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Justificantes: António José Gonçalves e mulher Maria da Cunha, da freguesia de Santa Maria de Guardizela.
Exequente: Maria José Barbelet, da vila de Guimarães. Executada: Benta Maria, da freguesia de São Torcato.
Exequente: Josefa Maria de Oliveira, de Guimarães. Executados: Maria Joaquina e filhos, do concelho de Felgueiras.
Requerente: Maria Rosa filha que ficou de Domingos Fernandes, da freguesia de Santa Maria do Souto.
Requerente: Maria Rosa, de Guimarães. Requeridas: Inês Maria e mãe, de Guimarães.
Autora: Ana Maria Duarte, da freguesia de Gonça. Ré: Antónia Maria, da freguesia de Gonça.
Exequente: Ana Maria, da freguesia de São Torcato. Executada: Maria Teresa, da freguesia de São Torcato.
Requerente: Ana Maria filha de Domingos Teixeira e de Rosa Maria, da freguesia de São Torcato.
Autor: O Magistrado do Ministério público. Rés: Maria Teresa e Maria, da cidade de Guimarães.
Autora: Maria Joaquina ou Maria Joaquina de Andrade, da cidade de Guimarães.
1.º outorgante: Joaquim Maria da Silva 2.º outorgante: Maria Fernanda de Bourbon Sampaio Livro Nº 136-90
1.º Maria de Oliveira Roque 2.º outorgante: Maria Rosa da Cunha Livro Nº 128-94v.
1.º outorgante: Rosa Maria Félix 2.º outorgante: Maria Félix Livro Nº 100-85v.
Maria Beatriz e José Bettencourt Rodrigues participam o nascimento da filha, Maria Lúcia.
Requerente: Ângela Maria, viúva, de São Tomé de Caldelas. Emancipação de Custódia Maria.
1.º outorgantes: José da Silva Canário e mulher Luísa Maria 2.º outorgantes: Urbano da Silva Canário casado com Maria das Dores e seus filhos Ludomira Maria da Silva, José Maria das Dores Canário, Maria do Carmo da Silva Canário, Raquel Maria da Silva Canário, Otília Maria da Silva Canário e André Maria da Silva Canário Livro Nº 11D-31v.
Instrumento de renunciação e novo prazo em três vidas que faz a Confraria de Nossa Senhora de Santa Maria o Anjo de uma casa na Rua dos Mercadores, onde mora Violante Nunes, mulher que foi de João Gonçalves, sapateiro, última vida do prazo. Este renunciava nas mãos da Confraria a dita casa, que depois de andar em pregão, fez-se novo prazo a seu genro Gaspar Taveira e filha Helena Gonçalves. Foram testemunhas o licenciado Fernão de Almeida, procurador da vila, Afonso Anes, porteiro e Cristóvão Gonçalves sapateiro. Tabelião André Carneiro.
Instrumento de renunciação de direito de prazo e novo prazo que faz a Confraria de Santa Maria a Roque Coelho, morador no concelho de Aguiar de Sousa, sendo seu procurador Gaspar de Barros de Abreu. Era terceira vida Jerónima Teixeira, que possuía o prazo por dote de casamento com seu marido Roque Coelho, que pede aos oficiais de São Miguel do Anjo novo prazo. Foram testemunhas Torcato Ferreira alfaiate, Ambrósio Antunes, alfaiate, moradores na Rua da Sapateira e Francisco Vaz de Faria, o escrivão.
Instrumento de convença e obrigação por um escambo entre a Confraria de Santa Maria dos Sapateiros e Pedro Vaz e sua mulher Aldonsa Vaz. Estes fizeram escambo de metade das suas casas sitas na Rua dos Mercadores à dita Confraria pelo Pomar do Souto na freguesia de São Miguel do Inferno, com sua devesa e leiras, que lhes deixara Fernão Anes, regatão, foreiras a El Rei, de cujo foro a Confraria se pretende desonerar. Foram testemunhas Pedro Anes mercador, Afonso Luís tabelião, João Martins corrieiro e outros.
