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Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
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Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Uma ampla assembleia de democratas vimaranenses, convocada pela Comissão Concelhia de Guimarães do Movimento Democrático, deliberou substituir o nome de duas artérias centrais da cidade como símbolos do Estado Novo. Assim, o Largo 28 de Maio passou a chamar-se Largo 25 de Abril e a Alameda Salazar tomou o nome de Alameda da Resistência ao Fascismo.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Manifestações do regozijo de milhares de estudantes dos estabelecimentos de ensino de Guimarães, que percorreram as ruas da cidade, fazendo-se acompanhar de muitos dísticos como “Viva a Liberdade!", "Viva Portugal!", "Viva António Spínola; "Viva Costa Gomes". Entoaram o coro nacional e soltaram calorosos vivas à Pátria.
Plantel do Vitória SC, na época 1965/66, junto ao Castelo de Guimarães. Em cima: ?, ?, José Ribeiro (massagista), Jean Luciano (treinador), Morais, Mendes, Roldão, Osvaldinho, Djalma, Vieira, Peres e José Carlos. Em baixo: Silva, Daniel, Joaquim Jorge, Ribeiro, Gualter, ?, e Manuel Pinto.
Plantel do Vitória SC, na época 1965/66, junto ao Castelo de Guimarães. Em cima: ?, ?, José Ribeiro (massagista), Jean Luciano (treinador), Morais, Mendes, Roldão, Osvaldinho, Djalma, Vieira, Peres e José Carlos. Em baixo: Silva, Daniel, Joaquim Jorge, Ribeiro, Gualter,? e Manuel Pinto.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Presidiu às comemorações do "24 de Junho" o ministro da Administração Interna, tenente-coronel Costa Brás, registando-se também a presença do comandante da Região Militar do Norte, brigadeiro Pires Veloso. Estiveram presentes na cerimónia Summavielle Soares, governador civil de Braga; Edmundo Campos, presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; Gomes Alves, presidente da Assembleia Municipal, entre outros.
Uma ampla assembleia de democratas vimaranenses, convocada pela Comissão Concelhia de Guimarães do Movimento Democrático, deliberou substituir o nome de duas artérias centrais da cidade como símbolos do Estado Novo. Assim, o Largo 28 de Maio passou a chamar-se Largo 25 de Abril e a Alameda Salazar tomou o nome de Alameda da Resistência ao Fascismo.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Homenagem promovida pelas colectividades Unidade Vimaranense, Assembleia de Guimarães, Convívio, Desportivo Francisco de Holanda e Círculo Arte e Recreio. Foi descerrada uma lápide na casa onde viveu e morreu o Dr. Mário Dias, na Rua Francisco Agra/Rua de Santa Luzia. Durante a homenagem usaram da palavra o Dr. Salgado Lobo, Fernando Roriz e, em nome da família, Paulo Dias de Castro.
Manifestações do regozijo de milhares de estudantes dos estabelecimentos de ensino de Guimarães, que percorreram as ruas da cidade, fazendo-se acompanhar de muitos dísticos como “Viva a Liberdade!", "Viva Portugal!", "Viva António Spínola; "Viva Costa Gomes". Entoaram o coro nacional e soltaram calorosos vivas à Pátria.
