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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que Maria Iria da Fonseca e Irineia da Fonseca, tendo sido instituídas herdeiras proprietárias no testamento com que faleceu Francisco José Rodrigues Sacavém, em 16 de junho de 1865, reclamam contra o pagamento de contribuição de registo no que respeita a nove letras aceites por Barbosa e Vasconcelos, não vencidas no tempo da abertura da herança, e em que se discute a questão se as letras, como capitais existentes no estrangeiro, estavam ou não sujeitas à contribuição. Sustenta que a pretensão não deve ser deferida e que se deve ordenar a continuação da liquidação da contribuição devida pelas requerentes.
Normas de preenchimento do relatório anual (1956-1957); relatório da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1956-1957); relatório da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1957-1958); relatório da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1958-1959); normas de preenchimento do relatório anual (1959-1960); notas da Presidente Diocesana da LACF - Maria Carlota Malheiro da Nóbrega de Melo - sobre as conclusões do Conselho Geral de Bragança (1960); relatório da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1959-1960); esboço de relatório quadrimestral para as Direções gerais e diocesanas (da LACF) 1960; normas de preenchimento do relatório anual (1960-1961); relatório anual da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1960-1961); normas de preenchimento do relatório quadrimestral (1961-1962); relatório anual da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1961-1962); relatório anual da Direção Geral da Liga Agrária Católica Feminina (1962-1963).
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Manuel de Arriaga, licenciado na Faculdade de Direito de Coimbra e encarregado, por despacho de 6 de setembro de 1875, de reger provisoriamente o curso de língua inglesa no Liceu Nacional de Lisboa, pede que lhe seja abonado o vencimento de 400$000 réis anuais, como aos professores proprietários ou que, pelo menos, não se desconte a parte correspondente aos meses de agosto e setembro, em que continua a servir numa importante comissão de instrução pública. Parecer unanimemente aprovado na conferência dos fiscais da Coroa e Fazenda do dia 4 de outubro de 1878.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício do ajudante do procurador régio da Relação do Porto, José Maria Pereira Forjaz, de 13 de janeiro de 1847, em que participa que, por portaria de 7 do mesmo mês do duque de Saldanha, foi provisoriamente restituído àquele lugar de ajudante, de que tinha sido exonerado pelo decreto de 22 de julho, e pede instruções sobre as funções do Ministério Público que lhe cumpre desempenhar. O Procurador-Geral informa que respondeu àquele magistrado que se conformava com a sua opinião e que ele devia exercer em todo o distrito da Relação do Porto em que for restabelecido o legítimo governo da rainha todas as funções próprias do cargo do procurador régio que forem externas ao serviço da Relação.
Inclui documentação referente aos planos de atividades e orçamentos da Fundação Cuidar o Futuro. Contém: um exemplar do Relatório de Atividades e Contas de 2004; um exemplar do Plano de Atividades e Orçamento 2005; um programa do Seminário «Pensar o Futuro», com notas de Manuela Silva sobre o tema «mulheres e desenvolvimento», o «fortalecer a sociedade civil», e o «para que serve a Fundação?» (21 e 22 de outubro de 2005); um exemplar do «Glossário» da Fundação Cuidar o Futuro, [s. d.]; uma cópia da conferência de Maria de Lourdes Pintasilgo em Porto Alegre sobre «Relações entre a espiritualidade a acção das fundações – Terceiro sector, na perspetiva do homem como ser social», (4 de outubro de 2001); duas cópias da III Série do Diário da República relativa à instituição da Fundação Cuidar o Futuro (25 de outubro 2001).
Contém diferentes textos da autoria de Manuela Silva escritos entre 2014 e 2019 sobre temas variados como o cuidado da casa comum, espiritualidade e mística, democracia, desenvolvimento e desigualdade; pobreza, equidade, sustentabilidade e ecologia. Entre outros, destaquem-se os seguintes: «Sobre o Cuidado da Casa Comum: espiritualidade e mística» (2019); «Democracia. Desenvolvimento. Desigualdade» (2019); «Também somos Terra» (2019); «O pobre quem é?» (2018); «Desigualdades de riqueza e de rendimento em Portugal: Porquê? O que fazer?» (2015). Contém ainda um recorte do jornal Público, da autoria de António Marujo, de abril de 2018 sobre a homenagem que o encontro Terra Justa fez a Maria de Lourdes Pintasilgo e no qual participou Manuela Silva: «O cometa Pintasilgo e o frade de pé descalço».