Escritura de Prazo da quinta da Atouguia, freguesia de São Miguel, Guimarães, que fizeram as Religiosas do Convento de Santa Clara a Maria Joaquina e marido (1795); Escritura de Prazo da quinta da Atouguia, freguesia de São Miguel, Guimarães, que fizeram as Religiosas do Convento de Santa Clara a João Magalhães do Couto (1730); Escritura de dote da madre Helena de Malafaia (1608); Prazo do Casal da Atouguia em três vidas a Ana de Magade (1693); Prazo do Casal da Atouguia em três vidas (1615).
Emprazamento de umas casas na Rua dos Gatos que faz a Confraria de Santa Maria dos Sapateiros, sobre a qual recebe também renda a Confraria de São Domingos. Emprazou em nome e como procurador da Confraria o mordomo Diogo Vicente a Vasco Martins, e residia nas ditas casas Lourenço Gonçalves. Cabe à Confraria de São Domingos um maravedi e quarta de moeda e dez pretos à Confraria dos Sapateiros. Foram testemunhas Gonçalo Esteves, Afonso Domingues da freguesia de São Miguel de Creixomil e Gonçalo Geraldes da freguesia de São Martinho de Candoso e Gonçalo Martins ferreiro.
Escritura de Prazo da quinta da Atouguia, freguesia de São Miguel, Guimarães, que fizeram as Religiosas do Convento de Santa Clara a Maria Joaquina e marido (1795); Escritura de Prazo da quinta da Atouguia, freguesia de São Miguel, Guimarães, que fizeram as Religiosas do Convento de Santa Clara a João Magalhães do Couto (1730); Escritura de dote da madre Helena de Malafaia (1608); Prazo do Casal da Atouguia em três vidas a Ana de Magade (1693); Prazo do Casal da Atouguia em três vidas (1615).
Maria Rosa Figueiredo das Neves nomeou e doou os seus direitos na quinta de Margaride, em Mesão Frio, a seu filho, Domingos Cardoso de Macedo, reservando para si o usufruto e impondo uma tença vitalícia de 60.000 reis para o convento de Santa Clara de Vila do Conde, destinada ao sustento de sua filha, Madre Rosa Emília de São José Cardoso, comprometendo-se, ainda, a pagar uma tença de 25.000 réis, à sua outra filha, Ana Clementina de São Joaquim, freira professa no dito convento.
Carta de arrematação e sentença de umas casas e rendas, que foram do Abade de Torrados, atrás de Santiago, que são da Confraria de Santa Maria dos Sapateiros, em posse de Afonso Anes o Bom, que as dá em pregão para quitar dívida à fazenda Real da metade da sisa dos panos que trazia arrendada do ano de 1437. Após andarem em pregão as ditas casas foram arrematadas em 23-04-1438 por Pedro Domingues, vassalo de El Rei e mercador, pelo preço lançado de oito mil reais brancos, de trinta e cinco libras o real.
Freguesia: Parada de Bouro. Inventariante: Mária José Francisca.
Breve a favor do Dr. José Maria Rodrigues de Carvalho e sua mulher, D. Luísa Carolina Neves de Carvalho; e seus filhos do primeiro matrimónio, Maria Amélia; Alberto Carlos; Maria Beatriz; Eduardo Augusto e João Alfredo de Carvalho Braga, residentes no Campo de Santa Ana, da freguesia de São José de São Lázaro, da cidade de Braga.
Ela filha de Francisco José Rodrigues e de Antónia Maria Pinheiro e natural e/ou residente em Caires, Santa Maria, concelho de Amares. Ele filho de José Joaquim Barbosa e de Olivia Vieira Cunha Barbosa e Natural e/ou residente em Caires, Santa Maria, concelho de Amares.
Naturalidade do noivo: Vila Verde-Vila Verde. Naturalidade da noiva: São Vitor-Braga. Pai do noivo: José Maria Torres Machado, proprietário. Mãe do noivo: Tomasia Henriqueta, proprietária. Pai da noiva: Francisco José Maia, sombreireiro. Mãe da noiva: teresa Maria Dias. Testemunhas: Manuel Nunes Pereira Torres, maria Maravilhas Maia, Francisco Rebelo Bizarrto, Manuel Francisco. Outras informações: noiva, viúva de José Francisco Costa Oliveira.