Plantel do Vitória SC na época de 1966/67, junto ao Castelo de Guimarães. Júlio Martins e Francisco Martinho (Dir.), Joaquim Jorge, Campinense, Silva, Peres, Rodrigues, Roldão, Lázaro, Jean Luciano (Tr.), José Ribeiro (Massagista) e Mendes. Em baixo: Naftal, Miranda, Castro, Ribeiro, Daniel, Artur, Gualter e Manuel Pinto.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 7.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1614, pertencente ao tabelião do público e judicial, Jerónimo de Barros. Por volta de 1637 era proprietário do ofício Jerónimo de Abreu, sucedendo-lhe na propriedade, o seu filho, Nicolau Abreu. Como tabelião proprietário deste Ofício, no séc. XVIII, menciona-se Manuel Pereira da Silva. A supressão deste Ofício ocorreu aproximadamente no ano 1866, transferindo-se a documentação para o escrivão e tabelião Bento José Ferreira Porto, que exerceu a sua atividade no 2.º Ofício. O último notário deste cartório, situado, à época na rua Nova das Oliveiras, foi Domingos José Freitas Guimarães.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Balbina Mendes Correia Ribeiro e marido Clemente Augusto Correia Machado Ribeiro de Abreu; Maria Francisca Mendes Correia Ribeiro Rodrigues Guimarães, que também usa o nome de Maria Francisca Mendes Correia casada com António Manuel Rodrigues Guimarães; Maria do Carmo Mendes Correia Ribeiro e marido Amadeu Torcato Ribeiro; António José Lopes Correia e Alfredo Mendes Lopes Correia casado com Maria Odete de Almeida Ribeiro Correia 2º Outorgante: Fernando da Silva casado com Adelinada Silva Barbosa, outorgando por si e ainda na qualidade de gestor de negócios de António da Conceição Vieira Ramalho casado com Elvira da Silva Barbosa 3º Outorgante: José Carlos da Silva Gomes e António da Silva Ferreira, outorgando ambos em nome da sociedade "José Carlos & Ferreira, Limitada 4º Outorgante: José de Almeida casado com Maria de Lurdes Alves Peixoto
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães do julgado de Caldelas reporta-se a um livro de notas de 1876, pertencente a Francisco José Dias Guimarães. A primeira menção à extinção deste julgado refere-se a um livro de notas de 1889, de César Augusto Freitas. O decreto de 14 de Janeiro de 1916 restabelece um lugar de notário na freguesia de Caldelas. O último notário deste cartório, situado, à época na Casa da Seara, foi José Joaquim Batista Felgueiras.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gaspar da Silva Guimarães Júnior, Francisco Antunes Fernandes e Manuel Lopes Gonçalves da Cunha 2º Outorgante: Teresa de Jesus Rodrigues 3º Outorgante: Aurora Rodrigues de Oliveira Reis e marido João Vieira Rodrigues 4º Outorgante: Sorvinda Rodrigues dos Reis e marido João Afonso da Silva 5º Outorgante: José Augusto Rodrigues Reis e esposa Luciana da Rocha Gonçalves 6º Outorgante: António Rodrigues Reis e esposa Maria de Fátima Gonçalves da Rocha Habilitação por óbito de Luís Oliveira Reis
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Domingos da Silva 2º Outorgante: Maria de Lourdes Alves da Silva e marido Joaquim Mendes 3º Outorgante: Maria da Conceição Alves da Silva e marido Manuel Lemos 4º Outorgante: Manuel Alves da Silva e esposa Maria da Conceição Oliveira Simões 5º Outorgante: Joana de Belém Alves da Silva 6º Outorgante: Florinda da Conceição Alves da Silva 7º Outorgante: Helder Nuno Ferreira Gomes; José Augusto Lemos e Gaspar da Silva Guimarães Junior
Medição e orçamento da Estrada Municipal de Guimarães à Penha - lanço de São Tiago da Costa à Penha, variante entre os perfis 112 e 189, extensão de 1541,04 Contém : Peças escritas: -Memória descritiva e justificativa - Mapa dos alinhamentos e das curvas - Medições - Mapas das expropriações - Orçamento do projeto Aprovado na sessão do executivo de 30 de dezembro de 1914 e enviado para o Governador Civil em 14 de janeiro de 1915. Ofício do Administrador do Concelho a informar do parecer de Conselho Superior de Obras Públicas data de 25 de março de 1915.
Projeto da Estrada Municipal de Guimarães à Penha - lanço de São Tiago da Costa à Penha, variante entre os perfis n.ºs 112 e 189, extensão de 1541,04 Contém : Peças escritas: -Memória descritiva e justificativa - Mapa dos alinhamentos e das curvas - Mapa dos traineis - Medições da variante - Mapas das expropriações - Pavimento da estrada - Orçamento do projeto Peças desenhadas - Planta parcelar à Escala 1/1000 - Planta de perfil longitudinal - Planta de perfis transversais Projeto aprovado por Portaria de 16 de junho de 1915, publicado no Diário do Governo n.º 138-2ª série de 17 de junho de 1915. Apresentado na sessão do executivo de 25 de junho de 1915.
