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Requerente: Firma J. Bastos & Laranjeiro Lda, com sede na Rua Dr. Abílio Torres, freguesia de Caldas São João Assunto: Averbamento de licenças de toldes em nome da firma
Luís Henrique Cardoso Martins de Menezes, filho de João Cardoso Martins de Menezes e de Helena Madalena de Soutomaior Felgueiras e Sousa, nasceu na Casa da Veiga, São Pedro de Azurém, em Guimarães, a 1 de outubro de 1897 e faleceu no Porto a 20 de fevereiro de 1993. Casou na capela de Pindela, em Vila Nova de Famalicão, a 8 de abril de 1943, com a prima e co-irmã Clotilde Helena Felgueiras e Sousa (1907-1985), filha de Ângelo Leopoldo da Cruz e Sousa, Coronel de Infantaria, chefe do Gabinete do Ministro de Guerra, e de Ana Angelina Soutomaior Felgueiras. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, pp. 57-58
Joana Maria de Araújo, senhora do Casal de Minotes, filha de Domingos de Araújo do Carvalhal e de Domingas Gomes, nasceu na Casa do Carvalhal, a 10 de dezembro de 1739, e faleceu a 7 de maio de 1815. Casou na igreja de São João de Pencelo a 11 de março de 1760 com o seu primo Luís Martins da Costa, Senhor da Casa de Minotes em Santa Eulália de Fermentões, filho de Margarida da Costa e de António Martins Bernardes, Senhor do Casal da Taipa em São Lourenço de Selho. Tiveram oito filhos, entre os quais, a Luísa Rosa, 7ª senhora da Casa de Margaride e Joana Martins da Costa, Senhora da Casa da Ribeira. Além do Félix Martins da Costa, os restante permaneceram no estado de solteiros. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
João Jorge Maltieira e Silva filho de João Silva e de Emília Maltieira, nasceu no Cartaxo a 18 de julho de 1908 e faleceu no Rio de Janeiro a 2 de fevereiro de 1994. Tirou o Curso Superior de Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa. Foi professor do ensino técnico na Escola Industrial de Domingos Sequeira, em Leiria, na Escola Comercial e Industrial em Guimarães e na Escola Faria de Guimarães, no Porto. Enquanto ceramista desenvolveu esta sua especialidade artística na Fábrica de Sacavém, na Fábrica Vieira da Natividade, em Alcobaça, e em Araruama, no Brasil, entre outras. Foi igualmente vogal e diretor da Sociedade Nacional de Belas Artes e diretor artístico da Exposição do Ribatejo, realizada no Cartaxo. In: https://www.cm-cartaxo.pt/Info/Agenda/Documents/2017/olhares-guiao-exposicao.pdf
A primeira evidência documental à existência do 5º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro de distribuição cível de 1841, em que é escrivão António Silvério dos Santos (1841/1844). Seguem-se-lhe na função os escrivães João de Freitas Costa Brandão (1842/1879), António de Freitas Carneiro de Oliveira (1860), José de Abreu Guimarães (1870), Miguel Duarte Monteiro (1872), Manuel Fernandes da Silva Correia (1880), Joaquim Inácio Abreu Vieira (1882/1900), Manuel Fernandes Silva Correia (1876), Manuel José da Silva Pereira (1886), José Fernandes Ribeiro (1886), João António da Fonseca Saraiva Caldeira (1899-1904), Inácio José Leite Guimarães (1920), José Maria Batista Ribeiro (1916-1930). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, Decreto n.º15344 de 12 de abril de 1928, é alterado o mapa das circunscrições judiciais definido para Guimarães, fixando em quatro o n.º de ofícios e de escrivães. O último escrivão a exercer no ofício foi José Maria Batista Ribeiro até 1930, passando o referido escrivão posteriormente para o 4º ofício.
A primeira evidência documental à existência do 5º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro de distribuição cível de 1841, em que é escrivão António Silvério dos Santos (1841/1844). Seguem-se-lhe na função os escrivães João de Freitas Costa Brandão (1842/1879), António de Freitas Carneiro de Oliveira (1860), José de Abreu Guimarães (1870), Miguel Duarte Monteiro (1872), Manuel Fernandes da Silva Correia (1880), Joaquim Inácio Abreu Vieira (1882/1900), Manuel Fernandes Silva Correia (1876), Manuel José da Silva Pereira (1886), José Fernandes Ribeiro (1886), João António da Fonseca Saraiva Caldeira (1899-1904), Inácio José Leite Guimarães (1920), José Maria Batista Ribeiro (1916-1930). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, Decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterado o mapa das circunscrições judiciais definido para Guimarães, fixando em quatro o n.º de ofícios e de escrivães. O último escrivão a exercer no ofício foi José Maria Batista Ribeiro até 1930, passando o referido escrivão posteriormente para o 4º ofício.
Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, 9ª Senhora da Capela de Santo António, em S. João Baptista de Arroios, Vila Real (por renúncia de seu irmão D. João e partilhas legais), nasceu em 3-8-1838, em S. Pedro de Vila Real, filha de Bernardino Felizardo Rebelo Carvalho, proprietário e alferes de cavalaria, reformado dos Dragões de Chaves, e de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Em 5-7-1866, casou com Luís Cardoso Martins da Costa Macedo, 1º Conde e 1º Visconde de Margaride, na capela da Casa da Portela, São Jorge de Selho, Guimarães. Herdou os morgadios de seus pais. Faleceu, em 31-12-1911, na Casa do Carmo, Santa Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães. in: CONDE DE MARGARIDE: Correspondência Política (1870-1918) / Abel Rodrigues. Lisboa: Alêtheia Editores, 2015.
A primeira referência documental à actividade desenvolvida pelos tabeliães deste Segundo Cartório de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1900, pertencente a João Augusto de Seixas. Seguem-se-lhe na função os notários Joaquim Lopes Oliveira, João Corsino Caldeira Albuquerque Vilhena, Francisco Moreira Sampaio, António Alves Cunha Silva e Luis Filipe Miranda Aviz Pereira de Brito. Com a entrada em vigor do Código de Notariado (decreto-lei n.º 42 933 de 20 de abril de 1960), passou este Cartório a ser o 2.º Cartório Notarial de Guimarães. O primeiro indício surgiu num livro de notas do notário Luís Filipe Miranda Aviz Pereira de Brito, em 1960. O último notário deste Cartório, com sede na Secretaria Notarial de Guimarães, foi Alpídio Gonçalves.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 2.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1609, pertencente a Francisco Peixoto Carvalho. Por volta de 1649 era proprietária do ofício Helena Machado Morgade, que recebeu o ofício de Francisco Peixoto de Carvalho, seu pai. Esta casou com Francisco da Costa Mesquita que viria a ser o proprietário. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, mencionam-se ainda Francisco Veloso e João Rebelo Martins Fernandes e no séc. XVIII e XIX, António Machado de Azevedo, João Alves de Araújo, José da Costa e Manuel Leite de Faria e Sousa e Paulo José de Freitas, respetivamente. No ano de 1869 surgem as primeiras referências a um 2.º Ofício, no qual exercia funções, como tabelião, Bento José Ferreira Porto. O último notário deste cartório, situado, à época, na rua Gravador Molarinho, foi Manuel Ribeiro Sousa Mascarenhas.
A primeira evidência documental à existência do 5º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro de distribuição cível de 1841, em que é escrivão António Silvério dos Santos (1841/1844). Seguem-se-lhe na função os escrivães João de Freitas Costa Brandão (1842/1879), António de Freitas Carneiro de Oliveira (1860), José de Abreu Guimarães (1870), Miguel Duarte Monteiro (1872), Manuel Fernandes da Silva Correia (1880), Joaquim Inácio Abreu Vieira (1882/1900), Manuel Fernandes Silva Correia (1876), Manuel José da Silva Pereira (1886), José Fernandes Ribeiro (1886), João António da Fonseca Saraiva Caldeira (1899-1904), Inácio José Leite Guimarães (1920), José Maria Batista Ribeiro (1916-1930). Com a promulgação do Estatuto Judiciário, decreto n.º 15344 de 12 de abril de 1928, é alterado o mapa das circunscrições judiciais definido para Guimarães, fixando em quatro o n.º de ofícios e de escrivães. O último escrivão a exercer no ofício foi José Maria Batista Ribeiro até 1930, passando o referido escrivão posteriormente para o 4º ofício.