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, informando que foi descoberto o assento do primeiro matrimónio do juiz de direito da comarca de Arouca, António Fernandes Álvares Fortuna, com Maria Carmina da Silva Sampaio, mas a certidão de óbito desta revela que esta faleceu antes do segundo casamento contraído pelo juiz em Inglaterra com uma senhora inglesa, não se verificando, pois, o crime de bigamia que lhe é imputado. Relativamente ao outro matrimónio que se diz celebrado com a filha de um procurador na Rua Nova do Almada, na cidade do Porto, com a qual atualmente coabita, continuam as diligências para verificar este facto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão da pena imposta ao réu Mateus Luís Barrão, na comarca do Cartaxo, pelo crime de homicídio voluntário, com uma facada, da exposta Maria José, de 26 anos, na noite de 5 para 6 de março de 1879. O Procurador-Geral refere que o réu nunca confessou o crime, correndo o boato, inclusivamente na imprensa periódica (Diário de Notícias, de 17 de dezembro de 1885, e Jornal de Santarém, de 9 de outubro de 1887) de que o homicídio tinha sido praticado por um indivíduo de nome Francisco Fragoso, do mesmo local. Refere que "o caso é de tal ordem que bem me parece digno da alta prerrogativa do poder moderador, único poder do Estado que pode prover de remédio em tais conjunturas". O pedido foi apresentado pela mãe do réu.
Terceiro Seminário Portugal Anos 80, Universidade de Évora, 10-23 de Julho 1983; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes; sessão de encerramento presidida pela Secretária de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas e entrega de certificados aos participantes, 22 Julho; da esquerda para a direita, Presidente da Câmara Municipal de Évora Dr. Abílio Fernandes, Comandante da Região Militar do Sul, Governador Civil de Évora Dr. Mira Branquinho, Secretária de Estado Dra. Manuela Aguiar, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Prof. Doutora Maria Beatriz Rocha-Trindade, Prof. Doutor Mariano Feio e Prof. Pe. Alves Gomes (orador). Envolvência em contexto: Sala da Biblioteca/Sala de Bellas Artes.
Perante Pedro Fernandes, juiz em lugar de Lourenço Pires, juiz pelo rei em Leiria (?), apareceu Gonçalo Rodrigues, escudeiro, filho de Rodrigo Afonso de Sousa, de uma parte, e Maria do Crato (?) e Catarina do Crato, moradoras na vila, de outra parte. O Gonçalo Rodrigues disse que as duas mulheres traziam uma vinha e um pomar de que pagavam foro a seu pai todos os anos e solicitava que lhe mostrassem prova documental de como traziam a referida vinha. As duas disseram que era sua porque lhes ficara por mercê de seu pai e de sua mãe e que fora de seus avós. Gonçalo Rodrigues disse que porque ia para fora da fronteira não podia demandar a vinha e o pomar mas queria que o que fora dito ficasse registado, razão pela qual este instrumento é feito. Redactor: Lourenço Afonso, tabelião em Leiria Localidade de redacção: Leiria Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
Mendo Afonso e João Afonso, como procuradores de Diogo Goios, casado com Maria Brandoa, vendem a Filipa Falcoa, viúva de João Marinho, uma herdade de um arado de bois, que foi de Luís Brandão, localizada no termo de Évora, à Fonte da Espadaneira, no caminho de Alvito, que parte com herdade que foi de João Salvado; com herdade dos filhos de João Fernandes de Arca; com herdade de João Soares; com herdade de João Vicente, alfaiate; com herdade de Aires Pires; com herdade de Diogo Lopes, morador em Viana; com courela do convento de São Francisco de Évora, por cinquenta e oito mil reais brancos. Testemunhas: Fernando Eanes Leitão, ferrador; Lopo Vaz, amo de Beatriz Bota. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Traslado de escritura de quitação e distrate de capital de cem mil réis, e venda e compra da quinta nova do Canavial situada na guarda do mesmo nome, freguesia da Sé, coutos de Évora, que constituem dois prazos foreiros, que celebram como vendedores Joaquim José Pipa e sua mulher Maria Tomásia, com intervenção de sua credora Henriqueta Paula, e como comprador Pedro José Baptista, pela quantia de duzentos mil réis. Foi feito o dito treslado a 4 de Outubro de 1873. Está assinado pelo tabelião Francisco Joaquim Rodrigues e Silva. São senhorios directos desta quinta o convento de São José e o do Paraíso. Esta quinta pertencia à capela do cónego António Rosado Bravo.
