de Sousa Guerra Araújo Lima de Sousa e Castro, tenente-coronel, de Vila do Conde. // Enviuvou em 1871. // Casou em segundas núpcias, em 1873, com Francisco Joaquim de Melo Barreto Pereira, senhor da Casa das Torres de Arribão, em Santiago da Facha. // Faleceu na Quinta da Boavista, Rouças, a 27/9/1885, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 50 anos de idade, proprietária, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério da freguesia.
SOLHEIRO, João António. Filho de Manuel Solheiro, de Carvalheda, e de Josefa Esteves, de São Pedro da Torre, galegos, moradores no Campo da Feira de Dentro, SMP. N.p. de Francisco Solheiro e de Isabel Fernandes; n.m. de Francisco Esteves e de Rosa Fernandes. // Nasceu na Vila de Melgaço a 27/10/1798 e foi batizado pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado dois dias depois. Padrinho: capitão João António de Araújo (deve ser da Casa do Rio do Porto). // Casou na igreja de SMP a 20/12/1829 com Ana Joaquina Rodrigues, viúva de Manuel Ventura, de Prado. Testemunhas: padre M.J. Quintela, Diogo Manuel de Castro, morgado de Galvão, e AJR, mordomo da igreja. // [Faleceu a 14/9/1838, e foi sepultado na igreja matriz a 16, um indivíduo de nome João Solheiro, que pode ser o mesmo].
Outorgantes: António Emilio Torres; segundos outorgantes: Maria Dores Torres, Custodio José Cerqueira, Manuel António Torres, Gloria Jesus Martins, Firmino Je sus Torres, Gloria Jesus Torres, Conceicao Jesus Torres, Alvaro Emilio Torres, Maria Emilia Fernandes. Notário: António Luis Reis Ribeiro
Fl.2v-3: Vereação de 16-09-1812. Resposta a S.A.R. sobre o requerimento do marchante dos Nobres da vila de Torres Vedras no qual pedia o aumento do preço da carne; Fl.4v-6v, 13v-14v: Vereação de 10-09-1812, 11-10-1812, 02-05-1813 . Ofício de Miguel Pereira Forjaz relativo a conserto de caminhos, a realizar sob a direcção do Major Engenheiro Lourenço Homem da Cunha d'Eça; Fl.15-15v: Vereação de 05-06-1813. Ordem para as pessoas mais abonadas contribuirem para as obras Públicas, mandadas fazer pelo Rei; Fl.20: Vereação de 04-08-1813. Ordem para se passar certidão de preços para os anos de 1810 e 1811 do trigo, milho e cevada a ser remetida à Junta da Direcção Geral dos provimentos de fora para o exército; Fl.26: Vereação de 25-08-1813. Tabelamento de preços de géneros alimentares; Fl.28: Vereação de 04-09-1813. Oficio referente a desobediência de soldado; Fl.28v-29: Vereação de 11-09-1813. Isenção de Matacães de contribuir no trabalho da obra do distrito, sob a direcção de Sebastião Francisco Mendo Trigoso e do Capitão mor José Lourenço Pires; Fl.31-31v: Vereação de 02-10-1813. Ordem de prisão ao marchante da carne por vendê-la fora do preço da arrematação; Cabreiros excedem preço do leite; Fl.35-35v: Vereação de 20-10-1813. Ordem para os marchante da carne apresentar semanalmente aos almotacés certidões do preço da carne; Fl.39: Vereação de 04-12-1813. Regulamentação do preço da canada de azeite (320 rs); Fl.48v: Vereação de 26-02-1814: Proibição de corte ou dano das árvores plantadas à entrada da vila, substituindo outras que foram cortadas por necessidade aquando da invasão, sob pena de prisão e coima; Fl.50: Vereação de 12-03-1814. Pregão para que os tendeiros não aumentem o preço do azeite sem licença da Câmara (360 rs); Fl.53v: Vereação de 30-04-1814. Pregão para que os tendeiros não vendam o azeite por preço acima do estabelecido (340 rs); Fl.57: Vereação de 18-06-1814. Pregão para que os tendeiros não vendam o azeite a preço acima do estabelecido (320 rs); Estabelecimento do valor do salário dos trabalhadores ou jornaleiros; Fl.60v-61v: Vereação de 13-08-1814. Tabelamento do preço de géneros alimentares; Fl.62v: Estabelecimento do preço do azeite (420 rs); Fl.70v: Vereação de 14-01-1815. Estabelecimento do preço do azeite (460 rs); Fl.81-82: Vereação de 26-08-1815. Tabelamento de preços de géneros alimentares; Fl.83v: Vereação de 26-08-1815. Conservação do caminho referente a Ponte de Arpilhão ao Varatojo; Fl.86: Vereação de 09-07-1815. Estabelecimento do preço do azeite (540 rs); Fl.96-96v. Vereação de 24-09-1815. Estabelecimento do preço do azeite (500 rs); Fl.100-101v. Vereação de 27-03-1815. Na sequência de Ofício do Comércio Geral, são chamados a prestar declarações vários comerciantes para declararem o preço dos vários géneros alimentares para os anos de 1809 a 1811, tarefa que os mesmos consideram muito difícil em virtude das numerosas flutuações que se verificaram por causa da entrada e saida das tropas e da aproximação do inimigo, mas que acaba por ser feita (Fl.104-106v);Fl.118-119: Vereação de 28-08-1816. Tabelamento do preço de géneros alimentares; Fl.122v: Vereação de 12-12-1816. Ofício relativo a fornecimento para a tropa acantonada na vila; Fl.126v: Vereação de 01-02-1817. Estabelecimento do preço do azeite (540 rs); Fl.127v: Vereação de 22-02-1817. Estabelecimento do preço do azeite (600 rs); Fl.129v: Vereação de 08-03-1817. Pregão a proibir a avenda do azeite a valor superior ao que os almocreves praticam (560 rs); Fl.136v: Vereação de 16-04-1817. Pregão para que os padeiros façam pão de vintena e que os marchantes não matem rez alguma sem primeiro dar noticia aos almotacés; Fl.139v: Vereação de 29-04-1817. Notícia de doenças contagiosas na freguesia de Mexial.