Profissão do noivo: amanuense. Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Morada do noivo: Esposende. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Morada da noiva: Sé. Pai do noivo: José Maria Almeida Correia, medico. Mãe do noivo: Maria Rita Faria, proprietária. Pai da noiva: Gaspar Azevedo Araújo Gama. Mãe da noiva: Maria Rosa Monteiro Albuquerque, tenente coronel. Testemunhas: Francisco Sa Maior Pizarro, Jerónimo José Dias.
Sessão de apresentação e lançamento do livro "Não quero ser grande", de Maria Rosa Colaço. Pormenor da mesa: a autora Maria Rosa Colaço, a Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emília Neto Guerreiro de Sousa, o vereador António Matos e Alexandre Castanheira.
Sessão de apresentação e lançamento do livro "Não quero ser grande", de Maria Rosa Colaço. Pormenor da mesa: à esquerda, o vereador António Matos, Alexandre Castanheira, Presidente da Câmara, Maria Emília Guerreiro Neto de Sousa, ao centro a autora, Maria Rosa Colaço, à direita, Luís Pargana, entre outros.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Tomás Pedro Rocha dos Santos e esposa Rosa Lúcia Pinto Martins Carneiro 2º Outorgante: Maria Amélia Rocha dos Santos , que também usa o nome de Maria Amélia Rocha dos Santos Xavier, casada com Fernando José Duarte Xavier 3º Outorgante: Sara Ema Rocha dos Santos, que também usa o nome de Sara Ema Rocha dos Santos Xavier, casada com Joaquim Vitor Duarte Xavier 4º Outorgante: Ema da Conceição Rocha dos Santos e marido Porfírio de Oliveira Gonçalves 5º Outorgante: Abilio Pereira Gonçalves, outorgando em representação da empresa pública "Correios e Telecomunicações de Portugal"
Documentação heterogénea reunida por Ana Vicente. Brochura "Católicos de Portugal!" a alertar para os perigos do comunismo e a exaltar a Alemanha e Hitler, de abril de 1943. Recortes de jornal. Programa da sessão pública sobre problemas da emigração organizada pela PRAGMA em 21 de fevereiro de 1967. Resumo "Problema da Relação Igreja-Estado em Portugal" da reunião do GEDOC. Folhetim "Última hora" acerca do padre José da Felicidade Alves. Cópia manuscrita de um artigo do "Le Monde". "Carta entregue na Presidência do Conselho em 13/01/1971 e assinada pelos membros da CNSPP". Boletim "Direito à Informação". "Exposição feita ao Conselho Paroquial de Santa Maria de Belém e de São Francisco Xavier, em 19 de abril de 1968, pelo pároco padre José da Felicidade Alves". Guião da "Para-liturgia em memória do significado da vida e obra do pastor Dr. Martin Luther King". Carta dirigida pela PRAGMA ao presidente da República Portuguesa. Cópia datilografada da "Carta enviada pelo pároco [padre José Felicidade Alves] aos paroquianos e lida na celebração dominical na Igreja dos Jerónimos", de 5 de março de 1968. Folheto do "Comunicado aos pais" da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, de 20 de janeiro de 1970. Folheto com a "Carta do Dr. Rodrigo de Abreu ao venerando Bispo do Porto", de 8 de novembro de 1958. Folheto com a "Carta do Senhor Bispo do Porto, D. António" dirigida ao presidente do Conselho de Ministros, de 13 de julho de 1958.
Inclui artigos e recortes de imprensa, reunidos por António Lino Neto, com informação, entre outros, sobre os seguintes temas: o fim do regime monárquico e a implementação da República em Portugal; as relações entre a Igreja e o Estado; o Governo de Sidónio Pais; a organização dos integralistas; a prisão de Tamagnini Barbosa; as propostas relacionadas com a realização de comemorações solenes em honra do herói nacional Nun’Alvares (1920); o Congresso do Partido Republicano (1923); as orientações e objectivos do jornal «A Voz»; a actuação política de António de Oliveira Salazar e da União Nacional; os objectivos e o alcance de organizações como a Mocidade Portuguesa e a Legião Portuguesa; a vida política e religiosa de Guerra Junqueiro; o Movimento de 28 de Maio de 1926. Sublinha-se também a publicação dos seguintes documentos: manifesto do Partido Republicano Português (1918); estatutos da Federação Nacional Republicana; manifesto do Directório do Partido Nacionalista (1923); carta do cardeal Maglione, secretário de Estado do Vaticano, felicitando a Junta Central da Acção Católica pela iniciativa de promover a realização da “1.ª Semana Social Portuguesa”; manifesto da União Nacional (1950). Importa, ainda, salientar os artigos de homenagem, publicados por ocasião do falecimento das seguintes personalidades da vida política nacional: António Granjo, Sidónio Pais, Afonso Costa, Torres Garcia, José Maria Joaquim Tavares, Rodrigues Gaspar, Henrique Weiss de Oliveira, Guilhermino Alves, Guilherme Nunes, general Vicente de Freitas, general João de Almeida, Leote do Rego, José Alberto dos Reis, Norton de Matos, Campos Lima, capitão Teófilo Duarte.
Imagens dos vários atos cerimoniais da inauguração do Monumento a Cristo Rei. A cerimónia teve início com a bênção do Monumento pelo cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, seguindo-se o lançamento de pétalas de flores e pombos-correio. De seguida, teve lugar o discurso do patriarca, a saudação do cardeal D. Jaime de Barros da Câmara, arcebispo do Rio de Janeiro, a mensagem, via rádio, do papa João XXIII, a consagração de Portugal aos corações de Jesus e Maria e, por fim, o discurso do presidente da República, almirante Américo Thomaz, finalizado com o Hino Nacional. Esta reportagem caracteriza-se por dar uma visão das cerimónias a partir de ângulos pouco habituais, focando nomeadamente as tribunas dos cardeias por detrás, e as cadeiras dos bispos de lado, e regista acontecimentos como a necessidade de estar alguém a segurar os microfones durante as alocuções e discursos e as manobras de um helicóptero da força aérea que sobrevoou o local das cerimónias para tirar fotografias. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
O álbum relata a história da construção do Monumento a Cristo Rei, desde a cerimónia da bênção da Primeira Pedra a 18 de dezembro de 1949, até às cerimónias de inauguração do Monumento a 17 de maio de 1959. Todas as fotografias estão legendadas. O álbum terá sido, devido ao falecimento de D. Guilhermina Vasconcelos e Sousa, em janeiro de 1961, provavelmente feito pela empregada Maria Arminda de Jesus sob a supervisão do Eng.º. D. Francisco de Mello e Castro. Um dos indícios deste facto é a prova nº 75, que apesar de ser relativa a uma visita do Ministro das Obras Públicas tem uma legenda que refere apenas os aspetos técnicos: "Terraço superior mostrando os projectores". As provas que integram o álbum foram escolhidas dos numerosos conjuntos de fotografias encomendados pela Secretaria. As fotografias documentam os seguintes acontecimentos: Provas 1-8, bênção da 1ª Pedra; 9-35, obras de construção das fundações e dos pilares; 36, mealheiro; 37-40, moldes de gesso e de barro da figura; 41-69, fases da construção da figura; 70-72, vistas de conjunto; 73-76, visitas do Monumento; 77, Custódia; 78-97, cerimónias de inauguração.
Álbum com imagens dos vários atos que integraram as cerimónias da inauguração do Monumento a Cristo Rei, assim como imagens do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira a presidir às cerimónias de comemoração do aniversário da inauguração, provavelmente nos anos de 1960 a 1963. Relativamente às cerimónias do dia 17 de maio de 1959 o álbum inclui imagens da procissão de Nossa Senhora de Fátima de Cacilhas para o Monumento; da missa campal celebrada, de manhã, por D. Francisco Maria da Silva, bispo auxiliar de Braga; vistas da assistência, com destaque para imagem que mostra António de Oliveira Salazar, presidente do Conselho de Ministros; chegada do presidente da República, almirante Américo Thomaz; imagens da alocução do cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, e do discurso do presidente da República; bênção do Monumento e, por fim, uma imagem da custódia usada na inauguração. Neste álbum as imagens das tribunas e das filas de prelados mostram aspetos diferentes dos captados por outras reportagens. As fotografias relativas a cerimónias dos anos sessenta mostram o cardeal Cerejeira sentado, com báculo e mitra, a proferir uma alocução ou a celebrar a eucaristia tendo junto ao altar o P. Sebastião Pinto da Rocha. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
Inclui patentes de admissão à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade, com a insígnia da irmandade no topo do documento, assinadas pelo juiz, escrivão e procurador da Mesa e selados com o selo da irmandade. Acompanham alguns recibos do livro da receita. Inclui patentes de outras irmandades e/ou confrarias, tais como a Confraria dos Escravos da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, Senhora das Dores; Irmandade do Arcanjo S. Miguel e Almas, ereta na Paroquial Igreja de São Nicolau; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Real Irmandade da Santa Cruz e Passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, sita na Igreja da Nossa Senhora do Desterro da cidade de Lisboa; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Santa Madalena da cidade de Lisboa. Os diplomas apresentam anotações na frente e/ou no verso acerca de esmolas concedidas, data do óbito e casamentos. Acompanham requerimentos de irmãos solicitando à irmandade o envio de novas patentes e requerimentos de viúvas de irmãos para que sejam admitidas à irmandade.