Carta régia de Filipe I em que concede a D. Juliana, freira no convento das Chagas de Cristo de Vila Viçosa, filha de D. Jaime, filho de D. Joana, duquesa de Bragança, seis mil reais da fazenda régia de tença por ano. O rei D. Henrique fizera mercê a D. Joana, duquesa de Bragança, de poder por falecimento retirar dos trezentos mil reais que tinha de seu assentamento, duzentos mil a favor de D. Maria sua filha e de duas netas, filhas de D. Jaime seu filho, freiras no convento das Chagas de Vila Viçosa. Assim, D. Joana deixara em testamento seis mil reais de tença a D. Juliana sua neta, filha de D. Jaime, cuja doação aqui é confirmada pelo rei Filipe I. Redactor: João Álvares, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta de padrão de D. Filipe I. D. Henrique, seu tio, para fazer mercê a D. Joana, duquesa de Bragança, autorizou que dos trezentos mil reais que ela tinha de seu assentamento pudesse, por seu falecimento, repartir duzentos mil reais por D. Maria, sua filha (sobrinha de Filipe I) e por duas netas, filhas de D. Jaime, seu filho, freiras no convento das Chagas de Cristo de Vila Viçosa, e também por suas dívidas. E dos duzentos mil reais que deixou em seu testamento destinou vinte mil reais de tença a Isabel Nunes sua criada. Por isso o rei emite esta carta de padrão para que Isabel Nunes tenha esat tença em cada ano de sua vida, a partir de 13 de Fevereiro de 1580, altura em que a duquesa morreu. Redactor: João Álvares, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento que faz Catarina Correia, freira no convento de Santa Clara de Évora, a Rafael Correia, cavaleiro, morador em Évora, seu irmão, e a sua mulher, Isabel Matoso, de uma herdade em Bencafede (?), termo da cidade, que lhe ficara por morte de Brás Álvares e de Mécia Correia, seus pais, por um moio e dez alqueires de trigo, pagos por Santa Maria de Agosto. No mesmo documento determina que a herdade fique ao mosteiro quando falecer e que doa ao mesmo irmão uma sua terra que confronta com a mesma herdade. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de Santa Clara, na portaria
Venda que faz Fernão de Sá, cavaleiro da casa do rei, contador dos resíduos da comarca da Estremadura, morador em Coimbra, por si e como procurador de sua mulher, Margarida Borges, a Vasco Corte Real, do conselho do rei e vedor da sua fazenda, e a sua mulher, D. Joana, de uma herdade no termo de Évora na Abóbada, próximo da ribeira da Murteira, por duzentos e trinta mil reais brancos. A venda é feita com autorização de Gonçalo Privado, cavaleiro da casa do rei e juiz dos orfãos de Coimbra, pois existiam filhos menores de um anterior casamento de Fernão de Sá com Maria Correia que tinham parte na herdade. Redactor: João Rodrigues Madureira, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Nas casas onde agora pousa D. Jorge de Melo, abade do mosteiro de Alcobaça, do conselho do rei e seu esmoler mor
Venda que fazem Tomás Martins, escudeiro, criado de D. Afonso, bispo de Évora, e Catarina Dias, sua prima, mulher solteira, moradores em Lisboa, ao convento de Santa Clara de Évora, de umas casas de morada com quintal e adega que tinham em Évora na rua da Carta Velha, que tinham herdado por morte de Joana Rodrigues, sua avó, e por morte de Guiomar Álvares, mãe da Catarina Dias. As casas ficavam junto ao convento. A venda é também feita por Maria Fernandes, moradora em Lisboa, em São Vicente de Fora, testamenteira de Guiomar Álvares, que nas ditas casas tinha a sexta parte. O valor da venda são vinte e quatro mil reais brancos pagos em cruzados de ouro e as freiras de Santa Clara obtiveram para o efeito carta régia que autorizava a compra. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja do convento de Santa Clara
Sentença de Francisco Frazão, cavaleiro da casa real e provedor das capelas, hospitais e resíduos na comarca de Évora referente a umas casas que eram foreiras ao convento de São Francisco de Évora, em quatrocentos reais, e que tinham sido tomadas para a construção da cadeia da cidade. Está envolvido no processo Fernão de Córdova, escudeiro da rainha D. Maria, casado com Teresa Sanches, morador em Évora, Heitor Velho recebedor da obra da cadeia e João Rodrigues, cavaleiro da Ordem de Santiago. Cita-se um alvará régio de D. Manuel e a avaliação das referidas casas. Redactor: Vasco Fernandes, escrivão diante do corregedor Pais (?) Dias na comarca de Entre Tejo e Guadiana Localização específica da redacção: Nas pousadas onde pousa Francisco Frazão, cavaleiro da Ordem de Cristo e contador dos resíduos e capelas e hospitais no almoxarifado de Évora