Adelaide da Piedade Carvalho Félix nasceu em Santarém (Marvila), a 24 de fevereiro de 1892, filha do então, 1.º sargento de artilharia 3, Joaquim Félix e de D. Emília da Anunciação Carvalho Félix, irmã da conservadora da Torre do Tombo, Emília da Piedade Carvalho Félix. Em 1912 [?], concluiu o curso de Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, iniciando, após estágio na Alemanha, a atividade docente no Liceu Rodrigues Lobo de Leiria. Lecionou depois no Liceu Carolina Michaëlis de Vasconcelos, no Porto. Em 1926 passou a lecionar no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa e a partir de 1937, no Liceu D. Filipa de Lencastre, onde se manteve até à aposentação, com 63 anos de idade. Casou em 1933 com Eduardo Alexandre da Cunha, de quem se divorcia em 1938. Colaborou ativamente na imprensa: Novidades, Acção, Renascença, Ilustração de Angola, Stella, Diário de Luanda, Correio da Noite (Brasil), Atlântico, entre outros. Da sua obra literária destacam-se: Shakespeare e Othelo (esboço crítico), com prefácio de Teófilo Braga; Hora de instinto (romance), 1919; Miragens torvas (prosa de arte), 1921; Personae, (novelas), 1926; O grito da Terra, (romance), 1936; Nunca o direi… (novela), 1940; Cada qual com o seu milagre… (contos), 1941; Roteiro de viagens feitas, no mar tormentoso das letras, por gentes de Leiria e seu termo, 1944; No Estoril: uma noite igual a tantas (romance), 1952; Eu, pecador, me confesso, 1954 e Um seixo na torrente, 1963; Histórias breves de escritores ribatejanos (et al), 1968. Em 1937 e 1939 obteve dois primeiros prémios “Rosa de Ouro”, nos jogos florais da Emissora Nacional. Foi também tradutora de várias obras em inglês e alemão. Participou em várias conferências e projetos em torno da arte, literatura, política nacionalista e folclore em especial o da região ribatejana. Faleceu em Lisboa em 1971. In: https://adstr.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/3/2015/05/Adelaide-F%C3%A9lix-bio.pdf
Subsídios para reparação e reconstrução dos edifícios: Igreja Matriz da Freguesia de S. João Baptista da Vila da Barca; Torre da Igreja da Paróquia de S. João da Vila Chã; Escola e Biblioteca de Caminha; Junta de Paróquia de Cabreiro do concelho de Arcos; Torre da Igreja da Confraria do Santíssimo Sacramentoda Freguesia de Infesta, concelho de Coura; Igreja de Gandra, no concelho de Valença; Igreja de Vila nova de Cerveira; Igreja de S. Martinho da Gandara; Igreja de Sto Estevam de Valença; Igreja de S. Paio de Jolda; Igreja Matriz da Vila de Ponte de Lima; Igreja Matriz de Infesta, concelho de Coura; Igreja de Sta Maria Maior de Viana do Castelo; Igreja da Freguesia de Ardegão, no concelho de Ponte de Lima; Igreja Paroquial de Venade, no concelho de Caminha; Igreja de Fornelos em Ponte Lima; Igreja Paroquial de Riba de Mouro, concelho de Monção. Subsídio para a construção do Hospital de caridade em Paredes de Coura. Construção do tribunal Judicial de Paredes de Coura. Suspensão de subsídios para reparação de igrejas ou outras obras que não tenham começado, no interesse da faenda pública, de atenuar os encargos do orçamento. Relação dos subsídios para edificios públicos concedidos até 13 de Janeiro de 1890.Informação sobre subsídios concedidos desde 1886 e ainda não pagos até 11.de Agosto de 1893. Orçamento para as obras de melhoramento da Igreja e Casa residencial da Freguesia de Tabaçõ, no concelho de Arcos de Valdevez.
