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Entrega de bens à corporação fabriqueira paroquial, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Laundos, concelho de Póvoa de Varzim, distrito do Porto, nomeadamente o edifício da igreja paroquial e da Capela de São Félix, com as suas dependências, adro, móveis, paramentos e alfaias, dois cruzeiros e o edifício da residência paroquial com o quintal anexo e suas ramadas, de acordo com auto de entrega lavrado a 10 de Janeiro de 1929. A 20 de Novembro de 1929 foi entregue à corporação fabriqueira paroquial na freguesia de Laundos o terreno de lavradio e mato denominado Campo do Passal, dando cumprimento à portaria n.º 6468, publicada no "Diário do Governo" n.º 261, 1.ª série, de 13 de Novembro de 1929. Inclui cópia de ofício dirigido ao Governador Civil do Porto remetendo uma exposição da corporação fabriqueira da freguesia de Laundos queixando-se do furto do badalo do sino e pedindo providências para averiguações para a descoberta do furto.
Documentação referente à ER nº 25 de Viana do Castelo a Castro Laboreiro. Estrada de servidão de Mantelães (ER nº 24) por Infesta a Caselhas (ED nº 1). Troço de Garção a Soajo - memória descritiva e ante-projecto (2 cadernos e 1 planta em marion). Troço de Garção a Soajo - 1º lanço de Garção ao Ribeiro da Casela - peças escritas (4) e desenhadas (5 des. em tela). Troço entre as povoações de Soajo e Várzea no concelho de Arcos de Valdevez - anteprojecto. Troço da Várzea à Ponte de Tibo - ante-projecto. Troço entre Tibo e Lamas de Mouro (ER 23) com ante-projecto, peças escritas e 3 marion. Estrada de servidão de Mantelães (ER nº 24) por Infesta a Caselhas (ED nº 1) com peças desenhadas (marion). Lanço da serventia de Chão da Pica "ED 2" à Igreja de S. Lourenço da Montaria com peças escritas e desenhadas (5 cadernos, 1 com des. em papel, 2 em papela milimétrico e 2 em marion). Documentação referente à ER nº 30 do Porto a Valença - Secção de Ponte de Lima a Barcelos - Lanço de Mato de Carvalho a S. Bento com o projecto definitivo e peças escritas. Projecto - Lanço da serventia de Chão da Pica "ED 2" à Igreja de S. Lourenço da Montaria.
Pedido de entrega de bens feita pela corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia e concelho da Batalha, distrito de Leiria, nomeadamente um conjunto de bens móveis no monumento da Batalha, discriminados pelos respectivos altares; uma igreja velha situada no centro da vila da Batalha; uma pequena capela da Senhora do Caminho; a Capela de Santo António situada no lugar de Robolaria; a Capela de São Bento, no lugar da Casa do Mato; a Capela do Senhor dos Aflitos no lugar da Golpilheira; a Capela de Nossa Senhora da Conceição no lugar das Brancas; a Capela de Santo Antão; a Capela de Nossa Senhora da Vitória com todas as suas dependências e objectos de culto devidamente identificados na listagem que acompanha o pedido, assim como capitais mutuados e o domínio directo de diversos foros. Do pedido consta que não são reclamados objectos de prata roubados após o arrolamento de 1911, pelo que a Comissão Central solicita ao administrador do concelho da Batalha investigação sobre o referido roubo, tendo-se apurado por declarações verbais que o roubo dos objectos da prata da igreja da vila, fora praticado na noite de 31 de Julho para 1 de Agosto de 1913, não se tendo então apurado a responsabilidade do mesmo.