O Couto de Ronfe, antigamente denominado Couto Belmir, ficava situado “...a legoa e meia do termo...” da antiga vila de Guimarães, é formado pelas freguesias de Ronfe, S. Mamede de Vermil e parte das freguesias de Santa Marinha de Mogege e S. João de Brito. Não é conhecida a data exata da constituição do couto, mas o estudo das inquirições régias da 1ª dinastia e a leitura do livro das linhagens e nobiliário do conde D. Pedro, asseguram-nos que o seu fundador fora o rico-homem D. Payo Guterres da Silva, o qual viveu no tempo de D. Afonso V, o seu último senhor foi Luís Vasconcelos de Sousa, tal como consta na carta de confirmação de 20 de Outubro de 1704. As inquirições de D. Dinis feitas desde 1288 a 1290 confirmam plenamente a existência do couto “... depondo as testemunhas que a freguesia de Rauffe era couto de Belmir por padrões e por marcos e que fora D. Ponço que trazia aqui o seu juiz e seu chegador e só entrava o porteiro regio no couto quando o chegador não queria fazer as chegas tendo direito de entraraqui somente o meirinho a fazer justiça...” O couto de Ronfe foi extinto a 7 de janeiro de 1835 por sentença do Corregedor.
[s.l.] - Informação sobre acordos políticos entre monárquicos e católicos, nos círculos de Viana [do Castelo], Ponte de Lima, Braga e Guimarães. Inclui mais três missivas de Luís de Castro e a minuta de uma carta de Lino Neto, sobre o mesmo assunto. Integra, ainda, a cópia de uma carta de Luís de Castro, presidente do Conselho Superior Político da Causa Monárquica, para o arcebispo primaz de Braga, informando sobre os incumprimentos de um acordo por parte de António Lino Neto e, por fim, um telegrama do Dr. Rocha Paris e de Forjaz (?), com mais informações sobre os mencionados acordos políticos.
Trata-se de um programa/inscrição de um retiro que decorreu de 7 a 12 de Abril de 1953, incluindo uma peregrinação a Fátima. As páginas 1 a 3 estão ocupadas pelo programa e a página 4 por um formulário para os interessados se inscreverem. Neste caso o formulário, numerado com o nº 5, está preenchido por D. Guilhermina de Vasconcelos e Sousa. Este documento tem dentro uma carta da Irmã Josefina Silva comunicando a alteração do programa devido ao falecimento da mãe do P. Guimarães, diretor do Conselho Nacional das Filhas de Maria Imaculada e diretor das Filhas de Maria da Casa Central.
Cartas-impresso expedidas por José Maria Braga da Cruz no cumprimento do encargo que lhe foi dado pelo arcebispo-primaz de Braga, que consistia em tratar de todos os atos referentes à constituição e funcionamento das Corporações Fabriqueiras Paroquiais, com perguntas e espaço para resposta. Existem as respostas referentes às paróquias de São Miguel da Cunha, Nogueira, Arcos, Arentim, Pedralva e São Miguel. Carta de Eugénio da Costa Santos Vaz Vieira, de 1 de março de 1933, a remeter dois folhetos com a reclamação da autoria de José Maria Braga da Cruz contra o arrolamento dos vestidos de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, datada de 30 de novembro de 1932.
Custódio Ribeiro Guimarães, administrador da capela de Ana Francisca, do Convento de Nossa Senhora da Graça, com a pensão de trinta mil réis, à qual, em virtude da Lei de 9 de setembro de 1769, estavam obrigadas umas casas sitas a Castelo Picão, bairro de Alfama, requerera ao Juízo da Provedoria das Capelas a justificação do encargo e liberdade dos bens, em efeito se julgava Livre, por cujo motivo extraíra a suplicante a sentença, em virtude da Lei de 3 de agosto de 1770, que mandava requerer pela Mesa do Desembargo respetivo para que lhe concedesse provisão de extinção da dita capela e os seus encargos e os bens dela por Livre.
Registos da receita f. 2-70. Inclui uma “Relação dos conhecimentos assignados pelo velho thezoureiro Francisco Antº Colffs e que delles se não faz menção na sua receita ou Conta” f. 71. Possui ainda um índice no final, a seguir a f. 72, com um marcador com indicação “INDE” e o termo de encerramento das contas f. 70 v.º- 72 (1806-05-29), com requerimento do tesoureiro dizendo que não podia pagar a dívida à Irmandade com o respectivo Despacho da Mesa. Tesoureiro: Cipriano Rodrigues de Oliveira. Escrivão: Manuel Ribeiro Guimarães.