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Carta de Foral de Frossos. Foral Novo dado e assinado[1][2][3] por D. Manuel I à Vila e Concelho de Frossos, comenda da Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta). Feitos três exemplares do mesmo teor: um para a Câmara, outro para o Senhorio dos direitos (Comendador: Frei Leonel Henrique Telles), outro para a Torre do Tombo. Este é o exemplar da Câmara. Mandado fazer, concertado e registado[4][5][6][7] na Torre do Tombo por Fernão de Pina[8], encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Documento constituído pelo texto do Foral, auto de entrega, tabuada (índice das matérias tratadas) e vistos em correição (Angeja, Junho de 1629; Estarreja 1624-05-28; Estarreja, 1698-06-09; Estarreja, 1709-06-29; 1824; 1825; 1830). Fólio iluminado, «D» de Dom Manuel escrito em letra capitular. Títulos a vermelho, iniciais a vermelho, em fundo sépia, ornadas com vinhetas. Inscrição: «Foral para a comenda de Froços Ordem de S. João». • Assuntos: Monástico-Conventuais.
O autor escreve do "Campo da Torre do Mouro sobre o Rio Cassia" para agradecer as suas estimadíssimas letras, bem como para dar uma leve notícia das operações do nosso exército a sul do Tejo. Informa das manobras militares desde a linha de Lisboa, passando pela Batalha de Albuera, até à retirada para a Torre do Mouro, onde estão estacionados sobre o comando do general Hill. O restante exército dirige-se para Norte para ocupar a faixa de Castelo Branco até Bragança, para ajudar o exército espanhol a defender a Galiza, o Reino de Leão e as Astúrias. Agradece o despacho de Alcaide-mor e de Conselheiro da Fazenda a favor de seu irmão Miguel. Remete pelo Dantas as atestações e outros documentos que comprovamos seus serviços a S.A.R. para "ganhar alguma estima das Pessoas de mérito, como V. Exa.". Elogia o despacho do general Silveira. Recomenda ao destinatário o Brigadeiro Agostinho Luís da Fonseca, cujo requerimento remete incluso, que com 47 anos de serviços será merecedor do "carinhozo acolhimento que V. Exa. sempre prestou aos dezamparados, e solitarios no Mundo". Pede ao destinatário e ao Conde das Galveias "algum emprego, ou governo na America".
GOMES, Francisco. Filho de Diogo Pinheiro Gomes e de Páscoa Esteves, da Raza. N.p. de Gonçalo Pinheiro e de Ana Gomes, de Santo André; n.m. de António Esteves e de Maria Domingues, de Requeixo. Nasceu em São Paio no século XVIII. // Casou com Mariana Gertrudes Gomes de Abreu e Araújo, da Casa do Rio do Porto. // Foi emigrante no Brasil; em 1770 já lá se encontrava. // A 20/7/1803 foi padrinho, e a esposa madrinha, de Marcelina Rosa de Castro Sousa Gama, nascida na Fonte dos Esteves, Alvaredo, a 15 daquele mês e ano. Nessa altura moravam na Casa e Quinta da Torre, Juradia de Várzea, termo de Melgaço, que ele comprara em 30/5/1774 por 2.900.000 réis aos cónegos regulares de Santo Agostinho, donos do extinto mosteiro de Paderne. (O intermediário na venda foi o cardeal da Cunha, João Gomes da Cunha e Távora, que vivia em Lisboa). Antes tinham morado no Barral, couto de Paderne. // A 2/2/1776 inscreveu-se na Confraria das Almas de Prado. // Faleceu na dita Quinta da Torre a 11/9/1803 e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças, Vila, no dia seguinte. // Deixou viúva e filhos. // Nota: é sobrinho de Inácio Sampaio Pinheiro.