Escritura realizada em Alhandra, na praça e no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, como senhorio, o padre António José Moreira, prior da freguesia de São João dos Montes, e da outra parte, Bernardino Luís Rodrigues, despachante da Alfândega Grande de Lisboa, morador na freguesia da Madalena. Este apresentou uma autorização da sua mulher, Catarina Máxima dos Prazeres, referindo que era senhora e possuidora de um casal chamado A-de-Parceira, composto de terra, courelas de vinha, alguns bocados de mato, casas térreas, uma fonte, poço, e uma pedreira com mais pertenças, na freguesia de São João dos Montes, constituindo um prazo de natureza em vidas de nove nomeações, sendo a senhoria direta a igreja e pároco da freguesia de São João dos Montes. Tem de foro um alqueire de trigo e um alaúde de vinho, pagos no Natal, em cada ano, com laudémio de quarentena, no caso de venda. A primeira vida é contada a partir de Catarina Máxima dos Prazeres, a qual reconhece como senhoria direta a igreja de São João dos Montes. Foram testemunhas: José Marques, proprietário e administrador de estalagem, morador em Alhandra, e António Carvalho, proprietário, morador no sítio da “Horta dos Velhos”, freguesia de São Miguel das Cardosas, termo da vila de Arruda.
Álbum proveniente de Elaine Sanceau, amiga da família Pina-Cabral. Contém 164 fotografias, retratando vários momentos do quotidiano e várias geografias da América do Sul. Entre elas destacam-se: Asunción (capital do Paraguai) e o rio Paraguai; Corumbá (cidade brasileira localizada no Estado de Mato Grosso do Sul); Puerto Suárez, Santiago e San José de Chiquitos, Cochabamba, La Paz (Bolívia). Para além disso, contém 37 fotografias avulsas, sendo uma parte delas repetidas e outras não incluídas no álbum. Destaca-se uma fotografia da tripulação do navio H.M.S Pelarus que, em fevereiro de 1909, chegou à cidade peruana de Iquitos com o objetivo de promover as exportações britânicas para este país. No verso da fotografia encontra-se a identificação de todos os fotografados, destacando-se o apelido Sanceau. O álbum contém ainda dois retratos de família idênticos sendo, muito provavelmente, da família de Elaine Sanceau (foram produzidos em Montreux, localidade Suíça onde a família viveu antes de partir para o Brasil). • Áreas geográficas e topónimos: Peru.
A autora, Condessa de Oeynhausen, D. Leonor de Almeida, [futura Marquesa de Alorna], informa a António de Araújo que não tem ânimo para partir enquanto não for decidido algo sobre a "minha triste Juliana" que, não obstante de ter enviado uma nova petição ao Conde de Palmela, continua retida em Estocolmo. O Conde do Funchal, que é quem "fora do Reino representa o Soberano", diz que precisa de consultar o Monarca, mas que até agora ainda não o fez. Pede notícias de João Carlos Augusto de Oeynhausen, Governador de Mato Grosso e de seu filho João Ulrico de quem nada sabe desde outubro. A autora tem de ir a Hannover tratar de negócios da família, visto que morreu o seu cunhado e os dois sobrinhos, ficando João como o herdeiro universal. Rejubila com a declaração da Austria contra a França; com a possibilidade da Dinamarca entrar na coalisão, com o entusiasmo germânico que faz abanar Napoleão o "inimigo do mundo". Saluta o exemplo que Potugal deu ao mundo, embora não seja "de nós que se fála". Amontoam-se os documentos de inocência e martírio do seu irmão, o 3.º Marquês de Alorna, falecido em Conisberga, aguardando apenas pela licença do Príncipe para entrar na justificação do que lhe pertence. Remete cópia da carta que recebeu de um homem que estava ao serviço da Rússia e que esteve com o "infeliz [...] quando fasia os maiores esforços para entrar honrosamente no seu Pais". Pretende notícias da saúde do destinatário. Entregue o bilhete junto a quem toca.
