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Magistrado de primeira instância surge no reinado de D. Afonso IV, numa tentativa de reduzir o peso das justiças privativas e o poder dos juízes ordinários, que por serem naturais da terra, exerciam frequentemente as suas funções de forma tendenciosa e condescendente. Para prevenir estas contingências, os soberanos instituíram estes juízes e ao mesmo tempo consolidavam a centralização do poder régio. Os juízes deviam possuir habilitações adequadas ao exercício das funções, ao contrário dos juízes ordinários que não lhes era exigida formação para ocupação do cargo. A sua ação estava circunscrita ao espaço concelhio, chegando a presidir às Câmaras Municipais dos concelhos onde eram colocados, e podia ter jurisdição nos órfãos, cível, crime e sisa. O juiz de fora é extinto com a revolução liberal de 1820, contudo mantêm-se em exercício até à entrada em vigor do decreto de 16 de maio de 1832, passando as suas atribuições, com exceção da parte contenciosa, para os juízes de paz. A freguesia de Serzedelo no século XIV era dependente do julgado de Vermoim, termo da Vila de Barcelos. Foi transferida, por decreto 6 de novembro de 1836, para o concelho Vila Nova de Famalicão. Por decreto de 31 de dezembro de 1853 passou a integrar o concelho de Guimarães, onde se mantém. É este texto que vai ficar Juízo de Barcelos.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães. Emite parecer sobre se deve ou não prosseguir-se numa ação judicial que teve início em 1777, em que estariam em causa interesses da Fazenda Nacional, em virtude da supressão do Bispado de Penafiel e extinção da Santa Igreja Patriarcal de Lisboa, com a consequente reversão dos seus bens para a Coroa. No processo judicial originário, apreciou-se a obrigação que recairia sobre a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro de pagar direitos de milheiro sobre todo o vinho vendido desde 1773, ao Bispo do Porto, ao Cabido da mesma diocese e ao Bispo e Colégio Patriarcal de Penafiel.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães. Considera não dever o governo português utilizar os meios diplomáticos para fazer valer o direito de o Conde de Bonfim ser indemnizado pelo governo britânico, em virtude dos prejuízos alegadamente sofridos em resultado do procedimento havido pelo Capitão do brigue de guerra inglês Flying Fish ,em 21 de maio de 1847, quando se encontrava a bordo da escuna de guerra Conselho, juntamente com mais pessoas, "dispostos a fazerem-se de vela para Santa Helena, depois de se haverem sublevado para conseguir sua liberdade contra as autoridades [do] distrito de Angola, para onde haviam sido deportados por envolvidos na guerra civil de 1846".
Pedidos efetuados por Maria Xavier Barbosa da Costa, Maria da Luz Romão, Clementina da Ressurreição Barbosa do Vale e Sousa e outros, Ana da Costa Guimarães e filhos menos, Maria Máxima, Maria Josefina da Costa Freitas, Ana de Jesus e outros, Ana da Costa e filhos menores, Maria Teresa Lopes e filhos menores, Josefa Susana da Silva Mendes e filhos, Ester do Carmo Castelo Pereira e José Pedro Barbosa. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 29 de maio de 1909, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de junho.
Pedido de provisão para uma fábrica de manufactura de cera que estabeleceu no Porto, no Bulhão, freguesia de Sto. Ildefonso. Tem junto, o auto de averiguações e o parecer do Desembargador Superintendente do Tabaco e Alfândega do Porto. Foi deferido.
Pedido de provisão para uma fábrica de chapéus finos que pretende estabelecer no Porto (na Rua das Flores ?). Contém sumário de testemunhas e parecer favorável do Desembargador Superintendente dos Tabacos e Alfândega do Porto. Foi deferido.
Pedido de isenção de égua de lista. Correspondência do superintendente e parecer relativo a conta deste.
Autos de apelação respeitantes ao encargo de égua de lista, processo de nomeação do superintendente e de provimento de escrivães de coudelaria. Exposição dos lavradores da Comarca sobre a opressão que sentem com a nomeação das éguas e cavalos das coudelarias. Lista de coudelarias em 1807.
Viúvo. Morador na Rua das Águas. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Casado com Isabel Margarida. Homem de negócio. Moradores na Rua de São Marcos. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Casado com Teresa Maria Rosa. Brasileiro. Moradores no Lugar do Souto. PT/UM-ADB/DIO/MAB/PRVE/001/2956. Freguesia: Este, São Pedro. Concelho: Braga.
Casado com Maria Teresa (2ª mulher). Marchante. Viúvo de Ana Tomásia (1ª mulher). Moradores na Cangosta de São Sebastião das Carvalheiras. Freguesia: Maximinos, São Pedro. Concelho: Braga.
Casado com Francisca Teresa da Silva. Negociante. Moradores no Eirado. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Casado com Custódia Maria (2ª mulher)escrivão do Juízo dos Resíduos desta cidade. Viúvo de Isidora Maria Dantas (1ª mulher). Moradores na Rua da Fonte da Cárcova. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Viúvo de D. Teresa Joaquina de Figueiredo. Negociante. Morador no Campo de Santa Ana. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Idade: 52. Morada: Santo António Travesssas. Estado civil: casado/a com Maria Teresa Vale. Herdeiros: seus filhos.
Casado com Teresa Maria Rosa. Moradores no Lugar do Souto. Freguesia: Este, São Pedro. Concelho: Braga.
Viúvo de D. Teresa Joaquina de Figueiredo. Sargento Mor, negociante. Morador no Campo de Santa Ana. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Solteiro. Não tem testamento. Morador no Campo dos Remédios. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Viúvo. Morador na Rua do Souto. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Viúvo de Custódia Teresa da Cruz. Picheleiro. Morador na Rua dos Chãos de Baixo. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Casado com Catarina Ribeiro. Moradores na Rua de Trás de São Marcos. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Casado com Teresa Maria. Moradores no Rossio da Porta do Souto. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Regedor efetivo da freguesia de Telhado
Regedor efetivo da freguesia de Telhado
Manuscrito com folhas cosidas "Pasta nº 12 Cazal nº 119 A". Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 13143 a CP 13169. Junto com CP 13147A a CP 13147F.
Prestando esclarecimentos relativos ao fecho da destilaria.
Ofício dirigido ao regedor da freguesia de Azurém para que este informe Alfredo Pimenta que deve comparecer na Secção da Polícia de Segurança Pública.
Templo de Santos Passos. Foto Beleza, Porto Edição da Junta de Turismo do local da Penha