Até 1844 a informação apresenta-se disposta em colunas: ano e mês, dia, descrição da despesa ou receita, papel (quantia), metal (quantia), total (quantia). Possui, no f. 63, uma anotação da Administração do Bairro Alto para que se sigam rigorosamente as Instruções de 12 de Dezembro de 1843, sob pena de não serem aprovadas as contas da Irmandade. Daqui para a frente, os registos apresentam apenas a conta de toda a receita e despesa, classificada pelas suas diferentes espécies e por anos económicos, com os respectivos encerramentos. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Manuel Ribeiro Guimarães. Escrivão: Vicente Mazziotti; M. Fernandes Cruz; António Mazziotti.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães. Aprecia a conduta de um juiz da 2.ª vara cível do Porto ao proceder ao inventário dos bens de alguém que o Cônsul de Espanha no Porto alega ter tido nacionalidade espanhola. Apresenta ainda a sua interpretação sobre uma norma da Convenção celebrada entre Portugal e Espanha em 26 de Junho de 1845, no ponto em que se discute se é da competência das autoridades judiciárias portuguesas a realização do inventário dos bens de um cidadão espanhol - em lugar das autoridades consulares espanholas -, no caso de os seus herdeiros terem nacionalidade portuguesa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães. Aprecia queixa da Companhia do Tabaco sobre a conduta do Conselho de Saúde Pública ou de outras autoridades administrativas alegadamente violadora das cláusulas do Contrato do Tabaco. Estava em causa a realização de inspeções sanitárias nos estancos de venda de tabaco e a apreensão de tabaco julgado incapaz para o consumo ou em estado de prejudicar a saúde pública, com a subsequente remessa dos autos ao Ministério Público para a instauração de processos crime.
Livro de registo de pareceres do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, para o Ministério do Reino. Entre 14 de fevereiro e 30 de agosto de 1849 os pareceres são do Ajudante do Procurador Geral, José Luís Rangel de Quadros, intercalados, entre 9 e 17 de Março, com alguns do Procurador-Geral. Entre 8 de setembro e 12 de outubro, os pareceres são assinados pelo Ajudante do Procurador-Geral Joaquim Pereira Guimarães, voltando, a partir do dia 19 seguinte, a sê-lo pelo Procurador-Geral Ottolini.
Contém atas das conferências realizadas entre 15 de janeiro de 1927 e 27 de dezembro de 1929. No início do livro, consta a seguinte nota: "Actas das conferencias da Procuradoria Geral da Republica no ano de 1927 Procurador Geral o Exmo. Sr. dr. José Francisco de Azevedo e Silva. Ajudantes os snrs. drs.: Alberto Aureliano da Silveira Costa Santos Antonio de Oliveira e Castro Antonio Alves de Oliveira Guimarães José Maria de Magalhães Pinto Ribeiro Secretario - o b.el Miguel Crespo Pacheco Ajudantes nomeados depois da publicação do Estatuto Judiciario os snr. drs. Francisco Henriques Goes Jose Ribeiro Castanho"
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 2 de dezembro de 1892, e os seguintes anexos: informação da mesma proveniência, Diário do Governo n.º 82, de 12 de abril de 1892, requerimento de José Martins Fernandes Guimarães, administrador da escola do sexo feminino estabelecida na freguesia de Avintes, e mapa com a lista dos alunos relativo ao mês de abril de 1892. O processo foi distribuído ao Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa a 7 de dezembro de 1892 e foi arquivado a 1 de maio de 1902. Não tem parecer.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo em que António José da Silva, António Caetano Rodrigues e José Ferreira Moutinho, na qualidade de liquidatários do casal do falecido João António Guimarães, alegando que este comprou umas casas na Rua Direita de Vila Nova de Gaia pela quantia de 699$100 réis, de que não pagou direitos de transmissão, pedem para satisfazer este imposto, uma vez que só tiveram conhecimento deste facto quando procediam à liquidação.
