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Recenseamento militar dos seguintes mancebos: Álvaro de Campos Couto Viana, filho de José Cândido Martins de Couto Viana e Adelaide Sofia de Campos Viana; António do Nascimento Ferreira, filho de João do Nascimento Ferreira e Fortunata de Assunção; Cândido António Biscaia, filho de Agostinho António e Maria de Jesus; Eduardo Matias, filho de Manuel Duarte Matias e Mariana Inácia; Francisco João António de Oliveira, filho de João Vicente de Oliveira(Visconde de Tojal) e Sofia Isabel de Roboredo (viscondessa de Tojal); Francisco José Lopes Costa, filho de José Bento Costa, Maria Carolina Correia Lopes Costa; Francisco Rodrigues Batista, filho de Joaquim Rodrigues Batista e Domicilia das Dores Rodrigues; Gil Pereira, filho de Joaquim Pereira Gil e Antónia Rosa; João Francisco Lúcio, filho de João Francisco Lucio e Domingas Rosa; Jorge Rosalino, filho de João Rosalino e Joaquina Maria; José de Almeida, filho de João de Almeida e Rosa Clara; José Jorge Pexilga, filho de Manuel Jorge Pexilga e Maria Custódia; José Maria, filho de Cândido José da Silva e Isabel Maria Capucho; José Maria Ramos da Conceição, filho de António Pedro da Conceição e Maria José Ramos; José Miguel Rebelo, filho de Miguel Duarte Rebelo e Emília da Piedade; José da Silva, filho de Jerónimo da Silva e Joaquina de Jesus; Justino de Oliveira, filho de Aires de Oliveira e Joana da Conceição; Manuel Branco, filho de Joaquim Branco e Carolina da Conceição Branco; Manuel Paulo Freire, filho de João Paulo Freire e Maria Gertrudes; Mário Lobo Garcia, filho de Francisco Garcia e Matilde de Assunção Lobo; Ricardo da Graça, filho de José da Graça e Maria da Conceição; Ricardo dos Santos, filho de Luís dos Santos e Clara de Jesus; Romão Vieira, filho de António Vieira e Maria da Piedade; Serafim Francisco Branco, filho de João Francisco e Matilde Martinho; Silvino Vicente, filho de José Vicente e Mariana Duarte Ferreira.
Textos sobre pastoral social. Contém: José Mendes Serrazina, Pastoral social, dimensão da pastoral geral da Igreja, esquema e bibliografia, [s.d.]; Orlando e Costa, Instituições ao serviço da pastoral social, 1983 (I Semana Nacional de Pastoral Social); António Marcelino, Sentido cristão da contingência humana, [s.d.]. (V Semana Nacional de Pastoral Social); Maria Raquel Ribeiro, Descoberta de promoção de recursos humanos e meios materiais no seio da comunidade, 1984 (II Semana Nacional de Pastoral Social); António Marcelino, Sessão de abertura da II Semana Nacional de Pastoral Social, 1984; José Mendes Serrazina, Fundamentação e objectivos da pastoral social, 1984 (II Semana Nacional de Pastoral Social); João Caniço, Pastoral Social. Princípios e exigências na comunicação interpessoal, [s.d.]