Processo referente ao testamento de Maria Godinho, mulher de Nuno Lourenço, datado de 30 de Setembro de 1506, em que deixou dois moios de trigo na herdade da Azenha aos frades do convento de São João Evangelista de Évora, com obrigação de lhe dizerem uma missa cantada aos Sábados. Porém, estes disseram que não podiam aceitar o encarrego. Assim, os frades do convento de São Francisco aceitaram a obrigação, uma vez que na sua igreja estava sepultada a defunta e já lhe diziam missas à Sexta-feira. Ao longo do processo são referidos Diogo Fernandes, requeredor das causas de Évora, e Luís Fernandes, sobrinho de Nuno Lourenço (ambos testamenteiros da defunta; Martim Homem, cavaleiro da casa real e juiz por comissão de Diogo Fernandes, escudeiro da casa real e juiz na cidade; Sebastião Vaz, escudeiro do rei, juiz, provedor dos resíduos e provedor das capelas e hospitais e orfãos da comarca. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Venda que faz Pedro Gomes da Cunha, filho de Henrique de Almeida, fidalgo da casa real, como procurador de seu pai e de sua mãe, D. Maria da cunha, moradores em Trancoso, ao licenciado Pedro Gomes Teixeira, do desembargo do rei e que ao momento está na Índia, e a sua mulher, Catarina Rodrigues Carvalho, da herdade do Álamo, termo de Évora, por noventa mil reais brancos. A herdade fora herdada pelos vendedores por morte de [...] de Almeida, mãe de Henrique de Almeida e também fora de Diogo de Almeida, seu irmão. O procurador apresenta a procuração dos pais passada em Trancoso, a 01 de Outubro de 1530, por Manuel Lopes tabelião do público e judicial. Redactor: Vasco Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do licenciado Pedro Gomes Teixeira
O documento explica o processo pelo qual duas missas cantadas que primeiramente deviam ser ditas no convento de São João Evangelista (Lóios) de Évora passaram a ser efectuadas no convento de São Francisco, na sequência de um requerimento de um dos testamenteiros de Maria Godinho. A defunta, viúva de Nuno Lourenço, cujo testamento é trasladado e que fora feito em Évora a 30 de setembro de 1506, pelo tabelião João Anes, tinha instituído duas capelas. Uma no convento de São Francisco de Évora e outra no convento de São João Evangelista (Lóios) de Évora.Como os frades de São João disseram que não podiam aceitar o encarrego este passou para os de São Francisco. Foram deixados para as missas quatro moios de trigo e um de cevada na herdade da Azaruja (?) junto à fonte das Groceiras. Os testamenteiros eram Diogo Fernandes, requeredor das sisas das carnes e Luís Fernandes, sobrinho de Nuno Lourenço. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Afonso Anes Maceira, morador e vizinho de Évora e provedor da capela de Rodrigo de Airas (filho de Airas Afonso de Veiros), apresenta ao juiz de Estremoz documento de 09 de Agosto de 1367 que atesta que ele é provedor da referida capela e um outro documento de 08 de Janeiro de 1368 em que é autorizado a estabelecer contratos de partilhas relativos às herdades pertencentes à referida capela, localizadas no termo de Estremoz. O juiz manda que ele e Gomes Lourenço, provedor da capela de Maria Anes Loureira, vão repartir as herdades pertencentes às duas capelas em causa. Redactor: Estevão Giraldim, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Quintal dos paços do concelho.
Sentença régia de D. Manuel dirigida a Sebastião Vaz, escudeiro da casa real, juiz contador dos resíduos e provedor das capelas, hospitais e orfãos na comarca da contadoria de Évora, referente a um feito cível de capelas que por apelação foi à corte e casa da suplicação. Insurgia-se o convento de São Francisco de Évora, como autor, contra Garcia de Melo, fidalgo da casa real, morador em Évora, como réu. Os avós do réu, João Afonso de Aguiar e Maria Esteves, tinham instituído capela no cruzeiro da igreja do convento com encarrego de uma missa de requiem por dia rezada, para o que deixaram uma herdade em Machede, termo da cidade, chamada herdade do Vargo. Redactor: Diogo Caso (?), escrivão do desembargo Localidade de redacção: Lisboa
Venda que fazem João Dias Rocano (?), lavrador, e sua mulher, Brites Afonso, moradores na vila do Cano, a Lopo Vaz de Camões e a sua mulher, Inês Dias de Aguiar, de uma herdade com casas e logradouros forra e isenta, situada no termo de Avis, que obtiveram por título de sesmaria, chamada a Lagoa do Mourato, por dez mil reais brancos. No mesmo acto João Dias Rocano (?) e Brites Afonso tornam-se foreiros da mesma herdade em trinta alqueires de trigo anafil bom, pagos em Santa Maria de Agosto e colocados na vila de Avis na casa de Lopo Vaz. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Lopo Vaz de Camões, fidalgo da casa real
Perante Nuno Afonso, juiz ordinário em Évoramonte, fazendo audiência apareceram de um lado Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide por ele na vila de Estremoz, como autor e do outro Fernão Mourato [...], morador no termo da vila, como réu. Mem Rodrigues afirma que o réu tinha-lhe forçado um pedaço de uma terra que tinha sido dada de sesmaria por Gomes Eanes Barreco e por Gil Valente e pede ao juiz que lhe dê a posse dessa terra como a tinha antes. E o juiz julgando o caso por sentença mandou dar posse da terra ao Mem Rodrigues. Redactor: João Gonçalves, tabelião em Évoramonte pelo duque de Bragança, marquês de VIla Viçosa, conde Barcelos e de Ourém e da vila de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Sob o alpendre dos paços do concelho
Sentença de Afonso Gil, bacharel em decretos, ouvidor geral pelo arcebispo de Lisboa, D. Jorge, relativa a um processo que foi perante ele. O mosteiro de São Bento tinha aforado, a Diogo Gil, lavrador, uma herdade no termo do Redondo, por quarenta alqueires de trigo, pagos em dia de Santa Maria. Porém, o lavrador encampou a referida herdade e o mosteiro voltou a aforá-la a Afonso Mendes, lavrador, morador em Évora. Mas como este era parente da prelada o novo aforamento fora feito por trinta alqueires de trigo. Pediam as religiosas que Afonso Mendes abrisse mão da herdade para poderem fazer com ela o que entendessem o que lhe foi concedido. Redactor: Álvaro de Mancelos, escrivão. Localidade de redacção: Lisboa
