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O CDS defende a formação de um II governo Constitucional e reclama a necessidade da celebração de uma plataforma que permita encontrar um consenso nacional, o qual, possa servir de base a um programa que permita ultrapassar a crise política.
Analisa pontos essenciais da política nacional, especialmente problemas como a Revisão Constitucional; a candidatura à Presidência da República; a formação do bloco político e social; a duração do governo.
O processo tático que Francisco Sá Carneiro resolveu pôr em prática para contestar a atual direcção do PSD, com o objetivo de provocar a demissão da Comissão Política Nacional, presidida por Sousa Franco.
O alerta do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, para os perigos de uma nova maioria absoluta e faz um apelo à mobilização das bases depois do Conselho Nacional ter aprovado os nomes dos candidatos a deputados.
Agravantes: Manuel Bernardino de Araújo Abreu e esposa Joaquina Rosa Pereira de Abreu, da cidade de Guimarães. Agravado: Francisco Xavier das Neves Pereira, da cidade de Guimarães, e a Fazenda Nacional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, vai exigir através de uma moção de confiança, a apresentar ao Conselho Nacional, a ratificação da estratégia aprovada pelo partido no último Congresso.
Adelino Amaro da Costa critica o discurso do Presidente da República no "25 de Abril" e defende eleições intercalares se um novo facto for introduzido no xadrez político nacional.
O CDS anuncia que a Frente Democrática Eleitoral será «baseada no mesmo projeto de política económica de salvação nacional, num mesmo programa de governo e num candidato comum ao lugar de primeiro-ministro».
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Joaquim Martins da Costa e esposa Alzira Martins Vilaça
Afirma que o Serviço Nacional de Saúde não é matéria urgente, critica a posição do CDS em relação à sua atuação ou à constituição do Governo e procura com o Programa do Governo apresentar acções.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de Salvação Nacional como alternativa ao actual Executivo e não exclui a hipótese de se candidatar nas próximas eleições presidenciais.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Custódio de Oliveira e esposa Maria da Conceição Marques
Comenta o comportamento do PS, a sua parente hostilidade com o Presidente da República, o seu papel na vida democrática nacional e o seu papel na sociedade civil portuguesa.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: José Manuel Leite Dantas e esposa Cecília Gonçalves Sousa Dantas, que também usa o nome de Cecília Gonçalves Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Joaquim de Oliveira Rodrigues e esposa Maria da Conceição Esteves de Oliveira Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Luís Francisco Brito de Amaral e esposa Maria de Lourdes de Araújo Machado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís da Cunha Teixeira e Melo, outorgando na qualidade de procurador de Armindo da Cunha Guimarães 2º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando na qualidade de procurador do Banco Nacional Ultramarino
Relata a entrada na vida política, o convite para a Junta de Salvação Nacional; a ruptura com o CDS; justifica o apoio a Mário Soares nas eleições presidenciais; critica Diogo Freitas do Amaral.
Requerimento e declaração do Sindicato Nacional dos Engenheiros Auxiliares e Agentes Técnicos de Engenharia e Condutores, para inscrição do técnico, Mário Emílio Ferreira Mendes dos Santos Azevedo, Agente Técnico, para poder assinar projetos e dirigir obras.
A Companhia Nacional de Condomínios Comparticipações sociais e Administradora de Imóveis com sede em Lisboa a enviar à Câmara a Municipal de Guimarães o pagamento das licenças para afixar cartazes publicitários no Concelho de Guimarães.
Requerente: A Companhia Nacional de Condomínios, com sede em Lisboa Assunto: Comunica à Câmara Municipal de Guimarães que ainda não receberam a licença para afixação de 150 cartazes no concelho de Guimarães
Mabor- Manufactura Nacional de Borracha S.A.R.L. com sede no Porto requer à Câmara Municipal de Guimarães licença para instalar um reclame luminoso na Garagem do seu Agente Sr. Almeida & Carvalho Lda. na Rua de São Gonçalo, freguesia de São Paio.
Comenta a publicação pelo "Correio do Minho" do artigo sobre o teatro. Tece comentários elogiosos à "Tribuna Livre" sobre o "Ultimato" e á "Cultura" de Alfredo Pimenta. Comenta os rumores sobre política nacional.
A eleição de Diogo Freitas do Amaral como vice-presidente da União Europeia das Democracias Cristãs e a divergência de programas, entre o CDS e o PS, em relação ao Serviço Nacional de Saúde.
Anuncia a deslocação a Portugal do Comandante Carlos Reis, Secretário do Conselho Nacional do PAICV, com a missão de transmitir a Diogo Freitas do Amaral as suas cordiais saudações e uma mensagem verbal. Contém despacho.