Os pedidos foram apresentados por Maria de Belém Ramos e filhos, que pedem os vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido marido e pai, guarda na Escola Industrial de Guimarães, e por Jesuína do Carmo Moura Parrot, que pede os do seu falecido marido, apontador de 3.ª classe. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 29 de janeiro de 1901, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de fevereiro, escritos sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o delegado do procurador régio na comarca de Estarreja, no seu ofício de 22 de outubro de 1845, lhe participou que o regedor da paróquia da freguesia da Murtosa, António José de Freitas Guimarães, se encontra melhor, após o crime praticado contra ele pelo escrivão do juiz eleito daquela freguesia, Augusto Avelino Pinto Vítor, e que este ainda não foi capturado, constando que foi visto na cidade do Porto e que quer embarcar para o Brasil.
Oficio do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Pereira Guimarães dirigido ao Ministro da Justiça, sobre o parecer que este lhe pedira a respeito de três assuntos: a remoção do preso João Vitor da Silva Brandão e seus sócios da cadeia de Coimbra para a da Relação do Porto; a dilação de dois meses, assinada pelo juiz de direito de Arganil, para ser inquirida em Luanda uma testemunha de acusação contra os réus, e a necessidade de transferência do delegado da mesma comarca.
Venda que faz Teresa Anes, viúva de Martim Correia, escudeiro, morador em Vila Viçosa, a Bartolomeu Fernandes e a sua mulher, Isabel Franco, também moradores em Vila Viçosa, de metade de uma herdade no termo da vila, na Aceca, mística com outra metade de Leonor Franco, sua sobrinha, solteira, por mil e quatrocentos reais dos correntes de seis ceitis o real. A herdade ficara por morte de João Godinho, o moço. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas de Tesesa Anes
Venda que fazem Vicente Gil, filho de Fernão Vicente, e sua mulher, Margarida Anes, moradores em Vila Viçosa, a Nuno Álvares Guisado, escudeiro do almirante, e a sua mulher, Leonor Franco, também moradores na vila, de todo o direito e quinhão que têm na herdade dos Guisados, na ribeira de Mures, termo da vila, por mil reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Venda que fazem Nuno da Fonseca, escudeiro do rei, e sua mulher, Mor Vaz, moradores em Vila Viçosa, a Bartolomeu Fernandes e a sua mulher, Isabel Anes Franco, também moradores na vila, de umas casas dentro do castelo, na rua do Poço que está onde foi a judiaria, por quatro mil e quatrocentos reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas de Nuno da Fonseca
Acordo que põe termo a um litígio entre Estêvão Fernandes, escudeiro, criado de João de Melo e seu ouvidor na vila de Pavia, e Pedro Lourenço, escudeiro do duque de Guimarães, e Lourenço Gil, seu pai, moradores na vila de Pavia, respeitante a um contencioso em torno da posse de uma terra, que se localizava numa herdade, no termo de Pavia, que foi dada a Estêvão Fernandes de sesmaria. Desta forma, Estêvão Fernandes deu a Lourenço Gil e a seu filho mil e quatrocentos reais brancos, pelo direito que eles tinham na terra. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Sentença de Cristovão Anes, bacharel em degredos, vigário geral do bispado por D. João, arcebispo de Lisboa, dirigida aos juizes de Évora e aos de Arraiolos. Refere-se a um processo entre Gonçalo Vasques Baião, escudeiro, provedor e administrador da capela de Rui Gonçalves Franco, cavaleiro, e dos bens que a ela pertencem (a qual fora edificada no mosteiro de Santa Clara de Lisboa), de uma lado, e os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, do outro. A sentença foi favorável aos raçoeiros a quem foi restituída a herdade de Almansor, no termo de Arraiolos, e uma horta. Redactor: João Martins de Guimarães, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa
Carta datilografada com assinatura autógrafa de Alberto D'Assumpção, composta por 2 folhas, com ilustração a cores no canto superior esquerdo da primeira, datada de 8 e 12 Setembro 2002. Local de expedição: Ponte/Guimarães, Portugal Contém ainda: - 1 desenho em papel texturado, *Deux Fenêtres*, anexo à carta de 8-12 Setembro 2002; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa e ilustração a cores no canto superior esquerdo, datada de 2005-09-29; - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa e ilustração a cores no canto superior esquerdo, datada de 2009-02-05
Consulta acerca do requerimento em que Maria Joaquina Leite pede o pagamento das rendas que ficaram em dívida ao seu falecido marido, José Maria Leite, na qualidade de proprietário da casa da escola de ensino primário na freguesia de Urgezes, concelho de Guimarães. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 18 de outubro de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de outubro, escrito sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo o ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, de 19 de outubro de 1844, em que participa que Manuel José Pereira, caixeiro de João José Pereira Guimarães, contra o qual o Ministério Público instaurou, no juízo ordinário de Gaia, um processo-crime como passador de moeda cerceada, conseguiu evadir-se da cadeia e fugiu para o Brasil, ficando em depósito 51 cruzados novos que lhe foram apreendidos.