Luís Henrique Cardoso Martins de Menezes, filho de João Cardoso Martins de Menezes e de Helena Madalena de Soutomaior Felgueiras e Sousa, nasceu na Casa da Veiga, São Pedro de Azurém, em Guimarães, a 1 de outubro de 1897 e faleceu no Porto a 20 de fevereiro de 1993. Casou na capela de Pindela, em Vila Nova de Famalicão, a 8 de abril de 1943, com a prima e co-irmã Clotilde Helena Felgueiras e Sousa (1907-1985), filha de Ângelo Leopoldo da Cruz e Sousa, Coronel de Infantaria, chefe do Gabinete do Ministro de Guerra, e de Ana Angelina Soutomaior Felgueiras. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, pp. 57-58
O vínculo primitivo da Capela de Santo António de Arroios, em Vila Real foi instituído pelo Padre António Álvares Coelho (1623- 1699), Reitor de Vale de Nogueiras e por seu irmão, Cristóvão Álvares Coelho (1629-1692), Desembargador, filhos de Domingos Esteves de Carvalho (c. 1573- ), Senhor da Casa de Arroios e de sua mulher D. Cecília Alvares Coelho (1589- ), que aparece a administrar em Arroios em 1643. Ambos os irmãos registam os seus testamentos no cartório do tabelião, João Pereira de Carvalho em Vila Real, com normas bastante rígidas para serem cumpridas pelos seus sucessores. Contudo, em 1799, Manuel Cardoso Pereira Pinto de Menezes (1740-1811), Moço Fidalgo da Casa Real por sucessão, 6º Senhor da Capela de S.to António de Arroios, em Vila Real a 5-3-1799, 6º Senhor do Morgado de Paredes em Resende e 9º Senhor do Morgado de Arroios, desfez-se dos bens vinculares que possuía em Arroios (quinta, casa e capela) e mais bens de raiz que tinha no lugar de Gouvinhas, Vila Real, vendendo-os por escritura de compra de 28-5-1806, ao Dr. António Rebelo de Matos Rocha e a seus irmãos. Destes, o único irmão que teve geração foi João Rebelo de Matos e Rocha, 7º Senhor da Capela de Santo António de Arroios, em Vila Real (em co-propriedade juntamente com seus irmãos a 28-5-1806), que deixou um filho natural chamado Bernardino, da sua ligação com D. Francisca Leocádia de Meireles. Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, legitimado por alvará régio de 5-11-1831, sendo após a morte de seu pai, 8º Senhor da Capela de S.to António de Arroios em S. João Baptista de Arroios, Vila Real. Este, casou, em 1831, com D. Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, irmã Cristóvão Álvares Coelho, instituidores do Morgado de Arroios, em Vila Real voltando assim a capela às origens familiares. Deste casamento nasceram, entre outros: D. João Rebelo Cardoso de Menezes, Bispo-Coadjutor de Lamego (1887-1890), Arcebispo titular de Mitilene (1884-1887) e Arcebispo titular de Larissa (1887-1890) e D. Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, 9ª Senhora da Capela de S.to António em S. João Baptista de Arroios, Vila Real (por renúncia de seu irmão D. João e partilhas legais, casada com Luís Cardoso Martins de Menezes, 1º conde Margaride). Poucos meses após a morte de D. Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, Condessa de Margaride, foi realizada escritura de venda dos bens e capela de S.to António a seu filho primogénito Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, 2º Conde de Margaride por seus cinco irmãos (Luísa, João, Luís, José e Alberto) a 1-5-1912, ficando na sua posse exclusiva até à morte do mesmo, ocorrida em 17-4-1933. Em 27-11-1993, a Capela de S.to António em S. João Baptista de Arroios, Vila Real é classificada como IIP - Imóvel de Interesse Público, por decreto n.º 45/93, do Diário da República, Iª Série-B, n.º 280 de 30-11-1993. A 9-3-1998, foi feita a doação da Capela de S.to António de Arroios, Vila Real por diversos membros da família Margaride à junta de freguesia de Arroios, com a obrigação de zelar pela proteção e recuperação da capela; mantê-la como local de culto; e guarda dos túmulos dos ascendentes lá sepultados. In: MENEZES, Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso - “O morgadio e vínculo da Capela de Santo António de Arroios em Vila Real”.
O ciclo de inaugurações de várias obras no concelho de Mafra, decorrido no dia 20 de Maio de 1950, com a presença do Ministro das Obras Públicas, Eng.º Frederico Ulrich, do Subsecretário de Estado da Assistência Social, Dr. Joaquim Trigo de Negreiros, do Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira, e do Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, foi noticiada no jornal "O Concelho de Mafra" (nº 534, de 21 de Maio de 1950). De acordo com o noticiado, depois de almoço, foi inaugurado o edifício destinado a Infantário e Asilo da Santa Casa da Misericórdia da Ericeira. A imagem retrata a saída da comitiva do edifício, após a inauguração. Identificados, em primeiro plano: 1- Maria do Rosário Neto de Almeida; 2- Ministro das Obras Públicas, Eng.º Frederico Ulrich; 3- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 4- Artur Patrocínio. Atrás, identificam-se Maria Adelaide Salvação, o Subsecretário de Estado da Assistência Social, Dr. Joaquim Trigo de Negreiros, e o Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira.