Livro de cariz histórico-religioso. Livro de Atas de Conferência Internacional, volume II- Navegações na segunda metade do séc.XV. Editor: Universidade do Porto/ Comissão Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses ISBN: 972-9342-00-8 Depósito legal: 30368/89
Livro de cariz histórico-religioso. Livro de Atas de Conferência Internacional, volume III- Economia e Comércio Marítimo. Editor: Universidade do Porto/ Comissão Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses ISBN: 972-9342-00-8 Depósito legal: 30368/89
O CDS decidiu remeter para o Conselho Nacional a aprovação da lista definitiva dos candidatos democratas-cristãos para o Parlamento Europeu. Aborda a candidatura de Lucas Pires, bem como a estratégia do CDS para as eleições autárquicas.
Solicita que lhe seja pago, a partir de 25 de fevereiro, apenas a quantia referente ao vencimento-base correspondente ao cargo de vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional.
Autores: Domingos Lopes e Manuel Pereira, soldados da Guarda Nacional Republicana do posto da cidade de Guimarães. Réus: António Batista, da freguesia de Pinheiro, e João Machado, da freguesia de Urgezes.
Convida os líderes dos Partidos da oposição, com representação parlamentar, para uma reunião restrita, com o primeiro-ministro e com os Ministros da Defesa Nacional e Negócios Estrangeiros, sobre a situação no Golfo Pérsico.
Notícia que a moção de estratégia que a Comissão Política do PSD apresentará ao próximo Congresso Nacional prevê que o Partido apareça coligado em alguns círculos nas próximas eleições autárquicas.
Refere o policiamento que se tem realizado na fronteira, em virtude das possíveis incursões e infiltrações de carlistas em território nacional, mas deixa transparecer alguma tranquilidade e sossego nas Terras de Bouro.
Conta que deixou de escrever sobre a questão de Olivença por já não achar oportuno. Pede a Alfredo Pimenta um exemplar do livro que escreveu em resposta ao livro intitulado “Tragédia Nacional”, de José de Arruela.
Informa o Presidente da República que o vice-primeiro-ministro e o Conselho de Ministros concordaram que o vice-primeiro-ministro exerça, até à posse do próximo governo, as funções de ministro da Defesa Nacional.
Esclarece que o Programa do VIII governo, em matéria de defesa nacional, tem como prioridade a revisão constitucional e a subordinação das Forças Armadas ao poder civil e a consequente democratização plena do regime político português.
Aborda o papel das Forças Armadas no Estado Democrático. Existe, ainda, um documento com conjunto de perguntas sobre Defesa Nacional, par devem ser enviadas ao Dr. Proença de Carvalho. Contém despachos.
Faz saber ao Secretário de Estado Adjunto do vice-primeiro-ministro e ao Secretário de Estado de Defesa Nacional os argumentos que devem apresentar junto da Embaixada dos EUA.
Sintetiza a vida e obra de Adelino Amaro da Costa em cinco pontos fundamentais: uma densa obra literária, uma brilhante atuação internacional, uma inigualável carreira parlamentar, um grande legado nos domínios da política externa e de defesa nacional.
Destaca a vocação ecuménica de Portugal, os direitos dos emigrantes nacionais e alerta para a necessidade da consolidação da Democracia, bem como, para uma aceleração do desenvolvimento nacional. Contém despacho
Envia uma circular do Corpo Nacional de Escutas, divulgando a intenção de fazer uma homenagem ao alcaide de Faria. Pede a Alfredo Pimenta que dê a sua opinião e que consulte Oliveira Salazar sobre o assunto.
Refere-se à política nacional, ao Antero [de Quental], à palestra do comandante Roque de Aguiar sobre o comunismo e às notícias sobre o desenrolar da Segunda Guerra Mundial.
Transmite o pedido do caseiro Francisco Alves para estabelecimento de oficina de sapataria. Comenta sobre acontecimento ocorrido no Estádio Nacional. Participa que irá levar o recetor à Madre Deus quando o tempo permitir. Contém anexa carta de Francisco Alves.
Refere-se ao comentário de Agostinho de Campos na emissora Nacional sobre os Santos.Comenta as notícias sobre os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial. Pergunta se já publicou o "Frei Luiz de Sousa".
Refere-se ao envio das provas à tipografia, às crónicas do Comércio, ao Ortigão Burnay, à certidão e ao "Boletin de Orense". Contém um recorte de jornal sobre o Teatro Nacional.
Comunica que envia, em anexo, a cópia para revisão. Refere que o governador civil fica. Expõe o trabalho que Albino dos Reis vai desenvolver em Braga, relativamente à União Nacional.
Participa que envia uma certidão do notário Carneiro Geraldes e tece comentários críticos a seu respeito. Presta informações sobre um dos outorgantes. Comenta as notícias sobre a política internacional e nacional.