A Condessa de Oeynhausen, [D. Leonor de Almeida Portugal], [1750-1839], remete o resto dos documentos que deveriam acompanhar a petição que Pedro de Mello levou em mão. Só da amizade de António de Araújo, Conselheiro e Ministro de Estado [da Marinha e do Ultramar] no Rio de Janeiro, pode esperar a sua redenção. Agradece a intervenção especial para o decreto régio de 13 de Outubro que transfere o seu filho para o exército de Portugal. Só agora soube os motivos pelos quais deixaram de pagar as pensões, sustentando que tal foi devido a "maldade subalterna" porque todos os decreto de S. M. estão em pleno vigor. Pede uma simplificação de todo este processo bem como o negócio referente a sua Casa porque os meios atuais não chegam para pagar os emolumentos que lhe são exigidos. De "V. Ex.ª espero os alivios que tanto nececito". Pede notícias sobre J[oão] Carlos de Oeynhausen, [Governador de Mato Grosso]. Na última página está o endereço do destinatário no Rio de Janeiro.
Descreve o mapa ou roteiro do Rio de Janeiro até ao Tijuco, que foi levantado pelo seu irmão segundo as medições geométricas e observações astronómicas que o autor fez no ano passado. Refere-se aos meios mais adequados paraproceder à abertura de estradas em mato virgem. Diz que dará algumas instruções ao Feldner. Sabe que Manuel Jacinto não está contente com o Plano do autor sobre a mina de chumbo, defendendo que era prematuro e que desconhecia os lucros que a mina poderia produzir. Pede ao destinatário que se acaso o conde de Aguiar tocar neste assunto que lhe responda que será necessário organizar o estabelecimento conforme o plano do autor e só depois depois trabalhar com as fundições em grande. Principiou as fundições de ferro no dia de anos da Rainha, tendo obtido ferro da melhor qualidade. Refere-se ao processo de fundição, quantidades produzidas e despesas efectuadas. Diz que a falta de mestres não lhe permite trabalhar com os quatro fornos suecos, mas que em breve vencerá este obstáculo dada a quantidade de aprendizes que tem o seu dispor. Manifesta a sua perplexidade pelas promessas do director sueco, as quais sobe por Varnhagen. Pede ao destinatário que pergunte a Kieckhoefer se está interessado em comprar chumbo da mina do Abaité. Confidencia que a mina pode vender o produto a mil réis por arroba.
FERNANDES, Manuel. Filho de Bento Fernandes e de Maria da Conceição Duque, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neto paterno de António Joaquim Fernandes e de Ana Maria Domingues, camponeses, moradores no lugar do Cerdeiral; neto materno de João Manuel Duque e de Luísa Maria Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 12/4/1885 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Luís Fernandes, solteiro, tio paterno do batizando, morador no lugar do Cerdeiral, e Rosa Duque, solteira, tia materna do mesmo, lavradeira, residente no lugar de São Cosme. // Rural. // Casou na igreja da Gave a 1/9/1910 com Maria de Jesus Fernandes, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea e parente, filha de Manuel Joaquim Fernandes e de Luísa Rosa Esteves. // A 24/4/1920 deu uma grande tareia em seu pai por causa de uns pastos; o velhote morreu no dia seguinte (ver a biografia do pai). Fugiu para o Brasil, mas foi preso no Rio de Janeiro pela polícia e entregue ao cônsul de Portugal nessa cidade, que o recambiou para Portugal a fim de ser julgado pelo crime cometido. // Morreu em Campo Grande, Mato Grosso, Brasil, a 9/12/1953. // Pai de Felisbela, de Isaías, e de Solidária.
PINHEIRO, Gaspar. Filho de Luís Vicente Gomes Pinheiro, da Casa da Gaia, e de Alexandrina Augusta Sousa Gama, da Casa da Serra. Nasceu em Paderne a 16/12/1859 e foi batizado na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar da Costa Sá Sotomaior e Francisca Inácia Pereira Caldas, da Quinta do Mato, Arcos de Valdevez. // Casou com Marcelina Teresa Pereira de Lima Bacelar, residente na freguesia de São João de Sá, Monção. // A 10/4/1915 foi nomeado professor interino da escola de Parada do Monte. // Pai de Manuel (emigrante no Brasil; casou com Maria da Conceição); de Elvira (casou com o professor Ladislau Manuel Esteves); de Margarida Augusta (nasceu no concelho de Monção em 1898; casou a 29/7/1935 com o tenente Manuel Joaquim, na altura comandante da Guarda Fiscal em Melgaço; faleceu a 10/12/1950 e o seu viúvo a 22/3/1957); de Mário Aurélio (professor; casou com Maria da Conceição Amorim Lopes; morreu a 22 de Janeiro de 1962; com geração); e de Sérgio (emigrou para o Brasil).