Mapa relativo ao pagamento de prestações das joias dos novos irmãos, entre 1904-1905 e 1911-1912. O mapa contém os seguintes campos: 'n.º'; 'Nome'; 'Saldo em dívida'; 'Meses: de julho a dezembro e de janeiro a junho'; 'Total'; 'Saldo em dívida'. Dentro encontram-se documentos avulsos: recibos dos pagamentos de prestações das joias (ordenados pelo n.º atribuído a cada novo irmão); cartão de visita de Cipriano Nunes da Fonseca (barbeiro), proposto para irmão da Irmandade (sessão de 1913-04-30) por José Gaspar Pereira; proposta de Manuel Gonçalves Vitorino para irmão, apresentada por Bento Maria da Costa, havendo sido admitido em sessão de 1911-11-16; pequenas relações de novos irmãos e respetivas prestações das joias a serem pagas (1911-05-31-1913-07-31). Recibos das prestações referentes às joias dos novos irmãos (1891-07-31-1932-03-12). Muitos dos recibos contêm informação adicional sobre os irmãos em questão, como a data em que se passou a respetiva patente de admissão e n.º do livro e folha onde foi lançada essa informação e os motivos das desistências.
Compreende os empréstimos feitos à Irmandade do Santíssimo Sacramento por particulares, designadamente: empréstimo de 600$000 réis por Manuel Teixeira da Cunha (1756-1759); empréstimo de 800$000 réis por Teotónio de Passos (1763); obrigação passada pela Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau de Lisboa à Irmandade da Caridade, no valor de 600$000 réis (1766-1832); empréstimo de 800$000 réis à irmandade por João Crisóstomo Barroso (1769-1784); empréstimo de 2000$000 réis à irmandade por Jerónimo de Freitas (1773-1782); empréstimo de 500$000 réis à irmandade pelo padre Bernardo da Cruz (1784); empréstimo de 2400$000 réis à irmandade por José da Silva Câmara; empréstimo à irmandade de 223$000 réis feito pelo padre cantor Vicente Henriques; empréstimo de 1000$000 réis à irmandade por José das Neves (1836-1841); empréstimo de 48$160 réis à irmandade por José Cipriano do Santos (1837 -1838); empréstimo de 416$630 réis à irmandade pelo tesoureiro Joaquim José Maria (pago a 30 de junto de 1853).
Títulos dos jazigos: n.º 1900, no Cemitério do lado Ocidental, Cemitério dos Prazeres, comprado por Francisco José Soares. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Justiniana Maria Soares; n.º 1628, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por José António da Costa Novais; n.º 1518, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por António José Condeixa. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Angélica Rosa da Silveira Condeixa; n.º 2800, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por Antónia [Bárbara?] da Cunha, usufrutuária de António de Almeida e Silva. Nos documentos relativos ao jazigo n.º 1900, encontram-se recibos de montantes, referentes à limpeza dos jazigos n.º 2800, 1628 e 1518, que foram pagos à Câmara Municipal de Lisboa, Direção dos Serviços de Salubridade, 2.ª Repartição - Higiene Urbana (Secção de Cemitérios). Para além dos títulos dos mausoléus, encontram-se também recibos relativos a despesas com limpeza e reparos, averbamentos e ofícios da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau aos administradores dos cemitérios dos Prazeres e do Alto de S. João e ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa solicitando autorização para ordenar a limpeza dos jazigos acima mencionados.