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Maria Luísa Lopes de Carvalho nasceu na freguesia de São Sebastião, da cidade de Guimarães, a 17 de dezembro de 1911, filha de António de Carvalho e de Joana Maria Lopes. Casou com João Xavier de Carvalho em 8 de fevereiro de 1931. Faleceu a 19 de dezembro de 2005, na freguesia de Creixomil, concelho de Guimarães.
Em 1626, o Casal da Ribeira de Cima, situado na freguesia de Ponte, em Guimarães, foi doado, por Gonçalo Martins e mulher, Francisca Gonçalves, ao seu sobrinho, João Martins, filho do seu irmão Salvador (casal da Porta), que desde cedo, ficaram com a incumbência de o educarem. João Martins casou com Maria Gonçalves, do casal das Courelas, tiveram 12 filhos, um dos quais, Gonçalo Martins (1614-1690) casado com Maria Francisca, em 1669, que viveram no Casal da Ribeira. À morte dos pais, a Ribeira passou para o seu primogénito, João Martins, que tal como o avô fizera, também ele emprazou este casal. Em 1706, João Martins ( --1757) casou com Maria Ribeiro, do Casal das Lamas. À sua morte, em 1757, ficou na Ribeira o seu filho João Ribeiro Bernardes, casado com sua prima Jerónima de Castro Salgado, da Casa das Courelas de Baixo. Com a morte do primogénito deste casal, as esperanças recaíram na sua filha, Maria Joana de Castro Salgado. Esta casou com Gualter Ribeiro Bernardes, foi para o Bouro, mas levou em dote a Ribeira e sessenta mil réis em peças de oiro. João Ribeiro Bernardes e mulher continuaram na Ribeira, pois reservaram para si uma parte. No Bouro, a 26-6-1776, nasceu o filho mais velho de Maria Joana: Jerónimo Ribeiro Bernardes, capitão das Milícias de Basto, que, em 1766, casou com a senhora de Minotes, D. Joana Maria de Araújo Martins da Costa. Da legitima materna tem a Ribeira e, nesta casa, nasceram os seus sete filhos, Joaquina Rosa, José, Francisco, António, Luísa Ludovina, Ana Emília e Luís. À morte do marido, Joana veio morar para Minotes, em Guimarães, deixando a Ribeira para o filho mais novo, Luís Martins da Costa. Apesar de não ter sido a sua residência, vinha para a Ribeira passar longas temporadas, com os doze filhos que teve do casamento com Maria Constança Pinto de Queirós Montenegro. A Ribeira acaba por ser doada ao segundo filho do casal, a Eduardo Martins de Queiroz Montenegro, Delegado de Procurador Régio de Baião. Em 1900, Eduardo Queiroz vende a Casa da Ribeira a Luís Cardoso Martins da Costa Macedo, 1º conde Margaride, neto do avô Jerónimo. Este, doa, em vida, a Casa da Ribeira à sua filha, solteira, Luísa da Conceição, que aqui morre, em 1936. À sua morte, fica esta casa, por herança, para o seu sobrinho João Maria Cardoso de Cardoso de Macedo e Menezes. Moraes, Maria Adelaide P. de - "Velhas Casas de Guimarães".Vol 1. CEGHHF, Porto, 2001.
Escritura de dívida, fiança e obrigação realizada em Alhandra, no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Maria Patroninha afirmou que, por falecimento do seu sogro, João Francisco Pregador, se procedeu a inventário e partilhas de sua herança, estando em causa umas casas térreas sitas na Rua Direita do Cabo, n.º 105, em Alhandra, compostas de lojas, sótão e quintal, hipotecadas em dívida de 40.000 réis à Santa Casa da Misericórdia de Alhandra. A outorgante e o seu marido foram chamados ao Juízo de Paz, pois, quando das partilhas, deveriam ter reconhecido a Santa Casa da Misericórdia como sua credora. E como tal não sucedeu, a Santa Casa da Misericórdia procedeu a execução para arrematação da dita hipoteca. Maria Patroninha dirigiu uma petição à Misericórdia para escriturar a sua obrigação, estando inerentes a ela o pagamento dos juros provenientes do capital confessado (5%). O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Alhandra concordou que se lavrasse a presente escritura de confissão. Constituiu-se como fiador da outorgante, Teodoro Faustino de Frias Nobre. A rogo da devedora assinou João Fortunato Leitão, boticário. Foram testemunhas: Francisco Xavier de Sousa Aguiar Barreto, escrivão do eleito, e Militão Francisco Ribeiro, merceeiro em Alhandra.