Francisco Dinis (?), cónego da Sé de Évora, tinha no termo de Montemor-o-Novo, no lugar da Bucha, uma herança, de vinha e olival e chão, que parece que terá vendido a alguém cuja identidade não é perceptível. Presume-se que o valor da transação foram 2.000 reais. No mesmo acto os bens terão sido emprazados a alguém que também não é possível de identificar, por cento e cinquenta reais e duas galinhas, pagos pelo Natal. Talvez a venda não seja feita pelo proprietário, mas pelo foreiro com autorização do cónego que era foreiro de Santa Maria do Bispo. Redactor: João (?) Fernandes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de João Fernandes
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Catarina Gonçalves, viúva de João Martins, moradora na cidade, que trazia emprazada, em três vidas, uma casas que foram adega, localizadas na cidade, na rua das Adegas, por cinquenta reais e uma galinha, pagos pela véspera de natal. A foreira pede autorização à igreja para vender o domínio útil do imóvel a Pedro Anes Apariço e a sua mulher, Maria (?) Pires, moradores na cidade, por dois mil e quarenta reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Nuno Lourenço, escudeiro, e sua mulher, Maria Godinho, moradores na cidade, que traziam emprazadas, em três vidas, umas casas da referida igreja, localizadas na cidade, junto da porta de Nuno Casco, por cento e quarenta reais brancos. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a Heitor de Oliveira, fidalgo da Casa do Rei, e a sua mulher, Dona Violante, por dois mil reais brancos. Os clérigos aceitam a transacção, estabelecendo-se novo emprazamento, em três vidas, por cento e quarenta reais brancos. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fontainha, moura forra, viúva de Galino Cardeal, moradora na mouraria da cidade, que trazia emprazada, em três vidas, uma casa da igreja, localizada na cidade, fora da porta da mouraria, por cento e quarenta reais e duas galinhas, pagos pelo São Martinho. A foreira, alegando ser muito velha, fraca e pobre, solicita aos clérigos que lhe recebam o imóvel. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram o imóvel, em três vidas, a Ziere oleiro, mouro foro da referida mouraria, e a sua mulher Maria, por cento e quarenta reais brancos e duas galinhas, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei; tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Vasco Martins, escudeiro, morador em Évora, que trazia aforada uma casa e pardieiros, da referida igreja, localizados na cidade, junto à Palmeira, por quarenta reais brancos. O foreiro alegando não poder "sofrer" o referido imóvel, solicita à igreja que lho receba. Aceite a encampação, os clérigos aforaram novamente o imóvel a Afonso Alvares, pintor, morador na cidade, e a sua mulher, Mécia Fernandes, com a condição dos novos foreiros fazerem dos quatro pardieiros casas num período de um ano e de foro devem pagar quarenta reais brancos, em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: João Furtado, escudeiro, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João do Porto, alfaiate, e sua mulher, Catarina Esteves, moradores na cidade, que traziam aforado um mortório de vinha com um chão, localizado no termo da cidade, junto ao Mosteiro de Santa Maria do Espinheiro, por vinte reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem autorização à igreja para vender o domínio útil do imóvel a Gaspar Nunes, hortelão, e a sua mulher, Isabel Afonso, moradores na cidade, por quatrocentos e trinta reais brancos. Os clérigos aceitam a transacção, estabelecendo-se um novo contrato com Gaspar Nunes, hortelão, e sua mulher, por vinte reais brancos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Vasco Esteves e sua mulher Margarida Anes, moradores em Viana, que traziam aforadas umas casas de morada da referida igreja, localizadas na cidade, na rua do Raimundo, por noventa reais brancos, pagos pela Páscoa. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a Fernão Martins, curtidor, castelhano, e sua mulher Maria Cabeça, moradores na cidade, por dez mil e duzentos reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, por noventa reais, pagos pela Páscoa. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João de Santarém e Maria Esteves, sua mulher, moradores em Évora. Estes traziam aforadas três courelas, da referida igreja, localizadas no termo de Évora, no chafariz de Mor Mendes, por três libras antigas, pagas pelo Natal. Os foreiros, alegando não poderem cumprir as cláusulas impostas no contrato, pedem que os clérigos lhes recebam as courelas. Aceite a encampação, é feito novo aforamento a João Vasques, atafoneiro, e a João Eanes, sapateiro, moradores em Évora, ficando cada um deles com uma courela e meia, por trinta soldos antigos de foro, pagos pelo Natal. Redactor: Estêvão Eanes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Dentro do castelo, onde está a prisão do concelho.
