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Minuta de carta manuscrita assinada, de Berlim, em papel de luto timbrado com as iniciais "VP".
Minuta de carta manuscrita assinada, da Casa de Pindela, em papel timbrado "Casa de Pindela".
Minuta de carta manuscrita assinada. Faz parte do Maço "Sanatorios da Madeira 8 d´Abril de 1907…", que contém CP 14627 a CP 14686.
Minuta de carta manuscrita da Província de S. Tomé e Príncipe.
Minuta de carta manuscrita em papel timbrado do Palácio do Governo da Província de S. Tomé e Príncipe.
Minuta de carta está no maço "Correspondência particular com Eduardo Vilaça em Novembro de 1905 (Madeira, modus vivendi, comercial, etc.)" que contém CP 14752 a CP 14762.
Minuta de carta manuscrita no envelope CP 14278 com CP 14280. Documento no envelope CP 14271 que contém CP 14272 a CP 12290.
Minuta de carta manuscrita dirigida ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Carlos Roma du Bocage. Documento no envelope CP 14271 que contém CP 14272 a CP 12290. Ver também http://www.arquivoalbertosampaio.org/details?id=53061
Minuta de carta manuscrita dirigida ao Ministro dos Negócios estrangeiros Carlos Roma du Bocage. Documento no envelope CP 14271 que contém CP 14272 a CP 12290. Ver também http://www.arquivoalbertosampaio.org/details?id=53061
Este documento está no maço CP 14527, juntamente com CP 14528 a CP 14537.
Este documento está no maço CP 14527, juntamente com CP 14528 a CP 14537.
Este documento está no maço CP 14527, juntamente com CP 14528 a CP 14537.
Este documento está no maço CP 14527, juntamente com CP 14528 a CP 14537.
Esta minuta de carta está no maço CP 14527, juntamente com CP 14529 a CP 14537.
Minuta de carta manuscrita de Berlim, em papel timbrado "V.P.": Esta minuta de carta pertence ao maço que contém CP 12604 a CP 12615.
Este documento está junto com CP 13659 a CP 13362. Este documento está no maço “Papeis relativos à herança dos Sres. Visconde de Pindella", que contém CP 13656 a CP 13662.
Minuta de carta manuscrita sobre as "Marcas de Fantasia" e a Lei dos Vinhos 1909. Minuta dentro do envelope CP 12594, junto com CP 12595 a CP 12602.
Minuta de carta manuscrita sobre as "Marcas de Fantasia" e a Lei dos Vinhos 1909. Minuta dentro do envelope CP 12594, junto com CP 12595 a CP 12602.
Minuta de carta manuscrita sobre as "Marcas de Fantasia" e a Lei dos Vinhos 1909. Minuta dentro do envelope CP 12594, junto com CP 12595 a CP 12602.
Minuta de carta manuscrita sobre as "Marcas de Fantasia" e a Lei dos Vinhos 1909. Minuta dentro do envelope CP 12594, junto com CP 12595 a CP 12602.
Este documento pertence ao maço CP 13647, juntamente com CP 13648 a CP 13651.
Manuscrito com folhas cosidas em papel timbrado "Causa Publica 5 reis", numa "Pasta nº 11 Cazal Nº 108 C". Este documento estava na “Caixa 11”, que contém CP 13211 a CP 13245.
Manuscrito com folhas cosidas. O título dado pelo Abade de Tagilde e nota "foi reformado no livro nº 1 a folha 169. Prazo do casal do Muro, em Mouquim". Faz parte do documento composto CP 4043 com título "Pindela".
Impresso e manuscrito. Recibo referente a uma casa em Brito, da família da V. Eulália e que ficou para o Conde de Arnoso.
Manuscrito com folhas cosidas em papel timbrado "Cauza publica 10 reis", na "Pasta nº 2 Cazal nº1 F". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142.
Manuscrito com folhas cosidas, na "Pasta nº 2 Cazal nº1 M". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142.
Manuscrito com folhas cosidas, na "Pasta nº 2 Cazal nº1 L". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142.
Manuscrito em papel azul timbrado 80 reis. Junto com CP 12966(1). Documento da Conservatória de Registo Predial da Comarca de Vila Nova de Famalicão.
Manuscrito em papel azul timbrado 10 reis, com folhas cosidas. "Pasta nº 4 Cazal 11 B". Este documento estava na “Caixa 4”, que contém CP 12559 a CP 12976.
Manuscrito com folhas cosidas. "Pasta nº4 Cazal 13 A". Este documento estava na “Caixa 4”, que contém CP 12559 a CP 12976.
Demonstra a sua insatisfação ao seu primo pela falta de notícias e diz que não lhe perdoa o facto de não ter sido nomeado um dos procuradores no processo de Bernardim Freire de Andrade, irmão do primeiro, bem como pelo mesmo ter seguido para outra repartição. Copia a Portaria, de 5 de Setembro de 1815, em que o Príncipe-Regente D. João, autoriza a família de Bernardim Freire de Andrade, Oficial General Encarregado do Governo de Armas do Partido do Porto e Comandante em Chefe das Tropas nas Províncias do Norte que foi assassinado [em Braga], a imprimir o processo deste, onde conste a inocência, o zelo, a honra e a fidelidade com que serviu em todas as comissões de que foi encarregue.
O A., Visconde de Anadia, [Min. Plenipotenciário português em Berlim], [1.º Conde do mesmo título em 1808], a pedido de Lord Carisfort, remete o incluso ao amigo António de Araújo de Azevedo, [Min. Plenipotenciário em licença de serviço desde 1798]. O portador é [Rodrigo] Navarro [de Andrade], [Encarregado de Negócios na mesma localidade].