GREGÓRIO, Josefina Cândida. Filha de Francisco Joaquim Gregório, natural da Gave, e de Carlota Joaquina Colmeiro, natural da Vila, lavradores, residentes no lugar das Carvalhiças. Neta paterna de Camila Rosa Gregório; neta materna de Agostinho Colmeiro e de Maria Ludovina da Gândara. Nasceu em SMP às 8 horas da manhã de 13/4/1896 e foi batizada na igreja pelo presbítero Elias de Jesus Marques a 19 desse mês e ano. Padrinhos: José Lourenço, solteiro, lavrador, e Florinda Rosa Gregório, solteira. // Quando era nova teve um namorado, António Maria Fernandes, de alcunha “Olharapo”, filho da célebre «Ana Home», com quem viveu maritalmente numa minúscula casa. Geraram um filho, mas morreu ainda bebé. O companheiro morreu tuberculoso, em 1951, salvo erro. A “Fina”, como era conhecida, ficou sozinha, e lutou imenso para sobreviver. Sem nenhumas habilitações literárias, jornaleira, entregou-se ao amanho de hortas, e limpeza do Cine Pelicano. Teria metro e sessenta de altura, magra, sem quaisquer gorduras. Não gostava de toda a gente, mas com quem simpatizasse tornava-se uma companhia agradável. Nos anos sessenta esteve às portas da morte, devido a ter sido mordida por um cão de Castro Laboreiro que o juiz tinha à entrada da sua porta; a Fina ia lá para trabalhar na horta e afinal foi parar ao hospital da Santa Casa. // Todas as semanas ia ao monte buscar lenha, pinhas, carqueja, para poder cozinhar. Outras vezes trazia mato para a corte. // Faleceu na Vila, no hospital da SCMM, a 16/6/1980. X
SARAIVA, Luís Damião. Filho do Dr. Damião José Saraiva, juiz de fora em Melgaço, natural da Vila de Anção, Coimbra, e de Maria Teresa Carvalho, da vila de Tentúgal, Coimbra, onde casaram. N.p. de José Álvares Pinheiro e de Jacinta Saraiva; n.m. de Jorge Nuno Botto de Carvalho e de Teresa Rosa da Silva. Nasceu na Quinta das Várzeas, Vila de Melgaço, a 17/9/1767, e foi batizado na igreja de Prado a 27 desse mês pelo padre Diogo Manuel de Gouveia, pároco de Penso. Padrinhos: Luís Pinto de Sousa Coutinho, fidalgo da Casa de Sua Majestade, coronel de infantaria de Chaves, morgado de Balsemão, e nomeado capitão-general Governador das Capitanias de Cuiabá e Mato Grosso (representado pelo seu procurador, Luís Caetano de Sousa Gama, capitão-mor de Melgaço, morador na sua Quinta da Serra, Prado) e Catarina Luísa de Azevedo Magalhães e Montenegro, da cidade do Porto, casada com o desembargador Vicente José de Sousa de Magalhães, lente na Universidade de Coimbra (representada pelo dom abade de Fiães, frei António de Castro).