Adriano Moreira informa que o Conselho Nacional do CDS apoia a candidatura presidencial de Freitas do Amaral e que o Partido lhe dará cooperação institucional apropriada.Freitas do Amaral agradece o apoio.
Agradece ao Conselho Nacional e à Comissão Política do PSD, bem como, aos dirigentes e militantes do Partido Social Democrata, todo o empenhamento prestado na sua campanha para a presidência da República.
A empresa Manufactura Nacional de Borracha - Mabor a requerer à Câmara Municipal de Guimarães licença para a colocar na fachada do estabelecimento da firma Almeida & Carvalho, Lda, sito na Avenida D. João IV, n.º 152 em Guimarães, um anúncio luminoso.
Presta informações sobre a publicação da tradução da "Germânia" do Tácito. Tece comentários críticos a Mariano Felgueiras. Comenta a política nacional. Fala da obrigatoriedade dos senhorios apresentarem declarações das rendas das casas arrendadas.
Participa que enviou o "Janeiro" e um recorte do "Comércio do Porto" e que fica à espera das lições de Alfredo Pimenta sobre política nacional e internacional. Refere-se à política externa portuguesa, nomeadamente com o Brasil.
Expõe o seu projeto para embandeirar o edifício do Arquivo. Refere-se à edição da conferência e à monografia, ambas da autoria de Alfredo Pimenta. Alude à política nacional. Pede que continue a tradução latina.
Comunica que não procura António José porque o não quer maçar nesta ocasião. Expõe o seu ponto de vista sobre a situação política nacional e pede para lhe transmitir.
Analisa as relações entre as Forças Armadas e o governo nos últimos anos; comenta a situação política nacional e mundial; sugere a alteração do regime vigente das Forças Armadas; defende a Reforma Constitucional.
Participa que envia a fotografia da Santa Verónica. Pergunta se viu a referência e à Santa Maria do Abade de Tagilde. Alude ao incidente entre o Alferim de Ribas e a União Nacional em Celorico de Basto.
Tece comentários elogiosos à representação à Assembleia Nacional e comentários críticos à atitude de José Alberto dos Reis sobre a prisão de Alfredo Pimenta. Aplaude a crítica de Alfredo Pimenta a Torcato de Sousa.
Pergunta se deve adquirir para o Arquivo a obra Munõz Y Rivero - "Paleografia Visigoda", Madrid, 1881 e se lhe remete a direção do semanário "Fradique". Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre a Emissora Nacional.
Participa o dia do julgamento. Comunica que ficou contente com a atribuição a Alfredo Pimenta de um dos prémios instituídos pelo Secretariado da Propaganda Nacional e com o voto do Dr. Manuel Múrias.
Participa que gostou de ler e de dar a ler ao filho Bernardo a sessão na Assembleia Nacional de França. Agradece a pronta atenção de Alfredo Pimenta ao caso Melo Freitas.
Curtumes de Portugal - Registo Biográfico das Actividades de Curtumes Portugueses - Folheto acompanhado de cartão da Associação Brasileira de Imprensa da Sociedade Homens de Letras do Brasil da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais
Autor: O Ministério Público. Réus: António de Oliveira, casado, lavrador, da freguesia de Pinheiro, da comarca de Guimarães, Domingos Lopes, soldado n.º 106 e Rodrigo Gomes, soldado n.º 266, da Guarda Nacional Republicano.
Autor: Severino de Carvalho, soldado n.º 16 da Guarda Nacional República. Réu: António José Antunes Machado, casado, proprietário, do lugar da Moreira, da freguesia de São Lourenço de Sande, da comarca de Guimarães.
Autor: João Mendes, soldado, n.º 343 da Guarda Nacional Republicana em serviço no sub-posto de Vizela. Réu: João Gomes da Costa, casado, cabreiro, do lugar do Hospital, freguesia de São Miguel das Caldas, da comarca de Guimarães.
Autor: Joaquim de Oliveira, soldado n.º 315, da Guarda Nacional Republicana. Réu: Francisco Gonçalves, casado, proprietário, do lugar do Penedo, da freguesia de São Jorge de Selho, da cidade de Guimarães.
Autor: João Gomes Carreira, 1.º cabo da Guarda Nacional Republicana. Réu: José da Silva Freitas, viúvo, mineiro, morador no Largo do Ribeiro, da freguesia de Vila Nova de Sande, da comarca de Guimarães.
Participante: Manuel Lopes, 1.º cabo n.º 164, da Guarda Nacional Republicana, em serviço no sub-posto das Taipas, da comarca de Guimarães. Transgressor: Lourenço Machado, do lugar do Carvalhal, da freguesia de Santa Eufémia de Prazins, da comarca de Guimarães.
Autor: Manuel Mão de Ferro, soldado da Guarda Nacional Republicana, em serviço no posto da cidade de Guimarães. Ré: Antónia Barroco, viúva, proprietária, do lugar da Vaca Negra, da freguesia de Urgezes, da comarca de Guimarães.
