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Correspondência recebida no Jubileu da Igreja Lusitana: edição do número único comemorativo do jornal "A Igreja Lusitana", pedidos de estatísticas às paróquias, notas históricas enviadas de Lisboa (S. Paulo), Setúbal. Movimento da Paróquia do Salvador do Mundo, da Paróquia do Redentor, Missão da Vila Samaritana, notas de Joaquim dos Santos Figueiredo sobre a Igreja Espanhola e "Uma tentativa de restauração da Igreja Lusitana no tempo do Marquês do Pombal. Inclui também notas históricas das Igrejas de S. Pedro, S. Paulo, S. João Evangelista, Igreja e Escola do Bom Pastor (Candal)notas de Júlio Bento da Silva, José Leite Bonaparte (Igreja de Cristo); "A Igreja do Prado" por Augusto Nogueira; notas sobre Diogo Cassels, José Nunes Chaves.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca da mensagem enviada pelo Papa ao arcebispo de Braga, D. António Bento Martins Júnior, pelos 25 anos devotados à sé de Braga (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); nomeação do padre franciscano David de Sousa como bispo do Funchal; perdas de alunos do English College Seminary a bordo do navio “SS Hildebrand”; oferta de imagem de São Francisco Xavier ao Santuário do Sameiro pelos soldados do batalhão de Infantaria que serviram em Goa; cura milagrosa do padre Jacinto Alcântara Garrido em Fátima (inclui texto remetido pelo NCWC/ NS); emigrante russa diz que [Artem] Mikoyan foi batizado católico. Inclui cópia de carta remetida por Susan Lowndes a Elmer von Feldt a informar que regressou de Inglaterra.
Inclui artigos e recortes de imprensa que, contendo ou não referências à intervenção directa de António Lino Neto, expõem questões e problemas do interesse da minoria católica, debatidos no Parlamento. Predominam os seguintes assuntos: o ensino religioso, salientando-se os artigos de Trindade Coelho e Fernando de Sousa (transcrição de uma entrevista a Guerra Junqueiro); as missões religiosas; a venda de passais e outros bens da Igreja Católica (artigo de Fernando de Sousa); o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica por parte do Estado; o escândalo relacionado com uma exposição no Brasil; o incidente desencadeado com a representação da Câmara dos Deputados nas cerimónias fúnebres em honra do papa Bento XV; a cerimónia da imposição do barrete cardinalício ao núncio apostólico em Portugal, Achille Locatelli; debate em torno dos diplomas reguladores das relações entre o Estado e a Igreja Católica (artigo de Fernando de Sousa sobre os vários projectos de lei debatidos no Parlamento).
«A Ordem» (ano XII, n.º 617, pp. 1-2 e p. 5) - Publicação de uma Carta Pastoral de D. António Barbosa Leão, bispo do Porto, dirigida aos diocesanos, com esclarecimentos sobre o alcance e os objectivos da declaração colectiva do episcopado, de 14 de Fevereiro de 1925. Inclui a transcrição da referida declaração colectiva, que pretendia esclarecer a doutrina e a orientação do Centro Católico Português, assim como a sua posição face à política em deal. Nesta declaração é aprovada publicamente a orientação do diário católico «Novidades» e declarada como incompatível com as instruções da autoridade eclesiástica, a orientação do diário «A Época». Inclui, por fim, a transcrição de excertos de uma carta de Bento XV exortando o episcopado português para a obediência ao poder civil.
Certidões das celebrações de missas cantadas, pela alma de D. Elvira de Vilhena, Condessa de Pontével, pelos padres do coro da Igreja de S. Roque na sua Igreja e, após 1768, com a entrega da Igreja de S. Roque à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, celebradas na Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Clérigos Pobres, em S. Pedro de Alcântara. A Irmandade do Santíssimo Sacramento tinha alcançado, através de um Breve da Sé Apostólica, a redução dos encargos com as Capelas instituídas pela Condessa de Pontével, para uma missa cantada em Dezembro de cada ano, por sua Alma. Testadora: Condessa de Pontével, D. Elvira de Vilhena. Capelão: Cura José P. da Costa; Coadjutor Agostinho da Silva e Bento José de Loureiro. Sacristão: António de Francisco.
