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Emprazamento de uma casas, da igreja de Santiago de Évora, localizadas na rua do Palazim da referida cidade, a Lopo Fernandes, por quarenta soldos antigos, pagos pela Páscoa. Redactor: Pedro Afonso de Seixas, escrivão de André Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Vasco Vicente, cónego
Emprazamento, em três vidas, de uma casa da igreja de Santiago de Évora, localizada na referida cidade, a João Domingues, alfageme, morador em Évora, por vinte soldos, pagos pela Páscoa. Redactor: Pedro Anes, escrivão de João Anes, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Pedro Anes e sua mulher, Estevinha, de uma courela e meia de vinha na herdade de Val de Romão, por trinta soldos de foro perpétuo, pagos pelo São Martinho e o dízimo. Redactor: Afonso Domingues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma vinha da igreja da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, em Peramanca, a João Martins e a Leonor Martins, moradores em Évora, por cinquenta soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha da igreja de Santiago de Évora, localizada na Fonte Gaga, a João Afonso, ourives, e a Catarina Afonso, ambos moradores em Évora, por cinquenta e sete soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada no termo da cidade, junto à Fonte Gaga, a Vasco Pires, criado de Vasco Martins de Melo, morador em Évora, e a Catarina Afonso, por cinquenta soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Aforamento de uma vinha, da igreja de Santiago de Évora, localizada junto à cidade, na Fonte Gaga, a João Afonso, ourives, e a Clara Gonçalves, moradores na cidade, por cinquenta e sete soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Juan Carlos Valera, Cruzeiro Seixas, Pedro Polo, Manolo Mateos e outro não identificado (da esquerda para a direita). Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Eduardo Tomé, Juan Carlos Valera, Helena, Pedro Polo, Manolo Mateos e outro não identificado (da direita para a esquerda), Cruzeiro Seixas em baixo. Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Juan Carlos Valera, Cruzeiro Seixas, Pedro Polo, Eduardo Tomé e Manolo Mateos (da esquerda para a direita). Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Cruzeiro Seixas na primeira fila, segundo à esquerda, na fila atrás, à direita, Juan Carlos Valera e Pedro Polo. Fotografia junto a carta de Manolo Mateos de 10 Abril 1996. Da visita dos amigos de Madrid a Lisboa [por ocasião da homenagem a Mário Henrique Leiria].
Carta datilografada em papel timbrado, com assinatura autógrafa não identificada, eventualmente datada de Abril 2001 (v. apontamento de C. Seixas). Local de expedição: [Lisboa], Portugal Contém ainda: - 1 carta datilografada em papel timbrado com assinatura autógrafa de Pedro Amaro, datada de 2010-06-23
Requerimento e certidão solicitada por Cristóvão Dias de Castro ao tabelião público de notas, Domingos Fernandes Rocha, de uma escritura de compra à Irmandade de São Pedro de quatro moradas de casas. Contém o traslado da certidão, a escritura e o termo de posse.
Carta de venda de quarenta pretos do Casal da Quintã na freguesia de São João de Gondar, que faz Aldonsa Vasques, viúva, a Pedro Domingues mercador e sua mulher Catarina de Freitas, e que está emprazado a Álvaro Afonso. Foi testemunha Álvaro Lourenço e outros.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Machado Faria, casado com Maria Beatriz Carvalho Gomes da Costa 2º Outorgante: Maria Augusta de Almeida Ribeiro da Silva e marido Abílio Marques Mota Pinho 3º Outorgante: António Pedro Dias Carneiro, casado com Elsa Celcedina Campos Neto de Sousa Dias Carneiro 4º Outorgante: Joaquim Dias Carneiro, casado com Adelaide da Conceição Penha e Sousa Dias Carneiro