Autor: A Guarda Nacional Republicana, do Posto da cidade de Guimarães. Réu: Joaquim da Silva, casado, fabricante, morador no lugar de Tapado, da freguesia de Santa Maria do Souto, da comarca de Guimarães.
Autor: A Guarda Nacional Republicana, do Posto da cidade de Guimarães. Réu: Avelino Pereira, casado, jornaleiro, do lugar da Pena Mar, da freguesia de São Jorge de Selho, da comarca de Guimarães.
1.º outorgantes: Carlos Fernandes Brandão, intervindo em representação do Banco Nacional Ultramarino 2.º outorgantes: A sociedade "Costa, Oliveira & companhia, Limitada", representada por Carlos Pereira da Costa e Américo da Cunha Mourão Livro Nº 18 A-45
Autor: Joaquim Pereira da Costa, soldado n.º 114 da Guarda Nacional Republicana, pertencente ao Posto da cidade de Guimarães. Réu: Artur Machado, casado, taberneiro, da rua da Arcela, freguesia de Azurém, da comarca de Guimarães.
Autor: Júlio Teixeira Abreu, 1.º Cabo da Guarda Nacional Republicana, pertencente ao posto da cidade de Guimarães. Réu: João Novais Fernandes, casado, proprietário, do lugar do Assento, da freguesia de Rendufe, da comarca de Guimarães.
Autor: A Guarda Nacional Republicana do Posto de Guimarães. Réu: Francisco de Freitas, solteiro, lavrador, morador no lugar do Paço, da freguesia de São João de Ponte, da comarca de Guimarães.
Autor: O Comandante da secção da Guarda Nacional Republicana. Réu: António Ferreira Valente, solteiro, pedreiro, do lugar das Teixugueiras, da freguesia de São Miguel das Caldas, comarca de Guimarães.
Integra correspondência, nomeadamente com o Subsecretário de Estado da Administração Escolar; Ministro das Corporações e Previdência Social; Ministro das Comunicações; Ministro da Educação Nacional; Ministro das Finanças; Ministro da Justiça; Ministro das Obras Públicas; Presidente do Conselho de Ministros; Subsecretário de Estado do Conselho de Ministros; Ministro da Defesa Nacional; designadamente sobre: construção de bairro de casas de rendas económicas; colocação e recondução de professores; remodelação, ampliação e melhoramentos urbanos; abertura de agência do Banco Nacional Ultramarino; comparticipação do parque de jogos; classificação da estrada de Bouçó a Vizela como estrada nacional criação de escolas; a colocação em Guimarães da unidade militar. Inclui cartões pessoais de Oliveira Salazar; Marcelo Caetano; Subsecretário de Estado da Presidência do Conselho e do Ministro de Estado e propaganda eleitoral de outubro de 1969.
Sintetiza a vida e obra de Adelino Amaro da Costa em cinco pontos fundamentais: uma densa obra literária, uma brilhante atuação internacional, uma inigualável carreira parlamentar, um grande legado nos domínios da política externa e de defesa nacional.
Solicita que lhe seja pago, a partir de 25 de fevereiro, apenas a quantia referente ao vencimento-base correspondente ao cargo de vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional.
Aborda os desafios que se colocam a Portugal depois de estabilizada a democracia. Faz uma resenha política do pós-25 de Abril e coloca três questões à esquerda democrática: filosófica, ideológica e nacional.
Fala sobre o convite do Secretariado Nacional de Informação dirigido a Gilberto Osório de Andrade. Contém um recorte do jornal “Diário de Notícias” sobre o assunto que é objeto desta carta.
Aborda os desafios que se colocam a Portugal depois de estabilizada a democracia. Faz uma resenha política do pós-25 de Abril e coloca três questões à esquerda democrática: filosófica, ideológica e nacional.
Documentação respeitante ao IV Congresso Nacional da Federação dos Trabalhadores Democrtas-Cristãos (FTDC): estatutos, regulamento de designação e eleição dos Delegados, regulamento do Congresso, Ordem de trabalhos e Acordo CDS/FTDC.
Autor: Abílio Fernandes Peixoto, primeiro cabo nº 60, da 1ª Companhia, 10º Batalhão, da Guarda Nacional Republicana. Réu: José de Oliveira, casado, de 34 anos, morador em Campelos, freguesia de São João de Ponte, comarca de Guimarães.
Comenta as apreciações polémicas que tem sido alvo por parte do secretário-geral do Partido Socialista e a posição do CDS em matéria de política nacional. Existe fotocópia do artigo impresso.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.
A comemoração do "1º de Maio", organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP), percorreu várias ruas da cidade e teve no jardim público da Alameda de São Dâmaso, nomeadamente no coreto, o centro da celebração.