. (III Semana Nacional de Pastoral Social); [Luis] Bambaren, Qu'est-ce que la pastorale sociale?, 1983; José Mendes Serrazina, Pastoral social, linhas de orientação, 1989; A pastoral social da Igreja portuguesa, [s.d.]; José Mendes Serrazina, Pastoral da caridade, linhas de orientação, 1981; Pastoral da saúde, [s.d.]; Acácio Catarino, Noção e características dum problema social, Lisboa, 1983; Encontro Transnacional dos Projetos do II Programa Europeu de Luta contra a Pobreza, dedicado ao tema Refugiados, Migrantes e Minorias Étnicas, promovido pelo Centro Regional de Segurança Social de Lisboa, 1988-10-12; José Mendes Serrazina, Respostas da Igreja às situações de pobreza em Portugal, 1987; Acácio Ferreira Catarino, Atitudes do Estado perante a pobreza, 1988; Acácio Ferreira Catarino, Pobreza, realidades e causas, 1988 (II Curso de Pastoral Social, Vila Real, 1988-10-22 e 23); José Mendes Serrazina, Noção e dimensão da pastoral social, Cáritas Diocesana de Lisboa, [s.d.]; [Pastoral social], [s.d.]; Acácio Catarino, Organização da pastoral social (esquema-índice), [s.d.]; Acácio Catarino, Dimensão pastoral da regionalização, Encontro Nacional de Pastoral da Comunicação Social, 1987-10-02; Pastoral social (esquema), [s.d.]; João Caniço, Actualidade da pastoral social, Reflexão sobre Pastoral Social, Lisboa, Vigararia IV, S. Domingos de Benfica, 1982-12-11; Leovigildo Moacho, Comunidade cristã em acção de pastoral social, Reflexão sobre Pastoral Social, Lisboa, Vigararia IV, S. Domingos de Benfica, 1982-12-11; Acácio Catarino, Cooperação e coordenação na actividade sócio-caritativa, Setúbal, 1986-03-22; José Mendes Serrazina, [As colectividades não estruturadas], [s.d.]; Pastoral social e actuais dinamismos sociais, [s.d.]; José Mendes Serrazina, Noção, dimensão e responsabilidade da pastoral social, Cáritas Diocesana de Setúbal, Curso de Pastoral Social, Barreiro, 1988-02-16 e 07; José Mendes Serrazina, Noção e dimensões da pastoral social, Encontro de Pastoral Social, Ponta Delgada, 1985-11-29; José Mendes Serrazina, Actualidade da pastoral social, Cáritas Diocesana de Setúbal, [s.d.]; Acácio Catarino, Objectivos da pastoral social, Encontro de Pastoral Social, Ponta Delgada, 1985-11-29 a 1985-02-01; Acácio Catarino, Objectivos da pastoral social, Curso Diocesano de Pastoral Social, 1987-02-06 a 08; José Mendes Serrazina, Animação e coordenação da pastoral social numa diocese, Encontro do SDASC, Setúbal, 1988-07-02; Maria Matilde Dias Ferreira, Constituição e desenvolvimento de grupos locais e paroquiais de acção sócio-caritativa, Cáritas Diocesana de Lisboa, [s.d.]; Maria Helena Moacho, Grupos de acção social nas paróquias, [s.d.]; José Mendes Serrazina, Noção e dimensão da pastoral social, Curso de Pastoral Social, Vigararia de Alcobaça, 1984-10-27; José Mendes Serrazina, Constituição e desenvolvimento de grupos locais e paroquiais de acção sócio-caritativa, Encontro de Sacerdotes sobre Pastoral Social, Funchal, 1984-05-24 e 25; José Mendes Serrazina, Formação permanente dos militantes de acção sócio-caritativa, Curso de Pastoral Social, Funchal, 1984-05-26 e 27; Georgino Rocha, Dimensão social, uma exigência à paróquia, [s.d.].
