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Fotografia onde se visualiza o comandante Sarmento Rodrigues, Ministro do Ultramar, (ao centro), ladeado pelo marechal Óscar Carmona, Presidente da República (à sua direita) e almirante Américo Tomás (à sua esquerda), à porta da Sociedade de Geografia de Lisboa, onde se pode ver várias pessoas.
Fotografia onde se visualiza, o Almirante Américo Tomás, Ministro da Marinha, a discursar, Marechal Carmona, Presidente da República (ao seu lado esquerdo) e Comandante Sarmento Rodrigues, Ministro do Ultramar, ao seu lado, na Sociedade de Geografia.
Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, ao centro, com o Professor Oliveira Salazar.
Documentação relacionada com correspondência recebida e expedida pela Junta Nac. Mª Mercante sobre a Companhia Colonial de Navegação; transportes marítimos; Seguros de guerra; processos disciplinares; armadores da pesca do bacalhau (empresas); tabelas de vencimento do pessoal...
Comenta o seu próprio artigo e as diligências infrutíferas para impedir a publicação. Convida Alfredo Pimenta e Aníbal Soares para a ouvir ler os escritos e fazerem uma censura prévia, com objetivo de as publicar no “Diário Nacional”.
Agradece a carta de apresentação para o diretor da Imprensa Nacional e destaca o apoio que teve de Alfredo Pimenta. Conta que teve um almoço com o chefe dos observadores ingleses e com o conselheiro da embaixada inglesa.
Informa que tomou conhecimento, por intermédio de João Martins Aldão, da proteção dada por Alfredo Pimenta ao seu caso no Ministério da Educação Nacional. Agradece e pede autorização para ir cumprimentar pessoalmente Alfredo Pimenta quando este vier para Guimarães.
Participa o envio do seu trabalho e tece algumas considerações sobre ele. Manifesta a sua ansiedade por um artigo de Alfredo Pimenta sobre D. Duarte Nuno. Manifesta o seu desinteresse pela União Nacional. Dá pormenores da sua saúde.
Informa que leu, com muita atenção, a «Tribuna Livre». Tece comentários sobre de que lado está o interesse nacional. Exorta Alfredo Pimenta a publicar a «Tribuna Livre» para esclarecer.
Reafirma o perigo da ameaça alemã para Portugal. Faz uma comparação entre uma hipotética retirada de Carmona e a ida de D. João VI para o Brasil. Defende a monarquia tradicional como forma de garantir a sobrevivência nacional.
Processo de Obras, apresentado à Junta Autónoma de Estradas, relacionado com o entroncamento da Avenida do Matadouro na Estrada Nacional Nº 101, com vista a aumentar o espaço de manobra para viaturas.
Deseja um bom ano a e faz referência a uma fotografia, publicada no Diário de Notícias, com milhares de pessoas a assistirem à chuva a um jogo de futebol no Estádio Nacional.
Na tomada de posse do Ministro da República para os Açores, o Presidente da República, António Ramalho Eanes, afirma que a concretização da autonomia é tarefa nacional, por fazer parte do projecto democrático e pluralista que orienta a sociedade portuguesa.
O Conselho Nacional do CDS aprecia uma moção que dá plenos poderes a Diogo Freitas do Amaral para que este conduza todas as negociações visando a concretização do Governo da Aliança Democrática.
III Congresso nacional do Partido Socialista. O secretário-geral do PS, Mário Soares, declara que o partido que irá lutar contra o Governo, afirmar a democracia e afirmar o socialismo.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, na sessão inaugural do I Encontro Nacional do CDS, sobre "A Família como parceiro social", considera que o interesse pela Família é praticamente nulo na sociedade portuguesa.
A comissão nacional de juventude da candidatura presidencial de Diogo Freitas do Amaral defende uma política global para a juventude e a reforma do sistema educativo, considerada a "prioridade das prioridades".
A mandatária nacional da candidatura de Freitas do Amaral, Agustina Bessa Luís, solicita ao Presidente da República a concertação da data das eleições presidenciais para não implicarem com o calendário litúrgico do Natal e Ano Novo.
O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, defende a alteração da Constituição como imperativo nacional e considera que os principais adversários continuam a ser todos aqueles que são apoiados pelo Partido Comunista.
O I Encontro Nacional do CDS na Póvoa de Varzim. O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma a «certeza» de uma vitória nas próximas eleições e a que o CDS será um partido prioritário para assumir o Governo.
A suspensão do mandato do representante do PSD na Comissão Nacional de Eleições (CNE) em protesto contra o silêncio deste organismo relativamente à utilização do direito de antena pelo candidato do PCP, Ângelo Veloso.
