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Livro para a diretora do hospício lançar a entrada dos expostos. Termo de abertura datado de 9 de maio de 1871, assinado pelo vereador dos expostos José Joaquim da Costa. Termo de encerramento datado de 13 de setembro de 1871, vereador dos expostos José Joaquim da Costa. Contém, nomeadamente a seguinte informação: n.º de ordem, data de entrada no hospício, identificação da criança, descrição do bilhete e do enxoval que por vezes a acompanhava. Inclui dois documentos com apontamentos relativos a expostos.
Termos de abertura e encerramento datados de 16 de outubro de 1880, assinados pelo vereador dos expostos Francisco da Costa Sampaio e Castro.
Conta da receita e despesa com a sustentação dos expostos, pessoal e material da administração dos mesmos. Termo de abertura e encerramento datados de 20 de fevereiro de 1871, assinados pelo vereador dos expostos, José Joaquim da Costa. Contém a seguinte informação: datas, motivos de receita e da despesa, quantia em reis.
Registo de óbito n.º 6 Nome do falecido: Joaquim Coelho Idade: 36 anos Estado: casado Naturalidade: freguesia de São Sebastião, concelho de Guimarães Pai: Manuel Coelho Mãe: Maria Cecília Data de óbito: 06/10/1906 Lugar: freguesia desconhecida, concelho desconhecido.
Registo de óbito n.º 1 Nome do falecido: Desconhecido Idade: desconhecida Estado:desconhecido Naturalidade:freguesia de desconhecido, concelho de desconhecido Pai: desconhecido Mãe:desconhecida Data de óbito: desconhecida Lugar: freguesia de São João de Ponte, concelho de Guimarães
Escolha de campo antes do jogo do Vitória SC no Estádio Municipal de Guimarães. Vemos Ramalho, capitão do Vitória Sport Clube.
Jogo entre o Vitória SC e o FC Porto, no Estádio Municipal de Guimarães, em que podemos ver, entre outros, os jogadores do Vitória SC Artur e Peres.
Jogo entre o Vitória SC e o Sl Benfica, disputado no Municipal de Guimarães, em que vemos, entre outros, os "conquistadores" Almiro, Pedrinho e Ramalho.
Jogo disputado no Estádio Municipal de Guimarães, em que podemos ver, entre outros, os jogadores do Vitória SC Roldão, Costa e Nascimento.
Instantes inicias de um jogo entre o Vitória SC e o [SC Braga] no estádio Municipal de Guimarães. Vemos Teixeirinha e Bóbó, jogadores do Vitória SC.
Jogo do Vitória SC no Estádio Municipal de Guimarães, em que vemos os jogadores vitorianos Mané, Pedroto e Ferreira da Costa.
Escolha de campo antes do jogo do Vitória SC no Estádio Municipal de Guimarães. Vemos Ramalho, capitão do Vitória Sport Clube.
Jogo no Estádio Municipal de Guimarães, num dia chuvoso, em que podemos ver os jogadores do Vitória SC, nomeadamentre, Nascimento, Rui Vieira e Ademir.
Jogo entre o Vitória SC e o Sl Benfica, disputado no Municipal de Guimarães, em que vemos, entre outros, Osvaldinho, jogador dos vimaranenses.
Equipa do Vitória SC perfilada antes de um jogo no Estádio Municipal de Guimarães: Morais, Gualter, Joaquim Jorge, Daniel, Artur, Manuel Pinto, Mendes, Djalma, Castro e Péres.
Cumprimentos entre os capitães de equipa, Gregório Freixo pelo Vitória SC, e a equipa de arbitragem antes do jogo no Estádio Municipal de Guimarães.