Etapa #4 A proposta de alteração ao horário dos funcionários que prestam serviço no Castelo de Leiria e Torre de Menagem prevê a folga num fim de semana por mês, o que é manifestamente positivo e enquadrado ao abrigo do disposto no n.º 3 do art.º 9.º do D.L. 259/98, de 18 de Agosto. Com a adopção deste horário fica assegurado o serviço durante o respectivo horário de funcionamento, com o minimo de 2 funcionários, mesmo em situação de falta ou férias por parte de 1 funcionário. A prestação de 35 horas de trabalho diário encontra-se assegurada, uma vez que o horário proposto prevê a prestação de 7 horas de trabalho diário e durante 5 dias por semana, com um intervalo para almoço de 1 hora, enquadrável ao abrigo do disposto no n.º 1 dos art.ºs 7.º, 8.º e 9.º do mesmo Decreto-Lei. O horário proposto tem enquadramento legal e pode ser autorizado ao abrigo do disposto no n.º 5 do art.º 22.º do D.L. 259/98, de 18 de Agosto, uma vez que se trata de um horário especifico tendo em conta o periodo de funcionamento e abertura ao público tanto do Castelo como da Torre de Menagem. À consideração superior. O TSGRH 2.ª Classe. Luís Tavares
Etapa #10 O representante da firma Securiform apresentou-se no Banco de Portugal no dia 22.02.07 para proceder à revisão/manutenção dos extintores solicitada na requisição de 12.01.07. Estavam em causa os extintores do Banco de Portugal, Torre de Menagem no Castelo, Mimo e Mercado de Sant'Ana. Foram emitidos os relatórios que agora se anexam, tendo o referido técnico chamado a atenção que ficaram inoperacionais os 2 da Torre de Menagem referidos no Relatório n.º 129 com as letras L e M. Dos 5 no Mimo, 4 ficaram inoperacionais referenciados com a letra M. Dos 19 no Mercado de Sant'Ana, foram aprovados 9 de água e ficaram inoperacionais os restantes 10 de CO2 e Pó Químico, referenciados com a letra M. Segundo informação prestada pelo referido técnico, a legislação em vigor desde Outubro de 2006 não permite o uso de extintores com mais de 20 anos (letra L) e sem certificação CE, fabricados depois de 1999 (letra M). Mais informou que não era considerado o seu abatimento quando foi feita a última revisão em 2005. Assim, será necessária a sua substituição com toda a urgência. À consideração superior. A CS/Teresa Jordão
Etapa #2 O representante da firma Securiform apresentou-se no Banco de Portugal no dia 22.02.07 para proceder à revisão/manutenção dos extintores solicitada na requisição de 12.01.07 (INT.721/07). Estavam em causa os extintores do Banco de Portugal, Torre de Menagem no Castelo, Mimo e Mercado de Sant'Ana. Foram emitidos os relatórios que agora se anexam, tendo o referido técnico chamado a atenção que ficaram inoperacionais os 2 da Torre de Menagem referidos no Relatório n.º 129 com as letras L e M. Dos 5 no Mimo, 4 ficaram inoperacionais referenciados com a letra M. Dos 19 no Mercado de Sant'Ana, foram aprovados 9 de água e ficaram inoperacionais os restantes 10 de CO2 e Pó Químico, referenciados com a letra M. Segundo informação prestada pelo referido técnico, a legislação em vigor desde Outubro de 2006 não permite o uso de extintores com mais de 20 anos (letra L) e sem certificação CE, fabricados depois de 1999 (letra M). Mais informou que não era considerado o seu abatimento quando foi feita a última revisão em 2005. Assim, será necessária a sua substituição, pelo que agora se solicita a maior urgência no despacho e fornecimento da requisição do material necessário. À consideração superior. A CS/Teresa Jordão
(Doc. 64) Sabbam todos que presente mjm Joham affonso tabaliom de Gujmaraens e as testemunhas adeante scriptas Jobam martins priol do mostejro de sam Saluador de Souto e Steuom ffernandes testamenteiro de fernam anes vasalo delrrej procurador de Gonçalo ffernandes e Ejnez ffernandes filhos do dito fernam anes e Vaasco martins caonigo e procurador daldonça martins ssa madre rnolher que foj do dito fernan anes e Gonçalo rrumen chegarom aas vjnhas que chamam do caualeiro que ssoja de trager emprazadas Martim gomes e Margarida steuez sa molher e ffezerom delas partiçom em esta gisa que se segue presente Joham daraaens marido da dita Ejnez ffernandes derom ao dito mostejro de Souto a meatade delas e aconteceulhj na sa meatade a meatade da vjnha que esta so a vjnha de belmonte pelos marcos e deujsoens que logo hj poserom para contra a vjnha do lagar de ujla uerde e a meatade da vjnha que esta apardcom (?) Martim cassado e aconteçeulhj na sa meatade pelos marcos e deujsoens que logo hj poserom contra a vjnha de gundaar com a meatade da deuessa que esta arredor da dita ujnha e a outra das ditas vinhas