Inclui documentação relativa ao Gabinete de Estudos Sociais (GES) do Ministério da Saúde e Assistência, do qual Manuela Silva seria Diretora. Contém: cartão de identificação de Manuela Silva como funcionária do Ministério da Saúde e Assistência; um conjunto de quatorze cartas e cartões de diferentes personalidades endereçadas a Manuela Silva, lamentando o seu afastamento da Direção do GES; carta de Carlos Augusto Fernandes de Almeida, (12 de março de 1971); cópia da carta de Maria Fernanda [Esteira] ao Diretor do Gabinete de Planeamento do Ministério da Saúde e Assistência, (22 de março de 1971); cópia da carta de Maria do Rosário Giraldes ao Diretor do Gabinete de Planeamento do Ministério da Saúde e Assistência, (s. d.); cópia da carta de Bertina Sousa Gomes ao Diretor do Gabinete de Planeamento do Ministério da Saúde e Assistência, (15 de março de 1971); carta de Luís de Guimarães Lobato, Presidente do Conselho Diretivo do Gabinete de Estudos e Planeamento de Transportes Terrestres, (1 de abril de 1971); cópia da carta de António Maria de Mendonça Lino Neto, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, (12 de março de 1971); cópia da carta de Julieta Marques Cardoso, Directora do Instituto Superior de Serviço Social do Porto, (11 de março de 1971); cópia da carta de Caldeira da Silva, Diretor de Serviços do Centro de Estudos e Documentação, (13 de março de 1971); cópia da carta de Eyvind Hytten, Chefe do Programa Europeu de Desenvolvimento Social do Office das Nações Unidas em Genebra, (16 de março de 1971). Além desta documentação encontramos ainda os seguintes documentos: dois exemplares de recibo de vencimentos de Manuela Silva enquanto Diretora do GES (fevereiro e março de 1971); cópia de um conjunto de nove documentos relativos a programas, planos de acção e relatórios do GES (de fevereiro 1970 a fevereiro 1971); cópia da carta do Chefe dos Serviços Administrativos do Instituto de Assistência à Família (21 de outubro de 1971); «Termo de entrega e notificação» assinado por Manuela Silva e Manuel Francisco de Medeiros Júnior, (8 de março de 1971); duas cópias da carta de Manuela Silva ao Presidente do Conselho de Ministros, Marcello Caetano, (17 de março de 1971); duas cópias da carta de Manuela Silva à Subsecretária de Estado da Saúde e Assistência, (8 de março de 1971); um exemplar e duas cópias do Despacho de extinção do GES, (8 de março de 1971); cópia da carta de Manuela Silva ao Diretor do Gabinete de Planeamento, (12 de janeiro de 1971); memorando da conversa com a Subsecretária de Estado da Saúde e Assistência sobre a permanência de serviço do pessoal do GES, (13 de janeiro de 1971); carta de Manuela Silva à Direção-Geral da Assistência apresentando o Programa do GES para 1971, à qual se anexa o «Programa de estudos», (5 de fevereiro de 1971); memorando sobre a «Relação dos estudos empreendidos no períodos 1966-1970», (janeiro de 1971); memorando sobre o «Programa de estudos para 1970 – informação sobre a sua execução», (6 de março de 1970); um exemplar do «Relatório de 1969 e linhas gerais do plano de acção para 1971», (22 de maio de 1970); um exemplar do «Relatório de 1968 e plano de acção para 1970», (10 de maio de 1969); um exemplar do «Relatório de 1967 e linhas gerais do plano de acção para 1960», (24 de maio de 1968); um exemplar do «Plano do GES para 1968», (26 de maio de 1967); um exemplar do «Plano de acção do Gabinete de Estudos Sociais para o ano de 1967», (30 de maio de 1966); um exemplar do «Plano de acção do Gabinete de Estudos Sociais para o ano de 1966», (12 de janeiro de 1966); Despacho do Ministério da Saúde e Assistência sobre problemas da família e juventude, (16 de outubro de 1964); projecto sobre o «GES – objectivos, estrutura e modo de funcionamento», (5 de dezembro de 1969).
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos, óbitos, perfilhações e expostos.
Fundo constituído por correspondência recebida e cópias da expedida, apontamentos, fotografias e filmes relativos à vida privada, militar e política do Almirante Manoel Maria Sarmento Rodrigues, nomeadamente como Capitão dos Portos do Chinde e de Quelimane, como governador da província da Guiné, comandante de diversos navios, Ministro das Colónias/Ultramar, Diretor da Escola Naval, hobbies e aspetos culturais.