Encontro entre o Presidente da República Brasileira, João Figueiredo, e o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral. Examinaram o conflito anglo-argentino, as relações bilaterais e a evolução das políticas internas portuguesa e brasileira.
Acusa o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, de uma atitude grosseira ao qualificar de "total irresponsabilidade" o órgão de soberania Conselho da Revolução.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O Presidente do CDS, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Conselho da Revolução de não actuar como órgão de soberania responsável, mas como um partido político de esquerda.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, anuncia a entrega de três fragatas à Armada portuguesa e elogia o programa de modernização estratégica anunciado pelo Presidente norte-americano.
Em entrevista à RTP, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, analisou o "Documento Melo Egídio", a Revisão Constitucional, as promoções militares e a formação de um novo partido político.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O jornal "Diário" declara que as queixas apresentadas contra o jornal, por motivo de publicação de documentos e entrevistas que envolvem Freitas do Amaral no processo da rede bombista, não são do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, enviou antecipadamente o discurso que proferiu na Assembleia da República a todos os Chefes de Estado-Maior.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
Intervenção do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, na Assembleia da República, durante o debate do Programa do VIII Governo Constitucional, em que define a base de uma doutrina de defesa nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, em resposta a um artigo de Medeiros Ferreira, esclarece o processo de nomeação das chefias militares em França.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, apela à participação numa grande manifestação em Lisboa contra a repressão policial dos trabalhadores e dos sindicatos na Polónia.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Governo não aceita a hipótese de um comando militar na Península Ibérica. O Conselho da Revolução considera a proposta inaceitável.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, concorda com as propostas do PSD relativas a um entendimento interpartidário tendo em vista a obtenção de um consenso sobre as grandes questões da política nacional.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, concorda com as propostas do PSD relativas a um entendimento interpartidário tendo em vista a obtenção de um consenso sobre as grandes questões da política nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, considera a proposta de Lei de Defesa Nacional como uma peça fundamental que faltava no ordenamento político e jurídico.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, destaca os factores que podem pôr em causa a democracia, analisa a situação política, defende uma maioria democrática tripartida e considera que o Governo PS não serve o interesse nacional.
O ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, anuncia que a Legislação básica da Defesa Nacional e das Forças Armadas será proposta ao Parlamento "imediatamente a seguir à publicação da Lei de Revisão Constitucional".
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, apresenta sugestões para a saída da crise política. Analisa a possibilidade de um governo PS-PPD-CDS ou PS-PPD. Destaca os contributos do Partido Comunista para a economia nacional.
O presidente da Comissão Permanente do Conselho Nacional do PSD, Sousa Franco, anuncia a oposição a um governo PS-CDS. Reafirma a tese de um governo de coligação a três com socialistas e centristas.
A situação da política nacional e o papel do PCP; as razões e os efeitos do fracasso da política dos governos anteriores; traça o quadro de soluções propostas pelo PCP para a saída da crise.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, aborda a indiferença do PS à proposta de formação de um governo de Salvação Nacional. Justifica a recusa do PSD em dialogar com os outros partidos.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, aborda a conjuntura política nacional a curto prazo e analisa a recente cisão no Grupo Parlamentar do PSD em todas as suas motivações e consequências.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, apresenta o projecto de revisão constitucional ao Conselho Nacional do PSD e o governo-sombra do PSD, a que ele preside e é auxiliado por quatro «ministros».
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, garante que as liberdades, as nacionalizações, a Reforma Agrária, a Constituição, o regime democrático e a independência nacional serão defendidos contra todos os seus inimigos.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, afirma que o PSD não encara qualquer acordo pontual com o CDS, apenas admite um acordo com o PS e o CDS na base de um Governo de Salvação Nacional.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Alerta que o acordo com o FMI corre o risco de não ser cumprido.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
O Primeiro-Ministro, Nobre da Costa, critica a contradição entre as posições públicas e privadas dos partidos políticos, revela que pretende resolver a Reforma Agrária, o projecto de criação de um Serviço Nacional de Saúde e aliviar a carga fiscal.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: António da Silva e esposa Lídia da Luz de Sousa Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Artur da Silva Pereira Marques e mulher Maria Augusta Oliveira Matos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Aires da Silva Moreira e esposa Maria Adelina Moreira Pires
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: António da Cunha e esposa Alzira Antunes Reis, que também usa o nome de Alzira Antunes Rei
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: João da Silva e esposa Maria do Carmo Almeida
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Armando Botelho Machado e esposa Maria Nazaré da Fonseca
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: Adelino Teixeira Marques e esposa Marília Odete Morais Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: António Dias Pereira e esposa Maria da Conceição de Oliveira Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: Alberto da Silva e esposa Maria da Conceição de Lima
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leal Freire, outorgando em representação da Caixa Nacional de Pensões 2º Outorgante: João Leite de Faria e esposa Maria Arminda Ferreira Ribeiro de Faria
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando como procurador e em representação do Banco Nacional Ultramarino 2º Outorgante: Mário Ferreira Carvalho de Melo e esposa Maria Fernanda de Lemos Eugénio
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Coelho Ferraz de Abreu, outorgando em representação do "Banco Nacional Ultramarino"; 2º Outorgante: Francisco José da Cruz Mendes e esposa Maria de Belém Teixeira Carneiro de Oliveira Cruz Mendes.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Amaral outorgando como procurador da "Caixa Nacional de Pensões" 2º Outorgante: José de Abreu Coelho Lima outorga como procurador da " Sociedade Têxtil Albano Coelho Lima S.A.R.Lª "
Confirma a participação do CDS nas eleições regionais da Madeira e dos Açores. Afirma que o líder nacional do partido não se irá intrometer em assuntos que são exclusivamente de interesse regional.