Venda que faz Inês Gomes Olhalva (?), viúva de Fernando Álvares Guisado, moradora em Vila Viçosa, a Teresa Anes, viúva de Martim Correia, escudeiro da casa do duque de Bragança, também moradora em Vila Viçosa, de um quarto de uma herdade que pertence à sua metade, mística com os irmão de seu marido, que fica no termo de Vila Viçosa em Mures, por dez mil reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa
Venda que faz Fernão de Morais, cavaleiro da casa do duque de Bragança, solteiro, morador me Vila Viçosa, a Diogo Manuel, mercador, e a sua mulher, Leonor Vaz, também moradores na vila, de umas casas no terreiro da porta de Évora, da parte de fora, por cinco mil reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas de Fernão de Morais
Autor: José Luís, Guimarães. Réus: Manuel Mendes e mulher, Guimarães.
Recorrente: Custódio José Ribeiro Guimarães, da vila de Guimarães.
Justificante: José Joaquim de Sousa Guimarães, da vila de Guimarães.
Habilitante: Manuel Batista Sampaio, Guimarães. Habilitado: José António Sibrão, Guimarães.
Exequente: Tomás António Ribeiro, Guimarães. Executado: Manuel José Pereira, Guimarães.
Justificante: Francisco José Ribeiro Guimarães, da vila de Guimarães.
Requerente: João Nogueira Guimarães, negociante da vila de Guimarães.
Réu: Bento José Rodrigues Guimarães, da vila de Guimarães.
As Festas Gualterianas, celebradas em honra de São Gualter, realizam-se em Guimarães desde 1906, sempre no primeiro fim de semana de agosto. Milhares de vimaranenses e visitantes marcam encontro na cidade onde nasceu Portugal para participarem nos diferentes números que fazem parte das nossas Gualterianas: Cortejo do Linho, Batalha das Flores, Marcha Gualteriana, entre outros. O desfile de carros alegóricos, ponto sempre alto das Festas da Cidade, começou em 1906. No ano seguinte, a Marcha voltou a sair à rua, sob a denominação de "Milaneza", promovida por comerciantes em homenagem à Associação Comercial e Industrial de Guimarães, inspirada por Padre Gaspar Roriz, fervoroso entusiasta das Festas Gualterianas, que organizou a iniciativa em parceria com José Pina. Com um espírito bairrista e apelando sempre ao empenho e dedicação dos Vimaranenses, a Marcha só adotaria o nome de Gualterianas em 1932. Antes disso, por ocasião da 1ª Guerra Mundial, o desfile não saiu, o mesmo acontecendo em 1925 e, na década 30, entre 1934 e 1937. No ano seguinte, em 1938, as Festas Gualterianas voltaram a ser organizadas pela Câmara Municipal de Guimarães, repetindo-se a experiência de 1932, ano em que a Autarquia e os trabalhadores do comércio assumiram a organização do evento. Na década de 60, foi adquirido um imóvel onde ainda hoje está situada a sede dos obreiros da Casa da Marcha, atualmente designada de Associação Artística da Marcha Gualteriana. Nos anos 70, uma edição da Marcha desfilou no então Estádio Municipal numa solução alternativa para evitar nova ausência no cartaz das Festas. Contudo, na década 80, voltou a não sair à rua. Com maiores ou menores dificuldades, a Marcha chegou aos nossos dias com uma marca de qualidade que há muito ultrapassou fronteiras. Ao longo dos anos, com muito entusiasmo e a força de vontade que caracterizam os Vimaranenses, a Marcha Gualteriana constitui a “joia” da coroa das Festas da Cidade de Guimarães. in: https://www.cm-guimaraes.pt
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