Equipa do Vitória SC a entrar no relvado para um jogo no Estádio Municipal de Guimarães: Jeremias, Pedroto, Romeu, Melo, Ramalho, entre outros.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
Equipa do Vitória SC na época 1984/85. Equipa do Vitória SC alinhada antes do inicio do jogo (da esq. para dir.): Tozé, Teixeirinha, Laureta, Costeado, César, Tincho, Neno, Roldão, Isima, Paquito e Valério.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
O comício do CDS contou com a presença, entre outros, de Freitas do Amaral, Galvão de Melo e Adelino Amaro da Costa, ficou marcado por graves incidentes provocados por manifestantes que procuraram boicotar o comício, o que obrigou à intervenção dos militares do Regimento de Infantaria n.º 8. O Teatro Jordão ficou muito danificado, bem como as montras de diversos estabelecimentos na Avenida Afonso Henriques.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Lugar de São Torcato - Guimaraes: Comemorações do 10.º Aniversário do Centro 1952 e do 5.º Aniversário do Grupo Folclórico da Corredoura (S. Torcato) Programa Geral , Julho-MIL962 Sábado 14- Sarau Recreativo Domingo 15 - Festival Folclórico
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Manuel Folhadela Teixeira de Melo, casado com Maria Zulmira de Abreu Pereira Mendes Teixeira de Melo 2º Outorgante: Eurico Silva Teixeira de Melo, casado com Luísa da Veiga Gil da Fonseca Pinheiro 3º Outorgante: José Ângelo Folhadela de Melo, casado com Maria Fernanda de Amorim Rebelo Teixeira de Andrade e Castro Correia de Melo, outorgando por si e em representação da sociedade comercial "Industrias Têxteis Somelos, S.A.R.L." 4º Outorgante: Maria Manuela Folhadela de Melo Costa Guimarães
Escritura de empréstimo de dinheiro a juro de Diogo José Leite e sua mulher à Câmara Municipal do concelho de Guimarães Nota 33-B a fls.65 Tabelião José da Silva Basto 1863.02-26 Escritura de paga e quitação com direito e ação que a António Bento Portela dá Cristóvão José da Silva na qualidade de tutor de seus bisnetos Amélia, Maria, João e Adelaide, filhos da falecida sua neta Ana Leite Teles e marido João Baptista Teles e de José João, João, Joaquim, António, Mariana e Bento, filhos da sua neta Mariana Leite da Silva Rosas e seu marido Bento da Silva Rosas Nota a fls.42 v Tabelião [Maximiano] Geraldes Júnior
Processo de aprovação do auto de recepção provisória da 1ª parte do 1º lanço da Estrada de Santo Tirso a Guimarães, compreendido entre aquela Vila e Rebordães bem como do pedido de prorrogação do prazo apresentado pelo respectivo empreiteiro para conclusão de todo o lanço. Auto de recepção provisória, expediente, informações e parecer do Conselho das Obras Públicas.
Processo de arrematação da obra de reparação e melhoramento de um muro de suporte, no lugar da Lamalonga e construção de um aqueduto para esgoto das águas e subsolos da estrada municipal de Guimarães à Penha - lanço de Costa à Penha Contém: 1 - Edital 2 -Projeto Peças escritas: - Detalhe e orçamento 3 - Auto de arrematação 4 - Auto de exame, medição e vistoria
Requerimentos apresentados por diversos candidatos à Câmara Municipal de Guimarães, solicitando a realização das provas necessárias para a obtenção da licença de condução de velocípedes.
Projeto de reparação e melhoramento e construção de passeio de betonilha no largo do Campo da Feira da cidade de Guimarães Peças escritas: - Orçamento
Processo de arrematação das obras de construção, incluindo terraplanagem e obras de arte do trecho da estrada municipal de Guimarães à Penha, compreendido entre os segmentos já executados até São Tiago da Costa e o perfil n.º 112, localizado em São Roque, conforme previsto no projeto datado de 24 de maio de 1893. Processo constituído pelas seguintes peças: Partes escritas - Edital da Câmara Municipal do concelho de Guimarães - Detalhe e orçamento Partes desenhadas - Planta à escala de 1/100 da estrada municipal de Guimarães à Penha - Planta Longitudinal do lanço da estrada municipal de Guimarães à Penha
