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Critica a censura de que a "Mensagem" foi alvo e comenta as eleições para a direção da Associação Académica de Coimbra.
Afirma que a "Mensagem" irá iniciar uma intensa propaganda de doutrinação.
Critica a censura e questiona Alfredo Pimenta sobre o «caso Espanhol».
Comenta uma notícia publicada no "Diário Nacional" e um artigo no "Ecos".
Revela problemas na tipografia causados por «elementos católicos».
Trata da publicação de uma separata e elogia um artigo de Alfredo Pimenta.
Elogia Alfredo Pimenta e pede-lhe um artigo de doutrinação monárquica para a "Mensagem".
Afirma ter autorização para a publicação de um jornal cultural e não literário.
Pede a Alfredo Pimenta um artigo doutrinário para o jornal "Mensagem".
Aborda a realização de um «jantar monárquico» e a publicação de uma separata.
Relembra Alfredo Pimenta da data da publicação do jornal "Mensagem".
Envelope com informação do remetente e do destinatário e com seguinte apontamento " Abade de Priscos ver o artigo publicado no n.º 3, II série, "Panorama" de 1956".
Felicita pelo triunfo obtido contra a arbitrária decisão da direção da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Queixa-se das perseguições e injustiças que tem sofrido por causa da “Seara Nova”. Acusa os amigos de não o apoiarem. Critica A Voz por ter ignorado a sua nomeação e as manifestações de apreço de que foi alvo. Faz referência ao trabalho que tem desenvolvido.
Carta manuscrita assinada, de Vila de Conde. Esta carta pertence ao envelope "00-08-24".
Postal manuscrito assinado, da Casa de Pindela para Estocolmo. Postal ilustrado com legenda "Famalicão: Mosteiro d´Arnozo última oração. Cliché de Ilydio Gama".
Convida Alfredo Pimenta e Adozinda Pimenta para o casamento da filha, Maria Corinta.
Dá notícias da sua estadia em Moçambique em trabalhos de pesquisa.
Refere o interesse que tinha em saber a opinião de Alfredo Pimenta sobre o seu romance. Declara que escreveu um romance ignorando a técnica do romance moderno e acrescenta que, quando for verão e for para Afife, fará outro, continuando a ignorá-la.
Trata da comemoração do aniversário do 1 de Fevereiro.
Expressa a sua dúvida sobre uma informação da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira que dava a obra “O génio do Cristianismo”, de Chateaubriand, como tendo feito parte do Índex. Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre o assunto.
Agradece as informações prestadas. Afirma que conhece o prefácio de Ricardo Jorge e a obra de Alfredo Pimenta. Conta que falou aos alunos dos processos de trabalho de Alfredo Pimenta. Faz referência aos seus artigos.
Faz referência ao 25.º número dos “Estudos Históricos”. Agradece a resposta à dúvida de “O génio do Cristianismo”. Transmite os agradecimentos do bispo de Lamego a Alfredo Pimenta.
Foi uma cientista na área das ciências naturais. Em 1940 decidiu deixar o centro de investigação zoológica da direção da investigação colonial (Junta de Investigações Coloniais), onde se sentia discriminada pelo género como cientista, e disputar o lugar de naturalista no Museu Dr .Museu Álvaro de Castro, localizado em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. Aproveitando o conhecimento e as coleções entomológicas de museus e institutos científicos da África do Sul, durante 25 anos (1949-1974) construiu uma carreira científica como investigadora em entomologia e alcançou reconhecimento internacional. Como mulher, no entanto, nunca alcançou cargos superiores na hierarquia do MAC ou no Instituto de Investigação Científica de Moçambique, a pretexto das suas credenciais formais académicas, nomeadamente o facto de ter recebido o título de Doutora com base em sua pesquisa publicada, ao invés de completar um doutoramento. In: https://www.researchgate.net/publication/308365942_Maria_Corinta_Ferreira_1922-2003_Naturalist_at_the_Museu_Dr_Alvaro_De_Castro_Lourenco_Marques_Now_Maputo_Mozambique_1949-1974
O registado: Ermelinda Rosa de Barros (exposta) Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: desconhecida Pai: Desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Justifica a ausência no "III Encontro dos Suplementos e Páginas Culturais da Imprensa Regional".
Corrobora a afirmação de Alfredo Pimenta de que Antero Quental não fazia parte do grupo «Os vencidos da vida». Apresenta argumentos e enumera os dez «vencidos da vida».
Trata da publicação da Mensagem. Contém a «Terceira carta ao estudante Caetano de Mello Beirão por Alfredo Pimenta».
Critica a censura e comenta a "Movimento de Representação Popular" (MRP) e "Acção Católica".
Trata de um artigo de Alfredo Pimenta e de divergências entre os monárquicos.
Descreve a agitação comunista em Coimbra e trata da "Mensagem".