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Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo e Beatriz Gonçalves, viúva de Álvaro Dias que foi tabelião da vila, que trazia emprazado um ferragial, da referida igreja, localizado na vila, junto à porta de Évora, por vinte reais, pagos pelo Natal. A foreira pede autorização à igreja para renunciar à posse do bem. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, o ferragial a Mendo Afonso, pelo mesmo foro. Redactor: André Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Os beneficiados da igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo concedem licença a João Rodrigues [...] e a sua mulher, Catarina Gil, moradores na vila, para venderem um foro da igreja sobre um assentamento de vinhas, olivais, pomares e terras de pão com casas, situado no Penedo do Judeu, termo de Montemor, a Gaspar Rodrigues Calção, por dez mil e quinhentos reais. Este último ficava obrigado a continuar a pagar o foro de cento e sessenta reais e duas galinhas em cada ano. Redactor: Pedro Lopes, escudeiro, tabelião em Montemór-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria dos Açougues
Traslado de uma carta de D. Diogo, bispo de Évora, referente a um emprazamento de uma vinha e duas courelas de olival da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, que fora feito em 6 de Maio de 1410 em Montemor, a Martim Esteves. O traslado é solicitado a Fernão Martins, vigário de D. Vasco, bispo de Évora, por João Lopes, ferreiro, prioste da referida igreja, morador em Montemor. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da Igreja de Santiago de Montemor-o-Novo
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santa Maria da Vila ou Açougues, de Montemor-o-Novo, e Gil Vasques, morador na vila, que trazia emprazado, em três vidas, um pardieiro, da referida igreja, localizado no arrabalde da vila, por catorze reais brancos e um coelho, pagos pelo Natal. O referido foreiro pede que os clérigos lhes recebam o chão. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram o referido bem, a Gil Lopes, lavrador, e a Constança Gonçalves. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo a João Solteiro e a sua mulher, Beatriz Martins, de uma vinha no termo de Montemor-o-Novo, por trinta e dois reais brancos. A vinha fora antes emprazada a Gomes Vaz, carpinteiro, e a sua mulher, Joana Dias, moradores na vila, mas estes renunciaram ao contrato. Redactor: Pedro (?) Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo e seu termo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nos alpendres do tabelião
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Brites Lourenço, viúva de André Afonso, enxerqueiro, moradora na cidade, que trazia aforadas quatro courelas e um chão, localizadoss no termo da cidade, em Silvarota, no caminho dos Carros, por cem reais brancos. A foreira pede autorização à igreja para vender o imóvel a João Fernandes, tasalho, cerieiro, e a sua mulher, Isabel Lopes, por sete mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a venda, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor, em véspera de natal. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
João Luís, que fora escudeiro de D. Diogo da Silveira, e Isabel Dias, sua mulher, moradores na cidade traziam aforado um chão, da igreja de Santiago, localizado na cidade, perto da rua do Raimundo, por oitenta reais brancos, pagos pela Páscoa. Pedem autorização aos clérigos para vender o domínio útil do chão a Jorge Fernandes, hortelão, e a Margarida Lopes, sua mulher, moradores na cidade, na horta do Cabido, por seiscentos e cinquenta reais brancos, com a condição de se manter o mesmo foro o que lhe é concedido. Redactor: João Furtado, escudeiro, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Martim Lopes, criado de Diogo Afonso. Este trazia aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na rua da Aredada, por vinte cinco soldos, pagos pela Páscoa. Após ter recebido autorização dos clérigos, o foreiro vendeu o domínio útil das casas a Diogo Fernandes, azeitado, por dois mil e setecentos reais brancos. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães.
