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Na tomada de posse do Ministro da República para os Açores, o Presidente da República, António Ramalho Eanes, afirma que a concretização da autonomia é tarefa nacional, por fazer parte do projecto democrático e pluralista que orienta a sociedade portuguesa.
O Conselho Nacional do CDS aprecia uma moção que dá plenos poderes a Diogo Freitas do Amaral para que este conduza todas as negociações visando a concretização do Governo da Aliança Democrática.
III Congresso nacional do Partido Socialista. O secretário-geral do PS, Mário Soares, declara que o partido que irá lutar contra o Governo, afirmar a democracia e afirmar o socialismo.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, na sessão inaugural do I Encontro Nacional do CDS, sobre "A Família como parceiro social", considera que o interesse pela Família é praticamente nulo na sociedade portuguesa.
A comissão nacional de juventude da candidatura presidencial de Diogo Freitas do Amaral defende uma política global para a juventude e a reforma do sistema educativo, considerada a "prioridade das prioridades".
A mandatária nacional da candidatura de Freitas do Amaral, Agustina Bessa Luís, solicita ao Presidente da República a concertação da data das eleições presidenciais para não implicarem com o calendário litúrgico do Natal e Ano Novo.
O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, defende a alteração da Constituição como imperativo nacional e considera que os principais adversários continuam a ser todos aqueles que são apoiados pelo Partido Comunista.
O I Encontro Nacional do CDS na Póvoa de Varzim. O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma a «certeza» de uma vitória nas próximas eleições e a que o CDS será um partido prioritário para assumir o Governo.
A suspensão do mandato do representante do PSD na Comissão Nacional de Eleições (CNE) em protesto contra o silêncio deste organismo relativamente à utilização do direito de antena pelo candidato do PCP, Ângelo Veloso.
Encontro entre o Presidente da República Brasileira, João Figueiredo, e o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral. Examinaram o conflito anglo-argentino, as relações bilaterais e a evolução das políticas internas portuguesa e brasileira.
Acusa o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, de uma atitude grosseira ao qualificar de "total irresponsabilidade" o órgão de soberania Conselho da Revolução.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
Em entrevista à RTP, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, analisou o "Documento Melo Egídio", a Revisão Constitucional, as promoções militares e a formação de um novo partido político.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O jornal "Diário" declara que as queixas apresentadas contra o jornal, por motivo de publicação de documentos e entrevistas que envolvem Freitas do Amaral no processo da rede bombista, não são do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, enviou antecipadamente o discurso que proferiu na Assembleia da República a todos os Chefes de Estado-Maior.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, em resposta a um artigo de Medeiros Ferreira, esclarece o processo de nomeação das chefias militares em França.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, apela à participação numa grande manifestação em Lisboa contra a repressão policial dos trabalhadores e dos sindicatos na Polónia.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Governo não aceita a hipótese de um comando militar na Península Ibérica. O Conselho da Revolução considera a proposta inaceitável.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, concorda com as propostas do PSD relativas a um entendimento interpartidário tendo em vista a obtenção de um consenso sobre as grandes questões da política nacional.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, concorda com as propostas do PSD relativas a um entendimento interpartidário tendo em vista a obtenção de um consenso sobre as grandes questões da política nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, considera a proposta de Lei de Defesa Nacional como uma peça fundamental que faltava no ordenamento político e jurídico.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, destaca os factores que podem pôr em causa a democracia, analisa a situação política, defende uma maioria democrática tripartida e considera que o Governo PS não serve o interesse nacional.
O ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, anuncia que a Legislação básica da Defesa Nacional e das Forças Armadas será proposta ao Parlamento "imediatamente a seguir à publicação da Lei de Revisão Constitucional".
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, apresenta sugestões para a saída da crise política. Analisa a possibilidade de um governo PS-PPD-CDS ou PS-PPD. Destaca os contributos do Partido Comunista para a economia nacional.
O presidente da Comissão Permanente do Conselho Nacional do PSD, Sousa Franco, anuncia a oposição a um governo PS-CDS. Reafirma a tese de um governo de coligação a três com socialistas e centristas.
A situação da política nacional e o papel do PCP; as razões e os efeitos do fracasso da política dos governos anteriores; traça o quadro de soluções propostas pelo PCP para a saída da crise.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, aborda a indiferença do PS à proposta de formação de um governo de Salvação Nacional. Justifica a recusa do PSD em dialogar com os outros partidos.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, aborda a conjuntura política nacional a curto prazo e analisa a recente cisão no Grupo Parlamentar do PSD em todas as suas motivações e consequências.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, apresenta o projecto de revisão constitucional ao Conselho Nacional do PSD e o governo-sombra do PSD, a que ele preside e é auxiliado por quatro «ministros».