A Sociedade Anónima Concessionária da Refinação de Petróleos em Portugal a requerer à Câmara Municipal de Guimarães licença para construir um posto de Abastecimento de Combustíveis na variante Estrada Nacional n.º 105, entre os Kms 42.600 e 44,900.
Livro de cariz histórico-religioso. Lvro de Atas de Conferência Internacional, volume V- Espiritualidade e Evangelização Editor: Universidade do Porto/ Comissão Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses ISBN: 972-9342-00-8 Depósito legal: 30368/89
Separata do Volume V das «Actas» do Congresso Internacional Bartoloneu Dias e a sua época, da autoria de Joaquim O. Bragança. Universidade do Porto. Comissão nacional para as comemorações dos descobrimentos Portugueses.
Trata da discordância de Alfredo Pimenta em relação à forma como estão organizados os trabalhos da Academia da História. Esclarece que o plano das publicações comemorativas dos centenários foi gizado pelo ministro da Educação Nacional.
Autor: Augusto Teixeira, soldado n.º 300 do Posto da Guarda Nacional Republicana de Vizela, comarca de Guimarães. Réu: Adelino dos Santos, da freguesia de São João das Caldas, da dita comarca.
Autor: Os soldados da Guarda Nacional Republicana, José de Freitas e José Ribeiro, pertencentes ao subposto de Lordelo. Réu: António Ferreira Leite, da freguesia de Lordelo, da comarca de Guimarães.
Autor: Guarda Nacional Republicana do subposto de Lordelo, comarca de Guimarães. Réu: Manuel Ribeiro, da rua São Dâmaso, da cidade de Guimarães, Joaquim Luís de Moura e Gaspar de Moura, da freguesia de Guardizela, da dita comarca.
Autor: Severino de Carvalho, soldado n.º 168, e Manuel Fernandes, soldado n.º 206, do subposto das Taipas, da Guarda Nacional Republicana. Réu: Manuel de Oliveira, da freguesia de São Clemente de Sande, da comarca de Guimarães.
Autor: Abílio Fernandes Peixoto, 1 .º cabo n.º 307 da Guarda Nacional Republicana, do posto da cidade de Guimarães. Réu: António Pinto, da freguesia de Gondomar, da comarca de Guimarães.
Autor: O comandante do Posto da Guarda Nacional República, da cidade de Guimarães. Réus: José Ribeiro, da freguesia de São Pedro de Azurém, da comarca de Guimarães, e Tadeu Ribeiro, morador na rua Dr. Avelino Germano, da cidade de Guimarães.
Autor: A Guarda Nacional Republicana do subposto das Taipas, do concelho de Guimarães Réus: João Gonçalves Maia, João de Carvalho e Bento Ribeiro, da freguesia de Longos, da comarca de Guimarães.
Autor: António Ferreira, soldado nº 176, da Guarda Nacional Republicana, da cidade de Guimarães. Réu: Domingos de Castro, da freguesia de Vila Nova de Sande, da comarca de Guimarães.
Autor: João Mendes, soldado nº 343 da Guarda Nacional Republicana de Vizela, comarca de Guimarães. Réu: António Evaristo Coelho, da freguesia de São Miguel das Caldas, comarca de Guimarães.
Autor: Manuel Mão de Ferro, soldado nº 55, da Guarda Nacional Republicana, da cidade de Guimarães. Réu: José Carvalho, da freguesia de São Salvador de Souto, comarca de Guimarães.