Sentença de João Vaz, bacharel em cânones, desembragador e ouvidor geral por D. Martinho, arcebispo de Lisboa, relativa a um processo que fora perante o vigário de D. Afonso, bispo de Évora. Este era referente a uma demanda entre João Fernandes, escudeiro, morador em Évora, representado por João Lopes, seu procurador, como autor, e António Rodrigues, escudeiro, morador em Alcáçovas, representado pelo bacharel Cosme Anes, seu procurador, como réu. A demanda era relativa à administração da capela de Maria Godinho, instituída na igreja de Santiago de Évora, mais concretamente sobre a herdade da Alcorovisca, situada no termo do Redondo. Redactor: Lourenço Gonçalves, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença dirimida por Afonso Aires, vigário perpétuo da igreja de Santo Antoninho de Évora, vigário geral do bispo da mesma cidade e criado do falecido infante D. João, relativa a um processo entre Afonso Eanes, prior da igreja de Santiago de Évora, Álvaro Lopes, procurador, mordomo e recebedor do bispo, Vasco Gil, cónego e procurador do cabido da Sé de Évora e Martim de Oliveira, escudeiro, morador em Évora. Os três primeiros acusam o último de não ter pago, durante vários anos, o dízimo do azeite e da azeitona. Redactor: Martim Gonçalves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João de Beja, escudeiro do rei, morador na cidade que trazia de foro umas casas com celeiro e um curral, localizados na cidade, no bairro de São Mamede, por trinta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil dos imóveis a Leonor Lopes, sua sogra, por três mil reais brancos. A igreja autoriza a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
O prior e raçoeiros da igreja de Santiago dão consentimento a Brites Lourenço, moradora em Évora, viúva de André Afonso, enxerqueiro, para vender o foro que pagava em perpétuo à igreja, por quatro courelas de pão, no caminho dos Carros, termo da cidade. O foro era de cem reais brancos e Brites Lourenço queria vendê-lo a João Fernandes Tassalho, cereeiro (?), e a sua mulher, Isabel Lopes, por sete mil reais brancos. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Leonor Rodrigues, viúva de Rodrigo Anes, de umas casas de morada situadas em Évora na rua das Empardeadas, por trinta e cinco soldos, pagos pela Páscoa. Antes estavam aforadas por dez soldos a Afonso Rodrigues, boticário, e a sua mulher, Mécia Lopes, a quem os raçoeiros compraram o domínio útil por quatro mil reais brancos. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Compra que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, do domínio útil de umas casas que tinham aforadas a Afonso Rodrigues, boticário, e a sua mulher, Mécia Lopes, situadas em Évora, na rua das Empardeadas, de que pagavam de foro dez soldos. Os foreiros quiseram vender o domínio útil a André Afonso e a sua mulher, Mor Anes, por quatro mil reais brancos mas os raçoeiros não autorizaram e ficam com as casas pelo mesmo preço para as voltarem a aforar. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Venda que fazem João Vaz e Fernão Vaz, como testamenteiros de Isabel Rodrigues, que fora mulher de Cristovão Vicente, moradores na cidade, a Mécia Lopes, viúva, de umas casas de morada com um quintal, situadas na cidade, na rua das Empardeadas, por quatro mil reais Brancos. As casas eram foreiras à igreja de Santiago de Évora em doze soldos da moeda antiga à razão de setecentas por uma, pagos pela Páscoa. Redactor: Álvaro Martins, vassalo do rei e esrivão público em lugar de Afonso Gonçalves tabelião das notas em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Venda que fazem João Fernandes Castelão e sua mulher,Margarida Anes, moradores em Évora, a Pedro Afonso e a sua mulher, Inês Lopes, de uma casa na cidade na rua onde mora Pedro Afonso, escudeiro do rei, por quinhentos reais brancos. A vinha era foreira à igreja de Santiago de Évora em dez soldos da moeda antiga a setecentas por uma, pagos pela Páscoa. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Domingos Lopes, barbeiro, e sua mulher, Beatriz Eanes. Estes traziam aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, junto ao Chafariz de Mor Mendes. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil da vinha a André Eanes e a sua mulher, Maria Afonso Godinho, moradores no termo de Évora, por oitocentos reais brancos. Redactor: João Furtado, escudeiro, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e João Gonçalves, morador na cidade, que trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, no Caminho dos Carros, por cem reais e uma galinhas, pagos pelo São Martinho. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil da vinha a Diogo Lopes, licenciado, e a Maria Álvares, moradores em Évora, por quatro mil reais brancos. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Rui Fernandes Juzarte, cavaleiro da Casa do Príncipe, e Violante de Carvalhais, que traziam aforada uma casa com um pardieiro, da referida igreja, localizada em Évora, na rua de João Lameira, por dezassete reais, pagos pela Páscoa. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil dos bens a Inês Eanes, servidora de Pedro Lopes, por sete mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção. Redactor: João de Beja, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Frei Tomás, doutor, frade do convento de São Domingos da mesma cidade, que em nome de seu pai trazia emprazadas umas casas, da referida igreja, localizadas na cidade, na rua das Emparedadas. Pede autorização à igreja para vender o domínio útil das casas a Martim Lopes Fagundo e a Maria Eanes, moradores em Évora, por mil e duzentos reais brancos. Redactor: João de Panoias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente, cónego da Sé e prior da igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Diogo Lopes, filho de Lopo Domingues, morador na cidade. Este trazia aforado um quintal, da referida igreja, localizado junto à judiaria da cidade, à Palmeira, por oito soldos de moeda antiga, pagos por Santa Maria de Agosto. Pede autorização à igreja para vender, o referido bem, a Fernão Pires, homem braceiro, morador na cidade, por mil reais brancos. Os clérigos autorizam a venda. Redactor: Martim Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santiago
Aforamento de uma panasqueira da igreja de São Pedro de Évora, localizada no termo da cidade, ao poço da Retorta – confronta com vinha de Vasco de Moura; com vinha de Afonso Lopes; com vinha do Chota; e com azinhaga pública – a Rui Fernandes, trabalhador, e a sua mulher Catarina Martins, moradores em Évora, na rua do Palazim, com a condição de fazerem dela vinha e de pagarem de foro setenta reais e duas galinhas ou trinta reais por cada uma, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Furtado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Aforamento de uma panasqueira com um pedaço de chão da igreja de São Pedro de Évora, localizada no termo da cidade, além do Peito da Galé – confronta com vinha de João Alvares, tecelão; com vinha de Nuno Lopes e com campo baldio – a Martim Anes Cabaço, e a sua mulher Inês Lourenço, moradores na cidade, com a condição de plantarem vinha e de pagarem de foro por cinquenta reais brancos e três galinhas pelo São Martinho. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Carta de venda de um terço do Casal de Riba na freguesia de Santa Eulália de Balazar, termo e jurisdição da vila de Barcelos que faz João Brás, lavrador e sua mulher Maria moradores na Aldeia do casal de Riba na freguesia de Santa Eulália de Balazar, a Gabriel Lopes, mercador, morador em Vila do Conde, em que eles vivem e que herdaram por morte de Martim Pires e Catarina Pires, pais e sogros deles vendedores.