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Álvaro Martins, hortelão. Este trazia emprazados, em três vidas, um ferragial e uma horta, da referida igreja, localizados no termo da cidade, no caminho para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro, por quarenta e cinco libras antigas. O foreiro, alegando não poder possuir a horta, pede que os clérigos a recebam. Aceite a encampação, a igreja empraza, em três vidas, a referida horta a Jorge Afonso e a sua mulher, por quarenta e cinco libras antigas e duas galinhas, pagas pelo São Miguel de Setembro, pela Páscoa e pelo Natal. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé.
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Mestre Isaque e seu irmão, Salomão de Leiria, judeus, filhos de Samuel de Leiria, judeu. Estes traziam aforadas uma casas, da referida igreja, localizadas, em Évora, na Palmeira, por quinze soldos antigos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Os foreiros pedem que os clérigos lhes recebam as referidas casas. Refere-se a apresentação no acto de duas cartas régias. Uma dada em Santarém a 21 de Novembro de 1441 e outra dada em Évora a 8 de Dezembro de 1442. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre a igreja de Santiago de Évora e Pedro Esteves das águias e sua mulher, Catarina Vasques, meiga, que traziam aforadas umas casas da igreja, localizadas na cidade, na rua das Emparedadas, por treze soldos de moeda antiga a setecentos por uma, pela Páscoa. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil das casas a Maria Anes, fagunda, por mil e oitocentos reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, com a condição da nova foreira pagar de foro vinte soldos da moeda antiga, pela Páscoa. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Rui Gonçalves, tecelão, e sua mulher, Isabel Jorge, moradores na vila do Vimieiro, que traziam aforadas umas casas de morada da referida igreja, localizadas na cidade, na rua do Raimundo, por trinta e seis reais brancos, pagos pela Páscoa.Os foreiros pedem autorização à igreja para vender o domínio útil das casas a Maria Domingues, viúva de Diogo Gomes, almocreve, moradora em Évora, por doze mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a venda, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e dona Isabel Martins, viúva de Pedro Dias, criado do rei, que trazia aforadas umas casas da igreja, localizadas na cidade, à Porta Nova, por quatro libras antigas a setecentos por uma. A foreira pede autorização à igreja para vender o domínio útil do imóvel a Afonso Anes, ferrador, e a sua mulher, Maria Afonso, por treze mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, com a condição dos novos foreiros fazerem uma sacada com um arco para a rua sobradada, dentro de quatro anos, por oitenta soldos antigos a setecentos por um, pagos em dia de Páscoa. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
D. Martinho de Portugal, prior da igreja de Santiago de Évora e os beneficiados da mesma, dão consentimento a Jorge Anes Tomás e a sua mulher, Maria (?) de Oliveira, moradores em Torres Novas, para venderem umas casas, situadas na rua do Raimundo, foreiras em perpétuo à igreja em cem (?) reais cada ano, pagos pelo São Martinho, a Jorge Dias, mercador, e a sua mulher, Beatriz Mendes, por trinta e seis mil reais brancos. O casal é representado por António Fernandes, cavaleiro de Santiago, seu procurador, também morador em Torres Novas. Redactor: João Fernandes, escudeiro do mestre de Santiago e de Avis, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Aforamento que faz o senhor Manuel de Sousa Chichorro, fidalgo da casa real, e sua mulher, D. Leonor Melo, à igreja de Santiago de Évora, da terça parte de uma courela de terra que é mística com o cabido da Sé, situada na ribeira de São Manços, por quarenta alqueires de trigo anafil bom, pela Santa Maria de Agosto. Manuel de Sousa era procurador da mulher por procuração passada em Montemor-o-Novo, na casa dos próprios, a vinte e oito de Novembro de 1551, pelo tabelião Manuel Rodrigues. Redactor: Pedro Gomes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na casa do senhor Manuel de Sousa Chichorro, do conselho de [...]