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Margarida de Freitas Bravo de Faria, outorgando por si e ainda como procuradora de Maria Leopoldina de Freitas Bravo; Alfredo Maurício de Freitas Bravo e esposa Fernanda de Freitas Bravo; Maria Teresa Bravo; Maria Ofélia Bravo de Faria Bravo; Carlos Bravo de Faria Bravo, casado com Maria da Graça Ferreira Gonçalves Barbot de Faria Bravo; Fernando Manuel Bravo de Faria Bravo, casado com Maria Manuela Gouveia Pinho de Faria Bravo; Maria Tomásia Pinto da Silva Bravo; Joaquim de Freitas Bravo; Manuel Fernando de Freitas Bravo e esposa Maria Manuela Machado Guimarães de Freitas Bravo; Casimiro Alberto Fontes de Macedo e esposa Maria Teresa Machado Guimarães de Freitas Bravo de Macedo; Rodrigo Guimarães de Freitas Bravo e esposa Susan Jane Cochrane de Freitas Bravo; António Fernando de Freitas Bravo de Faria, casado com Mariana Guimarães de Macedo Bravo de Faria; Maria Margarida Machado Guimarães de Freitas Bravo Pereira da Siolva e marido Olívio José Alves Pereira da Silva; João Paulo de Freitas Bravo de Faria; Maria Leonor de Freitas Bravo de Faria; José Manuel de Freitas Bravo de Faria; António Pedro de Freitas Bravo de Faria; Duarte de Freitas Bravo de Faria; Maria Manuel de Freitas Bravo de Faria Cruz e marido Celso Renato Paiva Rodrigues da Cruz 2º Outorgante: Manuel Alves Machado da Fonsaca e Castro, outorgando por si e ainda como procuradora de Maria Raquel de Freitas Bravo Fonseca e Castro de Cardoso Lima, casada com Fernando Festa Cardoso Lima; Manuel Rui de Freitas Bravo da Fonsaca e Castro e esposa Maria Lídia Rodrigues de Morais Soares da Fonseca e Castro 3º Outorgante:Maria de Lourdes de Freitas Bravo da Fonseca e Castro Azevedo e marido Adalberto da Silva Azevedo 4º Outorgante:Mariana Guimarães de Macedo Bravo de Faria, casado com António Fernando de Freitas Bravo de Faria 5º Outorgante: João Fernandes Salgado, casado com Olívia da Silva Ferreira
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
Manifestação promovida pelo Sindicato Têxtil de Guimarães, com sede em Guimarães, com a colaboração da Comissão Concelhia do Movimento Democrático do Distrito de Braga. A concentração teve lugar junto ao Paços dos Duques de Bragança e daí partiu um cortejo cívico pelas ruas da cidade em direção ao Estádio Municipal. Aí discursaram, entre outros, Joaquim Santos Simões, António Mota Prego e João Oliveira Ribeiro.
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
O Governador Civil de Braga, Parcídio Summaviellee, acompanhado pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães, visitou Vizela, as Taipas, onde verificou o estado em que se encontrava o estabelecimento balnear e as corporações dos Bombeiros, e Guimarães onde se inteirou sobre a retirada do quartel dos Bombeiros (Avenida Alfredo Pimenta).
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pinto de Miranda e esposa Maria da Natividade Neves de Miranda, que também usa o nome de Maria Natividade Neves de Miranda; 2º Outorgante: Manuel da Costa Azevedo Júnior e esposa Libânia Pinto Tavares de Azevedo, que também usa o nome de Libânia Tavares de Azevedo 3º Outorgante: Henrique Martins da Rocha, outorgando na qualidade de sócio e gerente da sociedade "Henrique Rocha & Irmão" 4º Outorgante: Arnaldo Aires de Sousa Pereira Guimarães casado com Maria do Céu Gonçalves Aires Guimarães
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães; 2º Outorgante: Emília de Andrade Leite, outorgando por si e na qualidade de procuradora de sua filha Maria Madalena Leite Pereira Peixoto, casada com Henrique Fernando Sampaio Magalhães; António de Castro Fernandes e esposa Maria Helena Leite Pereira Peixoto de Castro Fernandes; Domingos da Anunciação Leite Pereira Peixoto; Armando Leite Pereira Peixoto; Abílio Leite Pereira Peixoto e esposa Maria de Fátima Leite Magalhães da Fonseca; Alcides Leite Pereira Peixoto.
A primeira referência documental à actividade desenvolvida pelos tabeliães deste Segundo Cartório de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1900, pertencente a João Augusto de Seixas. Seguem-se-lhe na função os notários Joaquim Lopes Oliveira, João Corsino Caldeira Albuquerque Vilhena, Francisco Moreira Sampaio, António Alves Cunha Silva e Luis Filipe Miranda Aviz Pereira de Brito. Com a entrada em vigor do Código de Notariado (decreto-lei n.º 42 933 de 20 de abril de 1960), passou este Cartório a ser o 2.º Cartório Notarial de Guimarães. O primeiro indício surgiu num livro de notas do notário Luís Filipe Miranda Aviz Pereira de Brito, em 1960. O último notário deste Cartório, com sede na Secretaria Notarial de Guimarães, foi Alpídio Gonçalves.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães do julgado de Vizela reporta-se a um livro de notas de 1879, pertencente a Joaquim José Saraiva Guimarães.A primeira menção à extinção deste julgado refere-se a um livro de notas de 1890, de Joaquim José Saraiva Guimarães. O decreto de 30 de agosto de 1902 (D. G. n.º 200 de 6 de setembro de 1902) fixou o número e a localização de lugares de notários em todas as comarcas do país. No concelho de Guimarães aquele diploma estabeleceu, três lugares de notário na sede da Comarca e um em Vizela. O último notário deste cartório, situado, à época na Rua Latino Coelho, foi António José Marques Guimarães.