Postura repartida pelos artigos 30.º ao 39.º, em que proíbe diversas disposições, entre as quais, destaca-se: os donos ou usufrutuários de prédios confinantes com as estradas ou outros caminhos públicos e cujos terrenos fiquem abaixo do nível das mesmas estradas ou caminhos, serão obrigados a conservarem os boeiros e canos limpos e abertos, de modo a dar saída às águas, para os referidos terrenos; aos donos ou usufrutuários não lhes será permitido fazer o escoamento de água do seu prédio, para a via pública, com exceção, na situação de não existência de outro desaguadouro; proibição de abertura de regos, acumulação de entulhos nas estradas ou caminhos públicos, afim de encaminharem os nateiros (camada de lodo formada por poeira e por detritos orgânicos, misturados com água que alaga um terreno), para os diferentes prédios; proibição de deitar as águas imundas para as estradas e caminhos, bem como, a colocação de mato nos mesmos caminhos, de forma a reduzir o estrume; determina que, quem apoderar-se de terreno de domínio público, qualquer que seja a porção, ficará obrigado à restituição do terreno usurpado e às despesas que a Câmara efetuar; proibição de deitar a carga dos carros e outros veículos para o pavimento da via pública e a proibição de estragar as paredes e os muros, bem como, escrever ou desenhar obscenidades nos mesmos.
Contém os seguintes artigos: -"No 25 de abril de 1987 em Almada : «A revolução que fizemos estamos a fazer e levaremos ao futuro» : «somos nós os teus cantores»"; -"Uma forma saudável de comemorar", desfile de carnaval; -"Importante obra intermunicipal" : critérios utilizados - defeza do ambiente, Moinho de Maré estação de tratamento de águas residuais da Quinta da Bomba; -"O Festival da árvore", critérios utilizados na defesa do ambiente ; -"O desporto como cultura : o III Corta-mato Escolar Distrital"; -"A semana da juventude : ... Construir o futuro!"; -"O dia-a-dia : a Câmara de Almada na morte de José Afonso : Cova da Piedade ganha ao Benfica : Almada : "Imargem/ensino 87 : artilheiros de 1942 reuniram na Trafaria : orquestra Gulbenkian na Academia Almadense : Clube de Sargentos da Armada em nome de rua : artes visuais dão prémio no Montijo"; -"O Plano de Atividades e Orçamento para 1987 : em perigo por falta de verbas, importantes obras do concelho : continuidade e aprofundamento : basta de degradação"; -"Demolições de clandestinos : um plano por fases : cinco milhões de visitas : recuperação da Caparica"; -"Atletismo na Charneca de Caparica : vitórias do futebol da Costa de Caparica : Ginásio Clube do Sul 67 anos de vida : desfile naval no âmbito de «Amar o Tejo, viver a paz»"; -"100 eleitos das autarquias de Almada na Assembleia da República : uma intensa sessão de trabalho numa visita de cortesia : planeamento viário interconcelhio (PIOC) : outras reclamações e apelos"; -"Hospital distrital agora? : aliviar os hospitais de Lisboa";
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de junho de 2001 Contém os seguintes artigos: - Eleições - Quarto Ato: A primeira cavalheira; - Vila de Rei - Crónica do Pico Torto: Venda-se!; - Inatel proporciona férias de sonho - Dez dias na rota das aldeias históricas; - Arreciadas - Virgílio Marcelino, novo Diácono Permanente na Diocese de Portalegre e Castelo Branco; - Associação de Valhascos comemora 17º aniversário; - Crianças, jovens e idosos do Sardoal na Colónia Balnear da Nazaré; - Raiocoop, cooperativa com filial em Praia do Ribatejo completa 25 anos; - O dia dos «Quebra-Cabeças» - Charadistas reúnem-se em Sardoal; - Estudantes do Sardoal vão à Eurodisney - Viagem de Estudo já tem data marcada; - Leitura da Carta de Criação do Concelho - Grandiosa Evocação Histórica em