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Catarina Anes, moradora na cidade, que trazia aforada uma casa, da referida igreja, localizada em Évora, junto à Palmeira. A foreira pede autorização à igreja para vender o domínio útil da casa a Samuel de Leiria, judeu, morador em Évora, por quinhentos reais brancos. Os clérigos autorizaram a venda com a condição do novo foreiro pagar, anualmente, à igreja, dez soldos antigos, em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Pedro Afonso de Seixas, escrivão por André Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente, cónego da Sé e prior da igreja de Santiago
Encampação que fazem Vasco Martins, cunhado de Rodrigo Afonso de Aragão, e sua mulher, Catarina Afonso, lavradores, moradores em Évora, aos raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de uma vinha no termo da cidade no caminho de São Bento, ante o dito caminho e o caminho do chafariz de Mor Mendes. Os raçoeiros emprazam a vinha a Vicente Anes, dito canian (?), morador na cidade na rua da Alagoa e a sua mulher, Maria Anes, por vinte soldos de moeda antiga, pagos pelo São Martinho. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Vasco Vicente vigário, cónego da Sé e prior da igreja de Santiago
Venda que fazem Pedro Afonso das Donas e sua mulher, Leonor Rodrigues, moradores em Évora, a Álvaro Afonso, genro de Afonso Anes Galego, lavrador, morador em Évora, e a sua mulher, Isabel Afonso, de umas casas de morada na cidade, na Palmeira, por três mil e quinhentas libras. A vinha era foreira à igreja de Santiago de Évora em vinte soldos da moeda antiga, pagos em Santa Maria de Agosto. Pedro Afonso é representado por seu genro Mendo Afonso. Os raçoeiros de Santiago, que tinham de dar autorização para a venda, fazem-se acompanhar de Estevão Airas, clérigo de missa, bacharel da Sé e raçoeiro e prioste da igreja de Santiago que é procurador de Vasco Vicente, escolar em direito canónico, cónego da cidade e prior da igreja de Santiago. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No paço dos tabeliães das notas
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Lopo Gonçalves, filho de Gonçalo das Vacas, e a sua mulher, Mor Eanes, moradores em Évora, de uma horta abaixo dos muros e da porta do Moinho de Vento, e de um ferragial junto a ela que parte com o caminho que vai para Santa Maria do Espinheiro, por quarenta e cinco libras de moeda antiga, a setecentas por uma, e quatro galinhas boas. As libras seriam pagas repartidas na Páscoa e no São João Baptista. As galinhas eram pagas no Natal. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Afonso Eanes, prior da igreja de Santiago
Emprazamento, em três vidas, de duas courelas de vinha e um pedaço de terra da igreja de São Pedro de Évora, localizados no termo da cidade, no Peito da Galé, no caminho dos Arcos – confrontam com o referido caminho; com vinha da igreja de Santiago, que traz Afonso Gonçalves, bacharel da Sé; com vinha da igreja de São Pedro, que traz Martim Anes Tabaco; com chão de Álvaro Afonso, cutileiro – a Álvaro Fernandes, banheiro da cidade, e a sua mulher Maria Gonçalves, por cento e cinquenta reais brancos ou cinco reais de prata, pagos pelo São Martinho. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e João Fernandes, hortelão, e sua mulher Constança Lopes, moradores na cidade, que traziam emprazada à igreja, em três pessoas, uma horta com dois ferragiais, localizados na cidade, ao chafariz da Picota, juntamente com a Porta de Avis – parte com ferragial de Lucrécia Carvalho; com horta do Cabido da Sé; com ferragial das Beguinas – por quatrocentos reais e quatro galinhas, pagos pelo Natal e pelo São João Baptista. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a Maria Fernandes por dez mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo emprazamento, em três vidas, pelo mesmo foro e mais uma galinha. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Perante o tabelião, Rodrigo do Airos, prior da igreja de São Paulo de Pavia, jazendo na cama enfermo, refere que já tinha feito o seu testamento e que deixara a Pedro Boto de Oliveira, o moço, e a sua mulher, Beatriz Mendes, uma herdade localizada a Santa Maria de Beja, com seis alqueires de trigo de foro e certas galinhas e mais seis galinhas de foro de um pedaço de terra, localizado dentro da dita herdade, com a condição de darem à igreja de São Pedro dois moios de trigo. Entendendo o testador que a herdade não era muito boa de pão e que o foro dos ditos dois moios era grande e vendo as boas obras que recebeu deles, estabelece que não paguem à igreja mais do que um moio e meio de trigo. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rodrigo do Airos
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e Fernando Anes Raposo, escudeiro do Senhor Marques, e sua mulher Isabel Rodrigues Pinga, que traziam aforadas umas casas da igreja, localizadas na cidade, junto à Porta Nova, na rua de Maria Mateus – confrontam com adega de Brites Gomes, foreira à igreja; com casas da viúva de António Afonso; com casas de João do Couto, safoeiro; com casas de João Afonso; e com a dita rua pública – por cinquenta reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil da casa ao dito João Afonso, safoeiro, e a sua mulher, Brites Eanes, por três mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor. Redactor: João Gonçalves, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e Álvaro Fernandes, bainheiro, e sua mulher Maria Gonçalves, moradores na cidade, que traziam emprazadas, em três vidas, uma vinha da igreja, localizada no termo da cidade, ao Peito da Galé, no caminho dos Arcos – confronta com vinha que foi de Afonso Gonçalves, bacharel; com campo baldio; e com o dito caminho – por cento e cinquenta reais, pagos em dia de São Martinho. O foreiro pede autorização para vender o domínio útil do imóvel a João Fernandes Gusmão, lavrador, e a sua mulher Catarina Afonso, moradores no termo da cidade, por mil e oitocentos reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se emprazamento, em duas vidas, por cento e cinquenta reais brancos ou cinco reais de prata. Redactor: Duarte Serrão, escudeiro do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
CASTRO, Rosa Maria (ou Rosa Ventura). Filha de frei Bernardo Pereira de Castro, natural de Remoães, e de Maria da Silva, natural de Prado. Neta paterna de Matias de Sousa e Castro e de Maria Antónia Soares de Castro; neta materna de Luís Marques e de Maria da Silva. Nasceu no lugar de Bouça Nova a 29/5/1732 e foi batizada na igreja paroquial a 6 de Junho desse dito ano. Padrinhos: Agostinho Soares de Castro (por procuração de Ventura de Barros, do Porto) e Maria Luísa de São Matias e Sousa, religiosa do convento de São Francisco, em Monção, ambos do lugar do Coto. // Casou com Manuel Pereira Bacelar. // Moraram no lugar de Crastos, Paderne. // Mãe de José António Pereira Bacelar (ver em Paderne).