Trata-se do desmentido da Direcção das Obras Públicas do Distrito do Porto, publicado no jornal Comércio do Porto, de notícia saída no mesmo jornal sobre a falta de pagamento aos trabalhadores das obras do 2º lanço da Estrada de Santo Tirso a Guimarães que, por essa razão, teriam abandonado o serviço. Dois exemplares do jornal, um com a notícia e o outro com o desmentido.
Termo de expropriação amigável celebrado entre a Câmara Municipal de Guimarães e o Barão e a Baronesa de Pombeiro de Riba-Vizela, relativo à cedência de terreno necessário para a construção da estrada municipal que liga a cidade de Guimarães ao monte da Penha.
Livro do rol das missas celebradas no Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa de Guimarães, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por quatro Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por Manuel Higino Vale e Francisco de Nossa Senhora do Rosário, ambos Sacristãos-Mor do Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa, junto à Vila de Guimarães. A fl. 1v. encontra-se a seguinte indicação: «Estas missas devem sempre ser dittas de tenção e aplicadas conforme o que determina o Capitulo 8 dos nossos Estatutos». No fl. 15, encontra-se o recibo de pagamento da quantia competente pelo Secretário da Irmandade dos Clérigos do Porto, ao Prior do Real Mosteiro da Costa, em 7 de Agosto de 1803. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 16v.).
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica acerca do legado de Arsénio José Alves, falecido a 13 de maio de 1884, de 10 contos de réis para sustentar uma escola de instrução primária na freguesia onde falecesse, que veio a ser a freguesia de Santa Justa em Lisboa, devendo essa escola ter o nome de "Escola Arsénio José Alves" e acerca do usufruto de 85 contos deixados por Joaquim José Marques Guimarães, falecido a 4 de agosto de 1878, em inscrições, repartido por vários legados, de um dos quais ficará herdeira, se casar, a respetiva legatária, determinando que com os juros se fundasse uma escola na freguesia de Santa Justa, com a denominação de "Escola Joaquim Marques Guimarães" para educação gratuita.
Planta não concluída. Imóveis representados na planta mas não identificados: Forte e Farol de Santa Marta (atual Farol Museu de Santa Marta, Rua do Farol de Santa Marta, sem n.º); Forte Novo (destruído, Avenida Rei Humberto II de Itália); Recinto de tiro aos pombos (demolido, situava-se à direita da Casa de S. Bernardo); Casa de Santa Maria (Rua do Farol de Santa Marta, n.º 16); Casa de S. Bernardo (Avenida Rei Humberto II de Itália, n.º 235B); Casa d`Orey (Rua Frei Nicolau Oliveira, n.º 1); Casa dos Pórticos (Rua Ricardo Espírito Santo Silva, n.º 52); Torre de S. Sebastião (atual Museu Condes de Castro Guimarães, Avenida Rei Humberto II de Itália, sem n.º/Parque Marechal Carmona
Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
O Convento das Capuchinhas, também conhecido por Madre de Deus, em Guimarães, foi fundado no ano de 1683 no Lugar do Campo Gallego, atual freguesia de S. Sebastião. No seu primeiro período de funcionamento abrigou Clarissas Reformadas e após a extinção das ordens religiosas tornou-se casa das Oficinas de São José, hoje Centro Juvenil de São José.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães, sobre a reclamação apresentada pelo Ministro britânico em Lisboa para cumprimento da sentença arbitral proferida pelo Senado de Hamburgo em 1861, onde fora apreciado uma disputa entre os governos de Portugal e da Grã-Bretanha a propósito do trânsito em julgado de uma sentença do Tribunal de Comércio de 1.ª instância de Lisboa, de 1838, que decidira sobre o litígio opondo negociantes ingleses da Ilha da Madeira e um comerciante português.
Venda que fazem Lopo da Mouta e sua mulher, Isabel Pires, moradores em Vila Viçosa, a Bento Correia, solteiro, um quinhão de terra de pão no termo da vila, onde chamam Bencatel, no Barro Branco, por cinco mil reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Na casa de Lopo da Mouta
Evento para angariação de fundos a favor dos bombeiros voluntários, destinados à construção de um novo quartel. Estiveram presentes: Ministro do Interior, António Gonçalves Rapazote; Governador Civil, Francisco Vale Guimarães; Conselheiro de Estado, Albino dos Reis; Administrador do Banco de Portugal e Presidente da Fundação da Casa de Bragança António Luís Gomes (Filho) e o Presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, Artur Correia Barbosa.