Constância, a 10 de junho; - Constância: Clube Estrela Verde elege novos corpos diretivos; - No dia 14 de junho, Dia da Cidade de Abrantes - Sociedade Artística Tramagalense condecorada com mérito associativo; - Ecomuseu e Mercado Rural em Martinchel, Parque Náutico e de Lazer em Aldeia do Mato; - Festas da Cidade de Abrantes em rescaldo...; - Em Constância: Escola Municipal de Natação encerra ano letivo com festival; - Festa da Juventude em Roda Pequena; - Torneio de Futsal em Fundada; - Férias Desportivas e Tempos Livres em Vila de Rei; - Festival da Canção Abrantes 2001; - Mostra Gastronómica de Penhascoso ajuda a promover a freguesia; - Aldeia de Santa Margarida dispõe de Casa Mortuária; - Mais e melhor desporto em Sardoal; - Coletividade pode nascer no Bairro da Lamacheira em Tramagal; - Com o projeto MENORAH, a Vila de Alpalhão, concelho de Nisa perspetiva o futuro.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de novembro de 1997 Contém os seguintes artigos: - Por alegado incumprimento de promessas - Populares de Casa Branca indignados com autarquia; - Barragem de Aldeia, Santa Margarida da Coutada vai ser construída; - Candidato apoiado pelo PS à Junta de Aldeia do Mato «As pessoas conhecem-me»; - Armando Vara, em Constância - Uma visita de trabalho para ver a realidade; - «Não apoiamos partidos mas sim António Mendes»; - Obras de recuperação na Igreja Matriz da Golegã; - Praia do Ribatejo - Festa da Padroeira dias 5, 6, 7 e 8 de dezembro; - Nelson de Carvalho, referindo-se à oposição «Quanto mais esfregam o V de Carvalho mais ele nos cresce para a vitória»; - Praia do Ribatejo - Movimento Unitário pretende fim da exploração de areia; - Cândido Paulo Mineiro «Beber, só água. Nem vinho, nem café»; - Marques Mendes, em Vila nova da Barquinha «Júlio gomes é o homem certo, no momento certo e no lugar certo»; - Um concelho onde apetece viver - Vila nova da Barquinha; - Futebol: classificações; - Inatel - Campeonato Distrital - Almoster recebe taça disciplina; - Atletismo: Tramagalenses em destaque no 20 aniversário da A.A. Santarém; - Futebol 5 - Indomáveis de Malpique voltam às vitórias; - Basquetebol - Campeonato Distrital de Cadetes Femininas; - PSR/Abrantes concorre à câmara e à Assembleia; - VIII Jornadas do Ambiente na Região de Ourém dias 22 e 23 de novembro; - Golegã - As contas e os projetos da CDU; - Entre o popular e o erudito na Biblioteca de Abrantes «Confluência» invoca obra do Poeta António Botto.
Contém 6 Capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I. Inclui: Capa n.º 385: CNID (Clube Nacional Imprensa Desportiva): "Revista Olimpo"; listagem dos membros da Assembleia Plenária do COP no Ciclo Olímpico 1997/2000; parecer do COP relativamente ao prémio Jovem Promessa CNID/ADIDAS; Fotografias enviadas pelo CNID alusivas à Missão Portuguesa nos I Jogos Mundiais da Juventude (Moscovo, 1998); Capa n.º 386: GCDE (Gabinete Coordenador do Desporto Escolar): Relatório Final da "2ª Conferência Mundial sobre Desporto e Ambiente"; envio de cheque do GCDE relativo ao apoio ao livro "Jogos Olímpicos"; Capa n.º 387: FPDD (Federação Portuguesa Desporto Deficientes): Situação financeira da FPDD, pedidos de apoio; Campeonato do Mundo de Corta-mato para Deficientes; Capa n.º 388: Panathlon: representação portuguesa no Panathlon International; carta do Panathlon International dando os parabéns ao Presidente do COP pela sua eleição; Capa nº 389: FADU (Federação Académica do Desporto Universitário); FPF (Federação Portuguesa de Filatelia): pedidos de apoio ao COP; Dia do Selo; Capa n.º 390: Relações do COP com Embaixadas em Lisboa: Pedidos de vistos, envio de revistas e periódicos, Comunicados e pedidos de audiência com o Presidente do COP.