PROVISAO a favor de Luis Manuel, menino do coro da Se Primaz, filho legitimo de Pedro de Amorim e de Luisa de Araujo, da freguesia de Sao Pedro do Souto, provido em um lugar de colegial no Seminario de Sao Pedro desta cidade. Localidades: BRAGA-SE,Santa Maria, BRAGA; SOUTO,Sao Pedro, ARCOS VALDEVEZ
REGISTO de provisao de fixacao a capela de Sao Pedro de Vilarinho, da freguesia de Sao Pedro de Abacas, a favor de Manuel Rodrigues, clerigo in minoribus, do lugar e freguesia de Sao Pedro de Nogueira, da comarca de Vila Real. Localidades: ABACAS,Sao Pedro, VILA REAL
REGISTO de provisao de fixacao a capela de Sao Pedro de Vilarinho, da freguesia de Sao Pedro de Abacas, a favor de Manuel Rodrigues, clerigo in minoribus, do lugar e freguesia de Sao Pedro de Nogueira, da comarca de Vila Real. Localidades: ABACAS,Sao Pedro, VILA REAL
PROVISAO a favor de Luis Manuel, menino do coro da Se Primaz, filho legitimo de Pedro de Amorim e de Luisa de Araujo, da freguesia de Sao Pedro do Souto, provido em um lugar de colegial no Seminario de Sao Pedro desta cidade. Localidades: BRAGA-SE,Santa Maria, BRAGA; SOUTO,Sao Pedro, ARCOS VALDEVEZ
Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado
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D. Pedro V Filho primogénito de D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, nasceu em Lisboa em 16 de setembro de 1837 e aí também morreu em 11 de novembro de 1861, contando pouco mais de vinte e quatro anos. Trigésimo primeiro rei de Portugal, ficou conhecido pelo cognome de "o Esperançoso".Sucede ao trono de Portugal, pelo falecimento de sua mãe, que morre com apenas 34 anos de idade, em 15 de novembro de 1853. D. Fernando II governa o reino na qualidade de regente durante a menoridade de D. Pedro V. D. Pedro aproveita os dois anos da regência de seu pai para viajar pela Europa com o seu irmão D. Luís, visitando, entre outros países, a Inglaterra, a Bélgica, a Alemanha e a Áustria. Em 16 de setembro de 1855, ao completar 18 anos, é aclamado rei e presta juramento perante as Cortes Gerais, dedicando-se desde logo com total devoção aos negócios públicos. Casou em 29 de abril de 1858 com D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que viria a morrer em julho de 1859.Quando D. Pedro inicia o seu reinado, governava ainda o ministério de Saldanha saído da Regeneração de 1851. Sobressai neste ministério Fontes Pereira de Melo, titular da pasta das Obras Públicas, famoso pelo impulso que deu aos caminhos de ferro em Portugal.Apesar de atormentado por constantes dificuldades, quer na vida pública quer na privada (as epidemias de cólera-morbo e de febre amarela, as grandes inundações, a morte da rainha), D. Pedro consegue dar uma certa estabilidade à vida política portuguesa. O monarca viajou pelo país, interessando-se por quaisquer assuntos que visassem o seu desenvolvimento, como sejam a introdução do caminho de ferro, o sistema métrico, as estradas, etc. Foi também durante o seu reinado que se sucederam desagradáveis acontecimentos: a questão de "Charles et Georges" (aprisionamento por parte das autoridades portuguesas de Moçambique, em novembro de 1857, da barca francesa com aquele nome, empregue no tráfico de escravos provenientes da colónia, tráfico esse proibido no império português) e a consequente divergência com a França, diferendos com a Inglaterra pelos domínios em África e com a Santa Sé.À margem da função régia, foi um homem de superior inteligência e de excecional cultura, fruto também do excelente trabalho de educadora desempenhado por sua mãe. Da sua cultura são testemunhos os seus escritos em dois volumes: Diário (durante as viagens que fez na Europa), e os artigos que escreveu para duas revistas (a Militar e a Contemporânea). Deve-se-lhe, a par de outras iniciativas culturais, a criação do Curso Superior de Letras em 1859 e do Observatório da Ajuda. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-03-19]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$d.-pedro-v>.
