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Naturalidade do noivo: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Francisco Pinto Silva Rego. Mãe do noivo: Ana Ricardina Mendanha Arriscado. Pai da noiva: Estevão Falcão Costa Meneses, proprietário. Mãe da noiva: Maria José Livramento Azevedo Lopes Velho. Testemunhas: Manuel Falcão Costa Meneses, Padre José Luciano Gomes Costa e outros. Outras informações: avós paternos do noivo: Francisco Pinto Silva Rego e Francisca Perpétua Silva Rego, maternos: António Mendanha Benevides Cisne. Avós paternos da noiva: Manuel Falcão Costa Meneses e Maria José Borbom Barbas Almeida , maternos: António Martinho Velho Fonseca.
O autor, informa a José de Oliveira Barreto que recebeu uma carta de António de Araújo com data de 22 de Outubro, onde pedia se por acaso não tivesse recebido a conta corrente, que passasse a procuração a Domingos José Loureiro e estando este ausente a Mr. Marson. Desejando ver o negócio ajustado "como homens de honra", Paiva solicita ao destinatário que prepare as contas a fim de serem remetidas neste paquete. Em resposta José de Oliveira Barreto certifica que remeterá o solicitado para o amigo António de Araújo no paquete seguinte devido a demoras provocadas por circunstâncias inevitáveis. Pede a João Correia de Paiva que informe António de Araújo desta certeza.
Contém os seguintes documentos: 1- Edital da Câmara Municipal de Guimarães de arrematação da empreitada 2- Processo de cedência gratuita por parte do requerente Duarte Ferreri de Gusmão Sousa Fraga, como procurador de José Augusto Saraiva Júnior, do terreno do prédio situado na rua Doutor José Sampaio, para alinhamento da mesma rua. Contém planta. 3- Projeto de construção de uma fachada no alinhamento do corte a fazer na casa saliente ao norte da rua Doutor José Sampaio, desta cidade. Peças escritas: - Orçamento - Detalhe Peças desenhadas: - Planta
Grupo de homens (supostamente os irmãos Silva, Manuel e António, com mais ajudantes externos) junto ao primeiro mecanismo ou sistema que forneceu energia eléctrica à Vidigueira, aquando da sua montagem inicial, propriedade de José Mendes Carvalho e Sobrinhos. No canto inferior esquerdo está visível, inscrito a caneta, “Cliché Mattos Rosa”. No fascículo de propaganda regional “Renovação”, datado de 10 de Julho de 1937, dedicado à Vidigueira, podia ler-se na publicidade alusiva a José Mendes Carvalho & Sobrinhos a seguinte informação referente à Central termoeléctrica de serviço público: “Central eléctrica fornecedora de energia e de luz às indústrias, aos domicílios e via pública de Vila de Frades (1932) e Vidigueira (1928). A Central Eléctrica foi inaugurada a 17 de Maio de 1928 e desde essa época que vem funcionando desde o pôr-do-sol até ao amanhecer, com a máxima pontualidade e segurança. Possui esta central dois colossais motores que trabalham a óleos pesados adquiridos na Itália, na casa «Franco Tosi», e cuja potência normal de cada motor regula por 120 H.P. Estes motores accionam dois dínamos, um «Bergmann» de 87 quilowats, e outro «Siemens» de 100 quilowats. A sala onde estes mecanismos estão montados têm 17 metros de comprido, 7 de largura e 6,20m de altura”.
Informa que enviou com a carta de 1 de Dezembro as observações sobre a conservação ou expulsão de oficiais ingleses no exército português. Comenta a sua resposta ao Aviso de 9 de Janeiro que lhe pedia informações sobre o estabelecimento de um Hospital Militar no Colégio da Estrela antes da partida de S.A.R. para o Rio de Janeiro, onde o destinatário poderá constatar a desordem em que se acha a repartição dos Hospitais Militares. Informa da decisão do Governo em suspender as obras no Colégio da Estrela, após ler a referida resposta, e instalar ali um curso segundo o Plano do Arcebispo de Évora [Frei Joaquim de Santa Clara Brandão]. Refere-se à sua recusa em dirigir a referida repartição enquanto não for revogado o regulamento interino [aprovado pela Portaria de 9 de fevereiro de 1813] em detrimento do Regulamento aprovado pelo Alvará de 27 de Março de 1805. Diz que José Feliciano de Castilho foi mandado recolher à Universidade e que o seu projeto de admitir os frades de S. João de Deus nos hospitais militares abortou. Seria útil que o Dr. José Carlos Barreto seguisse Castilho. Diz que S.A.R. deve impor fortes direitos sobre vinhos estrangeiros importados para o Brasil por forma a proteger os nacionais.
O autor, Bernardo José de Abrantes e Castro, médico, redator do Investigador Português, acusa a receção da carta de julho e lamenta a quebra de saúde do destinatário. Diz que S.A.R. deveria regressar a Lisboa ou então mudar a Corte para São Paulo ou para Minas Gerais. Remete cópia das observações que a respeito da conservação e expulsão dos Oficiais ingleses do Exército português, assunto que tem sido muito negociado ultimamente entre o Marechal Beresford e o Governo de Lisboa, as quais achou D.Miguel [Pereira Forjaz], que não deveriam ser divulgadas ainda. Comenta e remete o plano apresentado pelo Marechal Beresford para o estabelecimento dos hospitais militares. Pede a S.A.R. que mande aplicar o dito regulamento e que nomeie o autor presidente da Administração Central dos Hospitais Militares durante a ausência do Físico-Mor do Exército Francisco Manuel de Paula. Denuncia José Feliciano de Castilho que desertou da sua aula na universidade e que escandalosamente ilude D. Miguel [Pereira Forjaz] com os seus conselhos. Defende que os frades da Congregação de São João de Deus não deveriam ser restituídos aos hospitais militares devido ao muito que roubaram anteriormente. Informa que o Coronel Maximiniano de Brito Mouzinho remeteu cópia das observações do autor ao Sodré, que foi secretário de Lord Wellington.