e deuessa. Aconteçeu aas ditas aldonça martins e filhas e testamenteiro do dito fernam anes e a Gonçalo rrumeu por sortes que sobre esto lançarom e quizerom e outorgaram as sobreditas que cada huum ouuesse a ssa parte das ditas vjnhas e deuessa pela gisa que a cada huum aconteçia e ffezese dela como de sua cousa propria. ffeito ffoj nas ditas vjnhas vjnte e sseis dias de março Era de mil e quatrocentos e treze anos. testemunhas Affonso rrodriguez peixoto. Lourenço steuez de picoutos. Affonso giraldes da porta da torre uelha. Pera perez de rrua de coiros. Martim casado. Martim anes de so…… Joham lourenço homem do dito priol. Gonçalo çapateiro jenrro de Gonçalo gulaaens. Vaasco gaujaro homem do dito Gonçalo rrumeu e outros. E eu dito tabaliom que este strumento para o dito mostejro screuj e aqui meu sjnal ffiz que tal he +. (Doc. 65) Sabbam todos que presente mjm Joham affonso tabaliom de Gujmaraens e as testemunhas adeante scriptas Joham martins priol do mostejro de Souto e Vaasco martins caonjgo como procurador daldonça martins ssa madre e Steuorn ffernandez testamenteiro de fernam anes marido que foj da dita aldonça martin e procurador de Gonçalo ffernandes e Ejnez ffernandes seus filhos e Gonçalo rrumeu partirom por meio o Souto e deuessa que jaz na ffrejgesia de Santesteuom dulgeses que chamam dos caualeiros e aconteçeu ao dito priol e sseu mosteiro por sortes que sobre esto lançarom em ssa meatade o souto e salgeiros que estam contra o ssouto que…… que he daffonso gil e dessa irmajdade para logo foj partido e marcado e a deuessa que esta junta com o dito souto costa çima que parte por o comaro da deuessa de carreiros por os marcos e deujssoens que em ela poserorn. E aos ditos aldonça martins e testamenteiro e curador e Gonçalo rrumen aconteçeu em ssa meatade o outro souto que esta costa cima e a denessa que esta junta com el como sse vaj contra o monte que segue para a vjnha de gundaar que trage Martirn anes de so as…… e pelos marcos e deujssoens que hj poserorn pela gisa que dito he e quiserom e outorgarom que cada huum fezesse da sua parte da dita deuessa e das vjnhas e soutos e herdade que chamam dos caualeiros pela gisa que lhjs aconteçia aquilo que quisese e por bem teuesse com protestaçom que se alguum leuaua o que seu non era e asj depojs fosse achado que o desembargasse a cuio fosse e obrigaromse a rresponder por esta rrasorn perante os juizes de Gujmaraens sse aconteçesse que por elo fossem demandados. ffeito nos ditos souto e deuessa. dous dias dabril Era de mil e quatrocentos e treze anos. testemunhas Joham rroclrigues caonigo do dito mosteiro de Souto. Lourenço steues. Steuom capelom moradores na ffrejgesia do dito mosteiro. Martirn casado. nicolaao perez caonigo de Gujmaraens. Diegaffonso. Vaasco gauiaro bornens do dito Gonçalo rrumeu eoutros. E eu dito tabaliorn que este strumento para o dito mosteiro screuj e aqui meu sjnal fiz que tal he +.
(Doc. 50) Sabbam todos que eu Maria ffernandes moradora em baffaul ffregesia de santo Tisso de praziis de meu prazer e com a liure uontade e ssem costrangimento neuhuum vendo e conssiderando muito bem…… que eu ssempre ouuj e recebj do mostejro de Ssouto ffaço doaçom a dom Domingos domingues priol do dito mostejro e ao dito sseu mostejro de todo o meu herdamento que eu ej em requeixo e em baifaul……que ssom na ffregesia de santo Tisso de praziis o qual a mjrn fficou de Marinha steues minha ffilha e fflha que ffoj de Stebom anes de requeixo que o aia para ssempre com todos sseus dereitos e pertenças e entradas e ssajdas per hu o melhor poder auer e achar e tolho de mjm todo dereito e propriedade e posse que ej no dito herdamento e ponhoo no dito priol e rnostejro que o aia para ssempre. Eu aqui por poder d’esta doaçom o meto logo em posse del. E mando e outorgo que o dito priol por ssj ou por quem el bem teuer ffilhe em posse desto ffeito ao dito mostejro pola alma do dito Steuom anes cujo o dito herdamento ffoj e pola alma da dita minha ffilha e pola minha e em rremissom de meus pecados……. no dito mosteiro e por muito bem e ajuda que ssempre del rrecebj. E sse alguma doaçom ou praso ou outro contracto ej ffeito do dito herdamento ata aqui ejo por nenhum e rreuogoo e rrenunçioo (?) e mando e outorgo que…… non ualha e sseia nenhum ssaluo este. E demais dou meu comprido poder a Lourenço ffernandes de Ssouto que meta o dito priol e mostejro em posse do dito herdamento e ej ffirme e stauel para ssempre a posse que lhj por el ffor dada e que el por ssj ou por outrem ffilhar sso obrigaçom de todos meus beens e rreuogo todas as ]ejs e dereitos por que sse a dita doaçom poderá…… que