D. Pedro V Filho primogénito de D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, nasceu em Lisboa em 16 de setembro de 1837 e aí também morreu em 11 de novembro de 1861, contando pouco mais de vinte e quatro anos. Trigésimo primeiro rei de Portugal, ficou conhecido pelo cognome de "o Esperançoso".Sucede ao trono de Portugal, pelo falecimento de sua mãe, que morre com apenas 34 anos de idade, em 15 de novembro de 1853. D. Fernando II governa o reino na qualidade de regente durante a menoridade de D. Pedro V. D. Pedro aproveita os dois anos da regência de seu pai para viajar pela Europa com o seu irmão D. Luís, visitando, entre outros países, a Inglaterra, a Bélgica, a Alemanha e a Áustria. Em 16 de setembro de 1855, ao completar 18 anos, é aclamado rei e presta juramento perante as Cortes Gerais, dedicando-se desde logo com total devoção aos negócios públicos. Casou em 29 de abril de 1858 com D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que viria a morrer em julho de 1859.Quando D. Pedro inicia o seu reinado, governava ainda o ministério de Saldanha saído da Regeneração de 1851. Sobressai neste ministério Fontes Pereira de Melo, titular da pasta das Obras Públicas, famoso pelo impulso que deu aos caminhos de ferro em Portugal.Apesar de atormentado por constantes dificuldades, quer na vida pública quer na privada (as epidemias de cólera-morbo e de febre amarela, as grandes inundações, a morte da rainha), D. Pedro consegue dar uma certa estabilidade à vida política portuguesa. O monarca viajou pelo país, interessando-se por quaisquer assuntos que visassem o seu desenvolvimento, como sejam a introdução do caminho de ferro, o sistema métrico, as estradas, etc. Foi também durante o seu reinado que se sucederam desagradáveis acontecimentos: a questão de "Charles et Georges" (aprisionamento por parte das autoridades portuguesas de Moçambique, em novembro de 1857, da barca francesa com aquele nome, empregue no tráfico de escravos provenientes da colónia, tráfico esse proibido no império português) e a consequente divergência com a França, diferendos com a Inglaterra pelos domínios em África e com a Santa Sé.À margem da função régia, foi um homem de superior inteligência e de excecional cultura, fruto também do excelente trabalho de educadora desempenhado por sua mãe. Da sua cultura são testemunhos os seus escritos em dois volumes: Diário (durante as viagens que fez na Europa), e os artigos que escreveu para duas revistas (a Militar e a Contemporânea). Deve-se-lhe, a par de outras iniciativas culturais, a criação do Curso Superior de Letras em 1859 e do Observatório da Ajuda. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-03-19]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$d.-pedro-v>.
Sediada na freguesia de São Pedro de Merelim, no concelho de Braga. Inclui duplicado. Natureza da Associação: Canónica. Data da constituição da Associação: 20 de novembro de 1940.
Sediada na freguesia de São Pedro de Alvito, no concelho de Barcelos. Natureza da Associação: Canónica. Data da constituição da Associação: 20 de novembro de 1940.
Sediada na freguesia de Vila Frescaínha São Pedro, no concelho de Barcelos. Natureza da Associação: Canónica. Data da constituição da Associação: 18 de dezembro de 1940.
Sediada na freguesia de São Pedro de Valbom, no concelho de Vila Verde. Natureza da Associação: Canónica. Data da constituição da Associação: 21 de novembro de 1940.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de São Pedro, concelho de Vila do Porto, distrito de Ponta Delgada, nomeadamente a igreja paroquial sob a invocação de São Pedro; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora da Saúde; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate; a Capela sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar com todas as suas dependências, adros e objectos de culto.
Carta de agnição de uns moradores do território de Braga que recusavam obediência ao bispo de Lugo, D. Pedro, por considerarem descender dos presores de Vímara Peres. D. Pedro apresentou queixa a D. Afonso V, rei de Leão, e organizou-se um processo em que o metropolita foi representado por Tardenato e os moradores pelo presbítero Bermudo. Tardenato provou que os ditos moradores eram servos da Igreja de Braga por descenderem dos familiares com quem o bispo Odoário povoou o termo da dita cidade, condição que os mesmos reconheceram por esta carta de agnição.