Inauguração de várias obras no concelho de Mafra, nomeadamente, as escolas primárias de Santo Isidoro, Caeiros - Achada e Murgeira, e novos arruamentos, esgotos e uma cabine telefónica em Ribamar, com a presença do Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira, e do Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, conforme noticiado no jornal "O concelho de Mafra" (de Dezembro de 1952). Depois de Santo Isidoro e Ribamar, procedeu-se à inauguração da escola primária em Caeiros-Achada, igualmente do "Plano dos Centenários", a qual foi benzida pelo Reverendo Agostinho Vicente Duarte. Discursou a Professora D.ª Maria de Albuquerque e Silva, o Sr. Marcolino Batalha, em nome dos habitantes, e o Governador Civil. Por fim, inaugurou-se a escola da Murgeira, também do Plano dos centenários", na qual discursou a Professora D.ª Maria Licínia Oliveira Manso e o Sr. Álvaro de Vasconcelos. A imagem corresponde ao momento em que o Governador Civil de Lisboa corta a fita simbólica colocada na porta da escola (Caeiros-Achada ou Murgeira). Identificados, à frente: 1- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira; 2- Padre Agostinho Vicente Duarte (?); 3- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes. Atrás, em segundo plano, identificam-se: Joaquim Moreira da Silva Cunha e Engenheiro Segismundo Saldanha.
Inauguração de várias obras no concelho de Mafra, nomeadamente, as escolas primárias de Santo Isidoro, Caeiros - Achada e Murgeira, e novos arruamentos, esgotos e uma cabine telefónica em Ribamar, com a presença do Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira, e do Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, conforme noticiado no jornal "O concelho de Mafra" (de Dezembro de 1952). Depois de Santo Isidoro e Ribamar, procedeu-se à inauguração da escola primária em Caeiros-Achada, igualmente do "Plano dos centenários", a qual foi benzida pelo Reverendo Agostinho Vicente Duarte. Discursou a Professora D.ª Maria de Albuquerque e Silva, o Sr. Marcolino Batalha, em nome dos habitantes, e o Governador civil. Por fim, inaugurou-se a escola da Murgeira, também do Plano dos centenários", na qual disrcursou a Professora D.ª Maria Licínia Oliveira Manso e o Sr. Álvaro de Vasconcelos. A imagem corresponde ao momento em que o Governador Civil de Lisboa corta a fita do portão que dá acesso ao recinto do recreio da escola (Caeiros-Achada ou Murgeira). Identificados: 1- Dr. Afonso Marchueta; 2- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira; 4- Joaquim Maria Marques; 5- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes.
Inauguração de várias obras no concelho de Mafra, nomeadamente, as escolas primárias de Santo Isidoro, Caeiros - Achada e Murgeira, e novos arruamentos, esgotos e uma cabine telefónica em Ribamar, com a presença do Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira, e do Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, conforme noticiado no jornal "O concelho de Mafra" (de Dezembro de 1952). Depois de Santo Isidoro e Ribamar, procedeu-se à inauguração da escola primária em Caeiros-Achada, igualmente do "Plano dos centenários", a qual foi benzida pelo Reverendo Agostinho Vicente Duarte. Discursou a Professora D.ª Maria de Albuquerque e Silva, o Sr. Marcolino Batalha, em nome dos habitantes, e o Governador Civil. Por fim, inaugurou-se a escola da Murgeira, também do Plano dos centenários", na qual discursou a Professora D.ª Maria Licinia Oliveira Manso e o Sr. Álvaro de Vasconcelos. A imagem corresponde ao momento em que o Governador Civil de Lisboa e restantes individualidades atravessam o recinto do recreio da escola (Caeiros-Achada ou Murgeira). Identificados, à frente: 1- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira; 2- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes. Atrás, em segundo plano, identificam-se: Dr. Afonso Marchueta, Dr. Domingos Machado Pereira, Joaquim Moreira da Silva Cunha, Engenheiro Segismundo Saldanha e Padre Agostinho Vicente Duarte (?).