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, garante que as liberdades, as nacionalizações, a Reforma Agrária, a Constituição, o regime democrático e a independência nacional serão defendidos contra todos os seus inimigos.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, afirma que o PSD não encara qualquer acordo pontual com o CDS, apenas admite um acordo com o PS e o CDS na base de um Governo de Salvação Nacional.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Alerta que o acordo com o FMI corre o risco de não ser cumprido.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
O Primeiro-Ministro, Nobre da Costa, critica a contradição entre as posições públicas e privadas dos partidos políticos, revela que pretende resolver a Reforma Agrária, o projecto de criação de um Serviço Nacional de Saúde e aliviar a carga fiscal.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: António da Silva e esposa Lídia da Luz de Sousa Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Artur da Silva Pereira Marques e mulher Maria Augusta Oliveira Matos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Aires da Silva Moreira e esposa Maria Adelina Moreira Pires
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: António da Cunha e esposa Alzira Antunes Reis, que também usa o nome de Alzira Antunes Rei
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: João da Silva e esposa Maria do Carmo Almeida
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Armando Botelho Machado e esposa Maria Nazaré da Fonseca
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: Adelino Teixeira Marques e esposa Marília Odete Morais Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: António Dias Pereira e esposa Maria da Conceição de Oliveira Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Alberto da Silva e esposa Maria da Conceição de Lima
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: João Leite de Faria e esposa Maria Arminda Ferreira Ribeiro de Faria
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando como procurador e em representação do Banco Nacional Ultramarino 2º Outorgante: Mário Ferreira Carvalho de Melo e esposa Maria Fernanda de Lemos Eugénio
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando em representação do "Banco Nacional Ultramarino"; 2º Outorgante: Francisco José da Cruz Mendes e esposa Maria de Belém Teixeira Carneiro de Oliveira Cruz Mendes.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Amaral outorgando como procurador da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: José de Abreu Coelho Lima outorga como procurador da " Sociedade Têxtil Albano Coelho Lima S.A.R.Lª "
Confirma a participação do CDS nas eleições regionais da Madeira e dos Açores. Afirma que o líder nacional do partido não se irá intrometer em assuntos que são exclusivamente de interesse regional.
A Sociedade Anónima Concessionária da Refinação de Petróleos em Portugal a requerer à Câmara Municipal de Guimarães licença para construir um posto de Abastecimento de Combustíveis na variante Estrada Nacional n.º 105, entre os Kms 42.600 e 44,900.
Livro de cariz histórico-religioso. Lvro de Atas de Conferência Internacional, volume V- Espiritualidade e Evangelização Editor: Universidade do Porto/ Comissão Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses ISBN: 972-9342-00-8 Depósito legal: 30368/89
Separata do Volume V das «Actas» do Congresso Internacional Bartoloneu Dias e a sua época, da autoria de Joaquim O. Bragança. Universidade do Porto. Comissão nacional para as comemorações dos descobrimentos Portugueses.
Trata da discordância de Alfredo Pimenta em relação à forma como estão organizados os trabalhos da Academia da História. Esclarece que o plano das publicações comemorativas dos centenários foi gizado pelo ministro da Educação Nacional.
Autor: Augusto Teixeira, soldado n.º 300 do Posto da Guarda Nacional Republicana de Vizela, comarca de Guimarães. Réu: Adelino dos Santos, da freguesia de São João das Caldas, da dita comarca.
Autor: Os soldados da Guarda Nacional Republicana, José de Freitas e José Ribeiro, pertencentes ao subposto de Lordelo. Réu: António Ferreira Leite, da freguesia de Lordelo, da comarca de Guimarães.
Autor: Guarda Nacional Republicana do subposto de Lordelo, comarca de Guimarães. Réu: Manuel Ribeiro, da rua São Dâmaso, da cidade de Guimarães, Joaquim Luís de Moura e Gaspar de Moura, da freguesia de Guardizela, da dita comarca.
Autor: Severino de Carvalho, soldado n.º 168, e Manuel Fernandes, soldado n.º 206, do subposto das Taipas, da Guarda Nacional Republicana. Réu: Manuel de Oliveira, da freguesia de São Clemente de Sande, da comarca de Guimarães.
Autor: Abílio Fernandes Peixoto, 1 .º cabo n.º 307 da Guarda Nacional Republicana, do posto da cidade de Guimarães. Réu: António Pinto, da freguesia de Gondomar, da comarca de Guimarães.
Autor: O comandante do Posto da Guarda Nacional República, da cidade de Guimarães. Réus: José Ribeiro, da freguesia de São Pedro de Azurém, da comarca de Guimarães, e Tadeu Ribeiro, morador na rua Dr. Avelino Germano, da cidade de Guimarães.
Autor: A Guarda Nacional Republicana do subposto das Taipas, do concelho de Guimarães Réus: João Gonçalves Maia, João de Carvalho e Bento Ribeiro, da freguesia de Longos, da comarca de Guimarães.
Autor: António Ferreira, soldado nº 176, da Guarda Nacional Republicana, da cidade de Guimarães. Réu: Domingos de Castro, da freguesia de Vila Nova de Sande, da comarca de Guimarães.
Autor: João Mendes, soldado nº 343 da Guarda Nacional Republicana de Vizela, comarca de Guimarães. Réu: António Evaristo Coelho, da freguesia de São Miguel das Caldas, comarca de Guimarães.
