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Alude ao livro de António de Figueiredo. Pede a Alfredo Pimenta para solicitar ao Dr. José O'Neill a publicação dos seus versos.
Pede opinião sobre a obra “A Historia de los Papas”, de Ajustin Saba e Carlos Cartiglioni.
Tece comentários críticos ao atentado infligido ao retrato de Alfredo Pimenta e ao Caetano.
Trata do pedido de Alfredo Pimenta relativo à aquisição do livro “D. João III”.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre os monárquicos. Combina uma visita.
Tece comentários elogiosos à secção «Tribuna Livre», de Alfredo Pimenta, publicada no jornal “A Voz”. Critica o referido jornal.
Revela que não lhe convém romper com a gente d’ “A Tradição” pois ficaria sem periódico para publicar as suas coisas. Alude artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Tradição”.
Tece comentários críticos ao livro Araújo Afonso. Alude a Gabriel Ferreira Marques. Agradece o convite de Alfredo Pimenta para o ir visitar à Madre Deus.
Enaltece a obra Alfredo Pimenta. Fala da “Revista Portuguesa de Filosofia”, do “Correio do Minho” e da obra de Charles Journet. Pede um retrato de Alfredo Pimenta.
Tece comentários elogiosos à separata “Coelho da Rocha e Camilo Castelo Branco”, de Alfredo Pimenta, e ao artigo, também de Alfredo Pimenta, publicado no último número d’ “A Nação”.
Agradece a amabilidade com que o receberam na Madre Deus. Combina um dia para Alfredo Pimenta e família o visitarem.
Faz referência à carta relatório sobre o Caetano. Agradece as palavras de Alfredo Pimenta sobre o seu artigo publicado na “Mensagem”. Pergunta quando será publicado o discurso que Alfredo Pimenta proferiu em Braga.
Pede a Alfredo Pimenta para conseguir uma colocação mais bem remunerada para o seu filho.
Expõe as razões que o levaram a cortar relações com o diretor do “Comércio de Guimarães”. Fala da sua ida com João Ribeiro à Madre Deus. Convida para um almoço em sua casa.
Deseja as melhoras de Alfredo Pimenta e da Dona Adozinda. Fala sobre o João Ribeiro.
Trata da oferta de Alfredo Pimenta do seu retrato, da informação sobre o restabelecimento das relações comerciais com França, da conversa com o Lencastre acerca de Alfredo Pimenta e da publicação do seu artigo.
Participa que leu o artigo que Alfredo Pimenta publicou no “Correio do Minho”, mas ainda não consegue opinar sobre o assunto pois não leu o artigo do padre Mário Martins.
Agradece a carta que Alfredo Pimenta lhe enviou, tanto pelas informações que lhe dá como pela brevidade da resposta.
Trata da visita de Alfredo Pimenta, das razões que o impediram de ir à Madre Deus, do artigo sobre o 5 de Outubro e da separata publicada no jornal “A Nação”.
Participa que o seu diretor, Dr. Coimbra, vai fazer tudo para conseguir o que Alfredo Pimenta deseja. Tece comentários críticos ao duque de Bragança por ter tecido ásperos comentários à Alemanha e aos seus homens superiores, bem como por estar do lado do comunismo e da democracia.
Comunica que o seu diretor manifestou pesar por não lhe ter sido possível ir à Madre Deus. Informa que J[oão] Ribeiro está em Braga, a consultar e a pesquisar arquivos. Pede para Alfredo Pimenta interceder, junto do Dr. João de Almeida, no caso de um amigo.
Agradece o retrato de Alfredo Pimenta. Participa que está de acordo com a opinião de Alfredo Pimenta relativa à discordância do duque de Bragança com a política alemã e tece comentários críticos ao duque de Bragança.
Trata da visita a Alfredo Pimenta e da carta que Gabriel F. Marques enviou para a Curia.
Comunica que falou com J. Ferreira Marques e ficou satisfeitíssimo com o que este lhe transmitiu, o que lhe conta na carta que vai enviar.
Tece comentários elogiosos aos artigos de Alfredo Pimenta sobre a viagem de regresso à Madre Deus e sobre o presidente americano. Informa que João Gomes Ribeiro foi para Guimarães, pensando instalar-se na Penha.
Acusa a receção das cartas de Alfredo Pimenta e agradece as palavras que lhe dirige. Participa que vai tentar encontrar-se com Ferreira Marques e transmitirá a conversa a Alfredo Pimenta.
Fala sobre as indicações de Ferreira Marques e da gratidão e amizade que sente por Alfredo Pimenta. Contém carta manuscrita com as indicações de Ferreira Marques.
Justifica a motivo pelo qual ainda não foi à casa da Madre de Deus. Contém uma listagem, em papel timbrado, datilografada, com os nomes dos responsáveis dos vários Grémios e Comissões Reguladoras.
Lamenta não ouvir mais vezes a palavra experiente e douta de Alfredo Pimenta. Tece comentários críticos à tradução das 24 teses de C. de Barros e participa que vai publicar uma crítica no “Correio do Minho”. Fala do convite de Alfredo Pimenta para o visitar.
Pede para Alfredo Pimenta mandar alguns exemplares da “Carta à Dona Amélia” para pessoas de confiança. Fala sobre a possível resposta do autor das “Lições de Filosofia Tomista” ao seu artigo.
Informa que foi publicada, no “Diário do Governo”, a nomeação da Maria Rita. Fala sobre a abertura do concurso do lugar de 3.º oficial [do Instituto de Medicina Legal do Porto].
Trata das referências elogiosas de Alfredo Pimenta a seu respeito, da amizade e do convite para o visitar na Madre Deus.
Relata a conversa que teve com A. Pinto de Almeida sobre as suas boas relações com António Cruz e a perseguição sistemática de Hitler aos judeus. Critica-o. Tece comentários críticos a algumas pessoas que dizem partilhar da sua maneira de pensar e da de Alfredo Pimenta.
Trata de assuntos do seu quotidiano. Contém um “post scriptum” sobre o artigo acerca do «Non Sum Dignus».
Fala da carta de João Gomes Ribeiro acerca do concurso do Instituto [de Medicina Legal do Porto].
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta intitulado «Portugal no Concílio de Trento». Fala do caso de Alfredo Pimenta com a Academia [Portuguesa da História]. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira
Tece comentários críticos ao “Agora” e comentários elogiosos ao opúsculo “Contra a Democracia”, de Alfredo Pimenta. Incita Alfredo Pimenta a publicar um folheto para orientar as pessoas de bem que seguem a sua doutrina.
Desculpa-se por se ter esquecido do aniversário de Alfredo Pimenta e dá-lhe os parabéns.
Tece comentários elogiosos ao opúsculo [Em defesa da Portugalidade], de Alfredo Pimenta.
Tece comentários críticos ao caso de Alfredo Pimenta com a Academia [Portuguesa da História]. Pede para obter um exemplar da conferência que Alfredo Pimenta proferiu em Coimbra. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Trata da vaga do Instituto de Medicina Legal do Porto e do acolhimento dos artigos de Alfredo Pimenta, no Porto.
Participa o que combinou com João Ribeiro acerca da visita a Alfredo Pimenta. Fala sobre o “Correio do Minho”.
Agradece o "Boletim de Trabalhos Históricos", em homenagem a Alfredo Pimenta.
Pede para enviar um exemplar do número especial da revista "Gil Vicente", de homenagem a António Sardinha, que contém um artigo seu. Contém em anexo um cartão de visita a agradecer o envio desse exemplar e a declarar o seu agrado por ter encontrado um artigo do amigo César Oliveira.
Elogia os artigos da “Acção”. Refere o Lopes Vieira e elogia as crónicas de Armando Silva. Confia que a paz chegue depois de o exército alemão derrotar os bolcheviques.
Comenta o caso do capitão Peter von Eyken, preso em Portugal. Refuta a teoria que ele seja comunista. Critica a atitude da polícia e salienta o apoio dado por compatriotas alemães. Valoriza o capitão que libertou Mussolini.
Envia dois artigos do jornal “Sol”, um de Rolão Preto e o outro de Lelo Portela. Comenta os dois artigos. Informa que o capitão Peter von Eyke já está n’ Argentina, graças a Isabel Campos.
Exalta a região minhota, as festas, as romarias e as paisagens. Envia vários artigos do “Sol” relativos a Rolão Preto e à polémica entre este semanário e a “Acção”. Comenta a atitude dos jornais em relação ao documento fornecido pelo governo referente aos americanos nos Açores. Comenta as atitudes e posições de Rolão Preto.
Esclarece a razão por que não citou o nome de Alfredo Pimenta ao fazer referência ao livro “D. João III”.
Morada: Lages Chaviães Averbamentos: Transferido em 15/Junho/1990
Morada: Corujeiras Vila Matrícula antiga: MLG 28-90
Morada: Vinhas Paços Matrícula antiga: MLG 19-40
Morada: Carvalhiças Vila Matrícula antiga: MLG 04-90