Assentos das receitas e despesas organizados por anos económicos entre os anos de 1747/1748 e 1754/1755. Apresenta, referente a cada ano, primeiro a receita, seguindo-se a despesa e, no final de cada ano, possui um resumo das quantias parcelares e totais da receita e da despesa, um resumo da receita, um resumo da despesa, o termo de entrega da conta ao tesoureiro sucessor e o termo de encerramento da conta. As receitas são provenientes sobretudo de rendas de casas, foros e juros e as despesas referem-se a pagamentos aos capelães, aos acólitos, cera, vinho e azeite para alumiar a Capela de Santo Amaro, em S. Bento. Existem alguns fólios soltos. Possui termo de abertura, mas não o de encerramento. Testadores: Luís Salinas de Oliveira e seu irmão Paulo de Bem Salinas. Tesoureiro: António Rodrigues Maia. Escrivão: Jorge Araújo; António Rodrigues Maia; Mateus Pereira Padrão; Francisco Xavier de Sousa Caro; outros.
Documentação referente realização dos seguintes Conselhos Gerais da Cáritas Portuguesa: 1.º (1957-06-18 e 19), 2.º (1958-03-12 e 14), 3.º (1958-12-03 a 05) e 4.º (1959-05.15 e 16). 1.º Conselho Geral: ata e documentação administrativa, contabilística e estatística referente ao Programa de Ajuda Alimentar norte americano; 2.º Conselho Geral: mapas estatísticos referentes à atribuição de bens por famílias e instituições por dioceses, e previsões de distribuição; 3.º Conselho Geral: programa, documentação administrativa, contabilística e estatística referente ao Programa de Ajuda Alimentar e 7 fotografias da reunião, do jantar e da receção pelo Cardeal Cerejeira; 4.º Conselho Geral: ata, mapa de distribuição de géneros e 9 fotografias da reunião, da receção em S. Bento com Salazar, almoço, missa (em S. Sebastião da Pedreira).
Conjunto de nove medalhas (6,3x0,4cm; 11,4x11,4x3,0com) e três placas (10,1x6,1x0,3,0cm; 10,1x7,1x0,1cm). 4 medalhas e 1 placa atribuídas à Cáritas Portuguesa: medalha do Centenário do Banco Borges & Irmão 1884 (1984); medalha da Comissão Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos (CURPIO) [s.d.]; medalha do XV Congresso Mundial de Réhabilitation International (198?); medalha da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras [s.d.]; placa de sócio benemérito da GRDBCV fundado em 1966-07-02 (1984-02-07). Cinco medalhas, de temática natalícia, cunhadas entre 2005 e 2009, sendo a primeira da autoria de Baltazar [fabricante]. Há quatro exemplares da medalha de 2009. Duas placas com a inscrição Deus Caritas Est (Bento XVI). Recorda a colaboração na Cáritas Portuguesa 1999-2005 que ficaram por entregar aos Prof. Ambrósio e Simões. Contém caixas e estojo (9x9x1,9cm) e estojos (13x9,4x4,1cm; 14,7x9,5x3,3cm).
Consulta acerca de uma questão de propriedade literária das peças representadas pela empresa do Teatro D. Maria II, acerca da qual não existe na legislação vigente nenhuma disposição aplicável. A questão, não indicada, surgiu de um pedido efetuado pelo autor dramático Bento Mântua. O parecer refere que a questão proposta é estranha à legislação geral e não foi prevista nem regulada pelo contrato vigente com a empresa, não tendo o Governo direito a interferir. Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, do Ministério do Reino, de 31 de dezembro de 1908, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 3 de fevereiro de 1909.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate para a Direção-Geral dos Próprios Nacionais, do Ministério da Fazenda, acerca do pagamento da contribuição de registo de duas courelas com algum mato, situadas no concelho do Barreiro, arrematadas, em 1873, por José Rodrigues Alves. Posteriormente, em 1874, este vendeu, por escrito particular, as terras a Cristóvão José de Brito. Em 1875, José Rodrigues Alves foi alvo de uma execução fiscal, tendo as propriedades sido arrematadas em praça por Bento José da Silva, que pagou a contribuição de registo nesse ano. Em 1877, Cristóvão José de Brito queixava-se do escrivão de Fazenda do concelho do Barreiro por este não querer aceitar o pagamento da contribuição de registo daquelas courelas, que lhe tinham sido vendidas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Bento José de Oliveira e Serafim Gomes Ferreira, na qualidade de provedores perpétuos do Instituto de Nossa Senhora da Graça, a ser criado na Paróquia de São João do Campo, concelho de Coimbra, em observância do testamento do Dr. Fortunato de Oliveira Rocha, falecido em 26 de maio de 1880, pedem autorização para vender o direito que o instituto tem a umas casas no sítio do Outeiro da mesma paróquia, destinadas pelo testador para nelas se acomodarem as repartições e escolas daquele instituto, mas com o ónus de serem usufruídas pelo segundo requerente.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o delegado do procurador régio na comarca de Montalegre lhe participou, por ofício de 20 de junho de 1846, que no dia 16 foi ali solenemente aclamado D. Miguel, tendo havido auto de câmara, Te Deum e procissão. A aclamação foi feita por Bento Gonçalves de Moura, intitulado coronel realista, e cerca de duzentos homens com alguns padres do Barroso, todos movidos pelo impulso de Cândido Rodrigues Álvares de Figueiredo e Lima. O delegado do procurador régio refere ainda que saiu da sua comarca, para onde não voltará "enquanto não for enviada uma força respeitável que reduza o Barroso à obediência do Governo legítimo".