Autor: Manuel Mão de Ferro, soldado nº 55, da Guarda Nacional Republicana, da cidade de Guimarães. Réu: José Carvalho, da freguesia de São Salvador de Souto, comarca de Guimarães.
Autor: Jerónimo de Carvalho, soldado nº 68 da Guarda Nacional Republicana das Taipas, comarca de Guimarães. Réu: José Augusto Dias, da freguesia de São Salvador de Briteiros, da comarca de Guimarães e atualmente do Porto.
Autor: Belmiro Gonçalves, 1 .º Cabo da Guarda Nacional Republicana do Posto de Vizela. Réu: António da Silva Abreu, da freguesia de São Martinho de Candoso, da comarca de Guimarães.
Recusa o pedido de suspensão temporária apresentada pelo Vice-Presidente da Comissão Política Concelhia de Santa Maria da Feira, José Oliveira, uma vez que tal figura não existe, nem nos Estatutos do Partido, nem no Regulamento Nacional de Admissões.
Política de alianças nas eleições autárquicas de 1989. Em anexo, a estratégia autárquica aprovada no Congresso da Póvoa de Varzim e que mereceu aprovação da Comissão Política Nacional do CDS.
Declara que fica contente se Alfredo Pimenta voltar a publicar na imprensa os seus trabalhos. Refere-se ao Correia da Costa. Comenta a política nacional. Informa sobre as conferências que o Hernâni Cidade vai proferir sobre Oliveira Martins.
A Direção Nacional do CDS manifesta a sua solidariedade no momento em que o eleitorado lhe retirou a possibilidade de continuar como Vereador. Em anexo, alguns dados sobre Manuel Correia de Oliveira.
Anuncia alguns dos princípios e orientações que norteiam o governo, nomeadamente no que concerne à modernização e desenvolvimento que pretendem imprimir à agricultura nacional. Existe este documento em francês.
Anuncia alguns dos princípios e orientações que norteiam o governo, nomeadamente no que concerne à modernização e desenvolvimento que pretendem imprimir à agricultura nacional. Existe este documento em francês. Contém despachos.
Comenta as publicações do "Correio do Minho" acerca do Joaquim de Carvalho. Pede a devolução do livros dos "Fueros" e um livro da crónica de Azurara. Refere-se aos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial e à exposição à Assembleia Nacional.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre a posição dos monárquicos nas eleições presidenciais. Fala de política nacional. Contém um cartão de M. M. Pinto J.or a elogiar o supramencionado artigo de Alfredo Pimenta.
Tece comentários sobre a exposição de Alfredo Pimenta à Assembleia Nacional. Transmite o convite do padre Sousa Carvalho para Alfredo Pimenta colaborar na secção "A Minha Terra" do "Correio do Minho".
Tece comentários elogiosos ás palavras do João de Amaral proferidas na Assembleia Nacional, em defesa de Alfredo Pimenta. Comenta as notícias sobre a Espanha e sobre o Almeida Braga.
Tece comentários críticos ao F. de Sousa. Elogia o artigo de Alfredo Pimenta e o do M. C. sobre política nacional e internacional. Participa o dia do seu regresso a Guimarães.
Pede uma fotografia de Alfredo Pimenta, o n.º do jornal "A Voz" com o parecer da Junta Nacional de Educação e um exemplar do livro Elementos (5.ª edição) para os eu artigo em homenagem a Alfredo Pimenta.
Reporta-se à festa do Secretariado da Propaganda Nacional, ao Arquivo Notarial, a um erro numa palavra dum artigo do "Boletim" e ao Arquivo Distrital do Porto comparando com o Arquivo Municipal de Guimarães.
Refere-se à carta da Sociedade Martins Sarmento dirigida ao ministro da Educação Nacional a apelar para que o nome Martins Sarmento não seja mantido no nome do Teatro e ao artigo de Alfredo Pimenta sobre o mesmo assunto.
Autores: José Antunes, segundo cabo n. 311, e Sebastião Vaz, soldado n.331, ambos da Guarda Nacional Republicana, da cidade de Guimarães. Réu: Manuel Pinto, casado, cabreiro, do lugar de Caineu, da freguesia de Ronfe, da comarca de Guimarães.
Autor: Manuel Teixeira, soldado n.º 203 da Guarda Nacional Republicana. Réu: Joaquim Francisco Ribeiro, casado, lavrador, morador na Avenida da República, da freguesia de Caldelas, da comarca de Guimarães.
Autor: Manuel da Fonseca e Castro, 1.º Cabo, n.º 87 da Guarda Nacional Republicana, em serviço no posto de Pevidém, da comarca de Guimarães. Réu: Eduardo Fernandes, lavrador, do lugar da Estrada, da freguesia de Gondar, da comarca de Guimarães
Autor: José Gomes da Costa, soldado n.º 197, da Primeira Companhia, 6.º Batalhão da Guarda Nacional Republicana. Réu: Sebastião Manuel Marques, casado, cabreiro, do lugar do Monte, freguesia de São João das Caldas, da comarca de Guimarães.