Cópia das cartas de A. F. Sampaio e J. Palyart, Administradores em Londres, datada de 11 de Abril de 1815. Resposta de C. Joaquim José de Miranda e Rebelo à precedente; Cópia da nota do Píncipe de Metternich de 20 de Maio de 1815; Resposta de C. Joaquim José de Miranda e Rebelo à precedente; Cópia de diversos parágrafos de despachos em que se anunciava rebelo ter-se ordenado à Administração de Londres a autorização para proceder ao pagamento dos atrasados: Despacho do conde de Linhares de 16 de Janeiro de 1812; Despachos do conde das Galveias de 4 de Abril de 1812; de 28 de Julho de 1812; de 17 de Dezembro de 1812; de 24 de Dezembro de 1812; de 9 de Junho de 1813; despacho do conde das Galveias ao conde do Funchal em 25 de Fevereiro de 1813; Despacho de Luís Pinto de Sousa a D. Lourenço de Lima m 28 de Outubro de 1798 sobre os pensionários Joseph Schermanck, Ludwig Padberg, Franz Schoewitz e Lorenz Dedel antigos criados do Príncipe de Waldeck. Carta do conde do Funchal de 22 de Fevereiro de 1812, confirmando as ordens de S.A.R. para pagar a Rebelo. Resumo da Conta Geral que Rebelo tem por repetidas vezes enviado às Cortes e ao conde do Funchal e à administração de Londres dos valores que lhe são devidos até ao fim de 1814.
Cópia das cartas de A. F. Sampaio e J. Palyart, Administradores em Londres, datada de 11 de Abril de 1815. Resposta de C. Joaquim José de Miranda e Rebelo à precedente; Cópia da nota do Píncipe de Metternich de 20 de Maio de 1815; Resposta de C. Joaquim José de Miranda e Rebelo à precedente; Cópia de diversos parágrafos de despachos em que se anunciava rebelo ter-se ordenado à Administração de Londres a autorização para proceder ao pagamento dos atrasados: Despacho do conde de Linhares de 16 de Janeiro de 1812; Despachos do conde das Galveias de 4 de Abril de 1812; de 28 de Julho de 1812; de 17 de Dezembro de 1812; de 24 de Dezembro de 1812; de 9 de Junho de 1813; despacho do conde das Galveias ao conde do Funchal em 25 de Fevereiro de 1813; Despacho de Luís Pinto de Sousa a D. Lourenço de Lima m 28 de Outubro de 1798 sobre os pensionários Joseph Schermanck, Ludwig Padberg, Franz Schoewitz e Lorenz Dedel antigos criados do Príncipe de Waldeck. Carta do conde do Funchal de 22 de Fevereiro de 1812, confirmando as ordens de S.A.R. para pagar a Rebelo. Resumo da Conta Geral que Rebelo tem por repetidas vezes enviado às Cortes e ao conde do Funchal e à administração de Londres dos valores que lhe são devidos até ao fim de 1814.
Fichas dos sócios: Joaquim Lopes Nobre, Joaquim Lopes da Silva, Joaquim Lourenço Batista, Joaquim Lucas Mateus, Joaquim Luíz de Almeida Lopes, Joaquim Madeira, Joaquim Manuel Branco, Joaquim Marques Macedo, Joaquim Marreiros, Joaquim Martins do Carmo, Joaquim Mendes Ferreira, Joaquim Nepomuceno Henriques, Joaquim Nunes Ganhão, Joaquim de Oliveira Gomes, Joaquim do Patrocínio, Joaquim Pereira Reis, Joaquim Pereira de Vasconcelos, Joaquim Pinto Inácio dos Santos, Joaquim Pires Fialho, Joaquim Próspero dos Santos, Joaquim Raimundo Pinto Boto, Joaquim Raposo dos Santos, Joaquim Rodrigues Pereira, Joaquim dos Santos, Joaquim dos Santos Martins, Joaquim dos Santos Tomé, Joaquim Severino Janeiro, Joaquim da Silva, Joaquim da Silva Oliveira, Joaquim Velez Proença, Joaquim Vitorino dos Reis Prego, Joel de Medeiros Cavalcanti, Jofre de Sousa Camarinha Gonçalves, Jorge Alberto dos Santos, Jorge António dos Santos, Jorge António dos Santos Simões, Jorge do Carmo Pereira, Jorge de Carvalho Marques, Jorge das Dores Araújo, Jorge Fernando da Costa Faro, Jorge Francisco Boldt, Jorge Galambas Marques, Jorge Gomes Fernandes, Jorge de Jesus Martins, Jorge Manuel de Menezes Veiga, Jorge de Oliveira Casa Nova, Jorge Pais de Barros, Jorge dos Santos Costeiro, José Afonso Pereira e José Alberto F. Abrantes.