Listagem das fazendas do Convento, perfazendo 36 fazendas: ferragial à horta do Buraco, ferragial à horta do Piteira, ferragial à quinta do Sande, ferragial de Alpedriche, ferragial da Malagueira, Olival de S. Bento, Olival com vinha em Valbom, quinta da Caravelhinha, quinta da Boa Vista, dois quartéis de vinha na Lage, quinta da Chamboinha, quinta atrás do Espinheiro, vinha com olival no Penedo de Oiro, quinta da Pedra da Albarda, vinha dos Cravoeiros, vinha do Espinheiro, horta com olival em Setúbal, vinha na Vila de Frades, olivais de Alvito, herdade da Molanda (freguesia de Alqueva), dos Penedos (termo de Estremoz), da Flor da Rosa, de Pêro Pião, do Outeiro, da Fevereira, do Maduro, da Folgôa, da Contenda, dos Velhos, de Val de Souto, da Trombeira, da Freixa, da Fragosa, dos Mártires e da Casa Branca.
Venda que faz Nuno Álvares Guisado, solteiro, já emancipado por carta do duque de Bragança, de vinte cinco anos, morador em Vila Viçosa, a Nuno Álvares, escudeiro da casa do almirante, e a sua mulher, Leonor Franco, também moradores em Vila Viçosa, de um quinhão de terra de pão, no termo da vila, numa herdade dos compradores e de Bento Correia e de Diogo Lopes, que fica na ribeira de Mures, por mil e quinhentos reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Venda que fazem Fernando Anes, clérigo de missa e Catarina Banha mulher de Cristovão Anes Colos, seu irmão, morador na cidade, a Estevão Godinho e sua mulher, Isabel Godinho, de uma vinha e uma casa e um chão no termo de Évora, além do mosteiro de São Bento de Cástris, pelo caminho do Ameixial, por mil e duzentos reais brancos. Os bens eram foreiros à igreja de Santiago de Évora em quarenta reais e uma galinha, pagos pelo Natal. Além dos dois primeiros intervenientes no contrato também era foreiro Francisco, filho de João Fernandes Colos, já falecido. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Encampação que fazem Vasco Martins, cunhado de Rodrigo Afonso de Aragão, e sua mulher, Catarina Afonso, lavradores, moradores em Évora, aos raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de uma vinha no termo da cidade no caminho de São Bento, ante o dito caminho e o caminho do chafariz de Mor Mendes. Os raçoeiros emprazam a vinha a Vicente Anes, dito canian (?), morador na cidade na rua da Alagoa e a sua mulher, Maria Anes, por vinte soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Vasco Vicente vigário, cónego da Sé e prior da igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Leonor Eanes, mulher de Martim Eanes, que trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, nas Valadas de Mor Mendes, além do mosteiro de São Bento de Cástris, por vinte soldos antigos, pagos pelo São Martinho. A foreira, alegando não poder adubar a vinha, pede autorização à igreja para vender o domínio útil da mesma a Domingos Afonso Mousinho e a Catarina Martins, por oitenta libras. Os clérigos autorizam a transacção. Redactor: Bartolomeu Domingues de Elvas, tabelião geral e escrivão na comarca de Entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago