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Solteira. Criada. Filha natural de Manuel Nunes Leitao e de Madalena Rodrigues, já falecidos, do couto de Cambeses. Assistente em casa de António de Faria Machado da Cunha e Gusmao, fidalgo da Casa Real, da Quinta das Hortas. Freguesia: Maximinos, São Pedro. Concelho: Braga.
Nuno Pereira da Cunha, seu nome secular, era filho de António Pereira Filgueira e Maria Velha, e irmão de Violante Pereira Filgueira. Era frade franciscano. Em setembro de 1636 requereu o treslado de tombo da Comenda Azere, pelo facto do título dos casais e herdade de Sá, do termo de Ponte de Lima.
Solteira. Filha de Domingos de Araújo e de Rosa de Faria. Moradora no Rossio de São Miguel-o-Anjo. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Solteira. Filha de Francisco Leite e de Catarina Maria. Moradora na Rua de Trás de São Marcos, em casa do Reverendo António José Gomes Duarte, abade reservatário da Igreja de São Miguel de Prado. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Solteira. Natural da Freguesia de São Pedro de Calvelo, Ponte de Lima. Moradora na Rua do Lameiro. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Solteira. Moradora na Cangosta da Palha. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Solteira. Filha de João Rodrigues e de Maria Francisca, já defuntos. Natural da Freguesia de São Salvador de Pedregais, Vila Verde. Moradora no Recolhimento de Santa Teresa de Nossa Senhora do Carmo, sito na Rua de São Barnabe do Quinteiro. Freguesia: São Vítor. Concelho: Braga.
Solteira. Natural da Freguesia de Loureira. Moradora no Lugar do Gontijo. Freguesia: Dume, São Martinho. Concelho: Braga.
Praça Mousinho de Albuquerque em dia de feira com muitas pessoas, fachada da Igreja de S. António. Bilhete-postal impresso em tom de bege, com legenda na frente. Edição de Francisco Mesquita.
Praça Mousinho de Albuquerque em dia de feira com muitas pessoas, fachada da Igreja de S. António. Reprodução fotográfica do bilhete-postal CPVNF 37.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de batismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Batista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de batismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objetivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos atos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (batismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respetivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de batismos, casamentos e óbitos.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos e óbitos.
A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos e óbitos.
Filho de António Caetano Alves, carpinteiro, e de Maria Angélica Monteiro, moradores no lugar do Barreiro. N.p. de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires; n.m. de António Manuel Fernandes Monteiro e de Rosa Caetana de Sousa. Nasceu em Chaviães a 19/4/1876 e foi batizado pelo padre BARP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António Manuel Fernandes Monteiro, viúvo, lavrador, e Maria Joaquina Pires, casada.