Reportagem fotográfica referente a Comemorações do 22 de Outubro, assinalando-se o 213º aniversário da Sagração da Basílica de Mafra, em 1943, de três casas fotográficas (Manuel de Jesus Neves, Agência Geral de Reportagem Fotográfica e STEF - Reportagens Fotográficas). Retrata a visita do Ministro das Obras Públicas, Eng. Duarte Pacheco, em representação do Presidente da República, General António Óscar de Fragoso Carmona, a Ericeira e a Mafra, bem como a homenagem realizada pela mesma ocasião ao Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes, e a inauguração do abastecimento de água à Ericeira e a Mafra. A visita do Eng. Duarte Pacheco, acompanhado pelo Governador Civil de Lisboa, o Coronel Lobo da Costa, começou na vila da Ericeira, onde se procedeu à inauguração simbólica do abastecimento de água à Ericeira, em sessão solene decorrida no Cine-Casino da Ericeira (actual Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva). Em Mafra, decorreu uma sessão de boas vindas ao Ministro, na Sala do Tribunal Judicial (então instalado no Palácio Convento), e a homenagem ao Capitão João Lopes, que incluiu, para além de vários discursos, a imposição das insígnias de Oficial da Ordem de Cristo, feita pelo Ministro das Obras Públicas em nome do Presidente da República. Seguiu-se a inauguração do abastecimento de água a Mafra e, depois do Ministro das Obras Públicas e Governador civil de Lisboa terem regressado a Lisboa, realizou-se um banquete no Salão nobre da Câmara Municipal (então instalada no Palácio).
A colecção apresenta imagens da década de 1960 e inícios de 1970. As temáticas representadas são bastante variadas, destacando-se as reportagens sobre a Feira de São João, as reportagens de viagem, monumentos de Évora e de outros locais, aspectos da vida social de Évora (casamentos e festas, particulares e de instituições), retratos, cenas agrícolas, bem como imagens de carácter artístico, com as quais o fotógrafo concorria a exposições e concursos de fotografia.
Cascais: Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, n.º 1, 1943. Contém "Relatório" das atividades do Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães, por Branquinho da Fonseca; "Esboço arqueológico do concelho de Cascais", por Afonso do Paço e Fausto J. A. de Figueiredo; "Habilitações «de genere» da Câmara Eclesiástica de Lisboa", por Jorge Moser; "O Hospital da Misericórdia de Cascais", por João da Cruz Viegas; e "O brasão de armas do Conde de Castro Guimarães", por Rui Dique Travassos Valdez
Maria Amália Ana Júlia Cardoso de Macedo Menezes, filha de Luís Cardoso de Macedo Martins de Menezes, Senhor da Casa do Carmo, e de Júlia Leonor Pinheiro Lobo Machado (Pindela), nasceu na Casa do Carmo a 16 de março de 1925. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 108.
Joaquina Rosa Cândida de Araújo Martins da Costa, filha de Joana Maria de Araújo Martins da Costa e de Jerónimo Ribeiro Bernardes, Senhores da Casa da Ribeira, era Senhora das quintas de Sino de Vila, Valinhas, Outeiro, Pomarinho em Santa Eufémia, Tulhas em Corvite, Paço em Santa Leocádia de Briteiros, etc.. Nasceu na Casa da Ribeira, em São João de Ponte, em 1797, e faleceu na rua do Gado em 1862.
Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, casou, em São João Baptista, Almeirim, Santarém, a 26-11-1892, com Ana Francisca de Paula Assis de Borja Xavier de Sales Maria José Gabriela Joana Gonzaga Braamcamp da Cruz Sobral de Almeida Castelo Brannco de Narbonne-Lara de Mello Breyner. Viveram na Casa de Margaride.
Família oriunda da freguesia de São Lourenço de Sande no concelho de Guimarães, cuja a origem remonta a Sebastião Gonçalves, senhor do casal do Assento em São Lourenço de Sande, em Guimarães, e de sua mulher Jerónima Antónia que viveram no século XVII. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 2017
A Academia Portuguesa da História, instituição científica de utilidade pública, restaurada pelo decreto-lei n° 26611, de 19 de maio de 1936, é a legítima herdeira da mais antiga academia nacional – a academia real da história portuguesa – fundada por D. João V, pelo decreto de 8 de dezembro de 1720. Herdeira da figura da história, a Academia Portuguesa da História, restaurada sob a divisa RestituetOmnia, começou as suas atividades a 9 de janeiro de 1938, data da primeira reunião do conselho académico.
Nasceu em Fão, a 27 de junho de 1900 e faleceu a 26 de setembro de 1990. Era filho de João Dias dos Santos Borda e de Rosália Lopes Pinheiro. Entrou no Seminário em 1915 e foi ordenado sacerdote em 27 de abril de 1924. Foi sacerdote durante sessenta e seis anos, 45 dos quais vividos, em Guimarães como educador, professor, conselheiro, pregador de missões e apóstolo da obra das vocações. In:https://aqualibri.cimcavado.pt/bitstream/20.500.12940/9754/1/Nascer%20de%20Novo_1990_N0130.pdf
Estatutos da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira instituída pelo ofício de alfaiate. Ereta da capela de Santa Cruz. Despacho do Provedor da Comarca e confirmação régia.