Recomenda à proteção do amigo António de Araújo de Azevedo, o portador da carta, o qual "esteve m[ui]tos anos em caza de meu Pay, e q[ue] elle e mais minha May sempre protegerão".
Pede a protecção do Conde da Barca para o Dr. Luís António Rebelo, secretário da Junta de Saúde Pública, que se dirige para o Brasil, com uma procuração geral do autor para tratar de assuntos da casa deste.
Apesar de ter sido informado, pela carta de António de Araújo do ano passado, que seu pai [1.º Marquês de Olhão] tinha direito aos emolumentos do Governo da Torre [de Belém], nada recebeu. Pede ao dest. que exponha esta situação ao Marquês de Aguiar e que a resposta seja imediatamente enviada para si ou para o Marechal General.
Suplica a António de Araújo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], a mercê de "beijar a Real Mão do Príncipe-Regente" em sinal de agradecimento pela autorização que possibilita o seu regresso ao reino. Solicita a António de Araújo, como "Filósofo Christão", a promoção do seu requerimento na Real Presença onde pede a aposentação em Agravos ou em um dos Tribunais Maiores com o ordenado por inteiro em virtude do "miseravel estado de saude".
Anuncia o seu regresso a Portugal dentro de quatro dias. Renova as súplicas, já expostas na última carta, para obter a proteção de António de Araújo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], junto de S.A.R..
Invocando a sua antiga função de Dama Camarista de "S.A.R. o Senhor D. Pedro Príncipe Real do Reino Unido de Portugal Brasil e Algarves", solicita ao Conde da Barca que concorra quanto lhe for possível para serem despachados os requerimentos inclusoa e que apresente a Sua Majestade a carta em anexo.
O A., informa que recebeu a carta que António de Araújo dirigiu a seu pai na altura em qu estava a acabar de aprontar as cópias das Mercês dos títulos de conde de Oeiras e de marquês de Pombal que o dest. havia solicitado. Como não sabe se os requerimentos enviados em 1.ª e 2.ª via foram recebidos, o A. prepara um outro com a Sentença de Habilitação.
O autor, Conde da Redinha Sebastião, remete ao amigo António de Araújo a 2.ª via dos requerimentos da Casa de seu pai, e um outro em que solicita a autorização de S. A. R. para trasladar o corpo de seu Avô de Pombal para a Paroquial Igreja de Nossa Senhora das Mercês da qual era Padroeiro.
Encarregue por seu pai, participa ao amigo António de Araújo que está ajustado o casamento de seu irmão Nuno ?Sarpás? de Carvalho Daun e Lorena com D. Maria Vcitoria de Sampayo, filha dos condes de São Payo. Confiando na honra e benignidade com que o destinatário trata a sua família, Redinha solicita o envio da Licença Régia para o dito enlace. Pelas notícias que continuamente recebe da liberdade da Península, espera em pouco tempo poder ter a honra de beijar a mão de S.A.R..
Acusa a receção da carta de 14 de Dezembro em que António de Araújo renovava os sentimentos pelo falecimento do tio [2.º Marquês de Pombal]. Agradece as expressões com que o distingue e os esforços desenvolvidos para o sucesso do requerimento de seu pai e pela continuação da memória do Avô. Perante a impossibilidade física de seu pai, foi encarregue da Administração da casa deste. Apesar de não ter escrito ao Oliveira, tem recebido algumas cartas dele em que lhe comunicava a sua partida no primeiro navio. O mesmo está encarregue do requerimento do autor em que pede uma comenda "mais pela condecuração que pelo rendimento".
Atendendo ao reconhecimento eterno, amizade e consideração com que António de Araújo de Azevedo sempre distinguiu a família de Pombal, solicita-lhe que beije a mão de S.A.R. e coloque na Sua Presença os requerimentos inclusos, contendo a Sentença de Habilitação nas Justificações do Reino, para que o mesmo Senhor confirme as mercês.
Manifesta o seu desconhecimento se António de Araújo recebeu o Decreto e as mercês feitas por D. José I à Casa de Pombal em remuneração pelos serviços prestados pelo Tio Francisco. Remete os seguintes requerimentos pelo Capitão Daniel para que sejam colocados na presença régia: o rquerimento para as confirmações dos despachos da Casa junto com a Sentença de Habilitação nas Justificações do Reino; cópia do Decreto dos Despachos pelos serviços do Tio Francisco; a sobrevivência da Comenda da Casa de redinha para o seu irmão; a representação para obter a licença para se tresladar o cadáver do Avô para o jazigo da Casa de Pombal na Igreja de Nossa Senhora das Mercês. Votos de vigorosa saúde. Em P.s. solicita ao destinatário que entregue a carta em anexo ao Oliveira.
Remete ao amigo António de Araújo a Exposição da causa que opõe a sua família aos Ratton. Fá-lo não com o intuito de se queixar das injustiças, mas para que a mesma seja consultada por mais de dois letrados e também por Ministros a fim de alcançar um parecer sobre se uma causa tão séria deveria ou não ser tornada pública. Refere-se aos requerimentos anteriormente expedidos e aos respectivos despachos.
Pública-forma dos Autos Cíveis de Embargo à Primeira, que opõe o Conde da Redinha a Diogo Ratton, em virtude da acção de despejo movida pelo primeiro sobre o segundo, relativamente ao Palácio e Casas da Rua Formoza.
Relata a correspondência trocada entre Sir Francis Baring e Jacinto Fernandes Bandeira.
Acusando a receção das credenciais no dia 2 de Outubro de 1801.
Participa a entrega das credênciais ao Presidente do governo holandês no dia 12 do mês anterior.
Anuncia a sua partida de Amesterdão para Hamburgo onde aguardará pela resposta às questões que colocou sobre a nova missão.