Fichas dos sócios: João Manuel de Oliveira, João Manuel Oliveira Bicho, João Manuel de Oliveira Pinto, João Manuel Pais de Magalhães, João Manuel Parracho Gomes, João Manuel Pascoa Matos, João Manuel Prates Carvalhal, João Manuel Rebelo da Costa, João Manuel Redondo, João Manuel Ribeiro Ferreira, João Manuel Rocha Mimoso Aires, João Manuel Rodrigues Pereira, João Manuel Roque Mendes Ribeiro, João Manuel Salvadinho Aleixo Cândido, João Manuel dos Santos Alves Delgado, João Manuel dos Santos Costa, João Manuel Santos Fernandes, João Manuel dos Santos Vítor Monchique, João Manuel da Silva Ferreira, João Manuel Silvestre Venâncio, João Manuel Sousa Maia, João Manuel Soares Marques da Silva, João Manuel Sousa Estevão, João Manuel Tavares Passarinho, João Manuel Teixeira Lopes, João Manuel de Vasconcelos Roovers Ribeiro, João Manuel Ventura Martins, João Manuel Viana de Lemos, João Marcos Serra da Cunha Dias, João Maria Banho dos Santos, João Maria Cabeça Filipe, João Maria Carapinha, João Maria Cruz Pinheiro, João Maria Ferreira, João Maria Franco Ferreira, João Maria Lourinhã, João Maria Lucas Ferreira, João Maria Marques, João Maria Oliveira e Silva, João Maria Teixeira Carrilho, João Mariano Laima dos Santos, João Mário Pombo Bança, João Mário da Silva Velez, João Marques, João Marques Fernandes, João Marques Ponte, João Martins de Azevedo, João Martins Borges Amante, João Martins Ribeiro, João de Matos Belo, João Mendes de Albuquerque, João Mendes Alves, João Mendes de Assis, João Mendes Castilho Pereira, João Miguel Anselmo Carrilho, João Miguel Antunes Fernandes, João Miguel de Brito Pereira, João Miguel Dias Antunes, João Miguel Fernandes Rodrigues, João Miguel Gomes de Almeida, João Miguel Pereira da Cruz Tomasini, João Miguel Marques Oliveira Nunes Fernandes, João Miguel Pinto da Assunção, João Monteiro, João Monteiro da Cunha, João Morais Pinto Esteves, João Moreira Lourenço, João do Nascimento Ricardo de Sousa Martins, João das Neves, João das Neves Acabado de Sousa, João Nobre, João Norberto da Assunção Almeida, João Nuno Esteves Mendes de Matos, João de Oliveira Bernardo, João Octávio Antelo da Silva Metrass, João Paulo de Almeida Cabaço, João Paulo Alves Pardete, João Paulo Augusto Mota Moreira, João Paulo Campos Gomes, João Paulo Carvalho Pires, João Paulo de Castro Queiroz Serra, João Paulo Cipriano, João Paulo Coelho Balbino, João Paulo da Costa Almeida, João Paulo Costa Silvino, João Paulo Fernandes de Sousa, João Paulo Godinho da Silva, João Paulo Lopes Garrido, João Paulo de Oliveira Rua, João Paulo Pires de Azevedo, João Paulo Santos Madeira, João Paulo dos Santos Rosa, João Paulo dos Santos da Silva, João Paulo da Silva Faro Valeiras, João Pedro Cavaco da Assunção Baptista, João Pedro Correia, João Pedro Lopes Gonçalves dos Santos, João Pedro Galego Garcia, João Pedro Gomes Ventura, João Pedro Pires da Costa, João Pedro Prada Martins e João Pedro Sousa Rosa.
Carta de agnição de uns moradores do território de Braga que recusavam obediência ao bispo de Lugo, D. Pedro, por considerarem descender dos presores de Vímara Peres. D. Pedro apresentou queixa a D. Afonso V, rei de Leão, e organizou-se um processo em que o metropolita foi representado por Tardenato e os moradores pelo presbítero Bermudo. Tardenato provou que os ditos moradores eram servos da Igreja de Braga por descenderem dos familiares com quem o bispo Odoário povoou o termo da dita cidade, condição que os mesmos reconheceram por esta carta de agnição.
Pedro Gregório dos Reis de Jesus pretende construir uma Casa de Habitação » Lote 18 do loteamento urbano nº.32/79; na rua, lugar Casal do Ralha, freguesia Parceiros. Confrontações: - Norte = Caminho Municipal, - Sul = Lote nº.17, - Nascente = Joaquim Fonseca da Silva, - Poente = Arruamento. Processo composto por: - Requerimentos » de Interesse Particular Nº.13776 (Taxa CML paga em 03 de Dezembro 1992) / Nº.730 (paga em 04 de Dezembro 1990) / Nº.1034 (paga em 29 de Junho 1990); - Projeto » Termo de Responsabilidade: Arlindo Vieira Cid; Plantas de Situação; de Localização; de Implantação; Plantas "Moradia Unifamiliar" c/ corte, alçados, cobertura, rés-do-chão e cave; pormenor da ventilação estática + Plantas "Rêde de Esgotos" c/ Fossa Séptica e Poço Absorvente (Tipo); "Betão Armado" c/ Cálculos de Vigas (momento flector e esforço transverso) / Cálculo de Lajes Aligeiradas Pré-Esforçadas / Aço A400 e Betão B15 c/ plantas das fundações (lintel sob parede em betão armado), tecto da cave, esteira, lintel ao nível inferior, sapata, pilar (pormenor de ligação); Projeto da "Rede de Distribuição de Águas" SMASL Aprovado Nº.8560/p em 21 de dezembro 1990 + Plantas "Rêde-de-Águas" c/ legenda; Auto de Vistoria Nº.159/94 Deferido CML em 05 de maio 1994 + Auto de Vistoria nº.177/93 indeferido CML nos termos da informação em 13 de julho 1993; Ofício da Direção-Geral de Hidráulica e Engenharia Agrícola c/ entrada CML em 26 de setembro 1979 = "... os solos a ocupar pelas obras pretendidas possuem capacidade de uso Não Defendida pelo Decreto-Lei nº.308/79. - Parecer da Comissão Técnica.