SENTENCA apostolica de resignacao da igreja abadia de Santa Maria de Mos, a favor do Reverendo Manuel Jose Alvares de Oliveira, da freguesia de Santa Maria de Dossaos. Localidades: MOS,Santa Maria, VILA VERDE; DOSSAOS,Santa Maria, VILA VERDE
TITULO da igreja abadia de Santa Maria da Porta de Melgaco, a favor do Reverendo Carlos Domingues, natural da freguesia de Santa Maria de Fiaes. Localidades: MELGACO-SANTA MARIA PORTA, MELGACO; FIAES,Santa Maria, MELGACO
TITULO da paroquial igreja vigariaria perpetua de Santa Maria de Padornelos, a favor de Manuel Baltazar Pereira reitor da igreja de Santa Maria de Montalegre. Localidades: PADORNELOS,Santa Maria, MONTALEGRE; MONTALEGRE-SANTA MARIA ASSUNCAO, MONTALEGRE
CARTA de encomendacao a favor do padre Joao Antonio de Araujo da freguesia de Santa Maria de Turiz, para a igreja abadia de Santa Maria de Azias. Localidades: AZIAS,Santa Maria, PONTE BARCA; TURIZ,Santa Maria, VILA VERDE
CARTA de encomendacao para a igreja de Santa Maria de Sequeira, a favor do Padre Jose Dias Pereira da freguesia de Santa Maria de Guardizela. Localidades: SEQUEIRA,Santa Maria, BRAGA; GUARDIZELA,Santa Maria, GUIMARAES
CARTA de encomendacao para a igreja de Santa Maria Madalena de Vila Boa, a favor do Padre Luis Manuel Teixeira, da freguesia de Santa Maria Madalena de Candedo. Localidades: VILA BOA,Santa Maria Madalena, MIRANDELA; CANDEDO,Santa Maria Madalena, MURCA
TITULO da igreja vigariaria de Santa Maria de Castro, a favor do Reverendo Leonardo Antonio de Barros, da freguesia de Santa Maria Madalena de Candedo. Localidades: CASTRO LABOREIRO,Santa Maria, MELGACO; CANDEDO,Santa Maria Madalena, MURCA
Primeiro outorgante: Associação de Municípios de Terras de Santa Maria. Segundo outorgante: Município de Arouca. Terceiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Quarto outorgante: Município de Santa Maria da Feira Quinto outorgante: Município de São João da Madeira. Sexto outorgante: Município de Vale de Cambra.
Primeiro outorgante: Ricardo Grazino, Diretor Geral da INDAQUA Feira - Industria de Águas de Santa Maria da Feira, S. A. Segundo outorgante: Tiago Fragata, Diretor Geral da INDAQUA Oliveira de Azeméis - Gestão de Águas de Oliveira de Azeméis, S.A. Terceiro outorgante: Emídio Ferreira dos Santos Sousa, Presidente do Município de Santa Maria da Feira. Quarto outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Documento
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Trata-se da família de Maria Noémia da Silva Ribeiro, primeira mulher do Fotógrafo Mário da Gama freixo. Legenda do autor/ inscrição: "A Lita, a Nena, a Nini e a Maria da Luz mascaradas" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Trata-se da família de maria Noémia da Silva Ribeiro, primeira mulher do Fotógrafo Mário da Gama freixo. Legenda do autor/ inscrição: "Marcos Ribeiro, Noémia Ribeiro, D. Maria Augusta Ribeiro, D. Mariana Ribeiro e Josefinha Brás da Silva". Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)