Foram testemunhas André Alvares lavrador morador na dita aldeia do casal da freguesia de Balazar, Fernão Correia mercador e morador na dita vila, António Gonçalves clérigo de missa morador na dita vila e André Martins.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: António de Araújo e esposa Rosa da Silva
2º Outorgante: José de Araújo e esposa Felicidade da Glória
3º Outorgante: Eduardo de Araújo e esposa Engrácia Lopes
4º Outorgante: Camila Mendes e marido Arnaldo Moreira Guimarães
5º Outorgante: Rosa Mendes de Araújo, que também usa o nome de Rosa Mendes
6º Outorgante: Palmira Mendes e marido Daniel de Abreu
7º Outorgante: Daniel Hernâni Araújo Castro, outorgando na qualidade de procurador de Manuel Fernando de Castro, que também usa o nome de Manuel de Castro
8º Outorgante: Joaquim Pedrosa, casado com Emília de Araújo Salgado
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Cirilo Lopes Carneiro, Manuel Alves e Bento Leite Dias de Freitas
2º Outorgante: Rosa Fernanda Alves Guimarães e marido Carlos Caetano Silveira Júnior
3º Outorgante: Maria Adelaide Alves Guimarães e marido José Ramiro da Silva Ferreira
4º Outorgante: Alfredo Fernando Alves Guimarães e esposa Maria José Carneiro Seixas
5º Outorgante: José Romeu Alves Guimarães e esposa Maria do Céu Alves Guimarães
Habilitação por óbito de Cecília Alves, que também usou os nomes de Cecília Alves Dias e Cecília Alves Guimarães
1.º outorgante:
a) Ana Lopes Pontes
b) Joaquim Lopes Pontes e mulher Maria da Felicidade Martins da Silva Guimarães Lopes Pontes
c) Eduardo Lopes Pontes
d) Felicidade Lopes Pontes Batista que também usa Felicidade Lopes Pontes por si e em nome do marido Joaquim Valdemar Correia Batista
e) Alberto Lopes Pontes e mulher Maria Manuela Marinho Freitas
2.º outorgante: Antero Henriques da Silva casado com Esmeralda Augusta Figueiredo da Silva
Livro Nº 35A-67
1.º outorgante: Adelaide Marques de Barros
2.º outorgantes: Maria Helena Marques Lopes de Barros e marido Alberto de Sousa Mascarenhas
3.º outorgante: Lucina Marques Lopes de Barros
4.º outorgante: Maria do Céu Marques Lopes de Barros, acompanhada do marido João Saavedra
5.º outorgante: António Marques Lopes de Barros
6.º outorgante: Manuel Marques Lopes de Barros
7.º outorgante: Domingos Marques Lopes de Barros
A sociedade "Domingos Lopes de Barros, Limitada"
Livro Nº 465-16(v)
1.º outorgantes: Emília Lopes Vieira e marido João Ribeiro de Abreu Carneiro
2.º outorgantes: Cristina Lopes Vieira, que também usa Cristina Fernandes e marido José Barbosa da Silva
3.º outorgantes: Sebastião Lopes Fernandes
4.º outorgantes: Raúl Rocha e Abreu, intervindo como procurador de Palmira Lopes Fernandes e marido Ilídio José Gonçalves de Abreu; Maria Odete Lopes Vieira e marido Henrique Salgado; Amadeu Lopes Fernandes; Manuel Pereira Fernandes e António Lopes Fernandes
Livro Nº 13 B-77.