mjm non ualham e que nem mjm possa delas ajudar. E quem contra esto ffor peite quinhentos ssoldos e esta doaçom todauia ualha para ssempre como dito he. ffeita ffoi em bujro ffregesia de ssam ffijs de gomjaens dez e ssete dias de junho Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos. Testemunhas…… affonso tabelliom. Pedro lagarto caonjgo de Ssouto. Affonso gonçalves homem do priol. Joham anes de portela. Domingueanes de bujro e…… e outros. E eu Gil peres tabelliorn de Guimaraens que esta carta de doaçorn a rrogo e por mandado da dita Maria ffernandes screuj e meu ssignal hj ffiz em testemunho de verdade +. (Doc. 51) Sabham todos que perante mjm Gil peres tabelliom de Guimaraens e as testemunhas adeante scritas em rrequeixo dez e ojto dias de Junho da Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos Lourenço ffernandes de Ssouto meteu em posse dom Domingos domingues priol de Ssouto da casa que está acima da casa alta sobradada de rrequeixo por chaue e por telha e por terra e por pedra. E por ahj disse que o meteu em posse que o metia em posse el e dito sseu mosteiro de todalas outras cousas que hj auja Maria ffernandes e outrossj o meteu logo em posse de toda a parte e quinhom e dereito que a dita Maria ffernandes auja na vinha do dito logo e do milho que estaua ssu ela por terra e por vides e por milho. E o dito priol por ssj e polo dito sseu mosteiro o rrecebeu e o deu logo de ssa maaom a Joham affonso que hj auja mora e el o rrecebeu e fficou bj de ssa maaom. testemunhas o dito Joham affonso. Lourenço peres de Prasij. Garcia martins. Martim anes. Affonso……… Lourenço ffernandes e outros. E item o dito dia em baffaul o dito Lourenço ffernandes meteu em posse o dito priol da casa de baffaul que ffoj de Maria ffernandes por chaue e por colmo e por terra e por pedra e por ahj disse que o metia em posse de todalas outras cousas, que a dita Maria ffernandes auja ssegundo he contheudo na carta porque lho a dita Maria ffernandes deu a el e ao dito sseu mosteiro e entregoulhj logo o porn e centeo e trjgo que tjnha Domingos domjngues da coua pela dita Maria ffernandes e da ssa herdade e lhj disse que lhj entregaua e o metia em posse de todalas outras cousas e beens que a dita Maria ffernandes auja na ffregesia de santo Tisso de Prazii ssegundo na dita carta de doaçom era contheudo. E o dito priol por ssj e polo dito seu mostejro rrecebeu a dita posse e deu logo todo de ssa maaom ao dito Domjngos domjngues da coua e el fficou hj de ssa maaom e fficoulhj pelos sseus dereitos. testemunhas Lourenço peres de Prazii. Gonçalo Martins. Martim anes. Affonso gomes. Lourenço ffernandes. Joham duraens da torre. Domjngos martins duluejra e outros. E eu Gil peres tabelliom ssuso dito que a esto ffuj presente e este strumento screuj e meu ssig + nal hj ffiz em testemunho de uerdade que tal he.
Alfredo Pimenta nasceu na Casa de Penouços, freguesia de S. Mamede de Aldão, nas franjas da cidade de Guimarães, a 3 de Dezembro de 1882, numa família de médios proprietários rurais. Viveu depois alguns anos em Braga e voltou à cidade natal em 1892; aí frequenta o Colégio de S. Nicolau no Beringel, onde teve como mestre ‘admirável’ o Cónego José Maria Gomes. Recebeu, em 1893, o prémio da Sociedade Martins Sarmento para o melhor aluno da instrução primária. Órfão de pai e mãe aos dez anos, do seu conselho de família fizeram parte, além do tio Silvestre Pimenta, o médico Dr. Matos Chaves e o também médico e escritor Dr. Joaquim José de Meira, em quem encontrou um amigo. A sua curiosidade leva-o a frequentar a biblioteca da Sociedade Martins Sarmento e a da família Meira. Estabelece laços de amizade com João e José de Meira, cedo desaparecidos, e com Alfredo Guimarães e Eduardo de Almeida, até ao fim da vida. Colabora durante vários anos no Comércio de Guimarães e, com Eduardo de Almeida, funda a revista literária O Burgo Podre. Terminado o Liceu, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1899); aí convive com os vimaranenses D. José Ferrão e Raul Aboim. Casa (1904) com uma senhora coimbrã, D. Adozinda Soares de Brito de Carvalho, de quem tem três filhos: Maria Adozinda, Alfredo Manuel e Maria Gracinda; dos dois mais velhos tem descendência. Em 1904 representa os republicanos de Guimarães no Congresso do Partido Evolucionista, em Coimbra. Entusiasma-se com o estudo da filosofia e da sociologia, envolve-se em actividades políticas e literárias, o que o leva a concluir o curso apenas em 1908. Abre então banca de advogado no Porto, mas desiludido, abandona a profissão e envereda pelo jornalismo e pela política. Em 1910 fixa residência em