Contém 2 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992, numeradas sequencialmente e organizadas cronológica e alfabeticamente. A documentação é composta por correspondência trocada com diversas entidades oficiais, nacionais e internacionais acerca dos Jogos da XXV Olimpíada, com pedidos de informação, publicidade enviada por empresas sobre diversos artigos e serviços, convites para eventos e provas desportivas, realização dos I Jogos Infantis de Cantanhede, reconhecimento da Sociedade propaganda de Cascais como pessoa de utilidade pública, relatórios, informação sobre o I Congresso Mundial de Ciências Desportivas e da respetiva participação portuguesa, entre outros; e com a imprensa, rádio e televisão sobre o prémio olímpico da imprensa, convites, publicações de artigos, a comunicação social nos Jogos Olímpicos de verão de Barcelona e nos de inverno de Albertville, acreditação de jornalistas, orientações para a imprensa escrita e fotográfica, recortes de imprensa, comunicados oficiais, o evento V Corta Mato /DN Jovem. Capas existentes na UI: capa n.º 64- Diversos: Q a Z; capa n.º 65- Imprensa, rádio e televisão.
Outorgantes: João Xavier Matos; segundos outorgantes: Antonio Xavier Matos, Marta Paraiso Santos, Leopoldina Jesus Matos, Amandio Xavier Gomes, Isaura Ros a Matos, Eleuterio José Antunes, Camila Jesus Matos, Deliciano Costa Macedo. Notário: José Luis Silva Junior
Outorgantes: Candida Carneiro Soares Matos, Cleonice Matos Betencourt, Raul Machado Betencourt, Adelstano Soares Matos, Ilda Rocha Soares Matos, Cristiano Soares Matos; segundos outorgantes: Joaquim José Vieira. Notário: Augusto da Conceição Teixeira da Mota
Outorgantes: José Maria Matos, Rosa Maria Vieira, Delfina Matos, Adelino Antonio Matos, Manuel Joaquim Matos, Ete lvina Jesus Pereira; segundos outorgantes: Guilherme José Sousa, Filomena Jesus Matos. Notário: Manuel Alexandre Pereira
Outorgantes: Angelica Rosa Matos; segundos outorgantes: Laurinda Jesus Vieira, Gracinda Maria Matos, Belem Conceição Matos, Antonio Narciso Matos, Ermelinda Jesus Rodrigues Neves, Lidia Jesus Matos, Augusto Cunha Silva. Notário: José Luis Silva Junior
Outorgantes: João Xavier Matos; segundos outorgantes: Laurinda Rosa Matos, Artur Fernandes Marques, Manuel Joaquim Matos, Elisa Conceição Carvalho, Antoni o Xavier Matos, Marta Paraiso Santos, Deliciano Costa Macedo, Camila Jesus Matos. Notário: José Luis Silva Junior
Outorgantes: Mario Lobo Macedo, Maria Jesus Fernandes; segundos outorgantes: Antonio Correia Matos, Margarida Freitas Marques, Olivia Freitas Matos, Joséfa Freitas Matos, Franci sco Freitas Matos, Manuel Antonio Freitas Matos. Notário: João Machado Silva
Outorgantes: António José Matos; segundos outorgantes: Maria Joaquina Avila, Adelaide Jesus Avila Matos, Laura Gloria Avila Matos, Herminia Conceição Avila Matos, José Maria Matos Cruz. Notário: Alfredo António Teixeira Ribeiro
Outorgantes: Maria Domingues Macedo, Freiriz, José Silva Matos, Freiriz, Elvira Silva Matos, Freiriz, António Silva Matos, Freiriz, Isaura Silva Matos, Freiriz, Américo Silva Matos, Freiriz, Glória Anjos Moreira, Freiriz; José Domingues Macedo, Freiriz. Notário: João Augusto Figueiredo Sampaio Melo.