Contém o processo OB 109/1923 em nome de Joaquim Lopes Rodrigues para prorrogação de licença para continuar a construção.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Imagem reimpressa em 1990
Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado
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Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado
Avós paternos: Francisco Rodrigues de Aguiar e Antónia Rosa de Oliveira Aguiar;
Avós maternos: José Lopes e Maria da Glória Lopes;
Averbamentos:
N.º 1 - Faleceu em 1999-11-29, em freguesia de Santo António, concelho do Funchal, reg. n.º 1780/1999, da CRC do Funchal.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Maria da Conceição Pereira da Costa e Sá e marido Artur Lopes de Oliveira
2º Outorgante: João Pereira da Costa Sá e esposa Maria Amélia Dias de Lima
3º Outorgante: Ana Cândida de Araújo Fernandes casada com Armindo Pereira da Costa e Sá
4º Outorgante: Maria Alzira Fernandes Rodrigues, outorgando na qualidade de procuradora de Armindo Pereira da Costa e Sá
5º Outorgante: Manuel Guedes de Oliveira, outorgando como procurador de Francisco Pereira da Costa, que também usa o nome de Francisco Pereira da Costa e Sá e esposa Antónia de Oliveira
6º Outorgante: Manuel Sá Machado da Silva, outorgando na qualidade de procurador de Maria da Glória Machado da Costa e Sá, de José Pereira da Costa, que também usa os nomes de José Pereira e de José Pereira da Costa e Sá
7º Outorgante: Maria Pereira da Costa e Sá, outorgando por si e como procuradora de seu irmão e cunhada, Manuel Pereira da Costa e Sá e esposa Maria Lopes
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Maria da Conceição Pereira da Costa e Sá e marido Artur Lopes de Oliveira
2º Outorgante: João Pereira da Costa e Sá e esposa Maria Amélia Dias de Lima
3º Outorgante: Ana Cândida de Araújo Fernandes casada com Armindo Pereira da Costa e Sá
4º Outorgante: Maria Alzira Fernandes Rodrigues, outorgando na qualidade de procuradora de Armindo Pereira da Costa e Sá, casado com a terceira outorgante
5º Outorgante: Manuel Guedes de Oliveira, outorgando como procurador de Francisco Pereira da Costa, que também usa o nome de Francisco Pereira da Costa e Sá e esposa Antónia de Oliveira
6º Outorgante: Manuel Sá Machado da Silva, outorgando na qualidade de procurador de Maria da Glória Machado da Costa e Sá e José Pereira da Costa, que também usa os nomes de José Pereira e de José Pereira da Costa e Sá
7º Outorgante:;Maria Pereira da Costa e Sá, outorgando por si e ainda como procuradora de Manuel Pereira da Costa e Sá e esposa Maria Lopes
8º Outorgante: David da Rocha Machado casado com Florinda Machado de Paiva
Avós paternos: Manuel Lopes de Andrade e Antónia Lopes de Andrade;
Avós maternos: Francisco Rodrigues Jardim e Luísa Maria de Sousa;
Averbamentos:
N.º 1 - Com o nome de Maria de Sousa Andrade, casou civilmente com Manuel Pestana Tavares, em 1932-09-10, na Conservatória de Porto Moniz, reg. n.º 39/1932, da CRC de Porto Moniz.
N.º 2 - Enviuvou em 1976-11-12, reg. n.º 39/1932, da CRC de Porto Moniz.
N.º 3 - Faleceu em 1982-11-23, São Paulo, Brasil, reg. n.º 321/1983, da Conservatória dos Registos Centrais;
Informatizado sob o n.º 1963/2014, da CRC de Porto Moniz.
1.º outorgante: Jerónimo José Lopes
2.º outorgante: Deolinda Lopes Lage e marido José de Lima
3.º outorgante: Águeda Lopes Lage e marido António Paulo Fernandes
4.º outorgante: Zulmira Lopes Lage
5.º outorgante: Amélia Lopes Lage e marido Aristides Ribeiro da Costa
6.º outorgante: Clímaco Lage Lopes e mulher Ermelinda Ribeiro Martins
7.º outorgante: Elvira Lopes Lage
8.º outorgante: António da Silva Leite e mulher Adelaide de Oliveira
9.º outorgante: Alice Lopes Leite e marido António Cardoso Lage
10.º outorgante: Elidia Lopes Lage
Por óbito de: Maria Rosa Lage
Livro Nº 393-27
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Lopes. Contém:
1.º - Recibo n.º 1.877, de 19 de julho de 1923, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira;
2.º - Recibo n.º 15, de 19 de julho de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso;
3.º - Recibo n.º 1.128, de 19 de julho de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa.
Valor: 266$00.