Lisboa. Chefia o gabinete de António Aurélio da Costa Ferreira, então Ministro do Fomento. Enfileira no Partido Evolucionista, de que redige o Manifesto. É Professor no Liceu Passos Manuel. Vai sempre publicando obras. Nas vésperas do 14 de Maio de 1915, decepcionado, desliga-se do Partido Evolucionista e da República - com a única mágoa de se separar de Guerra Junqueiro - e defende a solução monárquica. Em 1918, durante o consulado de Sidónio Pais, e com o apoio do 2º Conde de Margaride, apresenta-se como candidato monárquico a deputado por Guimarães, renuncia, porém, em favor de Oliveira Salazar, que, uma vez eleito, se retira. Profere inúmeras conferências, continua a colaboração em diversos jornais, publica também poesia. Demarca-se do Integralismo Lusitano, funda a Acção Tradicionalista Portuguesa e posteriormente a Acção Realista. Escreve regularmente no Diário de Notícias o ‘rodapé’ «Cultura Estrangeira - Cultura Portuguesa», n’A Época assina a «Tribuna Livre» que continua n’ A Voz. Recebe em herança de seu tio Padre João Pimenta a Casa da Madre de Deus, «na família, desde, pelo menos, 1762», de fronte da capela de Nª Sª da Madre de Deus de Fora, que transforma de «coisa rústica, sem livros, sem jardim, sem flores, nem sorrisos» numa casa com alma, aberta aos seus amigos, onde instala a sua «livraria de Mumadona» e prossegue incansável o seu trabalho. Em 1931 é nomeado 2º Conservador da Torre do Tombo e Director do Arquivo Municipal de Guimarães (sem remuneração); ao Arquivo, apesar de concelhio, é dada categoria de distrital. Organiza então um vasto espólio constituído principalmente pelos valiosos documentos que o Cabido da Colegiada de Guimarães implacavelmente conservara, resistindo à ordem liberal que mandava reuni-los na Torre do Tombo. Recebidos em cestos de verga nas instalações primeiramente atribuídas, em dois anos, ele e seu irmão Rodrigo, sistematizaram mais de cem mil espécies, do séc. XII ao séc. XIX. Fundou o Boletim de Trabalhos Históricos, com o fito da dar a conhecer os documentos do Arquivo, que ainda hoje se publica. Passa então todos os anos 4 meses em Guimarães. Entretanto apoia Alfredo Guimarães na criação do Museu de Alberto Sampaio. Em 1949 é nomeado Director da Torre do Tombo. Dedica grande parte do seu tempo ao estudo da História publicando diversas obras notáveis entre as quais os Elementos de História de Portugal, destinados ao ensino secundário, onde inova quanto ao método de ensino. Muitas das mais de centena e meia de obras suas publicadas estão relacionadas com a cidade de Guimarães, nomeadamente Os Vimaranis Monumenta Historica e a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães (1936), A Data da Fundação da Nacionalidade - 24 de Junho de 1128 (1939), entre outros. Alfredo Pimenta morreu a 15 de Outubro de 1950, em Lisboa, acabado de regressar de Guimarães. No ano seguinte a sua família, dando cumprimento ao desejo várias vezes expresso, leva os seus restos mortais a repousarem na Capela de Nª Sª da Madre de Deus, com todas as licenças civis e eclesiásticas, acompanhado de governantes e forças vivas e grande número de vimaranenses. A Associação Central da Agricultura Portuguesa mandou, pouco depois da sua morte, inscrever na fachada granítica da Casa da Madre de Deus uma homenagem da lavoura portuguesa «ao pobre lavrador vimaranense que uniu no mesmo abraço cristão o amor à terra e aos humildes que a trabalham». Em 1951 é dado o seu nome a uma das principais artérias de Guimarães e o Arquivo Municipal passa a designar-se ´Arquivo Municipal Alfredo Pimenta´. Em 2003 é condignamente instalado no Palácio dos Navarros de Andrade.
Aspectos interiores e exteriores do Antigo Convento de Santa Margarida (Freguesia rural da Sé), à data propriedade de Luiz Torres.
Trata-se do empréstimo de 1.839.500$00 destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 271, II série, de 22 de Novembro de 1949.
Trata-se do empréstimo de 90 contos a contrair com Rosa Marques de Carvalho, António da Cunha Meneses e José António Vieira, destinado à conclusão do Hospital do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 67, II série, de 23 de Março de 1942.
Nomeação do superintendente, pedidos de isenção do encargo de égua de lista.
Pedido de manutenção de cavalo para padreação; listas de coudelarias e correspondência do superintendente, incluindo listas de cavalos de éguas de lista e relação de pessoas que possuem cavalos.
Peças de colecção particular
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O nome referido no título corresponde ao nome que consta no livro de registo manual do fotógrafo.
O inventariado foi residente em Madalena Vilar. Inventariante: Maria Miquelina
O inventariado foi residente em Encourados. Inventariante: Antonio Joaquim Silva
O inventariado foi residente em BASTUÇO STº. ESTEVÃO
O inventariado foi residente em Bastuco,Santo Estevao. Inventariante: Maria Josefa Santos
O inventariado foi residente em Mondim. Inventariante: Ana Rodrigues
O inventariado foi residente em Fragoso. Inventariante: Jose Goncalves Neto
O inventariado foi residente em Martim. Inventariante: Antonio Rodrigues Silva
O inventariado foi residente em Aguiar. Inventariante: Rosa Felizarda
O inventariado foi residente em AREIAS DE VILAR
O inventariado foi residente em AGUIAR
O inventariado foi residente em GILMONDE
O inventariado foi residente em BASTUÇO
O inventariado foi residente em MANHENTE
Entidade responsável: Juan B. Domencho
Entidade responsável: Companhia de Seguros A Mundial
Filiação: Tome Francisco Silva e Alexandrina Rosa Barbosa. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Paulo Bras e Francisca Simoes. Natural e/ou residente em ESTORAOS,Sao Tome, actual concelho de FAFE e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Pedro Francisco e Maria Vieira. Natural e/ou residente em MOSTEIRO,Sao Joao Batista e GUILHOFREI,Sao Tiago, actual concelho de VIEIRA MINHO e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Francisco Pires Moreira e Lourenca Afonso. Natural e/ou residente em ORBACEM,Santa Eulalia, actual concelho de CAMINHA e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Solteiro, 26 anos de idade. Natural de MONTE,Sao Miguel-FAFE. Destino Rio Janeiro. Jornaleiro.
Casado, 48 anos de idade. Natural de DUME,Sao Martinho-BRAGA. Destino Manaus. Prorpietario. Leva seus filhos Jeronimo de 17 anos e Boaventura de 15 anos
Casado, 45 anos de idade. Natural de FRADELOS,Santa Leocadia-VILA NOVA FAMALICAO. Destino Rio Janeiro. Proprietario. Leva seu filho David de 11 anos
Natural da freguesia de DUME, Sao Martinho, concelho de BRAGA
23 anos de idade. Filiação: Jose Faria. Natural de REMELHE,Santa Marinha-BARCELOS. Destino Rio de Janeiro. Prestou fianca Escreve
Casado, 46 anos de idade. Natural de VILA FRESCAINHA,Sao Martinho-BARCELOS. Destino Rio Janeiro. Agricultor.
Filiação: Domingos Lopes e Maria Campos. Natural e/ou residente em COVA,Sao Joao Batista, actual concelho de VIEIRA MINHO e distrito (ou país) Braga.
Solteiro, 27 anos de idade. Filiação: Jose Antonio Faria. Natural de REMELHE,Santa Marinha-BARCELOS. Destino Para.
Casado, 45 anos de idade. Natural de DUME,Sao Martinho-BRAGA. Destino Manaus.
Filiação: Pedro Rodrigues e Maria Sa. Natural e/ou residente em FORJAES,Santa Marinha, actual concelho de ESPOSENDE e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Manuel Goncalves e Margarida Rocha. Natural e/ou residente em ARCOS,Sao Paio e ESCARIZ,Sao Martinho, actual concelho de Braga e VILA VERDE e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Antonio Francisco e Luzia Antonia. Natural e/ou residente em GILMONDE,Santa Maria, actual concelho de BARCELOS e distrito (ou país) Braga.
Casado, 40 anos de idade. Natural de PASSO,Sao Miguel-VILA VERDE, residente em ORIZ,Santa Marinha-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Agricultor.
Filiação: Antonio Goncalves e Ana Goncalves. Natural e/ou residente em GRADE,Santa Maria, actual concelho de ARCOS VALDEVEZ e distrito (ou país) VIANA CASTELO.
Solteiro, 43 anos de idade. Natural de ORIZ,Santa Marinha-VILA VERDE, residente em BRAGA-SAO LAZARO,Sao Jose-BRAGA. Destino Rio Janeiro. Negociante
Filiação: Alexandre Manuel Carvalho Junior e Ana Marques. Natural da freguesia de ESTE, Sao Pedro, concelho de BRAGA
Filiação: Gaspar Jose Goncalves e Custodia Rodrigues Goncalves. Natural da freguesia de MARTIM, Santa Maria, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Teixeira e Maria Jesus. Natural da freguesia de AMARANTE-SAO GONCALO, concelho de AMARANTE
Filiação: Bento Alves Soares e Rosa Ermelinda Oliveira. Natural da freguesia de PONTE, Sao Vicente, concelho de VILA VERDE
Casado, 34 anos de idade. Natural de FERVENCA,Sao Salvador-CELORICO BASTO. Destino Rio Janeiro. Embarca no Porto
Casado, 34 anos de idade. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Santos. Regressa. Jornaleiro